Arquivo da tag: Igualdade de gênero

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods5 e notícias sobre o tema abaixo. Dentro do Sistema ONU, quem lidera o tema é a ONU Mulheres. Acesse o site da agência no Brasil (www.onumulheres.org.br).

União é imprescindível para vencer os desafios da pandemia do novo coronavírus - Foto: Gerd Altmann/Pixabay

ARTIGO: Todos na luta contra uma pandemia sem precedentes

Apenas trabalhando em conjunto o mundo poderá enfrentar as consequências devastadoras da COVID-19, afirma o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em artigo de opinião publicado em jornais de todo o mundo. 

Ele defende testagem e identificação de contatos, quarentenas, tratamentos e medidas de segurança para equipes médicas, combinadas com a restrição de movimento e de contatos até que apareçam terapias e vacinas.

Mulheres elevam suas vozes na vanguarda das mudanças climáticas

A região do Pacífico tem uma das maiores taxas de violência baseada em gênero do mundo. Pesquisas nacionais mostram que 72% das mulheres de Fiji sofrem violência de gênero em comparação com a média global de 35%. As mulheres da região também têm baixa representação em posições de liderança — dos 560 parlamentares do Pacífico, 48 são mulheres e apenas 10 são mulheres Fijianas.

Para além destes impactos socioculturais, as mulheres do Pacífico estão exigindo mais envolvimento na tomada de decisões relacionadas ao clima e se engajando totalmente nas respostas climáticas. Conheça a história da Narayan, Raduva e Maisamoa.

ONU-HABITAT lista 5 ações que promovem cidades mais inclusivas e seguras para mulheres

Diante da urgência de alcançar a igualdade de gênero, o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT) listou iniciativas implementadas pela organização e parceiros com o objetivo de transformar a realidade das mulheres nas cidades brasileiras.

Os projetos são realizados em Rio de Janeiro, Alagoas, Pernambuco, Piauí e Minas Gerais, envolvendo temas de inclusão social, moradia adequada e uso misto do solo, resiliência urbana, espaços públicos e mobilidade urbana.

Acabar com as mortes maternas evitáveis é uma das ações do UNFPA em resposta ao coronavírus. Foto: UNFPA

UNFPA: ações em resposta à pandemia da COVID-19

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) está trabalhando com governos e parceiros para priorizar as necessidades particulares de mulheres e meninas, alinhado com os objetivos de acabar com a necessidade não satisfeita de planejamento reprodutivo e contracepção, acabar com as mortes maternas evitáveis e acabar com a violência de gênero e práticas nocivas contra mulheres e meninas até 2030.

Segundo a diretora executiva do UNFPA, Dra. Natalia Kanem, o medo e a incerteza são respostas naturais ao coronavírus. “Mas nós precisamos ser guiados por fatos e informações sólidas”, afirmou a diretora.

Julienne Lusenge, diretora-executiva do Fundo para Mulheres Congolesas, uma donatária do Fundo Fiduciário da ONU, lidera workshop antes da pandemia na República Democrática do Congo. Foto: Jonathan Torgovnik

COVID-19: Fundo da ONU apoia mulheres em risco de violência na Índia e na RDC

Diante da atual pandemia de COVID-19, o Fundo Fiduciário da ONU para Acabar com a Violência contra as Mulheres (UNTF, na sigla em inglês) e as instituições donatárias reconhecem as dimensões de gênero dos impactos do novo coronavírus no mundo.

Isso inclui aumento do risco de violência doméstica e diminuição da capacidade das pessoas prestadoras de serviços de responder a casos de violência. Leia o relato da ONU Mulheres.

Phumzile Mlambo-Ngcuka, vice-secretária geral da ONU e diretora executiva da ONU Mulheres. Foto: Rick Bajornas (ONU)

ARTIGO: COVID-19 oferece oportunidades de corrigir as desigualdades na vida das mulheres

Em artigo, a subsecretária-geral da ONU e diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, afirma que a COVID-19 oferece uma oportunidade de ação radical e positiva para corrigir as desigualdades de longa data em várias áreas da vida das mulheres.

“Há espaço não apenas para resistência, mas recuperação e crescimento. Peço aos governos e a todos os outros prestadores e prestadoras de serviços, incluindo o setor privado, que aproveitem a oportunidade para planejar sua resposta à COVID-19 como nunca fizeram antes – e que levem em consideração a perspectiva de gênero, construindo proativamente conhecimentos de gênero em equipes de resposta”.

Diretora executiva do UNFPA, dra. Natália Kanem. Foto: Lauren Anders Brown/UNFPA

ARTIGO: Precisamos garantir as necessidades de mulheres e meninas enquanto lutamos contra a COVID-19

Em artigo, a diretora-executiva do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Dra. Natalia Kanem, afirma que a cada dia que passa, a escalada da crise da COVID-19 e suas consequências vão ficando ainda mais aparentes e alarmantes.

“Nós não devemos esquecer que há pessoas que estão sobre grande risco em consequência da crise: As mulheres grávidas, que precisam de atendimento pré-natal, mas estão incertas se é ou não seguro ir à clínica. As mulheres em relacionamentos abusivos presas em casa por não conseguir vislumbrar um futuro e temendo por sua segurança. As dez milhares de pessoas em campos refugiados, que estão contando os dias até a chegada do coronavírus, e aquelas para as quais o distanciamento social simplesmente não é uma opção. As pessoas idosas, muitas das quais estão presas no isolamento, estão famintas por interação social e estão particularmente vulneráveis a ficarem seriamente doentes”.

Tabuleiro do jogo Viva os ODS. Foto: ONU

Enfrente a quarentena da COVID-19 com o jogo dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Em tempos de quarentena da COVID-19, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) tem uma dica para distrair as crianças dentro de casa: o jogo “Viva os Objetivos”, que explica tudo sobre a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O material está disponível gratuitamente para download em português e é destinado para crianças de 8 a 10 anos, podendo entreter a família toda.

De forma lúdica e didática, o jogo de tabuleiro apresenta perguntas para os principais desafios enfrentados para transformar a Terra num planeta mais sustentável.

Relatora especial da ONU sobre Violência contra a Mulher, Dubravka Simonovic, alerta que COVID-19 intensificou risco de violência doméstica. Foto: Isabella Quintana/PIxabay

Relatora da ONU: Estados devem combater violência doméstica na quarentena por COVID-19

Medidas restritivas adotadas em todo o mundo para combater a COVID-19 intensificaram o risco de violência doméstica e os governos devem defender os direitos humanos de mulheres e crianças e adotar medidas urgentes para as vítimas deste tipo de violência. A recomendação é da relatora especial da ONU sobre Violência contra a Mulher, Dubravka Simonovic.

“É mais provável que as taxas de violência doméstica generalizada aumentem, como já sugerem relatórios iniciais policiais e de denúncia telefônica. Para muitas mulheres e crianças, o lar pode ser um lugar de medo e abuso. Esta situação piora consideravelmente em casos de isolamento, como as quarentenas impostas durante a pandemia da COVID-19”, afirmou a relatora.

Mulheres estão na linha de frente do combate ao COVID-19 ao redor do mundo. Foto: UNFPA

Mulheres podem sofrer mais violência durante pandemias, alerta UNFPA

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) publicou o documento “Um olhar para gênero” para alertar sobre a necessidade de proteger meninas e mulheres durante a pandemia da COVID-19, através de um olhar segmentado.

Como os sistemas que protegem mulheres e meninas, incluindo estruturas comunitárias, podem enfraquecer ou quebrar, medidas específicas devem ser implementadas para proteger mulheres e meninas do risco de violência por parceiro íntimo com a dinâmica imposta pela COVID-19.

Saúde, direitos sexuais e reprodutivos são questões significativas de saúde pública que requerem muita atenção durante pandemias.

Leguminosas garantem alimentação saudável para crianças em idade escolar - Foto: StockSnap/Pixabay

Programa Mundial de Alimentos recomenda inclusão de leguminosas na dieta infantil

O feijão é talvez a mais famosa leguminosa no cardápio brasileiro. Mas esse grupo de alimentos tem outros integrantes que também contribuem para uma dieta saudável, especialmente para crianças em idade escolar. Grão-de-bico, lentilha, ervilha e fava são exemplos de outras leguminosas que podem ser transformadas em pratos deliciosos, além de nutritivos. A recomendação é do Programa Mundial de Alimentos (WFP).

Através dos programas de alimentação escolar, o Programa orienta a inclusão de leguminosas nos cardápios, em combinação com grãos, legumes, proteínas, folhas e minerais.

Conheça os benefícios desse grupo de alimentos.

Publicação do UNAIDS pede zero discriminação contra mulheres e meninas - Foto: reprodução

Em Dia Mundial de Zero Discriminação, UNAIDS defende igualdade de mulheres e meninas

O UNAIDS desafiou a discriminação enfrentada por mulheres e meninas no Dia Mundial de Zero Discriminação 2020, lembrado em 1º de março. O objetivo é conscientizar e mobilizar ações para a promoção da igualdade e do empoderamento de mulheres e meninas em todo o mundo. A AIDS continua sendo a maior causa de morte de mulheres entre 15 e 49 anos.

A diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, lembrou que o esforço para vencer a AIDS é inseparável da luta pelos direitos das mulheres e da luta contra todas as formas de discriminação.

Foto:  Mulher usa máscara em transporte público em Nova Iorque – Março de 2020 – Foto: Loey Felipe/ONU

ONU Mulheres pede atenção às necessidades femininas nas ações contra a COVID-19

Apesar das medidas robustas em todo o mundo para conter a pandemia da COVID-19, o impacto social do novo coronavírus está atingindo fortemente as mulheres, que representam 70% das pessoas que trabalham no setor social e de saúde. Elas também são três vezes mais responsáveis pelos cuidados não-remunerados em casa do que os homens, de acordo com a ONU Mulheres.

Por conta disso, a ONU Mulheres recomenda uma série de medidas específicas nas ações contra o coronavírus, como apoio prioritário para mulheres que atuam na contenção da doença, acordos de trabalho flexíveis para mulheres e proteção de serviços essenciais de saúde para mulheres e meninas, entre outras.

Mulheres podem sofrer mais durante pandemias, como a do novo coronavírus - Foto: Tam Wai/UNSPLASH

Fundo de População da ONU alerta que COVID-19 pede cuidado diferenciado para meninas e mulheres

As medidas tomadas por governos de todo o mundo para limitar o avanço do novo coronavírus não devem perder de vista as vulnerabilidades de mulheres e meninas. O alerta foi feito em nota do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), já que, entre outros fatores, 70% das equipes de trabalho em saúde e serviço social são formadas por mulheres.

Segundo o documento do Fundo de População, ainda são necessários mais dados para entender se mulheres e homens experimentam a COVID-19 de maneira diferente e se possuem complicações e riscos de morte diferentes. Apesar disso, sabe-se que os surtos de doenças afetam mulheres e homens de maneira diversa.

Winnie Byanyima, diretora executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids. Foto: UNAIDS

ARTIGO: Para acabar com a AIDS, precisamos de uma nova era de liderança — séria, corajosa e justa

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima, afirma que como mulher africana, as lembranças da AIDS estão gravadas em sua mente.

“De membros da família que se foram muito cedo nos deixando em luto e despedaçados; dos desvios de curso nos planos de desenvolvimento dos países; e de temer que a ameaça fosse impossível de derrotar.”

“Mas tenho outras lembranças que me trazem força, principalmente de como as pessoas começaram a reagir, muitas vezes se colocando em grande risco. A coragem delas mudou tudo, e fomos capazes de mobilizar a ciência, recursos internacionais, inovação e parcerias para começar a progredir contra a epidemia.” Leia o artigo completo.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, durante coletiva de imprensa virtual sobre a pandemia de COVID-19. Foto: Reprodução

Chefe da ONU pede solidariedade, esperança e resposta global coordenada para combater pandemia

À medida que o medo e a incerteza do público crescem em torno da pandemia da COVID-19, “mais do que nunca, precisamos de solidariedade, esperança e vontade política para enfrentar essa crise juntos”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quinta-feira (19), em sua primeira coletiva de imprensa virtual.

O chefe da ONU disse que enfrentar a emergência de saúde é a sua preocupação número um, e defendeu a ampliação dos gastos com saúde para cobrir, entre outras coisas e “sem estigma”, testes, apoio aos profissionais de saúde e garantia de suprimentos adequados.

Sobre o âmbito econômico, salientou: “fundamentalmente, precisamos nos concentrar nas pessoas – nos trabalhadores mais vulneráveis, com baixos salários, pequenas e médias empresas”. “Isso significa apoio salarial, seguro, proteção social, prevenção de falências e perda de empregos”. Leia a reportagem completa.

Pandemia do novo coronavírus afeta, em particular, as trabalhadoras informais e domésticas, porque as quarentenas reduzem consideravelmente a demanda por esses serviços. Foto: ONU Mulheres.

ONU Mulheres recomenda que igualdade de gênero seja incluída na resposta à pandemia

Trabalhadoras do setor de saúde, trabalhadoras domésticas, mulheres na economia informal, refugiadas, migrantes e em situação de violência são algumas das mulheres mais expostas à COVID-19 e precisam ser envolvidas em todas as fases da resposta e na tomada de decisão local e nacional.

De acordo com o escritório regional da ONU Mulheres, a redução da atividade econômica afeta, em primeira instância, trabalhadoras informais que perdem seus meios de sustento de vida quase imediatamente, sem nenhuma rede ou possibilidade de substituir a renda diária.

Adolescente brasileira grávida. Foto: Marcello Casal Jr/Abr.

COVID-19: agências da ONU divulgam informações para mulheres grávidas; pedem recursos para crianças

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) divulgou nesta quarta-feira (18) informações para mulheres em idade reprodutiva e grávidas sobre riscos e precauções durante a epidemia provocada pelo novo coronavírus, e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) reforçou o apelo para doadores num momento em que milhares de crianças em todo o mundo precisam de atendimento.

De acordo com o UNFPA, as mulheres grávidas devem tomar as mesmas precauções recomendadas para todos os adultos para evitar infecções, como evitar contato próximo com qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando; lavar as mãos com frequência com sabão e água ou utilizar álcool em gel, cobrindo a boca e o nariz com um lenço ou o cotovelo quando tossir ou espirrar; e cozinhar completamente carnes e ovos.

UNAIDS tem alta pontuação em ranking global de paridade de gênero em organizações de saúde

O terceiro relatório anual de Saúde Global 50/50 classificou novamente o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) como uma organização com “pontuação muito alta”.

Foram analisados os progressos feitos nos últimos 12 meses por organizações ativas no setor da saúde na implementação de políticas que promovam a igualdade de gênero, a não discriminação e a inclusão no local de trabalho.

Yenni com sua filha Branyelis, de sete dias, e seu filho Moises, de três anos, em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Victor Moriyama

Luxemburgo apoia projeto para empoderamento de mulheres venezuelanas em Roraima

Em crises humanitárias, as populações notadamente mais afetadas são de mulheres e crianças. O grau de vulnerabilidade dessas pessoas venezuelanas em Roraima é alto, pois elas acabam expostas a riscos maiores de violência.

Diante deste cenário, o Ministério da Cooperação de Luxemburgo firmou o seu apoio ao programa conjunto “Liderança, empoderamento, acesso e proteção para mulheres migrantes, solicitantes de refúgio e refugiadas no Brasil”, que é implementado por ONU Mulheres, Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) no estado.

Há 25 anos, governos deram passo histórico de adotar a Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, o roteiro de política global mais abrangente pelos direitos humanos de mulheres e meninas. Foto: UNAIDS

AIDS ainda é a principal causa de morte de mulheres em idade reprodutiva no mundo

Na ocasião do Dia Internacional da Mulher, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lançou o relatório “Nós temos o poder”, mostrando que as grandes desigualdades de gênero continuam a tornar as mulheres e meninas mais vulneráveis ​​ao HIV.

“A epidemia do HIV reflete as desigualdades e injustiças enfrentadas por mulheres e meninas e como as lacunas de direitos e serviços estão exacerbando a epidemia”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do UNAIDS. “Isso é inaceitável, é evitável e deve acabar.”

Abertura da 64ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Países concordam em implementar Declaração de Pequim sobre igualdade de gênero

Em declaração política adotada na segunda-feira (9) em comemoração ao 25º aniversário da 4ª Conferência Mundial sobre as Mulheres, os Estados-membros das Nações Unidas se comprometeram a intensificar os esforços para implementar totalmente a Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, considerada o marco normativo mais visionário relacionado aos direitos das mulheres.

A Declaração Política é o principal resultado da 64ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres, a maior reunião anual sobre igualdade de gênero e empoderamento das mulheres, realizada na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Vídeos protagonizados pela Turma da Mônica discutem as relações entre homens e mulheres desde a infância. Foto: Reprodução

Vídeos da Turma da Mônica ajudam a prevenir violência contra mulheres e meninas

Mesmo para os temas mais delicados, há formas variadas (e criativas) de chamar a atenção e promover o debate. Cientes disso, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) elegeram como um dos focos de sua parceria a prevenção da violência contra mulheres e meninas.

Entre as atividades promovidas, estão ações como um curso a distância voltado para as forças de segurança sobre o enfrentamento a todas as formas de violência contra as mulheres; assim como vídeos protagonizados pela Turma da Mônica, que discutem as relações entre homens e mulheres desde a infância. Assista aos vídeos.

Totem da atriz Juliana Alves no SESC Ceilândia. Foto: UNFPA

Campanha sobre saúde sexual e reprodutiva Ela Decide chega a cidades do DF

Chamando atenção do público para a importância do empoderamento de jovens mulheres para que tomem decisões informadas sobre a vida sexual e reprodutiva, a campanha Ela Decide chega ao SESC Ceilândia e Taguatinga e ao Instituto Federal de Brasília (IFB), no Recanto das Emas. A ação é liderada pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e pela Aliança pela Saúde e pelos Direitos Sexuais e Reprodutivos no Brasil.

A iniciativa tem por objetivo discutir o poder de as mulheres ou jovens escolherem quantos filhos ter, se querem ou não ter filhos e o melhor método de prevenção. Além disso, leva à luz questões sobre igualdade de gênero, assédio sexual, como aceitar o próprio corpo e cuidados com a saúde.

A representante do Fundo de População da ONU, Astrid Bant, assinou acordo de parceria com o presidente do Clube Bahia, Guilherme Bellintani. Foto: UNFPA/Midiã Noelle

UNFPA e Esporte Clube Bahia formalizam parceria #ZeroViolência contra Mulher

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Esporte Clube Bahia lançaram oficialmente na tarde do último sábado (7), na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), a campanha #ZeroViolência contra Mulher.

Os jogadores vestiram a camisa da ação e entraram em campo com uniforme personalizado #ZeroViolência contra Mulheres. Meninas acompanharam os atletas na entrada em campo e um vídeo da campanha foi exibido no telão. A parceria conta com oficinas sobre violência de gênero, organizadas pelo UNFPA, para os meninos da divisão de base e os sócios do clube.

Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver, realizada no ano de 2015, em Brasília. Foto: PNUD/Tiago Zenero

ARTIGO: Mulheres, desenvolvimento sustentável e discriminação

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, a representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Katyna Argueta, destaca que a crescente concentração de riqueza e as desigualdades estão minando a luta contra a pobreza, deteriorando as economias e fragmentando as sociedades.

“Essas limitações e exclusões afetam mais intensamente as mulheres do que os homens. As desigualdades de gênero são um componente estruturante da pobreza e um freio ao desenvolvimento.” Leia o artigo completo.

Mulheres e meninas continuam extremamente sub-representadas nas ciências exatas. Foto: ONU Mulheres Vietnã

L’Oréal, UNESCO e ABC abrem inscrições para 15ª edição do prêmio Para Mulheres na Ciência

Estão abertas até 8 de maio as inscrições para o programa Para Mulheres na Ciência, que este ano comemora 15 anos no Brasil. Realizado pela L’Oréal, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil e a Academia Brasileira de Ciências, o prêmio tem como objetivo promover e reconhecer a participação da mulher na ciência, favorecendo o equilíbrio dos gêneros no cenário brasileiro.

Jovens (entre 15 e 24 anos) que estão empregados também enfrentam um risco maior de perder o emprego por causa da automação. Foto: iStock.com/skynesher

OIT: cresce número de jovens no mundo que não trabalham nem estudam

O número de jovens que não trabalham, não estudam ou recebem treinamento está aumentando no mundo, e as mulheres enfrentam mais que o dobro de chances de serem afetadas por essa situação, segundo novo relatório divulgado nesta segunda-feira (9) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Jovens (entre 15 e 24 anos) que estão empregados e empregadas também enfrentam um risco maior do que as trabalhadoras e os trabalhadores mais velhos de perder o emprego por causa da automação.

Mulheres parlamentares da Câmara Baixa do Afeganistão (Wolesi Jirga ou “Casa do Povo”) chegam à cerimônia de inauguração em Cabul (2001). Foto: ONU/Eric Kanalstein

Comissão de mulheres da ONU reúne-se em Nova Iorque para promover igualdade de gênero

Apesar das restrições impostas pelo novo coronavírus, ativistas pela igualdade de gênero se reuniram na sede da ONU nesta segunda-feira (9) para a última sessão da Comissão sobre o Status da Mulher (CSW, na sigla em inglês), com o objetivo de reforçar a mensagem de que os direitos das mulheres são direitos humanos.

Os Estados-membros adotaram uma Declaração Política na qual se comprometeram a intensificar as ações para implementar plenamente o marco da Declaração de Pequim e da Plataforma de Ação sobre Igualdade de Gênero, acordado há 25 anos.

Em Foz do Iguaçu, na noite do dia 23 de novembro de 2019, foi exibido o filme "Fala sério, mãe". Foto: Trópico/Vino Carvalho

Em março e abril, Caravana Tá no Rumo movimenta oeste paranaense

Todos os anos no Brasil, cerca de 500 mil bebês nascem de mães com idade entre 10 e 19 anos. No geral, são gestações que não foram planejadas para aquele momento, acontecendo em decorrência da falta de informações, dificuldade de acesso a métodos contraceptivos ou até mesmo de situações de abuso e violência.

Para tentar mudar essa realidade, a ITAIPU Binacional e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) lançaram a Campanha Tá no Rumo. Além de conteúdos para redes sociais, a campanha conta com a caravana que vem percorrendo a região Oeste do Paraná, levando informação de qualidade por meio de exposição interativa e cinedebate.

Apesar do avanço nas últimas décadas, a participação das mulheres no mercado de trabalho permanece inferior à dos homens nos países latino-americanos e caribenhos. Foto: Agência Brasil

Argentina, Finlândia, Espanha e Uruguai ratificam convenção sobre violência e assédio no trabalho

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) anunciou na semana passada (3) ter recebido com satisfação o compromisso assumido por Argentina, Finlândia, Espanha e Uruguai de ratificar a Convenção sobre Violência e Assédio, de 2010 (No. 190).

Tais normas internacionais reconhecem o direito de todas e todos a um mundo de trabalho livre de violência e assédio, incluindo violência e assédio com base em gênero.

“A Convenção oferece a possibilidade de forjar um futuro do trabalho baseado em dignidade e no respeito, e livre de violência e de assédio. Instamos todos os governos a ratificarem (a convenção)”, disse Manuela Tomei, diretora do Departamento de Condições de Trabalho e Igualdade da OIT.

Mulheres comerciantes da Tanzânia contribuíram para aumentar a taxa de crescimento do país, mas ainda enfrentam desigualdades. Foto: UNCTAD

Relatório mostra que 90% das pessoas têm alguma forma de preconceito contra mulheres

Apesar de décadas de progresso da redução das desigualdades de gênero, cerca de nove em cada dez homens e mulheres em todo o mundo têm algum tipo de preconceito contra as mulheres, de acordo com novas descobertas publicadas na quinta-feira (5) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Segundo a pesquisa, quase metade dos entrevistados afirma acreditar que os homens são líderes políticos superiores, enquanto mais de 40% afirmam que eles são melhores executivos de negócios e devem ter acesso a mais empregos quando a economia está em declínio. Além disso, 28% disseram ser justificável um homem bater em sua esposa.

“O trabalho que foi tão eficaz para garantir o fim das lacunas na saúde ou na educação deve agora evoluir para abordar algo muito mais desafiador: um preconceito profundamente arraigado — entre homens e mulheres — contra a igualdade genuína”, disse o administrador do PNUD, Achim Steiner.

A situação das mulheres: 1950 ou 2020?

VÍDEO: A situação das mulheres, 1950 ou 2020?

Uma reportagem sobre a situação global das mulheres que trabalham, e o ano é… 1950?

Quando se trata de mercado de trabalho, a ONU Mulheres aponta que a desigualdade é uma notícia velha para as mulheres de todo o mundo.

Em 2020, o tema das Nações Unidas para o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é “Eu sou a geração igualdade: conquistando os direitos da mulher”.

Envolva-se com a #GeraçãoIgualdade. Faça parte da força que irá conquistar a igualdade de gênero ainda neste século.

As frases estarão expostas em todos os portões das salas de embarque do Aeroporto de Brasília até 31 de março de 2020. Foto: UNFPA

Com apoio do UNFPA, Aeroporto de Brasília exibe frases para o Dia Internacional da Mulher

Ao longo do mês de março, o Aeroporto de Brasília (DF) exibe na entrada dos portões de embarque para voos domésticos frases em homenagem ao mês das mulheres e em prol da igualdade de gênero.

“Aviação também é coisa de mulher”; “Ela não é um avião, ela é a comandante”; “Seja uma mulher que decole outras mulheres”; “Voe como uma garota”; “Mulheres podem ir para onde quiserem” são algumas das frases exibidas.

'Transformar as relações de poder é essencial', diz chefe da ONU no dia das mulheres

‘Transformar as relações de poder é essencial’, diz chefe da ONU no dia das mulheres

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lançou um chamado “forte e urgente” por ação em prol da igualdade de gênero. Para ele, a desigualdade representa uma “injustiça esmagadora” de nosso tempo.

Guterres defendeu a igualdade de gênero como uma questão de poder, afirmando ser preciso transformar e redistribuir o poder, de forma urgente, caso o mundo queira salvaguardar seu próprio futuro no planeta. “A misoginia está em todas as partes”, acrescentou, em mensagem em vídeo (assista aqui).

Celebração antecipada nesta sexta-feira (6), na Assembleia Geral, lembra criação da Plataforma de Ação de Pequim, há 25 anos. Em 2020, o tema é “Eu sou a Geração Igualdade: concretizar os direitos das mulheres”.

Participaram do encontro, representantes do Instituto Ethos, MSD e Semina. Foto: UNFPA Brasil/Juliana Soares

UNFPA e setor privado planejam ações de saúde sexual e reprodutiva para 2020

Discutir o atual cenário da saúde e dos direitos sexuais e reprodutivos no país e pensar em estratégias e ações para 2020. Estes foram os principais assuntos que guiaram o Comitê Diretivo da Aliança pela Saúde e pelos Direitos Sexuais e Reprodutivos no Brasil em reunião realizada na quinta-feira (5), em São Paulo (SP).

A aliança formada por empresas e organizações filantrópicas tem o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) em seu secretariado executivo. 

Mulheres em Bangladesh pedem igualdade de gênero. Foto: UNICEF/Jannatul Mawa

Dia Internacional da Mulher: progresso na igualdade de gênero continua lento

O relatório “Revisão dos direitos das mulheres, 25 anos depois de Pequim” faz um balanço sobre como está sendo implementado o plano de igualdade de gênero adotado pelos países em 1995, a Plataforma de Ação de Pequim, que exige mais paridade e justiça.

O documento cita um progresso vacilante e observa que avanços conquistados com muito esforço estão sendo revertidos pela desigualdade desenfreada, pelas mudanças climáticas, pelos conflitos e pelas políticas de exclusão.

“A análise dos direitos das mulheres mostra que, apesar de alguns progressos, nenhum país alcançou a igualdade de gênero”, disse Phumzile Mlambo-Ngcuka, diretora-executiva da ONU Mulheres.