UNESCO e Globo promovem debate sobre juventude, diversidade e educação

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Para marcar o início de mais uma Campanha Criança Esperança, a UNESCO no Brasil e a Globo promoveram o debate ‘Diálogos da Esperança – Como vai você, jovem brasileiro?’. Discussões reuniram artistas, especialistas e jovens para abordar temas relacionados a educação e diversidade. Encontros foram gravados e divididos em dois programas, que serão exibidos nos dias 23 e 30 de julho, no canal GloboNews.

Artistas, especialistas e jovens participaram de debate sobre educação, diversidade e juventude. Foto: UNESCO

Artistas, especialistas e jovens participaram de debate sobre educação, diversidade e juventude. Foto: UNESCO

Para marcar o início de mais uma Campanha Criança Esperança, a UNESCO no Brasil e a Globo promoveram o debate ‘Diálogos da Esperança – Como vai você, jovem brasileiro?’. Discussões reuniram artistas, especialistas e jovens para abordar temas relacionados a educação e diversidade. Encontros foram gravados e divididos em dois programas, que serão exibidos nos dias 23 e 30 de julho, no canal GloboNews.

Entre os convidados para o debate, estavam Tábata Amaral, fundadora do Mapa Educação; Ricardo Henriques, economista e professor; Gina Vieira Ponte, também professora; Gelson Henrique, estudante de ciências sociais; Gabriela Moura, cofundadora do coletivo “Não Me Khalo”; Murilo Araújo, militante e youtuber; Bruna Waitman, fundadora da Cuerda; e André Lázaro, professor.

Quem conduziu os diálogos foi o jornalista e apresentador Pedro Bial. Também participaram Lázaro Ramos, Leandra Leal, Dira Paes e Flavio Canto. Conversas cobriram uma variedade temas, como o papel da escola na formação do indivíduo, a evasão escolar, os problemas do ensino público e o poder da educação na transformação de realidades. Também foram discutidos tópicos ligados à diversidade de gênero, raça e classe social.

O debate teve ainda a participação da cantora Tássia Reis, acompanhada pelo DJ Dedé, e do MC e beatmaker Rincon Sapiência, que se apresentou ao lado do DJ Fab7.

Diversidade no ambiente escolar e na sociedade

“Quando eu era pequena, tive uma professora negra que me fez sentir representada e fez com que eu pudesse me enxergar no mundo”, lembrou Gina durante as discussões. “É preciso olhar para a escola de uma perspectiva histórica, para além da aquisição de conhecimento, para a socialização.”

O respeito à diversidade, seja qual for a natureza da diferença, também abordado pelos participantes. “Eu como gay e nordestino corri riscos ao me expor, eu tive medo”, contou Murilo Araújo, que disse também ter temido pela segurança dos familiares em seu entorno.


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