Refugiados & Migrantes

 

Acesse abaixo todas as notícias sobre o tema do refúgio, da apatridia e dos deslocamentos forçados. Acesse também o site do ACNUR Brasil (www.acnur.org.br) e a página especial da ONU sobre o tema (em inglês): refugeesmigrants.un.org

Em 2014, Maria cruzou a fronteira do México com os Estados Unidos no trem de carga conhecido como “La Bestia” (A Besta), torcendo para não ser pega. Foto: Keith Dannemiller/OIM 2014

António Guterres pede solidariedade no Dia Internacional dos Migrantes

Em mensagem para o Dia Internacional dos Migrantes (18), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu mais solidariedade com os 258 milhões de migrantes de todo o mundo.

Guterres lamentou que, apesar das evidências mostrarem que os migrantes geram benefícios econômicos, sociais e culturais para todas as sociedades, as hostilidades crescem em todo o mundo. “A solidariedade com migrantes nunca foi mais urgente. A migração sempre esteve conosco. Desde tempos remotos, as pessoas se movem em busca de novas oportunidades e vidas melhores.”

De acordo com o secretário nacional de Justiça, Rogério Galloro, o Brasil recebe solicitações de refúgio de diversos países, alguns com dialetos pouco conhecidos. Foto: ONU

Solicitantes de refúgio terão intérpretes nas entrevistas em Brasília

As entrevistas de solicitação de refúgio no Brasil terão uma ajuda extra em 2018. Quaisquer cidadãos com disponibilidade de horário e conhecimento avançado em outros idiomas poderão se cadastrar em um banco de intérpretes.

O trabalho voluntário é resultado de acordo de cooperação técnica entre a Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça e a Universidade de Brasília. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Venezuelanos chegam ao Brasil pela cidade de Pacaraima, em Roraima. Foto: EBC

Agências da ONU lançam em Roraima campanha de combate à xenofobia

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Rede Acolher, da Universidade Federal de Roraima (UFRR), lançam na segunda-feira (18), Dia Internacional dos Migrantes, a campanha “E se Fosse Você”, que traz mensagens de empatia, solidariedade e união entre os povos.

A iniciativa é apoiada por Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), escritório regional para América do Sul do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) e Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Segundo o ACNUR, 63% de todos os refugiados do Sudão do Sul têm menos de 18 anos. Foto: ACNUR/David Azia.

Chefe de agência da ONU pede ação urgente para crise do Sudão do Sul

Na data em que a guerra civil do Sudão do Sul completa quatro anos, o alto-comissário da ONU para os refugiados, Filippo Grandi, pediu na quinta-feira (14) ações urgentes de todas as partes para resolver o conflito e pôr fim à maior crise de refugiados da África.

Ao chamar a atenção para o fato de que 63% de todos os refugiados do Sudão do Sul têm menos de 18 anos, Grandi classificou a situação como “uma crise de crianças refugiadas”, e enfatizou que muitas delas “estão chegando desacompanhadas, separadas e extremamente traumatizadas”.

Mulheres do Sul Global arrumam as roupas produzidas ao longo da formação. Foto: ACNUR/Diogo Felix.

Refugiados concluem formação em empreendedorismo e apresentam negócios no Rio

Cidades brasileiras como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Boa Vista ajudaram a fazer de 2017 um ano marcado por ações e projetos de valorização da cultura das pessoas em situação de refúgio e de integração dessa população com os brasileiros.

No Rio, um grupo de empreendedores de Angola, Colômbia, Nigéria, República Democrática do Congo, Síria e Venezuela já transformou esse intercâmbio cultural em uma forma de gerar renda para suas famílias e apresentar um pouco de seus países à população local. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Milhares de refugiados rohingya atravessam fronteira de Mianmar rumo a Bangladesh fugindo da violência. Foto: ACNUR/Roger Arnold

Pacto global é chance de traçar caminho diferente para crise de refugiados, diz agência da ONU

A um ano da consolidação de um compromisso mundial conjunto que busque melhorar a resposta à situação dos refugiados e migrantes globalmente, a tragédia do deslocamento forçado está ainda maior, declarou o chefe da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Em seu discurso de abertura de uma reunião de alto nível em Genebra sobre o novo pacto global para migrantes e refugiados, Filippo Grandi observou que, por todo o mundo, pessoas continuam sendo forçadas a deixar suas casas, vítimas de um fracasso coletivo da comunidade internacional em prevenir e solucionar conflitos.

