Igualdade de gênero

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods5 e notícias sobre o tema abaixo. Dentro do Sistema ONU, quem lidera o tema é a ONU Mulheres. Acesse o site da agência no Brasil (www.onumulheres.org.br).

Alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad Al Hussein. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Alto-comissário da ONU elogia revogação de leis de anistia para estupradores que casavam com as vítimas

O alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, elogiou nesta terça-feira (22) a recente revogação de leis no Líbano, Tunísia e Jordânia que livravam estupradores de processos criminais quando os agressores casavam com as vítimas. Segundo o dirigente, medidas puniam novamente as mulheres e meninas que já haviam sido vítimas de um crime.

Flávia Nunes e Clara Almeida são articuladoras dos direitos dos povos Guaranis-Kaiowás Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Mulheres indígenas buscam apoio da ONU Brasil para garantir compromissos do Estado brasileiro

Mulheres indígenas reuniram-se com representantes das Nações Unidas em Brasília (DF) na semana passada (14) para pedir apoio da Organização para a garantia do cumprimento dos compromissos do Estado brasileiro assumidos na Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas, que completará dez anos em setembro.

Fome, miséria, violência, feminicídio, homicídios, desaparecimento e perseguição foram destacados como problemas crônicos que violam os direitos dos povos indígenas, comprometendo o ordenamento jurídico brasileiro e as normativas internacionais.

Reuniões do FIDA com representantes do governo piauiense, especialistas e ativistas abordou desigualdades de gênero nas comunidades agrícolas do semiárido. Foto: Governo do Piauí/Larissa Machado

Fundo agrícola da ONU avança debates para reduzir desigualdades de gênero no semiárido do Piauí

Em viagem a Teresina, uma equipe do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) se reuniu com ativistas, especialistas e representantes do governo do Piauí para discutir como reduzir as desigualdades de gênero em comunidades rurais do semiárido. O objetivo da missão à capital do estado era a elaboração de um plano sobre empoderamento das mulheres para o projeto Viva o Semiárido, parceria do FIDA e do Executivo estadual.

Profissional de saúde do UNFPA ajuda na realização de partos na Síria. Foto: UNFPA Síria

Resposta a crises humanitárias não pode negligenciar saúde sexual e reprodutiva, diz fundo da ONU

Em mensagem para o Dia Mundial Humanitário, lembrado no final de semana (19) pela ONU, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) alertou para os riscos de saúde e de violência de gênero enfrentados por mulheres e meninas em situações de conflito. Agência defendeu que respostas a emergências devem incluir o fornecimento de serviços de saúde sexual e reprodutiva para comunidades vivendo em zonas de guerra. Organismo da ONU está presente em 56 países em crise.

ONU Mulheres alerta para desigualdades de gênero em cadeias de fornecedores para compras corporativas. Foto: PEXELS

ONU defende que políticas de compras corporativas ajudem a reduzir desigualdades de gênero

Políticas de compras dos setores público e privado devem levar em conta as desigualdades de gênero nas cadeias de abastecimento. Essa foi a pauta defendida pela ONU Mulheres nesta sexta-feira (18), em um fórum organizado em São Paulo pela agência das Nações Unidas, a Rede Brasil do Pacto Global e a Fundação Getúlio Vargas. Evento discutiu como a aquisição consciente de insumos pode empoderar mulheres empreendedoras.

Relatório do Banco Mundial examina lacunas existentes na legislação de 173 economias relacionadas à violência contra as mulheres. Foto: George Campos/USP Imagens

Agência da ONU participa de audiência pública sobre leis de proteção à mulher

Uma audiência pública realizada na quarta-feira (16) em Brasília debateu a necessidade de mudanças na legislação brasileira para que efetivamente protejam meninas e mulheres contra a violência. A audiência foi requerida pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, por meio das deputadas Erika Kokay (PT-DF) e Dâmina Pereira (PSL-MG). A representante auxiliar do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fernanda Lopes, foi convidada para a sessão.

