Arquivo da tag: Igualdade de gênero

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods5 e notícias sobre o tema abaixo. Dentro do Sistema ONU, quem lidera o tema é a ONU Mulheres. Acesse o site da agência no Brasil (www.onumulheres.org.br).

Foto: ONU Mulheres/Pornvit Visitoran

Dia Internacional das Mulheres de 2020 terá como foco a igualdade de direitos

Em 2020, o Dia Internacional das Mulheres (8 de março) terá como tema “Eu sou a Geração Igualdade: concretizar os direitos das mulheres”.

O consenso global emergente é de que, apesar de alguns progressos, as mudanças reais têm sido lentas para a maioria das mulheres e meninas em todo o mundo.

Hoje, nenhum país pode afirmar ter alcançado a igualdade de gênero. Vários obstáculos permanecem inalterados na lei e na cultura, de acordo com a ONU Mulheres.

Mulheres venezuelanas escrevem suas histórias de vida durante atividade em Boa Vista (RR). Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo

Luxemburgo apoia programa da ONU para empoderamento de mulheres venezuelanas no Brasil

Luxemburgo firmou o seu apoio ao programa conjunto “Liderança, empoderamento, acesso e proteção para mulheres migrantes, solicitantes de refúgio e refugiadas no Brasil”, liderado por ONU Mulheres, em parceria com Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), em Roraima.

O acordo foi assinado este mês (12) pela secretária-geral assistente das Nações Unidas e diretora-executiva adjunta da ONU Mulheres, Åsa Regnér, e pelo embaixador Christian Braun. A assistência humanitária tem duração estimada de dois anos, com contribuição de 600 mil euros do governo de Luxemburgo ao programa conjunto implementado pelas três agências da ONU no Brasil.

No Rio de Janeiro, oficinas com trabalhos manuais e rodas de conversas propiciaram a construção de vínculos entre mulheres que vivenciaram relacionamentos abusivos. Foto: CARJ/Luiza Trindade.

ACNUR e parceiros promovem atividades em SP e Rio sobre prevenção à violência de gênero

No contexto da campanha dos “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, mobilização global liderada pelas Nações Unidas anualmente entre 25 de novembro e 10 de dezembro, a Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e parceiros promoveram debates e capacitações em prevenção à violência de gênero.

Oficinas ocorreram nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro para as equipes de trabalho e a população refugiada e migrante, com o intuito de assegurar os direitos e a participação de mulheres cis, trans e travestis nos espaços onde circulam.

Iniciativa também promoveu atividades culturais, em que mulheres refugiadas e migrantes puderam se expressar artisticamente, compartilhar histórias e superar traumas relacionados à violência de gênero. No Rio, resultado do trabalho poderá ser conferido no Sesc Madureira, a partir do dia 21 de dezembro.

Mulheres empreendedoras posam em frente aos produtos feitos a partir de figuras femininas histórias e atuais. Foto: ACNUR/Alan Azevedo

Campanha pelo fim da violência de gênero dá voz a refugiadas e migrantes venezuelanas

“Vivi muitos anos sofrendo violência, sem ao menos perceber”. “Não entendia que os gritos e palavras rudes eram também um tipo de violência”. “O que mais me doía era quando ele usava meus filhos contra mim”. “Nós mulheres somos penalizadas por tentar manter a família unida, por tentar fazer o certo”.

As autoras destas frases são refugiadas e migrantes venezuelanas que participaram, no último dia 10, em um dos eventos promovidos pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e parceiros para marcar o fim dos “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres” em Boa Vista, capital de Roraima.

Quito, capital do Equador. Foto: Reiseuhu/CC.

Especialista da ONU pede urgência na implementação de lei que garante direitos a mulheres no Equador

Em seu primeiro comunicado após visita de 11 dias ao Equador, a relatora especial das Nações Unidas sobre violência contra mulheres, a croata Dubravka Šimonović, afirmou que cortes orçamentários propostos e falta de coordenação entre órgãos relevantes estão dificultando a implementação de uma nova lei que garante direitos abrangentes a mulheres do país sul-americano.

Segundo a especialista, estatísticas recentes do governo indicam que sete em cada dez mulheres no Equador sofreram violência psicológica ou física e 642 foram registradas como vítimas de feminicídio desde 2014.

