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'Cooperação internacional deve se adaptar aos novos tempos', diz chefe da ONU

‘Cooperação internacional deve se adaptar aos novos tempos’, diz chefe da ONU

Marcando o Dia Internacional do Multilateralismo e da Diplomacia pela Paz, lembrado neste 24 de abril, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, destacou que a cooperação internacional deve se adaptar aos novos tempos.

“Não basta proclamar as virtudes do multilateralismo; devemos continuar a evidenciar o seu valor acrescentado”, disse, em uma mensagem em vídeo especial para a data.

“A pandemia da COVID-19 lembra-nos de forma trágica como estamos profundamente conectados. O vírus não conhece fronteiras e é um desafio global por excelência. Para combatê-lo, precisamos trabalhar juntos como uma família humana”, ressaltou; confira aqui o vídeo.

Presidente da Assembleia Geral fará um evento nesta sexta-feira (24) para marcar a data.

Em uma mensagem em vídeo em que destacou o vínculo entre os direitos humanos e a resposta e recuperação da crise provocada pela pandemia da COVID-19, o secretário-geral das Nações Unidas destacou que “a ameaça é o vírus, não as pessoas”. (Foto: CIDH/OEA)

COVID-19: ‘a ameaça é o vírus, não as pessoas’, diz secretário-geral da ONU

Em uma mensagem em vídeo em que destacou o vínculo entre os direitos humanos e a resposta e recuperação da crise provocada pela pandemia da COVID-19, o secretário-geral das Nações Unidas destacou que “a ameaça é o vírus, não as pessoas”.

“Os direitos humanos não podem ser negligenciados em tempos de crise, e agora enfrentamos a maior crise internacional das últimas gerações”, afirmou António Guterres, ressaltando que a melhor resposta “é a que responde de forma proporcional a ameaças imediatas, protegendo os direitos humanos e o Estado de Direito”.

“O vírus é uma ameaça para todos. Os direitos humanos trazem dignidade para todos”, acrescentou. “Respeitando os direitos humanos em tempos de crise, construiremos soluções mais eficazes e inclusivas para a emergência de hoje e para a recuperação de amanhã.”

Confira aqui a mensagem na íntegra e acesse o relatório sobre o tema lançado por Guterres.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, enviou uma mensagem em vídeo marcando o início do Ramadã, tradicional mês sagrado para os muçulmanos, lembrando que milhões de fiéis estão prontos para as celebrações deste ano.

Em mensagem em vídeo, secretário-geral da ONU saúda início do Ramadã

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, enviou uma mensagem em vídeo marcando o início do Ramadã, tradicional mês sagrado para os muçulmanos, lembrando que milhões de fiéis estão prontos para as celebrações deste ano.

Guterres lembrou que este será um Ramadã diferente, já que muitas atividades comunitárias serão naturalmente afetadas pelas medidas de combate à pandemia da COVID-19.

“O Ramadã é também sobre apoiar os mais vulneráveis. Agradeço a todos os governos e pessoas em todo o mundo muçulmano que vivem a sua fé, apoiando aqueles que fogem do conflito na melhor tradição muçulmana de hospitalidade e generosidade – uma lição notável neste mundo onde tantas portas se têm fechado aos que precisam de proteção, mesmo antes da COVID-19”, disse.

Em uma mensagem em vídeo neste Dia da Terra (22 de abril), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lembrou que a biodiversidade está em declínio acentuado, enquanto a ruptura climática está alcançando um “ponto sem retorno”.

No Dia da Terra, chefe da ONU propõe seis ações-chave para evitar ‘ruptura climática’

Em uma mensagem em vídeo neste Dia da Terra (22 de abril), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lembrou que a biodiversidade está em declínio acentuado, enquanto a ruptura climática está alcançando um “ponto sem retorno”.

Guterres ressaltou a importância de agir “sem hesitação para proteger o nosso planeta, tanto do coronavírus como da ameaça existencial das perturbações climáticas”. Segundo ele, “a crise atual é um despertar sem precedentes. Precisamos transformar a recuperação numa oportunidade real de fazer as coisas certas para o futuro”.

