Secretário-geral da ONU

O secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten (arquivo)

O nono secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten

De acordo com a Carta das Nações Unidas, o secretário-geral é o “chefe administrativo” da Organização e deve cumprir “outras funções que lhe são confiadas” pelo Conselho de Segurança, Assembleia Geral, Conselho Econômico e Social e outros órgãos das Nações Unidas.

 

A Carta também diz que o secretário-geral tem o dever de “levar à atenção do Conselho de Segurança qualquer assunto que em sua opinião possa ameaçar a manutenção da paz e segurança internacional”. Saiba mais sobre o tema clicando aqui e confira todas as notícias relacionadas abaixo.

Nelson Mandela, então vice-presidente do Congresso Nacional Africano, durante discurso no Comitê Especial contra o Apartheid na Assembleia Geral da ONU. Foto: ONU/P. Sudhakaran

ONU lembra 100 anos do nascimento de Mandela com defesa da luta por igualdade

Fazendo um balanço de seu vasto legado para a humanidade, as Nações Unidas lembram nesta quarta-feira (18) os 100 anos de nascimento do ativista anti-Apartheid Nelson Mandela.

“Nelson Mandela foi um grande defensor global da justiça e da igualdade”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em sua mensagem de vídeo para o Dia Internacional de Nelson Mandela, celebrado anualmente em 18 de julho.

Manifestantes em Manágua participam de protesto pedindo o fim da violência na Nicarágua. O cartaz diz "esta luta é não violenta" em espanhol. Foto: Artículo 66

ONU: Nicarágua precisa impedir assassinatos de manifestantes e buscar solução política

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu na noite de segunda-feira (16) que o governo nicaraguense ponha fim à violência contra manifestantes que custou cerca de 280 vidas e dê início a um diálogo político para acabar com a crise que atinge o país há quase três meses.

Em visita à Costa Rica, Guterres disse que era uma “responsabilidade essencial do Estado proteger seus cidadãos, e esse princípio básico não poderia ser esquecido, especialmente quando, infelizmente, temos um número de mortos absolutamente chocante”.

Ao menos 12 pessoas foram assassinadas durante o último fim de semana no país, a maioria manifestantes atacados por policiais e paramilitares pró-governo. Os protestos começaram em abril como uma rejeição à proposta de reforma previdenciária, mas ganharam corpo e agora exigem a renúncia do presidente Daniel Ortega.

Louise Arbour (esquerda), representante especial do secretário-geral da ONU para a migração internacional; a vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed (centro), e o presidente da 72ª sessão da Assembleia Geral da ONU, Miroslav Lajčák, (direita), participam de evento especial para aprovação do texto do pacto global para a migração. Foto: ONU/Mark Garten

Estados-membros da ONU aprovam primeiro pacto global sobre migração

Pela primeira vez, os Estados-membros das Nações Unidas concordaram com um Pacto Global abrangente para gerenciar melhor a migração internacional, enfrentar seus desafios, fortalecer os direitos dos migrantes e contribuir para o desenvolvimento sustentável.

Depois de mais de um ano de discussões e consultas entre Estados-membros, autoridades locais, sociedade civil e migrantes, o texto do Pacto Global por uma Migração Ordenada, Regular e Segura foi finalizado nesta sexta-feira (13).

Centenas de refugiados e migrantes a bordo de um barco de pesca momentos antes de serem resgatados pela Marinha italiana, como parte de sua operação Mare Nostrum, de junho de 2014. Foto: Marinha italiana/Massimo Sestini

Chefe da ONU diz que migração não é crime e cobra apoio a novo pacto global

O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou nesta quinta-feira (12), em Nova Iorque, que migrar não é crime e sim, um “motor de crescimento” das economias de todo o mundo. Em coletiva de imprensa, o chefe da Organização pediu apoio da comunidade internacional ao novo pacto global sobre migração segura, ordenada e regular. Amanhã (13), o documento será avaliado para aprovação pela Assembleia Geral.

Crianças rohingya aguardam distribuição de assistência humanitária em Cox's Bazar, em Bangladesh. Foto: UNICEF/Patrick Brown

ARTIGO: os rohingya são vítima de limpeza étnica; o mundo está falhando

Em artigo publicado no jornal The Washington Post, o secretário-geral da ONU, António Guterres, fala sobre os relatos assustadores que ouviu este mês em Bangladesh por parte de refugiados rohingya, que fugiram da violência generalizada no estado de Rakhine, em Mianmar.

“Os abusos sistemáticos dos direitos humanos pelas forças de segurança em Mianmar no ano passado foram projetados para incutir terror na população rohingya, deixando-a com uma escolha terrível — ficar, temendo a morte, ou deixar tudo para sobreviver”, disse Guterres. Leia o artigo completo.

Homem próximo a sua casa destruída em Baga, estado de Borno, na Nigéria, após os intensos combates entre as forças militares da Nigéria, Níger e Chade e o Boko Haram. Foto: IRIN/Aminu Abubakar

Chefe da ONU diz que combate ao terrorismo na África traz proteção para cidadãos de todo mundo

Em Adis Abeba, na Etiópia, para a conferência anual da ONU e da União Africana, o secretário-geral António Guterres cobrou na segunda-feira (9) mais apoio da comunidade internacional para a África, sobretudo nas áreas de combate ao terrorismo. Dirigente lembrou que a ascensão de grupos armados, como o Boko Haram, trouxe desafios de segurança que não podem ser enfrentados com abordagens tradicionais de promoção da paz.

Famílias deslocadas da área rural de Quneitra, sudoeste da Síria, para áreas próximas às colinas de Golã. Famílias estão buscando abrigo em áreas abertas e passam por necessidade de abrigo. Foto: UNICEF/Alaa Al-Faqir

Síria: ONU pede que Jordânia abra suas fronteiras para proteger civis do fogo cruzado

O chefe da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) apelou na quinta-feira (5) para que a Jordânia abra sua fronteira com o sudoeste da Síria para ajudar a proteger cerca de 750 mil civis que estão em meio ao fogo cruzado e a ataques aéreos.

“Mais de 320 mil pessoas estão desalojadas e a maioria vive em condições precárias e inseguras, incluindo cerca de 60 mil pessoas acampadas na fronteira entre Nasib e Jaber, na Jordânia”, disse Filippo Grandi, alto-comissário das Nações Unidas para os refugiados.

Sede da ONU. Foto: Elif Gulec/ONU

ONU promove conferência de organizações não governamentais em Nova Iorque

A ONU realizará nos próximos dias 22 e 23 de agosto, na sua sede em Nova Iorque, a 67ª edição da Conferência da ONU de organizações não governamentais (ONG), do Departamento de Informação Pública (DPI) das Nações Unidas.

A conferência oferece às ONGs em todo o mundo a oportunidade de colocar uma perspectiva global sobre uma questão específica, de interagir e inspirar com exemplos de inovação, bem como destacar o valor das parcerias nas comunicações globais. Saiba aqui como sua organização pode participar.

António Guterres se encontra com autoridades russas. Foto: Ministério das Relações Exteriores da Rússia

ONU destaca importância do multilateralismo para enfrentar desafios globais

O secretário-geral da ONU, António Guterres, reconheceu o multilateralismo como a chave para vencer os desafios dramáticos que o mundo enfrenta, como a mudança climática e o terrorismo: “Nós precisamos de uma abordagem global que reafirme a importância do multilateralismo e a importância de um conjunto de relações internacionais baseadas em regras, no Estado de Direito e de acordo com a Carta da ONU”.

Placa do lado de fora de um hospital em Monróvia, capital da Libéria, alerta aos pacientes para que não subornem médicos por seus serviços. O hospital financiado pelo UNICEF oferece cuidados gratuitamente. Foto: UNICEF/Pirozzi

Combate à corrupção ‘do topo para baixo’ é essencial, diz chefe da ONU

Corrupção e cumplicidade não conhecem fronteiras geográficas. De acordo com representantes das Nações Unidas, os frágeis são aqueles que mais sofrem com as consequências da prática.

“A sociedade não pode funcionar de maneira igualitária e eficiente quando oficiais públicos – desde médicos até policiais, passando por juízes e políticos – enriquecem em vez de realizarem seus deveres com integridade”, disse António Guterres, secretário-geral da ONU.

Crianças coletam água limpa e segura no campo de Kyein Ni Pyin, que abriga quase 6 mil rohingya deslocados pela violência no estado de Rakhine, em Mianmar. Foto: UNICEF/Thame

Chefe de direitos humanos da ONU pede investigação do TPI sobre crise rohingya em Mianmar

As autoridades de Mianmar deveriam ter vergonha depois de tentar convencer o mundo de que estão tentando receber de volta centenas de milhares de refugiados que fugiram de uma campanha de “limpeza étnica” no ano passado, dado que nenhum retornou oficialmente ao país, disse o chefe de direitos humanos da ONU nesta quarta-feira (4).

Falando ao Conselho de Direitos Humanos da ONU após uma atualização sobre a crise de refugiados que viu mais de 700 mil rohingya fugirem de Mianmar a Bangladesh para escapar de uma onda de violência por parte das forças militares, Zeid pediu que o Conselho de Segurança encaminhe o país ao Tribunal Penal Internacional (TPI) imediatamente.

O secretário-geral da ONU, António Guterres (esquerda), fala em reunião da Assembleia Geral sobre a responsabilidade dos países de prevenir genocídios, crimes contra a humanidade e crimes de guerra. Foto: ONU/Loey Felipe

‘Todas as atrocidades podem ser evitadas’ e nunca justificadas, diz chefe da ONU

Atrocidades como genocídio, crimes contra a humanidade, crimes de guerra e limpezas étnicas não são “inevitáveis”, disse o chefe das Nações Unidas na semana passada (25), enfatizando que a comunidade internacional precisa fazer mais para acabar com a violência contra inocentes.

A “responsabilidade de proteger”, conhecida como R2P, se refere à obrigação dos Estados de proteger suas populações e todas as populações em risco de genocídio e outros crimes de guerra.

Chefe da ONU ouve relatos de sofrimento de refugiados rohingya durante visita a Bangladesh

O secretário-geral da ONU, António Guterres, visitou campos de refugiados rohingya em Bangladesh nesta segunda-feira (2), declarando que não estava preparado para a escala da crise e a extensão do sofrimento que presenciou no local.

Falando à imprensa em Cox’s Bazar, região do sul de Bangladesh onde aproximadamente 1 milhão de rohingya estão vivendo sob constante risco de inundações e deslizamentos, Guterres disse que a violência que enfrentaram em Mianmar desde agosto do ano passado foi uma das histórias mais trágicas de “violação sistemática” dos direitos humanos já registradas.

Mulher rohingya atravessa fronteira entre Mianmar e Bangladesh, próximo ao vilarejo de Anzuman Para, em Palong Khali. Foto: ACNUR/Roger Arnold

ONU mobiliza esforços para apoiar refugiadas rohingya vítimas de violência sexual

No Dia Internacional para Eliminação da Violência Sexual em Conflito, lembrado na semana passada (19), as agências das Nações Unidas em Bangladesh alertaram para a situação dos refugiados rohingya de Mianmar, incluindo milhares de vítimas de violência sexual.

Pessoas da etnia rohingya, formada principalmente por muçulmanos, começaram a fugir do estado de Rakhine, em Mianmar, em agosto do ano passado, após uma onda de repressão militar do exército birmanês, que incendiou vilarejos, matou civis e estuprou meninas e mulheres.

Secretário-geral da ONU pediu compromisso dos países no combate à tortura. Foto: Justin Norman/Flickr (CC)

ONU diz que prática da tortura é ‘absolutamente inaceitável e nunca poderá ser justificada’

Para marcar o Dia Internacional de Apoio às Vítimas de Tortura, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, divulgou uma nota na terça-feira (26) reiterando que a tortura é absolutamente inaceitável e nunca poderá ser justificada.

Em sua mensagem, Guterres disse que a proibição da prática da tortura é um princípio fundamental, inclusive de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos. “Muito já foi alcançado na luta contra essa e outras punições e tratamentos cruéis, mas é preciso mais ação para erradicar completamente essa prática”, afirmou.