No comunicado, Šimonović também pediu que o Equador liberte cerca de 250 mulheres presas sob acusações relacionadas a aborto. “Isso é contrário aos padrões internacionais e deve ser tratado com urgência”, apontou.

Through the Lens of the Favela: Human Rights and Sustainable Development

Matheus Affonso is a 20-year-old photographer and graphic designer who lives in Nova Holanda neighborhood, a part of the Maré favela (slum) complex, in the north of Rio de Janeiro, Brazil. His work focuses on the LGBT community which continues to struggle for recognition.

Jacqueline Fernandes is a 33-year-old journalist who maintains a community website in the Riachuelo neighborhood, which is also located on the outskirts of the city. Both are young photographers that portray, with a new view, the daily life of these carioca communities despite the inherent socioeconomic inequalities within.

Direitos humanos: jovens fotógrafos retratam uma outra favela

Matheus Affonso é um fotógrafo e designer gráfico de 20 anos que mora no bairro de Nova Holanda, parte do complexo de favelas da Maré, zona norte do Rio de Janeiro. Ele retrata a comunidade LGBT do entorno onde vive. Jacqueline Fernandes é uma jornalista de 33 anos que vive no bairro Riachuelo, também localizado em uma região periférica da cidade. Ela mantém um portal de comunicação comunitária. Os dois são jovens fotógrafos que registram, com um novo olhar, o dia a dia das comunidades cariocas.

Ambos participaram em novembro das oficinas de fotografia do projeto Imagens do Povo, uma iniciativa da organização não governamental Observatório de Favelas que visa criar novas representações de territórios periféricos e desconstruir estigmas.

O resultado desse trabalho fez parte de uma exposição no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ), realizada por Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) e Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) para celebrar o Dia dos Direitos Humanos.

Phumzile Mlambo-Ngcuka é subsecretária geral da ONU e diretora executiva da ONU Mulheres. Foto: ONU

ARTIGO: Estupro — um custo intolerável à sociedade

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka afirma que, em muitos países, as mulheres sabem que são mais propensas a serem consideradas culpadas do que vítimas quando denunciam a violência sexual e precisam lidar com o sentimento injustificado de vergonha.

“Junto com a criminalização do estupro, precisamos colocar a vítima no centro da questão e responsabilizar os estupradores. Isso significa fortalecer a capacidade das autoridades responsáveis para investigar esses crimes e apoiar as sobreviventes por meio do processo de justiça criminal, com acesso à assistência jurídica, polícia e serviços de justiça, bem como serviços de saúde e sociais, especialmente para as mulheres marginalizadas.” Leia o artigo completo.

No último mês de março, milhares de jovens foram às ruas em 123 países para pedir medidas urgentes contra as mudanças climáticas. O Brasil não ficou de fora da paralisação, conhecida pelo nome “Fridays for Future” (Sextas pelo futuro).

No Dia dos Direitos Humanos, Nações Unidas celebram ativismo de jovens do mundo todo

As Nações Unidas estão enfatizando a importância dos jovens em liderar o caminho para um futuro melhor para todos no Dia dos Direitos Humanos deste ano, celebrado nesta terça-feira (10).

Os jovens estão “dando vida aos direitos humanos”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em mensagem para a data.

“Globalmente, os jovens estão protestando, se organizando e se manifestando: em defesa do direito a um ambiente saudável, pela igualdade de direitos de mulheres e meninas, de participar da tomada de decisões e de expressar suas opiniões livremente”, afirmou.

Instrutor de serigrafia Betuel Santos na Fábrica Social em Brasília - Foto: Thais Rodrigues/UNFPA

UNFPA estuda parceria com projeto de qualificação profissional em Brasília

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) visitou o Programa Fábrica Social, que leva qualificação a pessoas de baixa renda e em situação de vulnerabilidade, e estuda uma possível cooperação técnica com o projeto. A iniciativa, criada em 2013, funciona na região no Distrito Federal e opera sob responsabilidade da Subsecretaria de Integração de Ações Sociais (SIAS), da Secretaria do Trabalho.

Atualmente, 876 pessoas – 80% mulheres com idade entre 29 e 40 anos – de baixa renda estão sendo capacitadas. Os cursos duram cerca de um ano, em módulos de 80 horas, e oferecem uma bolsa auxílio (transporte e alimentação).

