Vídeos da ONU

Todos os vídeos da ONU podem ser utilizados livremente e estão também em www.youtube.com/onubrasiloficial e www.facebook.com/ONUBrasil/videos.

Pombas brancas voam ao redor da mesquita de Hazrat-i-Ali, na cidade de Mazar-i-Sharif, no Afeganistão, em comemoração do Dia Internacional da Paz organizada pela Missão de Assistência da ONU no Afeganistão (UNAMA), em 2007. Foto: ONU/Helena Mulkerns

ONU diz que direitos humanos são caminho para ‘paz duradoura’ no mundo

Em mensagem para o Dia Internacional da Paz, lembrado neste 21 de setembro, o secretário-geral da ONU, António Guterres, lembrou o 70º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrado neste ano, e disse que os valores do documento podem assegurar a paz duradoura no mundo.

Também por ocasião da data, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, alertou para a proliferação do populismo e do extremismo, que constituem um obstáculo aos ideais de paz e direitos universais.

Trânsito em São Paulo. Foto: Fotos Públicas / Oswaldo Corneti

ONU e associação de empresas estimulam uso do transporte público no Dia Mundial Sem Carro

Deixar o carro em casa e experimentar o transporte público pode ser um desafio para quem utiliza o automóvel no dia a dia, mas esse é o convite da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) para o próximo sábado (22), Dia Mundial Sem Carro.

A campanha publicitária é assinada pela NTU, em parceria com duas agências das Nações Unidas – a ONU Meio Ambiente e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) -, e reforça o vínculo do transporte coletivo com pedestres e ciclistas.

A equatoriana María Fernanda Espinosa, presidente da 73ª sessão da Assembleia Geral da ONU, fala ao plenário no primeiro dia de reunião em Nova Iorque. Foto: ONU/Loey Felipe

Nova presidente da Assembleia Geral pede ONU mais próxima das pessoas

A nova sessão da Assembleia Geral da ONU foi aberta nesta terça-feira (18) com sua presidente prometendo usar seu mandato de um ano para levar a organização global para mais perto das pessoas, fortalecendo o apoio e o sentido de pertencimento às Nações Unidas.

Em seu primeiro discurso como presidente da Assembleia Geral, ocorrido durante sua 73ª sessão, a equatoriana María Fernanda Espinosa disse que a necessidade de uma liderança global mais forte a serviço do multilateralismo, para garantir sociedades mais pacíficas, igualitárias e sustentáveis, permeará seu trabalho.

Espinosa, que foi eleita presidente da Assembleia Geral em junho, sucede Miroslav Lajčák, presidente da 72ª sessão. Ela é a quarta mulher a ocupar o cargo na história da organização internacional, e a primeira mulher latino-americana.

Indígenas estão sendo assassinados em nome do “desenvolvimento”, alertou em julho a relatora especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz. Atividades como o agronegócio e o extrativismo representam riscos não só às suas terras, mas também a sobrevivência das comunidades. “Há um aumento dos assassinatos, da impunidade e da criminalização das pessoas indígenas por reafirmarem seu direito e controlar seus territórios e recursos, bem como pela afirmação de seu direito de implementar seu próprio desenvolvimento sustentável”, disse Victoria.

Indígenas estão sendo assassinados em nome do ‘desenvolvimento’, alerta relatora da ONU; vídeo

Indígenas estão sendo assassinados em nome do “desenvolvimento”, alertou em julho a relatora especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz. Atividades como o agronegócio e o extrativismo representam riscos não só às suas terras, mas também a sobrevivência das comunidades.

“Há um aumento dos assassinatos, da impunidade e da criminalização das pessoas indígenas por reafirmarem seu direito e controlar seus territórios e recursos, bem como pela afirmação de seu direito de implementar seu próprio desenvolvimento sustentável”, disse Victoria.

Confira nesse vídeo.

Migrantes resgatados do Mediterrâneo na costa da Sicília, na Itália. Foto: OIM/Francesco Malavolta (arquivo)

Mortes no Mediterrâneo atingem proporção inédita, aponta agência da ONU para refugiados

Divulgado no domingo (2), um relatório da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) revela que as travessias no Mar Mediterrâneo se tornaram mais mortais do que nunca. Apenas em 2018, mais de 1,6 mil pessoas morreram ou desapareceram nessas rotas oceânicas com destino à Europa. Óbitos aumentaram, mesmo com a diminuição do número de migrantes e refugiados que chegam ao continente europeu.

No campo de Moria, na ilha de Lesvos, no norte da Grécia, uma frase expressa o desejo de milhões de refugiados e migrantes pelo mundo: ‘Movimento de Liberdade’. Foto: Gustavo Barreto (2016)

ONU alerta para situação insustentável de centro de acolhimento de refugiados na Grécia

O governo da Grécia foi instado pelas Nações Unidas a fazer mais para ajudar milhares de solicitantes de refúgio e migrantes que foram “amontoados” em centros de acolhimento nas ilhas no país, em meio a relatos de que crianças tentaram tirar suas próprias vidas diante da situação insustentável.

O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), que divulgou o apelo nesta sexta-feira (31), descreveu os centros como “miseráveis, inadequados e em rápida deterioração”.

Governos, setor privado, sociedade civil e academia trabalham pela implementação da Agenda 2030 no Brasil. Foto: PNUD Brasil/Guilherme Larsen

Nações Unidas convidam para participação na campanha ‘Brasileiros na ONU’

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) convida os brasileiros do mundo todo que trabalham atualmente na ONU a participar da campanha Brasileiros na ONU. O Brasil é hoje um dos países sub-representados na organização.

A campanha, lançada em julho de 2018, tem por objetivo encorajar mais brasileiros a investir nas diferentes carreiras nacionais e internacionais oferecidas pela ONU, aumentando assim o número de brasileiros que trabalham na organização.

Com o tema “Não me julgue antes de me conhecer”, a Copa dos Refugiados é um evento que vai muito além do futebol. Realizada pela ONG África do Coração, parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a iniciativa envolveu cerca de 320 refugiados e migrantes na disputa, representando seus respectivos países de origem – Angola, Camarões, Coreia do Sul, Gana, Guiné Bissau, Iraque, Líbano, Mali, Marrocos, Nigéria, Níger, República Democrática do Congo, Senegal, Síria, Togo e Venezuela.

Copa dos Refugiados, um evento muito além do futebol; vídeo

Com o tema “Não me julgue antes de me conhecer”, a Copa dos Refugiados é um evento que vai muito além do futebol.

Realizada pela ONG África do Coração, parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a iniciativa envolveu cerca de 320 refugiados e migrantes na disputa, representando seus respectivos países de origem – Angola, Camarões, Coreia do Sul, Gana, Guiné Bissau, Iraque, Líbano, Mali, Marrocos, Nigéria, Níger, República Democrática do Congo, Senegal, Síria, Togo e Venezuela.

Neste ano, a Copa dos Refugiados foi realizada nas capitais Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. Confira nesse vídeo como foi a etapa no Rio de Janeiro, realizada no início de agosto.

28 de agosto, é o Dia Nacional de Combate e Prevenção ao Escalpelamento, uma realidade violenta que afeta, em sua maioria, mulheres e meninas na região norte do Brasil.

OIT e MPT lançam campanha para o Dia Nacional de Combate e Prevenção ao Escalpelamento

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançaram este mês uma campanha online para lembrar o Dia Nacional de Combate e Prevenção ao Escalpelamento, em 28 de agosto.

Escalpelamento é uma realidade violenta que afeta, em sua maioria, mulheres e meninas na região norte do Brasil. O grave acidente costuma ocorrer em embarcações de pequeno porte, durante a pesca artesanal ou o transporte para a escola, o trabalho e outros locais.

Carros e caminhões aguardam na fila para atravessar ponte atingida por ataque aéreo em 2016. A rodovia é uma das quatro que ligam Hodeida ao restante do país. Foto: OCHA/Giles Clarke

Relatório da ONU indica possíveis crimes de guerra no Iêmen

Grupos de ambos os lados do conflito no Iêmen cometeram — e continuam cometendo — possíveis crimes de guerra e outras violações com “total desrespeito” ao sofrimento de milhões de civis, disseram nesta terça-feira (28) investigadores de direitos humanos indicados pela ONU.

“O grupo de especialistas tem motivos razoáveis ​​para acreditar que os governos do Iêmen, dos Emirados Árabes Unidos e da Arábia Saudita sejam responsáveis ​​por violações dos direitos humanos”, disse Charles Garraway, membro do painel, a jornalistas em Genebra.

Voltando-se para as forças da oposição houthi, descritas como “autoridades de fato”, Garraway acrescentou que o painel da ONU também tem “motivos razoáveis ​​para acreditar que as autoridades de fato são responsáveis, nas áreas em que exercem controle, por violações dos direitos humanos”.

Desde 2012, a ONU tem trabalhado com países em todo o mundo para atualizar os padrões nacionais de combustíveis e de veículos como parte da Climate & Clean Air Coalition. Mais de 50 países reduziram os níveis de enxofre no combustível e aumentaram os padrões de emissões veiculares. No entanto, você sabia que 4,1 bilhões de pessoas em 120 países ainda têm acesso zero ou limitado ao combustível com baixo teor de enxofre? Saiba mais na campanha da ONU Meio Ambiente, OMS e parceiros

Poluição do ar causa uma em nove mortes no mundo; vídeo

Desde 2012, a ONU tem trabalhado com países em todo o mundo para atualizar os padrões nacionais de combustíveis e de veículos como parte da Climate & Clean Air Coalition. Mais de 50 países reduziram os níveis de enxofre no combustível e aumentaram os padrões de emissões veiculares. No entanto, você sabia que 4,1 bilhões de pessoas em 120 países ainda têm acesso zero ou limitado ao combustível com baixo teor de enxofre?

Saiba mais na campanha da ONU Meio Ambiente, OMS e parceiros #BreatheLife.

Muçulmanos rohingya de Mianmar fogem da violência, considerada por investigadores da ONU crimes contra a humanidade. Foto: ACNUR/Roger Arnold

Investigadores da ONU pedem julgamento de militares por genocídio de rohingyas em Mianmar

Os principais comandantes militares em Mianmar precisam ser investigados e processados ​​pelos “mais graves” crimes contra civis sob a lei internacional, incluindo o genocídio, disseram investigadores da ONU nesta segunda-feira (27).

A afirmação ocorre depois da publicação de um relatório sobre as circunstâncias do êxodo em massa de mais de 700 mil rohingyas de Mianmar, a partir de meados de agosto do ano passado.

Os crimes cometidos incluem assassinato, estupro, tortura, escravidão sexual, perseguição e escravidão, segundo a Missão Internacional Independente de Inquérito sobre Mianmar.

UNICEF convoca candidatos a colocar infância e adolescência no centro da agenda eleitoral

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) pede que os candidatos e as candidatas à Presidência da República e aos governos dos estados e do Distrito Federal coloquem os direitos e o bem-estar das crianças e dos adolescentes no centro das suas agendas eleitorais.

“Nas últimas décadas, o Brasil atingiu conquistas importantes para suas crianças e adolescentes”, disse Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil.

“Porém, muitos deles ficaram excluídos do progresso. Nos próximos quatro anos, mais que manter os avanços, é preciso ir além e desenvolver políticas públicas que reduzam as desigualdades e providenciem para crianças e adolescentes mais oportunidades de desenvolver seu potencial.”

Confira nessa reportagem especial em vídeo.

A estimativa é de que 2,3 milhões de venezuelanos estejam vivendo no exterior, mais de 1,6 milhão deixaram o país desde 2015, 90% dos quais dirigiram-se a países sul-americanos. Foto: OIM

Agências da ONU pedem apoio da comunidade internacional a países que recebem venezuelanos

O alto-comissário da ONU para os refugiados, Filippo Grandi, e o diretor-geral da Organização Internacional para as Migrações (OIM), William Lacy Swing, fizeram um chamado destinado a obter um maior apoio por parte da comunidade internacional para os países da região que estão recebendo uma quantidade cada vez maior de refugiados e migrantes da Venezuela.

A estimativa é de que 2,3 milhões de venezuelanos estejam vivendo no exterior, mais de 1,6 milhão deixaram o país desde 2015, 90% dos quais dirigiram-se a países sul-americanos.

No Dia Mundial Humanitário, ONU promove campanha para proteger civis em conflitos

Para o Dia Mundial Humanitário, marcado neste domingo (19), ONU produz a primeira petição “viva” de todos os tempos para exigir que líderes mundiais tomem medidas para proteger todos os civis e trabalhadores humanitários presos em zonas de conflito; saiba como participar.

Nesta semana, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, prestou homenagem àqueles que perderam as suas vidas há 15 anos, no que ele descreveu como “um dos dias mais sombrios da nossa história”.

