Igualdade de gênero

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods5 e notícias sobre o tema abaixo. Dentro do Sistema ONU, quem lidera o tema é a ONU Mulheres. Acesse o site da agência no Brasil (www.onumulheres.org.br).

ONU Mulheres apoia iniciativa de coletivos feministas e de mulheres e blocos carnarvalescos, em São Paulo, por um #carnavalsemassédio. Imagem: ONU Mulheres

No carnaval, ONU faz campanha pelos direitos das mulheres e apoia ações em Salvador, Rio e SP

Vinhetas “Ter pegada não é faltar com o respeito” e “Chega melhor, que chega direito” estão sendo veiculadas na TV Brasil, TVE da Bahia, TV Globo, GNT, Multishow, Sportv 2, Sportv 3, +Globosat, Viva, Combate e Universal.

Campanha “Neste carnaval perca a vergonha, mas não perca o respeito” é assinada pela ONU Mulheres, PNUD, UNESCO, ACNUR, UNAIDS, OPAS e tem o apoio institucional da Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo federal. Criação é da agência Propeg.

Plenário da Câmara dos Deputados do Brasil. Foto: Agência Brasil/Wilson Dias

Brasil é 3º país da América Latina e Caribe com menor participação de mulheres na Câmara dos Deputados

O Brasil tem o terceiro pior índice de participação feminina na Câmara dos Deputados de toda a América Latina e Caribe. No país, somente 9,9% das cadeiras do organismo legislativo — ou 51 dos 513 postos — são ocupadas por mulheres. Proporção brasileira fica bem abaixo da média regional (28,7%), e está à frente apenas da taxa de Belize (3,1%) e do Haiti, onde nenhuma mulher é deputada.

Dados são do anuário estatístico de 2016 publicado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).

Inclusão de povos indígenas em negócios e redes de serviços financeiros é tema de estudo de especialistas da ONU. Foto: PNUD Brasil/Tiago Zenero

ONU recebe contribuições de povos indígenas para estudo sobre acesso a serviços financeiros

Até 12 de abril, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) recebe contribuições de populações indígenas para um estudo sobre boas práticas capazes de incluir povos originários nos negócios e garantir seu acesso a serviços financeiros. Documento também abordará desafios enfrentados pelos indígenas. Pesquisa está sendo realizada pelo Mecanismo de Especialistas sobre os Direitos dos Povos Indígenas da ONU.

Atenção à saúde da mulher é tema de chamada pública da OPAS e do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Foto: EBC

OPAS seleciona iniciativas que promovam saúde de mulheres vulneráveis

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Conselho Nacional de Saúde (CNS) recebem até 12 de março inscrições para o Laboratório de Inovação, iniciativa que reconhece práticas inovadoras na atenção integral à saúde das mulheres. Seleção de projetos tem foco em mulheres que vivem em situações de vulnerabilidade.

Podem participar do processo seletivo conselhos municipais e estaduais de saúde, organizações não-governamentais, movimentos sociais e também instituições públicas e privadas ligadas à pesquisa e que tenham produzido resultados práticos na atenção à saúde das mulheres.

Ministras e autoridades máximas de gênero de 23 países latino-americanos e caribenhos concluiram as consultas regionais, prévias à 61ª CSW. Foto: ONU Mulheres/Eduard Serra

Países da América Latina e Caribe pedem políticas que protejam as mulheres no mercado de trabalho

Na América Latina e no Caribe, políticas macroeconômicas devem combater o impacto da recessão sobre as oportunidades de trabalho para as mulheres. A recomendação é das autoridades máximas em igualdade de gênero de 23 países da região, que concluíram na quarta-feira (8) um encontro preparatório para a 61ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres (CSW). A nível regional, 59% das mulheres estão empregadas em trabalhos informais.

