Vídeos da ONU

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O ator britânico Theo James – um apoiador da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) – recentemente se encontrou com o amigo Housam, um refugiado sírio, em Estrasburgo, na França. Eles se conheceram em junho de 2016 no campo de Lakadikia, após Housam deixar Damasco.

‘Há apenas duas gerações, europeus faziam caminho contrário para Síria’, lembra ator Theo James

O ator britânico Theo James – um apoiador da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) – recentemente se encontrou com o amigo Housam, um refugiado sírio, em Estrasburgo, na França. Eles se conheceram em junho de 2016 no campo de Lakadikia, após Housam deixar Damasco.

“Meu avô era grego e, quando os nazistas chegaram em Atenas, ele cruzou o mar Egeu de barco. Ele chegou em Istambul e, depois, já como refugiado, foi parar em Damasco. Nós temos que lembrar que, há apenas duas gerações, os europeus estavam fazendo o caminho contrário e as pessoas em Damasco estavam ajudando pessoas como o meu avô”, lembra o ator.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, durante reunião do Conselho de Segurança sobre a situação no Oriente Médio. Foto: ONU/Loey Felipe

Chefe da ONU diz não haver alternativa à solução de dois Estados entre Israel e Palestina

Depois de mais de um século de hostilidades incluindo 50 anos de contínua ocupação militar, israelenses e palestinos ainda não estão perto da paz, disse um enviado especial das Nações Unidas nesta terça-feira (20), alertando que, enquanto muitos na região estão perdendo a esperança em uma mudança positiva, os inimigos da paz estão cada vez mais confiantes.

Também presente em reunião do Conselho de Segurança, o secretário-geral da ONU, António Guterres, enfatizou o apoio da Organização para uma solução de dois Estados, declarando que “não há plano B”.

Em 2016, mais de 50 mil crianças e adolescentes deixaram El Salvador. Quase um terço delas fugia da violência no país centro-americano e mais de 9 mil foram enviados de volta. Muitas enfrentaram violências novamente no trânsito de volta para casa. A Agência da ONU para Refugiados, ACNUR, e organizações parceiras estão prestando apoio a esses jovens que retornaram ao seu país de origem; confira nesse vídeo

Mais de 50 mil crianças e adolescentes deixaram El Salvador em apenas um ano; vídeo

Em 2016, mais de 50 mil crianças e adolescentes deixaram El Salvador. Quase um terço delas fugia da violência no país centro-americano e mais de 9 mil foram enviados de volta. Muitas enfrentaram violências novamente no trânsito de volta para casa. A Agência da ONU para Refugiados, ACNUR, e organizações parceiras estão prestando apoio a esses jovens que retornaram ao seu país de origem; confira nesse vídeo.

Uma escola na Inglaterra tem mostrado como um centro de ensino pode ser exemplo de diversidade. Nela, 12 crianças refugiadas estão matriculadas. Também são oferecidas aulas de inglês semanais para os pais, além de suporte para lidar com o estresse pós-traumático e apoiar outras crianças refugiadas recém-chegadas. Confira nesse vídeo da Agência das Nações Unidas para Refugiados, ACNUR

Escola na Inglaterra dá exemplo de diversidade e integração com crianças refugiadas; vídeo

Uma escola na Inglaterra tem mostrado como um centro de ensino pode ser exemplo de diversidade. Nela, 12 crianças refugiadas estão matriculadas. Também são oferecidas aulas de inglês semanais para os pais, além de suporte para lidar com o estresse pós-traumático e apoiar outras crianças refugiadas recém-chegadas. Confira nesse vídeo da Agência das Nações Unidas para Refugiados, ACNUR.

Profissionais de saúde participam de campanha do UNICEF no Iêmen para combater surto de cólera em meio à guerra civil. Foto: UNICEF/Mutaz Alzekri

Pessoas inocentes estão sob ataque de todos os lados da guerra no Iêmen, denuncia ONU

De 1º de fevereiro até o último dia 8, o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos (ACNUDH) registrou 27 mortes de civis, incluindo o falecimento de quatro crianças, e 76 episódios em que inocentes ficaram feridos em meio aos confrontos armados no Iêmen. Número de óbitos e agressões é maior que o dobro do verificado no início do mesmo mês em 2017. Chefe do organismo internacional condenou ataques à população.

