Secretário-geral da ONU

O secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten (arquivo)

O nono secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten

De acordo com a Carta das Nações Unidas, o secretário-geral é o “chefe administrativo” da Organização e deve cumprir “outras funções que lhe são confiadas” pelo Conselho de Segurança, Assembleia Geral, Conselho Econômico e Social e outros órgãos das Nações Unidas.

 

A Carta também diz que o secretário-geral tem o dever de “levar à atenção do Conselho de Segurança qualquer assunto que em sua opinião possa ameaçar a manutenção da paz e segurança internacional”. Saiba mais sobre o tema clicando aqui e confira todas as notícias relacionadas abaixo.

Linha de montagem do Grupo Chrysler, reequipada com mais 1,1 mil robôs na cidade de Sterling Heights, no estado norte-americano do Michigan. Foto: Flickr (CC)/Fiat Chrysler Automobiles (FCA)

Brasil ‘vai ser atropelado’ por revolução digital e automação, avalia especialista

Sem investimentos em educação e infraestrutura, o Brasil “vai ser atropelado” pela revolução digital, avalia o especialista em robótica Edson Prestes. O brasileiro integra o Painel de Alto Nível da ONU sobre Cooperação Digital, que se reúne pela primeira vez nesta segunda-feira (24), em Nova Iorque.

Em entrevista ao Centro de Informação da ONU para o Brasil (UNIC Rio), o pesquisador defende que países em desenvolvimento precisam ter mão de obra qualificada para lidar com a crescente automação do setor produtivo.

Pombas brancas voam ao redor da mesquita de Hazrat-i-Ali, na cidade de Mazar-i-Sharif, no Afeganistão, em comemoração do Dia Internacional da Paz organizada pela Missão de Assistência da ONU no Afeganistão (UNAMA), em 2007. Foto: ONU/Helena Mulkerns

ONU diz que direitos humanos são caminho para ‘paz duradoura’ no mundo

Em mensagem para o Dia Internacional da Paz, lembrado neste 21 de setembro, o secretário-geral da ONU, António Guterres, lembrou o 70º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrado neste ano, e disse que os valores do documento podem assegurar a paz duradoura no mundo.

Também por ocasião da data, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, alertou para a proliferação do populismo e do extremismo, que constituem um obstáculo aos ideais de paz e direitos universais.

Às vésperas da Assembleia Geral, chefe da ONU busca compromisso renovado com regras e valores globais

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu nesta quinta-feira (20) um “compromisso renovado com uma ordem global baseada em regras” e com as Nações Unidas, destacando os principais temas a serem discutidos durante as reuniões de alto nível da Assembleia Geral, a partir de segunda-feira (24), em Nova Iorque.

Em coletiva de imprensa para jornalistas da sede da ONU, Guterres disse que, com 84 chefes de Estado e 44 chefes de governo participando dos debates gerais na semana que vem, a ONU mostra que ainda é “o fórum indispensável para a cooperação internacional”.

A equatoriana María Fernanda Espinosa, presidente da 73ª sessão da Assembleia Geral da ONU, fala ao plenário no primeiro dia de reunião em Nova Iorque. Foto: ONU/Loey Felipe

Nova presidente da Assembleia Geral pede ONU mais próxima das pessoas

A nova sessão da Assembleia Geral da ONU foi aberta nesta terça-feira (18) com sua presidente prometendo usar seu mandato de um ano para levar a organização global para mais perto das pessoas, fortalecendo o apoio e o sentido de pertencimento às Nações Unidas.

Em seu primeiro discurso como presidente da Assembleia Geral, ocorrido durante sua 73ª sessão, a equatoriana María Fernanda Espinosa disse que a necessidade de uma liderança global mais forte a serviço do multilateralismo, para garantir sociedades mais pacíficas, igualitárias e sustentáveis, permeará seu trabalho.

Espinosa, que foi eleita presidente da Assembleia Geral em junho, sucede Miroslav Lajčák, presidente da 72ª sessão. Ela é a quarta mulher a ocupar o cargo na história da organização internacional, e a primeira mulher latino-americana.

Vacina BCG, utilizada contra a tuberculose, é preparada em centro de saúde em Bougouni, no Mali, em março de 2018. Foto: UNICEF/Ilvy Njiokiktjien

Países não estão fazendo o suficiente para acabar com tuberculose, diz relatório da OMS

Os países não estão fazendo o suficiente para acabar com a tuberculose — a doença infecciosa mais letal do mundo — até 2030, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira (18), ao lançar o mais recente relatório global sobre o tema.

