Vídeos da ONU

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Segundo o porta-voz do ACNUR, mais de 100 refugiados rohingya morreram afogados em naufrágios e incidentes com embarcações desde o início da crise, em 25 de agosto. Foto: ACNUR/Andrew McConnell

ONU alerta para mortes no mar em meio a fuga de pessoas rohingya de Mianmar

Refugiados continuam fugindo de Mianmar em direção a Bangladesh, após quase três meses desde o início da violência, no final de agosto. Segundo o porta-voz da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), por desespero, muitos estão usando formas inseguras de transporte para escapar.

ONU aponta para “padrão de atrocidades generalizadas”, citando estupros – incluindo coletivos – “nudez pública forçada e escravidão sexual em cativeiro militar direcionada a mulheres e meninas rohingya”.

Elisa Lucinda: Segundo pesquisa realizada pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e pelo Senado Federal, 56% da população brasileira concorda com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte de um jovem branco”. Por quê? O que coloca diferença no valor das vidas, neste caso, é o racismo. É ele que permite que a cada 23 minutos um jovem negro seja assassinado no Brasil. Rompa com o racismo e a indiferença! Junte-se à ONU Brasil na campanha #VidasNegras, pelo fim da violência contra a juventude negra. A próxima morte tem que ser evitada!

Racismo: a cada 23 minutos um jovem negro é assassinado no Brasil

Elisa Lucinda: Segundo pesquisa realizada pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e pelo Senado Federal, 56% da população brasileira concorda com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte de um jovem branco”. Por quê?

O que coloca diferença no valor das vidas, neste caso, é o racismo. É ele que permite que a cada 23 minutos um jovem negro seja assassinado no Brasil. Rompa com o racismo e a indiferença!

Junte-se à ONU Brasil na campanha #VidasNegras, pelo fim da violência contra a juventude negra. A próxima morte tem que ser evitada!

O racismo restringe os direitos das pessoas negras, incluindo o de ir e vir. Jovens negros não podem ser impedidos de circular e permanecer em espaços públicos. A campanha #VidasNegras, pelo fim da violência contra a juventude negra, adverte: o lugar da juventude negra é em todo lugar! Lançada pela ONU no mês da #ConsciênciaNegra, a iniciativa quer chamar atenção da sociedade e dos gestores públicos sobre os prejuízos do racismo não só para a população negra, mas para todos os brasileiros.

#VidasNegras: preconceito e o direito de ir e vir

O racismo restringe os direitos das pessoas negras, incluindo o de ir e vir. Jovens negros não podem ser impedidos de circular e permanecer em espaços públicos.

A campanha “Vidas Negras”, pelo fim da violência contra a juventude negra, adverte: o lugar da juventude negra é em todo lugar! Lançada pela ONU no mês da consciência negra, a iniciativa quer chamar atenção da sociedade e dos gestores públicos sobre os prejuízos do racismo não só para a população negra, mas para todos os brasileiros.

Confira nesse vídeo com o Dream Team do Passinho.

Secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Violaine Martin

‘Unidade, solidariedade e colaboração’ podem derrotar terrorismo e reforçar direitos, diz Guterres

No ano passado, mais de 25 mil pessoas morreram e 33 mil ficaram feridas em pelo menos 11 mil ataques terroristas em mais de 100 países; quase três quartos de todas as mortes causadas pelo terrorismo se deram em apenas cinco países: Iraque, Afeganistão, Síria, Nigéria e Somália.

“O terrorismo é fundamentalmente a negação e a destruição dos direitos humanos”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, durante palestra na Universidade de Londres nessa quinta-feira (16).

Semana da Diversidade da UFRJ reuniu ativistas, comunidade acadêmica e representantes de organismos internacionais. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

ONU defende direitos da população negra e LGBTI em evento universitário sobre diversidade

Com participação das Nações Unidas, a Semana de Diversidade da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) reuniu alunos, ativistas e especialistas na última sexta-feira (10) para o debate “Questões de gênero e sexualidade na sociedade contemporânea”.

Atividade discutiu desafios enfrentados pelas mulheres e pelas pessoas LGBTI, sobretudo num contexto de acirramento da intolerância. Representante do Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) divulgou iniciativas para combater a discriminação.

Obesidade nas Américas preocupa a OMS. Foto: Flickr/Tony Alter (CC)

Américas têm duas vez mais obesos que a média mundial, alerta OMS

A obesidade é um dos principais desencadeadores da diabetes, e as Américas têm mais que o dobro de adultos obesos que a média mundial, com as mulheres sendo o grupo mais afetado pelo excesso de peso.

A dieta saudável e a vida ativa podem colocar um freio no avanço da obesidade e prevenir a aparição da diabetes, assim como ajudar a controlá-la, alertou a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS).

Representantes e especialistas no tema do setor privado, governo, organizações não governamentais e instituições de pesquisa marcaram presença em apresentações e mesas de debate com foco no cumprimento da Agenda 2030. Foto: Centro RIO+/Brenda Hada

No Rio, ONU discute papel da ciência e da tecnologia para a saúde e o bem-estar

O Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas, o Mecanismo de Facilitação de Tecnologia da ONU, o Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Centro RIO+) e a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) promoveram na semana passada uma consulta internacional sobre o papel da ciência, da tecnologia e da inovação no cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, especialmente no que se refere à saúde e ao bem-estar.

