Trabalho decente e crescimento econômico

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 8 diz: “Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 8 diz: “Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods8 e notícias sobre o tema abaixo.

Caminhoneiros fazem protesto contra a alta no preço dos combustíveis na BR-040, próximo a Brasília. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

ARTIGO: De volta para o futuro

Em artigo publicado na imprensa brasileira, o economista-chefe do Banco Mundial no Brasil, Antonio Nucifora, afirma que as concessões do governo aos caminhoneiros para pôr fim à greve foram um ‘enorme passo atrás’. Medida se alinha a série de políticas ‘ineficazes’ de incentivo ao setor privado.

Especialista lembrou que programas de apoio a empresas e setores produtivos somavam 4,5% do PIB em 2015, o equivalente ao gasto público com saúde ou a nove vezes o valor do Bolsa Família.

O cantor e compositor recifense Johnny Hooker foi nomeado Campeão da Igualdade da campanha da ONU Livres & Iguais no Brasil. Foto: ONU Brasil

ONU Livres & Iguais e iniciativa privada lançam Padrões de Conduta para Empresas no Brasil

A campanha da ONU Livres & Iguais e líderes da iniciativa privada lançam os Padrões de Conduta para Empresas – enfrentando a discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, pessoas trans e intersexo. O documento, elaborado pelo Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), visa fortalecer o envolvimento das empresas na promoção da igualdade de direitos e tratamento justo da população LGBTI.

A atividade acontece em São Paulo no dia 26 com a participação de Liniker, Johnny Hooker e Aíla e faz parte das comemorações do Mês do Orgulho LGBTI. Mais de 17 empresas brasileiras integram a lista de primeiros apoiadores.

Venezuelanos caminham pela estrada de Pacaraima até Boa Vista, capital de Roraima. Aqueles que não podem pagar o transporte público fazem a viagem de mais de 200 quilômetros a pé. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

ACNUR: acordos de cooperação vão acelerar integração de venezuelanos em Roraima

No Dia Mundial do Refugiado, lembrado na quarta-feira (20), acordos de cooperação assinados entre a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) e o Tribunal de Justiça de Roraima vão contribuir para a integração de venezuelanos e para a garantia dos direitos civis das pessoas mais vulneráveis entre essa população.

Por meio do convênio de cooperação técnica e pedagógica assinado com o SENAC, cursos de português e de qualificação profissional serão oferecidos para refugiados, solicitantes de refúgio e imigrantes em Roraima, principal porta de entrada de venezuelanos no Brasil. Já o acordo de cooperação com o Tribunal de Justiça prevê o atendimento judicial itinerante aos venezuelanos em Roraima para evitar a violação de seus direitos fundamentais.

Erradicar a pobreza é o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 1. Foto: ONU Habitat/Astrid Yanes

Desigualdades e urbanização rápida desafiam países na busca pelos objetivos globais, diz relatório

Desigualdades, bolsões de pobreza permanentes e rápida urbanização estão desafiando os países no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), de acordo com relatório lançado nesta quarta-feira (20) na sede da ONU, em Nova Iorque.

O documento apontou também que a mudança do clima e os conflitos são os fatores que mais contribuem para o aumento do número de pessoas que passam fome e são forçadas a se deslocar e, consequentemente, têm menos acesso básico a água e saneamento.

Família pede ajuda nas ruas da cidade de Secunda, na província sul-africana de Mpumalanga. Foto: Jan Truter (CC, Flickr)

Relator da ONU pede que FMI proteja os mais pobres dos efeitos da austeridade

O Fundo Monetário Internacional (FMI) precisa fazer mais para proteger indivíduos mais vulneráveis e de baixa renda que acabam carregando o fardo das políticas de austeridade, disse nesta terça-feira (19) o relator especial da ONU para a pobreza extrema e os direitos humanos, Philip Alston.

