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Caio Cesár tem 24 anos, é morador de Mesquita e professor de geografia. Ele pesquisa e escreve sobre masculinidades desde 2016. Começou a se interessar pelo assunto depois de ler “Peles negras, máscaras brancas”, do filósofo e psiquiatra Frantz Fanon.

VÍDEO: O professor que ajuda a desconstruir masculinidades

Caio César tem 24 anos, é morador de Mesquita e professor de geografia. Ele pesquisa e escreve sobre masculinidades desde 2016. Começou a se interessar pelo assunto depois de ler “Peles negras, máscaras brancas”, do filósofo e psiquiatra Frantz Fanon.

Esta leitura o fez refletir sobre temas como a solidão da mulher negra e as preferências afetivas dos homens negros. Caio percebeu a importância de debater as masculinidades negras. No final de 2017, integrou o projeto MEMOH – referência à palavra ‘homem’ de trás para frente –, que organiza oficinas e rodas de conversa entre homens para discutir o assunto.

Confira nessa matéria especial do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

A ciência forense nuclear ajuda a detectar materiais radioativos perdidos ou roubados e pode deter o contrabando e o terrorismo. O material radioativo é amplamente usado em energia, na medicina e na indústria. No entanto, se cair em mão erradas pode causar um dano sério. Quando qualquer material radioativo suspeito é descoberto, por exemplo, em uma fronteira ou em uma operação policial, é a hora de chamar os especialistas em ciência forense nuclear. Saiba mais nesse vídeo da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA)

Agência da ONU apoia rastreamento de material radioativo por meio da ciência forense nuclear; vídeo

A ciência forense nuclear ajuda a detectar materiais radioativos perdidos ou roubados e pode deter o contrabando e o terrorismo. O material radioativo é amplamente usado em energia, na medicina e na indústria. No entanto, se cair em mão erradas pode causar um dano sério.

Quando qualquer material radioativo suspeito é descoberto, por exemplo, em uma fronteira ou em uma operação policial, é a hora de chamar os especialistas em ciência forense nuclear.

Saiba mais nesse vídeo da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

Em 2018, a “Impossible Foods” e a “Beyond Meat” foram eleitas ‘campeãs do planeta’ pela ONU Meio Ambiente. Ambas as startups criam alternativas à base de plantas e veem seus negócios crescendo. Nos EUA, redes de restaurantes focados em carnes, agora, estão incluindo os produtos veganos dessas empresas. A pecuária é responsável por mais de 9% das emissões globais de gases de efeito estufa. Reduzir o consumo de carnes é uma parte essencial para prevenir a degradação de nosso meio ambiente. Incluir hambúrgueres sem carne beneficia empreendimentos, consumidores e o nosso planeta.

Comidas sem carne se tornam tendência e beneficiam nosso planeta; vídeo

Em 2018, a “Impossible Foods” e a “Beyond Meat” foram eleitas ‘campeãs do planeta’ pela ONU Meio Ambiente.

Ambas as startups criam alternativas à base de plantas e veem seus negócios crescendo. Nos EUA, redes de restaurantes focados em carnes, agora, estão incluindo os produtos veganos dessas empresas.

A pecuária é responsável por mais de 9% das emissões globais de gases de efeito estufa.

Reduzir o consumo de carnes é uma parte essencial para prevenir a degradação de nosso meio ambiente. Incluir hambúrgueres sem carne beneficia empreendimentos, consumidores e o nosso planeta.

Confira nesse vídeo da ONU Meio Ambiente.

As vacinas funcionam como um escudo, protegendo crianças e recém-nascidos de doenças perigosas e poupando até 3 milhões de vidas todo ano. No entanto, em todo o mundo ainda existem quase 20 milhões de crianças não vacinadas e/ou que não receberam todas as doses devidas de uma vacina. Essas crianças correm o risco de doenças graves, complicações e até morte. No Brasil, por exemplo, o sarampo voltou a ser um problema depois de ter sido erradicado. Muitos pais querem vacinar seus filhos, mas não conseguem porque não têm acesso aos serviços de saúde. Mas, cada vez mais, alguns pais estão optando por não fazê-lo. Essa relutância geralmente se origina de concepções errôneas sobre vacinas ou complacência sobre a probabilidade de se infectar. Por isso, ficar informado sobre os benefícios das vacinas – e os riscos de não se vacinar – é mais importante do que nunca.

