Arquivo da tag: Igualdade de gênero

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods5 e notícias sobre o tema abaixo. Dentro do Sistema ONU, quem lidera o tema é a ONU Mulheres. Acesse o site da agência no Brasil (www.onumulheres.org.br).

Profissionais de saúde orientam sobre amamentação na Semana Mundial de Aleitamento Materno, no Palácio do Catete, em 2018. Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

No Rio, agência de saúde da ONU apoia eventos mundiais sobre aleitamento materno

Em novembro, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) vai participar de evento mundial no Rio de Janeiro (RJ) sobre aleitamento materno. Iniciativa é promovida pela Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar (IBFAN, na sigla em inglês). O aumento do aleitamento materno para níveis quase universais no mundo poderia salvar, anualmente, a vida de mais de 820 mil crianças com menos de cinco anos de idade.

Foto: UNFPA/Werbert da Cruz

ONU recebe inscrições para projeto Trans-Formação em Salvador e região metropolitana

A ONU Brasil, a partir da Campanha Livres & Iguais, lançou na quarta-feira (13) a primeira edição do projeto Trans-Formação em Salvador (BA) e região metropolitana do município. O objetivo é fortalecer lideranças e formar redes entre ativistas trans.

As inscrições podem ser feitas até 21 de fevereiro pelo público trans soteropolitano que queira participar do projeto ou ser consultor para sua implementação.

As duas primeiras edições do Trans-Formação ocorreram no Distrito Federal e entorno em 2017 e 2018 e formaram mais de 40 pessoas trans – entre travestis, mulheres e homens trans e pessoas não binárias – com idade entre 17 e 55 anos. A iniciativa promoveu oficinas sobre educação, saúde, empregabilidade, mídia, direitos humanos, autocuidado e participação social, acompanhadas em programas de mentoria.

Crianças e adultos recolhem resíduos em Nadezhda, na Bulgária. A falta de oportunidades de trabalho é um dos temas centrais de novo relatório da OIT. Foto: UNICEF

OIT: desemprego cai no mundo, mas condições de trabalho não melhoram

O desemprego está em queda globalmente, mas as condições de trabalho não melhoraram, disse as Nações Unidas nesta quarta-feira (13), alertando que alguns negócios impulsionados por novas tecnologias “ameaçam minar” conquistas sociais das últimas décadas.

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), mais de 3,3 bilhões de pessoas empregadas no mundo em 2018 não tinham níveis adequados de segurança econômica, bem-estar material ou oportunidades para avançar.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, participa de evento sobre programação digital durante a 32ª Assembleia da União Africana em Addis Ababa, Etiópia. Foto: ONU/Antonio Fiorente

Chefe da ONU elogia trabalho de programadoras africanas na luta pela igualdade de gênero

Jovens programadoras africanas estão liderando a batalha para mudar as relações de poder entre homens e mulheres no continente e criar um equilíbrio mais justo, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, durante visita à Etiópia para participar da Cúpula da União Africana, em Addis Ababa.

O chefe da ONU falou após se encontrar com meninas de todo o continente que participaram da Iniciativa Meninas Africanas Podem Programar, promovida pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) e pela ONU Mulheres.

O Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, lembrado em 11 de fevereiro, tem objetivo de aumentar conscientização sobre o fato de que meninas e mulheres continuam sendo excluídas de participação plena nas ciências. De acordo com dados da ONU, apenas 30% de todas as alunas mulheres escolhem campos relacionados a Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática no ensino superior. Menos de 30% dos pesquisadores em todo o mundo são mulheres.

Dinâmicas e entrevistas individuais possibilitaram o contato entre empresas e mulheres refugiadas. Foto: Fellipe Abreu

Empresas brasileiras recebem treinamento sobre contratação de mulheres refugiadas

Mulheres em situação de refúgio no Brasil, empresas e representantes da ONU se reuniram neste mês (7), em São Paulo (SP), para discutir as etapas da contratação de refugiadas. Encontro fez parte do Empoderando Refugiadas, projeto da Rede Brasil do Pacto Global, da Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e da ONU Mulheres. A iniciativa promove a inserção de estrangeiras no mercado de trabalho brasileiro.

Exposição fotográfica no Museu da Imigração aborda chegada de venezuelanos às cidades de Pacaraima e Boa Vista, em Roraima. Foto: Museu da Imigração

Em SP, agências da ONU debatem migração de venezuelanos para o Brasil

No Museu da Imigração, em São Paulo (SP), agências da ONU participaram na última sexta-feira (8) de uma jornada de conscientização sobre os desafios vividos por venezuelanos no Brasil. O dia de atividades teve lançamento de livro, inauguração de mostra fotográfica e seminário sobre fluxos migratórios na América Latina.