Criança em meio a destroços em Alepo, na Síria. Foto: OCHA/Romenzi

Guerra na Síria deixou 59 crianças mortas em janeiro, diz UNICEF

Em janeiro, 83 crianças e adolescentes foram mortos em meio aos confrontos armados em curso no Iraque, Líbia, Palestina, Síria e Iêmen. O conflito sírio foi o mais mortal de todos para meninos e meninas, deixando 59 menores mortos apenas no mês passado. Os números são do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que criticou o cenário de insegurança enfrentado por jovens em países do Oriente Médio e Norte da África.

Refugiados recém-chegados do Sudão do Sul contam ao chefe do ACNUR, Filippo Grandi, e ao chefe humanitário da ONU, Mark Lowcock, as razões de sua fuga. Foto: ACNUR/Georgina Goodwin

Crise de refugiados do Sudão do Sul deve se tornar a maior do mundo este ano, alerta ONU

O alto-comissário da ONU para refugiados, Filippo Grandi, e o coordenador de ajuda de emergência, Mark Lowcock, lançaram na quinta-feira (1) um apelo para arrecadar 1,5 bilhão de dólares para ajudar refugiados forçados a deixar a grave situação humanitária no Sudão do Sul, e 1,7 bilhão de dólares para atender as necessidades da população do país.

Com o conflito chegando a seu quinto ano, aproximadamente 2,5 milhões de sul-sudaneses foram forçados a deixar o país em direção a cinco nações vizinhas — Uganda, Quênia, Sudão, Etiópia, República Democrática do Congo e República Centro-Africana. O conflito e a insegurança já forçaram uma em cada três pessoas a se deslocar – seja dentro do Sudão do Sul ou para além de suas fronteiras. Dentro do país, 7 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, durante coletiva de imprensa na sede da ONU. Foto: ONU/Mark Garten

ONU não vai tolerar assédio sexual na organização, diz António Guterres

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que as Nações Unidas não tolerarão o assédio sexual “a qualquer tempo e em qualquer lugar” dentro da organização.

Segundo Guterres, o assédio sexual está enraizado nos desequilíbrios de poder históricos entre homens e mulheres. O chefe da ONU disse que tem plena consciência da cultura machista que permeia os governos, o setor privado, as organizações internacionais e mesmo áreas da sociedade civil.

Uma das medidas das Nações Unidas já foi colocada em prática: pela primeira vez na história, as mulheres são maioria nos cargos de direção do Secretariado da ONU.

Em todo o mundo, mais de 1 bilhão de pessoas deixam seus lares. Grande parte deste contingente são mulheres acompanhadas de filhos e filhas. Em viagens dentro do mesmo país ou em na busca por oportunidades em outras nações, são mulheres que, acima de tudo, buscam por humanidade. Elas somos nós.

ONU lança vídeo sobre maternidade e migração em campanha contra xenofobia em Roraima

As Nações Unidas lançaram nesta quinta-feira (1º) o terceiro vídeo da campanha contra a xenofobia implementada pela ONU em Roraima. A produção audiovisual aborda os desafios da maternidade em situações de migração e refúgio.

De acordo com uma pesquisa da Universidade Federal do estado (UFRR) e da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), 42% das venezuelanas que migraram para o Brasil vieram sozinhas com seus filhos e são responsáveis financeiras pelo lar.

A irmã Angélique Namaika em Dungu, na província de Orientale, na República Democrática do Congo. Foto: ACNUR/B.Sokol

A freira e a bicicleta: apoio a mulheres e meninas congolesas

A irmã Angélique Namaika recebeu o Prêmio Nansen para os refugiados em 2013 por ajudar mulheres e meninas deslocadas na República Democrática do Congo. A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) está à procura de uma nova heroína ou herói que apoie os refugiados.

O Prêmio Nansen do ACNUR visa reconhecer o trabalho de indivíduos e/ou grupos para ajudar pessoas em situação de refúgio. Você conhece alguém com esse perfil? As inscrições vão até dia 8 de fevereiro; saiba mais.