5ª Semana do Bebê tem o apoio do UNICEF e aborda direitos de gestantes, mães e seus bebês no sistema prisional do Rio de Janeiro. Foto: Renata Caldeira / Ponte.

Evento para debater maternidade no sistema prisional do Rio de Janeiro conta com apoio do UNICEF

Entre 5 e 7 de dezembro, a Unidade Materno Infantil (UMI), no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu (RJ), recebe a 5ª Semana do Bebê.

Evento é promovido pelo governo do estado do Rio de Janeiro por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e conta com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), órgãos públicos e organizações da sociedade civil.

Objetivo é discutir o bem-estar e os direitos das gestantes, mães e bebês no sistema prisional do estado, com o tema “Ser mãe é transformar a vida em um novo começo”. Edição deste ano conta com rodas de conversa sobre direitos sexuais e reprodutivos; oficinas; atividades com familiares; e momentos de cuidados de beleza, incluindo desfile das mães e gestantes no último dia do evento.

Representante do UNFPA no Brasil, Astrid Bant, visitou terreiro Unzó Maiala. Foto: UNFPA Brasil/Midiã Noelle

Equipe do UNFPA visita terreiro e promove diálogos sobre saúde sexual e reprodutiva na Bahia

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) participou na sexta-feira (29), em Salvador (BA), de três diálogos estratégicos com o objetivo de ampliar e acompanhar as ações desenvolvidas em parceria no estado.

As visitas foram realizadas para acompanhar iniciativas desenvolvidas com o intuito de garantir às mulheres acesso a informações sobre métodos contraceptivos e saúde sexual e reprodutiva.

Jovens recebem orientações sobre saúde sexual e reprodutiva de oficiais do UNFPA em Pacaraima, Roraima. Foto: UNFPA Brasil | Yareidy Perdomo.

UNFPA realiza oficinas de saúde sexual e reprodutiva com refugiados e migrantes em Roraima

No mês de novembro, Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil promoveu encontros com pessoas refugiadas e migrantes venezuelanas vivendo na cidade de Pacaraima (RR), município fronteiriço entre os dois países.

Em parceria com a Associação Voluntários para o Serviço Internacional – Brasil (AVSI Brasil) e a equipe médica do Exército Brasileiro atuando na Operação Acolhida, o UNFPA realizou formação com jovens sobre saúde sexual e reprodutiva, especificamente sobre a prevenção das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs); a gravidez não intencional; e o uso dos métodos contraceptivos.

Elitânia de Souza da Hora, 25 anos, era ativista dos direitos humanos e uma promissora liderança jovem da Comunidade Quilombola do Tabuleiro da Vitória, no município de Cachoeira, na Bahia. Foto: Reprodução internet.

Agências da ONU pedem que caso de jovem assassinada na Bahia seja investigado e solucionado

Representantes do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil e da ONU Mulheres divulgaram nesta terça-feira (3) uma nota sobre o assassinato da estudante Elitânia de Souza da Hora, de 25 anos, na cidade de Cachoeira, Bahia.

Elitânia era uma liderança da Comunidade Quilombola do Tabuleiro da Vitória, localizada na mesma cidade em que foi violentamente assassinada a tiros na última quarta-feira (27), a despeito de uma medida protetiva concedida pela Justiça em prol de sua segurança. A suspeita é de que a jovem tenha sido vítima de feminicídio.

Quando mulheres e meninas não têm acesso a serviços de saúde reprodutiva, insumos e informações, têm menos poder de escolha sobre seus corpos. Foto: UNFPA/Solange Souza

UNFPA: equidade de gênero é chave para desenvolvimento sustentável

A uma plateia de defensores públicos e procuradores, a representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Astrid Bant, afirmou que a equidade de gênero é chave para alcançar o desenvolvimento sustentável e a defesa dos direitos humanos.

Astrid lembrou que a igualdade de gênero é um dos principais temas que norteiam o Plano de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD), ocorrida em 1994, no Cairo.

Na ocasião, 179 países concordaram que os direitos reprodutivos fazem parte dos direitos humanos, e que a desigualdade entre homens e mulheres são uma barreira para o exercício de ambos. Quando mulheres e meninas não têm acesso a serviços de saúde reprodutiva, insumos e informações, têm menos poder de escolha sobre seus corpos.

