Arquivo da tag: Água potável e saneamento

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 6 diz: “Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 6 diz: “Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods6 e notícias sobre o tema abaixo.

Acesso a água e saneamento em espaços públicos é tema de desafio online para jovens. Foto: Banco Mundial/Allison Kwesell

Relator da ONU lança desafio para jovens sobre saneamento, água e direitos humanos

O brasileiro e relator especial da ONU Léo Heller convoca jovens de 15 a 24 anos a participar de um desafio virtual sobre direitos humanos e acesso a água e saneamento. O prêmio: uma viagem para Genebra, na Suíça, onde o vencedor da competição falará sobre o seu país para oficiais da ONU.

Em 2019, o concurso aborda como os direitos humanos a água e saneamento devem ser garantidos não apenas nos domicílios, mas também em outras esferas da vida de uma pessoa, como os locais públicos e de trabalho, as instituições de ensino e as instalações de saúde.

O chefe do setor de água doce, terra e clima da ONU Meio Ambiente, Tim Christopherson, visitou vários locais na região chinesa para entender melhor a restauração ecológica em larga escala. Foto: Xiaoqiong Li

ONU Meio Ambiente destaca avanços da China na restauração ecológica de larga escala

Na década de 1980, a região montanhosa de Qianyanzhou, na província de Jiangxi, sul da China, enfrentou uma severa erosão do solo devido ao desmatamento e a práticas agrícolas insustentáveis. O solo vermelho fértil estava desaparecendo, o que fez com que os rendimentos das colheitas caíssem.

Mas uma mudança notável ocorreu nos últimos 30 anos graças a um plano de uso da terra apoiado pelo governo chinês que reflorestou montanhas superiores, plantou pomares cítricos em declives moderados e arrozais nos fundos dos vales. Em poucos anos, esse mosaico de uso sustentável da terra passou a gerar rendas mais altas.

As florestas são uma importante e necessária frente de ação na luta global contra as mudanças climáticas catastróficas, graças à sua incomparável capacidade de absorver e armazenar carbono. As florestas capturam dióxido de carbono a uma taxa equivalente a cerca de um terço da quantidade liberada anualmente pela queima de combustíveis fósseis. Parar o desmatamento e restaurar as florestas danificadas, portanto, poderia fornecer até 30% da solução climática. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Em meio à falta de saneamento, moradores equilibram-se em 'ruas' de madeira para chegar a suas casas em Altamira, no Pará. Foto: Valter Campanato/ABr

Mulheres negras são mais afetadas pela falta de saneamento básico no Brasil, diz estudo

A empresa brasileira de saneamento básico BRK Ambiental lançou nesta sexta-feira (4) a plataforma digital “Mulheres e Saneamento”, com dados e análises baseadas em pesquisa sobre o tema. A iniciativa contou com apoio da Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas e parceria do Instituto Trata Brasil.

O estudo mostrou que os déficits mais elevados de acesso a esgoto estão entre as mulheres autodeclaradas pardas, indígenas e pretas no Brasil. Nesses grupos, as taxas de incidência de escoamento sanitário inadequado foram de 24,3%, 33,0% e 40,9%, respectivamente. Também são as mulheres autodeclaradas negras (pardas e pretas) que têm mais dificuldade de acesso à água.

Devido ao papel desempenhado pela mulher nas atividades domésticas e nos cuidados com pessoas, a falta de água afeta de maneira mais intensa a vida das mulheres do que a dos homens. Relatório das Nações Unidas de 2016 ressaltou o fato de que as mulheres desempenham trabalhos não remunerados (doméstico e de cuidados) três vezes mais do que os homens.

Assim, como cuidadoras, as mulheres são mais afetadas quando membros da família adoecem como resultado da inadequação do acesso à água, ao esgotamento sanitário e à higiene. Também devido a esse papel, as mulheres estão em maior contato físico com a água contaminada e com dejetos humanos quando a infraestrutura de saneamento é inadequada.

Crianças de famílias deslocadas coletam água em uma torneira em Maiduguri, no estado de Borno, nordeste da Nigéria. A crise humanitária na região forçou centenas de milhares a deixar suas casas e depender de assistência humanitária. Foto: UNICEF/Gilbertson VII Photo

Nigéria registra mais de 2 mil pessoas deslocadas internamente em 24 horas

Após fugirem de ataques terroristas, assim como confrontos entre forças do governo e milícias, mais de 2 mil nigerianos recém-deslocados chegaram ao já sobrecarregado acampamento conhecido como Teacher’s Village, em Maiduguri, capital do estado nigeriano de Borno.

O Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) relatou na quinta-feira (27) que o aumento de ataques cometidos por grupos armados não estatais no nordeste da Nigéria está provocando novos deslocamentos, especialmente em Borno.

Meninos coletam água potável no Quirguistão. Foto: Banco Mundial/Nick van Praag

‘Não polua o meu futuro’: publicação da ONU aborda impacto do meio ambiente na saúde das crianças

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) traduziu para o português duas publicações internacionais sobre o impacto de substâncias químicas e questões ambientais sobre o bem-estar das pessoas.

Entre as publicações, está a pesquisa ‘Não polua o meu futuro! O impacto do ambiente na saúde das crianças’, que aponta que por ano, 361 mil meninas e meninos com menos de cinco anos perdem a vida por diarreia, como resultado da falta de acesso a água potável, saneamento e higiene.

Existem 100 milhões de pessoas sem acesso a sistemas adequados de saneamento na América Latina e 70 milhões não têm água encanada, segundo dados da ONU. No Brasil, menos da metade da população tem acesso a redes de esgoto. Foto: EBC

Seminário no DF discute acesso a água e saneamento no Brasil

Evento realizado em Brasília (DF) esta semana (11) apresentou as principais conclusões de um estudo inédito conduzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) para o aperfeiçoar a implementação e o monitoramento no Brasil do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 6, relativo à água e ao saneamento.

O seminário foi o terceiro e último evento promovido no escopo do “Projeto ODS 6 – Água e Saneamento: estudos e proposições de medidas para a implementação e o monitoramento”, fruto de uma parceria entre Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG/PNUD).

Com o diagnóstico, órgãos públicos estaduais, organizações do setor privado e da sociedade civil poderão identificar prioridades locais e direcionar as políticas com foco no cumprimento das metas dos ODS. Foto: Paula Mariane

Relatório aponta desafios para desenvolvimento sustentável do Piauí

Identificar, por meio de uma base de dados e de indicadores, os principais desafios do Piauí para a implementação da Agenda 2030 é o que se propõe o “Diagnóstico do Piauí à Luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, apresentado em Teresina na sexta-feira (7).

Resultado do “Projeto ODS Piauí”, parceria entre o governo do estado, Contour Global, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o diagnóstico servirá para medir o avanço de metas específicas da Agenda 2030.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, durante reunião no Conselho de Segurança. Foto: ONU

ONU: 40% dos conflitos armados estão relacionados a recursos naturais

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse ao Conselho de Segurança que “a exploração dos recursos naturais, ou a competição por eles, pode levar a conflitos violentos”, acrescentando que “prevenir, gerir e resolver tais conflitos é um dos grandes e crescentes desafios do nosso tempo”.

Estudos da ONU indicam que mais de 40% dos conflitos armados internos nos últimos 60 anos foram vinculados a recursos naturais, e essa tendência continuará em meio aos crescentes impactos da mudança climática.

Norte-americanos comem cerca de três hambúrgueres por semana. Foto: Impossible Foods

O que está no seu hambúrguer? Mais do que você pensa

Você entra em um restaurante para comer um hambúrguer. O que passa pela sua cabeça? Duas carnes, bacon extra e queijo? Pão com gergelim ou molho especial? Degradação ambiental ou preservação ecológica? Você provavelmente não pensa na última opção. Mas talvez devesse pensar.

Hectares de floresta na América do Sul são devastados para criação de gado, com o objetivo de produzir nossos hambúrgueres e bifes preferidos. Além disso, em média, uma carne de hambúrguer de 110 gramas drena 1.695 litros de água, dependendo de onde for feita, utilizando preciosos recursos naturais. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Banheiros em um local de alojamento para refugiados em Alexandria, na Grécia. Foto: ACNUR/Kyvernitis Yorgos

OMS pede aumento de investimentos para atingir meta global de banheiro para todos

O mundo não alcançará a meta de cobertura universal de esgotamento sanitário – para que todas as pessoas tenham acesso a banheiros que possam eliminar seus dejetos com segurança – até 2030, a menos que os países façam mudanças políticas abrangentes e garantam mais investimentos, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) na segunda-feira (1) ao lançar suas primeiras diretrizes sobre saneamento e saúde.