“Agir para ajudar aqueles que não estão bem financeiramente têm até agora sido pouco mais do que uma reflexão tardia no trabalho do FMI no mundo todo. Mas se há pretensão de responder efetivamente nos anos futuros aos desafios de um mundo em que tanto a globalização quanto as democracias liberais continuam a ser atacadas, o FMI precisará de uma mentalidade diferente”, disse Alston.

Câmara do ECOSOC na sede da ONU, em Nova Iorque. Foto: ONU/Rick Bajornas

Brasil é eleito para conselho econômico e social da ONU

O Brasil está entre os 18 países eleitos nesta semana (13) para integrar o Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC). Organismo coordena agências especializadas das Nações Unidas e é responsável por formular recomendações sobre desenvolvimento, comércio internacional, industrialização, recursos naturais, direitos humanos, condição da mulher, população, ciência e tecnologia, prevenção do crime e bem-estar social.

No Sudão do Sul, a produção de mel vem transformando a vida de um grupo de mulheres. A péssima condição das estradas e a falta de segurança na região, contudo, dificultam a venda do produto e colocam em risco a comunidade. Em 2017, a Missão das Nações Unidas no país anunciou um plano para a reforma da principal estrada da área. Com a obra, a missão da ONU no Sudão do Sul poderá patrulhar melhor a região e garantir segurança para que a comunidade possa prosperar.

Com apoio da ONU, produtoras de mel melhoram vendas no Sudão do Sul; vídeo

No Sudão do Sul, a produção de mel vem transformando a vida de um grupo de mulheres. A péssima condição das estradas e a falta de segurança na região, contudo, dificultam a venda do produto e colocam em risco a comunidade.

Em 2017, a Missão das Nações Unidas no país anunciou um plano para a reforma da principal estrada da área. Com a obra, a missão da ONU no Sudão do Sul poderá patrulhar melhor a região e garantir segurança para que a comunidade possa prosperar. Saiba mais neste vídeo.

Rede Brasil realiza treinamento para empresas da federação. Foto: Firjan

Pacto Global e Firjan ajudam empresas brasileiras a colocar objetivos globais em prática

A Rede Brasil do Pacto Global anunciou sua adesão ao Grupo Empresarial Firjan ODS, formado pelas empresas Coca-Cola, Enel, Rede Globo e Vale. A parceria foi oficializada na segunda-feira (11), durante evento na capital fluminense. A iniciativa é da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), que na ocasião também divulgou sua adesão ao Pacto Global da ONU.

“A parceria da Rede Brasil do Pacto Global com a Firjan é mais um passo no avanço da agenda dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) dentro do setor privado brasileiro. São estas parcerias que tornam possíveis ações coletivas em torno das agendas globais que impactam diretamente o âmbito nacional e o meio corporativo”, disse no evento o secretário-executivo da Rede Brasil do Pacto Global, Carlo Pereira.

Criança é forçada a trabalhar no Paquistão. Foto: OIT / M. Crozet

OIT: 73 milhões de menores de idade trabalham em ocupações de risco

Em pronunciamento para o Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, lembrado nesta semana (12), o chefe da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, alertou que 73 milhões de menores de idade trabalham em ocupações perigosas, como agricultura, mineração, construção civil e fábricas com condições precárias. Número representa quase metade dos 152 milhões de jovens que têm entre cinco e 17 anos de idade e estão envolvidos em alguma atividade produtiva.

No dia 12 de junho, a ONU celebra o Dia Mundial contra o Trabalho Infantil. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o número de crianças que trabalham diminuiu de 250 milhões para 152 milhões nos últimos 20 anos. Ainda assim, a erradicação do trabalho infantil ainda é um objetivo distante. Segundo o Nobel da Paz Kailash Satyarthi, ainda há muito a ser feito para impedir o trabalho infantil. “Se o mundo pode chegar a Marte, por que não podemos alcançar cada criança que corre perigo?”

‘Se o mundo pode chegar a Marte, por que não podemos alcançar cada criança que corre perigo?’