António Guterres interage com os alunos da ReDI School for Digital Integration. Sem fins lucrativos, a escola facilita a integração e busca de trabalho por refugiados na indústria de TI. Foto: ONU / Tobias Hofsaess

Guterres destaca papel da ONU para garantir uma Internet gratuita e segura

O secretário-geral da ONU, António Guterres, participou na última terça-feira (26) do 14º Fórum de Governança da Internet das Nações Unidas. Organizado pelo governo da Alemanha, o tema deste ano “Um mundo. Uma rede. Uma visão” marcou o trigésimo aniversário da queda do Muro de Berlim.

O secretário-geral destacou a ONU como a “plataforma apropriada” para enfrentar esses desafios globais e encorajou os participantes do fórum a compartilhar conhecimentos sobre políticas e a concordar com alguns princípios comuns básicos, entre outras recomendações.

Depois de comerem juntas, participantes do Femme Debout cantam e dançam em Bangui, República Centro-Africana. Foto: ACNUR | Adrienne Surprenant.

Com apoio do ACNUR, mulheres na República Centro-Africana criam grupo para superar efeitos da guerra

Na República Centro-Africana, um conflito entre grupos armados muçulmanos e cristãos se espalhou pelo país em 2013. Afetadas pelos traumas e perdas causados por anos de conflito no país, mulheres criaram um grupo para cuidar umas das outras e discutir seus problemas e conquistas.

Chamado “Femme Debout” (“Mulheres de Pé”, na tradução livre), o grupo se reúne semanalmente sob a liderança de Florence Atanguere, uma mãe e viúva de 51 anos centro-africana. Ela e as demais mulheres foram vítimas de terríveis atos de violência, incluindo assassinatos brutais de membros da família e violência sexual.

Apoiada pela Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), por meio da agência parceira PARET, a associação tem 175 integrantes, cristãs e muçulmanas, que convivem em paz. Na associação, elas aprendem habilidades diferentes e dispõem de um fundo financeiro que as auxilia em momentos de emergência.

Combate à discriminação racial e às desigualdades de gênero será foco das próximas parcerias entre o UNFPA e os governos da Bahia e de Salvador. Foto: Marcha Mundial das Mulheres Bahia/Facebook (via EBC)

UNFPA firma parceria com Bahia para defender igualdade racial e direitos das mulheres

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) assinou na quarta-feira (27), em Salvador (BA), dois termos de cooperação técnica com órgãos do Governo do Estado da Bahia, com o objetivo de impulsionar ações de saúde sexual e reprodutiva, igualdade racial e de defesa dos direitos das mulheres.

O acordo foi firmado com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) e a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi). O evento de assinatura dos termos teve a presença da nova representante do UNFPA no Brasil, Astrid Bant.

À esquerda: Ajna Jusic, Presidente da Associação "Filhos Esquecidos da Guerra"; no centro: Phumzile Mlambo-Ngcuka, Diretora Executiva da ONU Mulheres; e à direita, Maria Luiza Ribeiro Viotti, chefe de gabinete do secretário-geral da ONU, discursa na comemoração oficial do Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulheres. Foto: ONU | Evan Schneider.

ONU: Violência contra mulher é uma barreira para um futuro de paz para todos

A comemoração oficial das Nações Unidas para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres (25 de novembro) ocorreu na última segunda-feira (25), na Câmara do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Evento deu início aos 16 Dias de Ativismo contra a violência de gênero, que neste ano tem como tema “Geração Igualdade contra o estupro!”, e contou com a presença de oficiais das Nações Unidas – que prestaram solidariedade a vítimas de violência contra mulher e a ativistas que trabalham para acabar com essa violação.

Segundo a vice-secretária geral da ONU, Amina Mohammed, o estupro e outras formas de violência de gênero “causam enormes prejuízos econômicos, políticos e sociais a indivíduos, famílias e Estados-nação, e continuam sendo um obstáculo para atingir a igualdade, o desenvolvimento, a paz e o cumprimento dos direitos humanos de mulheres e meninas”.

Trabalhadoras domésticas usam o celular para manter a rede de contatos Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Federação das trabalhadoras domésticas renova site em parceria com ONU Mulheres

A Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad) está com site novo no ar. A plataforma é resultado de trabalho conjunto entre ThoughtWorks, empresa especializada em desenvolver plataformas digitais, Fenatrad e ONU Mulheres.