Jaqueline Lobo, pesquisadora do CEDPIR, da Fundação Casa de Rui Barbosa. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Com festival de cinema, agência da ONU alerta para violações dos direitos de migrantes

Em cine-debate no Rio de Janeiro, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) alertou na quarta-feira (13) para as múltiplas violações de direitos contra estrangeiros vivendo no Brasil. Agência da ONU levou para a Fundação Casa de Rui Barbosa o filme “Era o Hotel Cambridge”, de Eliane Caffé, exibido como parte da programação do Festival Global de Cinema sobre Migração da OIM.

Organismo das Nações Unidas comentou decreto que regulamenta a implementação da nova Lei de Migração do Brasil. De 2010 a 2015, país registrou aumento de 20% no número de migrantes.

Imigrantes haitianos em Iñapari, no Peru. A rota é usada por muitos para alcançar o Brasil pela fronteira com o Acre, para depois seguirem para centros urbanos. Segundo as mais recentes estimativas, mais de 50 mil haitianos já migraram para o Brasil desde o terremoto que atingiu o país caribenho, em janeiro de 2010. Foto: Marcello Casal Jr./ABr

População de migrantes no Brasil aumentou 20% no período 2010-2015, revela agência da ONU

De 2010 a 2015, a população de migrantes vivendo no Brasil cresceu 20%, chegando a 713 mil. Desse contingente, 207 mil vêm de outros países da América do Sul. Volume de sul-americanos que chegaram ao território brasileiro também aumentou 20% no mesmo período. É o que revela o relatório da Organização Internacional para as Migrações (OIM), World Migration Report 2018, divulgado trienalmente e publicado no início do mês (1º).

Na Líbia, dezenas de migrantes dormem em uma cela apertada no centro de detenção Tariq al-Sikka, em Trípoli. Foto: ACNUR/ Iason Foounten

ONU intensifica trabalho para proteger refugiados e migrantes do tráfico humano no Mediterrâneo

Organização Internacional para as Migrações (OIM) já ajudou a cerca de 13 mil pessoas a sair dos centros de detenção na Líbia e 8 mil no Níger. Os esforços fazem parte de um trabalho intensificado para impedir abusos contra refugiados e migrantes nas rotas do Mediterrâneo, incluindo o tráfico de escravos na Líbia. Segundo a organização, ainda há cerca de 15 mil pessoas nessas instalações.

No campo de Moria, na ilha de Lesvos, no norte da Grécia, uma frase expressa o desejo de milhões de refugiados e migrantes pelo mundo: ‘Movimento de Liberdade’. Foto: Gustavo Barreto (2016)

Reunião sobre futuro pacto de migração termina com compromisso em prol da dignidade humana

“O que é certo, acima de tudo, são as exigências legítimas de todos os migrantes de que as palavras da Declaração Universal dos Direitos Humanos se aplicam a eles como a todos os outros: todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”, disse a representante especial do secretário-geral da ONU para a Migração Internacional, Louise Arbour.

Encontro de três dias no México preparou caminho para adoção de novo pacto global das Nações Unidas para a migração segura, ordenada e regular.

Parede em Oslo, na Noruega, com símbolo nazista; em diversos países desenvolvidos, partidos populistas ganharam apoio por meio da capitalização de crenças sobre a migração. Foto: Jørgen Schyberg/Flickr/CC

Medidas de combate ao terrorismo alimentam racismo e xenofobia, alerta especialista da ONU

Discurso de ódio e medidas de segurança estão alimentando o racismo, a xenofobia e a discriminação com base na origem étnica das pessoas, bem como no status de migração ou religião – no contexto atual de medidas e legislação antiterroristas. Essa é uma das conclusões de um relatório do relator especial das Nações Unidas sobre formas contemporâneas de racismo.

