Indústria; inovação e infraestrutura

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 11 diz: “Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 9 diz: “Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods9 e notícias sobre o tema abaixo.

Foto: ONU/Rick Bajornas

Evento em NY destaca iniciativas de empresas brasileiras pelos objetivos globais

Histórias do setor privado brasileiro na implementação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) receberão destaque durante o evento SDG in Brazil – Private Sector Role, organizado pela Rede Brasil do Pacto Global durante a 73ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, em setembro.

Com a iniciativa, a Rede Brasil quer promover as boas práticas empresariais conduzidas no país e incentivar o engajamento internacional das empresas brasileiras com os temas da Agenda 2030.

Em aula prática, participantes do curso conhecem sistema forno-fornalha desenvolvido pela UFV. Foto: PNUD/Matheus Mesquita

Projeto Siderurgia Sustentável é apresentado em evento de produtores rurais em Viçosa

As boas práticas do Projeto Siderurgia Sustentável foram apresentadas aos produtores e empresários rurais que visitaram o tradicional evento de extensão da Universidade Federal de Viçosa (UFV), realizado de 14 a 20 de julho.

Implementado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) sob coordenação técnica do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o projeto visa melhorar a eficiência da conversão da madeira em carvão vegetal na siderurgia, reduzindo as emissões de gases do efeito estufa.

Extinguir a fome no mundo; alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável são ações que sintetizam o Objetivo 2 do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Foto: ONU Meio Ambiente

Mudar padrões de produção e consumo pode ser antídoto contra obesidade, diz FAO

Temas como a demanda global de alimentos, a epidemia de obesidade e as novas tendências de mercado foram abordados pelo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva, durante congresso promovido pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) na terça-feira (31).

“O maior problema do mundo já não é mais a fome, a fome hoje é algo bem equacionado, a gente sabe onde está, e sabe por que. Ela está basicamente nas regiões de conflito e seca”, declarou.

“Uma epidemia que afeta tantos países desenvolvidos, como os em desenvolvimento, é a obesidade, que é uma questão ainda não equacionada e que vai afetar o futuro da alimentação de uma maneira que nós ainda não conseguimos dizer”, alertou.

A diretora do Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior (UNOOSA), Simonetta Di Pippo, está no Brasil para cumprir uma agenda de visitas e eventos ligados à atividade espacial brasileira. Foto: FAB

Representante da ONU para assuntos espaciais visita centro de lançamento da FAB

A diretora do Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior (UNOOSA), Simonetta Di Pippo, está no Brasil para cumprir uma agenda de visitas e eventos ligados à atividade espacial brasileira.

Atendendo a um convite do comandante da Força Aérea, a representante da ONU visitou as estruturas críticas e os principais projetos de desenvolvimento espacial do país. O primeiro destino foi o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), na terça-feira (31).

O UNAIDS Brasil destaca que a adesão e o consequente sucesso do tratamento antirretroviral depende do acesso ininterrupto e em tempo adequado aos medicamentos. Foto: UNAIDS Brasil

Conferência sobre AIDS alerta para falta de remédios antirretrovirais na América Latina

Nos países latino-americanos, uma das conquistas mais importantes na resposta ao HIV têm sido o reconhecimento de que o acesso ao tratamento faz parte do direito à saúde no sistema público, resultando em um aumento no número de pessoas recebendo tratamento antirretroviral nos últimos anos.

No entanto, um grande desafio para atender esse direito é garantir o fornecimento ininterrupto de medicamentos antirretrovirais e outros produtos essenciais. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

O Banco Mundial ouviu a comunidade local sobre suas prioridades de desenvolvimento e para definir a seleção de estradas que precisavam de melhorias. Foto: Banco Mundial

Banco Mundial ouve comunidades locais do Tocantins sobre necessidade de obras em estradas

Miranorte é uma pequena cidade de Tocantins conhecida pela produção de abacaxi. Durante a estação chuvosa, a produção não chegava aos mercados porque as estradas ficavam obstruídas pela água. Em muitos lugares, as rodovias não tinham pontes nem bueiros, o que comprometia a segurança e a acessibilidade.

O Projeto Multissetorial do Banco Mundial em Tocantins se propôs a enfrentar esse e outros desafios. A iniciativa, que incluiu um componente rodoviário rural, decidiu ouvir a comunidade sobre suas prioridades de desenvolvimento e para obter insumos na seleção de estradas que precisavam de melhorias.