Vacinar é uma das formas mais eficazes de se prevenir a mortalidade infantil; vídeo

As vacinas funcionam como um escudo, protegendo crianças e recém-nascidos de doenças perigosas e poupando até 3 milhões de vidas todo ano.

No entanto, em todo o mundo ainda existem quase 20 milhões de crianças não vacinadas e/ou que não receberam todas as doses devidas de uma vacina. Essas crianças correm o risco de doenças graves, complicações e até morte.

No Brasil, por exemplo, o sarampo voltou a ser um problema depois de ter sido erradicado. Saiba mais nesse vídeo do UNICEF.

Qual é a educação que protege contra a violência? As alternativas a essa questão foram discutidas neste mês de junho, durante o seminário “Educação é proteção contra a violência”, promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Cidade Escola Aprendiz no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ).

UNICEF: educação é estratégia crucial de proteção de crianças e adolescentes contra a violência

Qual é a educação que protege contra a violência? As alternativas a essa questão foram discutidas neste mês de junho, durante o seminário “Educação é proteção contra a violência”, promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Cidade Escola Aprendiz no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ).

O seminário, que contou com a leitura do manifesto jovem #EndViolence, reuniu especialistas, autoridades, sociedade civil e lideranças adolescentes para discutir o impacto da violência na vida de crianças e adolescentes.

O seminário reuniu especialistas, autoridades, sociedade civil e lideranças adolescentes para discutir o impacto da violência na vida de crianças e adolescentes – e como a educação pode ser uma estratégia crucial de proteção.

Confira nessa matéria em vídeo do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Foto de capa do vídeo: Unsplash/Mark Kucharski

FAO apoia investimento responsável na agricultura e nos sistemas alimentares; vídeo

Conheça neste vídeo a importância do investimento responsável na agricultura e nos sistemas alimentares para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e, em particular, o ODS 2, para a ‘Fome Zero’.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) apoia na identificação, revisão, desenvolvimento e implementação de políticas, incentivos e marcos legais que promovam o investimento responsável nos níveis nacional e regional.

O terrível dilema vivenciado por Charity Arko – dar a seus filhos água suja ou nenhuma água – não deveria fazer parte da realidade de nenhuma mãe no mundo. Por isso, o UNICEF construiu um poço de água potável perto da casa de Charity, em Juba, capital do Sudão do Sul. Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos é um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

VÍDEO: A escolha impossível de Charity no Sudão do Sul

O terrível dilema vivenciado por Charity Arko – dar a seus filhos água suja ou nenhuma água – não deveria fazer parte da realidade de nenhuma mãe no mundo. Por isso, o UNICEF construiu um poço de água potável perto da casa de Charity, em Juba, capital do Sudão do Sul.

Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos é um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Cuidados primários de saúde agrupam a maioria das necessidades de saúde das pessoas durante suas vidas. Eles trazem crianças ao mundo, garantem serviços como vacinas, que nos protegem e protegem nossas comunidades contra doenças infecciosas. Cuidados primários de saúde nos auxiliam na infância, na adolescência e na vida adulta, com serviços que nos mantêm saudáveis, como orientação sobre boa nutrição e hábitos de atividades físicas. Confira nesse vídeo.

VÍDEO: O que são cuidados primários de saúde?

Cuidados primários de saúde agrupam a maioria das necessidades de saúde das pessoas durante suas vidas. Eles trazem crianças ao mundo, garantem serviços como vacinas, que nos protegem e protegem nossas comunidades contra doenças infecciosas.

Cuidados primários de saúde nos auxiliam na infância, na adolescência e na vida adulta, com serviços que nos mantêm saudáveis, como orientação sobre boa nutrição e hábitos de atividades físicas. Confira nesse vídeo.

