Energia limpa e acessível

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 7 diz: “Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 7 diz: “Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods7 e notícias sobre o tema abaixo.

Rede de distribuição de energia elétrica. Foto: EBC

No Rio, PNUD e Furnas realizam encontro sobre geração de energia e desenvolvimento sustentável

No Dia Mundial da Energia, celebrado em 29 de maio, FURNAS receberá em sua sede, no Rio de Janeiro, um evento gratuito e aberto ao público sobre geração de energia e desenvolvimento sustentável. Atividades serão realizadas em conjunto com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que lança o Glossário do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 7 — Energia Limpa e Acessível. Publicação foi patrocinada por Furnas.

Na América Latina e no Caribe, pelo menos 1 milhão de empregos serão gerados como resultado do uso de energias renováveis, segundo a OIT. Foto: Banco Mundial/Dana Smillie

Economia verde pode gerar milhões de empregos na América Latina e no Caribe, diz OIT

A necessidade de enfrentar as mudanças climáticas, a sobre-exploração de recursos naturais e a poluição dos ecossistemas torna urgente a transição para uma economia verde, que tem o potencial de gerar milhões de empregos na América Latina e no Caribe e mitigar os custos laborais derivados de problemas ambientais, disse a Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta segunda-feira (21).

“Há oportunidades enormes numa economia verde, mas também um potencial de destruição de postos de trabalho. Portanto, devemos garantir que os trabalhadores tenham acesso à proteção social, adquiram o conjunto correto de qualificações e que as economias tenham a capacidade de fazer a transição entre indústrias tradicionais e indústrias mais verdes”, afirmou o diretor regional da OIT”, afirmou o diretor regional da OIT para a América Latina e o Caribe, José Manuel Salazar-Xirinachs.

Da esquerda para a direita: Javier Cortés, Tim Mohin e Carlo Pereira, secretário-executivo da Rede Brasil do Pacto Global, durante o lançamento do documento “Estratégia ODS nas Empresas: Soluções e Oportunidades”. Foto: Fellipe Abreu

Pacto Global lança publicações para empresas brasileiras cumprir metas da ONU e combater corrupção

Em São Paulo, a Rede Brasil do Pacto Global lançou nesta semana (16) um guia para orientar empresas a cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Em fórum que reuniu cerca de 400 representantes do setor privado, iniciativa também divulgou publicações sobre combate à corrupção e sobre o engajamento do setor elétrico na promoção da sustentabilidade.

Modelo de máquina frigorífica ("chiller") foi apresentado ao setor supermercadista durante a feira APAS Show 2018. Foto: UNIDO

Brasil apresenta modelo de máquina frigorífica que promove eficiência energética e sustentabilidade

Um modelo de máquina frigorífica (“chiller”) com alta capacidade de refrigeração, eficiência energética e ambientalmente adequado, produzido por uma empresa brasileira, foi apresentado ao setor supermercadista durante a feira APAS Show 2018, que reuniu 738 expositores de 19 países, no início de maio, em São Paulo.

A iniciativa é parte do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (PBH) para o setor de manufatura de equipamentos de refrigeração e ar-condicionado, projeto implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com a Eletrofrio.

Projetos de energia renovável e de eficiência energética nos países em desenvolvimento pode apoiar o Acordo de Paris, segundo relatório da ONU Meio Ambiente. Foto: EBC

OIT prevê que 24 milhões de empregos serão criados na economia verde no mundo até 2030

Ao menos 24 milhões de novos postos de trabalho serão criados no mundo até 2030 se as políticas certas para promover uma economia verde forem implementadas, afirma novo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado nesta segunda-feira (14).

De acordo com a publicação, a ação para limitar o aquecimento global a dois graus Celsius resultará na criação de empregos muito maior do que o necessário para compensar as perdas de 6 milhões de postos de trabalho em outros setores.

Na África, pela primeira vez, o acesso está crescendo mais depressa do que a população. Foto: Banco Mundial/John Hogg

ONU e parceiros lançam estudo sobre progressos no setor de energia

Novo estudo mede avanços no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 7, que avalia temas como fontes renováveis e acesso a eletricidade.

O documento destaca que ainda falta aumentar o uso de energias renováveis para transporte e aquecimento. Ambos os setores respondem por 80% do consumo em todo o mundo.

