Arquivo da tag: Energia limpa e acessível

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 7 diz: “Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 7 diz: “Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods7 e notícias sobre o tema abaixo.

O fórum será realizado na primeira semana de maio em Curitiba (PR). Foto: UNIDO

UNIDO propõe realização de fórum de negócios do biogás no Paraná

A Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) reuniu-se recentemente na Cooperativa Castrolanda, em Castro (PR), com empresas, instituições de ensino e entidades setoriais para discutir a proposta de um fórum de negócios e empreendedorismo do biogás.

O biogás e o biometano são fontes renováveis de energia e combustível geradas a partir da decomposição de resíduos orgânicos com origens diversas, como a agroindústria e ambientes urbanos.

Opening of Consciência, art exhibition to promote the SDGs - September 2019 -Photo: Naiara Azevedo

Mais de 140 mil pessoas visitam exposição do UNIC Rio sobre desafios globais

Mais de 140 mil pessoas visitaram a exposição Consciência, organizada em parceria pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Centro Cultural Correios e Instituto Claro na capital fluminense.

A mostra, inaugurada em setembro e encerrada este mês, apresentou ilustrações do artista peruano Ivan Ciro Palomino. As imagens despertam a curiosidade pelo uso provocativo de elementos do cotidiano (uma cadeira, uma mala, uma piscina, por exemplo) colocados em contextos de crises climática, migratória e humanitária.

Fundado em 2005, o prêmio celebra pioneirismo em quatro categorias: liderança política; Inspiração e ação; Visão empreendedora e Ciência e inovação. Foto: PNUMA

Prêmio Campeões da Terra recebe inscrições para edição de 2020

As indicações para o prêmio Campeões da Terra 2020, o maior prêmio ambiental da ONU, foram abertas na segunda-feira (20), com o objetivo de reconhecer a contribuição de líderes destacados de governo, sociedade civil e setor privado cujas ações tiveram um impacto positivo sobre o ambiente. As candidaturas permanecerão abertas até 20 de março de 2020.

Fundado em 2005, o prêmio celebra pioneirismo em quatro categorias: liderança política; inspiração e ação; visão empreendedora e ciência e inovação.

Plataforma ajuda a dar mais sustentabilidade à frota de micro-ônibus no Nepal

A descarbonização do transporte, com foco na mobilidade elétrica, é uma das principais ações para limitar o aquecimento global a menos de 2°C até o final deste século, de acordo com o Relatório sobre a Lacuna de Emissões de 2019 do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Viagens curtas são responsáveis ​​por dois terços das emissões de transporte nas áreas urbanas, e veículos elétricos podem ajudar a reduzir os níveis de poluição.

Refugiada somali Asha Abdikadir Ahmed, 42, cozinha usando briquetes energeticamente eficientes em seu restaurante em Bur Amino, Etiópia. Foto: ACNUR/Eduardo Soteras Jalil

Ervas daninhas viram fonte de energia na Etiópia

Quando a somali Asha Abdikadir Ahmed cozinhava com lenha, seu restaurante ficava cheio de nuvens de fumaça. Mas agora, quando ela coloca um briquete no fogo, além de não produzir fumaça, o fogo dura toda a manhã.

“O briquete é melhor do que a lenha que eu estava usando antes. É mais barato e mais eficiente”, diz Asha, de 42 anos, que dirige seu próprio restaurante no campo Bur Amino para refugiados somalis. O local fica no sul da Etiópia e Asha está lá desde que foi inaugurado, em 2011. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

O uso de lenha como combustível nas residências é uma fonte de poluição do ar em ambientes fechados. Foto: Unsplash

PNUMA apoia projetos de bioenergia sustentável no continente africano

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) alertou para a necessidade de ações urgentes para reduzir o uso da lenha como combustível no continente africano. De acordo com a agência da ONU, apenas 25% da população africana tem acesso a combustíveis e energia limpos para cozinhar.