Na mensagem, Guterres propõe seis ações relacionadas ao clima para “moldar a recuperação e o trabalho que temos pela frente”; saiba aqui quais são.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, fala em Genebra sobre a pandemia da COVID-19. Foto: ONU/Eskinder Debebe

Fim das restrições de movimento deve ser processo realizado em fases, diz chefe da OMS

O chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) disse em uma reunião virtual das principais economias globais do G20 no domingo (19) que, embora seja encorajador que alguns países estejam planejando diminuir os bloqueios contra a COVID-19, “é essencial que essas medidas sejam um processo realizado em fases”.

Tedros Adhanom Ghebreyesus disse estar profundamente preocupado com o fato de que o vírus parece estar agora “ganhando ritmo em países que carecem da capacidade de muitos países do G20 de responder a ele”. “É necessário apoio urgente, não apenas para que possam responder à COVID-19, mas para garantir a continuidade de outros serviços de saúde essenciais.”

UNFPA faz 7 recomendações para enfrentar a pandemia da COVID-19

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) está trabalhando ativamente durante a pandemia da COVID-19, articulando junto a parceiros, governos e sociedade civil a proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade e apoiando a manutenção de serviços de saúde sexual e reprodutiva e prevenção da violência baseada em gênero.

As principais recomendações da agência para esse período foram reunidas em um vídeo rápido e destacam não apenas a manutenção de serviços, como o fornecimento de contraceptivos, proteção de grávidas, pessoas idosas e mulheres que podem ser vítimas de violência doméstica, além de mostrar o papel da juventude nesta pandemia.

UNESCO convida estudantes a contar como estão usando ensino a distância durante a pandemia da COVID-19 - Imagem: Imagem de Mudassar Iqbal/Pixabay

COVID-19: conte à UNESCO como você está lidando com o fechamento das escolas

Cerca de 190 países fecharam suas escolas e universidades para impedir a propagação do novo coronavírus. 

Estudantes, professores e pais da Rede de Escolas Associadas da UNESCO estão compartilhando histórias inspiradoras sobre como estão lidando com o fechamento das escolas devido à COVID-19.

Agora, a UNESCO está convidando estudantes, professores e pais a gravarem e compartilharem um vídeo curto em seus canais de mídias sociais – usando a hashtag #LearningNeverStops e a tag @UNESCO – e contar como estão mantendo sua educação e lidando com essa interrupção educacional sem precedentes.

UNICEF dá dicas para proteger crianças e adolescentes da violência em tempos de coronavírus

Crianças e adolescentes se tornam especialmente vulneráveis no contexto da pandemia do coronavírus, ficando expostas a situação de violência física, sexual e psicológica. Mas a pandemia não pode ser justificativa para violar os direitos das crianças e dos adolescentes. Todos têm a responsabilidade compartilhada de protegê-los de quaisquer tipos de violências, abuso, exploração e negligência.

Pensando nisso, o UNICEF preparou cinco dicas para ajudar a proteger crianças e adolescentes durante a pandemia do coronavírus, seja em casa ou denunciando.

Um jovem de 19 anos senta-se em sua cama em um abrigo para crianças que vivem ou trabalham nas ruas em Odessa, Ucrânia. Ele é usuário de drogas e HIV positivo, mas não tem acesso a medicamentos antirretrovirais. Foto: UNICEF/Giacomo Pirozzi

COVID-19: UNODC lembra importância de tratar pessoas com transtornos associados ao uso de drogas

À medida que o mundo tenta combater a pandemia de COVID-19, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) lançou um chamado aos países ao publicar recentemente a nota “Sugestões sobre tratamento, cuidados e reabilitação de pessoas com transtornos associados ao uso de drogas no contexto da pandemia da COVID-19”.

O documento tem o objetivo de alertar os países-membros sobre os transtornos associados ao uso de drogas, que são frequentemente acompanhados por agravos em saúde, tais como HIV/AIDS, hepatites B e/ou C, tuberculose, doenças pulmonares ou cardiovasculares, acidente vascular cerebral, câncer e lesões e traumas, entre outros.

Parquinho em Ridgefield (Connecticut, EUA) permanece vazio em função do fechamento temporário das escolas por conta da COVID-19. Foto: JC McIlwaine/UNICEF

Chefe da ONU pede maior proteção para crianças atingidas pela crise da COVID-19

A iminente recessão global resultante da pandemia da COVID-19 poderia causar mais centenas de milhares de mortes de crianças neste ano, efetivamente revertendo ganhos recentes de diminuição da mortalidade infantil. A conclusão está num novo relatório da ONU divulgado nesta quinta-feira (16).