Nesse indicador, o Brasil se destacou nos últimos anos. Foi o único país, entre os 20 maiores consumidores de energia, que ultrapassou consideravelmente a média global do uso de renováveis em todas as utilizações: eletricidade, transportes e aquecimento.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, em discurso na abertura do Fórum Boao para a Ásia, ocorrido na província de Hainan, no sul da China. Foto: ONU China/Zhao Yun

Na China, chefe da ONU pede globalização mais justa e ação contra mudança climática

O mundo precisa agir para disseminar os benefícios da globalização de forma mais justa, enquanto evita os perigos do protecionismo, disse o chefe das Nações Unidas na quarta-feira (11) durante visita à China.

“(A globalização) trouxe muitos benefícios — a integração das economias mundiais, a expansão do comércio, importantes avanços nas comunicações e na tecnologia”, disse. “Mas muitas pessoas foram deixadas para trás”, completou, lembrando que a “desigualdade é sistêmica e crescente”.

“Mas uma coisa precisa estar bem clara: não tornaremos a globalização mais justa pelo isolamento, protecionismo ou exclusão”, disse. “Problemas globais precisam de soluções multilaterais globais”.

A empresa do setor elétrico Neoenergia firmou parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para promover os direitos das crianças e dos adolescentes no Semiárido brasileiro e disseminar conceitos do uso seguro e eficiente da energia elétrica. Foto: EBC

Neoenergia firma convênio com UNICEF para promover direitos de crianças e adolescentes

A empresa do setor elétrico Neoenergia firmou nesta quinta-feira (5) no Rio de Janeiro parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) com o objetivo de promover os direitos das crianças e dos adolescentes no Semiárido brasileiro e disseminar conceitos de uso seguro e eficiente da energia elétrica.

A intenção é difundir, para professores dos municípios situados no Semiárido nordestino, orientações sobre uso eficiente da energia, alinhadas aos conhecimentos sobre os direitos da criança e do adolescente. O projeto deve mobilizar 150 escolas em municípios de Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

O campo de Zaatari, na Jordânia, fez a mudança para energia limpa no dia 13 de novembro, inaugurando a maior usina de energia solar já construída num campo de refugiados. Foto: ACNUR/Yousef Al Hariri

Energia solar agregou mais capacidade de geração elétrica que combustíveis fósseis em 2017

O setor de energia solar dominou como nunca antes a nova capacidade de geração elétrica em 2017, informou relatório “Tendências globais no investimento em energias renováveis 2018”, publicado pela ONU Meio Ambiente nesta quinta-feira (5).

A energia solar atraiu muito mais investimento: 160,8 bilhões de dólares, ou seja, 18% mais na comparação com o ano anterior, e mais que qualquer outra tecnologia.

A força impulsionadora por trás da onda de investimento solar do ano passado foi a China, que agregou 53 GW — mais da metade do total — e investiu 86,5 bilhões de dólares, um aumento de 58% em relação ao ano anterior.

Mumbai à noite. Índia quer melhorar eficiência no consumo de energia para iluminação urbana e doméstica. Foto: Flickr (CC)/Ville Hyvönen

ONU e Índia apostam na iluminação de LED para diminuir emissões de gás carbônico

A Índia é o terceiro maior emissor de gases do efeito estufa, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China. Um dos grandes vilões no país é a matriz energética pouco sustentável e ainda muito dependente do carvão. Cerca de 70% das emissões da nação vem do setor de energia.

Mas o gigante do Sul asiático tem empreendido esforços para reduzir sua pegada de carbono. Uma das frentes de atuação é o investimento em eficiência elétrica — o país quer ser o primeiro no mundo a suprir todas as suas necessidades de iluminação com o uso de LEDs.

Mulheres em campo de refugiados em Darfur do Norte, beneficiárias da iniciativa de acesso seguro a combustíveis e energia do PMA. Foto: UNAMID/Albert González Farran.

Desenvolvimento em países mais pobres depende de acesso a energia, diz relatório da ONU

Expandir o acesso a fontes adequadas, confiáveis e acessíveis de energia é essencial para os países mais pobres do mundo saírem dessa condição, segundo relatório divulgado no fim de novembro (22) pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).

De acordo com o documento, os 47 países menos desenvolvidos do mundo estão ficando muito atrás dos países em desenvolvimento no que se refere ao fornecimento de energia elétrica para residências e empresas. Embora tenham feito grandes progressos nos últimos anos, para atingir o objetivo global de acesso universal à energia até 2030 precisam aumentar em 350% sua taxa anual de eletrificação.