Em todo o mundo, 2,3 bilhões de pessoas carecem de saneamento básico, especialmente esgotamento sanitário (com quase metade das pessoas sendo forçada a defecar a céu aberto). Esses indivíduos estão entre os 4,5 bilhões que não têm acesso a serviços de saneamento manejados com segurança – em outras palavras, um banheiro conectado a um esgoto, poço ou fossa séptica para tratar dejetos humanos.

Mosquito Aedes aegypti é principal vetor do vírus da dengue, zika e chikungunya. Foto: UNICEF/BRZ/Ueslei Marcelino

Países das Américas fecham acordo para prevenir doenças transmitidas por vetores

Autoridades de saúde da região das Américas concordaram na segunda-feira (24) a implementar uma série de ações nos próximos cinco anos para controlar de forma mais efetiva os vetores que transmitem doenças como malária, dengue, zika e Chagas. O objetivo do plano é prevenir a ocorrência e reduzir a propagação desse tipo de enfermidades transmissíveis.

O plano de ação sobre entomologia e controle de vetores, apresentado ao 56º Conselho Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que se reúne nesta semana em Washington (EUA), concentra-se na prevenção, vigilância e controle integrado dos vetores transmissores de arbovírus, malária e certas doenças infecciosas negligenciadas, por meio de intervenções eficazes, sustentáveis, de baixo custo e baseadas em evidências.

Existem 100 milhões de pessoas sem acesso a sistemas adequados de saneamento na América Latina e 70 milhões não têm água encanada, segundo dados da ONU. No Brasil, menos da metade da população tem acesso a redes de esgoto. Foto: EBC

Especialistas debatem governança e financiamento para gestão de água e saneamento no Brasil

O seminário “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) e Água e Saneamento no Brasil: Governança e políticas públicas” reúne nesta quinta-feira (20), em Brasília (DF), especialistas, gestores públicos e representantes do setor privado, de organizações do terceiro setor e da sociedade civil para debater aspectos de governança, financiamento e medidas do setor produtivo para a implementação e o monitoramento do ODS 6, sobre água e saneamento.

O seminário é o segundo evento de uma série de três promovidos em 2018 no escopo do “Projeto ODS 6 – Água e Saneamento: estudos e proposições de medidas para a implementação e o monitoramento”, realizado conjuntamente pela Agência Nacional de Águas (ANA), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pelo Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG).

Família busca água no condado de Garissa, no Quênia. Foto: UNICEF/Serem

ONU usa dados de satélites para enfrentar secas e enchentes na África e Ásia

Em março de 2018, o Quênia foi palco da pior enchente do país desde 1997. A inundação deixou mais de 300 mil pessoas desabrigadas. Mas um mês antes, a preocupação da nação africana era com a pior seca desde 2010.

Para ajudar esse e outros países a lidar com estiagens e enchentes, a ONU Meio Ambiente implementa uma plataforma de monitoramento em tempo real de bacias hidrográficas. Iniciativa usa dados de satélites para orientar estratégias de prevenção.

Vista aérea da cidade do Rio de Janeiro. Foto: ONU-Habitat/Julius Mwelu

ONU convida instituições para mês de mobilização sobre desenvolvimento urbano sustentável

O Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) convida instituições brasileiras a participar das celebrações do Outubro Urbano. O mês tem esse nome porque começa com a comemoração do Dia Mundial do Habitat e termina com a celebração do Dia Mundial das Cidades, a cada 31 de outubro. Prazo para inscrever eventos e atividades na série de mobilizações é 15 de outubro.

Em Roraima, venezuelanos passam por avaliação médica antes de seguir para outras cidades brasileiras - Foto: OIM

UNICEF e parceiros discutem ações para melhorar água e saneamento para venezuelanos em Roraima

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e seus parceiros em Roraima realizaram na semana passada (23) uma reunião para discutir as necessidades de água, saneamento e higiene dos imigrantes venezuelanos abrigados no estado.

Agentes governamentais, não governamentais e agências do Sistema ONU que atuam dentro dos abrigos conversaram sobre os principais problemas envolvendo água, saneamento e higiene nas moradias coletivas e receberam orientações de Martin Ede, especialista no tema.

Criança e avó no interior do Rio Grande do Norte. Foto: Mariana Ceratti/Banco Mundial

UNICEF: 6 em cada 10 crianças e adolescentes brasileiros vivem na pobreza

Estudo lançado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) nesta terça-feira (14) mostrou que 61% das crianças e dos adolescentes brasileiros são afetados pela pobreza, em suas múltiplas dimensões.

