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O secretário-geral da ONU, António Guterres, realiza coletiva de imprensa virtual sobre o impacto de seu apelo por um cessar-fogo global durante a pandemia de COVID-19. Foto: ONU/Loey Felipe

Chefe da ONU pede mais esforços diplomáticos para atingir cessar-fogo em meio à pandemia

Há dez dias, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu um cessar-fogo global imediato para que pessoas em regiões devastadas por guerras recebam ajuda para combater a pandemia do novo coronavírus.

Segundo Guterres, o apelo foi endossado até agora por 70 Estados-membros, parceiros regionais, atores não estatais e outros.

Mas ele reconheceu as “enormes dificuldades” na implementação de uma trégua para deter conflitos que se deterioram há anos, nos quais “a desconfiança é profunda”.

A COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), transmitido aos humanos pela primeira vez. O vírus circula de pessoa em pessoa, através da transmissão de gotículas infectadas de alguém contaminado ao falar, tossir ou espirrar. Medidas como o distanciamento social e lavar constantemente as mãos com água e sabão, ou higienizá-las com uma solução à base de álcool 60-70%, protege você de adquirir a COVID-19 e também de se tornar um transmissor.

Como me proteger do novo coronavírus? A OMS responde neste vídeo

A COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), transmitido aos humanos pela primeira vez.

O vírus circula de pessoa em pessoa, através da transmissão de gotículas infectadas de alguém contaminado ao falar, tossir ou espirrar.

Medidas como o distanciamento social e lavar constantemente as mãos com água e sabão, ou higienizá-las com uma solução à base de álcool 60-70%, protege você de adquirir a COVID-19 e também de se tornar um transmissor.

Permaneça saudável. Evite a transmissão do novo coronavírus em sua comunidade.

ONU lança plano para ‘derrotar o vírus e construir um mundo melhor’

Para combater as devastadoras dimensões socioeconômicas da crise da COVID-19, o chefe da ONU se concentrou nos mais vulneráveis, elaborando políticas que, entre outras coisas, apoiam o fornecimento de seguro de saúde e desemprego e proteções sociais, além de fortalecer as empresas para evitar falências e perdas de empregos.

O alívio de dívidas soberanas também deve ser uma prioridade, disse António Guterres, observando que a ONU está “totalmente mobilizada” e está estabelecendo um novo Fundo Fiduciário para a Resposta e Recuperação frente à COVID-19, formado por múltiplos parceiros, para responder à emergência e promover a recuperação após o choque socioeconômico.

“Quando superarmos esta crise, o que acontecerá, teremos uma escolha”, disse. “Podemos voltar ao mundo como era antes ou lidar de maneira decisiva com os problemas que nos tornam desnecessariamente vulneráveis ​​a crises.”

“Os jovens não são invencíveis contra a COVID-19. O coronavírus pode colocá-lo no hospital por semanas ou até matá-lo. Mesmo que você não fique doente, as escolhas que você faz sobre onde vai podem ser a diferença entre a vida e a morte, para outra pessoa.” O alerta foi feito pelo diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

VÍDEO: ‘Os jovens não são invencíveis contra o coronavírus’, diz OMS

“Os jovens não são invencíveis contra a COVID-19. O coronavírus pode colocá-lo no hospital por semanas ou até matá-lo. Mesmo que você não fique doente, as escolhas que você faz sobre onde vai podem ser a diferença entre a vida e a morte, para outra pessoa.”

O alerta foi feito pelo diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Segundo a OMS, a juventude deve levar a sério a situação de pandemia, evitando aglomerações, contatos com outros e, principalmente, evitando contaminar os mais velhos e vulneráveis.

ACNUR realiza ações para mitigar o impacto da COVID-19 no refugiados. Foto: ACNUR

Coronavírus e refugiados: o que o ACNUR está fazendo no Brasil e no mundo

A Agência ONU para Refugiados (ACNUR), juntamente com outras agências das Nações Unidas e organizações parceiras, acompanha de perto a situação da pandemia da COVID-19 e trabalha diariamente para mitigar os possíveis impactos do coronavírus nos refugiados, pessoas forçadas a se deslocar e comunidades que as acolhem.