Brigada de Intervenção atua na área de Beni com militares de Malauí, Tanzânia e África do Sul. Foto: MONUSCO/FIB/Mohammed Mkumba

Militares brasileiros treinarão soldados de operação de paz na República Democrática do Congo

O Brasil enviará peritos militares para treinar o primeiro grupo especial de capacetes-azuis autorizado pela ONU a realizar operações ofensivas para neutralizar e desarmar grupos rebeldes na República Democrática do Congo.

As forças brasileiras serão enviadas da Amazônia para apoiar a Brigada de Intervenção, que combate milícias que “ameaçam a autoridade do Estado e a segurança civil” em Beni, no leste do país. Nessa área, atua o grupo armado ADF, enquanto no país existem 70 grupos armados em atividade.

A informação foi dada à ONU News, em Nova Iorque, pelo comandante da Missão da ONU na República Democrática do Congo (MONUSCO), o general brasileiro Elias Rodrigues Martins Filho, que lidera mais de 15 mil militares, de 49 países.

“No Dia Mundial do Refugiado, os meus pensamentos estão com os mais de 70 milhões de mulheres, crianças e homens – refugiados e deslocados internos – que foram forçados a fugir da guerra, do conflito e da perseguição. Este é um número surpreendente – o dobro do que era há 20 anos”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em mensagem especial para a data (20 de junho).

‘Temos de restabelecer regime de proteção internacional’, diz chefe da ONU no Dia Mundial do Refugiado

“No Dia Mundial do Refugiado, os meus pensamentos estão com os mais de 70 milhões de mulheres, crianças e homens – refugiados e deslocados internos – que foram forçados a fugir da guerra, do conflito e da perseguição. Este é um número surpreendente – o dobro do que era há 20 anos”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em mensagem especial para a data (20 de junho).

A maioria dos deslocados à força veio de apenas alguns países: Síria, Afeganistão, Sudão do Sul, Mianmar e Somália. Nos últimos 18 meses, outros milhões fugiram da Venezuela.

“Eu quero reconhecer a humanidade dos países que abrigam refugiados, mesmo quando eles enfrentem seus próprios desafios econômicos e preocupações de segurança. Devemos combinar sua hospitalidade com desenvolvimento e investimento. É lamentável que o exemplo deles não seja seguido por todos. Temos de restabelecer a integridade do regime de proteção internacional”, acrescentou.

Estudantes no Sudão do Sul montam peça de teatro que discute o tema da violência sexual em conflito. Foto: UNMISS/Isac Billy

Em dia mundial, chefe da ONU denuncia uso da violência sexual como ‘tática de guerra’

Em mensagem para o Dia Internacional para Eliminação da Violência Sexual em Conflito, lembrado nesta quarta-feira (19), o chefe da ONU, António Guterres, alertou que a prática é usada como “tática de guerra para aterrorizar as pessoas e desestabilizar as sociedades”. Descrevendo essas violações como uma “mancha em nossa humanidade comum”, o secretário-geral pediu justiça para as vítimas.

Em 1919, das cinzas da guerra, nasceu uma visão do mundo onde trabalhadores, empregadores e governos poderiam – juntos – construir um mundo de paz universal, baseado na justiça social. Deste sonho surgiu a Organização Internacional do Trabalho (OIT), que há 100 anos promove a justiça social e promove o trabalho decente.

OIT completa 100 anos promovendo justiça social e trabalho decente no mundo

Este ano, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) completa 100 anos realizando um mandato dedicado à promoção da justiça social e do trabalho decente no mundo todo.

Em um cenário em que mais de 190 milhões de pessoas estão desempregadas e mais de 300 milhões trabalham, mas continuam na extrema pobreza, o mandato da OIT torna-se ainda mais importante globalmente.

Para responder a esses desafios, a organização criou a Comissão Mundial sobre o Futuro do Trabalho, cujo relatório foi publicado em janeiro. As recomendações feitas neste relatório são um dos insumos para a discussão sobre este tema na Conferência Internacional do Trabalho, a ser concluída em Genebra na próxima sexta-feira (21).

Foto: Globo/Fábio Rocha

Série ‘Aruanas’ mostra necessidade de cuidar da Floresta Amazônica

A série brasileira de ficção “Aruanas” é uma produção original da TV Globo, coproduzida pela Maria Farinha Filmes, que conta a história de quatro mulheres lutando para proteger a floresta e as terras indígenas da devastação provocada pela mineração ilegal e pela corrupção.

