Arquivo da tag: Igualdade de gênero

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods5 e notícias sobre o tema abaixo. Dentro do Sistema ONU, quem lidera o tema é a ONU Mulheres. Acesse o site da agência no Brasil (www.onumulheres.org.br).

Países africanos têm buscado cooperação técnica com IBGE. Foto: EBC

Representante do UNFPA apresenta em Nova Iorque experiência do Brasil em Cooperação Sul-Sul

O representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Jaime Nadal, apresentou durante evento na sede da ONU, em Nova Iorque, os avanços alcançados pelo país por meio da Cooperação Sul-Sul e os benefícios deste tipo de modelo durante apresentação voltada para especialistas da agência das Nações Unidas em todo o mundo.

A Cooperação Sul-Sul é um modelo de cooperação em que dois ou mais países em desenvolvimento atuam em conjunto, por meio do intercâmbio de conhecimentos e habilidades, para atingir determinados objetivos. No Brasil, os projetos são viabilizados por meio do diálogo constante e da parceria com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC).

Como exemplos, o representante do UNFPA citou o projeto que visa buscar a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres em países africanos, uma cooperação entre Brasil e Moçambique, com a participação do UNFPA; e o projeto do Censo Eletrônico, que leva o pioneirismo da tecnologia do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) no levantamento e registro de dados populacionais a países da África.

Bandeira dos EUA em Washington, D.C.. Foto: Flickr (CC)/Ryan Bodenstein

Fundo de População da ONU lamenta decisão dos EUA de cortar recursos de seu orçamento

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) lamentou a decisão do governo dos EUA de cortar recursos para a agência pelo terceiro ano consecutivo. Segundo informações da imprensa, o país norte-americano vai cancelar uma doação de 32,5 milhões de dólares em financiamento.

De acordo com a imprensa, o motivo por trás do corte seria a alegação de que o UNFPA apoiaria ou participaria de um programa de aborto forçado ou esterilização involuntária na China. A agência nega a acusação.

Funcionária de centro médico do vilarejo Tajikhan, no Afeganistão, conversa com uma mulher e seu bebê de 5 meses em 10 de maio de 2012. Foto: Banco Mundial/Graham Crouch

Mulheres ainda enfrentam desafios de bem-estar e direitos humanos, diz chefe da ONU

Muitas mulheres e meninas “ainda enfrentam enormes desafios aos seus direitos à saúde, bem-estar e aos seus direitos humanos”, disse o secretário-geral das Nações Unidas em encontro de alto nível da Assembleia Geral na terça-feira (16), em Nova Iorque. A reunião foi convocada para marcar os 25 anos da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD), um importante evento em saúde reprodutiva e direitos.

“Estamos vendo um retrocesso global em direitos das mulheres, incluindo direitos reprodutivos e serviços de saúde vitais”, afirmou António Guterres aos participantes do encontro.

Embora progressos alcançados em direitos das mulheres ao longo dos últimos 25 anos tenham contribuído para reduzir a pobreza e a fome e melhorar a educação e a saúde, em torno de 650 milhões de mulheres se casaram quando ainda eram crianças. Todos os dias, mais de 500 mulheres e meninas morrem durante a gravidez e o parto em todo o mundo.

Jurema Werneck é diretora executiva da Anistia Internacional. Foto: Anistia Internacional

Diretora da Anistia Internacional fala sobre conquistas e desafios da população negra no Brasil

Em entrevista ao Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) para ocasião do Dia Mundial da População (UNFPA), a diretora-executiva da Anistia Internacional, Jurema Werneck, fala sobre as conquistas e desafios da população negra no Brasil, em especial meninas e mulheres.

“Convivi com várias gerações de mulheres negras da minha família (bisavó, avós, mãe e tias, primas, sobrinhas). Nunca houve oportunidades, mas conquistas — e as gerações mais novas sempre usufruíram mais do que as anteriores. Entre todas, as mais novas e as mais velhas, sou a que teve acesso a mais espaços e possibilidades, a partir das conquistas feitas”, declarou. Leia a entrevista completa.