De acordo com o levantamento, a pobreza na infância e na adolescência vai além da renda, sendo necessário observar o conjunto de privações de direitos a que meninas e meninos são submetidos. O estudo analisou o acesso a educação, informação, proteção contra o trabalho infantil, moradia, água e saneamento.

Família aguarda chegada de ajuda humanitária fornecida pelo UNICEF em Hodeida, no Iêmen, em junho deste ano. Foto: UNICEF

Iêmen: ataques contra sistemas de água violam leis de guerra, diz UNICEF

A violência contínua e os ataques contra infraestrutura civil em Hodeida ameaçam diretamente centenas de milhares de crianças e suas famílias no Iêmen, segundo a chefe do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em comunicado divulgado nesta quarta-feira (1).

“Os ataques contra instalações e serviços civis são inaceitáveis, desumanos e violam as leis básicas da guerra”, disse a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta Fore. “No entanto, os últimos dias registraram uma escalada nos ataques contra sistemas e instalações essenciais para a vida de crianças e famílias”, acrescentou.

Marie Chatardová, presidente do ECOSOC, durante o Fórum Político de Alto Nível, na ONU. Foto: ONU/Loey Felipe

ONU vê progresso a passos lentos para cumprir novas metas de desenvolvimento

Se quiserem cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) dentro do prazo, até 2030, países precisarão acelerar o progresso rumo a um mundo mais justo. O alerta é da presidente do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), Marie Chatardová, que participou nesta semana do Fórum Político de Alto Nível da ONU.

Embora a miséria tenha alcançado níveis equivalentes a um terço do registrado em 1990, o problema ainda afeta 10,9% da população mundial. Apesar de 71% das pessoas de todo o planeta tenham eletricidade, valor que representa um aumento de 10% em comparação com os últimos anos, 1 bilhão de indivíduos permanecem “no escuro”.

2,5 bilhões de pessoas ainda sofrem com a falta de acesso a serviços de saneamento básico. Foto: UNICEF/Karin Schermbrucker

Relator da ONU lança desafio para jovens sobre saneamento e direitos humanos

O relator especial da ONU Léo Heller anunciou neste mês (12) uma competição para jovens de todo o mundo. O prêmio: uma viagem para Genebra, onde o vencedor participará de um evento das Nações Unidas.

Para participar, pessoas com idade entre 15 e 24 anos devem criar um post original no Facebook, Twitter, YouTube ou Instagram, em que demonstrem seus conhecimentos e sua paixão pelo tema dos direitos humanos a água e saneamento. Prazo para fazer publicação é 6 de agosto.

Nesta edição do fórum, 47 países apresentarão seus relatórios nacionais voluntários sobre o processo de implementação e acompanhamento dos ODS. Foto: ONU

Fórum político sobre desenvolvimento sustentável começa na sede da ONU, em NY

Representantes de governos, sociedade civil e setor privado reúnem-se em Nova Iorque, na sede das Nações Unidas, até a semana que vem (18) para o Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável.

Nesta edição do Fórum, 47 países apresentarão seus relatórios nacionais voluntários sobre o processo de implementação e acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A delegação brasileira apresentará documento que indica os avanços nacionais no alcance da Agenda 2030. Representantes do governo também participarão de eventos paralelos, workshops para a elaboração de revisões voluntárias nacionais e acompanharão discussões sobre exemplos de implementação dos ODS.

Durante evento em Brasília, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima, oficializou a adesão da pasta à Rede Brasil do Pacto Global. Foto: Rede Brasil do Pacto Global

Ministério da Indústria oficializa adesão à Rede Brasil do Pacto Global

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) é o primeiro órgão federal brasileiro a se comprometer com o Pacto Global para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.

Em evento na quarta-feira (20) em Brasília, o ministro Marcos Jorge de Lima oficializou a adesão da pasta à Rede Brasil do Pacto Global.

O ministério e a secretaria-executiva da iniciativa da ONU já contam com um plano de trabalho para prover mais serviços ao setor privado, a exemplo de oficinas de capacitação para pequenas e médias empresas sobre a implantação dos ODS.

Erradicar a pobreza é o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 1. Foto: ONU Habitat/Astrid Yanes

Desigualdades e urbanização rápida desafiam países na busca pelos objetivos globais, diz relatório

Desigualdades, bolsões de pobreza permanentes e rápida urbanização estão desafiando os países no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), de acordo com relatório lançado nesta quarta-feira (20) na sede da ONU, em Nova Iorque.

O documento apontou também que a mudança do clima e os conflitos são os fatores que mais contribuem para o aumento do número de pessoas que passam fome e são forçadas a se deslocar e, consequentemente, têm menos acesso básico a água e saneamento.

