Arquivo da tag: Refugiados & Migrantes

 

Acesse abaixo todas as notícias sobre o tema do refúgio, da apatridia e dos deslocamentos forçados. Acesse também o site do ACNUR Brasil (www.acnur.org.br) e a página especial da ONU sobre o tema (em inglês): refugeesmigrants.un.org

Em Manaus (AM), embarque de Unidades de Habitação para refugiados do ACNUR em avião da Força Aérea do Peru. Foto: ACNUR

ACNUR fornece unidades de habitação emergencial para apoiar resposta à COVID-19 na América Latina

À medida em que a pandemia do novo coronavírus se espalha pela América Latina, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) no Brasil segue fornecendo apoio de resposta às emergências humanitárias na região.

Nesta semana, foi concluído o embarque de 336 Unidades de Habitação para Refugiados para Peru, Venezuela, República Dominicana, Haiti, Aruba e Guiana, fruto da cooperação entre os escritórios do ACNUR nos diferentes países.

A Unidade de Habitação para Refugiados, em inglês Refugee Housing Unit (RHU), é uma estrutura utilizada pelo ACNUR em contextos de emergência humanitária. Durante a pandemia de COVID-19, as unidades serão utilizadas para diversos fins de proteção, principalmente como áreas de isolamento para casos confirmados ou suspeitos de COVID-19.

ACNUR amplia apoio a refugiados e brasileiros para frear consequências devastadoras da COVID-19

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) está intensificando os esforços no Brasil para proteger dezenas de milhares de refugiados e migrantes da Venezuela e as comunidades que os acolhem, enquanto o país luta contra a pandemia da COVID-19.

O Brasil abriga mais de 345 mil refugiados e solicitantes de refúgio, para os quais as consequências da pandemia são especialmente severas.

Embora o número total de refugiados que contraíram o vírus no Brasil seja desconhecido, o ACNUR informou ao menos 19 mortes relacionadas à COVID-19, das quais nove entre indígenas venezuelanos.

Juan Batista Ramos shows one of the murals he painted at Tancredo Neves shelter, in Boa Vista, Brazil. Photo: Allana Ferreira/UNHCR

In Roraima, Brazil, Venezuelan volunteers help keep refugees and migrants safe from COVID-19

Giving life and colour to the shelter in which he lives is what gives joy to 69 year-old Venezuelan Juan Batista Ramos. Like him, another 480 refugees and migrants sheltered in Roraima, Brazil, found a way to contribute to the places they temporarily call home. “Every time the shelter needs me, I’m happy to be able to help”, said Ramos, who arrived alone in Brazil in October of 2019 and has lived in the shelter since January of this year.

O artista Ramos mostra com alegria um dos murais que pintou no abrigo Tancredo Neves, em Boa Vista (RR). Foto: ACNUR/Allana Ferreira

Em Roraima, venezuelanos voluntários ajudam a manter refugiados e migrantes seguros da COVID-19

Dar vida e cor ao abrigo em que mora é o que dá mais alegria ao venezuelano Juan Batista Ramos, de 69 anos. Assim como ele, outros 480 refugiados e migrantes abrigados em Roraima encontraram no trabalho comunitário uma forma de contribuir para os locais que eles chamam temporariamente de casa.

“Toda vez que o abrigo precisa de mim, fico feliz em poder ajudar”, diz Ramos, que chegou sozinho ao Brasil em outubro de 2019 e mora no abrigo desde janeiro deste ano. Leia reportagem da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Jovens artistas desenham um mundo onde a bondade vence o coronavírus

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) anunciou nesta quinta-feira (23) os vencedores do seu primeiro Concurso de Arte “Juventude com os Refugiados”, lançado em abril de 2020 em meio à pandemia da COVID-19, com objetivo de incentivar jovens de 12 a 25 anos a refletir criativamente sobre o tema: “Todos importam na luta contra o vírus, incluindo refugiados”.