Na Etiópia e no Quênia, o PNUMA apoia projeto que fornece assistência técnica a funcionários e especialistas governamentais para avaliar a sustentabilidade de seus setores de bioenergia e desenvolver capacidades de monitoramento.

Megaincêndios são aqueles que cobrem mais de 400 quilômetros quadrados, acelerados pela combinação de secas e temperaturas altas. Foto: Unsplash/Matt Howard

Os ‘megaincêndios’ são o novo normal?

Os enormes incêndios florestais na Austrália, na Amazônia, na Califórnia, na bacia do Congo e na Indonésia chamaram a atenção do mundo para os riscos de longos períodos de clima excepcionalmente quente e seco — um dos efeitos das mudanças climáticas.

A temperatura média global está agora 1,1°C mais alta do que no início do século passado. Temperaturas mais altas criam, em algumas partes do mundo, condições mais secas, aumentando a probabilidade e a intensidade de incêndios florestais e megaincêndios.

Trânsito em São Paulo. Foto: Fotos Públicas / Oswaldo Corneti

Energia e transporte verdes representariam economia de US$ 621 bi para América Latina

A região da América Latina e Caribe poderá ter uma economia anual de 621 bilhões de dólares até 2050 se os setores de energia e transporte alcançarem emissões líquidas zero. A informação foi apresentada em dezembro (12) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em Madri, durante a Conferência sobre Mudança Climática da ONU, a COP25.

Essas economias incluem 300 bilhões de dólares em despesas evitadas no transporte terrestre de passageiros e reduções de 222 bilhões de dólares nos custos de eletricidade. O efeito da mobilidade elétrica na qualidade do ar urbano economizaria 30 bilhões de dólares em custos com saúde.

Through the Lens of the Favela: Human Rights and Sustainable Development

Matheus Affonso is a 20-year-old photographer and graphic designer who lives in Nova Holanda neighborhood, a part of the Maré favela (slum) complex, in the north of Rio de Janeiro, Brazil. His work focuses on the LGBT community which continues to struggle for recognition.

Jacqueline Fernandes is a 33-year-old journalist who maintains a community website in the Riachuelo neighborhood, which is also located on the outskirts of the city. Both are young photographers that portray, with a new view, the daily life of these carioca communities despite the inherent socioeconomic inequalities within.

Direitos humanos: jovens fotógrafos retratam uma outra favela

Matheus Affonso é um fotógrafo e designer gráfico de 20 anos que mora no bairro de Nova Holanda, parte do complexo de favelas da Maré, zona norte do Rio de Janeiro. Ele retrata a comunidade LGBT do entorno onde vive. Jacqueline Fernandes é uma jornalista de 33 anos que vive no bairro Riachuelo, também localizado em uma região periférica da cidade. Ela mantém um portal de comunicação comunitária. Os dois são jovens fotógrafos que registram, com um novo olhar, o dia a dia das comunidades cariocas.

Ambos participaram em novembro das oficinas de fotografia do projeto Imagens do Povo, uma iniciativa da organização não governamental Observatório de Favelas que visa criar novas representações de territórios periféricos e desconstruir estigmas.

O resultado desse trabalho fez parte de uma exposição no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ), realizada por Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) e Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) para celebrar o Dia dos Direitos Humanos.

Família de refugiados Rohingya em abrigo em Kutupalong, Bangladesh - Foto: Andrew McConnell/ACNUR

ACNUR lança estratégia de energia limpa e renovável para refugiados

Energia limpa e renovável nos campos de refugiados e locais de hospedagem. A iniciativa é parte da Estratégia Global de Energia Sustentável do ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, e tem por objetivo impulsionar o acesso dos refugiados à energia segura e sustentável, minimizando o impacto ambiental.

O ACNUR estima que mais de 90% dos refugiados nos campos têm acesso limitado à eletricidade. Como resultado, muitos refugiados queimam lenha ou carvão para suprir as necessidades domésticas básicas, enquanto as instalações comunitárias e de apoio são frequentemente alimentadas por geradores a diesel. Essas fontes de energia têm custos ambientais e financeiros altos.