A série apoia a Iniciativa de Defensores Ambientais, liderada pela ONU Meio Ambiente, que busca promover o respeito aos direitos ambientais e ampliar a proteção de defensores do meio ambiente.

No Brasil, “Aruanas” será lançada na plataforma de streaming da Globo, a Globoplay, no dia 2 de julho. O primeiro episódio será exibido no dia 3 de julho na TV Globo.

Mundo perde anualmente 24 bilhões de toneladas de terra fértil. Além disso, a degradação da qualidade do solo é responsável por uma redução do produto interno bruto (PIB) de até 8% ao ano. Foto: Lubo Minar/Unsplash/CC

Planeta perde 24 bilhões de toneladas de solo fértil todos os anos, alerta ONU

Em uma mensagem em vídeo divulgada para o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, marcado nesta segunda-feira (17), o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que o mundo perde anualmente 24 bilhões de toneladas de terra fértil.

Além disso, a degradação da qualidade do solo é responsável por uma redução do produto interno bruto (PIB) de até 8% ao ano.

“Desertificação, degradação da terra e seca são grandes ameaças que afetam milhões de pessoas em todo o mundo” – alertou Guterres – “particularmente mulheres e crianças”. Ele disse que é hora de mudar “urgentemente” essas tendências, acrescentando que proteger e restaurar a terra pode “reduzir a migração forçada, melhorar a segurança alimentar e estimular o crescimento econômico”, bem como ajudar a resolver a “emergência climática global”.

Luis Alfonso de Alba, enviado especial da ONU para a Cúpula do Clima de 2019, durante reunião com empresários no Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Naiara Azevedo

Setor privado é essencial para mundo cumprir acordo climático, diz enviado especial

O setor privado brasileiro e global pode contribuir de maneira substancial para o cumprimento do Acordo de Paris para o clima, cujo principal objetivo é fortalecer a resposta mundial às mudanças climáticas ao manter a elevação de temperatura neste século abaixo do 1,5 grau Celsius.

A opinião é do enviado especial da ONU para a Cúpula do Clima de 2019, Luis Alfonso de Alba, que na quinta-feira (13) reuniu-se com empresários brasileiros no Rio de Janeiro (RJ) em um encontro articulado pela Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas, braço no país da maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo.

“O setor privado a cada dia tem um papel mais claro, mais amplamente reconhecido por todos os atores, incluindo os governos, pela capacidade de inovação, pela capacidade que têm também de apoiar a transformação com recursos econômicos, e por uma série de ações coordenadas por setores que vão permitir uma transformação do modelo de desenvolvimento”, disse Alba em entrevista ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

O ator britânico e embaixador do UNICEF, Orlando Bloom, visitou Moçambique no final de maio. O país foi atingido recentemente pelos ciclones Idai e Kenneth. No total, 1,1 milhão de crianças continuam precisando de assistência humanitária urgente.

Embaixador do UNICEF, Orlando Bloom visita Moçambique; vídeo

O ator britânico e embaixador do UNICEF, Orlando Bloom, visitou Moçambique no final de maio. O país foi atingido recentemente pelos ciclones Idai e Kenneth. No total, 1,1 milhão de crianças continuam precisando de assistência humanitária urgente.

O ator viajou para a cidade da Beira, uma das áreas mais afetadas pelo ciclone Idai, ocorrido em março deste ano. O desastre natural matou mais de 600 pessoas e destruiu 240 mil casas.

O UNICEF e outras agências das Nações Unidas estão apoiando as famílias afetadas a voltar para casa ou se mudar para locais mais seguros.

“São crianças e jovens com sonhos, querem estar na escola. Mas, devido aos ciclones, quase todos que conhecemos aqui perderam as salas de aula, os livros e documentos de identificação. Sem identidades, elas não são registradas, quase invisíveis e vulneráveis à exploração. É de partir o coração”, disse o ator.