No dia 12 de junho, a ONU celebra o Dia Mundial contra o Trabalho Infantil. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o número de crianças que trabalham diminuiu de 250 milhões para 152 milhões nos últimos 20 anos. Ainda assim, a erradicação do trabalho infantil ainda é um objetivo distante.

Segundo o Nobel da Paz Kailash Satyarthi, ainda há muito a ser feito para impedir o trabalho infantil. “Se o mundo pode chegar a Marte, por que não podemos alcançar cada criança que corre perigo?”

Merkel e líderes de seis agências multilaterais pedem mais cooperação no comércio global. Foto: OMC

Merkel e líderes de agências multilaterais pedem maior cooperação no comércio global

A chanceler alemã, Angela Merkel, realizou reunião com chefes de seis agências multilaterais na segunda-feira (11) em Berlim para discutir formas de promover a cooperação econômica internacional para enfrentar os desafios globais e melhorar as perspectivas de crescimento inclusivo e sustentável.

“O aumento das tensões comerciais cria o risco de um grande impacto econômico, minando o mais forte período sustentado de crescimento comercial desde a crise financeira”, disse na ocasião o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o brasileiro Roberto Azevêdo.

O número de crianças que trabalham na agricultura em todo o mundo subiu mais de 10% desde 2012 devido, em parte, a conflitos armados e desastres naturais. Foto: FAO

FAO vê alta do trabalho infantil na agricultura mundial, impulsionada por conflitos e desastres

Depois de anos de queda constante, o trabalho infantil na agricultura começou a aumentar novamente nos últimos anos, impulsionado em parte por um aumento dos conflitos e dos desastres provocados pelo clima.

Essa tendência preocupante não só ameaça o bem-estar de milhões de crianças, mas também prejudica os esforços para acabar com a fome e a pobreza no mundo, advertiu a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) nesta terça-feira (12), Dia Mundial contra o Trabalho Infantil.

O presidente da Argentina, Mauricio Macri. Foto: Agência Brasil/Elza Fiúza

Argentina fecha acordo de US$ 50 bi com FMI; país se compromete a reduzir déficit fiscal

As autoridades argentinas e oficiais do Fundo Monetário Internacional (FMI) chegaram na quinta-feira (7) a um acordo para financiamento de 50 bilhões de dólares ao país. O empréstimo ainda precisa ser aprovado pelo Conselho Executivo do organismo internacional, que irá analisar nos próximos dias o plano econômico apresentado pela nação sul-americana.

A diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, cumprimentou as autoridades argentinas pelo acordo. “Como enfatizamos anteriormente, trata-se de um plano concebido e desenhado pelo governo argentino, com o objetivo de fortalecer a economia e beneficiar todos os argentinos”, disse.

Grupo de Trabalho de Direitos Humanos promove treinamento de due dilligence para empresas. Foto: Rede Brasil do Pacto Global/Fellipe Abreu

Pacto Global é referência na promoção dos direitos humanos no setor privado, diz relatório

A Rede Brasil do Pacto Global é referência na conscientização do setor corporativo sobre a proteção dos direitos humanos. É o que aponta um novo relatório da Conectas, que avalia a implementação no Brasil das 28 recomendações feitas em 2016 pelo Grupo de Trabalho da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos. Segundo levantamento divulgado em maio (22), quase 40% das medidas tomadas por empresas e governo para cumprir as orientações são insatisfatórias.

Sede da ONU em NY. Foto: ONU/Rick Bajornas.

PNUD anuncia quatro novos membros de sua equipe de líderes

O administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Achim Steiner, saudou na terça-feira (5) a nomeação, pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, de quatro pessoas de nível sênior (três mulheres e um homem) para compor o time de lideranças da agência da ONU.

Ahunna Eziakonwa, da Nigéria, dirigirá o Escritório Regional para a África; Ulrika Modeér, da Suécia, o Escritório de Relações Externas e Advocacy; Asako Okai, do Japão, liderará a Unidade de Resposta a Crises; e Luis Felipe Lopez-Calva, do México, dirigirá o Escritório Regional para a América Latina e o Caribe.