A Estratégia de Energia Sustentável tem duração de quatro anos e se baseia em iniciativas atuais para integrar o acesso à energia sustentável e minimizar o impacto ambiental nas operações de campo do ACNUR em todo o mundo.

Acordo de cooperação técnica pretende dinamizar a integração do biogás à produção agropecuária da região Sul do Brasil. Foto: Agência La Imagem.

UNIDO e BRDE facilitam acesso a linhas de crédito para produção de biogás no Sul do Brasil

A Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinaram nesta quarta-feira (23), na sede do Banco em Curitiba (PR), um acordo de cooperação técnica.

A parceria pretende dinamizar a integração do biogás à produção agropecuária da região Sul do Brasil.

O acordo firmado também prevê financiamento da produção de biogás com fins energéticos e criação de novas ferramentas de avaliação de planos de negócios voltados ao setor.

Projetos de energia renovável e de eficiência energética nos países em desenvolvimento pode apoiar o Acordo de Paris, segundo relatório da ONU Meio Ambiente. Foto: EBC

Rede Brasil lança workshops de integração dos ODS no setor elétrico

A Rede Brasil do Pacto Global, a partir do seu Grupo Temático de Energia & Clima, iniciou uma nova fase do plano de fomentar a adesão do setor de energia elétrica aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Por meio de workshops SEBLab que ocorrerão nos meses de outubro e novembro, empresas e organizações encontram um espaço de diálogo e construção coletiva para adaptar a linguagem da Agenda 2030 às demandas e oportunidades da área. A iniciativa tem apoio das empresas AES Tietê, EDP, CPFL, CeleoRedes e MRV.

As cidades podem diminuir o seu calor e ajudar a colocar o mundo na rota para um futuro mais fresco. Foto: PNUMA.

Cidades podem ajudar a combater mudanças climáticas, diz PNUMA

A vida sempre foi mais quente nas cidades. O concreto absorve e irradia a luz solar, e a concentração de pessoas, carros e máquinas faz com que as temperaturas sejam até 9°C maiores do que nas áreas rurais.

Isso levou a um rápido crescimento do número de aparelhos de ar condicionado, com um alto consumo de energia.

Ao implementar estratégias de refrigeração limpa, as cidades podem não apenas reduzir a demanda por ar condicionado, mas alinhar suas políticas para garantir qualidade do ar, saúde pública e resiliência energética. O relato é da ONU Meio Ambiente.

“Nossos Campeões e Jovens Campeões de 2019 se atrevem a sonhar mais; eles se esforçam mais e vão mais longe. Suas ações falam mais alto que palavras”, Inger Andersen, diretora Executiva do PNUMA. Foto: PNUMA.

Pioneiros globais recebem maior prêmio ambiental da ONU

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) homenageou oficialmente 12 agentes de mudança ambiental de todo o mundo com o prêmio ‘Campeões da Terra’ e ‘Jovens Campeões da Terra’ de 2019 das Nações Unidas.

O Campeões da Terra – principal prêmio ambiental da ONU – é entregue anualmente a líderes destacados do governo, sociedade civil e setor privado cujas ações tiveram um impacto positivo no meio ambiente.

A cerimônia de premiação, realizada em Nova Iorque em 26 de setembro, reconheceu os premiados nas categorias Inspiração e Ação; Liderança em Políticas; Visão Empresarial; e Ciência e Inovação.

O evento 2019 da UNEP-FI debateu a importância de integrar questões ambientais, sociais e de governança nas estratégias e no dia a dia dos negócios. Foto: PNUMA.

Iniciativa Financeira do PNUMA promove evento para discutir oportunidades de negócios sustentáveis

A cidade de São Paulo sediou, nos dias 14 e 15 de outubro, a edição 2019 da Mesa Redonda Regional da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP-FI, na sigla em inglês).