Parceria da ONU Meio Ambiente com o BNP Paribas tem como um dos focos o financiamento à agricultura familiar em países emergentes. Na foto, agricultores familiares de Minas Gerais. Foto: Imprensa MG/Carlos Alberto

ONU e BNP Paribas fecham acordo para financiamento de projetos sustentáveis em países emergentes

A ONU Meio Ambiente e o banco BNP Paribas assinaram na terça-feira (12) em Paris um memorando de entendimento para desenvolver projetos sustentáveis que abordem desafios ambientais e sociais nos países emergentes.

O BNP Paribas atuará como assessor de mercados de capitais e de estruturação dos Fundos de Finanças Sustentáveis, e levará ao programa capital de investidores institucionais, como fundos de pensão e de investimento. Já a ONU Meio Ambiente garantirá que os impactos ambientais e sociais dos projetos financiados sejam positivos.

O serviço de compartilhamento de bicicletas Mobike foi um dos vencedores. Foto: Mobike

Presidente chilena e startup de bicicletas estão entre vencedores de prêmio ambiental da ONU

Seis líderes e projetos globais receberam nesta terça-feira (5) o principal prêmio ambiental das Nações Unidas, o Campeões da Terra, por suas ações com impacto positivo no meio ambiente. A homenagem foi feita durante a Assembleia Ambiental da ONU que ocorre em Nairóbi, no Quênia, nesta semana.

Os premiados deste ano foram a presidente chilena, Michelle Bachelet; o cientista da NASA Paul A. Newman; o diretor de cinema norte-americano Jeff Orlowski; a startup de compartilhamento de bicicletas Mobike; o presidente da empresa de energia limpa chinesa Elion Resources Group, Wang Wenbiao; e a comunidade de reflorestamento chinesa Saihanba. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Cidade de Codrington em Barbuda, durante a visita do secretário-geral da ONU, em outubro de 2017, para avaliar os danos causados pelos furacões Irma e Maria. Foto: ONU/Rick Bajornas

Chefe da ONU pede mais recursos para adaptação de países do Caribe às mudanças climáticas

‘Durante minha visita a Dominica, Antígua e Barbuda, testemunhei um nível de devastação que eu nunca tinha visto na minha vida’, afirmou o chefe das Nações Unidas, António Guterres, ao final de novembro em conferência sobre a devastação deixada pelos furações Irma e Maria no Caribe. O secretário-geral das Nações Unidas alertou que, apenas nessas três ilhas, os danos foram estimados em 1,1 bilhão de dólares, e as perdas econômicas em 400 milhões.

Jovens que participaram da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Bonn, na Alemanha. Foto: UNFCCC

Conferência da ONU é encerrada com ‘urgência renovada’ contra mudanças climáticas

Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP23) foi encerrada com as delegações expressando um “renovado senso de urgência” e uma “maior ambição” para combater as mudanças climáticas.

Os participantes debateram como manter o ritmo dois anos após a adoção do Acordo de Paris no contexto do recente anúncio pelo governo dos Estados Unidos de se retirar do tratado; Brasil se ofereceu para sediar a COP25 em 2019.

O campo de Zaatari, na Jordânia, fez a mudança para energia limpa no dia 13 de novembro, inaugurando a maior usina de energia solar já construída num campo de refugiados. Foto: ACNUR/Yousef Al Hariri

Campo na Jordânia inaugura maior usina de energia solar construída em assentamento de refugiados

A maior usina de energia solar já construída em um campo de refugiados foi inaugurada no início da semana (13), na Jordânia. Instalado nos arredores do acampamento de Zaatari, o sistema levará mais energia para mais de 80 mil refugiados sírios que vivem no local. A nova fonte de energia também vai permitir à Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) economizar cerca de 5,5 milhões de dólares. A verba será reinvestida em outros projetos de assistência humanitária.

Ar-condicionado regularizado traz economia de energia elétrica e maior conforto para os usuários. Foto: Flickr /Jan Tik

Projeto do PNUD promove maior eficiência energética em edifícios brasileiros

Resultados de estudos sobre eficiência energética em edificações, promovidos pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), foram apresentados no fim de outubro a cerca de 30 síndicos reunidos no Rio de Janeiro.

A iniciativa foi realizada no âmbito do Protocolo de Montreal, um tratado internacional para proteger a Camada de Ozônio. “Percebemos que, com a implementação dos resultados obtidos no estudo, temos maior eficiência energética e deixamos o edifício mais atrativo para o mercado, nos preocupando também com a questão da sustentabilidade”, disse um dos síndicos presentes no evento.

