UNESCO expressa preocupação com assassinato de jornalistas iraquianos por extremistas

“Tornou-se muito difícil para o público saber o que está acontecendo em partes do Iraque por causa de extremistas violentos”, disse a diretora-geral da UNESCO.

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, manifestou profunda preocupação nesta quinta-feira (30) sobre a morte de dois jornalistas iraquianos em Mosul, Suahaa Ahmed Radhi Suahaa e Jalla Al-Abadi.

“Tornou-se muito difícil para o público saber o que está acontecendo em partes do Iraque por causa de extremistas violentos. Esperamos que venha o dia em que os autores desses atos hediondos serão processados”, disse Bokova.

Suahaa Ahmed Radhi trabalhou como editora de um jornal com sede em Nínive. De acordo com o Sindicato de Jornalistas do Iraque, ela foi sequestrada em sua casa e depois morta por militantes violentos. O mesmo Sindicato também informou que militantes extremistas invadiram a casa de Jalaa Al-Abadi, cinegrafista da TV Mosaliah, e o mataram em uma floresta nos arredores de Mosul.