Palestina

A ONU participa ativamente dos processos de negociação para solucionar a questão israelo-palestina. Além disso, a ONU dá assistência a cinco milhões de refugiados da Palestina e mantém, entre outros serviços, centenas de escolas, clínicas, centros de distribuição de alimentos em dezenas de campos de refugiados e outros locais no Líbano, Síria, Jordânia, Gaza e Cisjordânia. Estas ações ocorrem por meio da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA).

 

 

Confira abaixo notícias relacionados ao tema.

Linhas de transmissão de energia na Faixa de Gaza. Foto: Banco Mundial/Natalia Cieslik (arquivo)

Relatores da ONU elogiam retomada do fornecimento de energia elétrica em Gaza

Especialistas em direitos humanos das Nações Unidas elogiaram o anúncio de que os cortes de energia elétrica impostos a Gaza nos últimos seis meses foram interrompidos, mas alertaram que muito mais precisa ser feito para aliviar o sofrimento da população do enclave palestino.

“Esta retomada dos níveis de eletricidade anteriores a junho de 2017 vão diminuir o sofrimento dos 2 milhões de habitantes de Gaza”, disse o relator especial da ONU para a situação dos direitos humanos nos territórios palestinos ocupados desde 1967, Michael Lynk. “Nos últimos seis meses, a população de Gaza teve acesso à energia elétrica por aproximadamente quatro horas por dia e, frequentemente, por menos do que isso”.

ONU: status de Jerusalém precisa ser definido por negociação entre Israel e Palestina

O secretário-geral da ONU, António Guterres, reafirmou nesta quarta-feira (6) sua defesa de uma solução de dois Estados para o conflito entre israelenses e palestinos, pouco depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, reconhecer Jerusalém como capital de Israel e determinar a transferência da embaixada norte-americana de Tel Aviv para a cidade.

“Jerusalém é uma questão de status final que precisa ser resolvida por meio de negociações diretas entre as duas partes, com base em resoluções relevantes do Conselho de Segurança e da Assembleia Geral, levando em conta as preocupações legítimas tanto do lado palestino como israelense”, disse Guterres em comunicado.

Jovens palestinos reúnem-se em prédio abandonado de Gaza. Foto: ONU/Shareef Sarhan

Com ‘otimismo cauteloso’, oficial da ONU cita desenvolvimentos positivos no conflito Israel-Palestina

O secretário-geral assistente da ONU para assuntos políticos, Miroslav Jenca, reportou na quarta-feira (18) ao Conselho de Segurança alguns desenvolvimentos positivos no conflito entre Israel e Palestina, especialmente em relação aos esforços de reconciliação intra-palestinos.

Sob o acordo, a Autoridade Nacional Palestina deve assumir o controle das fronteiras da Faixa de Gaza a partir de 1º de novembro. Uma declaração divulgada pelo Egito, que facilitou o acordo, destacou que o governo palestino deve assumir todas as suas responsabilidades na gestão do enclave a partir de 1º de dezembro.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, apresenta relatório anual sobre o trabalho da Organização na Assembleia Geral. Foto: ONU/Cia Pak

Na Assembleia Geral da ONU, Guterres pede união dos países pela paz

Em seu discurso para a reunião anual de líderes mundiais na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, o secretário-geral da ONU, António Guterres, lembrou nesta terça-feira (19) as diversas ameaças — incluindo o perigo nuclear, a mudança climática e os conflitos em andamento — que precisam ser superadas para criar um mundo melhor para todos.

Guterres disse que a migração segura não pode ser limitada a uma elite global, e enfatizou a necessidade de se fazer mais para enfrentar seus desafios. Refugiados, pessoas deslocadas internamente e migrantes não são o problema, e sim os conflitos, as perseguições e a pobreza, declarou. Diante desse cenário, disse Guterres, a ONU lançou iniciativas de reforma da própria Organização.

O secretário-geral da ONU, António Guterres (esquerda), e o primeiro-ministro palestino, Rami Hamdallah, durante coletiva de imprensa. Foto: ONU/ Katrin Hett

Em visita à Palestina, Guterres diz que solução de dois Estados é único caminho para a paz

Em visita à Palestina, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu nesta terça-feira (29) uma solução política para o conflito no Oriente Médio que coloque fim à ocupação israelense e crie um Estado palestino independente, convivendo em paz e segurança ao lado de Israel.

“É minha profunda convicção de que é essencial reiniciar um processo político de negociação sério e confiável visando a esse objetivo — a solução de dois Estados — como também é importante criar condições palpáveis para melhorar a situação da população palestina”, disse Guterres em Ramallah.