Jogadores de futebol da Síria treinam para se profissionalizar no Rio de Janeiro. Foto: Vítor Madeira

Jogadores de futebol da Síria treinam para se profissionalizar no Rio de Janeiro

O campo de refugiados de Zaatari, na Jordânia, e o município de Resende, no estado do Rio de Janeiro, estão unidos por um elemento especial: o Pérolas Negras, clube de futebol da cidade.

No início de 2018, a comissão técnica do time foi a Zaatari selecionar jovens com potencial de se tornarem jogadores profissionais. Dos 150 que participaram da seleção, cinco foram escolhidos: Ahmad, Hafith, Jawdat, Omar e Quais.

Dois deles, Ahmad e Hafith, já estão inscritos oficialmente no Campeonato Carioca Série B2 Sub-20 e poderão entrar em campo já no próximo domingo (9), no estádio Alzirão, em Itaboraí, às 12h45. O Pérolas Negras enfrentará a equipe do Bela Vista. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Doadores internacionais prometeram contribuir com US$ 1,2 bilhões para a reconstrução das áreas atingidas pelos ciclones Idai e Kenneth em Moçambique. O anúncio foi feito pelo presidente do país, Filipe Jacinto Nyusi, no final de uma Conferência Internacional de Doadores que aconteceu no início de junho na cidade da Beira. O país precisa, no entanto, de US$ 3,2 bilhões para a reconstrução pós-ciclone nas províncias de Sofala, Manica, Tete, Zambézia, Inhambane Nampula e Cabo Delgado. A base deste apelo é a Avaliação das Necessidades Pós-Desastres, realizada pelo governo com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a União Europeia, o Banco Mundial e o Banco Africano de Desenvolvimento.

Moçambique: doadores prometem 1,2 bilhão para reconstrução após ciclones

Doadores internacionais prometeram contribuir com US$ 1,2 bilhões para a reconstrução das áreas atingidas pelos ciclones Idai e Kenneth em Moçambique. O anúncio foi feito pelo presidente do país, Filipe Jacinto Nyusi, no final de uma Conferência Internacional de Doadores que aconteceu no início de junho na cidade da Beira.

O país precisa, no entanto, de US$ 3,2 bilhões para a reconstrução pós-ciclone nas províncias de Sofala, Manica, Tete, Zambézia, Inhambane Nampula e Cabo Delgado.

A base deste apelo é a Avaliação das Necessidades Pós-Desastres, realizada pelo governo com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a União Europeia, o Banco Mundial e o Banco Africano de Desenvolvimento.

É necessário combater poluição do ar para salvar vidas e o planeta, diz chefe da ONU

Em uma mensagem para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta quarta-feira (5), o secretário-geral da ONU, António Guterres, enfatizou a ligação entre o agravamento dos níveis de poluição do ar e a crise climática.

Com o meio ambiente enfrentando “perigos sem precedentes”, causados pela atividade humana, o chefe da ONU disse que a ação para combater a mudança climática é “a batalha de nossas vidas”, que devemos vencer taxando a poluição, pondo fim aos subsídios para combustíveis fósseis e novas usinas de carvão.

Nações Unidas realizaram em abril um encontro para debater o papel que cidades flutuantes podem ter na resposta climática. Existem projetos onde podem viver até 10 mil pessoas. Os oceanos e mares cobrem dois terços do planeta e o mundo está passando por uma grande mudança demográfica. Até 2030, mais de 700 cidades terão populações acima de 1 milhão. Além disso, seis em cada 10 pessoas viverão em áreas urbanas.

VÍDEO: Você conhece as cidades flutuantes?

Nações Unidas realizaram em abril um encontro para debater o papel que cidades flutuantes podem ter na resposta climática. Existem projetos onde podem viver até 10 mil pessoas.

Os oceanos e mares cobrem dois terços do planeta e o mundo está passando por uma grande mudança demográfica. Até 2030, mais de 700 cidades terão populações acima de 1 milhão. Além disso, seis em cada 10 pessoas viverão em áreas urbanas. Confira mais nesse vídeo.