Condicionadores de ar e refrigeradores normalmente usam gases de hidrofluorcarbonetos (HFCs). Foto: Flickr / Peter Morgan (CC)

Brasil está preparado para reduzir gases que impulsionam aquecimento global, diz especialista

Coordenador regional do Protocolo de Montreal para a América Latina e o Caribe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) desde 2005, Kasper Koefoed já acompanhou importantes projetos implementados no Brasil para a eliminação das substâncias destruidoras da Camada de Ozônio.

Agora, afirma que o desafio do país é eliminar os hidrofluorcarbonetos (HCFCs), utilizados nos sistemas de refrigeração e que contribuem para o aquecimento global. Segundo o especialista, o Brasil “está indo muito bem para atingir essa meta”. “O Protocolo de Montreal apresenta cronogramas escalonados, com fases de redução do consumo, o que permite que os setores que estejam um pouco atrás em suas conversões consigam se alinhar em fases posteriores”, declarou. Leia a entrevista.

A Cooperacre processa as castanhas localmente e comercializa ao mercado doméstico e ao mercado internacional. Foto: Flickr/Sebástian Freire (CC)

ARTIGO: Castanha-do-pará lidera o desenvolvimento sustentável na Amazônia

Em artigo, o diretor do Banco Mundial no Brasil, Martin Raiser, conta a experiência da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Cooperacre), fundada há 16 anos por agricultores empreendedores que hoje estão na casa dos 80 anos e concentram uma crescente parcela da produção de castanha-do-pará no Acre.

Os investimentos da Cooperacre foram parcialmente financiados por uma série de projetos multissetoriais do Banco Mundial, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento rural integrado e sustentável. Leia o artigo completo.

O venezuelano Yofre, de 35 anos, participa de um encontro promovido pelo ACNUR no CTA São Mateus para mapear as oportunidades de empregabilidade dessa população. Foto: ACNUR/MiguelPachioni

Venezuelanos acolhidos em SP encontram oportunidades de emprego

O sonho de obter uma vaga no mercado de trabalho aconteceu em tempo recorde para 81 do total de 287 venezuelanos que viajaram de Boa Vista a São Paulo por meio do processo de interiorização do governo federal, iniciado em abril deste ano.

A conquista de um trabalho é resultado do esforço pessoal dos próprios venezuelanos, de serviços oferecidos pelo poder público e pela sociedade civil, assim como da sensibilização do setor privado, como parte das iniciativas de integração do crescente número de pessoas venezuelanas que chegam ao Brasil. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Pescadores em lago no México. Foto: Banco Mundial/Curt Carnemark

ONU e especialistas trocam experiências sobre conservação marinha em Florianópolis

Os oceanos são a base para grande parte da economia mundial, além de fonte de alimento e de regulação do clima. Mas a ideia de que seus recursos são inesgotáveis está levando os estoques pesqueiros globais rumo ao colapso. Nas próximas décadas, além do risco de extinção, espécies populares como o atum e o badejo serão cada vez menos comuns na mesa do brasileiro.

Preocupada com a rápida degradação da biodiversidade marinha, a ONU Meio Ambiente se uniu ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e à Iniciativa Azul do Brasil para promover um diálogo de alto nível com especialistas nacionais e internacionais.

Amina J. Mohammed, durante seu discurso de abertura do fórum. Foto: Pacto Global

Fórum em Nova Iorque pede negócios sustentáveis e aceleração do desenvolvimento

O terceiro SDG Business Forum reuniu líderes de empresas, governos, sociedade civil e das Nações Unidas este mês na sede da ONU em Nova Iorque para estabelecer estratégias para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030.

O evento fez parte da agenda do Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas — o encontro anual para revisar o progresso e orientar os esforços globais para a Agenda 2030.

Economia brasileira deve crescer 1,8% em 2018, de acordo com projeções do FMI. Foto: EBC

FMI reduz previsão de crescimento da economia brasileira para 1,8% em 2018

O Fundo Monetário Internacional (FMI) informou na segunda-feira (23) que o crescimento econômico brasileiro deve prosseguir em ritmo moderado este ano, impulsionado pelo consumo privado e pelo investimento. A alta do PIB em 2018 foi revisada para baixo, para 1,8%, devido às condições globais mais difíceis e à recente greve dos caminhoneiros.

O resultado incerto das eleições de 2018 também pode pesar no crescimento, segundo o organismo internacional. A inflação diminuiu para pisos recordes e a previsão do FMI é de que aumente para o centro da meta em 2019.

O Ministério da Cultura (MinC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) lançaram nesta segunda-feira (23), no Cinearte, em São Paulo (SP), o Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR). Foto: Ministério da Cultura

Evento de indústrias criativas em SP prevê movimentar R$ 40 milhões

O Ministério da Cultura (MinC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) lançaram nesta segunda-feira (23), no Cinearte, em São Paulo (SP), o Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR).

