Igualdade de gênero

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods5 e notícias sobre o tema abaixo. Dentro do Sistema ONU, quem lidera o tema é a ONU Mulheres. Acesse o site da agência no Brasil (www.onumulheres.org.br).

Acesso direto a mercados pode promover autonomia econômica de mulheres que trabalham na produção agrícola. Foto: FAO

CEPAL defende emancipação econômica das mulheres e alerta para trabalho doméstico não remunerado

Em evento paralelo ao primeiro Fórum dos Países da América Latina e do Caribe sobre Desenvolvimento Sustentável, a secretária-executiva da CEPAL, Alicia Bárcena, defendeu na quinta-feira (27) a emancipação econômica das mulheres, que ainda ocupam os piores empregos na região e vivem sobrecarregadas com atividades domésticas não remuneradas. Em média, oito em cada dez trabalhadoras estão nos setores de baixa produtividade.

Índices de gravidez na adolescência permanecem altos no Brasil. Foto: EBC

Fundo de População da ONU visitará Paraíba para discutir projetos sobre juventude e saúde reprodutiva

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) visitará a Paraíba em junho para discutir parcerias com o governo nas áreas de saúde reprodutiva e políticas para a juventude. Detalhes da viagem foram discutidos na quarta-feira (26), quando o representante nacional da agência da ONU, Jaime Nadal, reuniu-se com o deputado federal José Wilson Santiago Filho (PB) e com a secretária-chefe da Secretaria estadual de Representação Institucional (SERI), Maria Suely Alves de Oliveira Santiago.

Creuza Oliveira, secretária-geral da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (FENATRAD). Foto: Agência Brasil/José Cruz

Federação de trabalhadoras domésticas alerta para risco de perda de direitos no Brasil

Em entrevista à ONU Mulheres, a secretária-geral da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (FENATRAD) e integrante do Grupo Assessor da Sociedade Civil Brasil (GASC) Brasil da ONU Mulheres, Creuza Oliveira, avaliou os desafios para o trabalho doméstico no país e o risco de perda de direitos. “Não podemos negar os avanços que ocorreram, tais como horas extras, adicional noturno. Hoje, a gente corre risco de perder esses direitos”, apontou.

Este ano, o tema da Plenária das Mulheres Indígenas no ATL foi a etapa ampliada da 1ª Conferência Livre de Saúde das Mulheres Indígenas. Foto: ONU Mulheres

Indígenas promovem em Brasília plenária dedicada aos direitos das mulheres

Indígenas organizaram uma plenária dedicada às pautas específicas de mulheres pela segunda vez na história do Acampamento Terra Livre (ATL), evento que reúne 3 mil indígenas de todo o país em Brasília até sexta-feira (28).

O evento teve a participação de integrantes do projeto Voz das Mulheres Indígenas, realizado por lideranças indígenas e pela ONU Mulheres, com apoio da embaixada da Noruega.

Imagem: UIT

Em dia mundial, agência da ONU encoraja mulheres e meninas a participar do mercado de tecnologia

A desigualdade de gênero também é um obstáculo na hora em que mulheres decidem acessar a rede mundial de computadores ou planejar uma carreira na área de tecnologia. Segundo a União Internacional de Telecomunicações, há 257 milhões a menos de usuárias de internet na comparação com os homens conectados.

Para reverter esse cenário, a agência da ONU lembra, neste 27 de abril, o Dia das Meninas na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), com atividades de capacitação em diferentes partes do mundo, incluindo no Brasil.

Próxima Cúpula Ibero-americana, que terá apoio do PNUD e da SEGIB, acontece na Colômbia. Foto: ACNUR / B. Heger

Na sede da ONU, brasileira coordenará debate sobre violência contra mulheres indígenas

Na próxima sexta-feira (28), na sede da ONU, em Nova Iorque, uma brasileira coordenará um painel de discussões sobre violência contra as mulheres indígenas. Cristiane Julião, da etnia Pankararu, vai moderar o debate que terá a participação de indígenas da África, Ásia e América Latina, e também da relatora especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos originários, Victoria Tauli-Corpuz. Iniciativa é da ONU Mulheres nas Américas e no Caribe, em parceria com outras redes globais e regionais.