Mutuma Ruteere também apresentou à Assembleia Geral da ONU documento sobre o combate à glorificação do nazismo, do neonazismo e de outras práticas que contribuem para alimentar formas contemporâneas de racismo.

Eritreus e somalis em Benghazi, buscando chegar à Europa. Foto: ACNUR/L. Dobbs

Eritreia: especialista da ONU pede que mundo não dê as costas às pessoas fugindo de violações

O povo da Eritreia sofre violações de direitos humanos brutais “sem fim”, e milhares continuam andando por dias em uma tentativa desesperada de chegar às fronteiras com os países vizinhos.

“Apelo à comunidade internacional para não dar as costas aos refugiados eritreus para obter ganhos políticos a curto prazo em resposta às demandas ou promessas eleitorais populistas, o que pode se traduzir em restrições reais, assédio e violações dos direitos humanos”, disse a relatora da ONU sobre o tema.

Destruição na cidade de Aleppo, Síria. Foto: UNESCO.

Relatório aponta estupro e tortura sexual generalizados contra homens na crise da Síria

Detido durante a guerra na Síria, Tarek ficou preso numa cela escura por um mês com outras 80 pessoas – mas as terríveis condições foram o menor dos problemas. Nu, ele e outros detentos tinham suas mãos amarradas durante à noite, eram torturados com choques elétricos em seus genitais e estuprados por seus sequestradores.

O sofrimento do rapaz está longe de ser algo único e extremamente raro na Síria. Um estudo publicado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) indica que a violência sexual e a tortura de homens e meninos parecem ser muito mais comuns no país do que se pensava. Refugiados sírios também são vítimas em países de acolhimento.

Peter foi forçado a deixar o Zimbábue por causa da instabilidade política, mas não teve sua solicitação de refúgio aceita no Reino Unido e deixou de ser reconhecido como cidadão por seu próprio país de origem. Foto: ACNUR/Greg Constantine

Mostra fotográfica em Londres aborda desafios de quem não tem nacionalidade

Em todo o mundo, existem cerca de 10 milhões de apátridas. Essas pessoas não têm nacionalidade, o que as torna vulneráveis a instabilidade jurídica e violações. Para essa população, a vida cotidiana pode ser cheia de medo e discriminação. A fim de debater os desafios de quem vive em situação de apatridia, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e o fotógrafo Greg Constantine apresentam em Londres uma mostra fotográfica sobre o tema, em cartaz até 30 de dezembro.

Refugiados sírios em, Akkar, no Líbano. Foto: UNICEF/MeMo/Diego Ibarra Sánchez

Doadores garantem US$ 857 milhões para proteção e assistência de refugiados em 2018

Países comprometeram-se na terça-feira (5) a doar 857 milhões de dólares para as atividades do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) em 2018. O valor equivale a cerca de 11% do financiamento necessário para o próximo ano — o orçamento total supera 7,5 bilhões de dólares. A quantia já assegurada, porém, é consideravelmente maior que a acordada ao final de 2016, quando foram arrecadados 701 milhões de dólares.

O Uruguai se tornou no primeiro país da América do Sul a receber refugiados da América Central. As quatro famílias serão acolhidas em locais do interior do país. Foto: ACNUR

Uruguai é 1º país sul-americano a acolher refugiados da América Central

Desde 2009, o governo do país sul-americano implementa um programa de reassentamento que possibilita o acolhimento de refugiados com necessidades específicas de proteção. Iniciativa já havia permitido a transferência de 69 colombianos e 32 sírios para terras uruguaias. Agora, projeto foi ampliado para contemplar pessoas do norte da América Central. Quatro famílias da região chegaram ao Uruguai ao final de novembro.

Refugiados e migrantes chegam à ilha de Lesbos na Grécia. Foto: ACNUR/Achilleas Zavallis

Fluxo de refugiados e migrantes aumenta rumo à Grécia e Espanha, aponta ACNUR

No terceiro trimestre de 2017, refugiados tentando chegar à Europa utilizaram rotas distintas das usualmente percorridas. Enquanto a Grécia viu aumentar o número de pessoas entrando em seu território, a Itália registrou o menor volume dos últimos quatro anos de migrantes e refugiados recorrendo à rota que leva da Líbia até o sul da nação europeia. Dados são de relatório da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), divulgado ao final de novembro (23).

Cena do filme "Era o Hotel Cambridge" - Foto: divulgação

ONU promove debate sobre migração com exibição gratuita do filme “Era o Hotel Cambridge”

O Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio), a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e a Fundação Casa de Rui Barbosa promovem na próxima terça-feira (12), no Rio de Janeiro, um cine-debate com a exibição do filme “Era o Hotel Cambridge”.

A sessão integra o Festival Global de Cinema sobre Migração, iniciativa da OIM que ocorre em diversos países do mundo com o objetivo de provocar o debate sobre migração. A entrada é franca.

Maria [nome alterado], 16 anos (direita), de Honduras, viaja para o norte com seu irmão mais novo com o objetivo de cruzar a fronteira com Tultitlan, no México, rumo aos Estados Unidos, para se reunir com sua família. Foto: UNICEF/Ojeda (arquivo)

Relatores da ONU pedem pacto global de migração focado em direitos humanos

Um pacto global para as migrações precisa ser “verdadeiramente global”, mas também deve levar em conta as especificidades regionais dada a natureza diversa do fenômeno, disse uma oficial das Nações Unidas para as migrações internacionais na sexta-feira (1), às vésperas de cúpula sobre o tema.

No mesmo dia, relatores especiais da ONU pediram um pacto global focado em direitos humanos. “Os Estados precisam se posicionar firmemente contra a discriminação, e demonstrar que o discurso de ódio, a violência, a estigmatização e a busca por bodes expiatórios não podem ser tolerados”, disseram.

Vista aérea de Boa Vista, Roraima. Foto: EBC

Venezuelanas e brasileiras farão grafite em Boa Vista (RR) pelo fim da violência contra mulheres

No marco dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Secretaria de Estado do Trabalho e Bem-Estar Social de Roraima (SETRABES) promovem na terça e quarta-feira (5 e 6), a partir das 9h, a grafitagem de um muro em Boa Vista (RR), com a participação mulheres venezuelanas e brasileiras.

Depois de três dias na estrada, refugiados sul-sudaneses chegam ao recém-construído campo de Gure Shembola, na Etiópia. Foto: ACNUR/Diana Diaz

ONU lamenta decisão dos EUA de se retirar de pacto global sobre migração

O presidente da Assembleia Geral da ONU, Miroslav Lajčák, lamentou no domingo (3) a decisão do governo norte-americano de se retirar do processo de elaboração de um pacto global para uma migração segura, ordenada e regular, de acordo com comunicado emitido por seu porta-voz.

Segundo ele, a migração é um fenômeno global que demanda uma resposta global, enquanto o multilateralismo permanece como a melhor forma de enfrentar desafios. “As Nações Unidas não deveriam perder esta oportunidade de melhorar as vidas de milhões de pessoas no mundo inteiro”, disse.

Joung-ah Ghedini-Williams entrevista refugiados rohingya em centro de transição do ACNUR em Bangladesh. Foto: ACNUR/Roger Arnold

ARTIGO: Carta de um campo de refugiados em Bangladesh

A coordenadora para resposta de emergência da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Joung-ah Ghedini-Williams, está em Bangladesh, país que recebeu nos últimos meses cerca de 620 mil refugiados rohingyas, vítimas de perseguições em Mianmar. Ela escreveu um depoimento após passar um dia no campo de Kutupalong, em Cox’s Bazar.

“Imagine o horror de tentar sobreviver, tentar alimentar seus filhos e manter algum senso de conforto enquanto você está perdendo seus entes queridos, ou observando sua casa sendo incendiada e reduzida a cinzas. Esta é a realidade de algumas pessoas que conheci aqui em Bangladesh”. Leia o depoimento completo.