Mais de 2.000 participantes de 100 países enviaram desenhos e histórias em quadrinhos, e 25% deles eram refugiados ou solicitantes de refúgio.

Indígenas Warao em Manaus participam de projeto de rádio comunitária. Foto: ACNUR/Felipe Irnaldo

Mais da metade dos indígenas venezuelanos no Brasil já recebeu apoio do ACNUR

Monitoramento feito pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) revela que dos 5 mil indígenas venezuelanos registrados no Brasil, cerca de 2,3 mil foram beneficiados com com kits de higiene, limpeza, cozinha, entre outros itens, em Roraima, Amazonas e Pará.

Nas cidades de Boa Vista e Pacaraima (RR), mais de 1,4 mil indígenas estão em abrigos da Operação Acolhida com apoio do ACNUR. Em Belém e Manaus, em parceria com as prefeituras das cidades, outros 776 estão abrigados.

Venezuelanos recebem doações do ACNUR para recomeçar a vida em outras partes do país

Usando máscaras, mantendo distanciamento físico e malas nas mãos, 27 venezuelanos abrigados em Boa Vista (RR) foram para o aeroporto da cidade na última quinta-feira (16) para embarcarem, junto com suas famílias e sonhos, rumo a Juiz de Fora (MG).

Os participantes dessa rodada do programa de interiorização – um dos pilares da resposta governamental ao fluxo de venezuelanos que chega ao país desde 2016 – receberam apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) para terem proteção social e apoio financeiro e material para este novo recomeço em plena pandemia no país, com um dos maiores índices de infectados e mortos no mundo.

Angelina Jolie, enviada especial ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), em reunião do Conselho de Segurança sobre violência sexual em conflitos armados. Foto: ONU/Nabil Midani

Violência sexual em conflitos é usada como tática de guerra e arma psicológica, alerta ONU

A violência sexual é usada como uma tática de guerra e uma ferramenta política para desumanizar, desestabilizar e desalojar populações em todo o mundo, disse a especialista da ONU sobre o assunto ao Conselho de Segurança na sexta-feira (17), pressionando os países a adotarem uma abordagem centrada nos sobreviventes que garanta que as vítimas não sejam esquecidas.

Angelina Jolie, enviada especial ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), também participou da reunião do Conselho de Segurança sobre violência sexual em conflitos armados.

ACNUR e Ação da Cidadania doam alimentos para venezuelanos no Norte do Brasil

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a ONG Ação da Cidadania irão entregar cerca de 5.000 cestas de alimentos não perecíveis para refugiados e migrantes venezuelanos no Norte do Brasil, a partir de Boa Vista e outras cidades do Estado de Roraima, que faz fronteira com o país vizinho.

As entregas iniciaram na última quarta-feira (15) e vão até o dia 22 de julho. Cada cesta é suficiente para alimentar uma família de até quatro pessoas durante 15 dias. Numa primeira fase, os alimentos chegarão até a fronteira com a Venezuela, em Pacaraima.

Menina caminha pela lama carregando seu irmão mais novo no campo de deslocados internos Khair Al-Sham em Idlib, na Síria. Foto: UNOCHA

ONU pede ação do G20 para evitar agravamento de crises humanitárias devido à pandemia

A pandemia de COVID-19 e a recessão resultante devem desencadear o primeiro aumento da pobreza global em três décadas, levando 265 milhões de pessoas à fome até o final do ano, alertou a principal autoridade humanitária da ONU na quinta-feira (16).

Mark Lowcock exortou as principais economias do mundo, o grupo do G20, a intensificar seu apoio, lançando um apelo atualizado de 10,3 bilhões de dólares para combater a disseminação do novo coronavírus em 63 países de baixa renda.

ACNUR e parceiros distribuem roupas de frio para venezuelanos no Distrito Federal

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e parceiros locais distribuíram mais de 680 peças de roupas de frio doadas pela empresa japonesa UNIQLO em São Sebastião, região administrativa do Distrito Federal. A ação aconteceu no último domingo (12) e beneficiou cerca de 350 pessoas, das quais cerca de 100 eram venezuelanas.