Linhas de transmissão de energia na Faixa de Gaza. Foto: Banco Mundial/Natalia Cieslik (arquivo)

ONU manifesta preocupação com deterioração dos direitos humanos em Gaza

Além dos cortes energia que afetam os serviços de saúde, água e saneamento, a falta de transparência sobre o uso de recursos e a repressão à liberdade de expressão acentuam a deterioração da situação humanitária na Faixa de Gaza. Para o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Israel, o Estado da Palestina e as autoridades de Gaza não estão cumprindo suas obrigações de proteger os direitos humanos.

Mulheres palestinas andam perto do muro que separa a Cisjordânia de Israel. Foto: IRIN/Shabtai Gold

Relatores da ONU pedem que Israel reconsidere acusações contra ativista palestino

Expressando preocupação com a retomada de acusações, algumas muito antigas, contra o ativista de direitos humanos palestino Issa Amro, dois relatores independentes das Nações Unidas pediram que Israel siga estritamente as leis internacionais.

“Segundo as informações que nos foram disponibilizadas, muitas das acusações contra (Issa) Amro parecem ser direcionadas ao seu direito garantido por lei de protestar pacificamente contra a ocupação quinquagenária israelense”, disseram Michael Lynk e Michel Forst.

Jovens palestinos reúnem-se em prédio abandonado de Gaza. Foto: ONU/Shareef Sarhan

Fim da ocupação israelense é único caminho para a paz, dizem oficiais da ONU

Para marcar os 50 anos do conflito árabe-israelense, altos oficiais das Nações Unidas declararam na quinta-feira (29) que o fim da ocupação é o único meio de estabelecer as bases para uma paz duradoura que satisfaça as necessidades de segurança dos israelenses e as aspirações dos palestinos por um Estado soberano.

“Essa é a única maneira de alcançar os direitos inalienáveis da população palestina”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em mensagem para fórum realizado na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

UNRWA promove eventos recreativos com o objetivo de diminuir o estresse de crianças na Faixa de Gaza. Foto: UNRWA

Secretário-geral rebate críticas feitas à agência da ONU para refugiados da Palestina

O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou preocupação com críticas recentes feitas à Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) e sobre a integridade de suas operações.

Segundo o porta-voz de Guterres, Farhan Haq, o secretário-geral expressou seu apoio à agência e sua admiração pelo papel que ela tem em fornecer serviços essenciais e proteção aos direitos de milhões de refugiados palestinos no Oriente Médio.

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. Foto: Fórum Econômico Mundial/Boris Baldinger

Legislação de Israel que legaliza assentamentos na Cisjordânia viola direito internacional, diz ONU

Secretário-geral da ONU, António Guterres, lamentou fortemente aprovação da Lei de Regularização de Assentamentos pelo órgão legislativo de Israel, o Knesset. Ele disse que o projeto viola o direito internacional e afirmou que a medida terá consequências legais de longo prazo para o país.

O governo israelense aprovou a construção de mais de 6 mil novos assentamentos na Cisjordânia ocupada e em Jerusalém Oriental. Além disso, a Lei de Regularização de Assentamentos legaliza as casas de mais de 4 mil colonos em dezenas de postos ilegais construídos em terras palestinas privadas em toda a Cisjordânia.

Obras no assentamento israelense de Israel, localizado na Cisjordânia. Foto: IRIN/Annie Slemrod

Novos assentamentos de Israel na Cisjordânia podem ser ‘obstáculo à paz’, diz chefe da ONU

Em pronunciamento nesta quarta-feira (1), o secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou preocupação com o anúncio recente do governo de Israel sobre a construção de 5 mil novas unidades residenciais na Cisjordânia. A medida foi descrita como um “obstáculo” à paz entre palestinos e israelenses e também como uma “ação unilateral” que pode inviabilizar a solução de dois Estados.

Reparação do sistema de água no campo de Jabalia, no norte de Gaza. Foto: UNRWA/Khalil Adwan

ONU pede recursos para palestinos deslocados por conflito na Síria e nos territórios ocupados

Agência da ONU de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) lançou apelo internacional por 813 milhões de dólares para financiar a ajuda emergencial à crise nos territórios ocupados palestinos, incluindo Jerusalém Oriental. Verba também se destinará a atender as necessidades de refugiados palestinos afetados pelo conflito na Síria, incluindo os que estão deslocados no Líbano e na Jordânia.

ONU condena ataque terrorista em Jerusalém

O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou duramente o ataque terrorista em Jerusalém no domingo (8), no qual quatro israelenses morreram e 15 ficaram feridos.