O evento, realizado em parceria com a Federação Brasileira dos Bancos (FEBRABAN), reuniu mais de 320 participantes, de 19 países da América Latina e Caribe, para discutir sobre os principais desafios para o desenvolvimento da região e as oportunidades de negócio trazidas pela economia de baixo carbono.

A erradicação da pobreza até 2030 é o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 1. Foto: Renato Jorge Marcelo

PNUD discute desafios para erradicação da pobreza no mundo até 2030

A erradicação da pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares, é peça-chave para o cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Em 2000, o mundo comprometeu-se a reduzir pela metade o número de pessoas vivendo em extrema pobreza, o que resultou, nos anos seguintes, em ganhos notáveis em desenvolvimento humano.

Até 2015, a pobreza havia sido reduzida significativamente, o acesso ao ensino básico e os resultados da saúde melhoraram, bem como houve progresso na promoção da igualdade de gênero e no empoderamento das mulheres e meninas.

No entanto, a erradicação da pobreza extrema continua a ser um desafio, com mais de 700 milhões de pessoas vivendo, globalmente, com menos de 1,90 dólar por dia e mais da metade da população global vivendo com menos de 8 dólares por dia. Leia mais na nota do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Dispersão de poluentes na atmosfera pode influenciar equilíbrio climático. Foto: PEXELS (CC)

ONU Meio Ambiente: foco político na crise climática é o maior em uma década

A ONU Meio Ambiente divulgou no domingo (22) relatório mostrando que o foco político na crise climática é o maior em pelo menos uma década, inclusive por meio do Acordo de Paris para o clima. Eleitores e manifestantes do mundo todo, principalmente jovens, estão deixando mais claro que a crise climática é prioridade.

Além disso, cidades, regiões e empresas não estão esperando imposições de governos centrais. Cerca de 7.000 cidades de 133 países, 245 regiões de 42 países e 6.000 empresas com receita de pelo menos 36 trilhões de dólares se comprometeram a reduzir as emissões.

Tudo isso é um progresso importante, mas não chega perto do suficiente, segundo o documento. Os países devem pelo menos triplicar o nível de ambição refletido em suas promessas climáticas sob o Acordo de Paris para alcançar a meta de um aquecimento abaixo de 2°C. Eles devem aumentar a ambição pelo menos cinco vezes para a meta de 1,5 °C.

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, visita Vanuatu em última parada de missão ao Pacífico para ver os efeitos da mudança climática. Foto: ONU/Mark Garten

Saiba o que foi prometido durante a histórica Cúpula de Ação Climática da ONU

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, alertou aos líderes para que não fossem à Cúpula de Ação Climática deste ano somente discursar, mas que apresentassem tanto planos concretos para cortar emissões de gases de efeito estufa quanto estratégias para neutralizar as emissões de carbono até 2050.

Mas o que exatamente foi prometido durante a histórica Cúpula, que ocorreu na sede da ONU, em Nova Iorque, em 23 de setembro? Saiba mais nesta reportagem.

Vulcão na Costa Rica, país que venceu venceu prêmio ambiental da ONU na categoria Liderança Política. Foto: pixabay/InfiniteThought (CC)

Costa Rica recebe prêmio ambiental da ONU por combate às mudanças climáticas

A Costa Rica recebeu o Campeões da Terra de 2019, o maior prêmio ambiental da ONU, por seu papel na proteção da natureza e seu compromisso com políticas ambiciosas para o combate às mudanças climáticas.

A ONU Meio Ambiente reconheceu o país centro-americano na categoria Liderança Política por seu plano detalhado para descarbonizar a economia até 2050. A iniciativa vai ao encontro das diretrizes do Acordo de Paris para o clima e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Mais de 98% da energia da Costa Rica é renovável e sua cobertura florestal é superior a 53%, após um meticuloso trabalho para reverter décadas de desmatamento. Em 2017, o país bateu um recorde de 300 dias movido apenas a energia renovável. O objetivo é atingir 100% até 2030. Espera-se que 70% de todos os ônibus e táxis do país sejam elétricos até 2030, com total eletrificação projetada para 2050.