Na Praça da Bíblia, ao lado da administração da cidade, a ação solidária também contou com um café da manhã e apresentação musical de crianças, tudo organizado por voluntários brasileiros, venezuelanos e até de outras partes do mundo – como Cuba e República Dominicana.

Foto: ACNUR Brasil/Felipe Irnaldo

Novo abrigo aprimora acolhimento de refugiados e migrantes indígenas venezuelanos em Manaus

Para aprimorar o acolhimento de indígenas venezuelanos da etnia Warao na capital do estado do Amazonas, a Prefeitura de Manaus, com apoio de agências das Nações Unidas, inaugurou na terça-feira (14) um novo abrigo na região do Tarumã-Açu, zona oeste da cidade.

Ao todo, 158 pessoas refugiadas e migrantes desta etnia foram realocadas nesta etapa, que dá seguimento à estratégia de resposta do município ao fluxo desta população venezuelana para a cidade.

A ação contou com apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), da Organização Internacional para as Migrações (OIM), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Saiba como apoiar os refugiados durante a crise do coronavírus

Muitos refugiados já conheciam a sensação de isolamento por viverem longe das suas redes de apoio e com medo do futuro. Durante a pandemia do novo coronavírus, inúmeros exemplos estão sendo mostrados sobre como eles estão retribuindo ajuda às comunidades que os receberam, seja cozinhando para os profissionais de saúde da linha de frente, seja fazendo compras de supermercado para idosos e doentes, seja doando suprimentos ou trabalhando como médicos, enfermeiros e cientistas.

O ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, preparou para você cinco maneiras de demonstrar solidariedade com as pessoas refugiadas durante a pandemia.

Foto: EBC

América Latina e Caribe tornam-se epicentro da pandemia; ONU sugere ações

A América Latina e o Caribe tornaram-se o epicentro da pandemia de COVID-19, com vários países da região registrando agora as maiores taxas de infecção per capita e o maior número absoluto de casos no mundo. O alerta é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que lançou nesta quinta-feira (9) um relatório sobre os impactos da COVID-19 na região.

Segundo o documento, espera-se uma contração de 9,1% no Produto Interno Bruto (PIB), que será a maior em um século. Os impactos sociais da pandemia serão sentidos de maneira aguda, com fortes aumentos do desemprego, da pobreza, da extrema pobreza e da desigualdade. Acesse aqui o relatório na íntegra e a mensagem em vídeo do secretário-geral.

Zeinabou, de 42 anos, é fotografada no quintal da casa de seus parentes, em Burkina Faso. Três dias antes, ela presenciou o assassinato de seu marido. Foto: Sylvain Cherkaoui

Seis histórias para entender a crise no Sahel

Em Burkina Faso, quase nenhum lugar é seguro. Grupos armados, extremistas e facções criminosas aterrorizam a população diariamente, matando aqueles que se recusam a lutar ao lado deles. Assassinos atiram nas famílias até que elas morram. Estupram e torturam mulheres. Destroem qualquer coisa que simbolize o Estado: escolas, delegacias e até hospitais.

O cotidiano em Burkina Faso – um país sem litoral, com 19 milhões de habitantes – é precário. Conheça seis pessoas – fotografadas e entrevistadas no início de fevereiro de 2020 – cujas vidas foram viradas de cabeça para baixo. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Profissional de saúde coleta amostras para teste de COVID-19 no Hospital Estadual Mimar Sinan, em Istambul, Turquia. Foto: PNUD Turquia/Levent Kulu

Relatório da ONU sobre progresso dos ODS aponta que COVID-19 está comprometendo avanços sociais

De acordo com o Relatório 2020 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o mundo está progredindo – mesmo que de forma irregular e insuficiente – em áreas como melhora da saúde materna e infantil, expansão do acesso à eletricidade e aumento da representação das mulheres nos governos.