Central nuclear de Bushehr no Irã. Foto: AIEA/Paolo Contri

Irã está cumprindo seus compromissos nucleares, diz agência da ONU

O Irã está implementando seus compromissos sob “o mais robusto regime de verificação nuclear do mundo”, disse a agência de energia atômica das Nações Unidas na segunda-feira (18), enquanto ao mesmo tempo lembrava a “grave preocupação” com o programa nuclear da Coreia do Norte.

“Os compromissos nucleares adotados pelo Irã sob o JCPOA (Plano de Ação Conjunto Global) estão sendo implementados”, disse o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, na abertura da conferência geral anual da agência em Viena, na Áustria.

Expositores apresentaram recursos financeiros voltados a projetos de mitigação dos gases de efeito estufa. Foto: Rede Brasil do Pacto Global

Pacto Global discute financiamento verde de projetos de infraestrutura

O Grupo Temático de Energia e Clima da Rede Brasil do Pacto Global promoveu o 3° Workshop da série “Diálogos de Financiamento Climático”, para discutir diferentes modalidades de financiamento de projetos para enfrentar as mudanças climáticas.

Participaram do evento especialistas e representantes de empresas signatárias e não signatárias do Pacto Global, que procura facilitar o diálogo sobre o acesso a recursos financeiros voltados a projetos de mitigação dos gases de efeito estufa e adaptação às mudanças climáticas.

Sede da Coordenação da ONU em Brasília. Foto: PNUD/divulgação

Em Brasília, ONU promove debate sobre parcerias entre Mercosul e União Europeia para cumprir Acordo de Paris

Especialistas, representantes de governos e de organismos internacionais se reúnem amanhã (16) na Casa da ONU em Brasília para debater possíveis parcerias entre o MERCOSUL e a União Europeia tendo em vista o cumprimento do Acordo de Paris.

Evento aberto ao público discute como as incertezas causadas pelo Brexit e pela decisão do presidente norte-americano Donald Trump de retirar os Estados Unidos do tratado global afetam os diálogos sobre um eventual acordo de livre comércio entre Europa e América do Sul.

Linhas de transmissão de energia na Faixa de Gaza. Foto: Banco Mundial/Natalia Cieslik (arquivo)

ONU manifesta preocupação com deterioração dos direitos humanos em Gaza

Além dos cortes energia que afetam os serviços de saúde, água e saneamento, a falta de transparência sobre o uso de recursos e a repressão à liberdade de expressão acentuam a deterioração da situação humanitária na Faixa de Gaza. Para o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Israel, o Estado da Palestina e as autoridades de Gaza não estão cumprindo suas obrigações de proteger os direitos humanos.

Para a chefe da ONU, este ano possibilitará adotar tratados que ajudarão a erradicar a pobreza. Foto: Ninja Mídia

Ibope: 51% dos brasileiros acreditam que governo federal é principal responsável por cumprir objetivos da ONU

Em parceria com a ONU Brasil, o IBOPE entrevistou 2.002 indivíduos de 143 municípios para avaliar o nível de conhecimento do brasileiro sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) — um conjunto de metas adotadas em 2015 pela Assembleia Geral para erradicar a pobreza e combater as mudanças climáticas, entre outros propósitos, até 2030.

Uma transformação radical na forma com a qual a energia é fornecida e utilizada será necessária caso o mundo pretenda atingir sua meta de manter o aumento da temperatura global abaixo de 2 graus Celsius. Foto: Wikicommons/Jürgen (CC)

Tecnologias de energia limpa reduzem emissão de poluentes, mas ampliam uso de metais

Uma transformação radical na forma com a qual a energia é fornecida e utilizada será necessária caso o mundo pretenda atingir sua meta de manter o aumento da temperatura global abaixo de 2 graus Celsius, como previsto pelo Acordo de Paris. No entanto, os impactos ambientais dessa mudança ainda não estão claros.

Segundo relatório de painel ligado à ONU Meio Ambiente, enquanto há claros benefícios ambientais com o uso dessas tecnologias, particularmente nas reduções da emissão de gases do efeito estufa, há também considerações a serem feitas, como um maior uso de metais.

Projeto do PNUD visa a aumentar geração de energia elétrica na indústria de cana-de-açúcar

O projeto SUCRE avalia o impacto da remoção de palha de cana-de-açúcar na infestação de plantas daninhas com o objetivo de aumentar a geração de energia elétrica na indústria de cana-de-açúcar.

O Sugarcane Renewable Electricity (SUCRE) é uma iniciativa do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).