O documento mostra que a disparidade geográfica é gritante, com 500 casos de tuberculose para cada 100 mil habitantes em países incluindo Moçambique, Filipinas e África do Sul; e menos de dez para cada 100 mil pessoas em países de alta renda.

Devastação em bairro de Idlib, na Síria, em setembro de 2018. Foto: PMA

Síria: ONU elogia acordo que estabelece zona desmilitarizada em Idlib

O acordo entre Turquia e Rússia para criar uma zona desmilitarizada em Idlib com o objetivo de proteger civis que vivem na cidade do noroeste da Síria foi elogiado nesta terça-feira (18) pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, e pelo chefe humanitário da Organização. Eles pediram que as partes em conflito garantam a efetividade do pacto.

O acordo, fechado pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, e pelo presidente russo, Vladimir Putin, na segunda-feira (17), tem como objetivo evitar uma operação militar de retomada da região que poderia se transformar em um “banho de sangue”, segundo disse o chefe da ONU na semana passada.

Menino em escola atacada em Idlib, na Síria, em 2016. Foto: UNICEF

Síria: chefe da ONU adverte que ofensiva em Idlib pode desencadear ‘catástrofe humanitária’

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, expressou na quarta-feira (29) uma profunda preocupação com o crescente risco de uma catástrofe humanitária no caso de uma operação militar em grande escala na província de Idlib, na Síria.

De acordo com um comunicado emitido por seu porta-voz, Guterres disse que “qualquer uso de armas químicas é totalmente inaceitável”, acrescentando que “apela urgentemente ao governo da Síria e a todas as partes para que exerçam moderação e priorizem a proteção de civis”.

USO DE LOGOMARCAS DA ONU

A logomarca, o nome e as iniciais da Organização das Nações Unidas (ONU) não podem ser usados por instituições externas sem que tenham autorização do secretário-geral da ONU. Já as logomarcas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) podem ser usadas por governos, organizações intergovernamentais, organizações sem fins lucrativos e entidades do setor privado, desde que sigam as orientações gerais de uso e não sejam usadas para fins comerciais.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, fala ao Conselho de Segurança sobre manutenção da segurança e da paz internacional, com foco em mediação e resolução de disputas. Foto: ONU/Evan Schneider

Secretário-geral da ONU diz que complexidade dos conflitos amplia necessidade de mediação inovadora

Como a guerra e a mediação da paz se tornaram cada vez mais complexas, o pensamento inovador é necessário para salvar e melhorar a vida de milhões de pessoas, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, ao Conselho de Segurança na quarta-feira (29).

Segundo o chefe da ONU, um cenário de conflitos em transformação exige pensamento criativo e ousado na mediação internacional.

Para ele, isso significa usar as mídias sociais efetivamente como uma ferramenta para unir comunidades, falar uma só voz e apoiar os esforços de mediação de organizações regionais e sub-regionais. “Pensamento inovador na mediação não é mais uma opção, é uma necessidade”, declarou.

Refugiados rohingya aguardam distribuição de comida no campo de Kutupalong, em Cox's Bazar, Bangladesh. Foto: ACNUR/Andrew Mconnell

Chefe da ONU pede que Conselho de Segurança trabalhe com Mianmar para pôr fim à crise

Apesar dos esforços feitos pelas Nações Unidas no ano passado para ajudar a criar salvaguardas para todas as comunidades no estado de Rakhine, em Mianmar, está claro que as condições ainda não são adequadas para o retorno seguro, voluntário e sustentável dos refugiados rohingya, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, na terça-feira (28).

O chefe da ONU informou o Conselho de Segurança sobre a situação em Mianmar, onde 12 meses atrás uma operação militar no norte do estado de Rakhine provocou um êxodo de refugiados rohingya que rapidamente se tornou uma das piores crises humanitárias e de direitos humanos do mundo.

No Dia Mundial Humanitário, ONU promove campanha para proteger civis em conflitos

Para o Dia Mundial Humanitário, marcado neste domingo (19), ONU produz a primeira petição “viva” de todos os tempos para exigir que líderes mundiais tomem medidas para proteger todos os civis e trabalhadores humanitários presos em zonas de conflito; saiba como participar.

Nesta semana, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, prestou homenagem àqueles que perderam as suas vidas há 15 anos, no que ele descreveu como “um dos dias mais sombrios da nossa história”.

Guterres fala durante cerimônia para lembrar o aniversário de 15 anos do ataque terrorista contra a sede da ONU em Bagdá. Foto: ONU/Eskinder Debebe

Chefe da ONU lembra vítimas de atentado que matou Sergio Vieira de Mello

Lembrando os 22 colegas mortos no ataque terrorista contra a sede da ONU em Bagdá 15 anos atrás, entre eles o diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu nesta sexta-feira (17) que os funcionários da Organização prestassem homenagem àqueles que morreram dando andamento à sua missão e continuando a trabalhar em “lugares perigosos com o objetivo de torná-los mais seguros”.

“Eu era pessoalmente próximo de alguns dos colegas (que morreram), incluindo seu chefe, o incomparável Sergio Vieira de Mello”, disse Guterres. “Tive a oportunidade de ficar em estreito contato com ele durante seu trabalho no Timor Leste, onde teve papel essencial em garantir a liberdade da população do país e uma transição suave para a soberania”.

Famílias deslocadas da cidade de Quneitra, sudoeste da Síria, buscam abrigo em áreas e campos abertos. A estimativa é de que 140 mil pessoas estejam deslocadas na região. Foto: UNICEF/Alaa Al-Faqir

Assassinar trabalhadores humanitários é inconcebível, diz coordenador de emergência da ONU

Lembrando nesta sexta-feira (17) todos os trabalhadores humanitários assassinados no cumprimento de seu dever, o coordenador de emergência das Nações Unidas renovou o apelo para que civis e funcionários humanitários em todos os lugares sejam protegidos.

A cada ano, em 19 de agosto, Dia Mundial Humanitário, o mundo presta homenagem aos trabalhadores que distribuem ajuda a comunidades vulneráveis em algumas das crises mais perigosas do planeta.

Este ano, a data também marca o 15º aniversário do ataque terrorista contra a sede da ONU em Bagdá, que matou 22 funcionários, entre eles, o diplomata brasileiro e então chefe do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Sergio Vieira de Mello.

Menina caminha em rua severamente danificada por ataques de Israel na Faixa de Gaza. (2014) Foto: UNICEF/Eyad El Baba

ONU elogia reabertura de passagem comercial entre Israel e Faixa de Gaza

O secretário-geral da ONU, António Guterres, elogiou nesta quarta-feira (15) a decisão do governo de Israel de reabrir a única passagem comercial funcional entre o país e a Faixa de Gaza, que havia sido fechada à movimentação de mercadorias havia algumas semanas.

As equipes humanitárias da ONU esperam que cerca de 400 caminhões de ajuda consigam chegar a Gaza depois de a passagem de Kerem Shalom ter sido reaberta na manhã desta quarta-feira (15), quase um mês depois de ter sido fechada como resposta a ataques palestinos promovidos a partir do enclave controlado pelos militantes do Hamas e de protestos na fronteira.

Michele Bachelet discursa como presidente do Chile em sessão especial do Conselho de Direitos Humanos da ONU em março de 2017. Foto: ONU/Jean-Marc Ferre

Ex-presidente do Chile é oficialmente nomeada chefe de direitos humanos da ONU

A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou na sexta-feira (10) a nomeação da ex-presidenta do Chile Michelle Bachelet como próxima alta-comissária da ONU para os direitos humanos, a partir de 1º de setembro.

Como este ano marca o 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em um momento em que “o ódio e a desigualdade estão em alta”, o secretário-geral da ONU disse que era essencial ter uma “forte defensora de todos os direitos humanos” no posto, e que não poderia pensar em uma escolha melhor.

Michele Bachelet discursa como presidente do Chile em sessão especial do Conselho de Direitos Humanos da ONU em março de 2017. Foto: ONU/Jean-Marc Ferre

Secretário-geral da ONU indica Michelle Bachelet como alta-comissária de direitos humanos

O secretário-geral da ONU, António Guterres, indicou na quarta-feira (8) a ex-presidente chilena Michelle Bachelet para ocupar o cargo de chefe do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH).

Guterres nomeou Bachelet após amplas consultas com presidentes de grupos regionais de Estados-membros da ONU. O nome de Bachelet será agora analisado pelos 193 países-membros da Assembleia Geral.

Próxima Cúpula Ibero-americana, que terá apoio do PNUD e da SEGIB, acontece na Colômbia. Foto: ACNUR / B. Heger

Em dia internacional, ONU alerta para migração forçada de povos indígenas

Em mensagem para o Dia Internacional dos Povos Indígenas, lembrado em 9 de agosto, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para a migração e o deslocamento, muitas vezes forçado, de povos indígenas dentro de seus países ou através das fronteiras internacionais, por conta de violência, conflitos ou devastações causadas pela mudança climática e pela degradação ambiental.

“Os povos indígenas têm uma profunda conexão espiritual com suas terras e recursos. No entanto, cada vez mais, os indígenas estão migrando dentro de seus países e através das fronteiras internacionais”, disse.

“As razões são complexas e variadas. Alguns estão sujeitos a deslocamento ou realocação sem seu consentimento livre, prévio e informado. Outros estão escapando da violência e do conflito ou da devastação causada pela mudança climática e pela degradação ambiental. Muitos migram em busca de melhores perspectivas e emprego para si e para suas famílias”, afirmou Guterres.

Em Tóquio, chefe da ONU manifesta apoio ao diálogo entre EUA, Japão e Coreia do Norte

Em coletiva de imprensa conjunta em Tóquio nesta quarta-feira (8) com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, o secretário-geral da ONU, António Guterres, elogiou as conversas em andamento entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte, assim como as renovadas iniciativas de diálogo do Japão com o país.

“Como secretário-geral das Nações Unidas, estou obviamente totalmente comprometido com a implementação de todas as resoluções relevantes do Conselho de Segurança sobre a Coreia do Norte”, disse a jornalistas, acrescentando apoiar totalmente as negociações que acontecem com “o objetivo, que todos nós compartilhamos, de ver a total desnuclearização verificável, irreversível, para garantir que a Coreia do Norte seja um membro normal da comunidade internacional em sua região”.

Secretário-geral António Guterres discursa em evento especial sobre terrorismo. Foto: ONU/Eskinder Debebe

Secretário-geral da ONU manifesta preocupação com Venezuela após alegação de atentado

O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou na segunda-feira (6) preocupação com os últimos acontecimentos na Venezuela e disse rejeitar todos os atos de violência no país, segundo seu vice-porta-voz, Farhan Haq.

Segundo agências internacionais, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, afirmou ter sofrido um atentado durante uma cerimônia militar na capital Caracas. Sete soldados ficaram feridos quando, segundo o governo venezuelano, drones explodiram no local em que Maduro discursava.

Civis feridos, que escaparam do bombardeio atômico, reuniram-se no bairro de Miyuki-bashi em Hiroshima, Japão, às 11h da manhã em 6 de agosto de 1945. Foto: ONU/Yoshito Matsushige

ONU alerta para impasse no desarmamento nuclear 73 anos após ataque a Hiroshima

O mundo precisa da liderança moral e contínua do povo de Hiroshima, disse nesta segunda-feira (6) a principal autoridade de desarmamento das Nações Unidas, lembrando o 73º aniversário do bombardeio atômico que devastou a cidade. Ela lamentou que, após décadas de esforços para um mundo livre de armas nucleares, o progresso tenha sido interrompido.

O secretário-geral da ONU viaja nesta segunda-feira (6) para participar da 73ª Cerimônia de Paz de Nagasaki, na quinta-feira (9).

A Cruz Vermelha da Indonésia retira crianças da ilha de Lombok, após forte terremoto em 5 de agosto. Foto: Cruz Vermelha da Indonésia

ONU manifesta pesar após terremoto devastador na Indonésia deixar quase 100 mortos

Após o terremoto de magnitude 7 que atingiu o leste de Lombok, na Indonésia, no domingo (5), o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse estar “entristecido com a devastadora perda de vidas”, feridos e danos causados, em um comunicado divulgado nesta segunda-feira (6).

De acordo com a Autoridade Nacional de Gerenciamento de Desastres da Indonésia, pelo menos 91 pessoas morreram, outras 200 ficaram feridas e milhares foram deslocadas de suas casas. Além disso, milhares de residências foram danificadas e, de acordo com a imprensa internacional, cerca de 10 mil pessoas foram retiradas da ilha.

Homem registra-se para votar pela primeira vez utilizando tecnologia biométrica em Harare, no Zimbábue. Foto: PNUD/Sirak Gebrehiwot

ONU pede fim da violência no Zimbábue após ataques contra manifestantes

Depois da divulgação de notícias sobre ataques a manifestantes que protestavam contra os resultados eleitorais no Zimbábue, a ONU pediu aos líderes do país nesta quarta-feira (1) que rejeitem qualquer forma de violência.

De acordo com a imprensa internacional, pelo menos três manifestantes foram mortos na capital Harare depois que as tropas foram enviadas para reprimir protestos contra os resultados das eleições presidenciais. A violência irrompeu dias após o primeiro pleito geral no país desde que o ex-presidente Robert Mugabe foi pressionado a renunciar no ano passado depois de mais de três décadas no cargo.

Na província de Sindh, no Paquistão, uma mãe tenta proteger sua filha do calor. Foto: PNUD/Hira Hashmey

ONU elogia eleições no Paquistão e reafirma seu compromisso com democracia no país

O secretário-geral da ONU, António Guterres, cumprimentou a população do Paquistão por “exercer seu direito constitucional ao voto” na quarta-feira (25), reafirmando “seu compromisso com um Paquistão democrático”.

Ele disse que a ONU está comprometida a continuar apoiando a Comissão Eleitoral, já que a suave transferência de poder permanecia em dúvida na sexta-feira, com os últimos informes sugerindo que um grupo de partidos políticos paquistaneses estava rejeitando os resultados, alegando manipulação de votos.

Países que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) se comprometeram a combater o tráfico de pessoas. Foto: EBC

Em dia mundial, chefe da ONU pede prioridade para os direitos das vítimas de tráfico humano

Em mensagem para o Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, lembrado nesta segunda-feira (30), o secretário-geral da ONU, António Guterres, chamou atenção para os grupos mais vulneráveis a esse tipo de crime — crianças, jovens, migrantes, refugiados, meninas e mulheres. Dirigente alertou que as vítimas correm risco de sofrerem outras violações, como abusos sexuais e tráfico de órgãos.

Confrontos na Síria deixaram a maior parte do país em ruínas. Foto: ACNUR/Susan Schulman

Secretário-geral da ONU condena ataques terroristas no sudoeste da Síria

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou veementemente nesta quinta-feira (26) os atentados suicidas ocorridos na cidade de Sueida, localizada no sudoeste do país e controlada pelo governo sírio, e que deixaram centenas de mortos e feridos.

De acordo com a imprensa internacional, os ataques foram reivindicados pelo grupo terrorista Estado Islâmico, ou Da’esh, que defende território na região após uma ampla ofensiva do governo.

Secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten

ONU oferece apoio nos esforços de resgate após rompimento de represa no Laos

Após o rompimento de uma represa em uma hidrelétrica em construção ter matado dezenas de pessoas e deixando outras centenas desaparecidas no Laos, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse na terça-feira (24) que a Organização está pronta para apoiar os esforços de resgate e socorro, caso seja solicitado pelas autoridades.

De acordo com informações da imprensa internacional, o colapso da represa provocou enchentes que varreram a província de Attapeu, no sudeste do Laos, cobrindo aldeias e deixando mais de 6 mil pessoas desabrigadas.

Jamie McGoldrick (segundo da esquerda para a direita), vice-coordenador especial da ONU para o processo de paz no Oriente Médio e coordenador humanitário para os Territórios Palestinos Ocupados, visita paciente no hospital de Al-Quds, em Gaza (arquivo). Foto: OCHA/Mustafa El Halabi

Gaza: serviços essenciais estão prestes a ser interrompidos devido à falta de combustível

Os suprimentos de combustível de emergência fornecidos pelas Nações Unidas para instalações essenciais em Gaza estão se esgotando rapidamente, alertou no domingo (22) um importante oficial de ajuda humanitária da ONU.

“Pelo menos um hospital foi forçado a fechar por algumas horas, e os serviços estão sendo drasticamente reduzidos em outros”, disse Jamie McGoldrick, coordenador humanitário do Território Palestino Ocupado.

Nelson Mandela, então vice-presidente do Congresso Nacional Africano, durante discurso no Comitê Especial contra o Apartheid na Assembleia Geral da ONU. Foto: ONU/P. Sudhakaran

ONU lembra 100 anos do nascimento de Mandela com defesa da luta por igualdade

Fazendo um balanço de seu vasto legado para a humanidade, as Nações Unidas lembram nesta quarta-feira (18) os 100 anos de nascimento do ativista anti-Apartheid Nelson Mandela.

“Nelson Mandela foi um grande defensor global da justiça e da igualdade”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em sua mensagem de vídeo para o Dia Internacional de Nelson Mandela, celebrado anualmente em 18 de julho.