OMC cobra que países defendam sistema mundial de comércio

Em reunião com cerca de 30 ministros de Estado, em Paris, o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, cobrou na semana passada (31) que as autoridades protejam o sistema de negociações da agência da ONU. Lembrando o sucesso do órgão em prevenir uma escalada do protecionismo durante a crise econômica de 2008, dirigente pediu esforços para superar o bloqueio de Estados-membros a nomeações para cargos essenciais.

Nove em cada dez das maiores aquisições por parte de empresas estrangeiras na região no ano passado ocorreram no Brasil, sendo que sete envolviam compradores chineses. As aquisições referiram-se a empresas dos setores elétrico, petrolífero, de infraestrutura (transmissão de gás) e do agronegócio. Foto: EBC

Brasil passa a ser 4º maior destino de investimento estrangeiro direto, diz relatório

O Brasil subiu do sétimo para quarto lugar no ranking de principais destinos de investimento estrangeiro direto (IED) no mundo, contrariando tendência global de desaceleração desses fluxos, segundo relatório divulgado na quarta-feira (6) pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).

Nove em cada dez das maiores aquisições por parte de empresas estrangeiras na América Latina no ano passado ocorreram no Brasil, sendo que sete envolviam compradores chineses. As aquisições referiram-se a empresas dos setores elétrico, petrolífero, de infraestrutura e agronegócio.

Binying Wang, vice-diretora geral da OMPI, na abertura do evento. Foto: CNI

ONU e CNI promovem seminário em SP sobre propriedade intelectual

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), em cooperação com o escritório da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) no Brasil, organizou no início de maio (8) em São Paulo o 2º Seminário sobre Propriedade Intelectual. O evento contou com a presença de 150 pessoas, entre representantes de empresas, escritórios de advocacia, instituições de pesquisa, autoridades governamentais e acadêmicos.

O objetivo do seminário foi reunir representantes nacionais e internacionais dos setores público e privado para discutir o papel da propriedade intelectual para o setor criativo e, em particular, para o processo de adesão do Brasil ao Protocolo de Madri.

Criado em 1989, o protocolo oferece aos titulares a possibilidade de terem suas marcas protegidas em vários países, com apenas um depósito junto ao escritório de registro nacional.

Imagem: Pixabay

ONU Meio Ambiente e Sebrae lançam plataforma de ecoinovação para pequenos negócios

A ONU Meio Ambiente e o Sebrae, por meio do Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS), comemoram o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, com o lançamento inédito no país do seu Portal de Ecoinovação — www.ecoinovacao.com.br. Plataforma reúne conteúdos interativos, como infográficos, publicações e vídeos, que auxiliam o empreendedor brasileiro a embarcar no movimento global da sustentabilidade corporativa.

Em Moçambique as mudanças climáticas estão afetando a agricultura. O calor e as chuvas imprevisíveis destroem as culturas de mandioca. Para sobreviver, as famílias tiveram que mudar sua forma de cultivar. Com apoio do Fundo Interacional de Desenvolvimento Agrícola das Nações Unidas, o FIDA, elas usam variedades de mandioca que sobrevivem com menos água e aplicam práticas agrícolas adaptáveis ao clima.

Em Moçambique, fundo agrícola da ONU ajuda famílias a se adaptarem às mudanças climáticas; vídeo

Em Moçambique as mudanças climáticas estão afetando a agricultura. O calor e as chuvas imprevisíveis destroem as culturas de mandioca. Para sobreviver, as famílias tiveram que mudar sua forma de cultivar.

Com apoio do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola das Nações Unidas, o FIDA, elas usam variedades de mandioca que sobrevivem com menos água e aplicam práticas agrícolas adaptáveis ao clima. Assista neste vídeo.