Freddy Glatt, sobrevivente do Holocausto. Foto: UNIC Rio/Luise Martins

No Rio, ONU lembra Holocausto com exposição de pôsteres e apelo contra o ódio

Para lembrar as vítimas do Holocausto, o Centro de Informação da ONU no Brasil (UNIC Rio) inaugurou nesta segunda-feira (29), no Rio de Janeiro, a exposição de pôsteres “Mantenha a Memória Viva — Nossa Responsabilidade Compartilhada”. Mostra reúne 12 obras feitas por designers que se inscreveram num concurso global das Nações Unidas sobre o tema. A vencedora foi a brasileira Julia Cristofi, que participou da abertura. Evento reuniu sobreviventes do regime nazista.

“Você nasceu quando? Eu nasci duas vezes, três vezes. Eu nasci várias vezes. Quem sobreviveu a um campo de concentração, como eu, só com muita sorte. Freddy Sobotka nasceu em 1928, na Tchecoslováquia, atual República Tcheca. Ele foi um dos entrevistados da reportagem especial em vídeo do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) que marcou o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, lembrado em 27 de janeiro — data em que as tropas soviéticas libertaram o maior campo de extermínio nazista, Auschwitz-Birkenau.

‘Nasci várias vezes’ – sobreviventes do Holocausto contam suas histórias

“Você nasceu quando? Eu nasci duas vezes, três vezes. Eu nasci várias vezes. Quem sobreviveu a um campo de concentração, como eu, só com muita sorte.”

Freddy Sobotka nasceu em 1928, na Tchecoslováquia, atual República Tcheca. Ele foi um dos entrevistados da reportagem especial em vídeo do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) que marcou o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

Exposição no Rio sobre o tema fica aberta até 28 de fevereiro; confira aqui o vídeo.

Campo de Auschwitz, na Alemanha. Foto: Arquivo Federal Alemão/WikiCommons

Memória do Holocausto deve fortalecer luta contra atuais violações de direitos, diz ONU

Em pronunciamento para lembrar o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, observado em 27 de janeiro, o alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, defendeu que a lembrança dos horrores passados deve reforçar a luta no presente contra “as atuais negações monstruosas” de direitos. Para dirigente, mundo vê nova movimentação de líderes nacionalistas que fomentam discriminação e ódio.

Usina de energia eólica. Foto: Flickr (CC)/Alex Abian

Brasil tem condições de reduzir até 48% das emissões até 2050, de acordo com ONU Meio Ambiente e governo

O dado é do estudo “Trajetórias de mitigação e instrumentos de políticas públicas para o alcance das metas brasileiras no Acordo de Paris”, uma das publicações que será lançada hoje, 24, pela ONU Meio Ambiente e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em Brasília.

O evento marca a conclusão de um projeto de cinco anos tocado pelas duas instituições, que procurou identificar as opções de redução de emissões de gases de efeito estufa no país, assim como seus impactos na economia nacional.

Crianças e adolescentes participam do lançamento da campanha #DignityIsPriceless. Foto: UNRWA/Khalil Adwan

Agência da ONU para refugiados da Palestina lança campanha de doações; participe

A Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) lançou nesta semana (22) uma campanha de doações para mobilizar apoio de pessoas e instituições que queiram financiar as atividades do organismo internacional.

A iniciativa #DignityIsPriceless (Dignidade não tem preço, em tradução livre para o português) quer angariar fundos para os serviços de saúde e educação oferecidos pela UNRWA a 5 milhões de refugiados palestinos. Saiba como participar.

Em sintonia com a Agenda 2030 da ONU, projeto da UFRJ simplifica a construção de moradias, escolas e hospitais em locais que sofreram e que são vulneráveis a desastres naturais. Utilizando um sistema de mutirão composto por pessoas das localidades afetadas, o ‘Solução Habitacional Simples’ (SHS) utiliza recursos naturais disponíveis para desenvolver construções com baixo custo e impacto ambiental reduzido.