Guterres fala durante cerimônia para lembrar o aniversário de 15 anos do ataque terrorista contra a sede da ONU em Bagdá. Foto: ONU/Eskinder Debebe

Chefe da ONU lembra vítimas de atentado que matou Sergio Vieira de Mello

Lembrando os 22 colegas mortos no ataque terrorista contra a sede da ONU em Bagdá 15 anos atrás, entre eles o diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu nesta sexta-feira (17) que os funcionários da Organização prestassem homenagem àqueles que morreram dando andamento à sua missão e continuando a trabalhar em “lugares perigosos com o objetivo de torná-los mais seguros”.

“Eu era pessoalmente próximo de alguns dos colegas (que morreram), incluindo seu chefe, o incomparável Sergio Vieira de Mello”, disse Guterres. “Tive a oportunidade de ficar em estreito contato com ele durante seu trabalho no Timor Leste, onde teve papel essencial em garantir a liberdade da população do país e uma transição suave para a soberania”.

Famílias deslocadas da cidade de Quneitra, sudoeste da Síria, buscam abrigo em áreas e campos abertos. A estimativa é de que 140 mil pessoas estejam deslocadas na região. Foto: UNICEF/Alaa Al-Faqir

Assassinar trabalhadores humanitários é inconcebível, diz coordenador de emergência da ONU

Lembrando nesta sexta-feira (17) todos os trabalhadores humanitários assassinados no cumprimento de seu dever, o coordenador de emergência das Nações Unidas renovou o apelo para que civis e funcionários humanitários em todos os lugares sejam protegidos.

A cada ano, em 19 de agosto, Dia Mundial Humanitário, o mundo presta homenagem aos trabalhadores que distribuem ajuda a comunidades vulneráveis em algumas das crises mais perigosas do planeta.

Este ano, a data também marca o 15º aniversário do ataque terrorista contra a sede da ONU em Bagdá, que matou 22 funcionários, entre eles, o diplomata brasileiro e então chefe do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Sergio Vieira de Mello.

Comemoração do Dia Mundial Humanitário na ONU no Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Brenno Felix

Livro e documentário sobre Sergio Vieira de Mello são lançados no Rio

A contribuição do diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello para os direitos humanos e o trabalho humanitário globalmente foi tema do livro e do documentário “Sergio Vieira de Mello: o legado de um herói brasileiro”, lançados nesta quinta-feira (16) no Rio de Janeiro.

Morto em 19 de agosto de 2003, em um atentado terrorista em Bagdá, Sergio Vieira de Mello atuou durante mais de 30 anos nas Nações Unidas, tendo como última função o cargo de alto-comissário da ONU para os direitos humanos e de chefe da missão da Organização no Iraque.

A data da morte do diplomata foi escolhida pela ONU como o Dia Mundial Humanitário, lembrado anualmente.

Zeid Ra’ad Al Hussein em reunião com líderes indígenas da Guatemala em novembro de 2017. Foto: ACNUDH

ENTREVISTA: ‘Defenda as pessoas, não os Estados’, diz alto-comissário da ONU em fim de mandato

Nos últimos quatro anos, Zeid Ra’ad Al Hussein, alto-comissário da ONU para os direitos humanos, têm pressionado governos no mundo todo, exposto violações dos direitos humanos e defendido firmemente os direitos das vítimas. Ele está no fim de seu mandato, e será substituído a partir de setembro pela ex-presidente chilena Michelle Bachelet.

“Governos são mais do que capazes de se defender. Não é meu trabalho defendê-los. Tenho que defender a sociedade civil, os grupos vulneráveis, os marginalizados, os oprimidos. Essas são as pessoas que nós, no nosso escritório, precisamos representar”, declarou, alertando que a “opressão está retornando” globalmente. Leia a entrevista completa.

A ONU Brasil realiza até setembro exposição no Rio com obras do artista paulistano Otávio Roth, que em 1978 criou e imprimiu xilogravuras que ilustram os trinta artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Exposição no Rio reafirma importância da Declaração dos Direitos Humanos 70 anos após adoção

Ao completar 70 anos, a Declaração Universal dos Direitos Humanos permanece necessária e atual em um mundo marcado por crescentes conflitos, desigualdades sociais, racismo, deslocamento forçado e violência, especialmente contra ativistas.

A avaliação é de diplomatas, representantes do Sistema ONU e de organizações da sociedade civil presentes na abertura da exposição de xilogravuras do artista plástico brasileiro Otávio Roth, na quarta-feira (8), no Rio de Janeiro. A exposição fica no Centro Cultural Correios até 9 de setembro.