Mais de 80% da população global de refugiados e de deslocados internos estão em países de renda baixa ou média, cujos sistemas de saúde e saneamento básico estão sobrecarregados. A superlotação nos campos, assentamentos e abrigos onde vivem é algo comum e representa um desafio adicional no combate à COVID-19, uma vez que o distanciamento social é uma das formas mais eficazes de combater a propagação deste vírus.

Se você é um(a) trabalhador(a) autônomo(a), quem paga pelo seu seguro social? Hoje há mais pessoas trabalhando temporariamente, em meio período ou em 'plataformas digitais', mas muitas delas não estão protegidas por qualquer seguro-desemprego.

VÍDEO: OIT pede apoio a trabalhadores autônomos em meio à pandemia

Se você é um(a) trabalhador(a) autônomo(a), quem paga pelo seu seguro social?

Hoje há mais pessoas trabalhando temporariamente, em meio período ou em ‘plataformas digitais’, mas muitas delas não estão protegidas por qualquer seguro-desemprego.

A COVID-19 demonstrou a importância da proteção social para as(os) trabalhadoras(es).

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) orienta a todos os países que garantam um nível básico de seguridade social, independentemente da situação de emprego.

Equipe médica de Xiang Lu em Hubei, China. Foto: Xiang Lu (arquivo pessoal)

OMS confirma mais de 630 mil casos da COVID-19

A Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou cerca de 630 mil casos confirmados da COVID-19 em todo o mundo. Pelo menos 30 mil pessoas morreram e mais de 100 mil se recuperaram da doença.

Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, a ameaça global mais urgente é a falta de equipamentos de proteção individual. Até agora, a OMS forneceu cerca de 2 milhões de itens e equipamentos de proteção a 74 países e prepara a mesma quantidade para mais 60 nações.

Na sexta-feira (20) a OMS lançou o ensaio clínico ‘Solidariedade’, que vai comparar a segurança e a eficácia de quatro medicamentos ou combinações diferentes. Mais de 45 países já contribuem para este ensaio – incluindo o Brasil, que tem a Fiocruz como instituição responsável por liderar este processo no país.

A ação no mundo do trabalho é imperativa diante da pandemia de COVID-19, alertou a OIT. Foto: Banco Mundial/Alex Baluyut

ARTIGO: América Latina e o emprego nos tempos de pandemia

Em artigo, o diretor regional da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para a América Latina e o Caribe, Vinícius Pinheiro, afirma que as previsões para o emprego na América Latina já não eram boas e, após a chegada da pandemia da COVID-19, elas são piores.

“Enfrentamos uma emergência que está infectando o mundo do trabalho e agora é uma prioridade agir de maneira eficaz para reduzir as consequências nos mercados de trabalho da região.” Leia o artigo completo.

A juventude não é invencível, alerta chefe da Organização Mundial da Saúde. Foto: ONU

OIT saúda compromisso do G20 como primeiro passo global na resposta à crise COVID-19

O diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, saudou o compromisso dos líderes do G20 como um primeiro passo importante na construção de uma resposta verdadeiramente global aos desafios sem precedentes criados pela pandemia de COVID-19.

“O forte e claro compromisso do G20 de fazer o que for necessário para superar os impactos interligados na saúde, sociais e econômicos da pandemia é um primeiro passo muito bem-vindo. A decisão de não poupar esforços para proteger pessoas, empregos, renda e empresas é extremamente importante”, disse Ryder.

Pessoas em todo o mundo estão tomando precauções contra o novo coronavírus. Foto: Unsplash/Aalok Atreya

Saiba quais são as semelhanças e diferenças entre COVID-19 e gripe

À medida que a pandemia de COVID-19 continua evoluindo, muitas pessoas costumam comparar a enfermidade causada pelo novo coronavírus com a gripe.