Brasil e ONU querem promover eliminação da transmissão vertical do HIV em municípios. Foto: EBC

ONU ajuda governo a criar certificado para municípios que eliminarem transmissão vertical HIV

Agências da ONU, como o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), e o Ministério brasileiro da Saúde discutiram na semana passada quais os métodos que serão utilizados para certificar municípios brasileiros que conseguirem eliminar a transmissão vertical de HIV. Essa forma de propagação do vírus ocorre quando uma mãe vivendo com HIV transmite o agente patogênico para o filho durante a gravidez, o parto ou no período de amamentação.

Luiza Carvalho, diretora regional da ONU Mulheres Américas e Caribe, na consulta regional preparatória da 61ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres, que acontecerá em março deste ano, em Nova Iorque. Foto: ONU Mulheres Américas e Caribe

ARTIGO: ‘Diante de um ambiente econômico incerto, empoderar as mulheres no trabalho é a chave’

Em artigo de opinião, a brasileira e diretora regional da ONU Mulheres para Américas e Caribe, Luiza Carvalho, pede que países desenvolvam políticas para reduzir as desigualdades de gênero no mercado de trabalho. Na América Latina, homens ganham em média 19% mais do que as mulheres, e 55% dos postos ocupados por elas estão na economia informal. Mulheres realizam de três a cinco vezes mais trabalho doméstico não remunerado do que os homens.

Crianças no campo para deslocados internos de Thea Chaung, no estado de Rakhine, Mianmar. Foto: OCHA (arquivo)

Violência contra minoria rohingya em Mianmar pode constituir crime contra humanidade, diz ONU

Aumento da violência contra a minoria muçulmana rohingya, no estado de Rakhine, norte de Mianmar, representa um nível de desumanização e de crueldade “revoltante e inaceitável”, alertou conselheiro especial da ONU para a prevenção do genocídio, Adama Dieng.

Entre as atrocidades relatadas em relatório das Nações Unidas estão estupros em massa, assassinatos de bebês e de crianças, espancamentos, desaparecimentos e outras violações graves dos direitos humanos.

Mulheres se reúnem no Quênia para questionar prática da mutilação genital feminina em Samburu. Foto: UNICEF/Samuel Leadismo

Em dia internacional, ONU pede mais esforços pelo fim da mutilação genital feminina

Em mensagem por ocasião do Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, lembrado nesta segunda-feira (6), o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que a prática nega a meninas e mulheres sua saúde e dignidade. Intervenção violenta sobre o corpo ainda acontece em 30 países e estimativas das Nações Unidas indicam que 200 milhões de meninas e mulheres já foram vítimas dessa violação dos direitos humanos.

Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, em Brasília. Foto: EBC/Marcello Casal Jr.

ONU Mulheres considera preocupante MP das secretarias de políticas para mulheres e igualdade racial

Publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira (3), Medida Provisória nº 768/2017 transforma as Secretarias Especiais de Políticas para as Mulheres e de Promoção da Igualdade Racial em Secretarias Nacionais.

Redução de status foi considerada preocupante pela ONU Mulheres que, em nota pública, pediu que ambos os organismos sejam dotados de orçamento adequado para atender aos desafios das mulheres e negros brasileiros. Agência das Nações Unidas considera fundamental que as Secretarias sejam posicionadas a um nível estratégico no Poder Executivo.

Mosquito Aedes aegypti é principal vetor do vírus zika. Foto: UNICEF/BRZ/Ueslei Marcelino

Agência da ONU apoia evento em PE sobre políticas públicas de combate ao zika

A Procuradoria Geral dos Direitos do Cidadão do estado de Pernambuco realizará uma audiência pública em Recife na semana que vem (10) para tratar do surto do vírus zika no país. A atividade tem o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), da ONU Mulheres e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

O encontro “Políticas Públicas e Epidemia do Vírus Zika: Informação, Controle e Assistência aos Cidadãos” tem como objetivo fomentar o debate acerca de direitos reprodutivos, direito à informação, controle vetorial e assistência às pessoas afetadas pelo zika.

Maior parte dos casos de microcefalia está concentrada no Nordeste do país. Foto: EBC

OMS faz balanço de um ano da declaração de emergência internacional sobre zika

A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, fez nesta quarta-feira (1) um balanço do que foi feito e descoberto um ano após declaração de emergência internacional sobre o zika e suas consequências associadas.

