Secretário-geral da ONU

O secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten (arquivo)

O nono secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten

De acordo com a Carta das Nações Unidas, o secretário-geral é o “chefe administrativo” da Organização e deve cumprir “outras funções que lhe são confiadas” pelo Conselho de Segurança, Assembleia Geral, Conselho Econômico e Social e outros órgãos das Nações Unidas.

 

A Carta também diz que o secretário-geral tem o dever de “levar à atenção do Conselho de Segurança qualquer assunto que em sua opinião possa ameaçar a manutenção da paz e segurança internacional”. Saiba mais sobre o tema clicando aqui e confira todas as notícias relacionadas abaixo.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, durante reunião do Conselho de Segurança sobre a situação no Oriente Médio. Foto: ONU/Loey Felipe

Chefe da ONU diz não haver alternativa à solução de dois Estados entre Israel e Palestina

Depois de mais de um século de hostilidades incluindo 50 anos de contínua ocupação militar, israelenses e palestinos ainda não estão perto da paz, disse um enviado especial das Nações Unidas nesta terça-feira (20), alertando que, enquanto muitos na região estão perdendo a esperança em uma mudança positiva, os inimigos da paz estão cada vez mais confiantes.

Também presente em reunião do Conselho de Segurança, o secretário-geral da ONU, António Guterres, enfatizou o apoio da Organização para uma solução de dois Estados, declarando que “não há plano B”.

ONU pede combate à evasão fiscal para financiamento dos objetivos globais. Foto: Agência Brasil

ONU chama países em desenvolvimento a combater a evasão fiscal em prol dos objetivos globais

Os países precisam fortalecer a efetividade de seus regimes tributários para liberar recursos domésticos necessários para garantir a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e promover o crescimento econômico inclusivo, disseram na sexta-feira (16) as Nações Unidas e as principais organizações econômicas e financeiras internacionais.

“Peço à comunidade internacional que estabeleça mecanismos eficazes para combater a evasão fiscal, a lavagem de dinheiro e os fluxos financeiros ilícitos, para que os países em desenvolvimento possam mobilizar melhor seus próprios recursos”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Secretário-geral da ONU, António Guterres (esquerda), e o presidente do COI, Thomas Bach, durante coletiva de imprensa em Pyeongchang, Coreia do Sul. Foto: ONU

Mensagem olímpica da paz é universal, diz chefe da ONU em Pyeongchang

Enquanto o mundo se reúne para as Olimpíadas de Inverno, que começaram na sexta-feira (9) em Pyeongchang, na Coreia do Sul, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu que todos reconheçam e promovam a mensagem universal dos Jogos de paz e tolerância.

“O espírito olímpico permite que pessoas de todo o mundo se unam para respeitar umas às outras, defender os valores de tolerância, entendimento mútuo, que são elementos básicos para uma paz possível”, disse Guterres a jornalistas em Pyeongchang.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, se encontra com pessoas internamente deslocados em Bangassou, República Centro-Africana, em outubro de 2017. Foto: ONU/Eskinder Debebe

ONU amplia parceria com a União Africana; líderes discutem paz, segurança e combate à corrupção

Parceria com a União Africana vai envolver diálogo com Conselho de Segurança e países que contribuem com fundos e forças de paz. Secretário-geral da ONU, António Guterres, participou de Cúpula dos líderes africanos em Adis Abeba, onde assinou acordo ampliando a cooperação com a organização regional.

As situações urgentes são Sudão do Sul, República Democrática do Congo, República Centro-Africana e Mali. De acordo com a ONU, os respectivos mandatos devem ser mais específicos, além de apoiar soluções políticas e a proteção dos civis.