O projeto ‘Maré de Sabores’, realizado pela Redes da Maré, funciona há nove anos formando profissionais de cozinha. Nascido da demanda de mães interessadas em aprimorar as dietas dos filhos, o ‘Maré de Sabores’ hoje administra um buffet profissional com comidas típicas dos migrantes que ajudaram a formar o Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Pratos com referências de mulheres nordestinas, manauaras e afrodescendentes integram o cardápio, que conta com especialidades como o X-Marézinha (hambúrguer feito com pão caseiro, queijo coalho e molho de tucumã). O ‘Maré de Sabores’ participou do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, que aconteceu entre os dias 29 e 31 de maio no Rio de Janeiro. A iniciativa é um modelo de integração e desenvolvimento social ancorado na gastronomia e no empreendedorismo, e colabora para a implementação e o desenvolvimento de sistemas alimentares sustentáveis para as cidades.

VÍDEO: Projeto ‘Maré de Sabores’ participa de fórum internacional sobre alimentação urbana

O projeto ‘Maré de Sabores’, realizado pela Redes da Maré, funciona há nove anos formando profissionais de cozinha. Nascido da demanda de mães interessadas em aprimorar as dietas dos filhos, o ‘Maré de Sabores’ hoje administra um buffet profissional com comidas típicas dos migrantes que ajudaram a formar o Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.

Pratos com referências de mulheres nordestinas, manauaras e afrodescendentes integram o cardápio, que conta com especialidades como o X-Marézinha (hambúrguer feito com pão caseiro, queijo coalho e molho de tucumã).

O ‘Maré de Sabores’ participou do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, que aconteceu entre os dias 29 e 31 de maio no Rio de Janeiro.

A iniciativa é um modelo de integração e desenvolvimento social ancorado na gastronomia e no empreendedorismo, e colabora para a implementação e o desenvolvimento de sistemas alimentares sustentáveis para as cidades.

Confira nesse vídeo especial do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Basanti Tamang, uma migrante que tentou melhores condições de vida no exterior, ao retornar para seu país de origem, recebeu ajuda do programa de reintegração “O futuro que queremos”, uma iniciativa conjunta da ONU Mulheres, da Organização Internacional para as Migrações (OIM) e da Zonta International. Por meio da costura, e agora ciente de seus direitos como migrante, Basanti vai recomeçar sua vida.

Com apoio da ONU, migrante retornada ao Nepal recomeça sua vida; vídeo

Basanti Tamang, uma migrante que tentou melhores condições de vida no exterior, ao retornar para seu país de origem, recebeu ajuda do programa de reintegração “O futuro que queremos”, uma iniciativa conjunta da ONU Mulheres, da Organização Internacional para as Migrações (OIM) e da Zonta International. Por meio da costura, e agora ciente de seus direitos como migrante, Basanti vai recomeçar sua vida. Confira nesse vídeo.

ONU Meio Ambiente lista quatro inovações para limpar o ar que respiramos

À medida que um movimento global para combater a poluição do ar ganha força, os inovadores estão enfrentando o desafio, revelando produtos e tecnologias que removem algumas das perigosas toxinas que estão se infiltrando em nossos pulmões e acelerando a mudança climática.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano, cerca de 7 milhões de mortes prematuras são causadas pela poluição do ar. São 800 pessoas morrendo a cada hora. Mas a boa notícia é que há uma crescente compreensão do público de que ações devem ser tomadas.

O cantor de reggae ganês Rocky Dawuni é um dos convidados do festival ‘Play it Out’. Foto: divulgação/ONU

Artistas e celebridades se reúnem em ilha caribenha para festival ‘Play it Out’

Músicos, artistas, celebridades e líderes políticos irão se reunir na ilha de Antígua e Barbuda no sábado, 1º de junho, para ampliar a conscientização e inspirar ações para combater a poluição de plásticos.

O festival “Play it Out” é parte de uma iniciativa liderada pela presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, María Fernanda Espinosa, e poderá ser acompanhado ao vivo; acesse os links aqui.

A reunião lembrou que Brasil, como um dos primeiros países a assumir o compromisso com a Década de Ação sobre a Nutrição, se comprometeu internacionalmente com a melhora da qualidade da alimentação da população e com a promoção de um sistema alimentar sustentável. Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro

FAO: alimentação escolar é estratégica no alcance do desenvolvimento sustentável

Gestores de 19 países da América Latina e Caribe e dirigentes de agências das Nações Unidas reuniram-se esta semana no Rio de Janeiro (RJ) para discutir a alimentação escolar e a Década de Ação sobre a Nutrição, durante o I Fórum da Rede de Alimentação Escolar Sustentável.