“A violência e terror não trarão uma solução para o conflito israelo-palestino – muito pelo contrário. Todos os responsáveis por tais atos devem ser levados à justiça, condenados e rejeitados. Não se deve permitir que os seus atos retenham a necessidade de um renovado compromisso de diálogo”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Muro que segrega os palestinos, na Cisjordânia. Foto: hjl/Flickr/CC

Estudo da ONU revela número recorde de demolições nos territórios palestinos em 2016

Estudo concluído recentemente pelas Nações Unidas mostrou que autoridades israelenses demoliram ou ocuparam 1.089 propriedades palestinas na Cisjordânia — incluindo Jerusalém Oriental — em 2016, removendo 1.593 palestinos e afetando as vidas de outros 7.101. Trata-se do maior número de demolições e remoções na Cisjordânia desde que o Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) começou a registrar essas informações, em 2009.

Mulheres palestinas caminham próximo ao muro construído por Israel na região, perto de Ramallah, na Cisjordânia. Foto: IRIN/Shabtai Gold

População palestina deve dobrar nos próximos 30 anos, diz agência da ONU

A população palestina deve dobrar de tamanho até 2050, afirmou novo relatório lançado este mês pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), que examinou as mudanças demográficas e as oportunidades de desenvolvimento em todo o território palestino ocupado.

De acordo com o relatório Mudança Demográfica da Palestina até 2030: Oportunidades para o Desenvolvimento, a população atual da região de 4,7 milhões deve chegar a aproximadamente 6,9 milhões em 2030, e a 9,5 milhões em 2050.

Colona e soldado israelenses em um assentamento na Cisjordânia. Foto: IRIN/Andreas Hackl

ONU critica projeto de lei em Israel que legaliza colônias construídas em propriedades de palestinos

Projeto de lei em Israel propõe a legalização “retroativa” de assentamentos israelenses construídos de forma ilícita em propriedades privadas de palestinos na Cisjordânia. Ao menos 570 mil colonos israelenses moram em cerca de 130 assentamentos e 100 colônias — consideradas ilegais pelo próprio Estado de Israel — na região. Nova legislação violaria direito internacional, segundo a ONU.

Muro que segrega os palestinos, na Cisjordânia. Foto: ONU/UNRWA

Relator da ONU critica projeto de lei israelense que legaliza assentamentos na Cisjordânia

O novo projeto de lei israelense que prevê legalizar assentamentos temporários na Cisjordânia ocupada, caso seja aprovado, será mais um golpe nas esperanças de paz na região, de acordo com um especialista em direitos humanos das Nações Unidas.

Michael Lynk, relator especial da ONU para a situação de direitos humanos nos territórios palestinos ocupados, expressou profunda preocupação com a proposta de legalizar mais de 100 assentamentos ilegais na Cisjordânia. O projeto foi aprovado em uma primeira votação no parlamento israelense (Knesset) em 16 de novembro.

‘Israel está negando o direito da Palestina de se desenvolver’, alerta especialista da ONU

Gaza tem uma das maiores taxas de desemprego do mundo – um contingente de 42%, subindo para 58% entre a população jovem. Nos territórios palestinos ocupados, o desemprego atingiu 27% em 2016, aumento de 12% em relação ao ano de 1999.

“Não há paralelo no mundo moderno para a economia palestina. A pobreza está aumentando; o desemprego está subindo para níveis épicos; a insegurança alimentar está se tornando mais aguda; a economia está se tornando mais reprimida e menos viável”, ressaltou Lynk, pedindo às autoridades israelenses que coloquem um fim completo aos quase 50 anos de ocupação.

Na Assembleia Geral da ONU, chefes de Estado de Israel e Palestina falam sobre conflito

“A nossa mão continua estendida para a paz”, disse o presidente da Palestina, Mahmoud Abbas, questionando se há, em Israel, alguma liderança que deseja efetivamente alcançar uma verdadeira paz e abandonar a mentalidade da hegemonia, expansionismo e colonização.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, por sua vez, disse que o conflito entre Israel e Palestina nunca foi sobre assentamentos ou sobre o estabelecimento de um Estado palestino, declarando que “sempre foi sobre a existência de um Estado judeu […] em qualquer limite”.

Presidente dos EUA, Barack Obama, fala na abertura do debate da Assembleia Geral da ONU, em NY. Foto: ONU

Obama critica ‘nacionalismo agressivo’ e ‘populismo grosseiro’ em discurso na ONU

Em seu último discurso como presidente dos Estados Unidos na Assembleia Geral da ONU, Barack Obama fez nesta terça-feira (20) um apelo à integração global frente ao “fundamentalismo religioso, nacionalismo agressivo e populismo grosseiro”, afirmando ser necessário “corrigir rumos”. “Um mundo no qual 1% da humanidade controla riqueza equivalente a dos outros 99% nunca será estável”, disse o presidente norte-americano, pedindo uma economia global que “trabalhe para todos”.