Uma das organizações participantes, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) explicou as ações que promove em Roraima para combater a violência sexual e de gênero contra os refugiados e migrantes venezuelanos.

ONU Mulheres e parceiros impulsionam empoderamento de meninas por meio do esporte

O Fundo ELAS, a ONU Mulheres e a ONG Empodera anunciaram na sexta-feira (8) uma nova parceria para empoderar meninas por meio do esporte — o projeto “ELAS nos Esportes – Uma Vitória Leva à Outra”.

A parceria faz parte do programa conjunto entre ONU Mulheres e Comitê Olímpico Internacional (COI), criado em 2016 e denominado “Uma Vitória Leva à Outra”, que oferece uma formação interdisciplinar para meninas e jovens mulheres do Rio de Janeiro, com uma série de oficinas temáticas e esportivas.

Podem participar do edital organizações do Rio de Janeiro que realizaram o treinamento UVLO, desenvolvido pela ONU Mulheres e a ONG Empodera. Serão investidos 575 mil reais em até dez projetos.

Na Guatemala, Martha Alicia Benavente participou de uma capacitação para se tornar engenheira solar. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Em dia internacional, ONU alerta para exclusão de mulheres nas áreas de ciência e tecnologia

Em mensagem para o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, lembrado neste 11 de fevereiro, a UNESCO e a ONU Mulheres alertam para obstáculos à participação feminina nos setores de tecnologia, engenharia e programação — nichos da atividade produtiva que estão entre os que mais crescem no mundo.

Atualmente, as Nações Unidas estimam que menos de 30% dos pesquisadores em áreas científicas e tecnológicas sejam mulheres. Habilidades em ciência, tecnologia, engenharia e matemática serão fundamentais em economias marcadas pelo avanço da automatização e pela criação de empregos em áreas que exigem alta qualificação.

Mulheres e meninas continuam extremamente sub-representadas nas ciências exatas. Foto: ONU Mulheres Vietnã

Para solucionar desafios globais, ciência precisa de mais mulheres e meninas

Muitos dos maiores problemas globais podem continuar sem solução porque mulheres e meninas estão sendo desencorajadas a trabalhar nas ciências exatas. O papel da educação científica em um mundo em transformação não pode ser desvalorizado. Estima-se que 90% dos empregos do futuro exigirão alguma forma de habilidade em novas tecnologias, e as categorias de empregos de maior crescimento são relacionadas a ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

No entanto, mulheres e meninas continuam extremamente sub-representadas nesses campos do conhecimento. Dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) apontam que menos de um terço das estudantes do sexo feminino do mundo escolhe assuntos relacionados a ciência, tecnologia, engenharia e matemática no ensino superior, enquanto apenas um terço escolhe assuntos ligados às novas tecnologias.

Foto: TV Brasil.

UNICEF: meninas que têm imagens íntimas vazadas precisam de redes de apoio

Para entender melhor a relação dos adolescentes com o “sexting” (troca de conteúdos eróticos por meio de mensagens de celular) e com o vazamento de imagens íntimas, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) realizou pesquisa com 14 mil meninas com idade entre 13 e 18 anos no Brasil.

Os resultados mostram que a sexualidade da juventude atual inclui práticas de “sexting”. Entre as meninas que participaram da pesquisa: 35% já mandaram fotos ou vídeos íntimos a alguém; mais de 70% já receberam “nudes” (imagens íntimas) de alguém sem pedir; 80% já receberam pedidos de alguém para enviar “nudes”.

A prática pode ter riscos, em especial relacionados ao vazamento de imagens e vídeos íntimos. O problema afeta muitos adolescentes, em especial meninas, que têm pouca informação sobre como se proteger e baixo acesso a redes de apoio. Leia mais sobre a pesquisa.

Meninas aplicam maquiagem em Kandapara, um bordel na cidade de Tangail, Bangladesh. Um homem ofereceu emprego a elas, mas em vez disso as vendeu para o bordel. Foto: UNICEF/Noorani

Número de casos de tráfico de pessoas atinge recorde em 13 anos, indica relatório

O mais recente Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado na terça-feira (29) pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) na sede da ONU, em Nova Iorque, mostra um número recorde de casos detectados em 2016, mas também a maior taxa já registrada de condenação de traficantes.