Ao fim do evento, foi elaborada uma carta endereçada ao I Fórum Regional do Pacto de Milão, reconhecendo que as Políticas de Alimentação Escolar (PAE) permitem aos países alcançar objetivos em diferentes áreas estratégicas, como educação, saúde, agricultura, desenvolvimento social, territorial e ambiental.

“A alimentação escolar é estratégica no alcance dos resultados de desenvolvimento sustentável, abrangendo diversos setores e com mecanismos de inclusão econômica e social que combatem a obesidade e a fome”, disse Rafael Zavala, representante da FAO no Brasil.

Desastres, conflitos e surtos de doenças infecciosas mostram que o mundo continua em risco de emergências de saúde que podem ter um impacto global. Nós trabalhamos com países para salvar vidas e proteger a saúde em todas as fases de uma emergência, da prevenção à preparação, resposta, recuperação e fortalecimento do sistema de saúde. Vinte e quatro horas por dia, 365 dias por ano, a vigilância global da Organização Mundial da Saúde (OMS) trabalha para detectar potenciais ameaças à saúde. Mais de 7 mil sinais são captados todo mês.

VÍDEO: OMS e parceiros atuam em emergências 24 horas por dia, 365 dias por ano

Desastres, conflitos e surtos de doenças infecciosas mostram que o mundo continua em risco de emergências de saúde que podem ter um impacto global. Nós trabalhamos com países para salvar vidas e proteger a saúde em todas as fases de uma emergência, da prevenção à preparação, resposta, recuperação e fortalecimento do sistema de saúde.

Vinte e quatro horas por dia, 365 dias por ano, a vigilância global da Organização Mundial da Saúde (OMS) trabalha para detectar potenciais ameaças à saúde. Mais de 7 mil sinais são captados todo mês. Saiba mais nesse vídeo.

Criança em uma clínica recém-construída no condado de Musan, na Coreia do Norte, é atendida para medir a desnutrição e se vacinar. Foto: UNICEF/Simon Nazer

Pessoas na Coreia do Norte estão presas em círculo vicioso de privação, corrupção e repressão, diz ONU

Pessoas na Coreia do Norte estão presas em um círculo vicioso, no qual o fracasso do Estado em fornecer necessidades básicas faz com que elas busquem alternativas precárias nos mercados paralelos, onde enfrentam uma série de violações de direitos humanos em um ambiente de incertezas legais.

É o que aponta um novo relatório de direitos humanos das Nações Unidas, publicado nesta terça-feira (28) pelo Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos (ACNUDH).

O documento destaca como o sistema público de distribuição na Coreia do Norte está quebrado há mais de duas décadas. Além disso, o documento afirma que as pessoas buscam soluções para viver em uma economia precária legalmente paralela, expostas a prisões arbitrárias, detenções e extorsões.

Abertura do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: FAO

FAO: ambientes rurais e urbanos devem se unir para garantir segurança alimentar

Ambientes rurais e urbanos devem se relacionar de forma engajada para atingir os objetivos globais de garantir segurança alimentar e nutrição para todos, assim como combater as mudanças climáticas.

A avaliação foi feita pelo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, em mensagem de vídeo para a abertura do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, que acontece até sexta-feira (31) no Rio de Janeiro.

Segundo Graziano, para atingir tais objetivos é necessário preservar os recursos naturais e, sobretudo, a biodiversidade do planeta, integrando ações sustentáveis e responsáveis desde a produção até o consumo de alimentos.

O Centro de Excelência contra a Fome trabalha para aprimorar políticas públicas de segurança alimentar e nutricional nos países em desenvolvimento. Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro

OPAS: garantir direito à alimentação adequada significa reduzir desigualdades

A representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Socorro Gross, afirmou na quarta-feira (29) que é preciso o envolvimento de todos os níveis de governo, instituições não governamentais, comunidades e sociedade para alcançar a segurança alimentar e nutricional.