Projeto de haitianos e brasileiros auxilia construção de moradias em locais vulneráveis a desastres

Em sintonia com a Agenda 2030 da ONU, projeto da UFRJ simplifica a construção de moradias, escolas e hospitais em locais que sofreram e que são vulneráveis a desastres naturais.

Utilizando um sistema de mutirão composto por pessoas das localidades afetadas, o ‘Solução Habitacional Simples’ (SHS) utiliza recursos naturais disponíveis para desenvolver construções com baixo custo e impacto ambiental reduzido. Confira nessa matéria especial em vídeo.

Todos os migrantes devem ter seus direitos humanos respeitados. Para garantir que isso aconteça, a ONU defende uma maior cooperação na gestão dos processos migratórios por meio da implementação do Pacto Global para a Migração. O acordo, negociado pelos governos na ONU, abordará a migração internacional de modo amplo. No final de 2017, a ONU lançou seu Relatório de Migração Internacional, publicado bienalmente. Segundo o documento, cerca de 258 milhões de pessoas moram em um país diferente daquele que nasceram.

Negociado na ONU, pacto de migração garantirá cooperação internacional

Todos os migrantes devem ter seus direitos humanos respeitados. Para garantir que isso aconteça, a ONU defende uma maior cooperação na gestão dos processos migratórios por meio da implementação do Pacto Global para a Migração. O acordo, negociado pelos governos na ONU, abordará a migração internacional de modo amplo.

No final de 2017, a ONU lançou seu Relatório de Migração Internacional, publicado bienalmente. Segundo o documento, cerca de 258 milhões de pessoas moram em um país diferente daquele que nasceram.

Visão de Minsk, Belarus. Crédito da foto: Anton Rusetsky (@masmeo)/Unsplash

Ritmo das mudanças climáticas é ‘ameaça existencial para o planeta’, alerta ONU

A agência meteorológica das Nações Unidas alertou que a pressão contínua sobre o Ártico em 2017 terá “repercussões profundas e duradouras no nível do mar e nos padrões climáticos em outras partes do mundo”, intensificando por exemplo os eventos climáticos extremos.

Análise da Organização Meteorológica Mundial mostrou que, enquanto 2016 mantém o recorde de ano mais quente (1,2°C), 2017 – que chegou a aproximadamente 1,1°C acima da era pré-industrial – foi o ano mais quente sem o ‘El Niño’. Segundo a agência, isso pode impulsionar as temperaturas globais a cada ano.

“Dezessete dos 18 anos mais quentes registrados foram durante este século e o nível de aquecimento nos últimos três anos tem sido excepcional”, afirmou o secretário-geral da agência da ONU.

Em Ruanda, uma invenção vem melhorando substancialmente a vida das pessoas. O Flexi-biogas, um sistema desenvolvido na África, transforma esterco de vaca em gás de cozinha. O projeto, que será testado por 100 produtores locais, é uma das iniciativas do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola da ONU (FIDA) e do governo de Ruanda para promover a utilização de fontes de energia limpas e renováveis. Confira nessa reportagem especial

Em Ruanda, projeto inovador transforma esterco de vaca em gás de cozinha

Em Ruanda, uma invenção vem melhorando substancialmente a vida das pessoas. O Flexi-biogas, um sistema desenvolvido na África, transforma esterco de vaca em gás de cozinha. O projeto, que será testado por 100 produtores locais, é uma das iniciativas do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola da ONU (FIDA) e do governo de Ruanda para promover a utilização de fontes de energia limpas e renováveis. Confira nessa reportagem especial em vídeo.

Casa de repouso para idosos financiada pelo governo de Moçambique. Foto: Banco Mundial/Eric Miller

Com apoio do Brasil e ONU, Moçambique avança na proteção dos direitos das mulheres

Moçambique começou 2018 com mais justiça para as mulheres. O país acaba de concluir um projeto de dois anos para combater a violência de gênero. Iniciativa de cooperação Sul-Sul contou com a parceria do Brasil e de organismos das Nações Unidas. Com o programa, a nação africana conseguiu capacitar agentes públicos de saúde, justiça, segurança e assistência social, além de implementar métodos padronizados de atendimento a vítimas de abuso.