Mesmo assim, esses avanços foram contrabalanceados pelo aumento da insegurança alimentar, da deterioração do meio ambiente natural e das persistentes e generalizadas desigualdades. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Entenda como o deslocamento forçado é tratado em nova série de ficção

A nova série da Netflix, Estado Zero, estréia hoje (8) e conta a história de quatro personagens cujas vidas acabam se cruzando em um centro de detenção para imigrantes na Austrália: uma mulher enfrentando uma crise, um guarda, um oficial do governo e um solicitante de refúgio que acaba de chegar do Afeganistão.

O drama desperta reflexões sobre o que significa ser um refugiado e deseja capturar o sentimento de se estar perdido, tanto nos universos particulares como frente ao cenário mundial.

A série é cocriada e produzida por Cate Blanchett, Embaixadora da Boa Vontade da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Pessoas refugiadas no Brasil já contam com esforços adicionais do ACNUR e de seus parceiros para garantir os mecanismos de acesso e de permanência de estudantes nas universidades brasileiras. Foto: ACNUR/Fellipe Abreu

ACNUR e parceiros fortalecem integração de refugiados nas universidades brasileiras

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) tem ampliado suas respostas às demandas das pessoas refugiadas em face da realidade imposta pela pandemia do novo coronavírus. Duas delas se referem a quem está no ambiente acadêmico ou já têm formação superior.

Como as aulas em universidades estão suspensas ou sendo realizadas de maneira virtual, tornou-se fundamental garantir meios complementares de integração destes estudantes refugiados e migrantes.

Para isso, o ACNUR apoiou a produção e lançamento do livro “Passarela – português como língua de acolhimento para fins acadêmicos”, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), um material didático inédito em sua proposta pedagógica.

Prêmio de jornalismo reconhece reportagens sobre cobertura humanitária focadas nas vítimas

Estão abertas a partir desta quarta-feira (1) as inscrições para o Prêmio CICV de Cobertura Humanitária, uma iniciativa do Comitê Internacional da Cruz Vermelha para dar voz às vítimas.

Este ano há a categoria especial “ACNUR 70 anos”, que premiará produtos jornalísticos ou de caráter documental voltados exclusivamente a temas relacionados a refúgio e apatridia.

A categoria é oferecida pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), parceira do prêmio, que neste ano completa 70 anos. O período de inscrição vai até 1° de setembro.

Conheça o projeto que ajuda refugiadas a acessarem o mercado de trabalho brasileiro

A quarta edição do projeto “Empoderando Refugiadas”, que promove o acesso de mulheres em situação de refúgio ao mercado de trabalho brasileiro desde 2015, foi encerrada em junho deste ano. Duas turmas foram formadas, uma em São Paulo (SP) e outra em Boa Vista (RR), onde o projeto operou de formas distintas e atingiu resultados inéditos em relação às edições anteriores.

A iniciativa conjunta da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Rede Brasil do Pacto Global e ONU Mulheres realizará sua quinta edição no segundo semestre de 2020 e seguirá promovendo workshops de formação para a empregabilidade dessa população, agora no ambiente virtual, diante dos desafios impostos pela pandemia da COVID-19.

Crianças migrantes, como estes meninos da Venezuela, serão beneficiários do programa. Foto: ACNUR/Felipe Irnaldo

ONU se une à Prefeitura de São Paulo para apoiar crianças migrantes na educação a distância

A Prefeitura de São Paulo (SP) está apoiando crianças migrantes e refugiadas durante a pandemia de COVID-19 com material especial de educação a distância.

Em parceria com Organização Internacional para as Migrações (OIM) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a cidade divulgou um programa para ajudar especialmente os alunos que ainda não têm fluência na língua portuguesa.

O projeto de integração inclui crianças de até 8 anos que estejam matriculadas na rede pública de ensino.

OIM e UniCesumar lançam curso de português online e gratuito para migrantes e refugiados

A Organização Internacional para as Migrações (OIM), em parceria com a instituição de ensino UniCesumar, anuncia o lançamento do curso online “Português para Migrantes e Refugiados”. Com o apoio da OIM, todo o conteúdo foi revisado por uma consultora especializada e classificado nos diferentes níveis de aprendizagem.