O site foi pensado para ser um ambiente digital no qual trabalhadoras domésticas possam acessar informações e notícias da categoria, legislação trabalhista e localização de sindicatos e associações parceiras.

ISA.bot é um robô digital que oferece informação sobre violência de gênero e promove internet mais segura para mulheres

ONU Mulheres apoia robô digital que leva segurança on-line para mulheres em situação de violência

Está no ar uma robô programada para oferecer informação sobre a violência de gênero e promover uma internet mais segura para todas as mulheres. Este é a missão da ISA.bot, lançada nesta segunda-feira (25) pela organização Think Olga e o Mapa do Acolhimento, projeto do Nossas.Org, com apoio da ONU Mulheres, Facebook e Google, dentro dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres.

A campanha é realizada em todo o mundo entre 25 de novembro e 10 de dezembro. O nome ISA é um acrônimo das palavras Informação, Segurança e Acolhimento.

Para ativar a ISA.bot basta chamá-la no Messenger da Página da ISA.bot no Facebook (www.facebook.com/chama.isa.bot), e também no Google Assistente.

Procissão em Copenhague, na Dinamarca, alerta para violência contra a mulher. Foto: ONU Mulheres/Nicolai Zoffmann

Luta contra o estupro é tema de Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulheres

A violência contra mulheres e meninas é a violação de direitos humanos mais comum no mundo. Muitas vezes, casos não são denunciados por conta de impunidade, vergonha e desigualdades de gênero, destacou a ONU em mensagem para o Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulheres, lembrado nesta segunda-feira (25).

Os números mostram uma realidade assustadora: um terço de todas as mulheres e meninas no mundo enfrentaram violência física ou sexual durante a vida. Metade das mulheres mortas em todo o mundo foram assassinadas por seus parceiros ou familiares, e a violência perpetuada contra mulheres é a causa de morte e geração de incapacidade mais comum entre mulheres em idade reprodutiva.

Cúpula de Nairóbi gera compromissos para garantir direitos de mulheres e meninas no mundo

A Cúpula de Nairóbi foi concluída na semana passada na capital queniana com compromissos para acabar com todas as mortes maternas no mundo, assim como atender as necessidades de contracepção e de combate à violência de gênero e práticas nocivas contra mulheres e meninas até 2030.

“A Cúpula de Nairóbi representa uma visão renovada da comunidade trabalhando em conjunto para agir e cumprir. Juntos, faremos dos próximos dez anos uma década de ação e resultados para mulheres e meninas, mantendo seus direitos e escolhas no centro de tudo o que fazemos”, disse a diretora-executiva do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Natalia Kanem.

Instalação artística na Cidade do México homenageia as mulheres vítimas de feminicídio. Obra foi realizada para o Dia Internacional da Mulher de 2018, lembrado em 8 de março. Foto: ONU Mulheres/Dzilam Mendez

CEPAL: 3,5 mil mulheres foram vítimas de feminicídio na América Latina e Caribe em 2018

Ao menos 3.529 mulheres foram assassinadas em 2018 por razões de gênero em 25 países da América Latina e do Caribe, segundo dados oficiais compilados anualmente pelo observatório de igualdade de gênero da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).

Quatro das cinco taxas mais altas de feminicídio na América Latina foram registradas nos países do norte da América Central (El Salvador, Honduras e Guatemala) e na República Dominicana.

Os dados foram divulgados no Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, que dá início aos 16 dias de ativismo até 10 de dezembro, Dia dos Direitos Humanos.

ONU: trabalho decente é instrumento de combate à violência contra mulheres

O Ministério Público do Trabalho (MPT), o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e a ONU Mulheres promovem na segunda-feira (25) palestra em Brasília (DF) sobre trabalho no âmbito da campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”.

Serão apresentadas as principais iniciativas das Nações Unidas para promover o engajamento das empresas no processo de garantir às mulheres uma vida livre de violências. O encontro é aberto ao público e não é necessário realizar inscrição prévia.

Entre 11 e 13 de novembro, no Bahrein, Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) participou do 3º Fórum Mundial de Investimentos Empresariais. Foto: WEIF.