“O relatório foi realizado por uma razão simples: se quisermos ter sucesso em enfrentar o tráfico de pessoas em todas as suas manifestações, precisamos entender melhor seu escopo e sua estrutura”, disse Yury Fedotov, diretor-executivo do UNODC, em apresentação do relatório. “Precisamos avaliar onde tráfico de pessoas está acontecendo, quem são as vítimas e quem está cometendo este crime”.

Fundo de População da ONU e Itaipu apresentam projeto de prevenção à gravidez na adolescência

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Itaipu Binacional participam na quinta-feira (6) em Brasília (DF) de workshop na Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, uma iniciativa do governo federal para disseminar informações sobre medidas preventivas e educativas que contribuam para a redução da gravidez não intencional de meninas de 12 a 17 anos de idade.

Mereng Alima Bessela. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Empreendedora camaronesa desbrava mundo dos negócios para dar educação aos filhos

Depois de se divorciar do marido e com cinco filhos para criar, a empreendedora Mereng Alima Bessela decidiu abrir seu próprio negócio para garantir que teria condições de mandar as crianças para a escola. Hoje, a empresária de Ntui, região central de Camarões, é uma produtora de cacau — tradicionalmente plantado por homens — e tem seu próprio restaurante. Bessela também mantém um criadouro de peixes. O relato é da ONU Mulheres.

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi estabelecida pelos países-membros da ONU no fim de 2015. Foto: ONU

Banco Mundial lança plataforma interativa para observar avanços dos objetivos globais

O Banco Mundial lançou uma nova plataforma interativa que fornece ao público uma visão ampla dos avanços e indicadores relacionados a cada um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A informação foi divulgada pela Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas.

O Atlas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável traz mais de 180 mapas e gráficos, distribuídos de acordo com as metas de cada ODS, indicando o panorama do desenvolvimento e da qualidade de vida da população global.

Mulheres no México promovem conservação da natureza com o projeto Comitê Comunitário para a Redução do Risco de Desastres. Foto: PNUD México/Andrea Egan

ONU lança rede latino-americana para promover participação das mulheres na política

Quando a diversidade na tomada de decisões não existe, é provável que os interesses públicos sejam traduzidos em políticas que representem apenas um grupo em detrimento de outros, gerando desconfiança e distanciamento do sistema democrático. A avaliação é do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que lançou na terça-feira (29) a Rede de Democracia Paritária, a fim de incentivar a participação das mulheres na política da América Latina.

Ato realizado nesta segunda-feira (29) diante do Congresso Nacional, em Brasília, para lembrar a memória de vítimas da transfobia no Brasil. Foto: Flickr (CC)/Mídia Ninja

Especialista da ONU alerta para exclusão estrutural da população trans

Desde 2004, o Dia Nacional da Visibilidade Trans é lembrado no Brasil a cada 29 de janeiro. Em entrevista exclusiva para a campanha das Nações Unidas Livres & Iguais, o especialista independente da ONU Victor Madrigal-Borloz alerta para a “espiral de desempoderamento” que exclui pessoas transexuais e não-binárias dos serviços e da proteção do Estado. O advogado costa-riquenho ressalta que garantir os direitos das minorias, como a população LGBTI, é um dos pilares da democracia.

O embaixador de Luxemburgo (no centro, de preto) participou de uma missão, ao lado de representantes de agências da ONU apoiadoras do projeto, que estiveram em Roraima ente os dias 16 e 18 de janeiro. Foto: UNFPA Brasil/Thais Rodrigues

Agências da ONU reforçam atenção a meninas e mulheres migrantes e refugiadas no Brasil

Em crises humanitárias, as mulheres e meninas estão frequentemente entre as populações mais afetadas. Pobreza, separação da família, dificuldades no acesso a serviços básicos e exposição a maiores riscos de violência são algumas das dificuldades enfrentadas.

Para reduzir as vulnerabilidades e oferecer alternativas a mulheres e meninas venezuelanas que chegam ao Brasil, a ONU Mulheres, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) iniciam em 2019 uma ação conjunta, financiada pela Embaixada de Luxemburgo. Saiba mais sobre a iniciativa.

Na África do Sul, 1,5 mil mulheres jovens e adolescentes (entre 15 e 24 anos) são infectadas pelo HIV por semana. Foto: UNAIDS

Jovem sul-africana cria movimento para impulsionar saúde sexual e reprodutiva

Para incentivar o diálogo sobre saúde sexual, reprodutiva e prevenção à AIDS, assim como outras questões enfrentadas por mulheres jovens, a sul-africana Selokela Molamodi iniciou o movimento You for You (Você por Você, em tradução livre) quando estava em seu último ano de escola.

“É sobre aceitar e amar a si mesma. Embora possamos existir como uma comunidade e um coletivo, devemos primeiro nos amar como indivíduos”, diz ela. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Bruna Benevides, ativista e mulher trans. Foto: Arquivo pessoal

No Dia Laranja, ONU Brasil aborda violência de gênero contra mulheres trans e travestis

Para marcar este 25 de janeiro, #DiaLaranja pelo Fim da Violência contra as Mulheres e Meninas, a ONU Brasil apresenta a história de Bruna Benevides, mulher trans que criou um dossiê para documentar a violência contra travestis e transexuais.

O ativismo de Bruna também inclui projetos para a inclusão da população trans no ensino superior e para a capacitação de agentes de segurança, a fim de combater a discriminação no atendimento a pessoas LGBT.

Painel sobre cooperação digital em Genebra foi liderado pela filantropa Melinda Gates (esquerda) e pelo fundador do Alibaba Jack Ma (falando no microfone). Foto: ONU/Adam Kane

Chefe da ONU pede ideias inovadoras para tecnologias acelerarem desenvolvimento sustentável

Discussões entre tomadores de decisão e influenciadores globais aconteceram na sede das Nações Unidas em Genebra nesta semana com o objetivo de limitar o risco crescente de ataques cibernéticos internacionais e promover as vantagens da tecnologia digital, em meio a um pedido do chefe da ONU por “ideias ousadas e inovadoras”.

Falando a um painel de especialistas liderado pela filantropa Melinda Gates e pelo fundador do Alibaba, Jack Ma, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu para os participantes refletirem sobre os riscos e os benefícios de nossa era digital – a chamada Quarta Revolução Industrial.

“Precisamos de novos pensamentos e novas ideias inovadoras para aproveitar os benefícios e gerenciar os riscos desta era digital”, disse, por meio de videoconferência, enquanto pedia para o Painel de Alto Nível sobre Cooperação Digital refletir sobre como tecnologia pode acelerar a Agenda 2030 sobre Desenvolvimento Sustentável.

Estudantes numa escola primária em Bingerville, um distrito de Abidjan, capital da Costa do Marfim. No país, menos de 70% das crianças frequentam o ensino primário. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) distribui kits de material escolar para as crianças e apoia o Ministério da Educação na construção de escolas e treinamento de professores. Foto: UNICEF/Dejongh

Em dia internacional, ONU ressalta que educação é essencial para combater intolerância e discurso de ódio

Em mensagem para o Dia Internacional da Educação, comemorado pela primeira vez nessa quinta-feira (24), o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que a educação é essencial para a luta contra o discurso de ódio, a xenofobia e a intolerância, além de promover o desenvolvimento sustentável dos países.

O chefe da Organização enfatizou a necessidade de levar para a escola os 262 milhões de crianças e jovens que estão fora das redes de ensino.

O tema do Dia Internacional das Mulheres em 2019 é “Pensemos em igualdade, construção com inteligência e inovação para a mudança”. Foto: ONU Mulheres/Sandra Hollinger

Dia Internacional das Mulheres deste ano terá com tema igualdade e inovação para a mudança

O Dia Internacional das Mulheres de 2019 terá como tema central “Pensemos em igualdade, construção com inteligência e inovação para a mudança”. A data irá focar nas formas inovadoras para a defesa da igualdade de gênero e empoderamento das mulheres, em especial aquelas relativas aos sistemas de proteção social, acesso aos serviços públicos e infraestrutura sustentável.

“A inovação e a tecnologia trazem oportunidades sem precedentes, no entanto, as tendências atuais indicam que as lacunas digitais estão se ampliando e que as mulheres estão representadas de maneira insuficiente nos campos da ciência, tecnologia, engenharia, matemática e design”, de acordo com a ONU Mulheres.

Um novo mural decora as ruas de Tapachula, a cidade mais movimentada do lado mexicano da fronteira com a Guatemala. Foto: ACNUR/Marta Martinez

Mulheres solicitantes de refúgio de El Salvador e Honduras pintam mural em cidade mexicana

Um novo mural decora as ruas de Tapachula, a cidade mais movimentada do lado mexicano da fronteira com a Guatemala. Em tons terrosos vívidos, o mural retrata uma mulher segurando um bebê nos braços, com os nomes das mais de 20 mulheres do norte da América Central que o pintaram, além de palavras que capturam suas aspirações: amor, confiança, liberdade e segurança.