O curso já está disponível e tem como principal objetivo oferecer para migrantes e refugiados, que já possuem um conhecimento básico da língua portuguesa, a oportunidade de aprimorar no idioma, apoiando assim, sua integração socioeconômica no Brasil.

Prudence teve que interromper o sonho de ser uma artista famosa em seu país de origem depois de ser vítima de perseguição política. Foto: Acervo Pessoal

Refugiada negra comandará redes sociais do ACNUR Brasil durante o fim de semana

Mulher, mãe de cinco filhos e avó. É assim que Prudence Kalambay gosta de se apresentar. Se a vida de qualquer pessoa com essa biografia já seria cheia de histórias e desafios, imagina quando se trata de uma mulher negra, nascida na República Democrática do Congo, que chegou ao Brasil grávida, com uma criança de colo, sem falar português e sem conhecer ninguém.

Prudence teve que interromper o sonho de ser uma artista famosa em seu país de origem depois de ser vítima de perseguição política. É nas mãos dessa mulher que a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) deixará suas redes sociais durante este final de semana (27 e 28 de junho).

Pabllo Vitar conversa com refugiado venezuelano Elvis Messias sobre os desafios da comunidade LGBTQIA+ especialmente no contexto da pandemia do novo coronavírus. Foto: Divulgação

Pabllo Vittar e Liberatum se unem ao ACNUR em apoio a refugiados e lançam vídeo

Como parte de projeto humanitário global e das celebrações do Dia Mundial do Refugiado, a organização internacional Liberatum lança na quarta-feira (24), em apoio à Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), um episódio em vídeo sobre os desafios de pessoas LGBTIQIA+ e refugiadas no Brasil e no mundo, especialmente em tempos de pandemia.

Em conversa com a drag queen e cantora Pabllo Vittar, o assistente de laboratório e refugiado venezuelano Elvis Messias fala sobre a realidade de seu país de origem, as barreiras que encontrou quando chegou ao Brasil e como o ACNUR contribuiu para que hoje tenha uma vida digna e já consiga ajudar outros em situação similar. Pabllo Vittar, por sua vez, conta e compartilha suas vivências como pessoa queer.

Williams com seu desenho sobre o que ele deseja para seu futuro no Brasil. Foto: ACNUR/ Allana Ferreira

Por meio da arte, venezuelanos revelam o que esperam de seu futuro no Brasil

Cores e palavras marcaram as produções artísticas feitas por refugiados e migrantes venezuelanos em celebração ao Dia Mundial do Refugiado (20 de junho) nos abrigos temporários das cidades de Boa Vista, Pacaraima (RR) e Manaus (AM).

A data homenageia a força, coragem e resiliência de milhões de pessoas que foram forçadas a se deslocar de suas cidades e países por causa de guerras, conflitos e perseguições, deixando sonhos e vidas para trás. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Doação de equipamentos de proteção reforça segurança de agentes que atuam na Tríplice Fronteira em Foz do Iguaçu (PR). Foto: OIM

COVID-19: agentes que atuam na Tríplice Fronteira recebem equipamentos de proteção

Agentes públicos da Polícia Federal e da Secretaria de Saúde de Foz do Iguaçu (PR) que atuam na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai receberam esta semana uma doação de 80 termômetros infravermelhos e 2.160 máscaras N-95 para se proteger da COVID-19.

A doação foi feita pelo projeto de cooperação EUROFRONT, financiado pela União Europeia e implementado por Organização Internacional para as Migrações (OIM) e parceiros.

Cestas básicas, kits de higiene e de limpeza são distribuídos a famílias de pessoas refugiadas e migrantes em Boa Vista e Pacaraima (RR). Foto: UNFPA Brasil

Em parceria com SESC, UNFPA entrega 1 mil cestas básicas a refugiados e migrantes em Roraima

Em parceria com o Serviço Social do Comércio (SESC), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) começou a entregar nesta sexta-feira (19) 1 mil cestas básicas e 700 kits de higiene a famílias de pessoas refugiadas e migrantes venezuelanas em Roraima.

