VÍDEO: Na República do Congo, envolver comunidades no manejo florestal sustentável traz benefícios

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As taxas de desmatamento e de degradação, embora baixas em relação aos padrões internacionais, têm crescido rapidamente nos últimos anos na República do Congo. Prevê-se que se acelerem ainda mais à medida que o país tenta desenvolver áreas florestais, e à medida que a população cresce cerca de 3% ao ano.

Confira nesse vídeo como a iniciativa REDD+, a Redução de Emissões decorrentes do Desmatamento e da Degradação de Florestas, está ajudando a reverter esse processo.

A República do Congo, país centro-africano com mais de 4,7 milhões de pessoas, é altamente dependente dos recursos florestais para os meios de subsistência. Apesar de ser o segundo recurso natural mais valioso depois do petróleo, a contribuição das florestas para a economia nacional é relativamente baixa.

As taxas de desmatamento e de degradação, embora baixas em relação aos padrões internacionais, têm crescido rapidamente nos últimos anos. Prevê-se que se acelerem ainda mais à medida que o país tenta desenvolver áreas florestais, e à medida que a população cresce cerca de 3% ao ano.

Este vídeo, produzido pelo Banco Mundial, faz parte de uma série com resultados no âmbito da REDD+ – traduzido do inglês, a Redução de Emissões decorrentes do Desmatamento e da Degradação de Florestas –, sistema de incentivos financeiros para um manejo florestal mais sustentável.

A série de filmes descreve os meios de subsistência das comunidades florestais, os principais impulsionadores do desmatamento e seus impactos humanos em Burkina Faso, República Democrática do Congo, República do Congo, Gana, Libéria e Moçambique.

A REDD+ é desenvolvida no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Confira o vídeo e saiba mais em http://bit.ly/2qktspt e aqui.


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