UNESCO pede investigações de assassinato de jornalista na Bahia

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Marlon Carvalho Araújo foi morto em agosto (16), em Riachão do Jacuípe, na Bahia. O jornalista trabalhava como repórter e apresentador das rádios Gazeta e Jacuípe. UNESCO cobrou que o Estado brasileiro leve os responsáveis pelo crime à justiça. Araújo foi assassinado em casa.

Marlon Araújo trabalhava para as rádios Gazeta e Jacuípe. Foto: Facebook

Marlon Araújo trabalhava para as rádios Gazeta e Jacuípe. Foto: Facebook

A diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, condenou nesta quarta-feira (12) o assassinato do jornalista brasileiro Marlon Carvalho Araújo, morto em agosto (16), em Riachão do Jacuípe, na Bahia. O profissional trabalhava como repórter e apresentador das rádios Gazeta e Jacuípe. Agência da ONU cobrou que o Estado brasileiro leve os responsáveis pelo crime à justiça. Araújo foi assassinado em casa.

“Chamo as autoridades a investigar esse assassinato e a garantir que seus autores sejam responsabilizados. Jornalistas têm de ser capazes de noticiar questões de interesse público e de desempenhar seu papel de vigias da democracia e da boa governança, sem ter de temer pela sua segurança”, disse Azoulay.

A UNESCO promove a segurança de jornalistas por meio de inciativas de conscientização global, fortalecimento de capacidades e uma variedade ações, que incluem o Plano de Ação da ONU sobre Segurança de Jornalistas e a Questão da Impunidade.


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