Comércio global deve crescer em 2018, apesar de tensões, segundo a OMC. Foto: Imprensa/GEPR

Circulação de contêineres em portos latino-americanos e caribenhos cresce 6,1%, diz CEPAL

O volume de contêineres transportados pelos portos da América Latina e Caribe teve alta de 6,1% em 2017, alcançando 50,6 milhões de unidades. É o que revela um levantamento divulgado nesta segunda-feira (28) pela comissão econômica das Nações Unidas para a região, a CEPAL. Porto de Santos foi classificado como o segundo com maior circulação desse tipo de carga — foram 3,5 milhões de unidades, número que indica crescimento na comparação com 2016 (3,39 milhões).

Produção de algodão na Tanzânia. Foto: Gatsby Charitable Foundation (CC)

ONU, Brasil e países africanos começam projeto para gerar renda entre produtores de algodão

Os governos do Brasil, Benim, Moçambique, Quênia e Tanzânia começaram neste mês um projeto para ajudar agricultores a ganhar dinheiro com os subprodutos da cadeia do algodão e cultivos associados. Com o apoio do Centro de Excelência contra a Fome da ONU, iniciativa visa gerar renda entre pequenos produtores. Programa realizará atividades de capacitação dos lavradores, além de dar apoio técnico a instituições públicas dos países africanos.

Em comunicado, FMI sugere reforma da previdência e maior consolidação fiscal para Brasil retomar crescimento. Foto: Agência Brasil

FMI: Brasil precisa buscar consolidação fiscal e reformas para retomar crescimento

Em comunicado após visita ao país, funcionários do Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmaram que o Brasil precisa ir além de medidas recentes como a adoção de um teto de gastos federais e a reforma trabalhista para retomar o crescimento econômico.

Segundo o organismo internacional, o Brasil deve intensificar a consolidação fiscal e aprovar uma reforma previdenciária. “O repetido fracasso em aprovar uma forte reforma previdenciária, que é fundamental para garantir a sustentabilidade fiscal, continua sendo um risco fundamental”, disse o FMI em nota.

Artigo publicado pelo IPC-IG mostrou que a concentração de renda no topo da pirâmide brasileira é maior do que se imaginava e não mudou entre 2006 e 2014. Foto: EBC

Banco Mundial alerta para diminuição da mobilidade social em países em desenvolvimento

A mobilidade econômica piorou em países em desenvolvimento. É o que revela o Banco Mundial em relatório divulgado neste mês. No Brasil, em torno de 12% dos cidadãos que nasceram na década de 1980 entre a metade mais pobre da população conseguiram chegar aos 25% mais ricos. Número está próximo da tendência identificada entre as nações emergentes (14%). Nessas economias, 48% dos nascidos entre os 25% mais abastados continuaram no mesmo nível de renda.

CEPAL e OIT destacaram que o trabalho por conta própria é a principal fonte de renda entre as pessoas idosas que continuam trabalhando. Foto: EBC

Mais da metade dos idosos latino-americanos não recebe aposentadoria de sistemas contributivos

A falta de aposentadoria de um sistema contributivo afeta mais da metade dos homens e, sobretudo, das mulheres com mais de 60 anos na América Latina, principal fator que os mantêm ativos no mercado de trabalho. A conclusão é de nova publicação da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgada na terça-feira (22).

Apesar dos avanços recentes na formalização do emprego e na expansão dos sistemas contributivos de aposentadoria, em média, 57,7% das pessoas com idade entre 65 e 69 anos, e 51,8% daquelas com mais de 70 anos não recebem aposentadoria de um sistema contributivo, com taxas ainda mais elevadas para as mulheres. Os dados referem-se a oito países da região.

Plantação de algodão em Catuti (MG). Foto: OIT

Brasil e Paraguai criam projeto para promover trabalho decente na cadeia do algodão

Autoridades dos governos de Brasil e Paraguai e representantes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) se reuniram no mês passado na capital paraguaia para assinar o documento que formaliza a criação do projeto Algodão com Trabalho Decente no país.

Elaborada de maneira conjunta e participativa com representantes de instituições brasileiras e paraguaias e apoio técnico da OIT, a iniciativa será implementada nos próximos dois anos com o objetivo de fortalecer as instituições paraguaias para que elas possam promover o trabalho decente na cadeia produtiva do algodão.