O objetivo é ajudar a minimizar o impacto da pandemia de COVID-19 entre esses grupos, que se encontram em situação de vulnerabilidade, além de oferecer produtos que os auxiliem a se proteger da doença, como sabonetes e álcool em gel.

Famílias de refugiados chegam ao aeroporto de Beirute, no Líbano, antes de serem reassentadas em países terceiros. Foto: OIM/Angela Wells

OIM e ACNUR anunciam retomada das viagens de reassentamento para refugiados

Organização Internacional para as Migrações (OIM) e Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) anunciaram na quinta-feira (18) a retomada das partidas de reassentamento de refugiados.

A suspensão temporária das viagens de reassentamento, necessária devido a interrupções e restrições às viagens aéreas internacionais causadas pela pandemia de COVID-19, atrasou a saída de cerca de 10 mil refugiados para os países de reassentamento.

Uma mãe cuida de seu bebê dentro de um ginásio que foi transformado em assentamento de refugiados em Boa Vista (RR). Foto: ACNUR/Vincent Tremeau

Mundo tem recorde de quase 80 milhões de deslocados internos e refugiados

O deslocamento global atingiu impressionantes 79,5 milhões de pessoas no ano passado – quase o dobro do número registrado há uma década – devido a guerra, violência, perseguição e outras emergências, informou nesta quinta-feira (18) a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Falando a jornalistas em Genebra, o chefe do ACNUR observou que, embora a questão do deslocamento afete todas as nações, os dados mostram que os países mais pobres hospedam 85% dos que foram expulsos de suas casas.

Foto: OIM/Amanda Nero

ONU pede apoio a migrantes em meio a queda das remessas internacionais devido à pandemia

Após um recorde de 554 bilhões de dólares enviados por migrantes para seus países de origem em 2019, o Banco Mundial estimou, em abril, que a crise econômica provocada pela pandemia da COVID-19 causaria o “declínio mais acentuado das remessas na história recente”, uma baixa de 19,7%. Milhões de trabalhadores migrantes perderam o emprego, empurrando as famílias dependentes abaixo da linha da pobreza.

OIM apoia prefeitura de Manaus no acolhimento seguro de indígenas venezuelanos

Neste momento de pandemia, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) em Manaus está apoiando a Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc) a manter os indígenas Warao protegidos contra os riscos da COVID-19. Alimentação, doação de itens de higiene e apoio técnico estão entre as ações realizadas.

A OIM apoia na alimentação de mais da metade dos indígenas acolhidos na capital amazonense tendo entregado quase 16 mil refeições desde o início das ações em abril. Atualmente, já são 400 almoços diários distribuídos entre três locais de abrigamento, incluindo a escola municipal Valdir Garcia, destinada a abrigar apenas casos suspeitos e confirmados do novo coranavírus. O objetivo é oferecer alimentação balanceada, inclusive para crianças e idosos, e ajudar a fortalecer a imunidade dos indígenas.

Refugiados instalam pias para frear disseminação da COVID-19 na República Democrática do Congo

Uma iniciativa orientada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) está ajudando refugiados na República Democrática do Congo a instalar dispositivos de lavagem de mãos artesanais para combater a COVID-19 no país.

Desde que o primeiro caso foi confirmado no país, em março, o ACNUR adotou medidas para impedir que o vírus se espalhasse entre refugiados, deslocados internos e comunidades que os acolhem.

Até o momento, mais de 300 torneiras foram instaladas nos assentamentos e 200 refugiados foram treinados para produzi-las.