Poder não deve ser visto como propriedade pessoal, diz Ban a líderes mundiais

Em discurso na abertura do debate da Assembleia Geral nesta terça-feira (20), o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, fez um chamado em defesa da democracia nos países do mundo, afirmando que o poder deve ser fruto da confiança dos povos, e não encarado como propriedade pessoal de líderes políticos. Em sua fala a representantes dos 193 Estados-membros, Ban chamou de “covarde” o ataque contra comboios humanitários na Síria ocorrido na véspera, e disse que “patrocinadores da máquina de guerra” têm sangues nas mãos.

Jovem palestino protesta contra o ocupação em al-Ma'sara, em julho de 2009. Foto: AFPS14/Flickr/CC

ONU: economia palestina seria, pelo menos, duas vezes maior sem a ocupação israelense

Relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) traça um panorama completo sobre os danos contínuos provocados pela ocupação ilegal do governo de Israel na Palestina.

Documento cita, entre outros, os mecanismos de taxação indevida, confisco de terras, água e outros recursos naturais, e a demolição ilegal de casas que, ano após ano, destroem as esperanças dos palestinos; secretário-geral pediu responsabilização de modelo classificado pela ONU como “punição coletiva” do povo palestino.

Área industrial no norte de Gaza, onde metal é reciclado e os detritos da guerra são transformados em cimento de baixa qualidade e blocos de construção. Foto: Banco Mundial / Arne Hoel

Enviado especial da ONU pede que Israel e Palestina trabalhem em prol de ‘solução viável’

“Os dois lados devem trabalhar para reverter a trajetória negativa, para construir a confiança e restaurar a esperança de que uma solução entre ambos não é apenas um slogan político, mas, sim, uma realidade que pode ser alcançada através de negociações”, declarou Nickolay Mladenov ao Conselho de Segurança, em seu informe regular sobre a situação na região.

Chefes de 16 agências da ONU pediram fluxo livre e constante de material de construção e aumento do financiamento, para lidar com as necessidades humanitárias de 1,9 milhão de pessoas que vivem na Faixa de Gaza. Palestinos vivem a expectativa de eleições unificadas, passo importante para as negociações na região.

Em junho, 19 palestinos, incluindo 12 crianças, perderam suas casas quando forças de segurança israelenses promoveram demolições em Susiya, sul de Hebron, nos territórios palestinos ocupados. Foto: OCHA

Comunidades palestinas enfrentam risco de remoções devido a demolições

De acordo com o coordenador humanitário das Nações Unidas no território palestino ocupado, Robert Piper, uma onda de demolições e confiscos em toda a Cisjordânia ocorreu neste ano, com 786 estruturas palestinas demolidas desde o início de 2016. As demolições foram responsáveis por deslocar 1.197 pessoas, incluindo 558 crianças. Mais de 200 estruturas demolidas serviam para o fornecimento de ajuda humanitária.

No fim de junho, secretário-geral da ONU visita escola em Gaza administrada pela UNRWA. Foto: Eskinder Debebe/ONU

Ban Ki-moon diz que política expansionista não tornará Israel mais seguro

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu nesta terça-feira (12) que Israel interrompa imediatamente sua política de expansão de assentamentos nos territórios ocupados da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental.

“Para cada tijolo adicionado ao edifício da ocupação, há outro retirado das bases de Israel como um Estado democrático de maioria judaica”, afirmou o secretário-geral, em declarações ao Conselho de Segurança sobre a situação no Oriente Médio.

Crianças tornaram-se sem-teto em março depois que autoridades israelenses destruíram 53 estruturas na comunidade palestina de Khirbet Tana, localizada na Área C da Cisjordânia. Foto: OCHA

ONU faz duras críticas a Israel por decisão de construir novos assentamentos na Cisjordânia

O secretário-geral da ONU criticou duramente a decisão das autoridades israelenses de avançar com seus planos de construir cerca de 560 casas no assentamento de Maale Adumim, na Cisjordânia, assim como 240 unidades residenciais em diversos assentamentos de Jerusalém Oriental.

As Nações Unidas também criticaram Israel pela demolição de casas palestinas na Cisjordânia na noite passada (3), enquanto as perspectivas para uma solução de dois Estados no conflito do Oriente Médio parecem estar cada vez mais distantes.