Ambas causam doenças respiratórias, mas existem diferenças importantes entre os dois vírus e a forma como eles se propagam. Isso tem implicações importantes para as medidas de saúde pública que devem ser implementadas para responder a cada um dos patógenos.

Saiba mais na reportagem da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).

Funcionário do ACNUR inspeciona e embala itens de ajuda, incluindo sabão e toalhas de papel descartáveis para distribuir aos assentamentos de refugiados no Irã, como parte da resposta à COVID-19. Foto: Farha Bhoyroo/ACNUR

Cinco motivos para não esquecer dos refugiados na luta contra a COVID-19

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) apresenta cinco motivos para ninguém esquecer dos refugiados no combate à COVID-19. As 25,9 milhões de pessoas refugiadas no mundo foram forçadas a abandonar suas casas para fugir de conflitos armados, violência e violação dos direitos humanos. Para elas, voltar para seus lares e cidades em segurança não é uma opção.

Além disso, mais de três quartos dos refugiados vivem em países em desenvolvimento nas Américas, África, Oriente Médio e Ásia, onde os sistemas de saúde e saneamento básico de muitos locais já estão sobrecarregados.

Ação de prevenção em Lagos, na Nigéria. Foto: Ojo/Unicef

OMS adverte: COVID-19 chega a 196 países e mais vidas serão perdidas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta quarta-feira (25) que pelo menos 413.467 casos foram confirmados e 18.433 pessoas morreram devido ao novo coronavírus em 196 países e territórios.

O diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, explicou que a meta é ampliar a precisão e o foco para interromper a transmissão e salvar vidas, e apelou aos países que adotaram as medidas de bloqueio para atacar o novo coronavírus durante esse período.

Foto: EBC

Plataforma global apoia redes de telecomunicações durante crise do coronavírus

Uma nova plataforma lançada pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) ajudará governos e o setor privado dos países a garantir que as redes sejam mantidas resilientes e que os serviços de telecomunicações estejam disponíveis para todos.

“Nunca antes as redes de telecomunicações foram tão vitais para nossa saúde e segurança e para manter nossa economia e sociedade funcionando, como durante a crise de COVID-19 em que vivemos hoje”, disse o secretário-geral da UIT, Houlin Zhao, na segunda-feira (23).

O escritório da UIT no país está contribuindo para este portal com informações da região das Américas, incluindo o Brasil.

No abrigo de Pintolândia, em Boa Vista, funcionários do ACNUR compartilham, em warao, informações de prevenção à COVID-19. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

ACNUR busca US$255 milhões para responder ao surto de COVID-19

A pandemia de coronavírus acelera, matando milhares de pessoas todos os dias. A população mais vulnerável a este surto inclui 70 milhões de crianças, mulheres e homens a deslocados à força por guerras e perseguições.

Entre eles, estão cerca de 25,9 milhões de refugiados, dos quais mais de três quartos vivem em países em desenvolvimento nas Américas, África, Oriente Médio e Ásia. Com sistemas de saúde fracos, alguns desses países já estão enfrentando crises humanitárias.

Sessões informativas em abrigos e assentamentos informais fazem parte da estratégia de contenção à COVID-19 entre a população refugiada, migrante e brasileira. Foto: ACNUR/Paulo Lugoboni

COVID-19: ACNUR e parceiros apoiam refugiados e comunidades de acolhida na emergência

As ações de prevenção e enfrentamento à pandemia do novo coronavírus que estão sendo adotadas pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e seus parceiros no Brasil estão beneficiando pessoas refugiadas e as comunidades que as acolhem, evitando a transmissão da COVID-19 nestas populações.

Entre as atividades estão o compartilhamento de informações sobre como se prevenir contra a COVID 19, a distribuição de kits de higiene e limpeza para grupos mais vulneráveis e o fortalecimento da capacidade de atendimento em saúde à população.