O coordenador residente do Sistema ONU no Brasil e representante residente do PNUD, Niky Fabiancic, participou da abertura do evento. Foto: PNUD

PNUD apoia evento em Goiânia sobre educação infantil e desenvolvimento da primeira infância

A Secretaria de Educação, Cultura e Esporte do Estado de Goiás (SEDUCE), em parceria com o Ministério da Educação e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), realiza até sexta-feira (18) em Goiânia (GO) um seminário sobre educação infantil e desenvolvimento da primeira infância.

“Temos a oportunidade de olhar para a primeira infância como tema prioritário e indispensável para o alcance do desenvolvimento inclusivo e sustentável, buscando trazer aquelas crianças em situação de vulnerabilidade para o centro de nossas ações”, disse o coordenador-residente do Sistema ONU no Brasil e representante residente do PNUD, Niky Fabiancic, na abertura do evento nesta quinta-feira (17).

Aedes aegypti é principal transmissor do zika, da dengue e da chikungunya. Foto: UNICEF/Ueslei Marcelino

Microcefalia associada ao zika terá custos de até US$ 10 bi para o Brasil

Os custos da microcefalia associada ao vírus zika podem chegar a 10 bilhões de dólares no Brasil, impondo um ônus imediato sobre os sistemas de saúde e bem-estar social. É o que revela um relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) sobre a epidemia na América Latina e Caribe. Documento faz análise específica do caso brasileiro. Pesquisa foi lançada nacionalmente na terça-feira (15), em Brasília, com o Ministério da Saúde.

Mulheres representam 20% da mão de obra do setor agrícola na América Latina e Caribe. Foto: Banco Mundial/Romel Simon

Revista da CEPAL analisa participação da mulher no mercado de trabalho latino-americano e caribenho

A nova edição da revista quadrimestral da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) já está disponível gratuitamente para o público. Lançada nesta segunda-feira (14), publicação aborda progressos regionais na inserção da mulher no mundo do trabalho, em atividades produtivas e empresariais. Documento avalia impacto da presença feminina no mercado sobre o crescimento econômico dos países.

Mães sírias aprendem a ler e a escrever nas aulas de literatura em Fnaydek, Líbano. Foto: ACNUR

Aulas de alfabetização abrem portas para mulheres sírias no Líbano

Diante de um quadro branco, Fatima Al Obeid escreve a letra “b” em árabe. Ela chama uma aluna para escrever a palavra “beit”, que significa “casa” – também em árabe. Suas alunas não são crianças, mas mulheres adultas.

Duas vezes por semana, Fatima ensina mães e avós sírias refugiadas no Líbano a aprender a ler e a escrever em sua língua nativa. Para a maioria delas, é a primeira vez que frequentam uma sala de aula. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

A marginalização e a exclusão social enfrentadas pelos povos indígenas precisam ser endereçadas como parte de um esforço coletivo para atingir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, disse a OIT. Na foto, mulher indígena equatoriana. Foto: Flickr/Shobeir Ansari (CC)

OIT reafirma importância do empoderamento das mulheres indígenas

No Dia Internacional dos Povos Indígenas, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lembrou a exclusão e a discriminação enfrentadas por esses povos em todo o mundo, e defendeu a importância do empoderamento, principalmente das mulheres indígenas, para que os países possam atingir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030.

“A situação ainda está longe de ser aceitável. Os povos indígenas constituem um percentual desproporcional (15%) dos pobres do mundo, enquanto respondem por apenas 5% da população mundial. As mulheres indígenas são frequentemente as mais pobres entre os pobres, discriminadas por serem indígenas e por serem mulheres”, disse a nota da OIT.