Em um comunicado com os principais resultados do documento, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu ação urgente para apoiar as crianças de todo o mundo no meio desta crise universal.

O secretário-geral das Nações Unidas destacou que as empresas de redes sociais precisam fazer mais para 'erradicar o ódio' e as afirmações prejudiciais sobre a COVID-19. Foto: pxhere.com

COVID-19: chefe da ONU alerta para ‘epidemia de desinformação’

À medida que o mundo combate a pandemia de COVID-19, o secretário-geral das Nações Unidas alertou nesta semana para uma “epidemia” paralela.

Segundo António Guterres, existe uma “perigosa epidemia de desinformação” que acompanha e ameaça o enfrentamento ao novo coronavírus. Ele alertou que o ódio está se tornando “viral”, com pessoas e grupos específicos sendo estigmatizados e difamados.

Guterres anunciou uma iniciativa de comunicação das Nações Unidas para “inundar a internet com fatos e com ciência, e combater o crescente flagelo da desinformação, um veneno que está colocando ainda mais vidas em risco”.

Ele também ressaltou a importância da confiança no próximo e da solidariedade. “O respeito mútuo e a proteção dos direitos humanos devem ser a nossa bússola para enfrentar esta crise. Juntos, rejeitaremos as mentiras e os disparates que circulam por aí.”

Assista ao vídeo aqui.

Pesquisas estão em andamento no mundo todo para encontrar uma vacina contra a doença provocada pelo novo coronavírus. Foto: Loey Felipe/UN Photo

COVID-19: OMS informa que é necessário testar, rastrear e avaliar quando retirar as restrições

Estas são as recomendações mais atualizadas para frear o avanço do novo coronavírus, que já está devastando boa parte do globo: é crucial a combinação de distanciamento social, testagem, rastreamento de contato e isolamento.

A informação consta de comunicado emitido na segunda-feira (13) pelo diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, no qual elencou seis recomendações a serem levadas em conta antes de suspender restrições impostas para a conter a COVID-19.

Já a diretora-geral da Organização de Desenvolvimento da Legislação Internacional da ONU (IDLO), Jan Beagle, enfatizou que a justiça e a lei deveriam servir como facilitadoras das respostas dos países para a pandemia.

Ela lembrou que um efetivo quadro legal permite ações cuidadosamente feitas sob medida pelos governos, incluindo decretos emergenciais que protegem pessoas da infecção e da doença enquanto respeitam direitos civis, políticos, econômicos e sociais.

Mãe e filha usam máscaras para se proteger contra o coronavírus em um centro de saúde em Abidjan, Costa do Marfim. Foto: UNICEF/Frank Dejongh

Mulheres e meninas devem estar no centro da recuperação da COVID-19, diz chefe da ONU

Ganhos limitados em igualdade de gênero e direitos das mulheres conquistados ao longo de décadas correm o risco de serem revertidos devido à pandemia da COVID-19, disse nesta quinta-feira (9) o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.

O alerta de Guterres foi apresentado em um documento que detalha como a nova doença está aprofundando as desigualdades preexistentes, que por sua vez estão ampliando seus impactos na vida de mulheres e meninas.

“Peço aos governos que coloquem mulheres e meninas no centro de seus esforços de recuperação da COVID-19. Isso começa com as mulheres como líderes, com igual representação e poder de decisão”, disse em uma mensagem em vídeo sobre o lançamento do documento; acesse aqui.

UNESCO mobiliza 122 países para promover ciência aberta e cooperação para enfrentar a COVID-19

A UNESCO organizou uma reunião online no final de março entre representantes de 122 países com objetivo de realizar intercâmbio sobre o papel da cooperação internacional em ciência e o aumento dos investimentos no contexto da COVID-19.

A questão-chave relativa à ciência aberta foi o principal tópico de discussão.

A diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, pediu aos governos que reforcem a cooperação científica e integrem a ciência aberta em seus programas de pesquisa, para prevenir e mitigar crises mundiais.