Refugiados e migrantes venezuelanos indígenas Warao são realocados para um espaço seguro em Manaus (AM) durante a pandemia de COVID-19. Foto: ACNUR/Felipe Irnaldo

ACNUR e parceiros promovem agenda nacional para celebrar Dia Mundial do Refugiado

Atividades artísticas e de entretenimento com a população refugiada, eventos virtuais nas redes sociais e a divulgação das tendências sobre o deslocamento forçado no mundo marcam, neste ano, as celebrações em torno do Dia Mundial do Refugiado (20 de junho) no Brasil.

A agenda está sendo organizada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e seus parceiros. O governo brasileiro estima que o Brasil tem cerca de 43 mil pessoas reconhecidas como refugiadas de mais de 50 nacionalidades, além de quase 300 mil solicitantes de refúgio.

Refugiados tornam-se guardiões de florestas na Guatemala

Ameaças de facções, violência extrema e perseguição no norte da América Central forçaram cerca de 720 mil pessoas na região a fugir de suas casas. Elas buscam segurança em partes mais afastadas do país ou mesmo no exterior. Até dezembro de 2019, cerca de 121.300 hondurenhos haviam solicitado asilo ou refúgio no exterior, segundo estatísticas da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Josué e Alejandro fazem parte de um grupo de nove solicitantes de refúgio e refugiados que foram contratados e treinados para trabalhar como guardas florestais no sistema nacional de parques da Guatemala. Conheça a história destes jovens que ousaram resistir ao recrutamento de facções e conseguiram um emprego estável em meio a tantos desafios.

Novo curso online da OIM irá auxiliar municípios na construção de políticas migratórias

A Organização Internacional para as Migrações (OIM), em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), lançou este mês o curso “MigraCidades: Aprimorando a Governança Migratória Local”. A formação de 30 horas é gratuita, inteiramente online e já está disponível na plataforma da Escola Virtual de Governo (EVG).

O objetivo é apoiar gestores e servidores dos governos locais na articulação e preparação dos serviços públicos para melhor receber e integrar migrantes internacionais, destravando o potencial das migrações para todos, migrantes e comunidades de acolhida.

Indígenas venezuelanos da etnia warao e eñepas em abrigo em Boa Vista, Roraima. Foto: OIM

OIM lança estudo que discute políticas de médio prazo para indígenas venezuelanos no Brasil

Para contribuir com a construção de alternativas de políticas públicas para os indígenas venezuelanos, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) lança na quarta-feira (10), em evento virtual às 14h, o estudo “Soluções duradouras para indígenas migrantes e refugiados no contexto do fluxo venezuelano no Brasil”.

O documento é produto de um amplo processo de consulta com indígenas Warao, Pemón e Eñepa nas cidades de Boa Vista, Pacaraima (RR) e Manaus (AM).

Migrantes nicaraguenses na Costa Rica que trabalham na indústria da construção. Nas últimas três décadas, os fluxos migratórios da Nicarágua para a Costa Rica foram motivados por desastres naturais, conflitos políticos e desacelerações econômicas. Foto: OIM

OIM: trabalhadores migrantes são mais vulneráveis a abusos e exploração durante pandemia

Os trabalhadores migrantes podem ficar vulneráveis ​​a abusos e exploração durante a migração devido a fatores como recrutamento antiético, status da migração, medo de deportação ou incapacidade de encontrar emprego alternativo, particularmente durante a atual crise da COVID-19.

Nesse cenário, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) publicou na segunda-feira (8) novas orientações para os Estados-membros sobre a regulamentação do recrutamento internacional e a proteção dos trabalhadores migrantes.

ACNUR distribui quase 1 tonelada de roupas de frio para refugiados no Brasil

Para ajudar pessoas refugiadas e migrantes em situação de vulnerabilidade a enfrentar as baixas temperaturas já registradas em várias partes do Brasil, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) iniciou a distribuição de roupas de frio para esta população. As roupas distribuídas foram doadas ao ACNUR pela empresa japonesa UNIQLO.

A iniciativa beneficiará refugiados e migrantes em São Paulo, Roraima, Paraná e Rio Grande do Sul. No total, cerca de 900 quilos de roupas serão distribuídos nos próximos dias.