Atualmente, o programa conjunto Uma Vitória Leva à Outra atende cerca de 500 meninas no Rio de Janeiro, que praticam esporte e participam de oficinas temáticas sobre igualdade de gênero e empoderamento de meninas e mulheres. Imagem: ONU Mulheres

Programa ‘Uma Vitória Leva à Outra’ realizará nova edição de treinamento para organizações

O programa de empoderamento de meninas pelo esporte “Uma Vitória Leva à Outra” — iniciativa conjunta de ONU Mulheres e Comitê Olímpico Internacional, em parceria com as ONGs Women Win e Empodera — realizará uma nova edição de treinamento de potenciais organizações multiplicadoras de sua metodologia. O objetivo é dialogar sobre as melhores práticas para a criação de espaços seguros e inclusivos para meninas no esporte no Brasil.

As organizações interessadas poderão inscrever até dois profissionais até 22 de julho. É necessário que ao menos um participante da organização seja mulher.

Flávia Muniz, da ONU Mulheres Brasil, no I Seminário Estadual de Políticas Públicas, organizado pela Universidade Federal de Roraima. Foto: ONU Mulheres/Tamara Jurberg

Em Roraima, ONU Mulheres apoia Seminário Estadual de Políticas Públicas

Situação das mulheres, demandas sociais e capacidade de resposta das políticas públicas à igualdade de gênero estiveram em destaque em encontro acadêmico organizado pela Universidade Federal de Roraima, nos dias 27 e 28 de junho, em Boa Vista (RR).

O I Seminário de Políticas Públicas para Mulheres da Cidade, do Campo, das Florestas e das Águas de Roraima reuniu cerca de 250 pessoas. Foi organizado pela Coordenação de Políticas para Mulheres do Estado de Roraima e teve o apoio da ONU Mulheres Brasil e de outras instituições.

O aumento do fluxo de cidadãos e cidadãs da Venezuela para o Brasil desencadeou novas demandas de atuação para a ONU Mulheres no Brasil. Pela primeira vez, a entidade participa de uma ação humanitária no país para apoiar as mulheres na sua retomada de vida por meio do empoderamento e da igualdade de gênero.

Ana Carolina Querino, representante interina da ONU Mulheres no Brasil, e Débora Ivanov, diretora da ANCINE, assinaram parceria para fomentar igualdade de gênero na indústria de audiovisual. Foto: Andréia Naomi

ONU Mulheres e Ancine firmam aliança pela igualdade de gênero no audiovisual

A ONU Mulheres e a Agência Nacional do Cinema (ANCINE) criaram recentemente a Aliança por um Audiovisual 50-50, que vai promover a igualdade de gênero na realização audiovisual do Brasil. A parceria quer garantir que mais mulheres ocupem funções de liderança nas áreas de produção, comercialização e distribuição. Outro objetivo é combater discriminações de gênero, raça e etnia na indústria.

Mães utilizam creche no distrito de Sire, na Etiópia. Foto: Banco Mundial/Binyam Teshome

No Dia Mundial da População, Guterres defende desenvolvimento equitativo e inclusivo

À medida que a população global continua a aumentar, o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou nesta quinta-feira (11), Dia Mundial da População, a estreita ligação entre a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e as tendências demográficas — exortando todos a “dar oportunidades para aqueles deixados para trás e ajudar a abrir o caminho para um desenvolvimento sustentável, equitativo e inclusivo para todos”.

“Para muitos dos países menos desenvolvidos do mundo, os desafios para o desenvolvimento sustentável são agravados pelo rápido crescimento populacional e pela vulnerabilidade às mudanças climáticas”, disse ele em comunicado. “Outros países estão enfrentando o desafio do envelhecimento populacional, incluindo a necessidade de promover um envelhecimento ativo saudável e fornecer proteção social adequada”.

Turma da Mônica homenageia cientista e diplomata brasileira no Dia Nacional da Ciência

No Brasil, em todo dia 8 de julho é celebrado o Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico. Em menção à data, a Mauricio de Sousa Produções (MSP) escolheu a bióloga e diplomata brasileira Bertha Lutz para fazer uma homenagem. A bióloga teve sua biografia publicada no site do projeto Donas da Rua e um desenho com os traços da personagem Marina.

Além do trabalho como zoóloga e bióloga especializada em anfíbios, Bertha Lutz ficou conhecida como uma das maiores líderes na luta pelos direitos políticos das mulheres brasileiras. O relato é da ONU Mulheres.