Acesso à tecnologia e aplicativos ajudam no trabalho a distância. Foto: Arne Hoel/Banco Mundial

OIT dá dicas para trabalhar a distância durante a pandemia do coronavírus

Muitos funcionários, em várias partes do mundo, foram solicitados a continuar produzindo de suas residências devido ao risco de contaminação do coronavírus. Para a Organização Internacional do Trabalho (OIT), este arranjo temporário pode ser bem-sucedido desde que se conte com o apoio necessário.

Para facilitar este processo de adaptação, especialistas da OIT divulgaram uma lista de cinco pontos para facilitar a produção em casa. De acordo com a OIT, é preciso haver confiança entre os colegas, os funcionários e os supervisores.

Plano de Resposta Humanitária Global do COVID-19 será coordenado pelo Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) e depende de abordagem global - Foto: Gerd Altmann/Pixabay

ONU lança plano de resposta humanitária: abordagem global é a única maneira de lutar contra COVID-19

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lançou nesta quarta-feira (25) um plano de resposta humanitária global de 2 bilhões de dólares para lutar contra a COVID-19 nos países mais vulneráveis, numa proposta para proteger milhões de pessoas e reduzir a disseminação do vírus no mundo. O plano contempla 51 países de América do Sul, África, Oriente Médio e Ásia.

A COVID-19 já matou mais de 16 mil pessoas em todo o mundo e há aproximadamente 400 mil casos registrados.

O plano de resposta será implementado pelas agências da ONU, com Organizações Não Governamentais (ONGs) internacionais e consórcios de ONGs tendo um papel direto na resposta.

O plano prevê o envio de equipamentos para testes e suprimentos médicos, instalação de  estações para lavagem das mãos em acampamentos e assentamentos, campanhas de informação pública e pontes aéreas para levar trabalhadores e insumos na América Latina, África e Ásia.

ONU: “Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão”

ONU: ‘Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão’

Em uma mensagem em vídeo, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, marca nesta semana o Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão, lembrado anualmente a cada 25 de março.

Ele pediu que todos se manifestem contra todas as formas de racismo e manifestações de comportamento racista: “Precisamos, urgentemente, desmantelar as estruturas racistas e reformar as instituições racistas. Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão.”

Campanha da FIFA com OMS contará com jogadores de futebol para repassar mensagens de prevenção a COVID-19. Foto: Pexels

FIFA e OMS se unem para combater o coronavírus

A Federação Internacional de Futebol (FIFA) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) se uniram para combater a doença causada pelo coronavírus e lançaram uma nova campanha de conscientização liderada por jogadores de futebol de renome internacional, incluindo o goleiro brasileiro Alisson Becker. Eles estão pedindo que todas as pessoas do mundo sigam cinco passos essenciais para impedir a propagação da doença.

A campanha “Pass the message to kick out coronavirus” (“Passe a mensagem para dar um chutão no coronavírus” em tradução livre) promove cinco etapas para proteger a saúde, de acordo com as orientações da OMS, focadas em lavar as mãos, não tocar no rosto, manter distância física, ficar em casa e ter etiqueta respiratória (ao tossir ou espirrar, cobrir a boca e o nariz com o cotovelo flexionado ou com um lenço de papel – em seguida, jogar fora o lenço e higienizar as mãos).

Foto:  Mulher usa máscara em transporte público em Nova Iorque – Março de 2020 – Foto: Loey Felipe/ONU

ONU Mulheres pede atenção às necessidades femininas nas ações contra a COVID-19

Apesar das medidas robustas em todo o mundo para conter a pandemia da COVID-19, o impacto social do novo coronavírus está atingindo fortemente as mulheres, que representam 70% das pessoas que trabalham no setor social e de saúde. Elas também são três vezes mais responsáveis pelos cuidados não-remunerados em casa do que os homens, de acordo com a ONU Mulheres.

Por conta disso, a ONU Mulheres recomenda uma série de medidas específicas nas ações contra o coronavírus, como apoio prioritário para mulheres que atuam na contenção da doença, acordos de trabalho flexíveis para mulheres e proteção de serviços essenciais de saúde para mulheres e meninas, entre outras.