A declaração foi feita na abertura do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão, que ocorre até sexta-feira (31) no Museu de Arte do Rio (MAR), na capital fluminense. O evento, que debate políticas alimentares urbanas inclusivas e sustentáveis, é organizado pela prefeitura da cidade.

“Precisamos nos unir para assegurar o acesso de todas e todos a alimentos saudáveis, proteger a biodiversidade e reduzir o desperdício de alimentos. Garantir o direito à alimentação adequada e saudável significa reduzir as desigualdades. Significa crescer e se desenvolver de maneira sustentável, sem deixar ninguém para trás”, afirmou.

Premiê de Fiji, Josai Vorege Bainimarama (centro), é cumprimentado pela diretora-executiva do ONU-HABITAT, Maimunah Mohd Sharif (esquerda), e pela presidente da Assembleia, Martha Delgado, ao chegar ao evento em Nairóbi, no Quênia. Foto: ONU-HABITAT

ONU-HABITAT defende inovação para garantir desenvolvimento sustentável das cidades

A batalha para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030 ocorrerá nas cidades. Assim, elas precisam de inovação “disruptiva” de forma a garantir “impacto nas comunidades e que ninguém seja deixado para trás”.

A declaração foi feita pela chefe do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), Maimunah Mohd Sharif, durante Assembleia do organismo da ONU realizada em Nairóbi, no Quênia, esta semana.

Segundo Maimunah, a inovação — definida como “novos conhecimentos e soluções para melhorar as condições de vida de todas as cidades e comunidades” — é tema central do evento porque as cidades impulsionam as economias nacionais ao criar prosperidade, desenvolvimento social e emprego, mas também podem ser local de pobreza, exclusão e degradação ambiental. 

“Meu nome é Ifrah Ahmed. Estou lutando contra a prática da mutilação genital feminina. O que aconteceu comigo nunca conseguirei mudar. Mas tem uma coisa que eu posso mudar. Eu posso fazer a diferença para todas as jovens meninas desse mundo. Elas não podem passar pelo que passei. Elas precisam ser protegidas e precisam ter a vida que toda mãe, toda menina, toda mulher merece.” Segundo as Nações Unidas, a mutilação genital feminina coloca 68 milhões de meninas em risco até 2030. O Fundo de População da ONU (UNFPA) apoia o trabalho da Fundação Ifrah na Somália. A organização já alcançou mais de 100 mil pessoas por meio de suas campanhas de mídia e de mobilização social para acabar com a mutilação genital feminina.

Na Somália, uma vítima da mutilação genital feminina está apoiando milhares de meninas; vídeo

“Meu nome é Ifrah Ahmed. Estou lutando contra a prática da mutilação genital feminina. O que aconteceu comigo nunca conseguirei mudar. Mas tem uma coisa que eu posso mudar. Eu posso fazer a diferença para todas as jovens meninas desse mundo. Elas não podem passar pelo que passei. Elas precisam ser protegidas e precisam ter a vida que toda mãe, toda menina, toda mulher merece.”

Segundo as Nações Unidas, a mutilação genital feminina coloca 68 milhões de meninas em risco até 2030. O Fundo de População da ONU (UNFPA) apoia o trabalho da Fundação Ifrah na Somália. A organização já alcançou mais de 100 mil pessoas por meio de suas campanhas de mídia e de mobilização social para acabar com a mutilação genital feminina.

Saiba mais neste vídeo.

Delegados se reúnem para o início da primeira Assembleia do ONU-HABITAT. Foto: ONU-HABITAT

Primeira Assembleia do ONU-HABITAT começa em Nairóbi e elege presidente

O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, abriu formalmente a primeira Assembleia do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT) na segunda-feira (28) no escritório da agência da ONU em Nairóbi, no Quênia.

Na ocasião, Kenyatta enfatizou a necessidade de ação coletiva internacional para enfrentar os desafios de uma rápida urbanização, lembrando que muitas sociedades não estão preparadas para planejá-la adequadamente.

Ele disse que, diante desses desafios, o tema da Assembleia é “Inovação para uma melhor qualidade de vida nas cidades e comunidades”, o que segundo ele era apropriado e oportuno.