Foi realizada ação de limpeza nas margens do lago do Tarumã, no Rio Negro, com pranchas de stand up paddle, para retirar os resíduos. Foto: ONU Meio Ambiente

ONU Meio Ambiente lança iniciativa ‘Rios Limpos para Mares Limpos’ no Amazonas

Evitar que a poluição plástica proveniente dos rios chegue aos oceanos é o objetivo da iniciativa “Rios Limpos para Mares Limpos” do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente), lançada na sexta-feira (8) durante o seminário “Dos Rios limpos para Mares Mais Limpos com os ODS”, que reuniu representantes de academia, sociedade civil e setores governamentais na sede da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), em Manaus.

O evento foi promovido por FAS, ONU Meio Ambiente, Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável na Amazônia (SDSN-AMAZÔNIA) e Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

Sobrevoo na bacia hidrográfica do rio Paranaíba. Foto: ANA/Hugo Rubens Pontoni

ONU participa de seminário nacional sobre bacias hidrográficas em Brasília

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) realizou nesta quinta-feira (7) o seminário “O Brasil que Cuida de suas Águas: Construindo as Bases para o Programa Nacional de Bacias Hidrográficas”. O objetivo do seminário, segundo o MMA, foi integrar e mobilizar instituições parceiras para dar início ao processo de construção do programa que visa preservar, conservar e recuperar os rios brasileiros.

O coordenador-residente do Sistema ONU e representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Niky Fabiancic, participou da mesa de abertura do seminário nesta manhã e aproveitou a oportunidade para reforçar sua relação com a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, com ênfase ao ODS 6 – Água Potável e Saneamento.

Desperdício de água no Brasil e gestão sustentável dos recursos hídricos são preocupação da Rede Brasil do Pacto Global. Foto: Agência Brasil / Tânia Rêgo

Brasil perde R$10,5 bilhões em desperdício de água na distribuição, revela Pacto Global

Volume de água doce jogado fora equivale a 7 mil piscinas olímpicas por dia. É o que revela um estudo sobre o desperdício na distribuição em 2016. Pesquisa foi encomendada pelo movimento Menos Perda, Mais Água, da Rede Brasil do Pacto Global da ONU. Realizada pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, pesquisa será apresentada amanhã (7), em São Paulo, para a Semana Mundial do Meio Ambiente.

Foto: Jorge Gamboa

No Dia do Meio Ambiente, ONU promove atividades para combater a poluição plástica

Desde que foi instituído, em 1974, o Dia Mundial do Meio Ambiente se tornou a principal plataforma global para sensibilizar pessoas, organizações e países sobre a proteção da natureza.

Este ano, com o tema #AcabeComAPoluiçãoPlástica, a data soma esforços à campanha #MaresLimpos da ONU Meio Ambiente para combater o lixo marinho e mobilizar todos os setores da sociedade global no enfrentamento deste problema — que se não for solucionado, poderá resultar em mais plástico do que peixes nos oceanos até 2050.

Criança na aldeia de Mcuba, na Suazilândia. Foto: OMM/Luke Romick

Conferência mundial prioriza sustentabilidade como solução para escassez de água

Com o clima extremo custando centenas de bilhões por ano, a comunidade internacional teme que, até 2050, uma em cada quatro pessoas esteja vivendo em um país afetado pela escassez de água. O tema foi discutido neste mês durante uma conferência mundial de três dias realizada pela agência meteorológica das Nações Unidas. Os participantes abordaram a necessidade urgente de melhorar o gerenciamento do recurso de maneira mais sustentável.

Pernambuco e Bahia são os estados que lideram os índices de zika no país. Foto: UNFPA Brasil

Fundo de População da ONU promove reunião em PE para discutir vigilância do zika

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) participa na terça-feira (22) de um encontro entre organizações da sociedade civil, apoiadores nacionais e internacionais e representantes governamentais para discutir a vigilância epidemiológica e as políticas públicas no contexto do vírus zika em Pernambuco.

O representante do UNFPA no Brasil, Jaime Nadal, salienta que a epidemia de zika mostra a necessidade de melhorar o acesso à educação para a sexualidade, assim como o acesso universal a serviços de planejamento da vida reprodutiva. As ações com a sociedade civil são fundamentais, pois estão na linha de frente com a população em situação de maior vulnerabilidade.

Pernambuco é um dos estado brasileiros mais afetados por casos confirmados de microcefalia registrados em meio à epidemia do vírus zika. Foto: UNICEF/BRZ/Ueslei Marcelino

Fundo de População da ONU participa de evento em PE sobre saúde no contexto do zika

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) participa na quarta-feira (9) de seminário de apresentação dos indicadores das ações de projeto sobre saúde sexual e reprodutiva no contexto do vírus zika em Pernambuco.

Financiado pelo Fundo PositHIVo por meio de uma parceria com a Bayer, o projeto selecionou cinco ações para atuar diretamente com a falta de informação sobre microcefalia, a ausência de intervenção em saúde mental e prevenção de sofrimento.

Vista do bairro de São Conrado, no Rio de Janeiro, com a Rocinha em primeiro plano. Foto: Wikimedia/Alicia Nijdam

América Latina e Caribe é região mais desigual do mundo, revela comissão da ONU

Ao longo da última década, a América Latina e Caribe alcançou seu menor índice de concentração de renda, mas a região continua sendo a mais desigual do mundo, com um coeficiente de Gini estimado em 0,5. É o que revela uma nova análise da comissão econômica das Nações Unidas para os 33 países latino-americanos e caribenhos, a CEPAL.

Lançado nesta segunda-feira (7), relatório avalia como disparidades afetam acesso a serviços e perpetuam exclusão. Segundo a pesquisa, Brasil tem pior taxa regional de conclusão do Ensino Fundamental II entre população mais pobre.

Estudante palestina dentro de sala de aula destruída por confrontos de 2014 em Gaza. Foto: UNICEF/El Baba

Crianças estão sendo fortemente afetadas por escalada de violência em Gaza, diz UNICEF

Enfatizando o impacto devastador da crise humanitária e da crescente violência contra crianças em Gaza, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) pediu que todas as partes com influência no conflito priorizem sua proteção.

“A escalada da violência em Gaza exacerbou o sofrimento de crianças cujas vidas já têm sido insuportavelmente difíceis há muitos anos”, disse Geert Cappelaere, diretor regional do UNICEF para Oriente Médio e Norte da África, em comunicado publicado nesta sexta-feira (4).

Refugiados e migrantes em Calais. Foto: ACNUR/C. Vander Eecken

França: especialistas da ONU pedem medidas efetivas para levar água e saneamento a migrantes

Especialistas em direitos humanos da ONU pediram ao governo da França que providencie mais serviços de água e de saneamento, além de abrigos de emergência para migrantes e requerentes de asilo em Calais, Grande-Synthe, Tatinghem, Dieppe e outras áreas ao longo da costa do norte do país.

Estima-se que centenas de imigrantes e requerentes de asilo na região estejam vivendo sem abrigos de emergência adequados e sem acesso a água potável, banheiros ou instalações de higiene.

Venezuelanos vivendo em tendas em Roraima. Foto: ONU Meio Ambiente/Daniel Stothart

Falta de serviços para atender venezuelanos em Roraima tem impacto ambiental

Após viagem a Roraima, o oficial de assuntos humanitários da ONU Meio Ambiente, Daniel Stothart, alertou para as condições de vida precárias dos venezuelanos na capital, Boa Vista, e em outras cidades. Refugiados e migrantes enfrentam falta de banheiros adequados e de saneamento, o que tem impactos ambientais. Outros problemas incluem o aumento do lixo hospitalar e a derrubada de árvores para a preparação de alimentos.

Foto: ONU-Água

Empresas pedem marco regulatório para água envolvendo governos, setor privado e sociedade civil

A criação de um marco regulatório brasileiro para a água envolvendo governos, setor privado e sociedade civil é a principal recomendação do relatório final do Water Business Day, que condensa as discussões do evento realizado em março (18) durante as atividades do Fórum Mundial da Água, em Brasília (DF).

O documento defende que o escopo legal seja construído de forma coletiva e aumente a confiança entre empresas e sociedade, valorizando de forma transversal esse recurso natural e incentivando os investimentos de longo prazo.

Foto: Prefeitura de São Francisco da Glória

Grupo Assessor da ONU lança glossário de termos sobre água e saneamento

O que significa acesso universal e equitativo à água, dessalinização, eficiência do uso e gestão integrada dos recursos hídricos? Para apresentar de forma propositiva as definições internacionalmente acordadas sobre esses e outros temas, o Grupo Assessor do Sistema ONU no Brasil sobre a Agenda 2030 lançou na segunda-feira (19) em Brasília (DF) o glossário de termos do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 – Água potável e saneamento.