Universidade Federal de Santa Maria abre vagas para refugiados e migrantes

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A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) instituiu um programa que permitirá a refugiados e migrantes em situação de vulnerabilidade ter acesso a vagas em cursos de educação técnica e superior.

A iniciativa partiu do Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional da UFSM, que faz parte da Cátedra Sérgio Vieira de Mello na universidade, projeto promovido pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Universidade Federal de Santa Maria criou políticas para ingresso de imigrantes e refugiados. Foto: Alessandra Jungs de Almeida

Universidade Federal de Santa Maria criou políticas para ingresso de imigrantes e refugiados. Foto: Alessandra Jungs de Almeida

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) instituiu este mês (13) o Programa de Acesso à Educação Técnica e Superior para refugiados e migrantes em situação de vulnerabilidade.

Por meio da iniciativa, refugiados e migrantes poderão ter acesso a vagas em qualquer curso da educação técnica ou superior da UFSM. As vagas são complementares, ou seja, foram criadas para além das já existentes nos cursos, especificamente destinadas a essa população.

Para ingressar no programa, o solicitante deve ser refugiado reconhecido pelo Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE) ou migrante em situação de vulnerabilidade — portador de visto humanitário, visto permanente por razões humanitárias ou migrante ou solicitante de refúgio que preencha critérios de limite de renda.

Além disso, o programa adota critérios para facilitar a comprovação de estudos anteriores, uma vez que essa população muitas vezes tem dificuldades para fornecer esses documentos.

A iniciativa partiu do Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional da UFSM, que faz parte da Cátedra Sérgio Vieira de Mello na universidade, projeto promovido pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

“Ao assegurar mecanismos de acesso à educação superior a imigrantes e refugiados, a UFSM dá um importante passo para uma mudança estrutural que combata a desigualdade e as opressões sociais. É a universidade pública, por meio de sua autonomia universitária, cumprindo com seu compromisso de promover justiça social”, disse a coordenadora do grupo de ensino, Giuliana Redin.

A íntegra da resolução que criou o programa pode ser acessada no link: goo.gl/6878re.

Mais informações:
Migraidh/Cátedra Sérgio Vieira de Mello/UFSM: www.facebook.com/Migraidh ou migraidh@gmail.com.
Pró-Reitoria de Graduação da UFSM: prograd@ufsm.br ou (55) 3220 8329


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