Representantes e especialistas de setor privado, governo, organizações não governamentais e instituições de pesquisa estiveram presentes em apresentações e debates cujo foco foi o cumprimento da Agenda 2030 por meio da ciência, da tecnologia e da inovação. Discutiu-se também oportunidades de avanço na saúde e experiências de uso de plataformas online.

OMS sugere maior tributação de bebidas açucaradas. Foto: EBC

OMS sugere aumentar preço de bebidas adoçadas para melhorar alimentação dos brasileiros

Aumentar o preço de bebidas adoçadas é uma das medidas mais estratégicas para melhorar a alimentação da população brasileira, bem como reduzir a carga da obesidade e de doenças crônicas não transmissíveis no país. A declaração foi feita pela representante adjunta da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, María Dolores Pérez-Rosales, na abertura de um seminário organizado pelo organismo internacional, que busca reunir conhecimentos e experiências sobre modelos de tributação desses produtos e seus benefícios para a saúde pública.

Volker Türk, alto-comissário assistente do ACNUR para proteção, visita refugiados no campo de Kutupalong, em Bangladesh. Foto: ACNUR/Roger Arnold.

Mianmar: população rohingya precisa ter garantias de retorno seguro, afirma oficial da ONU

O alto-comissário assistente para proteção da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Volker Türk, concluiu na terça-feira (7) sua visita a Bangladesh com um apelo pela diminuição do impacto de refugiados em comunidades de acolhida, e pelo respeito ao direito dos rohingya de retornarem para casa.

Durante sua visita de cinco dias, Türk reuniu-se com alguns dos cerca de 600 mil refugiados forçados a fugir devido a atos de violência em Rakhine, ao norte de Mianmar, desde meados de agosto. Ele testemunhou em primeira-mão a relação entre deslocamento forçado e apatridia.

Embalagem fictícia e meramente ilustrativa.

ONU recomenda que embalagens de alimentos no Brasil tenham advertência nutricional frontal

Em um painel técnico realizado na quinta-feira (9) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e pelo Ministério da Saúde, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) reforçou suas recomendações para a adoção de ícones frontais de advertência nutricional na rotulagem de alimentos no Brasil.

Governo federal, pesquisadores, especialistas, organizações e indústria de alimentos, entre outros atores, participaram da discussão e apresentaram suas propostas de modelos para que o país possa avançar nesse processo regulatório.

Seminário no Rio discutiu acúmulo de lixo nos mares e oceanos. Foto: EBC

No Rio, especialistas buscam soluções para problema sistêmico do lixo nos oceanos

A responsabilidade sobre as toneladas de lixo jogadas todos os anos nos oceanos do mundo é compartilhada. Trata-se de um problema sistêmico cuja solução poderá vir da ação de empresas e do poder público, mas também de indivíduos e da sociedade civil. A conclusão é de especialistas que participaram de seminário esta semana no Rio de Janeiro sobre o tema.

Organizado pela ONU Meio Ambiente e parceiros, o I Seminário Nacional sobre Combate ao Lixo no Mar foi concluído nesta quarta-feira (8) após debates, compartilhamento de dados e detalhamento de práticas bem-sucedidas.

Rótulos de alimentos no Brasil devem ser mais claros, defende agência da ONU

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório da Organização Mundial da Saúde (OMS) nas Américas, acredita que o Brasil se beneficiará da adoção de um novo modelo de rotulagem de alimentos, que permita ao consumidor fazer escolhas mais saudáveis. O tema está sendo analisado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), com a participação de diversas instituições.

A OPAS defende que os rótulos de alimentos processados e ultraprocessados tenham em sua embalagem um selo em formato de octógono, com fundo preto e letras brancas, que informe sobre o alto teor de nutrientes críticos da seguinte forma: “muito açúcar”, “muito sódio”, “contêm adoçantes”, entre outros.

Joyce é uma pescadora que superou muitos desafios. Ela é uma das centenas de empreendedoras que atualmente se beneficiam do Fundo Fiduciário de Solidariedade para a segurança alimentar da África. O fundo apoia programas de aquicultura no Quênia com o objetivo de aumentar a produção local de peixes e criar oportunidades de emprego decente para mulheres e homens jovens. Saiba mais neste vídeo da FAO

Empodere uma mulher e ela vai empoderar uma geração inteira: a história de Joyce

Joyce é uma pescadora que superou muitos desafios. Ela é uma das centenas de empreendedoras que atualmente se beneficiam do Fundo Fiduciário de Solidariedade para a segurança alimentar da África. O fundo apoia programas de aquicultura no Quênia com o objetivo de aumentar a produção local de peixes e criar oportunidades de emprego decente para mulheres e homens jovens. Saiba mais neste vídeo da FAO.