Inovação e empoderamento de mulheres e jovens é tema do 3º Fórum Mundial de Investimentos Empresariais

A terceira edição do Fórum Mundial de Investimentos Empresariais aconteceu entre 11 e 13 de novembro, em Manama, capital do Bahrein. Evento visou debater medidas de inclusão de jovens e mulheres no setor industrial da região do Oriente Médio e Norte da África, a fim de impulsionar o crescimento e garantir o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a Agenda 2030.

O evento, promovido conjuntamente pela União das Câmaras Árabes; Câmara de Comércio e Indústria do Bahrein; Centro Internacional Árabe de Empreendedorismo e Investimento; e Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), também discutiu as inovações e os desafios trazidos com a 4ª revolução industrial, caracterizada por uma economia digital, para a região.

Em sua fala na abertura do evento, a diretora de suporte a políticas e programas da UNIDO, Fatou Haidara, observou que as mulheres representam metade da população mundial e, questionando a capacidade geral de alcançar os objetivos globais sem essa inclusão, apontou a existência de uma lacuna de gênero na indústria que “com a quarta revolução industrial, se não implementarmos as políticas e medidas corretas, a diferença poderá aumentar ainda mais, e essa é a última coisa que queremos que aconteça”.

Campanha no oeste do Paraná visa prevenir gravidez não planejada na adolescência

Todos os anos, cerca de 500 mil bebês nascem de mães com idade entre 10 e 19 anos no Brasil. O Paraná respondeu no ano passado por 22,3 mil desses nascimentos. Em geral, são gestações que não foram planejadas e acontecem em decorrência da falta de informação, de acesso a métodos contraceptivos ou até mesmo de situações de abuso e violência.

Para tentar reverter esse quadro, a Itaipu Binacional e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) lançam na quinta-feira (21) a Campanha Tá no Rumo. Voltada ao público adolescente, a iniciativa leva informação de qualidade por meio de exposição interativa e cinedebate.

Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver, ocorrida em 2015, em Brasília. Foto: ONU Mulheres/Bruno Spada

Sede da ONU lembra Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulheres

A comemoração oficial das Nações Unidas para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres (25 de novembro) ocorrerá na próxima segunda-feira (25), na Câmara do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Sob a liderança do secretário-geral da ONU, António Guterres, a campanha terá 16 dias de ativismo com o tema “Pinte o mundo de laranja: Geração Igualdade contra o estupro!”. A campanha dura até 10 de dezembro, Dia dos Direitos Humanos. O evento na sede da Organização será transmitido ao vivo pela Internet.

Para participar é necessário enviar proposta, conforme orientações do edital, até 27 de novembro. Foto: PNUD

PNUD seleciona projetos que promovam desenvolvimento sustentável em AM e PI

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) lançou edital para seleção de projetos nos estados do Amazonas e do Piauí. O objetivo é identificar experiências e metodologias de inovação alinhadas às cadeias de produção locais.

As propostas vencedoras receberão 100 mil reais cada uma para ampliar, aprimorar ou dar continuidade a projetos que promovam o desenvolvimento sustentável da região. O prazo para inscrição é 27 de novembro.

Cerca de 50 mulheres refugiadas participaram da série de workshops do Empoderando Refugiadas em São Paulo no segundo semestre de 2019. Foto: Fellipe Abreu

Empoderando Refugiadas encerra série de workshops sobre educação financeira

Após uma série de treinamentos realizados no segundo semestre de 2019, as mulheres do Empoderando Refugiadas estão capacitadas para a segunda etapa do projeto, que prevê dinâmicas de empregabilidade com representantes de empresas. O último workshop aconteceu na sexta-feira (8) no banco ABN AMRO, em São Paulo, e abordou o tema de educação financeira.

O Empoderando Refugiadas está em sua quarta edição e trabalha a empregabilidade de mulheres em situação de refúgio em São Paulo (SP) e Boa Vista (RR), além do engajamento de empresas na contratação de migrantes e refugiados. O projeto é uma parceria entre Rede Brasil do Pacto Global, Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e ONU Mulheres.