Mais de 29 mil pessoas solicitaram refúgio no México em 2018 – um aumento de mais de dez vezes nos últimos cinco anos. Em sua maioria, fogem da violência e da perseguição em Honduras (46%), Venezuela (22%) e El Salvador (21%). De todos os pedidos de refúgio recebidos por autoridades mexicanas, 56% foram processados no estado de Chiapas, no sul do país, onde fica Tapachula. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Trabalhadores em indústria eletrônica de Bekasi, na Indonésia. Foto: OIT/A. Mirza

OIT: países devem agir para que inovações criem oportunidades no mundo do trabalho

Inovações sem precedentes no mundo do trabalho oferecem “inúmeras oportunidades”, mas os países devem agir para que elas não criem mais desigualdades e incertezas, segundo um novo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado nesta terça-feira (22).

Segundo o relatório, forjar esse novo caminho requer ação comprometida por parte de governos, bem como organizações de empregadores e trabalhadores.

O documento sugere que os países garantam direito universal à aprendizagem ao longo da vida; intensifiquem os investimentos em instituições, políticas e estratégias que irão apoiar as pessoas ao longo de transições de trabalho futuras; implementem uma agenda transformadora e mensurável para a igualdade de gênero; forneçam proteção social universal do nascimento até a velhice.

A presidente da Assembleia Geral da ONU, María Fernanda Espinosa. Foto: ONU

Presidente da Assembleia Geral cita fortalecer multilateralismo e revitalizar ONU como prioridades

Revitalizar as Nações Unidas para “fortalecer uma ordem mundial multilateral com base em regras” lidera uma lista de prioridades que a presidente da Assembleia Geral expôs a Estados-membros da ONU nesta terça-feira (22).

Convencida de que “revitalizar a ONU e avançar o multilateralismo andam lado a lado”, a presidente da Assembleia Geral, María Fernanda Espinosa, disse que está se comunicando com líderes mundiais em Nova Iorque e no exterior “para promover este objetivo”.

Foto: UNFPA Brasil/Solange Souza

Projeto do PNUD no Piauí promove empoderamento econômico de mulheres jovens

Principais vítimas de feminicídio e de mortalidade materna, as mulheres jovens também são as que mais sofrem com o desemprego e a sobrecarga de trabalho não remunerado no país.

Na tentativa de reverter esse quadro no estado do Piauí, o projeto “Mulheres Resilientes = Cidades Resilientes”, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), desenvolverá nos próximos meses iniciativas para o empoderamento econômico e a autonomia financeira de mulheres piauienses com idade entre 18 e 29 anos.

A previsão é de que o trabalho seja realizado em cinco áreas: educação para o trabalho e inclusão produtiva; enfrentamento à violência contra as mulheres; promoção da saúde das mulheres; melhoria da transversalidade de gênero nos equipamentos públicos; políticas de cuidados para redução da sobrecarga de responsabilidades concentradas nas mulheres.

Agências da ONU e AVSI aguardam chegada de comitiva interministerial no abrigo Rondon 2, o centro de trânsito para famílias venezuelanas que serão interiorizadas. Foto: ANUCR/Victoria Hugueney

Governo federal visita venezuelanos atendidos pela ONU em Roraima e prorroga ajuda até 2020

Uma comitiva com cinco ministros do governo federal visitou nesta quinta-feira (17) as instalações de acolhimento e recepção a venezuelanos da Operação Acolhida em Boa Vista, Roraima, e anunciou a prorrogação do programa até março de 2020.

Durante a visita, as autoridades conheceram o trabalho humanitário conjunto desenvolvido por agências do Sistema ONU no Brasil, o Exército brasileiro e organizações da sociedade civil. A comitiva incluiu o governador de Roraima, Antonio Denarium, a Secretária Nacional de Justiça, Maria Hilda Marsiaj, além membros do Exército, de outros órgãos federais e de organizações internacionais.

Foto: ONU Mulheres/ Márcio Veltri

Fórum reúne lideranças empresariais no Rio para discutir igualdade de gênero no setor privado

O II Fórum WEPs Rio de Janeiro reuniu cerca de 180 pessoas na capital fluminense no fim de novembro (30) para discutir os principais desafios na implementação dos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs, na sigla em inglês), além de boas práticas nas empresas para promover a igualdade de gênero e o empoderamento econômico das mulheres.