O Brasil passou por uma acelerada queda de fecundidade nas últimas décadas, chegando a uma média atual de 1,7 filhos por mulher, mas a taxa declinou de forma considerável entre as mulheres mais vulneráveis, grupo que compreende as mulheres mais pobres e as mulheres negras, segundo o UNFPA. Foto: OPAS

UNFPA aponta maior queda de fecundidade no Brasil entre mulheres mais vulneráveis

O Brasil passou por uma acelerada queda de fecundidade nas últimas décadas, chegando a uma média atual de 1,7 filho por mulher, mas a taxa declinou de forma considerável entre as mais vulneráveis, grupo que compreende as mulheres mais pobres e negras.

É o que demonstra um levantamento apresentado nesta quinta-feira (11), por ocasião do Dia Mundial de População. Com o título “Fecundidade e Dinâmica da População Brasileira”, a publicação foi elaborada pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e busca traçar um retrato populacional e de desenvolvimento do país.

Os dados demonstram que um maior acesso a serviços e informações sobre métodos contraceptivos, em larga escala, foi fundamental para que todas as mulheres, inclusive negras e pobres, conseguissem planejar melhor suas famílias, fator importante no empoderamento e engajamento delas mulheres na vida produtiva.

Ao todo, 32 grávidas venezuelanas refugiadas e migrantes participaram da roda de conversa. Foto: UNFPA Brasil

Fundo de População da ONU faz roda de conversa venezuelanas gestantes em Roraima

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) realizou, na última semana, uma roda de conversa direcionada para gestantes de um dos abrigos da Operação Acolhida em Boa Vista (RR). Ao todo, 32 refugiadas e migrantes venezuelanas e alguns de seus parceiros participaram da conversa sobre saúde sexual e reprodutiva, acesso a métodos contraceptivos e direitos.

Em contexto de emergências humanitárias, mulheres gestantes, assim como mulheres em geral, pessoas LGBTI, idosas e com deficiência – entre outras com necessidades específicas de proteção – são especialmente vulneráveis.

Por isso, o UNFPA é responsável por promover ações em saúde sexual e reprodutiva e prevenir a violência baseada em gênero, principalmente no caso das grávidas: de acordo com o último Relatório Sobre a Situação da População Mundial, ao menos 800 mulheres e meninas morrem todos os dias no mundo de complicações relacionadas à gravidez ou ao parto, devido à falta de serviços obstétricos adequados.

Copa do Mundo Feminina deixa legado para meninas e jovens mulheres no Brasil

As brasileiras Samara, de 18 anos, Rhillary, de 16, e Bianca, de 15, têm algumas coisas em comum: são jovens participantes do programa “Uma Vitória Leva à Outra” no Rio de Janeiro (RJ), jogam futebol desde pequenas e nunca tinham assistido a uma Copa do Mundo de Futebol Feminino na televisão, até junho deste ano.

As histórias das meninas e mulheres que jogam futebol, em geral, ainda têm início semelhante. Se interessaram pela bola nos pés dos meninos que jogavam na rua, e se juntaram a eles. Quase sempre, sozinhas, sem a companhia de qualquer outra menina. Salvo raras exceções, ouviram, durante anos, da família, das pessoas do bairro e de amigos e amigas que futebol não era coisa para mulher. Isso quando os comentários também não envolviam xingamentos e ofensas. Leia os relatos colhidos pela ONU Mulheres.

O Conselho de Direitos Humanos avaliou pela primeira vez a questão do HIV e dos direitos humanos há 29 anos, em 1990. Desde então, tem sido firme em afirmar que o progresso na resposta à epidemia de AIDS é indissociável do progresso em questões de direitos humanos. Foto: UNAIDS

Não há como alcançar o fim da AIDS sem respeitar os direitos humanos

Um total de 48 países e territórios ainda mantém restrições de viagens para pessoas vivendo com HIV. Uma em cada cinco pessoas vivendo com HIV relata ter tido os cuidados de saúde negados por conta do estado sorológico positivo para o vírus e, em outras partes do mundo, pessoas que usam álcool e outras drogas e profissionais do sexo vivem com medo de serem presos por portar seringas ou preservativos.

As adolescentes e mulheres jovens pertencem ao grupo mais afetado em razão da falta de garantia de direitos. Em 2017, 79% das novas infecções entre jovens de 10-19 anos na África Oriental e Meridional ocorreram entre mulheres. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Manifestação durante o Dia Internacional das Mulheres em São Paulo (SP) em 2019. Foto: Ian Maenfeld (CC)

ONU Mulheres tem plataformas de apoio à gestão pública sobre direitos das mulheres

Prefeituras e governos estaduais e federal contam com duas plataformas de apoio à gestão governamental com enfoque na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, desenvolvidas pela ONU Mulheres Brasil.

As ferramentas de apoio à administração pública foram desenvolvidas para facilitar a resposta de governos aos 17 Objetivos Desenvolvimento Sustentável (ODS), beneficiando homens e mulheres a partir de políticas, programas e investimentos públicos voltados à igualdade em municípios, estados e em todo o país.

“Uma Vitória Leva à Outra” é um programa conjunto entre a ONU Mulheres e o Comitê Olímpico Internacional, em parceria com as ONGs Women Win e Empodera. Foto: ONU Mulheres

Políticas de proteção social têm potencial importante na promoção da igualdade de gênero

O empoderamento das mulheres é primordial para a promoção do desenvolvimento humano e do crescimento inclusivo, além de ser um direito humano básico. Nesse cenário, as políticas de proteção social têm um potencial importante na promoção da equidade de gênero e da inclusão das mulheres na economia, principalmente nos países em desenvolvimento.

O Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) selecionou três publicações importantes para o debate sobre equidade de gênero, proteção social e empoderamento das mulheres.

Jovens durante a Marcha das Mulheres Negras de Brasília (DF), em 2015. Foto: Mídia Ninja

ONU Mulheres convida jovens para força-tarefa sobre igualdade de gênero

Para mobilizar os jovens em prol da igualdade de gênero — que deve ser alcançada até 2030, conforme preveem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) —, a ONU Mulheres está criando uma Força-Tarefa da Juventude. Prazo para inscrições vai até 15 de julho.

A proposta da iniciativa é garantir a participação dos jovens na 25ª revisão da Plataforma para a Ação de Pequim. A força-tarefa vai trabalhar em estreita colaboração com a ONU Mulheres, por meio de reuniões online, a distância, no período que vai de agosto de 2019 a setembro de 2020.

Foto: Fora do Eixo (CC)

No Paraná, Fundo de População da ONU debate vivência do corpo e afetividade na adolescência

Em Guaíra e Medianeira, cidades do oeste do Paraná, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a ITAIPU Binacional realizam na próxima semana uma capacitação com servidores públicos sobre a vivência do corpo e da afetividade na adolescência. Iniciativa faz parte de um projeto para prevenir e reduzir a gravidez não intencional nessa fase da vida. Formação acontece nos dias 10 e 12 de julho.

Oficina reuniu mulheres venezuelanas que trabalham com liderança comunitária em abrigo da Operação Acolhida. Foto: UNFPA Brasil

Em Boa Vista, oficina explica para venezuelanas como denunciar violência de gênero

Em Boa Vista (RR), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) reuniu cerca de 40 venezuelanas para uma oficina sobre violência de gênero em contextos de migração. As participantes eram mulheres responsáveis pela proteção e mobilização comunitária do Abrigo Jardim Floresta, mantido pela Operação Acolhida do governo federal brasileiro. Também estiveram presentes moradores que atuam na gestão do alojamento.

O UNFPA lidera a ação de prevenção e resposta à violência baseada em gênero e atua na promoção do acesso à saúde sexual e reprodutiva. Foto: UNFPA Brasil/Thais Rodrigues

Fundo de População da ONU dá orientações de saúde para venezuelanos transferidos de Roraima

Antes de serem transferidos para outros estados do Brasil, refugiados e migrantes venezuelanos que vivem em Roraima recebem orientações sobre saúde sexual e reprodutiva e sobre violência de gênero.

A iniciativa é do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), que apoia o programa de interiorização do governo federal por meio de sessões informativas para mulheres, gestantes e lactantes, pessoas LGBTI, idosas ou com deficiência.

Vista de Santa Luzia, interior da Paraíba. Foto: Wikimedia Commons/Otoniel Jr (CC)

Curta-metragem mostra história de mulheres quilombolas apoiadas pelo FIDA na Paraíba

A história de vida de um grupo de mulheres quilombolas da região de Santa Luzia, interior da Paraíba, que recebe apoio do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), por meio do projeto Procase, é o tema de um vídeo documentário gravado pelo Semear Internacional.

O curta-metragem contará a trajetória das mulheres que foram deixando o Quilombo do Talhado em direção à cidade sem abandonar a arte da fabricação de louças de barro, desenvolvendo ainda mais a atividade.

A previsão é de que o vídeo seja lançado em outubro deste ano no Brasil e logo depois em países de Europa, América Latina e África, com versões legendadas em inglês e espanhol para serem exibidas nas regiões que recebem apoio do FIDA.

A jogadora de futebol brasileira Marta. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Marta chama atenção para desigualdade salarial entre homens e mulheres no esporte

Ao empatar com o alemão Miroslav Klose no número de gols marcados em Copas do Mundo, Marta lançou a campanha #GoEqual, que chama a atenção para a imensa desigualdade salarial entre homens e mulheres no esporte e em diversas áreas. O texto da campanha diz: “Bola igual. Campo igual. Regras iguais. Se as mulheres jogam futebol da mesma forma que os homens, por que elas não recebem o devido reconhecimento? O devido apoio? A devida remuneração? Equidade é algo pela qual devemos todas e todos lutar. Afinal, somos iguais”.

No jogo seguinte, ao ultrapassar Klose e se tornar, sozinha, a maior goleadora em Copas do Mundo, entre homens e mulheres, Marta dedicou o feito a todas as mulheres. “A gente está quebrando muitas barreiras. Esse recorde representa bastante, porque não é só a jogadora Marta que quebrou um recorde, mas as mulheres. Em um esporte que, para muitos, ainda é um esporte masculino, nós temos uma mulher como a maior artilheira das Copas. Então é para todas elas.”

O evento deu destaque às mulheres que atuaram em Forças de Paz da ONU. Foto: UNIC Rio/Arthur Bomfim

No Rio, ONU homenageia profissionais das missões de paz

Em comemoração ao Dia Internacional dos Trabalhadores das Forças de Paz da ONU (29 de maio), o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) e instituições parceiras reuniram no Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro (RJ), brasileiros que integraram missões da Organização e especialistas em manutenção da paz.

O evento homenageou os soldados que servem sob a bandeira das Nações Unidas. Os chamados capacetes-azuis da Organização são militares que ajudam a levar a paz e a estabilidade a regiões do mundo afetadas por guerras. Esses profissionais atuam em funções que vão desde a prevenção de conflitos até a proteção de civis nos territórios em crise, contribuindo assim com a manutenção da paz.

Apesar do avanço nas últimas décadas, a participação das mulheres no mercado de trabalho permanece inferior à dos homens na maior parte dos países. Foto: Agência Brasil

Especialistas da ONU pedem ações de empresas pela igualdade de gênero no setor privado

Um grupo de especialistas das Nações Unidas instou na quarta-feira (26) governos e empresas a adotarem medidas transformadoras para eliminar a discriminação contra mulheres e meninas, além de alcançar igualdade de gênero substancial no contexto de atividades empresariais.

Em novo relatório ao Conselho de Direitos Humanos, os especialistas propuseram diretrizes para Estados e empresas considerarem ao implementar os Princípios Guia das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos.

Caio Cesár tem 24 anos, é morador de Mesquita e professor de geografia. Ele pesquisa e escreve sobre masculinidades desde 2016. Começou a se interessar pelo assunto depois de ler “Peles negras, máscaras brancas”, do filósofo e psiquiatra Frantz Fanon.

VÍDEO: O professor que ajuda a desconstruir masculinidades

Caio César tem 24 anos, é morador de Mesquita e professor de geografia. Ele pesquisa e escreve sobre masculinidades desde 2016. Começou a se interessar pelo assunto depois de ler “Peles negras, máscaras brancas”, do filósofo e psiquiatra Frantz Fanon.

Esta leitura o fez refletir sobre temas como a solidão da mulher negra e as preferências afetivas dos homens negros. Caio percebeu a importância de debater as masculinidades negras. No final de 2017, integrou o projeto MEMOH – referência à palavra ‘homem’ de trás para frente –, que organiza oficinas e rodas de conversa entre homens para discutir o assunto.

Confira nessa matéria especial do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Grupo se reúne aos sábados, em oficinas que durarão até o próximo mês. Foto: UNFPA Brasil/Fabiane Guimarães

Em Roraima, projeto capacita brasileiras e venezuelanas para enfrentar violência de gênero

Realizado pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e instituições parceiras, o projeto Promotoras Legais Populares completou três semanas de oficinas voltadas para a capacitação de mulheres em Boa Vista (RR).

A iniciativa pretende empoderar e formar 30 lideranças comunitárias, entre brasileiras e venezuelanas. Formação aborda direitos, conceitos e políticas públicas sobre combate à violência de gênero.

Grupo reúne-se aos sábados em oficinas que durarão até o próximo mês. Foto: UNFPA/Fabiane Guimarães

Projeto discute violência de gênero e direitos das mulheres em Roraima

Realizado pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) em parceria com o Núcleo de Mulheres de Roraima (NUMUR) e o Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC), o projeto Promotoras Legais Populares completou três semanas de oficinas voltadas para a capacitação de mulheres em Boa Vista (RR).

A iniciativa pretende empoderar e formar 30 lideranças comunitárias, entre brasileiras, refugiadas e migrantes, sobre direitos, conceitos e políticas públicas relacionados ao combate à violência de gênero.

No sábado (22), as participantes aprenderam sobre os diversos serviços e instituições que atuam no processo de enfrentamento à violência contra a mulher, como o Disque 180 (Central de Atendimento à Mulher), o Disque 100 (Disque Direitos Humanos), o 190 (Polícia Militar), a Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM).

Mosaico de famílias diversas em composição. Imagem: ONU Mulheres

ARTIGO: Lares pela igualdade num mundo em mudança

Em artigo, a chefe da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, ressalta que a imagem da família formada por uma mãe, pai e filhos não corresponde à realidade da maioria das famílias do mundo, segundo um novo relatório divulgado nesta semana pela agência.

Mães solteiras, idosos que vivem sozinhos e famílias que acolhem parentes fora do núcleo familiar estão entre as diversas composições identificadas pelas Nações Unidas. O cenário, segundo Phumzile, exige uma revisão de políticas e leis voltadas para a família.

Time do UNFPA em ação na comunidade indígena Sakaumotá, em março deste ano. Foto: UNFPA Brasil

Fundo de População da ONU completa um ano de atividades em Pacaraima

Há um ano, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) chegava a Pacaraima, município na fronteira do Brasil com a Venezuela, para integrar os serviços de ordenamento de fronteira da Operação Acolhida, iniciativa do governo federal e das Forças Armadas para coordenar a resposta e atendimento às pessoas refugiadas e migrantes que chegam ao país.

Desde então, o UNFPA lidera as ações de promoção da saúde sexual e reprodutiva e de prevenção da violência baseada em gênero no contexto de assistência humanitária. “É fundamental a atuação do Fundo de População neste cenário: para garantir que cada gestação seja desejada, cada parto seja seguro e cada pessoa jovem possa atingir o seu potencial, inclusive em situações de crises humanitárias”, disse o chefe do UNFPA no Brasil, Jaime Nadal.

Janete Dantas, no centro, com a mãe, Maria Nilda, à direita, e sua irmã, Mayla, à esquerda, na fazenda da família. Foto: Lianne Milton

Registro de produção mostra importância das mulheres na agricultura familiar brasileira

Uma ideia simples — uma caderneta de quatro colunas para mulheres da agricultura familiar brasileira registrarem o quanto de sua produção é vendida, distribuída, trocada ou consumida — teve impactos positivos de longo alcance em suas vidas. A estratégia mudou a forma como elas e seus parceiros valorizam sua própria produção, ajudando-os a se beneficiar de políticas governamentais destinadas à agricultura familiar. O relato é da ONU Mulheres.

O relatório analisou como as mulheres são afetadas pelas mudanças que estão ocorrendo nas famílias. Foto: UNFPA/Solange Souza

ONU Mulheres apresenta agenda para acabar com desigualdade de gênero nas famílias

A ONU Mulheres publicou nesta terça-feira (25) relatório com recomendações de políticas públicas que os países podem adotar para enfrentar as desigualdades de gênero nas famílias.

Entre elas, está investir nos serviços públicos, especialmente educação e cuidados de saúde reprodutiva, de modo a aumentar as expectativas de vida de mulheres e meninas e para que estas possam tomar decisões com conhecimento de causa sobre a sua vida sexual.

Outra recomendação é implementar a licença parental remunerada e fornecer apoio estatal para o cuidado de crianças e pessoas idosas, incluindo o desenho de sistemas de proteção social que possam ajudar a sustentar as famílias. Leia as demais recomendações.