O megaevento, que será realizado de 5 a 11 de novembro, na capital paulista, deve reunir milhares de empreendedores brasileiros e sul-americanos em atividades de capacitação, rodadas de negócios e apresentações artístico-comerciais, além de um público geral de aproximadamente 30 mil pessoas.

O evento conta com a cooperação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil e o apoio de várias entidades representativas de setores criativos da indústria.

Porto de Salvador, na Bahia. Foto: Banco Mundial/Mariana Ceratti

Comércio global está ameaçado por medidas unilaterais, diz oficial da ONU

Apesar de uma melhora do cenário econômico, as perspectivas globais enfrentam riscos crescentes, na opinião do chefe de assuntos econômicos e sociais das Nações Unidas, que manifestou na quinta-feira (19) preocupação com medidas unilaterais que estão desafiando o sistema multilateral de comércio.

“São necessários esforços para revitalizar uma parceria global para o desenvolvimento sustentável a fim de construir um sistema comercial multilateral universal, baseado em regras, aberto, não discriminatório e equitativo”, disse Liu Zhenmin, subsecretário-geral para Assuntos Econômicos e Sociais da ONU.

Sob pressão após a greve de caminhoneiros, o governo federal reagiu determinando, entre outras medidas, um congelamento de curto prazo do preço do diesel na bomba de gasolina. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

ARTIGO: Como aumentar a eficiência do setor de transporte rodoviário do Brasil?

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, o economista-chefe do Banco Mundial para o Brasil, Antonio Nucifora, afirma que o país tem um dos custos logísticos mais altos da América Latina.

A eficiência logística brasileira é baixa por causa da predominância do transporte rodoviário. Segundo ele, o Brasil poderia economizar cerca de 0,7% do PIB a cada ano se deslocasse frete do modal rodoviário para o ferroviário e o aquaviário. Leia o artigo completo.

O diretor-geral adjunto e chefe do Departamento de Ciências Nucleares e Aplicações da AIEA (à direita), Aldo Malavasi, e o presidente da Sociedade Brasileira de de Medicina Nuclear (SBMN), Juliano Cerci. Foto: AIEA

AIEA firma parceria com Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear para treinamento de profissionais

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) assinou nesta semana (18) um acordo de parceria com a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN) que irá aumentar as oportunidades de treinamento para profissionais de medicina nuclear na América Latina e no Caribe, assim como nos países africanos de língua portuguesa.

“O Brasil oferece um pano de fundo ideal para o acordo de parceria, pois o país abriga o maior número de centros de medicina nuclear na região da América Latina e Caribe, com várias instalações de última geração relacionadas a todas as áreas da medicina nuclear”, disse a chefe da seção de Medicina Nuclear e Diagnóstico por Imagem da Divisão de Saúde Humana da AIEA, Diana Paez.

Os países estão dando passos significativos no combate à resistência antimicrobiana, mas sérias lacunas ainda permanecem e exigem ação urgente, segundo novo relatório. Foto: Pixabay (CC)

Países têm dado passos importantes na luta contra resistência antimicrobiana, diz relatório

Os países estão dando passos significativos no combate à resistência antimicrobiana, mas sérias lacunas ainda permanecem e exigem ação urgente, segundo novo relatório divulgado na quarta-feira (18) por Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e Organização Mundial da Saúde (OMS).

O relatório registra progressos em 154 países. Alguns deles, incluindo muitos europeus, têm trabalhado em políticas de combate à resistência antimicrobiana em setores humanos e animais por mais de quatro décadas.

Uso de tecnologias digitais na educação é tema de nova publicação da UNESCO. Foto: Presidencia da República/Ricardo Stuckert

Com evolução tecnológica, 65% das crianças terão empregos que ainda não existem, diz CEPAL

A chefe da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, liderou na terça-feira (17), na sede da ONU, em Nova Iorque, um debate com representantes de todas as regiões do mundo sobre tecnologia e desenvolvimento sustentável. Dirigente defendeu políticas educacionais capazes de acompanhar a revolução digital. De acordo com a especialista, 65% de todas as crianças do planeta que entram hoje na escola primária terão empregos que ainda não existem.

Da esquerda para a direita, José Graça Aranha, diretor regional da OMPI; e Mauro Maia, diretor-executivo do INPI. Foto: UNIC Rio/Luise Martins

Agência da ONU pede medidas urgentes para reduzir prazo de análise de patentes no Brasil

O prazo para a análise de patentes no Brasil alcançou um patamar tão elevado que são necessárias medidas urgentes para enfrentar o problema, na avaliação do diretor regional do Escritório no Brasil da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), José Graça Aranha.

