‘União no Conselho de Segurança é vital para prevenir atrocidades em massa’, diz António Guterres

AUMENTAR LETRA DIMINUIR LETRA

Em reunião no Conselho de Segurança, o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou na terça-feira (18) a importância da união no órgão de 15 membros para abordar efetivamente as violações dos direitos humanos e prevenir atrocidades em massa.

O chefe da ONU também enfatizou que a garantia de uma ação melhorada e menos politizada sobre os direitos humanos também é imprescindível para o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU / Evan Schneider

Secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU / Evan Schneider

Em reunião com o Conselho de Segurança, o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou na terça-feira (18) a importância da união no órgão de 15 membros para abordar efetivamente as violações dos direitos humanos e prevenir atrocidades em massa.

“O artigo 24 da Carta da ONU é claro: a responsabilidade primordial pela manutenção eficaz da paz e da segurança internacionais cabe a este Conselho”, frisou.

“Devemos coletivamente tirar a força e o espírito da Carta para melhor prevenir conflitos armados e sustentar a paz através do desenvolvimento, garantindo a proteção efetiva de todos os direitos humanos – civis, políticos, econômicos, sociais e culturais”, acrescentou.

O secretário-geral também sublinhou que a cooperação efetiva entre o Escritório de Direitos Humanos da ONU (ACNUDH) e todos os organismos relevantes das Nações Unidas, incluindo o Conselho de Segurança, é vital.

Ele pediu ainda que os integrantes do Conselho não poupem esforços para por um fim ao sofrimento intolerável da população na Síria. “O fracasso em fazer isso é uma tragédia que envergonha a todos.”

Falando sobre as iniciativas já tomadas pelo Conselho, como a incorporação de um componente de direitos humanos no mandato das missões de paz da ONU, Guterres notou que o monitoramento sistemático e a denúncia de violações não só deram “voz” às vítimas como também ajudou a combater a impunidade.

Ele também enfatizou que a garantia de uma ação melhorada e menos politizada sobre os direitos humanos também é imprescindível para o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

“As resoluções sobre a manutenção da paz e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável são motivos de esperança”, afirmou, acrescentando que “os progressos nos aspectos de direitos humanos complementariam esses avanços”.


Mais notícias de:

Comente

comentários