Economista sênior da OIT alerta para vulnerabilidade de trabalhadores informais e freelancers em meio à pandemia da COVID-19. Foto: pixabay/rottonara

ARTIGO: trabalhadores precários são levados ao limite pelo novo coronavírus

Em artigo, a economista sênior da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Janine Berg, alerta para a situação de vulnerabilidade dos trabalhadores informais, freelancers e terceirizados diante da pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19.

“Dependendo do país, o trabalhador pode não estar coberto pelo seguro-desemprego ou outras proteções essenciais, como licença médica remunerada”, alertou. Leia o artigo completo.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, durante coletiva de imprensa virtual sobre a pandemia de COVID-19. Foto: Reprodução

Chefe da ONU pede solidariedade, esperança e resposta global coordenada para combater pandemia

À medida que o medo e a incerteza do público crescem em torno da pandemia da COVID-19, “mais do que nunca, precisamos de solidariedade, esperança e vontade política para enfrentar essa crise juntos”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quinta-feira (19), em sua primeira coletiva de imprensa virtual.

O chefe da ONU disse que enfrentar a emergência de saúde é a sua preocupação número um, e defendeu a ampliação dos gastos com saúde para cobrir, entre outras coisas e “sem estigma”, testes, apoio aos profissionais de saúde e garantia de suprimentos adequados.

Sobre o âmbito econômico, salientou: “fundamentalmente, precisamos nos concentrar nas pessoas – nos trabalhadores mais vulneráveis, com baixos salários, pequenas e médias empresas”. “Isso significa apoio salarial, seguro, proteção social, prevenção de falências e perda de empregos”. Leia a reportagem completa.

Uma avaliação inicial sobre impacto da COVID-19 no mundo trabalho global indica que os efeitos serão de grande alcance, levando milhões de pessoas ao desemprego, ao subemprego e à pobreza no trabalho. Foto: pixabay/geralt

OIT: quase 25 milhões de empregos podem ser perdidos no mundo devido à COVID-19

A crise econômica e trabalhista criada pela pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19, pode aumentar o número de desempregados no mundo em quase 25 milhões, segundo uma nova avaliação da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgada nesta quarta-feira (18).

Para evitar esse cenário, a OIT recomenda a ampliação da proteção social, o apoio à manutenção de empregos (ou seja, trabalho com jornada reduzida, licença remunerada e outros subsídios) e aos benefícios fiscais e financeiros, inclusive para micro, pequenas e médias empresas.

Além disso, a avaliação propõe medidas de política fiscal e monetária, além de empréstimos e do apoio financeiro a setores econômicos específicos.

Pandemia do novo coronavírus afeta, em particular, as trabalhadoras informais e domésticas, porque as quarentenas reduzem consideravelmente a demanda por esses serviços. Foto: ONU Mulheres.

ONU Mulheres recomenda que igualdade de gênero seja incluída na resposta à pandemia

Trabalhadoras do setor de saúde, trabalhadoras domésticas, mulheres na economia informal, refugiadas, migrantes e em situação de violência são algumas das mulheres mais expostas à COVID-19 e precisam ser envolvidas em todas as fases da resposta e na tomada de decisão local e nacional.

De acordo com o escritório regional da ONU Mulheres, a redução da atividade econômica afeta, em primeira instância, trabalhadoras informais que perdem seus meios de sustento de vida quase imediatamente, sem nenhuma rede ou possibilidade de substituir a renda diária.

#ParaCadaCriança, todos os direitos | UNICEF

VÍDEO: Vozes de crianças e adolescentes devem ser ouvidas e seus direitos protegidos

Crianças, adolescentes e jovens de todo o mundo têm exigido seus direitos.

Embora cada contexto seja único, os jovens estão pedindo ação em relação à crise climática, pelo fim da corrupção e da desigualdade, por uma melhor educação e oportunidades de emprego – e por um mundo mais justo para todas e todos, em qualquer lugar.