Chan anunciou que a organização está criando um mecanismo com outras entidades para fornecer orientações continuadas a intervenções eficazes e apoio às famílias, comunidades e países com circulação do vírus zika.

Estudos estabeleceram relação entre microcefalia e zika. Foto: EBC

ONU e Fiocruz debatem nova pesquisa sobre impacto socioeconômico da epidemia de zika

Em Recife, a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) Pernambuco promoveu em sua sede, nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, o workshop “Impactos Sociais e Zika”. Segundo o instituto de pesquisa, 70% dos casos de microcefalia diagnosticados no contexto da epidemia de zika foram registrados entre gestantes vivendo na extrema pobreza. Com a participação da ONU Mulheres, encontro debateu os aspectos de uma nova pesquisa que abordará o custo humano da epidemia.

Apesar de a produtividade do campo ter crescido, amplas desigualdades permanecem entre a situação de emprego urbana e rural. Foto: EBC

CELAC adota enfoque de gênero em plano de erradicação da fome na América Latina e Caribe

Chefes de Estado e de governo de toda América Latina e Caribe aprovaram na quinta-feira (26) a estratégia de gênero do principal acordo regional de luta contra a fome. A estratégia foi criada pelo Grupo Avanço da Mulher da CELAC com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e tem como objetivo garantir que os impactos do principal acordo regional de erradicação da fome favoreçam de forma igualitária mulheres e homens.

O programa Escola sem Partido viola frontalmente a Constituição e os tratados internacionais ratificados pelo Estado brasileiro, segundo especialistas do governo federal e da ONU. Foto: EBC

Na volta às aulas, ONU Mulheres reforça importância do ensino da igualdade de gênero

A ONU Mulheres lembra nesta quarta-feira (25) o Dia Laranja Pelo Fim da Violência contra as Mulheres, e alerta que para prevenir a violência decorrente do machismo, é necessário promover a igualdade de gênero em escolas e universidades, por se tratarem de espaços voltados para a formação integral de meninas e meninos, homens e mulheres.

Para a ocasião, a agência da ONU divulgou currículos e planos de aula sobre estereótipos de gênero, masculinidades e violência que podem ser acessados gratuitamente e adotados nas instituições de ensino.

Avenida em Riad, na Arábia Saudita. Foto: Ammar shaker/Wikimedia Commons (CC)

Relator da ONU elogia planos da Arábia Saudita de reformar economia

Após visita à Arábia Saudita, o relator especial da ONU sobre a extrema pobreza afirmou que os planos do governo de transformar a economia do país representam uma oportunidade única para melhorar os direitos humanos dos pobres e das mulheres.

Apesar dos vários problemas de direitos humanos na Arábia Saudita, os planos econômicos reconhecem a necessidade de incentivar a plena participação feminina no mercado de trabalho — mudança necessária para permitir que elas se tornem mais produtivas e independentes, disse o relator.

As pessoas mais vulneráveis da região de lagos de Sô-Ava, no sul do Benim, vivem isoladas, não conseguindo se deslocar de canoa ou em embarcações pequenas. O acesso a serviços de saúde, incluindo saúde reprodutiva e planejamento familiar, é difícil nessas condições. O governo do Benim e seus parceiros – incluindo o UNFPA, o Fundo de População da ONU – promovem desde 2015 os chamados “barcos-clínica”, que leva essas serviços a regiões de difícil acesso. Pouco mais de um ano após a implementação dessa iniciativa, os resultados já são visíveis. Confira nesse vídeo especial.

Agência da ONU leva serviços de planejamento familiar a áreas de difícil acesso no Benim; vídeo

As pessoas mais vulneráveis da região de lagos de Sô-Ava, no sul do Benim, vivem isoladas, não conseguindo se deslocar de canoa ou em embarcações pequenas. O acesso a serviços de saúde, incluindo saúde reprodutiva e planejamento familiar, é difícil nessas condições.