No Brasil, vírus zika já circula por 18 estados. Foto: FotosPúblicas / Rafael Neddermeyer

Agências da ONU discutem consequências da epidemia de zika para as mulheres brasileiras

Em Salvador, agências da ONU participaram na segunda-feira (7) do 6º encontro da Sala de Situação, Ação e Articulação sobre Direitos das Mulheres no contexto da epidemia de zika. Reunião contou com a participação de especialistas da Fundação Oswaldo Cruz e de representantes da sociedade civil. Encontro aconteceu na véspera da Feira de Soluções para a Saúde — Zika, evento que teve início nesta terça-feira, também na capital baiana.

Rayanne Cristine Maximo Franca. Foto: ONU Mulheres

‘É hora de o mundo ouvir nossa voz’, diz ativista indígena brasileira

Rayanne França, de 25 anos, é uma ativista brasileira da juventude indígena. Desde que deixou sua casa aos 17 anos, embarcou na luta por direitos e reconhecimento. Ela faz parte da Rede de Juventude Indígena (REJUIND) e participou recentemente da 61ª sessão da Comissão das Nações Unidas sobre o Status da Mulher e da 16ª sessão do Fórum Permanente da ONU para Questões Indígenas, realizados em Nova Iorque.

Às vésperas do Dia Internacional dos Povos Indígenas (9 de agosto), Rayanne conversou com a ONU Mulheres sobre as principais preocupações das jovens mulheres indígenas no Brasil. Leia o depoimento.

Marcha das Margaridas de Brasília em 2015. Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Lei Maria da Penha completa 11 anos; especialistas analisam avanços e desafios

A Lei Maria da Penha completa 11 anos nesta segunda-feira (7). Formulada sob a perspectiva feminista, a lei foi pioneira no Brasil em demarcar o caráter específico da violência de gênero, explicitando a desigualdade entre homens e mulheres como o grande motivador do problema. O marco vem modificando a compreensão da violência contra as mulheres, desnaturalizando a violência como parte das relações familiares e de intimidade.

Em entrevista à ONU Mulheres, a pesquisadora e socióloga Wânia Pasinato e a jornalista Amanda Kamanchek analisam a importância da lei para a consolidação dos direitos humanos das mulheres, levando em conta desigualdades estruturais de gênero na sociedade brasileira.

Para a OMS, crianças devem ser alimentadas exclusivamente com o leite materno durante os seis primeiros meses de vida. Foto: Anton Nossik / Wikipedia / CC

Amamentação não é responsabilidade exclusiva da mãe, defende OPAS/OMS

A representante adjunta da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Maria Dolores Perez-Rosales, afirmou que o sucesso na amamentação não é responsabilidade exclusiva da mãe. A declaração foi dada durante a abertura de uma cerimônia realizada para celebrar a Semana Mundial de Amamentação, em Curitiba (PR).

“Promover o aleitamento materno é dever de todos: comunidades, empregadores, famílias, governos e profissionais de saúde”, disse Perez-Rosales. O aumento do aleitamento materno para níveis quase universais salvaria a vida de mais de 820 mil crianças com menos de 5 anos de idade e 20 mil mulheres a cada ano no mundo.

Mulher yazidi curda de Sinjar que foi sequestrada pelo ISIL é fotografada no campo de Mamilyan em Akre, no Iraque. Foto: Giles Clarke/Getty Images Reportage

Painel da ONU denuncia genocídio promovido pelo Estado Islâmico contra minoria yazidi

No aniversário de três anos do ataque do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL/Daesh) contra a minoria yazidi em uma região de fronteira entre Síria e Iraque, um inquérito das Nações Unidas pediu à comunidade internacional medidas de justiça e resgate.

Os combatentes do ISIL invadiram em agosto de 2014 a região de Sinjar, no norte do Iraque, próxima à fronteira da Síria e lar ancestral da comunidade religiosa yazidi. O grupo terrorista executou centenas de homens e sequestrou milhares de mulheres e crianças.

