UNAIDS lança campanha ‘Minha saúde, meu direito’ para o Dia Mundial contra a AIDS

AUMENTAR LETRA DIMINUIR LETRA

Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lançou nessa semana (6) sua campanha global para a mobilização da sociedade em torno do Dia Mundial contra a AIDS, celebrado em 1º de dezembro; “Minha saúde, meu direito” busca explorar os desafios que as pessoas em todo o mundo enfrentam no exercício de seus direitos.

Imagem: UNAIDS/divulgação

Imagem: UNAIDS/divulgação

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lançou nessa semana (6) sua campanha global para a mobilização da sociedade em torno do Dia Mundial contra a AIDS, celebrado em 1º de dezembro. “Minha saúde, meu direito” busca explorar os desafios que as pessoas em todo o mundo enfrentam no exercício de seus direitos.

“Todas as pessoas, independentemente de idade, gênero, de onde vivem ou de quem amam, têm direito à saúde”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS. “Não importa quais são suas necessidades de saúde, todos precisam de soluções de saúde disponíveis e acessíveis, de boa qualidade e sem discriminação.”

O direito à saúde está consagrado no Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais de 1966 como o direito de todos ao desfrute do mais alto padrão possível de saúde física e mental. Isso inclui o direito de todos à prevenção e ao tratamento da saúde debilitada, à tomada de decisões sobre a própria saúde e ao tratamento com respeito e dignidade.

A campanha lembra as pessoas que o direito à saúde é muito mais do que o acesso a serviços de saúde e medicamentos de qualidade, que também depende de uma série de garantias importantes, incluindo saneamento e habitação adequados, condições de trabalho saudáveis, ambiente limpo e acesso à justiça.

Se o direito à saúde é comprometido, muitas vezes, ela não consegue efetivamente prevenir doenças – incluindo o HIV – ou ter acesso ao tratamento e aos cuidados.

As pessoas mais marginalizadas da sociedade – incluindo profissionais do sexo, travestis e pessoas trans, pessoas que usam drogas injetáveis, gays e outros homens que fazem sexo com homens, pessoas nas prisões e migrantes – geralmente são menos capazes de acessar seu direito à saúde; eles também são os mais vulneráveis ao HIV.

A maioria dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável está vinculada, de alguma forma, à saúde. Alcançar os ODS, incluindo o fim da epidemia de AIDS como ameaça para a saúde pública até 2030, dependerá fortemente de garantir o direito à saúde para todos.

“Minha saúde, meu direito” incentiva as pessoas a compartilhar seus pontos de vista e preocupações em torno da garantia de seu próprio direito à saúde e da criação de um movimento que destaque a importância de se acabar com as desigualdades na saúde.

Os materiais da campanha incluem sugestões de ‘tweets’, cartazes e cartões postais para download, bem como uma brochura com informações como mensagens-chave sobre o direito à saúde. Em breve, estarão disponíveis no site todos os materiais traduzido para o português.


Mais notícias de:

Comente

comentários