Interior do Museu do Amanhã, localizado na Praça Mauá, zona portuária da capital fluminense. Foto: Agência Brasil/Tomaz Silva

Festival Geração do Amanhã discute no Rio o que podemos fazer hoje por um futuro melhor

Agências da ONU no Brasil apoiam a realização no sábado (14) no Rio de Janeiro (RJ) do Festival Geração do Amanhã. Organizado por TV Globo em parceria com GloboNews e Museu do Amanhã, o evento reflete sobre o futuro do planeta e as ações que podem ser feitas agora para ajudar a construir um mundo melhor.

O festival tem apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), que participa com o “Viva os ODS”, um jogo de tabuleiro para divulgar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) entre as crianças.

Mulher afegã para ao lado de disco de energia solar em 31 de maio de 2015. Foto: PNUD/Rob Few

Relatório da ONU diz que progresso rumo aos objetivos globais está em perigo

O atual modelo de desenvolvimento global ameaça reverter anos de progresso caso as estratégias não mudem drasticamente, concluiu um grupo independente de cientistas em relatório lançado nesta quarta-feira (11).

O documento estará no centro das discussões da cúpula das Nações Unidas sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), no fim deste mês.

O agravamento das desigualdades e os danos potencialmente irreversíveis ao meio ambiente do qual todos dependemos exigem uma ação concertada, insistiu o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais (DESA) da ONU, em comunicado sobre o relatório, elaborado por 15 especialistas indicados pelas Nações Unidas.

A Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) participou do 2º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, em Santa Catarina. Foto: UNIDO

Palestras da UNIDO em SC abordam tecnologia e competitividade do biogás

A Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) participou nesta quinta-feira (5) do 2º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, na Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), em Santa Catarina, com apresentações técnicas sobre a geração de energia e combustível a partir da produção de biogás e biometano no Brasil.

Os palestrantes foram ao fórum regional como representantes do projeto GEF Biogás Brasil, que é implementado pela UNIDO, financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente e liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, em conjunto com instituições parceiras. O projeto pretende ampliar a oferta de energia renovável no Brasil e otimizar o fornecimento de tecnologia no setor.

UNIDO e CIBiogás promovem treinamento sobre biogás com representantes do governo federal

A Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e o Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás) promoveram na semana passada (14 e 15), no Parque Tecnológico de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), um treinamento para o Comitê Diretor do Projeto GEF Biogás e parceiros. O objetivo foi discutir a cadeia de valor do biogás no Brasil.

O evento incluiu oficinas de capacitação para representantes de instituições e ministérios que integram o projeto, voltado ao financiamento e ao apoio técnico da produção brasileira do biogás — uma fonte renovável de energia produzida a partir da decomposição de resíduos orgânicos gerados por empreendimentos diversos, como fazendas ou restaurantes.

Mercado de alimentos em San Lucas Tolimán, na Guatemala. Foto: Banco Mundial/Curt Carnemark

FAO: América Latina e Caribe vão responder por mais de 25% das exportações agrícolas globais até 2028

Até 2028, a América Latina e o Caribe vão responder por mais de 25% das exportações globais de produtos agrícolas e pesqueiros, segundo um novo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Publicação ressalta expansão do protagonismo regional em meio à desaceleração na produção e nas trocas em nível mundial.

Academias de ciência pedem medidas urgentes contra a poluição do ar

Na sede da ONU, em Nova Iorque, representantes das academias de ciência e medicina de quatro países — entre eles, o Brasil — apresentaram neste mês (19) um apelo urgente por mais investimentos na luta contra a poluição do ar.

As instituições pediram que todas as nações do mundo adotem medidas de controle das emissões de poluentes e implementem sistemas de monitoramento da qualidade do ar. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Empreendedora australiana desenvolveu aplicativo que ensina conceitos de biologia e ecologia para crianças, por meio de um jogo eletrônico. Foto: My Green World

Australiana usa tecnologia para promover educação ambiental de crianças

A australiana Natalie Kyriacou, fundadora e diretora-executiva da empresa My Green World, foi finalista do prêmio Jovem Campeão da Terra de 2018, da ONU Meio Ambiente. A empreendedora tem uma missão: lembrar as pessoas da conexão intrínseca que elas possuem com a natureza e mostrar como a empatia pela biodiversidade é fundamental para o futuro da vida na Terra.

A jovem desenvolveu uma plataforma digital de conteúdos pedagógicos sobre biologia e ecologia, adaptados para crianças. Outro produto da sua companhia é o aplicativo World of the Wild, que ensina conceitos de conservação por meio de um jogo eletrônico.

Vista do Elevador Lacerda, em Salvador, na Bahia. Foto: Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom

Capital baiana sedia em agosto Semana do Clima da América Latina e Caribe

Em meio a crescentes apelos por uma ação climática mais forte e mais rápida, a Semana do Clima da América Latina e Caribe, que acontece de 19 a 23 de agosto na cidade de Salvador (BA), deverá impulsionar a resposta da região à atual emergência climática.

Realizada todos os anos em África, América Latina e Caribe e Ásia-Pacífico, as Semanas Regionais do Clima são plataformas colaborativas únicas para entidades governamentais e não governamentais abordarem a amplitude das questões climáticas sob uma estrutura única. Saiba como participar.

Placas fotovoltaicas para produção energia solar. Foto: ELETROBRAS/FURNAS

Investimento em energias renováveis supera o de combustíveis fósseis em 2018 no mundo

O investimento global em energias renováveis atingiu 288,9 bilhões de dólares em 2018, superando o apoio financeiro à geração de energia a partir de combustíveis fósseis, segundo novos dados publicados nesta terça-feira (18).

Os números mostram que, embora o investimento em energias renováveis tenha caído 11% em relação ao ano anterior, 2018 foi o nono ano consecutivo com investimentos acima de 200 bilhões de dólares e o quinto ano consecutivo acima de 250 bilhões de dólares.

A queda no investimento em 2018 pode ser parcialmente atribuída à baixa dos custos relacionados à tecnologia para energia solar fotovoltaica, o que significa que a mesma quantidade pode ser gerada com menos investimento, bem como a uma desaceleração na implantação da energia solar na China. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Prêmio Jovens Campeões da Terra receberá votos do público para escolher vencedores. Foto: PEXELS

Brasileiros estão entre finalistas de premiação global sobre meio ambiente e empreendedorismo

Três brasileiros estão entre os cinco finalistas regionais da premiação Jovens Campeões da Terra, promovida pela ONU Meio Ambiente para viabilizar soluções inovadoras para problemas ambientais.

Os vencedores vão receber consultorias técnicas e uma verba de 15 mil dólares para tirar suas ideias do papel. Ganhadores serão anunciados em setembro durante evento das Nações Unidas em Nova Iorque.

Luis Alfonso de Alba, enviado especial da ONU para a Cúpula do Clima de 2019, durante reunião com empresários no Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Naiara Azevedo

Setor privado é essencial para mundo cumprir acordo climático, diz enviado especial

O setor privado brasileiro e global pode contribuir de maneira substancial para o cumprimento do Acordo de Paris para o clima, cujo principal objetivo é fortalecer a resposta mundial às mudanças climáticas ao manter a elevação de temperatura neste século abaixo do 1,5 grau Celsius.

A opinião é do enviado especial da ONU para a Cúpula do Clima de 2019, Luis Alfonso de Alba, que na quinta-feira (13) reuniu-se com empresários brasileiros no Rio de Janeiro (RJ) em um encontro articulado pela Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas, braço no país da maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo.

“O setor privado a cada dia tem um papel mais claro, mais amplamente reconhecido por todos os atores, incluindo os governos, pela capacidade de inovação, pela capacidade que têm também de apoiar a transformação com recursos econômicos, e por uma série de ações coordenadas por setores que vão permitir uma transformação do modelo de desenvolvimento”, disse Alba em entrevista ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

O ambientalista e biólogo norte-americano Thomas Lovejoy trabalha na Amazônia há mais de 50 anos. Foto: Slobodan Randjelovic

Precisamos implementar modelos de desenvolvimento que preservem a Amazônia, diz especialista

A atual taxa de declínio da natureza, sem precedentes na história da humanidade, foi confirmada pelo novo relatório da Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), o documento mais abrangente sobre o assunto, divulgado recentemente.

Em entrevista ao Banco Mundial, o ambientalista e biólogo norte-americano Thomas Lovejoy fala sobre seu trabalho de mais de 50 anos na conservação da Amazônia, região que abriga 40% da floresta tropical remanescente do mundo, 25% da biodiversidade terrestre e mais espécies de peixes do que qualquer outro sistema fluvial do planeta.

“Um dos maiores problemas é o desmatamento motivado por atividades agropecuárias. O desenvolvimento da infraestrutura também é uma grande ameaça, especialmente se alguns projetos continuarem do jeito que estão. Precisamos pensar em alternativas e trabalhar com os governos estaduais para criar modelos de desenvolvimento sustentável que preservem a floresta”, disse. Leia a entrevista completa.

Da esquerda para a direita, a ativista do clima, Greta Thunberg; o ex-governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger; o presidente austríaco, Alexander Van der Bellen; e o secretário-geral da ONU, António Guterres; durante cúpula mundial em Viena. em 28 de maio de 2019. Foto: ONU Viena/Nikoleta Haffar

É preciso acabar com subsídios a combustíveis fósseis, diz chefe da ONU

É necessário taxar a poluição, não as pessoas, e acabar com os subsídios para combustíveis fósseis, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, no fim de maio (28) durante a Cúpula Mundial da Coalizão R20, uma organização ambiental apoiada pela ONU e fundada por Arnold Schwarzenegger, ex-governador da Califórnia.

A ideia de subsidiar combustíveis fósseis como uma maneira de melhorar a vida das pessoas não poderia estar mais errada, disse o chefe da ONU na capital da Áustria, Viena. Subsidiar combustíveis fósseis significa gastar o dinheiro de contribuintes para “impulsionar furacões, espalhar secas, derreter geleiras, branquear corais: destruir o mundo”, disse Guterres.

ONU Meio Ambiente lista quatro inovações para limpar o ar que respiramos

À medida que um movimento global para combater a poluição do ar ganha força, os inovadores estão enfrentando o desafio, revelando produtos e tecnologias que removem algumas das perigosas toxinas que estão se infiltrando em nossos pulmões e acelerando a mudança climática.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano, cerca de 7 milhões de mortes prematuras são causadas pela poluição do ar. São 800 pessoas morrendo a cada hora. Mas a boa notícia é que há uma crescente compreensão do público de que ações devem ser tomadas.

A poluição do ar é o tema do Dia Mundial do Meio Ambiente deste ano, lembrado em 5 de junho. Foto: ONU Meio Ambiente

Ônibus elétricos colocam Chile no caminho de um futuro mais sustentável

O Chile possui atualmente a maior frota de ônibus elétricos da América Latina e do Caribe. Os 200 veículos chegaram às ruas da capital, Santiago, este ano como parte de um plano para cortar emissões e reduzir a poluição do ar. Até 2040, o país busca ter uma frota totalmente elétrica em seu sistema público de transporte.

“Para enfrentar decisivamente a mudança climática, a mobilidade elétrica é essencial. Estamos dando um salto em direção a um sistema de transportes mais limpo, mais eficaz e sustentável”, disse Carolina Schmidt, ministra do Meio Ambiente do Chile e presidente da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a COP25.

Em dezembro, o país sediará a COP25 e irá liderar uma das negociações mais desafiadoras de nossos tempos: tentar conseguir compromissos mais ambiciosos para reduzir as emissões dos países com o objetivo de manter o aquecimento global abaixo de 1,5°C.

Foto: Michael Pinsky

Artistas transformam a poluição do ar em arte

Os artistas são conhecidos por se inspirarem no mundo ao seu redor. Por isso, não é surpresa que alguns tenham começado a jogar luz sobre uma das questões ambientais mais urgentes do nosso tempo: a poluição do ar.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano cerca de 7 milhões de mortes prematuras são causadas pela poluição do ar, com nove em cada dez pessoas respirando ar tóxico. A poluição do ar também é conhecida por contribuir para a mudança climática e, portanto, os esforços para combatê-la também podem ajudar a enfrentar a crise climática.

A hora de agir é agora, e os artistas – como tantos outros – estão procurando maneiras de aumentar a conscientização sobre a poluição do ar, encontrar soluções para reduzi-la e até mesmo usá-la como um recurso. Leia algumas das experiências em andamento nesse relato da ONU Meio Ambiente.

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, visita Vanuatu em última parada de missão ao Pacífico para ver os efeitos da mudança climática. Foto: ONU/Mark Garten

ONU: líderes mundiais precisam adotar políticas ‘esclarecidas’ sobre ações climáticas

Encerrando uma visita de uma semana ao Pacífico Sul, o secretário-geral das Nações Unidas pediu para líderes mundiais adotarem escolhas “esclarecidas” sobre ações climáticas, à medida que “todo o planeta” pode sofrer.

António Guterres lembrou que, para alguns Estados insulares do Pacífico, a “mudança climática é agora uma ameaça existencial”.

Destacando que vilarejos inteiros estão sendo realocados, meios de subsistência estão sendo destruídos e pessoas estão ficando doentes por problemas relacionados ao clima, Guterres lamentou que “os riscos são todos muito reais”.

Mata fechada na Amazônia peruana. Foto: Flickr (CC)/Joseph King

Manejo sustentável de florestas é ferramenta fundamental no combate às mudanças climáticas

No manejo florestal tradicional, as árvores ainda são vistas principalmente como fonte de madeira. Todos os outros produtos derivados de terras arborizadas — como mel, cogumelos, líquen, pequenos frutos, plantas medicinais e aromáticas, bem como quaisquer outros produtos extraídos de florestas para uso humano — são considerados de importância secundária.

No entanto, os recursos florestais não madeireiros trazem amplos benefícios para milhões de famílias no mundo todo, tanto em termos de subsistência como de renda. Além disso, o manejo sustentável das florestas permite sua conservação, garantindo o combate às mudanças climáticas e à poluição do ar. Leia o relato completo da ONU Meio Ambiente.

Projeto busca reduzir emissões de gases de efeito estufa na produção de ferro-gusa, aço e ferroligas, e promover a adoção de boas práticas produtivas na siderurgia para se alcançar sustentabilidade ambiental, social e também econômica. Foto: Rooseveelt Almado (CC)

PNUD oferece cursos sobre produção de carvão vegetal para a siderurgia brasileira

Em Belo Horizonte (MG), o projeto Siderurgia Sustentável, implementado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), promove na sexta-feira (17) uma série de minicursos sobre a produção sustentável de carvão vegetal para a siderurgia.

Mesmo que a maioria das pessoas não consiga identificar, no dia a dia, produtos da siderurgia, como o aço, o ferro-gusa e as ferroligas, esses materiais são utilizados na produção de carros, aviões, eletrodomésticos e até celulares. Na fabricação desses insumos, o carvão é indispensável.