As declarações foram feitas na segunda-feira (15), paralelamente a evento de lançamento do curso de verão que a agência da ONU realiza até dia 27 de julho no Rio de Janeiro para profissionais que trabalham ou têm interesse no tema.

“Nunca, nenhum país, chegou a esse estado, com um acúmulo, um backlog, nesse ponto do setor de patentes. Algo tem que ser feito”, disse Graça Aranha em entrevista ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Produção de grãos no Paraná. Foto: ANPr / Jonas Oliveira

FAO: Brasil substituirá EUA como terceiro maior fornecedor mundial de óleo de soja

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) prevê uma queda na produção de soja, arroz, grãos e açúcar na América Latina na safra 2018/2019, assim como um aumento na produção de leite e carne bovina, de acordo com relatório publicado nesta semana (11).

Segundo o relatório, o Brasil substituirá os Estados Unidos como o terceiro maior fornecedor mundial de óleo de soja, e continuará sendo o principal fornecedor mundial de carne de aves e farinha.

O evento de encerramento ocorreu no Museu de Imagem e Som (MIS) em São Paulo. Foto: Léu Britto.

Como as empresas brasileiras podem apoiar a agenda LGBTI?

“Parem de nos matar e comecem a nos contratar” é o lema do filme TRAN$RICO, do diretor Ariel Nobre, exibido durante o encerramento da Mostra TransDocumenta na segunda-feira (9), em São Paulo. Ao trazer à tona o universo trans e seus desafios, o evento mostrou a importância de estimular a inclusão de pessoas LGBTI no mercado de trabalho do país que mais mata pessoas trans no mundo em números absolutos.

A Rede Brasil do Pacto Global da ONU lembra que as empresas brasileiras podem ajudar a agenda LGBTI apoiando e participando de iniciativas que traçam como meta o fim da discriminação. São a partir de ações simples e conscientes que pessoas trans podem se sentir menos marginalizadas, tanto social quanto profissionalmente.

Segundo os especialistas da ONU, cinco dos dez pesticidas mais vendidos no Brasil não são autorizados em diversos outros países devido a seus riscos à saúde humana ou ecossistemas. Foto: EBC

Mudanças na lei de agrotóxicos no Brasil violariam direitos humanos, afirmam relatores da ONU

Relatores das Nações Unidas enviaram no início de junho (13) um comunicado ao governo brasileiro manifestando preocupações com as propostas de mudança da lei de agrotóxicos no país. Os especialistas alertaram que, caso aprovadas, tais alterações violarão direitos humanos de trabalhadores rurais, comunidades locais e consumidores dos alimentos produzidos com a ajuda de pesticidas.

De acordo com os relatores, alguns pontos do projeto de lei revisam as regulações para registro de pesticidas e seu uso no Brasil com o objetivo de tornar as regras mais flexíveis, facilitando o registro e a propaganda desses produtos no país. Essas modificações podem enfraquecer a regulação e o controle de pesticidas perigosos no Brasil, maior consumidor e importador desses produtos no mundo.

Xangai, China. Foto: ONU-Habitat/Julius Mwelu

China entra para grupo de 20 economias mais inovadoras do mundo

A China tornou-se uma das 20 economias mais inovadoras do mundo, enquanto a Suíça manteve o primeiro lugar no ranking do Índice Global de Inovação (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente por Universidade de Cornell, Instituto Europeu de Administração de Empresas (INSEAD) e Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI).

O Brasil ficou em 64º lugar no ranking deste ano, subindo cinco posições. O país tem força comparativa nos gastos com pesquisa e desenvolvimento, qualidade de publicações científicas e de universidades, com destaque para a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Voluntária ajuda em coleta de plástico numa praia de Watamu, no Quênia. Foto:

O que as empresas estão fazendo para frear a torrente de plásticos?

Diante das consequências inegáveis da poluição por plásticos, pessoas de todo o mundo estão rejeitando os produtos descartáveis e se comprometendo com estilos de vida mais sustentáveis.

Os governos também estão atuando: mais de 50 países se uniram à campanha Mares Limpos da ONU Meio Ambiente, o maior movimento mundial de luta contra o lixo marinho.