Universidade Federal do Triângulo Mineiro abre processo seletivo para refugiados em cursos de graduação. Foto: EBC

Universidade Federal do Triângulo Mineiro abre seleção para refugiados em cursos de graduação

O Conselho Universitário da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) aprovou processo seletivo para preenchimento de vagas adicionais em cursos de graduação presenciais na universidade.

As vagas são direcionadas às pessoas refugiadas que possuem documentação comprobatória pelo Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE). A informação foi divulgada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) nesta sexta-feira (1).

Botes feitos com bambus e galões de água levam rohingyas para Bangladesh. Foto: ACNUR/Andrew McConnell

ACNUR expressa preocupação com viagens em embarcações precárias de refugiados rohingya

Mais de 30 botes improvisados chegaram a Bangladesh na segunda semana de novembro, trazendo, em condições precárias, cerca de mil indivíduos. A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) expressou preocupação com o número cada vez maior de pessoas que se arriscam para fugir de Mianmar, país vizinho e ponto de partida de milhares de rohingyas, um grupo étnico e religioso ameaçado por perseguições.

Direitos de refugiados LGBTI foram tema de debate da 3ª Conferência Internacional [SSEX BBOX]. Foto: ACNUR/Miguel Pachioni

Em SP, agência da ONU debate desafios no acolhimento de refugiados LGBTI

Atualmente, mais de 70 países ainda criminalizam relações consensuais entre pessoas do mesmo gênero. Segundo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a violência voltada especificamente contra gays, lésbicas, bissexuais, pessoas trans e intersexo é motivo legítimo para o reconhecimento da condição de refugiado. Para organismo internacional, Brasil tem se destacado na promoção de políticas de acolhimento adequadas desse público.

UnB firma parceria com ACNUR Brasil e se associa à Cátedra Sérgio Vieira de Mello. Foto: EBC

Universidade de Brasília incorpora-se à Cátedra Sérgio Vieira de Mello da ONU

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a Universidade de Brasília (UnB) firmaram na semana passada um acordo de cooperação que institui a Cátedra Sérgio Vieira de Mello na universidade. Em todo o Brasil, a cátedra já reúne 19 instituições de ensino superior.

De acordo com o plano de trabalho apresentado pela UnB ao ACNUR, a universidade incluirá o tema do refúgio em disciplinas como “Práticas Jurídicas em Direitos Humanos” e “Saúde Mental em Saúde Coletiva” e no programa de pós-graduação em linguística aplicada do Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução.

Marcha das Vadias de 2015 no Rio de Janeiro, contra o machismo e a violência de gênero. Foto: Mídia Ninja

Agência da ONU para Refugiados apoia campanha pelo fim da violência sexual e de gênero

Em meio à campanha 16 Dias de Ativismo Contra Violência Sexual e de Gênero, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) está liderando e participando de atividades como oficinas, debates e treinamentos em três capitais brasileiras.

Os eventos buscam estimular a conscientização sobre a necessidade de erradicar a violência sexual e de gênero, assim como alertar sobre suas graves consequências. A campanha acontece no mundo inteiro até 10 de dezembro.

Foto de 2008 mostra meninas afro-colombianas deslocadas no bairro de Famílias em Ação, na cidade colombiana de Tumaco. Foto: ACNUR/ Marie-Helene Verney

ONU alerta para aumento dos assassinatos de líderes comunitários na Colômbia

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) alertou para o aumento do número de assassinatos e de ameaças contra defensores dos direitos humanos e líderes comunitários na região da Costa do Pacífico da Colômbia. Na maior parte dos casos, as vítimas pertencem às comunidades indígenas e afro-colombianas.

A implementação do acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), anunciado em 2016, significou muitos desafios para as comunidades afetadas pela presença de grupos armados e de atividades ilícitas como tráfico de drogas e extração ilegal de minérios. O vazio de poder deixado pela desmobilização das FARC transformou muitas áreas em territórios em disputa entre grupos armados ilegais, novos e antigos, de acordo com a agência da ONU.