Mulheres do quilombo do Bonfim contam história do local. Imagem: Frame do vídeo do Centro de Excelência contra a Fome

VÍDEO: produção agrícola garante sustento de quilombolas na Paraíba

Na Paraíba, o Quilombo do Bonfim foi o primeiro a ter seu território reconhecido. São aproximadamente 120 hectares sob o domínio de 39 famílias quilombolas – das quais 28 são chefiadas por mulheres. A população vive da produção agrícola, que é escoada em parte para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A história do local virou tema de um vídeo, produzido pelo Centro de Excelência contra a Fome, do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA).

Silhuetas de corpos desenhadas no Rio alertam para assassinatos de jovens negros. Foto: EBC

Brasil tem 7ª maior taxa de homicídios de jovens de todo o mundo, aponta UNICEF

A cada sete minutos, em algum lugar do mundo, uma criança ou adolescente é morto pela violência. Somente em 2015, mais de 82 mil meninos e meninas de dez a 19 anos morreram vítimas de homicídios ou de alguma forma de conflito armado ou violência coletiva. Desses óbitos, 24,5 mil foram registrados na América Latina e no Caribe. Os dados são de um novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Agência da ONU aponta que o Brasil é o sétimo país que mais mata jovens.

Nos países latino-americanos e caribenhos, a taxa média de homicídios entre adolescentes foi estimada em 22,1 assassinatos para cada grupo de 100 mil adolescentes — índice quatro vezes maior que a média global. O Brasil tem a quinta maior taxa da região (59).

Na cidade de Cox’s Bazar, em Bangladesh, aconteceu a segunda maior campanha de vacinação contra o cólera da história. O objetivo é imunizar os mais de 500 mil rohingyas que chegaram ao país desde agosto, fugindo de Mianmar. No total, 900 mil doses da vacina serão aplicadas pelo Ministério da Saúde do país, com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do UNICEF. Confira nesse vídeo

Em Bangladesh, ONU realiza uma das maiores operações de sua história contra o cólera

Na cidade de Cox’s Bazar, em Bangladesh, aconteceu a segunda maior campanha de vacinação contra o cólera da história. O objetivo é imunizar os mais de 500 mil rohingyas que chegaram ao país desde agosto, fugindo de Mianmar. No total, 900 mil doses da vacina serão aplicadas pelo Ministério da Saúde do país, com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do UNICEF. Confira nesse vídeo.

Essa é a mensagem de um grupo de agricultores e camponeses de Kasama, na Zâmbia – um país sem litoral na África Austral –, sobre um investimento único. Eles mostram o quão importante é o investimento na agricultura familiar, e como isso pode significar a redução da pobreza na África e a alimentação de um planeta com fome.

VÍDEO: Agricultores familiares têm uma importante mensagem para o mundo

Essa é a mensagem de um grupo de agricultores e camponeses de Kasama, na Zâmbia – um país sem litoral na África Austral –, sobre um investimento único.

Eles mostram o quão importante é o investimento na agricultura familiar, e como isso pode significar a redução da pobreza na África e a alimentação de um planeta com fome. Detalhes neste vídeo do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola da ONU, o FIDA.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, cumprimenta pessoas na cidade de Bangassou, na República Centro-Africana. Foto: ONU/Eskinder Debebe

‘Grupos religiosos sempre conviveram na República Centro-Africana’, lembra chefe da ONU

Após encontro com o presidente e outras autoridades da República Centro-Africana, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu aos grupos armados no país que participem de um processo de paz nacional.

“Conheço vários conflitos religiosos no mundo. Quase todos são causados pela manipulação política. Os grupos religiosos na República Centro-Africana – os cristãos, os muçulmanos e outros – sempre viveram juntos. É absolutamente necessário que os líderes políticos, os líderes dos grupos armados e os líderes religiosos exijam uma verdadeira reconciliação e respeito mútuo, entendendo que todos precisam viver juntos para construir uma nova República Centro-Africana”, disse Guterres.

Evento reuniu mais de cem jovens no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Jovens devem participar da criação e monitoramento de políticas públicas, defende UNICEF

Em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) apresentou na sexta-feira (27), na capital fluminense, o #PartiuMudar, projeto para estimular a participação de adolescentes do Ensino Médio nas eleições. Em encontro de especialistas e ativistas, a agência da ONU reuniu mais de cem jovens para debates sobre direitos e democracia. Integrantes dos movimentos negro, LGBTI e indígena alertaram para obstáculos à cidadania plena.

Equipe do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) esteve presente no show de aniversário de 72 anos da ONU no Rio. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Show de aniversário dá visibilidade ao trabalho da ONU no Brasil

O show para comemorar o aniversário das Nações Unidas, realizado na terça-feira (24) na Fundição Progresso, no centro do Rio de Janeiro, contribuiu para divulgar o trabalho da ONU localmente e para integrar a Organização à vida cultural da cidade, na avaliação das agências que contribuíram para que o evento acontecesse.

O encontro reuniu cerca de 200 pessoas e contou com a apresentação musical da banda Bomoko, formada por refugiados de Angola e da República Democrática do Congo, e de representantes do coletivo Baixada Nunca se Rende, composto por mais de 100 artistas da Baixada Fluminense.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, visitou capacetes-azuis feridos na República Centro-Africana. Foto: ONU/Eskinder Debebe