O evento foi promovido pela ONU Mulheres em parceria com a Petrobras Distribuidora, por meio do programa “Ganha-Ganha: Igualdade de gênero significa bons negócios”, iniciativa de ONU Mulheres, Organização Internacional do Trabalho e União Europeia (UE). O encontro teve o apoio da Rede Brasil do Pacto Global.

Criados em 2010 pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global da ONU, os sete Princípios de Empoderamento das Mulheres têm se tornado referência para que as empresas implementem políticas para a promoção da igualdade de gênero no local de trabalho, no mercado e na comunidade.

Mulheres produtoras e compradoras de café e representantes das instituições que organizaram o evento. Foto: ONU Mulheres/ Gabriel Santos

Projeto de agências da ONU impulsiona empoderamento econômico de mulheres brasileiras

O programa “Ganha-Ganha: Igualdade de gênero significa bons negócios” esteve presente nos eventos da Semana Internacional do Café, ocorrida no início de novembro em Belo Horizonte (MG). Na ocasião, foram realizadas mais de 150 reuniões, que devem movimentar quase 6 milhões de dólares em negócios durante o ano.

A iniciativa é de ONU Mulheres, Organização Internacional do Trabalho (OIT) e União Europeia (UE), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Aliança Internacional das Mulheres do Café (IWCA).

Depois de mais de dois anos como refém do Boko Haram no nordeste da Nigéria, uma das meninas de Chibok relata as terríveis condições que vivenciou. Foto: UNICEF Nigéria

ARTIGO: ‘Mulheres invisíveis’ — quando a casa não é um santuário

Em artigo, a especialista do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Nika Saeedi, alerta para os desafios na reintegração de mulheres e meninas que se associaram de alguma forma com grupos terroristas ou que têm parentes homens alistados nesses movimentos.

Um novo relatório da ONU aponta que essas mulheres e meninas são alvo de estigma e raiva quando voltam para suas comunidades — o que agrava o risco de ingressarem novamente em grupos extremistas.

A birmanesa Aung Ja foi vítima do crime de tráfico de pessoas para a China. No país, os criminosos a obrigaram a engravidar. Foto: ONU Mulheres/Stuart Mannion

Birmanesa vítima de tráfico de pessoas conta sua história à ONU Mulheres

Aung Ja tinha 18 anos quando uma mulher de Myitkina, norte de Mianmar, a convenceu a aceitar um emprego em uma fábrica chinesa. Ela foi resgatada em 2017 e agora participa de um programa de prevenção ao tráfico de pessoas, apoiado pela ONU Mulheres.

“(A intermediária) convenceu minha tia de que eu conseguiria um trabalho na China. Eu havia largado a escola e não estava fazendo nada, então, precisava de um trabalho. Ela me mostrou uma fotografia de uma fábrica de celulares e de uma fábrica de sapatos. Mas, quando cheguei à China, em maio de 2017, eles me forçaram a engravidar. Me deram pílulas por dez dias para preparar meu útero”, contou. Leia a reportagem completa.

Helen Tavares. Foto: Livres & Iguais/Kriollscope

‘Ser LGBT significa lutar contra preconceito e violência todo dia’, diz ativista cabo-verdiana

Helen Tavares sabia que ela era diferente, mas levou muito tempo para aceitar sua própria identidade sexual e de gênero por causa da pressão e expectativas sociais. Embora a homossexualidade não seja ilegal em Cabo Verde, as pessoas LGBT sofrem preconceito e violência.

Aos 29 anos, Tavares é hoje a presidente da Associação LGBT em Santiago, uma organização cabo-verdiana que recebe apoio da campanha das Nações Unidas Livres & Iguais. No país, a iniciativa é coordenada pela ONU Mulheres.

Marlova Jovchelovitch Noleto é diretora e representante da UNESCO no Brasil. Foto: UNESCO/Mila Petrillo

UNESCO discute projetos de cooperação com Ministério dos Direitos Humanos

A diretora e representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, visitou na segunda-feira (7) a nova ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. Na ocasião, elas se apresentaram oficialmente e conversaram sobre os projetos de cooperação já existentes e as perspectivas para 2019.

Foram apresentados à nova ministra os cinco projetos de cooperação técnica já em execução com o governo federal ligados à pasta, mais especificamente com a própria área de Direitos Humanos, a Secretaria de Juventude, a Secretaria da Pessoa com Deficiência, a Secretaria da Pessoa Idosa e a Fundação Nacional do Índio (FUNAI).