Participação de mulheres e meninas em atividades de pesquisa deve ser estimulada e promovida em todos os níveis, segundo a UNESCO. Foto: WikiCommons (CC) / Argonne National Laboratory / George Joch

UNESCO, L’Oréal e Academia Brasileira de Ciências anunciam vencedoras de prêmio para cientistas

Você sabia que a falta de cuidados parentais na primeira infância pode afetar a formação do cérebro de uma criança, com consequências que podem durar a vida toda? Já imaginou que, se uma pessoa com câncer não responde ao tratamento quimioterápico, o problema pode ser a produção de determinada proteína em suas células? Esses são exemplos dos temas pesquisados pelas vencedoras da 12ª edição do “Para Mulheres na Ciência”, programa desenvolvido no Brasil pela L’Oréal Brasil em parceria com a UNESCO no Brasil e a Academia Brasileira de Ciências (ABC).

Jovens acessam Internet em Nairóbi, no Quênia. Foto: UNFPA/Roar Bakke Sorensen (arquivo)

Mais de 4 bilhões de pessoas terão acesso à Internet móvel até o fim de 2017, diz relatório da ONU

As assinaturas de banda larga móvel devem atingir 4,3 bilhões globalmente até o fim de 2017, após um crescimento anual de 20% desde 2012. Os dados são da União Internacional de Telecomunicações (UIT).

Em países desenvolvidos, 94% dos jovens utilizam a Internet, enquanto nos países em desenvolvimento esse percentual é de 67% e, nos países menos desenvolvidos, de apenas 30%.

Imagem da mostra 'Pais Suecos', de John Bävman. Foto: John Bävman

ONU e governo da Suécia convidam brasileiros a participar de campanha de fotos sobre paternidade

Inspirados pela exposição “Pais Suecos”, do fotógrafo Johan Bävman, a campanha da ONU ElesPorElas e a Embaixada da Suécia no Brasil convidam pais brasileiros a compartilhar fotografias que retratem a relação com seus filhos. Iniciativa, chamada “Pais Brasileiros”, quer estimular discussões sobre a divisão entre homens e mulheres das responsabilidades pela criação das crianças.

Marcha das Mulheres Negras reúne ativistas no Rio pelo fim do racismo e do machismo

No último domingo (30), a III Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver levou para a orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, mensagens de empoderamento feminino e de luta contra a discriminação. Manifestação contou com o apoio da ONU Mulheres Brasil. Entre as ativistas e participantes do movimento, estava Kenia Maria, atriz e defensora dos direitos das mulheres negras da agência das Nações Unidas.

Depois que as milícias mataram seu marido em Mossul, cidade iraquiana destruída pela guerra, Dalal, mãe de seis crianças que vive do distrito de Zanjili, deixou tudo para trás. Durante a fuga, uma tragédia: uma de suas filhas, Milad, de 16 anos, perdeu sua perna em um ataque enquanto fugia dos conflitos. Com o fim dos combates em Mossul, a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) fizeram um apelo humanitário para atender as necessidades de crianças vulneráveis, mulheres e homens deslocados, incluindo os que estão voltando para a cidade.

Após retomada de Mossul, ONU detalha necessidades políticas e humanitárias do Iraque

Depois que as milícias mataram seu marido em Mossul, cidade iraquiana destruída pela guerra, Dalal, mãe de seis crianças que vive do distrito de Zanjili, deixou tudo para trás. Durante a fuga, uma tragédia: uma de suas filhas, Milad, de 16 anos, perdeu sua perna em um ataque enquanto fugia dos conflitos.

Com o fim dos combates em Mossul, a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) fizeram um apelo humanitário para atender as necessidades de crianças vulneráveis, mulheres e homens deslocados, incluindo os que estão voltando para a cidade.

Funcionária da OIM conversa com uma migrante em um centro de recepção. Foto: OIM

ONU faz apelo para melhorar proteção de refugiados e migrantes em travessias perigosas

Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) pediu 412 milhões de dólares para ajudar a melhorar a proteção de refugiados e migrantes que cruzam o Deserto do Saara e o Mar Mediterrâneo, bem como para apoiar países europeus que prestam assistência a solicitantes de asilo.