A vice-secretária geral da ONU, Amina Mohammed encontra estudantes em Nairóbi, no Quênia. Foto: Goergina Sane Smith/PNUMA

Conferência de Nairobi: mulheres precisam decidir sobre concepção para alcançar igualdade de gênero

Para alcançar igualdade de gênero, as mulheres precisam ter o poder de tomar suas próprias decisões sobre concepção. A declaração foi feita pela vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed, durante a abertura da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, em Nairobi.

No encontro, a diretora exectuva do UNAIDS, Winnie Byanyima, fez uma declaração de compromisso para intensificar as ações e o compromisso de acabar com a AIDS, eliminar a injustiça social e alcançar as mulheres e meninas que estão sendo deixadas para trás.

O Fundo de População da ONU (UNFPA) organiza o encontro em parceria com os governos do Quênia e da Dinamarca.

Projeto oferece cursos de capacitação para incluir no mercado de trabalho seguro pessoas em situação de vulnerabilidade. Foto: Cozinha&Voz.

Cozinha&Voz lança primeira turma de capacitação para assistente de cozinha no Rio de Janeiro

O Projeto Cozinha&Voz, uma iniciativa da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Ministério Público do Trabalho (MPT) em parceria com a chef de cozinha e apresentadora Paola Carosella e com a ONG Casa Poema, da poeta e atriz Elisa Lucinda, abriu na terça-feira (12) as inscrições para a primeira edição do projeto no Rio de Janeiro.

O curso conta com a parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do Rio de Janeiro (SENAC-RJ) e oferece 20 vagas para transexuais se formarem como Assistentes de Cozinha. A seleção acontece nos dias 12 e 13 de novembro, no MPT, e as aulas têm previsão de início no final de novembro, no SENAC-RJ.

O Cozinha&Voz faz parte do Projeto de Promoção do Trabalho Decente para Pessoas em Situação de Vulnerabilidade, desenvolvido conjuntamente pela OIT e pelo MPT com objetivo de promover a empregabilidade de pessoas em grupos de risco, incluindo-as no mercado de trabalho decente e seguro.

Foram apresentados na oficina promovida pela campanha Livres&Iguais da ONU os cinco padrões de conduta para o enfrentamento à discriminação LGBTI+ no setor privado. Foto: ACNUDH/Livres&Iguais.

Em Brasília, ONU realiza oficina para empresas sobre enfrentamento à discriminação LGBTI+

A Campanha das Nações Unidas Livres & Iguais e seus parceiros realizaram uma oficina para profissionais de recursos humanos e responsabilidade social da iniciativa privada na Casa da ONU, em Brasília.

Foram debatidos conceitos e terminologias relacionados à comunidade LGBTI+ e detalhes dos Padrões de Conduta para Empresas – enfrentando à discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, pessoas trans e intersexo. O documento, elaborado pelo Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), visa fortalecer o envolvimento das empresas na promoção da igualdade de direitos e tratamento justo da população LGBTI.

A atividade aconteceu no dia 1º de novembro com a participação de parceiros da sociedade civil e da iniciativa privada. Mais de 20 empresas brasileiras integram a lista de apoiadores oficiais dos Padrões de Conduta do ACNUDH.

Conselho de Segurança marca transição dos 15 anos das forças de paz da ONU no Haiti

Após 15 anos de manutenção da paz no país caribenho, o Conselho de Segurança da ONU mantém seu compromisso de fortalecer e estabilizar o país. Com foco no desenvolvimento sustentável, as Nações Unidas continuarão apoiando o Haiti e sua população, com uma transição ininterrupta de manutenção para a construção da paz.

O novo Escritório Integrado das Nações Unidas no Haiti (BINUH) trabalhará com o governo e parceiros em antigas questões herdadas do período de manutenção da paz, como a eliminação da cólera e a abordagem de casos de exploração e abuso sexual, incluindo casos de paternidade.

Brasil participa da Cúpula de Nairóbi para discutir direitos sexuais e reprodutivos

Ações para salvar vidas de mães, atender a demanda mundial de contracepção e combater a violência baseada em gênero contra mulheres e meninas até 2030. Estes são os principais objetivos da Cúpula de Nairóbi CPID25, que começa nesta terça-feira (12).

O evento tem lugar 25 anos depois da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CPID). Em 1994, 179 países fizeram um chamado ao empoderamento de mulheres e meninas em todas as esferas de suas vidas, incluindo a saúde sexual e reprodutiva.