O evento é uma atividade paralela ao Fórum Permanente das Nações Unidas para as Questões Indígenas, que começou na segunda-feira (24) e vai até 5 de maio.

Braulina Aurora Baniwa, presidenta da Associação de Estudantes Indígenas da Universidade de Brasília. Foto: ONU Mulheres

‘Escolas têm que pautar questão da violência contra mulheres indígenas’, diz liderança

Na ocasião do Dia Laranja Pelo Fim da Violência contra Mulheres, lembrado a cada dia 25, a ONU Mulheres entrevistou Braulina Aurora Baniwa, presidenta da Associação de Estudantes Indígenas da Universidade de Brasília (AAIUnB).

Braulina falou sobre a importância da demarcação de terras para a luta das mulheres indígenas, sobre o contexto de violência dentro e fora de suas comunidades e sobre a importância da educação para a prevenção da violência, valorização da diferença e da diversidade.

Marcha das Margaridas de Brasília em 2015. Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Em Moçambique, mulheres reúnem-se pela igualdade de gênero no campo

Trabalhadoras rurais de Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e Portugal reúnem-se em Maputo, capital moçambicana, para discutir uma agenda internacional de luta pelo empoderamento das mulheres do campo.

“Elas fazem parte de um dos grupos em situação de maior vulnerabilidade que, ao mesmo tempo, são agentes centrais para a erradicação da pobreza e promoção da segurança alimentar e nutricional”, disse Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil.

Acompanhamento pré-natal nas unidades básicas de saúde de Curitiba. Foto:SMCS/Valdecir Galor.

UNICEF alerta para elevado número de cesarianas no Brasil

O elevado número de cesarianas no país coloca o Brasil em segundo lugar no mundo em percentual deste tipo de parto. Enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece em até 15% a proporção recomendada de partos por cesariana, no Brasil esse percentual é de 57%. O alerta foi feito pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Entre os estados com maiores percentuais estão Goiás (67%), Espírito Santo (67%), Rondônia (66%), Paraná (63%) e Rio Grande do Sul (63%). Segundo estudos, grande parte das cesarianas é realizada de forma eletiva, sem fatores de risco que justifiquem a cirurgia, e antes de a mulher entrar em trabalho de parto.

Alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad Al Hussein. Foto: ONU / Pierre Albouy

ONU pede fim da campanha de terror promovida por milícias no Burundi

Chefe de direitos humanos da ONU, Zeid Ra’ad Al Hussein, pediu às autoridades do Burundi que ajam o quanto antes para pôr fim à violência incitada por jovens da milícia Imbonerakure no país. De acordo a ONU, integrantes dessa milícia estão organizando comícios em todo o país para encorajar violações de direitos humanos contra opositores do grupo, incluindo cantos sobre estupros e assassinatos em massa.

Refugiadas receberam orientações sobre direitos, inserção no mercado de trabalho e aspectos da cultura brasileira. Foto: Rede Brasil do Pacto Global/Fellipe Abreu

Refugiadas vivendo no Brasil aprendem sobre cultura local e direitos das mulheres

Violência de gênero, participação no mercado de trabalho e particularidades da cultura brasileira foram alguns dos temas abordados por empresas do Pacto Global da ONU no segundo workshop do projeto Empoderando Refugiadas, iniciativa que reúne estrangeira vítimas de deslocamento forçado para ajudá-las a conseguir um emprego no Brasil. Encontro aconteceu na semana passada (10), no Instituto Carrefour, em São Paulo, e reuniu cerca de 30 pessoas, entre palestrantes e refugiadas.

No Dia Mundial de Luta contra a Aids, ONU pediu “espírito intransigente” para colocar fim à epidemia até 2030. Foto: ONU

Programa da ONU sobre HIV apoia campanha online para empoderamento de mulheres

O UNAIDS apoia a campanha e trabalha com parceiros, incluindo governos, sociedade civil, o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Combate à AIDS e o Fundo Global de Luta contra a AIDS, Tuberculose e Malária, para garantir que mulheres e meninas se empoderem e se tornem capazes de se proteger do HIV e que todas as mulheres e meninas que vivem com HIV tenham acesso imediato ao tratamento.

Cada uma das sete cientistas receberá bolsa-auxílio de R$50 mil para dar prosseguimento às pesquisas. Foto: EBC

UNESCO amplia para 28/4 prazo de prêmio para mulheres na ciência

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) ampliou para 28 de abril o prazo de inscrição para a 12ª edição do prêmio L’Oréal-UNESCO-ABC Para Mulheres na Ciência.

A premiação é pioneira no reconhecimento do trabalho de mulheres cientistas. As participantes concorrem a uma bolsa de 50 mil reais e podem submeter seus trabalhos para análise em uma das quatro categorias: Ciências Físicas, Ciências da Vida (Biomédicas, Biológicas e da Saúde), Ciências Matemáticas e Ciências Químicas.

Ina de Mendonça no UNIC Rio. Foto: Acervo UNIC Rio

UNIC Rio 70 anos: Primeira funcionária da ONU no Brasil relatou chegada ao país

Primeira funcionária da ONU no Brasil, a brasileira de origem alemã Ina de Mendonça começou a trabalhar no Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio) em 1948, três anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial e da conferência que deu origem à Organização.

Em 2008, pouco antes de falecer, Ina entregou ao UNIC Rio um relato sobre a chegada das Nações Unidas à então capital federal. Formada em Jornalismo e Direito, Ina falava inglês, alemão e espanhol, e inicialmente atuou como secretária do primeiro funcionário da ONU no Brasil, Eduardo Bergallo, para posteriormente ser promovida a assistente de informações.

Em artigo, Jaime Nadal desmistifica ideias de que crescimento populacional causaria colapso da humanidade e destruição ambiental. Foto: UNFPA

Em artigo, representante do UNFPA combate mitos sobre crescimento populacional

Em artigo publicado em periódico do Instituto de Direito Ambiental dos Estados Unidos, o representante do UNFPA no Brasil, Jaime Nadal, combate mitos de que o crescimento da população seria o grande responsável pelas mudanças climáticas. Especialista defende o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e lembra que, em todo o mundo, 200 milhões de mulheres não têm suas demandas por planejamento reprodutivo atendidas.

UNFPA distribui kits contendo itens de higiene para preservar a dignidade de mulheres e meninas que fogem de Mossul, no Iraque. Foto: UNFPA Iraque

Fundo de População da ONU vai apoiar mais de 700 mil mulheres e meninas no Iraque

Fundo de População da ONU (UNFPA) vai aumentar a assistência humanitária de emergência para apoiar mais de 700 mil mulheres e crianças atingidas pelo conflito no Iraque.

A ajuda, que inclui serviços de saúde reprodutiva em áreas recém-recuperadas em Mossul e entrega de kits de assistência a cerca de 120 mil mulheres e meninas deslocadas do país, será possível devido à doação adicional de 5 milhões de euros realizada pela Comissão de Ajuda Humanitária Europeia.

George W. Bush cumprimenta o diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, em encontro na Namíbia. Foto: UNAIDS

Chefe do UNAIDS e George W. Bush vão à Namíbia conhecer estratégias contra o câncer de colo de útero

Mulheres vivendo com HIV têm até cinco vezes mais chances de desenvolver câncer de colo de útero. Para angariar apoio para esse público, o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, e o ex-presidente norte-americano, George W. Bush, foram à Namíbia visitar o hospital central da capital Windhoek. Local disponibilizará serviços de diagnóstico e tratamento do tumor.

Brasil tem o maior índice de casamentos infantis da América Latina. Foto: EBC

Na América Latina e Caribe, 23% dos casamentos aconteceram quando um dos parceiros era menor de idade

Quase um quarto dos casamentos da região foi realizado quando um dos cônjuges era menor de idade. Estimativa foi divulgada em março durante encontro de representações diplomáticas e agências da ONU na sede das Nações Unidas, em Nova York.

Especialistas e delegações de governos concordaram unanimemente que o matrimônio infantil é uma violação dos direitos humanos e uma ameaça à vida de meninas e adolescentes.