Negócios sustentáveis são tema de encontro regional da ONU Meio Ambiente. Foto: PEXELS

PNUD promove seminário sobre empreendedorismo social e inclusivo na região Sul

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) promove na próxima quinta-feira (24), em Florianópolis, um ciclo de debates sobre negócios de impacto na região Sul. A série de discussões na capital catarinense integra a programação do IV Seminário Regional Incluir, realizado por uma iniciativa homônima da agência da ONU, com o objetivo de estimular o empreendedorismo social e inclusivo. Participação no evento é gratuita.

Secretário-geral da ONU, António Guterres (esquerda), e o presidente do Grupo Banco Mundial, Jim Yong Kim, em Washington. Foto: Banco Mundial/Grant Ellis

Em Washington, chefe da ONU assina acordo com Banco Mundial e se reúne com Trump

As Nações Unidas e o Banco Mundial assinaram na sexta-feira (18) um acordo para trabalharem juntos no apoio aos países na implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e para atingir resultados mensuráveis na transformação de suas economias e sociedades.

Paralelamente, o chefe da ONU se reuniu com o presidente norte-americano, Donald Trump, na Casa Branca, onde discutiram a situação do Oriente Médio e da Península Coreana.

Ponte das Mulheres, em Buenos Aires. Foto: Geoff Livingston/Wikimedia Commons (CC)

FMI diz que empréstimo pedido pela Argentina impulsionará programa macroeconômico

O Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) reuniu-se na sexta-feira (18) em Washington para uma reunião informal sobre o pedido feito por autoridades argentinas para receber apoio financeiro do organismo internacional.

Segundo a chefe do FMI, Christine Lagarde, a Argentina está enfrentando significativa volatilidade financeira, em parte devido ao aperto nas condições globais e também após a seca que minou a produção agrícola do país.

“É nesse contexto que as autoridades argentinas pediram nosso apoio para ajudar a conter essa volatilidade do mercado e proteger o crescimento, a criação de empregos e a coesão social no país.”

Parada do Orgulho LGBT em São Paulo, 2015. Foto: Leo Pinheiro / Fotos Públicas

População LGBT tem acesso reduzido a direitos sociais, econômicos e culturais, dizem relatores

Em pronunciamento para o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, observado nesta quinta-feira (17), relatores da ONU e especialistas internacionais de direitos humanos lembraram que governos têm a obrigação de combater a violência contra a população LGBT. Em 72 países, ainda existem leis que criminalizam relações homossexuais e expressões de gênero. Apenas um terço das nações contam com legislação para proteger indivíduos da discriminação por orientação sexual.

O algodão é produzido por mais de 150 países e é um dos 20 produtos mais exportados. Foto: Secom-MT/Mayke Toscano

Brasil e FAO ajudam Paraguai a melhorar produção de algodão

Em Caazapá, no Paraguai, plantações de algodão que fazem parte de um projeto da FAO e do governo do Brasil tiveram crescimento superior a 100% na produtividade. Expansão foi observada por uma missão de técnicos do Estado paraguaio e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), que estiveram no país no início do mês. Programa de cooperação entre as duas nações promove o uso de novas tecnologias e variedades de cultivo brasileiras.

Foto: Fora do Eixo (CC)

UNICEF alerta para falta de vagas de estágio a jovens de baixa renda em 4 países latino-americanos

Apenas 26% das empresas de Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai oferecem oportunidades de trabalho para jovens de baixa renda e sem experiência profissional, segundo dados divulgados na terça-feira (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) na apresentação do primeiro relatório regional “O que as empresas estão fazendo pela infância?”.

Segundo a agência da ONU, os números indicam que as empresas desses países poderiam fazer mais para fortalecer seus programas de estágio e outras modalidades para que jovens possam ingressar na vida profissional, de acordo com a legislação aplicável em cada país sobre a idade mínima para trabalhar.