Nos seis primeiros meses deste ano, mais de 2.171 refugiados e migrantes morreram ou estão desaparecidos no Mediterrâneo, enquanto comunicado do UNICEF criticou medidas na Itália que podem piorar ainda mais a situação de resgate.

Já a Organização Internacional para as Migrações (OIM) alertou que cerca de 80% das migrantes nigerianas que chegam à Europa pela costa da Itália são vítimas potenciais do tráfico sexual, destacando os níveis “chocantes” de abuso e violência enfrentados por meninas e mulheres da Nigéria.

Youtubers negras vão movimentar redes sociais da ONU Mulheres Brasil com debates sobre igualdade de gênero e racial. Imagem: ONU Mulheres Brasil

Com youtubers negras, ONU Mulheres realiza campanha sobre empoderamento das brasileiras afrodescendentes

A partir desta segunda-feira (24) e até a próxima sexta-feira (28), cinco youtubers negras, jovens e brasileiras ocuparão as redes sociais da ONU Mulheres Brasil para discutir o papel das afrodescendentes no cumprimento da Agenda 2030 das Nações Unidas. Ações são parte da campanha #SouNegraEQueroFalar, que lembra as mobilizações das mulheres negras no chamado Julho das Pretas e também o Dia da Mulher Afro-latino-americana, Afro-caribenha e da Diáspora, comemorado na América Latina no dia 25 de julho.

Crianças se alimentam em uma escola no Timor-Leste, com refeições fornecidas pelo Programa Mundial de Alimentos da ONU, PMA, e o Ministério da Educação do país asiático. Foto: ONU/Martine Perret

Na ONU, países reafirmam compromisso com Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Em Nova Iorque, líderes de mais de 70 países se reuniram no Fórum Político de Alto Nível da ONU para debater os progressos e desafios da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.

Relatório do secretário-geral da organização sobre os progressos realizados em prol dos ODS mostrou que, apesar de o progresso global ter sido evidente em muitos casos, foi desigual nos países e regiões. Além disso, os avanços foram considerados insuficientes em diversos objetivos.

Juliana Maia, assistente de programas da ONU Mulheres Brasil. Foto: Sistema FIRJAN/Vinícius Magalhães

ONU Mulheres defende igualdade de gênero e racial no setor privado

A diversidade racial na iniciativa privada foi tema de um seminário no Rio de Janeiro que contou com a participação da ONU Mulheres. A agência das Nações Unidas lembrou que, segundo o Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 Maiores Empresas do Brasil, as funcionárias negras representam apenas 10,6% do número de total de profissionais. No quadro executivo, existem apenas duas afrodescendentes entre 548 diretores.

Para a chefe da ONU, este ano possibilitará adotar tratados que ajudarão a erradicar a pobreza. Foto: Ninja Mídia

Ibope: 51% dos brasileiros acreditam que governo federal é principal responsável por cumprir objetivos da ONU

Em parceria com a ONU Brasil, o IBOPE entrevistou 2.002 indivíduos de 143 municípios para avaliar o nível de conhecimento do brasileiro sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) — um conjunto de metas adotadas em 2015 pela Assembleia Geral para erradicar a pobreza e combater as mudanças climáticas, entre outros propósitos, até 2030.

Lousanny Rocha, da Secretaria de Saúde de Arapiraca, Jaime Nadal, do UNFPA, e Aurélia Fernandes, também da pasta municipal. Foto: UNFPA

UNFPA premia projetos municipais de saúde reprodutiva e planejamento familiar

Municípios de Alagoas, Espírito Santo, Mato Grosso e Porto Alegre foram reconhecidos pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) por iniciativas para a promoção da saúde materna, sexual e reprodutiva e também por esforços contra o racismo no atendimento. Premiação foi concedida durante a 14ª Mostra “Brasil, Aqui Tem SUS”, realizada durante o XXXIII Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS).