Igualdade de gênero

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods5 e notícias sobre o tema abaixo. Dentro do Sistema ONU, quem lidera o tema é a ONU Mulheres. Acesse o site da agência no Brasil (www.onumulheres.org.br).

Na Cidade do México, 77% das mulheres usam transporte público diariamente. Oito em cada dez mulheres não prestam queixa após serem atacadas em espaços públicos. A ONU Mulheres, por meio do seu programa ‘Cidades e Espaços Públicos Seguros para Mulheres e Meninas’, quer eliminar a violência sexual em espaços públicos. Mais de 20 países em todo o mundo participam da iniciativa; confira nessa matéria especial da TV ONU.

Com apoio da ONU, Cidade do México busca uma cidade segura para mulheres; vídeo

Na Cidade do México, 77% das mulheres usam transporte público diariamente. Oito em cada dez mulheres não prestam queixa após serem atacadas em espaços públicos.

A ONU Mulheres, por meio do seu programa ‘Cidades e Espaços Públicos Seguros para Mulheres e Meninas’, quer eliminar a violência sexual em espaços públicos. Mais de 20 países em todo o mundo participam da iniciativa; confira nessa matéria especial da TV ONU.

Meninas da África do Sul. Foto: Banco Mundial/Trevor Samson

África deve focar nos jovens e no empoderamento de mulheres e meninas, diz Guterres

A África deve se concentrar nos jovens, empoderar as mulheres e meninas e ser inovadora para alavancar recursos e financiar o desenvolvimento, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, na segunda-feira (16) ao lançar a semana da África nas Nações Unidas.

“A África é a terra da resiliência e, acima de tudo, de oportunidades”, disse ele, ressaltando o recente progresso do continente em reduzir a pobreza, diversificar suas economias, construir uma classe média e cultivar o crescimento em uma variedade de setores.

A FAO desenvolveu um plano estratégico de três anos para a bacia do Lago Chade, a fim de melhorar a segurança alimentar da população da região. A medida foca nas mulheres e nos jovens. Foto: FAO/Pius Utomi Ekpei

Mulheres são quase metade da mão de obra do campo, mas seus esforços são ‘ignorados’, critica ONU

Embora representem quase metade (43%) da mão de obra do campo, as agricultoras têm seus esforços, muitas vezes, ignorados, alertou neste mês a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka. Em mensagem para o Dia Internacional das Mulheres Rurais, observado em 15 de outubro, a dirigente pediu mais investimentos para as trabalhadoras das regiões agrícolas, que devem ter acesso igualitário a terras, insumos, crédito e formação técnica.

A violência contra as mulheres – particularmente a violência por parte de parceiros e a violência sexual – é um grande problema de saúde pública e de violação dos direitos humanos das mulheres. Foto: George Campos/USP Imagens

#EuTambém surge da impunidade e da cultura do silêncio em relação à violência sexual, diz ONU

A indiferença em relação à violência sexual é inaceitável, disse na quinta-feira (19) a chefe global da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, cujo mandato é promover a igualdade de gênero no mundo. Ela pediu que mulheres e homens levantem suas vozes contra atos de agressão sexual.

As declarações foram feitas após o início do movimento #MeToo (#EuTambém) nas redes sociais de diversos países, no qual mulheres relataram ter sido vítimas de violência sexual. A iniciativa mostra “o quanto há de errado quando as pessoas podem agir impunemente em uma cultura do silêncio”, disse a chefe da agência das Nações Unidas.

Representantes dos parceiros da iniciativa Building Movements - Feminismos Contemporâneos, que conta com o apoio da ONU Mulheres. Foto: ONU Mulheres

ONU e parceiros anunciam liberação de fundos para 14 organizações de mulheres do Brasil

Após receber 645 inscrições, o projeto Building Movements – Feminismos Contemporâneos anunciou em outubro (10) as 14 organizações da sociedade civil selecionadas para receber investimentos e, com isso, ampliar atividades de promoção da igualdade de gênero no Brasil.

Um dos marcos do grupo é a diversidade. Há entidades que trabalham com transporte público, outras que lidam com religiões de matriz africana, instituições voltadas para as mulheres lésbicas e organizações dedicadas aos direitos das agricultoras.

Manifestação contra a violência baseada em gênero no Rio de Janeiro. Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

ONU Mulheres manifesta preocupação com processo de revisão da Lei Maria da Penha

A ONU Mulheres manifestou nesta quarta-feira (18) preocupação com o processo de revisão da Lei 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), o que, segundo a agência das Nações Unidas, pode comprometer a prerrogativa da legislação de proteger mulheres em situação de violência.

“Tais projetos de lei podem trazer avanços e retrocessos à aplicação da Lei Maria da Penha. Se forem analisados de forma fragmentada e sem consulta pública, podem desconfigurar seu caráter integral, multidisciplinar e especializado e a sua efetividade no enfrentamento à violência contra as mulheres no Brasil”, disse a representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman, em comunicado.

Existem aproximadamente 3,3 milhões de refugiados e pessoas internamente deslocadas no Iraque. Muitas delas sofreram com a violência e têm pouco acesso a segurança e a serviços básicos. Mulheres e meninas deslocadas são frequentemente marginalizadas. A ONU Mulheres, com o apoio do governo do Japão, está trabalhando com parceiros para empoderar mulheres e meninas deslocadas por meio da educação, orientação e oportunidades de emprego. Confira nesse vídeo.

ONU Mulheres reconstrói vidas de pessoas deslocadas à força no Iraque; vídeo

Existem aproximadamente 3,3 milhões de refugiados e pessoas internamente deslocadas no Iraque. Muitas delas sofreram com a violência e têm pouco acesso a segurança e a serviços básicos. Mulheres e meninas deslocadas são frequentemente marginalizadas.

A ONU Mulheres, com o apoio do governo do Japão, está trabalhando com parceiros para empoderar mulheres e meninas deslocadas por meio da educação, orientação e oportunidades de emprego. Confira nesse vídeo.

O evento discute a divisão sexual do trabalho e como ela se traduz no dia a dia das famílias. Foto: EBC

Seminário em Brasília discute impactos da desigualdade de gênero no uso do tempo

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) promove na quarta-feira (18) em Brasília (DF) seminário com especialistas e estudiosos para discutir a influência da desigualdade de gênero no modo como as pessoas utilizam o tempo.

Com três mesas de discussões, o evento será realizado em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a ONU Mulheres.

“Os estudos de uso do tempo podem ajudar a compreender as relações entre a sobrecarga de trabalho feminina e a reprodução das desigualdades de gênero”, explica publicação do IPEA sobre o tema.

Um em cada cinco bebês que nascem no Brasil é filho de mãe adolescente. Foto: Governo do Rio de Janeiro

Brasil tem sétima maior taxa de gravidez adolescente da América do Sul

O Brasil tem a sétima maior taxa de gravidez adolescente da América do Sul, empatando com Peru e Suriname, com um índice de 65 gestações para cada 1 mil meninas de 15 a 19 anos, segundo dados referentes ao período de 2006 a 2015 divulgados nesta terça-feira (17) pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Apesar de as taxas brasileiras serem menores que as de países sul-americanos como Venezuela (95) e Bolívia (88), ainda estão longe de países desenvolvidos como França (6) e Alemanha (8), ou mesmo de nações em desenvolvimento como Índia (28) e Rússia (27), segundo o levantamento.

A demanda não atendida por serviços de saúde, incluindo o planejamento reprodutivo, pode enfraquecer as economias e sabotar o progresso já alcançado rumo ao cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 1, que trata da eliminação da pobreza, disse a agência da ONU.

Documentário 'Repense o Elogio' aborda maneira como meninos e meninas são elogiados por adultos, que podem reforçar estereótipos de gênero. Imagem: Avon

Avon e ONU Mulheres lançam documentário sobre a importância de elogiar meninas além da aparência

Meninas ouvem que são lindas, fofas, delicadas. Meninos, que são fortes, espertos, corajosos. Mas de que forma esses adjetivos reforçam estereótipos de gênero? Para debater a forma como a sociedade celebra e caracteriza suas crianças, a Avon e a ONU Mulheres lançaram nesta terça-feira (17) o documentário Repense o Elogio. Obra visa estimular pais, educadores e adultos em geral a ampliar o vocabulário usado na hora de elogiar as pequenas e os pequenos.

UNFPA alerta para desigualdades de gênero e suas consequências para a saúde e independência econômica das mulheres. Foto: Andrew McConnell/IRC/Panos Pictures

Desigualdades ameaçam saúde e autonomia das mulheres, alerta fundo de população da ONU

Apenas metade das mulheres em todo o mundo possui emprego remunerado. Globalmente, o que é pago às mulheres corresponde a 77% do que é pago aos homens. Em todo o mundo, três em cada cinco mulheres não têm acesso a licença-maternidade. No Brasil, um em cada cinco bebês nasce de mães adolescentes. Entre elas, de cada cinco, três não trabalham nem estudam.

Cenário de desigualdades é tema do relatório ‘Situação da População Mundial 2017’, do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Agência da ONU defende importância dos direitos e serviços de saúde sexual e reprodutiva.

Na foto, mulher participa do 1º Circuito de Feiras e Mostras Culturais da Reforma Agrária do Distrito Federal e Entorno que acontece em Planaltina (DF), em dezembro de 2016. Foto: Mídia NINJA

Clima em mudança amplia desigualdade para mulheres rurais, alerta agência da ONU

As mulheres rurais representam mais de um quarto da população mundial, enquanto as mulheres representam 43% da força de trabalho agrícola em todo o mundo e nos países em desenvolvimento, lembrou a ONU Mulheres marcando neste domingo (15) o Dia Internacional das Mulheres Rurais.

No entanto, quando se trata de possuir terras, bem como acessar insumos agrícolas, financiamento e tecnologias para a resiliência climática, elas ainda ficam muito atrás dos homens. E isso pode piorar em meio às mudanças climáticas.

Seis dos dez eleitos para o Prêmio SDG Pioneers 2017 foram homenageados no evento, entre eles a brasileira Tânia Cosentino, presidente para a América do Sul da empresa de gestão de energia Schneider Electric (no centro, vestida de branco). Foto: Pacto Global/Zef Nikolla

Executivos de 70 países reúnem-se em Nova Iorque para discutir objetivos globais da ONU

Cerca de 800 líderes empresariais de mais de 70 países reuniram-se em Nova Iorque no fim de setembro (21) com representantes de organizações da sociedade civil, governos e das Nações Unidas para a cúpula do Pacto Global da ONU.

Convocada durante o 72ª Assembleia Geral, o encontro teve como objetivo impulsionar ações e parcerias empresariais para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e do Acordo de Paris para o clima.

Campanha Liberdade para as Meninas, do UNICEF e da iniciativa Global Goas. Imagem: Global Goals

UNICEF e Beyoncé se unem pela liberdade das meninas

Para lembar o Dia Internacional das Meninas, observado neste 11 de outubro, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançou a iniciativa “Liberdade para as Meninas”, projeto de conscientização online que recebeu o apoio da cantora Beyoncé Knowles. O vídeo da campanha mostra jovens de diferentes partes do mundo dançando ao som de “Freedom”, hit da artista norte-americana. Agência da ONU convoca todos a lutar por um mundo mais justo, sem desigualdades de gênero.

Mulher em Gaza durante aula de esporte. Foto: UN Women Arabic

ONU desenvolve modelo econômico para mensurar custo da violência doméstica nos países árabes

Um modelo econômico para estimar os custos da violência doméstica — o tipo de violência mais comum contra mulheres no mundo árabe — foi divulgado na semana passada (6) em uma das comissões regionais das Nações Unidas com sede em Beirute, no Líbano.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 37% das mulheres que são ou já foram casadas nos países da região do Mediterrâneo Oriental — que inclui a maior parte dos países árabes — sofreram violência física ou sexual por parte de seus parceiros.

UNPOL reforça a proteção ao redor dos campos de proteção para civis. Foto: UNMISS

No Sudão do Sul, polícia da ONU aumenta segurança para mulheres próximo a campos de proteção

Com os relatos de roubos, assédio e estupro, tropas das Nações Unidas fortaleceram o policiamento ao redor de campos para proteção de civis no Sudão do Sul no início do mês. A Missão da ONU no Sudão do Sul – a UNMISS – oferece refúgio para cerca de 213 mil pessoas em todo o país.

A major brasileira Fernanda Santos, oficial da UNPOL, diz que as pessoas que vivem nos campos apreciam as operações de busca.

UNFPA participa de audiência na Câmara dos Deputados para discutir direitos das meninas

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, da Câmara dos Deputados, promove na quarta-feira (11) uma audiência pública sobre os direitos das meninas brasileiras. Reunião é aberta a representantes do poder público e da sociedade civil. Encontro contará com a participação do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Evento foi organizado para lembrar o Dia Internacional das Meninas, observado em 11 de outubro pela ONU. Audiência poderá ser acompanhada ao vivo, pela internet.

Relatório da OIT insiste no papel fundamental do diálogo social entre governos, empregadores e trabalhadores para a sustentabilidade das empresas. Foto: EBC

Desenvolvimento lento de pequenas e médias empresas prejudica empregos e economia global, diz OIT

As pequenas e médias empresas (PME) eram responsáveis por 35% de todo o emprego no mundo em 2016, comparado a 31% em 2003. No último ano, no entanto, a contribuição dessas empresas para o emprego total estagnou, segundo novo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

“Para reverter a tendência recente de estagnação do emprego nas PME, precisamos de políticas para promovê-las (…), assim como um ambiente de negócios melhor para todas as empresas, incluindo acesso a financiamento para as mais novas”, disse a diretora-geral adjunta de políticas da OIT, Deborah Greenfield.

Ruth Escobar durante o programa Roda Viva, da TV Cultura. Foto: Frame de vídeo da TV Cultura/Programa Roda Viva

ONU Mulheres emite nota de pesar pela morte da feminista brasileira Ruth Escobar

A ONU Mulheres Brasil divulgou na última sexta-feira (6) uma nota de pesar pela morte da feminista Ruth Escobar, falecida em 5 de outubro. Lembrando a participação da gestora no lobby do batom — movimento para a inclusão das reivindicações das mulheres na Constituição Federal de 1988 —, a agência das Nações Unidas descreveu o legado de Ruth como exemplo para a luta pela igualdade de gênero.

Kuñangue Aty Guasu, grande assembleia das mulheres Kaiowá e Guarani, teve a presença de delegação da ONU Brasil. Foto: UNIC Rio/Natália da Luz

ONU participa do Aty Kuña, grande assembleia das mulheres indígenas, em Mato Grosso do Sul

Encontro é um dos principais atos políticos do calendário de mobilização das mulheres Kaiowá e Guarani. Neste ano, reuniu cerca de 300 participantes. Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil e coordenadora do Grupo Temático de Gênero, Raça e Etnia da ONU Brasil, liderou a delegação da ONU no Aty Kuña.

“A presença da ONU Brasil no Aty Kuña expressa o compromisso das Nações Unidas em aprofundar o trabalho com as mulheres indígenas e de elaborar um plano de emergência frente ao agravamento da situação relatada pelas lideranças indígenas”, disse Nadine.

Saiba mais nesta matéria e confira vídeo especial da ONU Brasil.

Foto: Amine GHRABI/Flickr/CC

Tunísia aprova casamento inter-religioso para mulheres; especialistas da ONU pedem mais ações

Desde 1973, decreto que foi abolido proibia mulheres muçulmanas de se casarem com homens não muçulmanos; a medida não se aplicava aos homens muçulmanos.

“A Tunísia fez progressos significativos na eliminação da discriminação conta as mulheres, com uma Constituição inovadora em 2014, que estabeleceu um quadro baseado em direitos para a igualdade de gênero. Essas realizações são resultados de uma longa história de ativismo das mulheres e reformas lideradas pelo governo”, disseram especialistas independentes da ONU.

Fábrica da Natex, produtora de preservativos à base de látex natural, receberá visita de equipe do UNFPA. Foto: SECOM

ONU recebe inscrições para avaliação de produtos de saúde sexual e reprodutiva

Até 15 de novembro, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) receberá inscrições de empresas brasileiras da área de saúde sexual e reprodutiva que desejem ter seus produtos avaliados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A chamada é para fornecedores de contraceptivos hormonais injetáveis. Avaliação é uma das etapas do processo que aprova quais companhias podem vender produtos para programa de abastecimento da ONU.

Crianças participam de aula em escola patrocinada pelo UNICEF em Dikwa, estado de Borno, na Nigéria. Foto: UNICEF/Naftalin (arquivo)

Crise humanitária ameaça futuro de gestantes e crianças na Nigéria, alerta ONU

A insurgência do grupo terrorista Boko Haram na Nigéria provocou uma crise humanitária sem precedentes na região. Grupos em situação de vulnerabilidade são os mais afetados, com quase 3 milhões de crianças fora da escola e um crescente número de mortes de bebês ainda em gestação por conta da epidemia de cólera.

Desde 2009, mais de 2.295 professores foram mortos e 19 mil deslocados no nordeste do país. Quase 1,4 mil escolas foram destruídas, e a maioria não tem condições de operar devido a extensos danos ou por conta da situação de insegurança na região.

Bebê nascido na cidade de Aktau, Cazaquistão. Foto: UNICEF

UNICEF pede que países priorizem desenvolvimento da primeira infância

Não há um período mais crítico para o desenvolvimento de uma criança do que os primeiros 1 mil dias de vida. Ainda assim, 32 países não possuem três políticas nacionais básicas para apoiar pais de bebês e crianças pequenas, segundo novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

A agência da ONU pede que os países garantam dois anos de educação pré-primária gratuita; pausa para amamentação no trabalho para as novas mães durante os primeiros seis meses da criança; e licença parental adequada para pais e mães.

Natalia Kanem é a nova diretora-executiva do Fundo de População das Nações Unidas. Foto: UNFPA

Natalia Kanem, do Panamá, é nomeada chefe do Fundo de População da ONU

A panamenha Natalia Kanem foi nomeada nesta terça-feira (3) diretora-executiva do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Decisão é do secretário-geral da ONU, António Guterres. Formada em medicina pela Universidade de Colúmbia, a latino-americana possui mestrado em saúde pública pela Universidade de Washington e também é graduada em História e Ciência por Harvard. Ela ocupará o cargo pelos próximos quatro anos.

Membros do Conselho de Direitos Humanos precisam reforçar ligação entre direitos humanos, paz, segurança e desenvolvimento, disse Ban Ki-moon. Foto: ONU.

Brasil e países aprovam resolução sobre igualdade de gênero no Conselho de Direitos Humanos

O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas adotou na sexta-feira (29) resolução de iniciativa do Brasil e de outros países sobre a importância das mulheres e meninas para o desenvolvimento sustentável. A medida solicita ao alto-comissário da ONU para os direitos humanos, Zeid Al Hussein, que organize um painel de especialistas para avaliar lacunas na promoção dos direitos e liberdades fundamentais das mulheres e meninas.

Major Fernanda Santos tem experiência de 26 anos na Polícia Militar do estado de São Paulo. Foto: UNMISS

Brasileira ajuda missão da ONU a combater criminalidade no Sudão do Sul

A major brasileira Fernanda Santos é uma das cerca de 260 oficiais mulheres que atuam na força policial da Missão da ONU no Sudão do Sul (UNMISS). Uma parte dessas militares realiza operações de busca de armas ilegais no entorno dos campos de proteção de civis.

Em entrevista para o repórter das Nações Unidas Daniel Dickinson em Juba, capital do país africano, Fernanda fala sobre os desafios das operações de paz.

ACNUR distribui suprimentos às famílias rohingya que se refugiam na aldeia de Hindu Par, em Bangladesh. Foto: ACNUR / Roger Arnold

Refugiados muçulmanos de Mianmar já somam meio milhão, alertam agências da ONU

A minoria muçulmana rohingya protagoniza hoje a crise de refugiados que mais cresce em todo mundo. Segundo estimativas, já são pelo menos meio milhão de civis fugindo de suas casas no estado de Rakhine, norte de Mianmar, na busca por proteção em Bangladesh.

O grupo é vítima de perseguições e de graves violações de direitos humanos, que as Nações Unidas descrevem como uma “limpeza étnica”.

Para o secretário-geral da ONU, António Guterres, esta crise humanitária não só fornece um “terreno fértil” para a radicalização, mas também coloca pessoas já em situação de vulnerabilidade – incluindo crianças pequenas – em grave risco. Ele pediu “ação rápida” para evitar mais instabilidade e encontrar uma solução duradoura.

Vítimas de violência sexual em abrigo de Goma, República Democrática do Congo. Foto: ONU/Marie Frechon (arquivo)

Mais de 90 países apoiam pacto para acabar com a violência sexual em operações da ONU

Setenta e dois países, incluindo o Brasil, já assinaram o Pacto Voluntário do secretário-geral da ONU sobre Prevenção e Enfrentamento do Abuso e Exploração Sexuais. Documento prevê a implementação plena da política de tolerância zero que as Nações Unidas adotaram para combater casos de violações em suas missões de paz. Outros 19 Estados-membros já anunciaram formalmente a sua intenção de assinar o texto.

O número de nações apoiando o Pacto foi divulgado nesta sexta-feira (29) pelo escritório de António Guterres.

Foto: Fora do Eixo (CC)

ONU firma parceria com governo do RN para ações de desenvolvimento da juventude

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) assinou na quinta-feira (28) uma carta de intenções com o governo do Rio Grande do Norte (RN) para desenvolver ações conjuntas nas temáticas de população e desenvolvimento, saúde reprodutiva e juventude.

O objetivo é desenvolver programas, projetos e atividades de promoção aos direitos humanos e de melhoria da qualidade de vida da população, com foco em temas trabalhados pela agência da ONU.

Ilustração: Carlos Latuff, 2011/Wikimedia Commons (CC)

Autorizar mulheres a dirigir é apenas 1º passo para Arábia Saudita, dizem relatores da ONU

A decisão da Arábia Saudita de permitir que mulheres dirijam é um primeiro passo importante rumo à autonomia e independência das mulheres, mas muito precisa ser feito para chegar à igualdade de gênero no país, disseram especialistas em direitos humanos da ONU nesta quinta-feira (28).

“O fim da proibição para dirigir deve agora ser complementado por medidas similares para acabar com outras restrições, como o sistema de tutela masculino, que efetivamente trata mulheres como menores dependentes, assim como outras legislações discriminatórias que violam o direito das mulheres à igualdade”, disse a relatora Kamala Chandrakirana.

Quando abortos são feitos de acordo com as diretrizes e padrões da OMS, o risco de complicações severas ou de morte é insignificante, disse a agência da ONU. Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão.

OMS: proibição não reduz número de abortos e aumenta procedimentos inseguros

Globalmente, mais de 25 milhões de abortos inseguros (45% do total) ocorrem anualmente, segundo estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS). A maioria é realizada em países em desenvolvimento de África, Ásia e América Latina.

O estudo mostrou que a restrição ou proibição do acesso não reduz o número de abortos. Além disso, em países onde o aborto é completa ou parcialmente proibido, um em cada quatro abortos é seguro. Em países onde o aborto é legal, nove entre dez são realizados de maneira segura.

Quando os abortos são feitos de acordo com as diretrizes e padrões da OMS, o risco de complicações severas ou de morte é insignificante, explicou a agência da ONU.