No nordeste da Nigéria, meninas preparam alimentos. A crise causada pela milícia Boko Haram ameaça minar o desenvolvimento regional. Foto: UNFPA Nigéria/Ololade Daniel

Nigéria: chefe da ONU condena ataques atribuídos ao Boko Haram

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou os atentados perpetrados no início deste mês (16) por supostos integrantes do grupo islâmico radical Boko Haram, na região nordeste da Nigéria.

De acordo com relatos da imprensa internacional, as explosões aconteceram na área do governo local de Damboa, no estado de Borno, e dezenas de pessoas morreram.

A suspeita é que os ataques do grupo extremista tenham sido motivados pelo Eid al-Fitr – a “celebração do fim do jejum”, comemorada por muçulmanos em 14 e 15 de junho.

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. Foto: ONU/Eskinder Debebe

ARTIGO: Unindo o mundo contra o terrorismo

Em artigo, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirma que o terrorismo é uma ameaça global persistente e progressiva, da qual nenhum país está imune. Nesse cenário, ele afirma que a resposta dos países precisa ser ágil e diversificada.

“É por isto que estou realizando a primeira e inédita Conferência de Alto Nível das Nações Unidas em Contraterrorismo nesta semana em Nova Iorque. Chefes de agências nacionais de contraterrorismo e representantes de instituições internacionais e da sociedade civil discutirão como aprimorar a cooperação internacional e construir novas parcerias”, disse. Leia o artigo completo.

Secretário-executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Carlo Pereira, um dos dois brasileiros nomeados para o conselho global da iniciativa. O outro é o fundador e copresidente do Conselho de Administração da empresa brasileira Natura, Guilherme Peirão Leal. Foto: Rede Brasil do Pacto Global

Brasileiros são nomeados para conselho do Pacto Global, iniciativa empresarial da ONU

Foram anunciados nesta quarta-feira (20), em Nova Iorque, os novos membros do conselho do Pacto Global da ONU, instância máxima responsável por definir as estratégias e políticas da iniciativa empresarial das Nações Unidas.

Entre eles estão o secretário-executivo da Rede Brasil do Pacto Global, Carlo Pereira, e o fundador e copresidente do Conselho de Administração da empresa brasileira Natura, Guilherme Peirão Leal.

Mulheres e crianças aguardam ajuda em Cox's Bazar, Bangladesh, onde 1 milhão de refugiados rohingya vivem atualmente. Foto: OIM/Olivia Headon

Chefe da ONU pede ‘solidariedade, compaixão e ação’ no Dia Mundial do Refugiado

Com mais de 68 milhões de pessoas no mundo todo deslocadas devido a conflitos e perseguições — quase o equivalente à população da Tailândia — o chefe das Nações Unidas pediu unidade e solidariedade como um primeiro passo para apoiá-las.

O apelo do secretário-geral da ONU, António Guterres, foi feito em mensagem de vídeo para o Dia Mundial do Refugiado, lembrado anualmente em 20 de junho.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, no Conselho de Segurança. Foto: ONU/Loey Felipe

Após saída dos EUA, ONU diz que Conselho tem importante papel na defesa dos direitos humanos

Em resposta à saída dos Estados Unidos na terça-feira (19) do Conselho de Direitos Humanos da ONU, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que preferiria que o país permanecesse no órgão.

Em comunicado emitido pelo porta-voz Stéphane Dujarric, o chefe da ONU disse que o órgão com sede em Genebra era parte da “arquitetura” de direitos humanos das Nações Unidas, que tem papel importante na promoção e proteção dos direitos humanos no mundo todo.

Número crescente de conflitos mostra que prevenção é mais necessária do que nunca, diz Guterres

Com a alta de dez vezes do número de pessoas mortas em conflitos armados desde 2005, a ação preventiva é “mais necessária do que nunca”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta terça-feira (19).

“O número de países em conflitos violentos é o maior dos últimos 30 anos. Se comparamos com 2007 e consideramos o número de situações violentas que podem ser qualificadas como guerras de acordo com o número de mortes, eles triplicaram”, disse.

