UNESCO condena assassinato de jornalistas no México

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A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) condenou na segunda-feira (30) o assassinato de dois jornalistas no México. O editor da revista Playa News Aqui e Agora, Rubén Pat Cahuich, foi morto em 24 de julho, no estado de Quintana Roo, na área turística de Playa del Carmen. O locutor Luis Pérez García, de 80 anos, foi atacado em 9 de julho, na Cidade do México.

Foto: UNESCO

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A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) condenou na segunda-feira (30) o assassinato de dois jornalistas no México. O editor da revista Playa News Aqui e Agora, Rubén Pat Cahuich, foi morto em 24 de julho, no estado de Quintana Roo, na área turística de Playa del Carmen. O locutor Luis Pérez García, de 80 anos, foi atacado em 9 de julho, na Cidade do México.

A diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, afirmou nesta semana que a violência contra jornalistas é um ataque ao direito humano básico à liberdade de expressão. A chefe da agência da ONU lembrou ainda que o homicídio de Rubén Cahuich ocorreu menos de um mês após um colega do profissional, José Guadalupe Chan Dzib, ter sido morto.

Rubén Cahuich já estava recebendo ameaças de morte e por isso havia sido colocado sob o Mecanismo Federal de Proteção de Jornalistas e Defensores de Direitos Humanos.

Além de locutor, Luis Pérez dirigia a revista Pesquisa do Dia. De acordo com a mídia local, os criminosos atacaram o repórter em sua própria residência. Eles teriam golpeado o jornalista e, depois, ateado fogo ao corpo. Os vizinhos teriam sido alertados pelo incêndio e chamaram a polícia.

Audrey chamou as autoridades mexicanas a não pouparem esforços para levar os autores dos crimes à Justiça.


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