UNICEF lança podcast diário para crianças, com foco em histórias e saberes da Amazônia

Marcando o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, o UNICEF lança um conjunto de programas de rádio diários para crianças e famílias de todo o País, com foco na cultura amazônica – incluindo histórias indígenas, ribeirinhas, quilombolas e os saberes da região.

São 24 episódios com 30 minutos de duração, divididos em quatro eixos temáticos, representando diferentes locais e costumes: Amazônia Indígena, Viveres Ribeirinhos, Quilombos da Amazônia e Amazônia Encantada.

O conteúdo faz parte do “Deixa que Eu Conto”, iniciativa do UNICEF para levar histórias, brincadeiras e atividades a crianças e famílias, via rádio e internet, em tempos de coronavírus.

Mulher com um fantoche de mão está ao lado de uma criança também com um fantoche de mão. Foto: Ratão Diniz/UNICEF

Marcando o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado nesta sexta-feira, 5 de junho, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lança um conjunto de programas de rádio diários para crianças e famílias de todo o País, com foco na cultura amazônica – incluindo histórias indígenas, ribeirinhas, quilombolas e os saberes da região. O conteúdo faz parte do Deixa que Eu Conto, iniciativa do UNICEF para levar histórias, brincadeiras e atividades a crianças e famílias, via rádio e internet, em tempos de coronavírus.

“Deixa que Eu Conto” é voltado para crianças que estão em idade de frequentar a pré-escola e em processo de alfabetização (anos iniciais do ensino fundamental). Os 24 episódios da Amazônia são apresentados pelo educador paraense Leandro Medina e pela pesquisadora de culturas tradicionais Andrea Soares. Cada episódio traz lendas, histórias, brincadeiras e outros conteúdos inspirados nas diferentes culturas que formam a Amazônia Legal brasileira. O programa busca, ainda, apresentar reflexões sobre as dificuldades enfrentadas pela infância na região.

Cada programa possui 30 minutos de duração e está dividido em quatro eixos temáticos, representando diferentes locais e costumes: Amazônia Indígena, Viveres Ribeirinhos, Quilombos da Amazônia e Amazônia Encantada.

Segundo o chefe de Educação do UNICEF no Brasil, Ítalo Dutra , com as escolas fechadas, há o risco de o isolamento social agravar as desigualdades nas aprendizagens, impactando especialmente meninas e meninos em situação de maior vulnerabilidade – entre eles, moradores de comunidades e periferias, indígenas e quilombolas, e crianças com deficiência. “Deixa que Eu Conto foi pensado para alcançar todas as famílias, levando em consideração as diferentes realidades brasileiras”, explicou.

Para chegar a cada menina e menino, os programas estão disponíveis em diferentes plataformas. O conteúdo pode ser acessado pelo Spotify e no YouTube de forma gratuita, com episódios lançados diariamente.

Para as rádios, o UNICEF disponibiliza todos os conteúdos para download gratuito neste site. Cada programa está dividido em quadros, podendo ser editados pela emissora de acordo com o que melhor se encaixar no tempo disponível e na programação.

O UNICEF está, ainda, disponibilizando os podcasts em áudio, via WhatsApp, para que sejam compartilhados em grupos de gestores municipais, educadores, grupos de mães, etc. O conteúdo está também disponível na plataforma aprendendosempre.org, parceria de diversas organizações, entre elas o UNICEF, para contribuir com o direito de aprender de cada criança e cada adolescente, sem exceção.

Live de contação de histórias
Junto com o lançamento do “Deixa que Eu Conto Amazônia”, o UNICEF promoveu também uma live de contação de histórias em sua página oficial do Facebook, nesta sexta-feira (5/6), às 11h. Andrea Soares, Carol Levy, Kiara Terra e Leandro Medina, contadores de história do “Deixa que Eu Conto”, se reúnem para promover um espaço lúdico de brincadeiras, músicas e com interpretação ao vivo do episódio “Bicho folharal”, um dos conteúdos do projeto.

live contará ainda com a participação da oficial de Educação do UNICEF no Brasil, Júlia Ribeiro, apresentando o projeto e a importância da promoção e do acesso à continuidade do aprendizado em meio ao período de isolamento social.