O chefe de direitos humanos da ONU, Zeid Ra'ad Al Hussein, também manifestou profunda preocupação com a política de proteção de fronteiras adotada recentemente pelos Estados Unidos, que forçou milhares de crianças migrantes a serem separadas de seus pais. Foto: UNICEF

ONU diz que as crianças migrantes não podem ser separadas de seus pais

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse nesta segunda-feira (18) que os refugiados e migrantes devem ser tratados com respeito e dignidade, criticando políticas migratórias que separam crianças de seus pais.

“Como questão de princípio, o secretário-geral (da ONU) acredita que os refugiados e migrantes devem ser sempre tratados com respeito e dignidade, e de acordo com a lei internacional existente. As crianças não podem ser traumatizadas ao serem separadas de seus pais. A unidade familiar precisa ser preservada”, disse o porta-voz do secretário-geral da ONU.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, conversa com jornalistas durante coletiva de imprensa na sede da ONU. Foto: ONU / Evan Schneider

Secretário-geral da ONU inicia contagem regressiva para Dia Internacional da Paz

As Nações Unidas começam na quarta-feira (13) a contagem regressiva de 100 dias para o Dia Internacional da Paz, celebrado anualmente em 21 de setembro. O secretário-geral da ONU divulgou uma nota afirmando que a data “incorpora nossa aspiração comum de acabar com o conflito em todas as suas formas”.

O Dia Internacional da Paz, celebrado todos os anos em 21 de setembro, incorpora nossa aspiração comum de acabar com o conflito em todas as suas formas e salvaguardar os direitos humanos de todas as pessoas.

Crianças albinas sofrem perseguição em países do sul da África. Foto: UNICEF/Patricia Willocq

ONU alerta para estigma e exclusão social contra pessoas albinas

Hoje, 13 de junho, é Dia Internacional de Conscientização sobre o Albinismo.
Em algumas comunidades do Burundi, Malauí e Tanzânia, pessoas albinas são vítimas de criminosos que as mutilam para vender partes de seus corpos, considerados sagrados ou mágicos. Órgãos e membros de indivíduos com albinismo chegam a ser comercializados num mercado ilegal extremamente lucrativo: braços e pernas podem custar 2 mil dólares, enquanto que um corpo inteiro chega a 75 mil dólares.

Foto: ONU

Prevenção é essencial para quebrar ciclo de transmissão do HIV, diz chefe da ONU

O debate deste ano das Nações Unidas sobre as melhores formas de combater o HIV e a AIDS lembrou que, enquanto o progresso está sendo atingido, este permanece “desigual e frágil”, com muitos obstáculos pela frente.

“O mundo está fazendo um bom progresso para acabar com a epidemia de AIDS até 2030”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, à Assembleia Geral da ONU na terça-feira (12), citando a necessidade de testes de HIV, tratamento e terapia anti-retroviral mais acessíveis.

“Mas o progresso é desigual e frágil”, acrescentou. “Em todos os continentes, as populações-chave com maior risco de infecção continuam a ficar mais e mais para trás”.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, é cumprimentado por oficiais ao chegar ao Canadá para a cúpula do G7. Foto: G7 Canadá/Xavier Dachez

Enfrentamos emergência global nos oceanos, diz chefe da ONU na cúpula do G7

A menos que uma mudança ocorra, a quantidade de lixo plástico nos oceanos do mundo irá superar o número de peixes que vivem neles até 2050, disse o secretário-geral da ONU no sábado (9), declarando que o mundo enfrenta agora uma “emergência global” nos oceanos.

“Os fatos estão claros. Nossos oceanos estão uma bagunça”, disse António Guterres durante evento na cúpula do G7 — grupo composto por Alemanha, Japão, Canadá, Estados Unidos, França, Itália e Reino Unido — que ocorreu em Charlevoix, Canadá.

Refugiados e migrantes no Mediterrâneo são resgatados pela Aquarius, embarcação operada pelo ONG SOS Mediterranée. Foto: Karpov/SOS MEDITERRANEE

Após decisão da Itália, chefe da ONU diz que proteção de refugiados na Europa pode estar enfrentando restrições

“Eu sempre estive extremamente preocupado com o fato de que o espaço para a proteção de refugiados na Europa pode estar diminuindo”, alertou nesta segunda-feira (11), em Nova Iorque, o secretário-geral da ONU, António Guterres, após ser questionado por repórteres sobre a decisão da Itália de fechar seus portos ao navio Aquarius. Embarcação transporta 629 migrantes e refugiados, incluindo mais de cem crianças, resgatados no Mediterrâneo no último sábado (9).