Conferência Geral da UNESCO acontece entre 12 e 27 de novembro na sede da Organização, em Paris. Foto: UNESCO.

Cooperação global, juventude e inteligência artificial são temas da Conferência Geral da UNESCO de 2019

Entre 12 e 27 de novembro, em Paris, acontece a Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). A Conferência reunirá os 193 Estados-Membros além dos 10 Membros Associados da UNESCO em sua sede para definir o programa e o orçamento da Organização para os próximos dois anos.

A Conferência Geral deste ano está prevista para ser um laboratório global de ideias a fim de mapear a futura cooperação multilateral.

Durante o período da Conferência, a UNESCO sediará uma série de eventos políticos importantes, como o Fórum de Ministros da Cultura; o Fórum da Juventude da UNESCO; a Reunião Ministerial sobre Inclusão e Mobilidade; além de lançamentos de publicações e painéis de debate com a presença de crianças, jovens e líderes políticos globais.

XI Seminário Internacional do Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras, em Manaus, contou com a participação do Fundo de População das Nações Unidas - Foto: divulgação

Fundo de População da ONU participa de seminário internacional de universidades

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) participou, na última semana, do XI Seminário Internacional do Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras, em Manaus, para explicar o papel da agência na assistência humanitária e no apoio a migrantes e refugiados. Com foco na internacionalização universitária, o Grupo Coimbra reúne 88 instituições.

Realizado em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), o evento contou com a presença de representantes universitários de 28 países, entre eles Colômbia, Costa Rica, Equador, Argentina, Cuba, Estados Unidos, Itália, Japão, Angola, Moçambique, Nicarágua e Suíça.

O objetivo da oficina é capacitar dirigentes dos sindicatos de trabalhadoras domésticas para serem formadoras. Foto: Pagefact/CC.

OIT promove formação para dirigentes de sindicatos de trabalhadoras domésticas

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) promoveu, entre 1 e 3 de novembro, a Primeira Oficina de Formação de Formadoras. Organizada em parceria com a Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad) e o Solidarity Center, a capacitação aconteceu em Brasília, sob o título “Fortalecendo os Sindicatos de Trabalhadoras Domésticas”.

O curso visou compartilhar conhecimentos para a conscientização, mobilização, empoderamento e sindicalização desta categoria profissional, que apresenta cerca de 5 milhões de trabalhadoras na informalidade.

Comemorando 100 anos em 2019, a OIT é a única agência com estrutura tripartite das Nações Unidas. Ela reúne governos, empregadores e trabalhadores para estabelecer normas trabalhistas, desenvolver políticas e elaborar programas que promovam o trabalho decente para todas as pessoas.

Ação do projeto do Pró-Semiárido na Bahia.

FIDA realiza missão de avaliação do projeto Pró-Semiárido na Bahia

Representantes do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) estiveram na Bahia, entre os dias 23 de outubro e 1º de novembro, em missão de supervisão do projeto Pró-Semiárido – iniciativa da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural.

Além de mapear o que está dando certo nas intervenções do projeto junto aos agricultores e agricultoras, a missão também avaliou o que precisa melhorar para qualificar ainda mais o trabalho que vem sendo realizado.

Exposição “Ojidu – Árvore da Vida Warao” em cartaz no museu A CASA com abertura no dia 7 de novembro e visitação até 20 de dezembro. Foto: Benjamin Mast.

São Paulo recebe exposição com artesanato de indígenas venezuelanas Warao vivendo no Brasil

Realizada pelo museu A CASA em parceria com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR); Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA); Fraternidade – Federação Humanitária Internacional (FFHI); União Europeia e governo federal, a exposição “Ojidu – Árvore da Vida Warao” reúne artesanato indígena venezuelano produzido pelas mulheres Warao vivendo no Brasil.

Entre 7 de novembro e 20 de novembro, museu A CASA exibe as peças feitas em palha de buriti, árvore nativa da Amazônia brasileira e venezuelana de importância central na vida dos Warao. As peças estarão à venda no museu e o dinheiro arrecadado apoiará novas ações de geração de renda para essa população.

Desde 2016, venezuelanos Warao chegam ao Brasil em busca de proteção e refúgio. Atualmente, estima-se que pelo menos 4.500 indígenas dessa etnia vindos da Venezuela encontram-se refugiados no Brasil.