O governo do Benim e seus parceiros – incluindo o UNFPA, o Fundo de População da ONU – promovem desde 2015 os chamados “barcos-clínica”, que leva essas serviços a regiões de difícil acesso. Pouco mais de um ano após a implementação dessa iniciativa, os resultados já são visíveis. Confira nesse vídeo especial.

O Brasil é um dos lugares mais perigosos do mundo para ser mulher: uma mulher é morte a cada 2 horas e atacada a cada 15 segundos. Sueny é uma ativista brasileira que luta para acabar com a violência contra as mulheres em uma comunidade no Rio de Janeiro.

No Brasil, uma mulher é assassinada a cada 2 horas; vídeo

O Brasil é um dos lugares mais perigosos do mundo para ser mulher: uma mulher é morte a cada 2 horas e atacada a cada 15 segundos. Sueny é uma ativista brasileira que luta para acabar com a violência contra as mulheres em uma comunidade no Rio de Janeiro.

Ela é uma das participantes de um programa da Casa da Mulher Trabalhadora (CAMTRA), organização apoiada pelo Fundo Fiduciário das Nações Unidas pelo Fim da Violência contra a Mulher, gerido pela ONU Mulheres. Confira nessa matéria especial.

Foto: Mídia Ninja

ARTIGO: Por um país 50-50

Em artigo publicado na imprensa nacional, especialistas abordam a sub-representação das mulheres na política. Enquanto elas respondem por 52% do eleitorado no Brasil, têm ocupado apenas 10% dos cargos políticos eletivos.

O artigo é assinado por Flávia Biroli, professora do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília, Luciana Lóssio, ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres no Brasil.

As parteiras salvam vidas. E parteiras bem treinadas poderiam ajudar a evitar aproximadamente dois terços de todas as mortes maternas e neonatais, de acordo com o Fundo de População da ONU (UNFPA). Elas também poderiam fornecer 87% de todos os serviços essenciais de saúde sexual, reprodutiva, materna e neonatal. No entanto, apenas 42% das pessoas com habilidades de parteira trabalham nos 73 países onde ocorrem mais de 90% de todas as mortes maternas e neonatais.

UNFPA: parteiras salvam vidas em Burkina Faso (vídeo)

As parteiras salvam vidas. E parteiras bem treinadas poderiam ajudar a evitar aproximadamente dois terços de todas as mortes maternas e neonatais, de acordo com o Fundo de População da ONU (UNFPA). Elas também poderiam fornecer 87% de todos os serviços essenciais de saúde sexual, reprodutiva, materna e neonatal.

No entanto, apenas 42% das pessoas com habilidades de parteira trabalham nos 73 países onde ocorrem mais de 90% de todas as mortes maternas e neonatais. Confira como o UNFPA está ajudando a mudar esse quadro em Burkina Faso, país africano da região do Sahel.

Bolsa Família atende 13,8 milhões de famílias brasileiras. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Bolsa Família favorece autonomia das mulheres, diz estudo de centro da ONU

O programa Bolsa Família é positivo para a autonomia das mulheres beneficiárias, bem como para seu poder de decisão no lar, seu senso de cidadania e suas escolhas reprodutivas. Por outro lado, elas tendem a trabalhar menos horas no mercado de trabalho e realizar mais atividades domésticas, o que acaba reforçando os estereótipos de gênero. A conclusão é de estudo divulgado na quarta-feira (11) pelo Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG) das Nações Unidas.

Vista de Kandahar, no Afeganistão. Foto: UNAMA

Milhares de crianças no Afeganistão sofrem de desnutrição; 9,3 milhões de pessoas precisam de ajuda

Nos primeiros nove meses de 2016, a luta armada no país matou o número recorde de 8.397 pessoas e descolou meio milhão em novembro. Mais da metade dos civis deslocados são crianças que, além da desnutrição, enfrentam maus-tratos e exploração, incluindo casamento forçado, abuso sexual e trabalho infantil.

Na terça (10), atentados terroristas deixaram dezenas de mortos e muitos outros feridos, incluindo o governador de Kandahar e o embaixador dos Emirados Árabes Unidos.