Sede da ONU em NY. Foto: ONU/Rick Bajornas.

PNUD anuncia quatro novos membros de sua equipe de líderes

O administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Achim Steiner, saudou na terça-feira (5) a nomeação, pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, de quatro pessoas de nível sênior (três mulheres e um homem) para compor o time de lideranças da agência da ONU.

Ahunna Eziakonwa, da Nigéria, dirigirá o Escritório Regional para a África; Ulrika Modeér, da Suécia, o Escritório de Relações Externas e Advocacy; Asako Okai, do Japão, liderará a Unidade de Resposta a Crises; e Luis Felipe Lopez-Calva, do México, dirigirá o Escritório Regional para a América Latina e o Caribe.

Secretário-geral da ONU, António Guterres (ao centro), fala à Assembleia Geral em discurso sobre o reposicionamento do sistema de desenvolvimento da ONU. À sua esquerda, a vice-secretária-geral, Amina Mohammed, e à sua direita, o presidente da Assembleia Geral, Miroslav Lajčák. Foto: ONU/Eskinder Debebe

Países apoiam reforma ‘ambiciosa e abrangente’ do sistema de desenvolvimento da ONU

A Assembleia Geral das Nações Unidas apoiou um novo plano para tornar o desenvolvimento sustentável uma realidade. A estratégia foi descrita pelo secretário-geral da organização, António Guterres, como “a mais ambiciosa e abrangente transformação do sistema de desenvolvimento da ONU em décadas”.

Guterres afirmou que o pacote de reformas abre caminho para uma nova era de “soberania nacional” em relação ao desenvolvimento, em um processo apoiado por todo o Sistema ONU.

Moradores de Watamu, no Quênia, trabalham coletando plástico nas praias. Foto: ONU Meio Ambiente/Cyril Villemain

Mundo está sendo ‘inundado’ por lixo plástico, diz secretário-geral da ONU

O mundo deve se unir para “vencer a poluição por plástico”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em mensagem para o Dia Mundial do Meio Ambiente, lembrando que as partículas de microplástico hoje presentes no oceano “superam as estrelas de nossa galáxia”.

“Nosso mundo está sendo inundado por resíduos plásticos prejudiciais”, afirmou. “Todos os anos, mais de 8 milhões de toneladas acabam nos oceanos”.

Gastos militares são 80 vezes maiores que os humanitários; ONU lança plano de desarmamento

O secretário-geral da ONU, António Guterres, anunciou um novo plano para o desarmamento global. A estratégia tem como objetivo auxiliar no processo de eliminação de arsenais de armas nucleares e de outros tipos de armamentos letais. Segundo Guterres, o mundo está a apenas “um erro mecânico, eletrônico e humano” da destruição.

“A ONU foi criada com o objetivo de eliminar a guerra como um instrumento de política internacional”, afirmou o chefe da ONU, ao revelar a nova agenda, intitulada ‘Assegurando nosso futuro comum’. No entanto, acrescentou, “após mais de sete décadas, nosso mundo está mais perigoso do que nunca”.

Em 2017, mais de US$ 1,7 trilhão foram investidos em armas e no subsídio a exércitos, os maiores índices desde a queda do Muro de Berlim, 80 vezes mais que o financiamento humanitário básico em todo o planeta.

Guterres cumprimenta oficial da MINUSMA em cerimônia para marcar o Dia Internacional dos Trabalhadores das Forças de Paz, 29 de maio. Foto: MINUSMA

No dia das forças de paz, secretário-geral da ONU homenageia militares no Mali

Em visita ao Mali para o Dia Internacional dos Trabalhadores das Forças de Paz, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse “ter orgulho de ser colega” dos soldados que servem sob a bandeira da Organização, no país e em outras partes do mundo. Dirigente reconheceu que as circunstâncias na nação africana são “extremamente perigosas” e prometeu melhorias em treinamentos, equipamentos e capacidades operacionais.