Em apelo aos governos de todo o mundo, a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta Fore, lembrou que vozes de crianças e adolescentes devem ser ouvidas e seus direitos protegidos, inclusive onde houver agitação civil ou conflito armado.

Existem 9,4 milhões de jovens desempregadas e desempregados na América Latina e no Caribe, 23 milhões não estudam ou trabalham e mais de 30 milhões só conseguem emprego informal. Foto: Reprodução

Desemprego, informalidade e desocupação afetam jovens na América Latina e no Caribe

Altas taxas de desemprego, informalidade e desocupação afetam quase 110 milhões de jovens na América Latina e no Caribe e representam o desafio na elaboração de estratégias eficazes para facilitar sua inserção no mercado de trabalho, disse o escritório regional da Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta segunda-feira (16), citando novos dados de um relatório sobre tendências de emprego.

“O cenário de emprego juvenil na região é preocupante e ficará ainda mais complicado quando for sentido o impacto do coronavírus na economia regional”, disse Vinícius Pinheiro, diretor da OIT para a América Latina e o Caribe.

“Quando há uma crise, os jovens estão entre os primeiros a perder o emprego, principalmente os na economia informal e que estão em setores como turismo, transporte, comércio não eletrônico e outros serviços nos quais o teletrabalho não é uma opção”, acrescentou ele.

Medidas como lavar as mãos e evitar aglomerações reduzem as chances de infecção pelo novo coronavírus. Foto: pixabay/Mylene2401

OMS, Fundação das Nações Unidas e parceiros lançam fundo de resposta ao coronavírus

Um novo Fundo de Resposta para a COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, arrecadará recursos de uma ampla gama de doadores para apoiar o trabalho da Organização Mundial da Saúde (OMS) e parceiros na ajuda aos países para responder à atual pandemia.

O Fundo está sendo lançado com grande apoio, inclusive do Facebook e do Google, que instituíram um esquema de correspondência para recursos arrecadados por suas plataformas, enquanto doadores individuais também podem apoiar o fundo pelo site http://www.COVID19ResponseFund.org.

Coronavírus: ‘Estamos todos juntos nesta situação – e juntos vamos superá-la’, diz secretário-geral da ONU

Coronavírus: ‘Estamos todos juntos nesta situação – e juntos vamos superá-la’, diz secretário-geral da ONU

Em mensagem em vídeo nesta sexta-feira sobre o novo coronavírus, o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou que as Nações Unidas – incluindo a Organização Mundial da Saúde, agência líder para a resposta internacional – estão totalmente mobilizadas.

“Como parte de nossa família humana, trabalhamos 24 horas por dia com os governos, fornecendo orientação internacional, ajudando o mundo a enfrentar essa ameaça. Estamos totalmente solidários com você”, afirmou.

Confira a mensagem em vídeo na íntegra.

Na sede da ONU em Nova Iorque, muitos funcionários deixaram o prédio para trabalhar em casa. Foto: ONU/Loey Felipe

Coronavírus: OMS pede que países intensifiquem esforços para combater pandemia

Diante da pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19, os países devem intensificar esforços para combater sua disseminação, disse o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Genebra na quinta-feira (12).

“Esta é uma pandemia controlável. Os países que decidem desistir de medidas fundamentais de saúde pública podem acabar com um problema maior e um fardo mais pesado para o sistema de saúde, exigindo medidas mais severas de controle.”

O que é o novo coronavírus? De onde veio? Como posso me proteger?

VÍDEO: Tire suas dúvidas sobre o novo coronavírus

O que é o novo coronavírus? De onde veio? Como posso me proteger? A Organização Mundial da Saúde (OMS) reuniu as respostas para as principais dúvidas dos cidadãos do mundo sobre a doença do coronavírus, COVID-19.

Escritório regional da OMS para as Américas, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) destaca que a região foi a primeira do mundo a ter todos os países capacitados a realizar o diagnóstico de laboratório para descartar ou confirmar novos casos de COVID-19.