Lady Gaga é curadora do evento online para trabalhadores em saúde na luta contra o coronavírus - Foto: Organização Mundial da Saúde/OMS

Lady Gaga é a curadora de evento especial em apoio a trabalhadores da saúde contra o coronavírus

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a organização internacional Global Citizen anunciaram o especial “One World: Together At Home” (“Um mundo: juntos em casa”) , que será transmitido ao vivo no dia 18 de abril no mundo todo em apoio à luta contra a pandemia de COVID-19. O especial terá a participação de médicos, enfermeiros e famílias relatando experiências reais de vivência da pandemia.

O evento tem curadoria de Lady Gaga e terá ainda apresentações de Alanis Morissette, Andrea Bocelli, Billie Joe Armstrong (Green Day), Eddie Vedder, Elton John, FINNEAS, Paul McCartney e Stevie Wonder, entre outros.

A OMS também anunciou que está lançando um guia para ajudar os países a decidir se recomendam o uso de máscaras médicas e não médicas para prevenir o avanço da COVID-19, já que há poucas pesquisas sobre o uso comunitário das máscaras.

Uma criança durante a exibição de um documentário sobre o repatriamento de ex-combatentes para Ruanda. Foto: ONU/Marie Frechon

Genocídio em Ruanda nos lembra sobre importância de rejeitar o ódio e a xenofobia, diz ONU

Marcando o Dia Internacional para Reflexão do Genocídio de 1994 contra os Tutsi em Ruanda – lembrado anualmente em 7 de abril –, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, destacou a importância de rejeitar ativamente o ódio e a xenofobia, “e rejeitar as forças da polarização, do nacionalismo e do protecionismo”.

O genocídio em Ruanda foi um dos episódios mais tristes da história da humanidade, quando mais de um milhão de pessoas foram assassinadas de forma sistemática em apenas cem dias. Assista ao vídeo.

À medida que o mundo responde e se recupera da atual pandemia, precisará de um plano robusto para proteger a natureza, para que a natureza possa proteger a humanidade, segundo o PNUMA. Foto: Unplash

Os coronavírus vieram para ficar?

Pesquisadores ainda não identificaram o ponto exato em que o vírus SARS-CoV-2 foi transferido de animais para humanos e se apresentou na forma de COVID-19. No entanto, uma coisa é clara: o novo coronavírus não será a última pandemia.

Em 2016, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) sinalizou preocupação com o aumento mundial de epidemias zoonóticas. Especificamente, apontou que 60% de todas as doenças infecciosas emergentes nos seres humanos são zoonóticas e estão intimamente ligadas à saúde dos ecossistemas. Leia a reportagem completa.

Em uma mensagem especial em vídeo dedicada ao Dia Mundial da Saúde, lembrado anualmente em 7 de abril, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, destacou que a data é marcada em um ano particularmente difícil para todos.

No dia mundial da saúde, ONU homenageia profissionais de enfermagem e obstetrícia

Em uma mensagem especial em vídeo dedicada ao Dia Mundial da Saúde, lembrado anualmente em 7 de abril, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, destacou que a data é marcada em um ano particularmente difícil para todos.

“Hoje, minha mensagem é para nossos profissionais de saúde – enfermeiras(os), parteiras(os), técnicos, paramédicos, farmacêuticos, médicos, motoristas, profissionais de limpeza, administradores e muitos outros – que trabalham dia e noite para nos manter seguros.”

Confira aqui o vídeo.

Mulher segura sua filha mais nova no Wisdom Center, na área de Gurei, em Juba, no Sudão do Sul, depois de ser espancada pelo marido. Foto: UNICEF

Chefe da ONU alerta para aumento da violência doméstica em meio à pandemia do coronavírus

Para prevenir e combater a violência de gênero durante a pandemia, a ONU recomenda aos países aumentar o investimento em serviços online e em organizações da sociedade civil; garantir que os sistemas judiciais continuem processando os agressores; estabelecer sistemas de alerta de emergência em farmácias e mercados.

Também recomenda declarar abrigos para vítimas de violência de gênero como serviços essenciais; criar maneiras seguras para as mulheres procurarem apoio, sem alertar seus agressores; evitar libertar prisioneiros condenados por violência contra mulheres; ampliar campanhas de conscientização pública, principalmente as voltadas para homens e meninos.

A pandemia da COVID-19 está causando enorme sofrimento humano e devastação econômica em todo o mundo. E, para muitas mulheres e meninas, a maior ameaça está justamente naquele que deveria ser o mais seguro dos lugares: as suas próprias casas. Confira o alerta do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, sobre o aumento expressivo da violência doméstica em todo o mundo em meio à pandemia.

VÍDEO: Chefe da ONU alerta para aumento da violência contra mulheres em meio à pandemia

A pandemia da COVID-19 está causando enorme sofrimento humano e devastação econômica em todo o mundo. E, para muitas mulheres e meninas, a maior ameaça está justamente naquele que deveria ser o mais seguro dos lugares: as suas próprias casas.

Confira o alerta do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, sobre o aumento expressivo da violência doméstica em todo o mundo em meio à pandemia.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, realiza coletiva de imprensa virtual sobre o impacto de seu apelo por um cessar-fogo global durante a pandemia de COVID-19. Foto: ONU/Loey Felipe

Chefe da ONU pede mais esforços diplomáticos para atingir cessar-fogo em meio à pandemia

Há dez dias, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu um cessar-fogo global imediato para que pessoas em regiões devastadas por guerras recebam ajuda para combater a pandemia do novo coronavírus.

Segundo Guterres, o apelo foi endossado até agora por 70 Estados-membros, parceiros regionais, atores não estatais e outros.

Mas ele reconheceu as “enormes dificuldades” na implementação de uma trégua para deter conflitos que se deterioram há anos, nos quais “a desconfiança é profunda”.

Angelina Jolie participou da conferência anual em memória a Sérgio Vieira de Mello. Foto: ACNUR/Mark Henley

ARTIGO: Fechar escolas desestabilizou vida de crianças; como podemos ajudá-las a continuar aprendendo

A pandemia da COVID-19 fechou escolas em 165 países, deixando 87% de todos os alunos do mundo sem aulas. A reposta para isto é o ensino  online mas nem todas as crianças têm acesso a tecnologia necessária para o aprendizado remoto.

A Coalizão Global pela Educação estimula a adoção de soluções práticas, que podem incluir alternativas como rádio e TV. É o que explicam Angelina Jolie, enviada especial da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), e Audrey Azoulay, diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em artigo publicado na revista ‘Time’ nesta semana.

A COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), transmitido aos humanos pela primeira vez. O vírus circula de pessoa em pessoa, através da transmissão de gotículas infectadas de alguém contaminado ao falar, tossir ou espirrar. Medidas como o distanciamento social e lavar constantemente as mãos com água e sabão, ou higienizá-las com uma solução à base de álcool 60-70%, protege você de adquirir a COVID-19 e também de se tornar um transmissor.

Como me proteger do novo coronavírus? A OMS responde neste vídeo

A COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), transmitido aos humanos pela primeira vez.

O vírus circula de pessoa em pessoa, através da transmissão de gotículas infectadas de alguém contaminado ao falar, tossir ou espirrar.

Medidas como o distanciamento social e lavar constantemente as mãos com água e sabão, ou higienizá-las com uma solução à base de álcool 60-70%, protege você de adquirir a COVID-19 e também de se tornar um transmissor.

Permaneça saudável. Evite a transmissão do novo coronavírus em sua comunidade.

ONU lança plano para ‘derrotar o vírus e construir um mundo melhor’

Para combater as devastadoras dimensões socioeconômicas da crise da COVID-19, o chefe da ONU se concentrou nos mais vulneráveis, elaborando políticas que, entre outras coisas, apoiam o fornecimento de seguro de saúde e desemprego e proteções sociais, além de fortalecer as empresas para evitar falências e perdas de empregos.

O alívio de dívidas soberanas também deve ser uma prioridade, disse António Guterres, observando que a ONU está “totalmente mobilizada” e está estabelecendo um novo Fundo Fiduciário para a Resposta e Recuperação frente à COVID-19, formado por múltiplos parceiros, para responder à emergência e promover a recuperação após o choque socioeconômico.

“Quando superarmos esta crise, o que acontecerá, teremos uma escolha”, disse. “Podemos voltar ao mundo como era antes ou lidar de maneira decisiva com os problemas que nos tornam desnecessariamente vulneráveis ​​a crises.”

“Os jovens não são invencíveis contra a COVID-19. O coronavírus pode colocá-lo no hospital por semanas ou até matá-lo. Mesmo que você não fique doente, as escolhas que você faz sobre onde vai podem ser a diferença entre a vida e a morte, para outra pessoa.” O alerta foi feito pelo diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

VÍDEO: ‘Os jovens não são invencíveis contra o coronavírus’, diz OMS

“Os jovens não são invencíveis contra a COVID-19. O coronavírus pode colocá-lo no hospital por semanas ou até matá-lo. Mesmo que você não fique doente, as escolhas que você faz sobre onde vai podem ser a diferença entre a vida e a morte, para outra pessoa.”

O alerta foi feito pelo diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Segundo a OMS, a juventude deve levar a sério a situação de pandemia, evitando aglomerações, contatos com outros e, principalmente, evitando contaminar os mais velhos e vulneráveis.

A possibilidade de infecção por COVID-19 é um risco para a conservação de primatas. Foto: Pierre Aden/Visual Hunt

COVID-19 ameaça a conservação de primatas, diz especialista da ONU

Patologias infecciosas como a COVID-19 – causada pelo vírus SARS CoV-2 – são uma grande preocupação para a conservação das espécies de chimpanzés, bonobos, gorilas e orangotangos, de acordo com um especialista da ONU.

Tanto os seres humanos quanto os grandes primatas são suscetíveis a doenças infecciosas, e a introdução de patógenos humanos nessas populações pode resultar em perdas catastróficas. Leia entrevista concedida ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

ACNUR realiza ações para mitigar o impacto da COVID-19 no refugiados. Foto: ACNUR

Coronavírus e refugiados: o que o ACNUR está fazendo no Brasil e no mundo

A Agência ONU para Refugiados (ACNUR), juntamente com outras agências das Nações Unidas e organizações parceiras, acompanha de perto a situação da pandemia da COVID-19 e trabalha diariamente para mitigar os possíveis impactos do coronavírus nos refugiados, pessoas forçadas a se deslocar e comunidades que as acolhem.

Mais de 80% da população global de refugiados e de deslocados internos estão em países de renda baixa ou média, cujos sistemas de saúde e saneamento básico estão sobrecarregados. A superlotação nos campos, assentamentos e abrigos onde vivem é algo comum e representa um desafio adicional no combate à COVID-19, uma vez que o distanciamento social é uma das formas mais eficazes de combater a propagação deste vírus.

O gerenciamento correto de resíduo biomédico e de serviços hospitalares requer identificação, coleta, separação, armazenamento, transporte, tratamento e descarte apropriados. Foto: pixabay/leo2014

Gestão adequada de resíduos é vital no combate ao novo coronavírus, diz PNUMA

Diante da pandemia de COVID-19, muitos tipos de resíduos perigosos e hospitalares estão sendo gerados no mundo todo, como máscaras, luvas e outros equipamentos infectados, juntamente com um grande volume de itens não infectados de mesma natureza.

A gestão inadequada desses resíduos pode causar efeitos imprevisíveis na saúde humana e no meio ambiente. Por isso, o manuseio seguro e o descarte final desses materiais são vitais para uma resposta de emergência eficaz, disse o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Se você é um(a) trabalhador(a) autônomo(a), quem paga pelo seu seguro social? Hoje há mais pessoas trabalhando temporariamente, em meio período ou em 'plataformas digitais', mas muitas delas não estão protegidas por qualquer seguro-desemprego.

VÍDEO: OIT pede apoio a trabalhadores autônomos em meio à pandemia

Se você é um(a) trabalhador(a) autônomo(a), quem paga pelo seu seguro social?

Hoje há mais pessoas trabalhando temporariamente, em meio período ou em ‘plataformas digitais’, mas muitas delas não estão protegidas por qualquer seguro-desemprego.

A COVID-19 demonstrou a importância da proteção social para as(os) trabalhadoras(es).

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) orienta a todos os países que garantam um nível básico de seguridade social, independentemente da situação de emprego.

Mais de 1,5 bilhão de estudantes em 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à COVID-19. Foto: UNESCO

Coronavírus: UNESCO reúne organizações, sociedade civil e setor privado em coalizão pela aprendizagem

Em um momento no qual 87% da população mundial de estudantes é afetada pelo fechamento de escolas devido à COVID-19, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) está lançando uma coalizão global de educação para apoiar os países a ampliar suas melhores práticas de aprendizagem a distância e atingir crianças e jovens em maior risco.

Mais de 1,5 bilhão de estudantes em 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à COVID-19.

Equipe médica de Xiang Lu em Hubei, China. Foto: Xiang Lu (arquivo pessoal)

OMS confirma mais de 630 mil casos da COVID-19

A Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou cerca de 630 mil casos confirmados da COVID-19 em todo o mundo. Pelo menos 30 mil pessoas morreram e mais de 100 mil se recuperaram da doença.

Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, a ameaça global mais urgente é a falta de equipamentos de proteção individual. Até agora, a OMS forneceu cerca de 2 milhões de itens e equipamentos de proteção a 74 países e prepara a mesma quantidade para mais 60 nações.

Na sexta-feira (20) a OMS lançou o ensaio clínico ‘Solidariedade’, que vai comparar a segurança e a eficácia de quatro medicamentos ou combinações diferentes. Mais de 45 países já contribuem para este ensaio – incluindo o Brasil, que tem a Fiocruz como instituição responsável por liderar este processo no país.

Etienne pediu um melhor acesso a medidas efetivas de saúde pública, o fortalecimento da capacidade do sistema de saúde para melhor atender as populações vulneráveis e uma forte proteção social e econômica. Foto: Banco Mundial/Alex Baluyut

ARTIGO: América Latina e o emprego nos tempos de pandemia

Em artigo, o diretor regional da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para a América Latina e o Caribe, Vinícius Pinheiro, afirma que as previsões para o emprego na América Latina já não eram boas e, após a chegada da pandemia da COVID-19, elas são piores.

“Enfrentamos uma emergência que está infectando o mundo do trabalho e agora é uma prioridade agir de maneira eficaz para reduzir as consequências nos mercados de trabalho da região.” Leia o artigo completo.

A crise econômica decorrente da pandemia tem levado à suspensão total ou parcial das atividades produtivas. Foto: ONU

OIT saúda compromisso do G20 como primeiro passo global na resposta à crise COVID-19

O diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, saudou o compromisso dos líderes do G20 como um primeiro passo importante na construção de uma resposta verdadeiramente global aos desafios sem precedentes criados pela pandemia de COVID-19.

“O forte e claro compromisso do G20 de fazer o que for necessário para superar os impactos interligados na saúde, sociais e econômicos da pandemia é um primeiro passo muito bem-vindo. A decisão de não poupar esforços para proteger pessoas, empregos, renda e empresas é extremamente importante”, disse Ryder.

Análise revela o efeito devastador e desproporcional da pandemia sobre os jovens. Foto: Unsplash/Aalok Atreya

Saiba quais são as semelhanças e diferenças entre COVID-19 e gripe

À medida que a pandemia de COVID-19 continua evoluindo, muitas pessoas costumam comparar a enfermidade causada pelo novo coronavírus com a gripe.

Ambas causam doenças respiratórias, mas existem diferenças importantes entre os dois vírus e a forma como eles se propagam. Isso tem implicações importantes para as medidas de saúde pública que devem ser implementadas para responder a cada um dos patógenos.

Saiba mais na reportagem da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).

Funcionário do ACNUR inspeciona e embala itens de ajuda, incluindo sabão e toalhas de papel descartáveis para distribuir aos assentamentos de refugiados no Irã, como parte da resposta à COVID-19. Foto: Farha Bhoyroo/ACNUR

Cinco motivos para não esquecer dos refugiados na luta contra a COVID-19

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) apresenta cinco motivos para ninguém esquecer dos refugiados no combate à COVID-19. As 25,9 milhões de pessoas refugiadas no mundo foram forçadas a abandonar suas casas para fugir de conflitos armados, violência e violação dos direitos humanos. Para elas, voltar para seus lares e cidades em segurança não é uma opção.

Além disso, mais de três quartos dos refugiados vivem em países em desenvolvimento nas Américas, África, Oriente Médio e Ásia, onde os sistemas de saúde e saneamento básico de muitos locais já estão sobrecarregados.

Ação de prevenção em Lagos, na Nigéria. Foto: Ojo/Unicef

OMS adverte: COVID-19 chega a 196 países e mais vidas serão perdidas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta quarta-feira (25) que pelo menos 413.467 casos foram confirmados e 18.433 pessoas morreram devido ao novo coronavírus em 196 países e territórios.

O diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, explicou que a meta é ampliar a precisão e o foco para interromper a transmissão e salvar vidas, e apelou aos países que adotaram as medidas de bloqueio para atacar o novo coronavírus durante esse período.