As empresas não podem ignorar esse protesto público. Muitas indústrias estão elaborando planos para eliminar os plásticos de uso único, utilizar mais plástico reciclado em suas embalagens e trabalhar em uma reciclagem mais efetiva. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Poluição por plásticos. Foto: pixabay/meineresterampe (CC)

Evento no DF discute formas de aumentar transparência sobre impacto ambiental de empresas

A inexistência de diretrizes governamentais para coleta, medição e divulgação de informações sobre sustentabilidade por parte de empresas na América Latina cria uma barreira para uma melhor avaliação dos negócios corporativos por governos, investidores, sociedade civil e pelas próprias companhias.

Nesse cenário, Ministério do Meio Ambiente (MMA) e ONU Meio Ambiente promoveram encontro em Brasília (DF) com o objetivo de chamar a atenção das empresas para a necessidade de dar mais transparência aos potenciais riscos à saúde e ao meio ambiente de sua produção de bens e serviços.

Condicionadores de ar e refrigeradores normalmente usam gases de hidrofluorcarbonetos (HFCs). Foto: Flickr / Peter Morgan (CC)

Especialistas em refrigeração debatem uso de substâncias alternativas para proteger camada de ozônio

Cerca de 70 especialistas e técnicos em refrigeração e ar condicionado se reuniram em Porto Alegre (RS) na quinta-feira (28) para debater sobre fluidos frigoríficos alternativos ao HCFC-22, substância destruidora do ozônio utilizada pelo setor.

O workshop foi organizado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pela Organização das Nações Unidas para Desenvolvimento Industrial (UNIDO) no âmbito do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (PBH).

Colheita de soja em fazenda localizada no município mato-grossense de Rondonópolis, um dos principais pólos produtivos do país. Na década de 1990, a cidade chegou a ser denominada capital nacional do agronegócio Foto: EBC/Roosewelt Pinheiro

OCDE e FAO veem alta de 17% da produção agrícola e pesqueira na América Latina até 2027

A produção agrícola e pesqueira na América Latina e no Caribe crescerá 17% nos próximos dez anos, segundo novo relatório publicado na terça-feira (3) por Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Mais da metade desse crescimento (53%) pode ser atribuído a um aumento na produção agrícola, cerca de 39% devido ao setor pecuário, e os 8% restantes como resultado da expansão da produção pesqueira.

Foto: EBC

UNICEF e Samsung divulgam selecionados para próxima etapa de maratona de tecnologia

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a empresa de tecnologia Samsung divulgaram na segunda-feira (2) a lista das 32 equipes selecionadas para as próximas etapas da Maratona UNICEF Samsung.

As equipes, escolhidas entre mais de 100 que se inscreveram de todas as regiões do país, vão desenvolver aplicativos com soluções para melhorar a educação nas escolas públicas brasileiras. 

Brasil é o terceiro maior exportador de armas de pequeno porte. Foto: EBC

Conferência em Nova Iorque discute desafios para erradicar comércio ilegal de armas leves

O Escritório das Nações Unidas para Assuntos de Desarmamento (UNODA) promoveu na semana passada (18) na sede da ONU, em Nova Iorque, uma conferência de duas semanas sobre a Revisão do Programa de Ação da ONU para prevenir, combater e erradicar o tráfico ilícito de armas leves e de pequeno porte.

“Elas são a causa da morte de mais de meio milhão de pessoas anualmente”, disse a chefe de gabinete da ONU, a brasileira Maria Luiza Ribeiro Viotti. “Das cerca de 900 milhões de armas de pequeno porte no mundo, três quartos estão em mãos de civis — a maioria sem autorização”, observou.

Foto: Imprensa/GEPR

ARTIGO: Os custos da guerra comercial

Em artigo, o secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), Mukhisa Kituyi, afirma que a introdução pela administração do presidente norte-americano, Donald Trump, de tarifas de importação sobre o aço e o alumínio levanta a possibilidade de uma guerra comercial global. Seus efeitos seriam sentidos em todos os lugares, mas especialmente nos países mais pobres do mundo, disse ele. Leia o artigo completo.

Kaye sugeriu que os governos devem reforçar o papel das autoridades públicas, especialmente da Justiça, na determinação da legalidade do conteúdo online. Foto: Flickr/ ilouque (CC)

Relator da ONU pede que governos e empresas garantam liberdade de expressão na Internet

Um importante relatório de especialista em direitos humanos da ONU alertou na semana passada (19) que governos e empresas correm o risco de minar a liberdade de expressão na Internet, e instou autoridades públicas e privadas a lidar com problemas como discurso de ódio e desinformação online.

“Os governos têm a responsabilidade de garantir o cumprimento das leis nacionais e internacionais, mas devem agir agora para garantir que o espaço para a liberdade de expressão na Internet não seja prejudicado”, disse David Kaye, relator especial da ONU para a promoção e a proteção do direito à liberdade de opinião e expressão.