Arte: UNAIDS

UNAIDS promove ações rumo à igualdade de gênero dentro da organização

Acelerar o progresso rumo à igualdade de gênero e ao empoderamento das mulheres é fundamental para acabar com a epidemia de AIDS. E as ações começam dentro do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Em 2018, o UNAIDS lançou seu Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023 com o objetivo de melhorar a eficácia do UNAIDS promovendo a liderança feminina em toda a organização e assegurando que todos os funcionários, mulheres e homens, estejam cientes das questões que aumentam o risco de infecção pelo HIV em mulheres.

Cuidados primários de saúde agrupam a maioria das necessidades de saúde das pessoas durante suas vidas. Eles trazem crianças ao mundo, garantem serviços como vacinas, que nos protegem e protegem nossas comunidades contra doenças infecciosas. Cuidados primários de saúde nos auxiliam na infância, na adolescência e na vida adulta, com serviços que nos mantêm saudáveis, como orientação sobre boa nutrição e hábitos de atividades físicas. Confira nesse vídeo.

VÍDEO: O que são cuidados primários de saúde?

Cuidados primários de saúde agrupam a maioria das necessidades de saúde das pessoas durante suas vidas. Eles trazem crianças ao mundo, garantem serviços como vacinas, que nos protegem e protegem nossas comunidades contra doenças infecciosas.

Cuidados primários de saúde nos auxiliam na infância, na adolescência e na vida adulta, com serviços que nos mantêm saudáveis, como orientação sobre boa nutrição e hábitos de atividades físicas. Confira nesse vídeo.

Qu Dongyu, novo diretor-geral da FAO. Foto: FAO/Alessia Pierdomenico

Países elegem vice-ministro da Agricultura da China para chefia da FAO

O atual vice-ministro da China para Agricultura e Assuntos Rurais, Qu Dongyu, foi eleito no domingo (23) o novo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). O dirigente assumirá o cargo em 1º de agosto, sucedendo o brasileiro e atual chefe da FAO, José Graziano da Silva. Qu Dongyu traz para a agência da ONU mais de 30 anos de experiência em ciência e governança agrícolas.

Ao centro, a norte-americana Sofia Carson, atriz e apoiadora do UNICEF, durante visita a Pernambuco. Foto: UNICEF/Fagundes

Atriz de filmes da Disney visita projetos do UNICEF em Pernambuco

A atriz e cantora norte-americana Sofia Carson esteve em Pernambuco nesta semana para promover os direitos das crianças e adolescentes. A artista — que é apoiadora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) — acompanhou atividades de empoderamento de meninas, educação e inclusão desenvolvidas pela agência da ONU e instituições parceiras no Recife e no semiárido pernambucano.

“É uma imensa honra estar no Brasil com o UNICEF para fazer o que eu puder para contribuir com esse trabalho tão inspirador e acabar com a violência contra as mulheres e as crianças”, disse a atriz, conhecida por sua atuação na franquia de filmes Descendentes, da Disney Channel, e na série Pretty Little Liars: The Perfectionists.

“Uma Vitória Leva à Outra” é um programa conjunto entre a ONU Mulheres e o Comitê Olímpico Internacional, em parceria com as ONGs Women Win e Empodera. Foto: ONU Mulheres

No Rio, agência da ONU oferece treinamento sobre esporte e empoderamento feminino

Em julho de 2019, a ONU Mulheres realizará no Rio de Janeiro (RJ) duas edições do treinamento sobre a metodologia Uma Vitória Leva à Outra, implementada pelo projeto homônimo que promove o empoderamento feminino por meio do esporte.

As organizações que participarem da capacitação poderão se candidatar como instituições multiplicadoras da iniciativa. Inscrições para o treinamento vão até 23 de junho.

O UNDSS realizou nos dias 11 e 12 de junho o curso "Segurança para mulheres, WSAT - Women's Security Awareness Training" no Rio de Janeiro (RJ). Foto: UNDSS

Departamento da ONU promove treinamento de segurança para mulheres no Rio

O Departamento de Salvaguarda e Segurança das Nações Unidas no Brasil (UNDSS) realizou nos dias 11 e 12 de junho o curso “Segurança para mulheres, WSAT – Women’s Security Awareness Training” no Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro (RJ).

O módulo prático foi realizado no Batalhão de Polícia de Choque da Polícia Militar do estado. Participaram do treinamento 25 mulheres, entre funcionárias de Sistema ONU e de instituições parceiras.