Secretário-geral da ONU fala durante abertura do Fórum Global sobre Engajamento e Empoderamento para o Desenvolvimento Sustentável, realizado na Universidade de Yonsei, em Seul. Foto: ONU/Mark Garten

Em Seul, chefe da ONU diz que objetivos globais precisam ser caminho para globalização justa

O secretário-geral da ONU, António Guterres, enfatizou na quinta-feira (8) a importância do engajamento e do empoderamento para transformar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) em benefícios para todas as pessoas no mundo, e pediu para todos os setores das sociedades se envolvam ativamente nessa empreitada.

Guterres também alertou sobre a crescente desigualdade no mundo todo, e disse que esse sentimento de “ser deixado para trás” mina a confiança das pessoas, comunidades e regiões nos governos, assim como em organizações internacionais como a ONU.

Secretário-geral da ONU pediu que países do mundo observem a trégua olímpica. Foto: ONU

Chefe da ONU diz que chama olímpica deve ser ‘farol para a solidariedade humana’

Esta semana o mundo se reunirá em PyeongChang, na Coreia do Sul, para os Jogos Olímpicos de Inverno, no que o secretário-geral da ONU, António Guterres, chamou de “espírito olímpico, respeito mútuo e competição amigável”.

Uma antiga tradição grega denominada “ekekheiria”, ou “trégua olímpica”, começou no século 8 a.C., e serve como um princípio sagrado dos Jogos Olímpicos. O Comitê Olímpico Internacional renovou sua tradição em 1992, pedindo que todas as nações observassem a trégua.

Vista aérea de Malé, capital das Maldivas. Foto: Nattu

ONU alerta para ‘completo ataque contra a democracia’ nas Maldivas

A declaração de estado de emergência nas Maldivas pelo presidente Abdulla Yameen e a resultante suspensão das garantias constitucionais destruíram o sistema de pesos e contrapesos e a separação de poderes necessária para qualquer democracia funcional, levando potencialmente a um maior número de violações dos direitos da população do país, disse nesta quarta-feira (7) o alto-comissário da ONU para os direitos humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein.

“O presidente Yameen, francamente, usurpou a autoridade das instituições de Estado de Direito do país e sua capacidade de trabalhar de maneira independente do Executivo”, disse Zeid. “As Maldivas viram nos últimos anos ataques contra oponentes políticos, jornalistas, sociedade civil e defensores dos direitos humanos, e o que está acontecendo agora é o equivalente a um completo ataque contra a democracia”.

Refugiados da Palestina em abrigos temporários construídos pela UNRWA. Foto: UNRWA/Taghrid Mohammad

Solução de dois Estados é mais importante do que nunca no Oriente Médio, diz secretário-geral da ONU

O consenso internacional sobre uma solução de dois Estados para acabar com o conflito entre Israel e Palestina pode erodir “em um momento em que é mais importante do que nunca”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta terça-feira (6), chamando a “questão palestina” de um dos temas não resolvidos há mais tempo na agenda das Nações Unidas.

Após décadas, “a convergência e o consenso global podem estar ruindo, tornando a ação conjunta mais difícil”, enfatizou Guterres, lembrando que a expansão ilegal de assentamentos na Cisjordânia ocupada é “um importante obstáculo para a paz” que precisa ser “interrompida e revertida”.

Latifatou Compaoré , de 14 anos, foi salva da mutilação genital feminina por sua mãe, uma vítima dessa prática que se recusou a deixar sua filhar ser submetida ao procedimento. Foto: UNFPA/Luca Zordan

Cerca de 68 milhões de meninas e mulheres sofrerão mutilação genital até 2030, diz Fundo de População da ONU

Caso nada seja feito, as estimativas atuais de 3,9 milhões de meninas mutiladas por ano subirão para 4,6 milhões. Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) divulgou dados atualizados sobre essa forma de violência nesta terça-feira (6), Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina.

Data mobilizou dirigentes da ONU, como o secretário-geral António Guterres, a enviada para Juventude, Jayathma Wickramanayake, e a diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, que condenaram a prática.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, durante coletiva de imprensa na sede da ONU. Foto: ONU/Mark Garten

ONU não vai tolerar assédio sexual na organização, diz António Guterres

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que as Nações Unidas não tolerarão o assédio sexual “a qualquer tempo e em qualquer lugar” dentro da organização.

Segundo Guterres, o assédio sexual está enraizado nos desequilíbrios de poder históricos entre homens e mulheres. O chefe da ONU disse que tem plena consciência da cultura machista que permeia os governos, o setor privado, as organizações internacionais e mesmo áreas da sociedade civil.

Uma das medidas das Nações Unidas já foi colocada em prática: pela primeira vez na história, as mulheres são maioria nos cargos de direção do Secretariado da ONU.

Manifestantes em Kinshasa, na República Democrática do Congo. Imagem de 2016. Foto: IRIN/Habibou Bangré

ONU critica resposta do governo a protestos na República Democrática do Congo

Em meio a uma onda de protestos na República Democrática do Congo que deixaram pelo menos seis mortos no último final de semana (21), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu às forças de segurança do país que respeitem as liberdades de expressão e de reunião do povo congolês.

Escritório de Direitos Humanos da ONU (ACNUDH) expressou nesta terça-feira (23) “profunda preocupação” com o padrão recorrente de repressão — 121 indivíduos foram presos e outros 86 ficaram feridos, incluindo um funcionário da ONU.

Todos os migrantes devem ter seus direitos humanos respeitados. Para garantir que isso aconteça, a ONU defende uma maior cooperação na gestão dos processos migratórios por meio da implementação do Pacto Global para a Migração. O acordo, negociado pelos governos na ONU, abordará a migração internacional de modo amplo. No final de 2017, a ONU lançou seu Relatório de Migração Internacional, publicado bienalmente. Segundo o documento, cerca de 258 milhões de pessoas moram em um país diferente daquele que nasceram.

Negociado na ONU, pacto de migração garantirá cooperação internacional

Todos os migrantes devem ter seus direitos humanos respeitados. Para garantir que isso aconteça, a ONU defende uma maior cooperação na gestão dos processos migratórios por meio da implementação do Pacto Global para a Migração. O acordo, negociado pelos governos na ONU, abordará a migração internacional de modo amplo.

No final de 2017, a ONU lançou seu Relatório de Migração Internacional, publicado bienalmente. Segundo o documento, cerca de 258 milhões de pessoas moram em um país diferente daquele que nasceram.

No Sudão do Sul, a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta H. Fore, e o chefe de nutrição da agência, Joseph Senesie (de azul), falam com pacientes no Hospital Al Sabbah, na capital Juba, onde o UNICEF está implementando um programa de nutrição. Foto: UNICEF/Prinsloo

Conflito no Sudão do Sul afeta futuro de milhões de crianças, alerta chefe do UNICEF em visita ao país

Após uma visita de dois dias ao Sudão do Sul, país africano devastado pelo conflito e onde 250 mil crianças estão severamente desnutridas e em risco iminente de morte, a chefe do UNICEF disse que apenas o fim das hostilidades pode trazer esperança e segurança para as crianças e os jovens.

Henrietta H. Fore observou que os combates não mostram sinais de diminuir e as necessidades humanitárias são enormes: 2,4 milhões de crianças foram forçadas a fugir de suas casas.

Visão de Minsk, Belarus. Crédito da foto: Anton Rusetsky (@masmeo)/Unsplash

Ritmo das mudanças climáticas é ‘ameaça existencial para o planeta’, alerta ONU

A agência meteorológica das Nações Unidas alertou que a pressão contínua sobre o Ártico em 2017 terá “repercussões profundas e duradouras no nível do mar e nos padrões climáticos em outras partes do mundo”, intensificando por exemplo os eventos climáticos extremos.

Análise da Organização Meteorológica Mundial mostrou que, enquanto 2016 mantém o recorde de ano mais quente (1,2°C), 2017 – que chegou a aproximadamente 1,1°C acima da era pré-industrial – foi o ano mais quente sem o ‘El Niño’. Segundo a agência, isso pode impulsionar as temperaturas globais a cada ano.

“Dezessete dos 18 anos mais quentes registrados foram durante este século e o nível de aquecimento nos últimos três anos tem sido excepcional”, afirmou o secretário-geral da agência da ONU.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, em pronunciamento para Estados-membros da Assembleia Geral. Foto: ONU/Eskinder Debebe

Guterres defende fim de armamentos nucleares na Península Coreana para evitar ‘catástrofe’

Em reunião nesta terça-feira (16) com os Estados-membros da Assembleia Geral, o chefe das Nações Unidas, António Guterres, elencou 12 prioridades para 2018 — entre elas, o apaziguamento das tensões na Península Coreana. Em coletiva de imprensa após o pronunciamento, o secretário-geral da ONU afirmou que uma guerra é “evitável”, mas enfatizou a necessidade de acabar com os armamentos nucleares na região, afim de evitar uma “catástrofe potencial”.

Secretário-geral durante visita a campo de refugiados do Sudão do Sul no norte de Uganda em junho de 2017. Foto: ONU/Mark Garten

Gerir as migrações é um dos testes mais urgentes para a cooperação internacional, diz Guterres

“A migração é uma crescente realidade global”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em seu relatório divulgado nesta quinta-feira (11). “A hora para debater a necessidade de cooperação neste campo passou”, e “geri-la é um dos testes mais urgentes e profundos da cooperação internacional de nossos tempos”.

Se governos abrirem caminhos legais para a migração, baseando-se em análises realistas do mercado de trabalho, há probabilidade de haver menos travessias de fronteiras, menos migrantes trabalhando fora da lei e menos abusos contra indocumentados, de acordo com o relatório.

Secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Violaine Martin

Chefe da ONU diz que conversa entre Coreias é essencial para reduzir tensões na região

Elogiando o progresso alcançado durante as conversas de alto nível entre autoridades de Coreia do Sul e Coreia do Norte nesta terça-feira (9) na cidade fronteiriça de Panmunjom, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que o acordo para reabrir canais militares de comunicação é essencial para reduzir as tensões na região.

Guterres também elogiou a decisão da Coreia do Norte de enviar uma delegação aos Jogos Olímpicos de Inverno, que serão realizados de 9 a 25 de fevereiro em Pyeongchang, na Coreia do Sul.

Família síria tenta se manter aquecida em um assentamento informal em Homs, na Síria. Foto: UNICEF/Sanadiki (arquivo)

Síria: guerra e inverno tornam situação de 13 milhões de pessoas desesperadora, alerta ONU

Com milhões de pessoas desesperadas em toda a Síria enfrentando seu sétimo inverno em meio à guerra, as Nações Unidas alertaram nessa semana que as operações militares intensificadas no norte do país estão forçando as famílias a fugir, no frio, para áreas sem recursos suficientes.

Chefe humanitário da ONU visitará a Síria a partir desta terça-feira (9) para ampliar acesso de organizações internacionais às milhões de pessoas em necessidade.

Secretário-geral assistente da ONU para Assuntos Políticos, Tayé-Brook Zerihoun na plenária do Conselho de Segurança. Foto: ONU/Eskinder Debebe

Críticas à situação econômica no Irã são ‘preocupações legítimas da população’, diz representante da ONU

Em reunião do Conselho de Segurança, o secretário-geral assistente da ONU para Assuntos Políticos, Tayé-Brook Zerihoun, afirmou que as Nações Unidas continuam monitorando as manifestações contra o governo do Irã, apesar do aparente apaziguamento das tensões. Desde 28 de dezembro de 2017, protestos levaram às ruas milhares de iranianos que alertaram para dificuldades econômicas no país. Zerihoun descreveu essas críticas como “preocupações legítimas” da população.