Foto: EBC

Legislação brasileira garante inclusão da perspectiva de gênero na educação, diz especialista

Em entrevista à ONU Mulheres, a especialista Ingrid Leão lembra do 8º artigo da Lei Maria da Penha, que prevê ‘a promoção de programas educacionais que disseminem valores éticos de irrestrito respeito à dignidade da pessoa humana’, independentemente de seu sexo, cor ou origem étnica. Políticas para coibir debate sobre gênero nas escolas seriam inconstitucionais e contra os direitos humanos, segundo a pesquisadora.

Imagem: ONU Mulheres

Nota pública da ONU Mulheres sobre declaração acerca de feminismos atribuída a Juliana Paes

Em nota pública divulgada nesta segunda-feira (10), a ONU Mulheres Brasil lamenta a declaração sobre feminismos atribuída à atriz Juliana Paes, que é defensora da agência da ONU para a Prevenção e a Eliminação da Violência contra as Mulheres.

A representação nacional do organismo das Nações Unidas considera que o conhecimento sobre feminismos é uma construção constante. No pronunciamento, a agência lembra que Juliana Paes posicionou-se publicamente, explicando a descontextualização de sua declaração, reconhecendo a pluralidade dos feminismos e se dispondo a aprofundar seu conhecimento sobre o tema e se somar ao debate com diálogo.

Chegada do vírus em alguns países das Américas, principalmente no Brasil, tem sido associada com o aumento expressivo de nascimentos de bebês com microcefalia e, em alguns casos, síndrome de Guillain-Barré. Foto: Fiocruz

Papel de enfermeiros obstetras é ‘decisivo’ para prevenir mortes maternas e neonatais, diz UNFPA

Os 73 países onde ocorrem 90% das mortes maternas e neonatais concentram apenas 42% dos profissionais de saúde com capacidade para trabalhar no setor de obstetrícia. A distribuição desigual de médicos e enfermeiros pelo mundo preocupa o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), que discutiu o problema com especialistas no I Encontro Nacional de Enfermagem Ginecológica, realizado na semana passada, no Rio de Janeiro.

Para especialista, discussões sobre gênero devem integrar políticas públicas de educação. Foto: EBC

Falta de informação prejudica debate sobre gênero nas escolas, aponta especialista

Em entrevista à ONU Mulheres, a cientista social Sylvia Cavasin defende que políticas escolares devem levar discussões sobre gênero para centros de ensino. Segundo a especialista, os debates desenvolvidos continuam sendo fruto de iniciativas individuais de alguns professores.

Para ela, “as famílias desconhecem o que é gênero e caem na desinformação, que tem criado uma espécie de terrorismo e de perseguição” aos docentes que abordam a temática com alunos.

Aedes aegypti é principal transmissor do zika, da dengue e da chikungunya. Foto: UNICEF/Ueslei Marcelino

Custo socioeconômico do zika deve chegar a até US$18 bi na América Latina e no Caribe

O custo socioeconômico do zika na América Latina e no Caribe ficará entre 7 bilhões e 18 bilhões de dólares entre 2015 e 2017, de acordo com estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em parceria com a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV).

O zika afeta desproporcionalmente os países mais pobres da região, bem como os grupos mais vulneráveis de cada país. Economias maiores como o Brasil devem ter a maior parcela do custo absoluto, mas os impactos mais severos serão sentidos em países mais pobres.

Segundo a OIT, o percentual de sindicalização do Brasil está acima de outros países da América Latina. Foto: EBC

Federação das Indústrias do DF adere ao movimento ElesPorElas

O Sistema Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) celebrou a adesão oficial ao movimento ElesPorElas HeForShe, em parceria com o governo de Brasília, com o compromisso de lançar iniciativas que reconheçam a conexão entre crescimento econômico e igualdade de gênero.

Criado pela ONU Mulheres, o movimento ElesPorElas (HeForShe) é um esforço global para envolver homens e meninos na remoção das barreiras sociais e culturais que impedem as mulheres de atingir seu potencial, e ajudar homens e mulheres a modelarem juntos uma nova sociedade.

Médico usa uma fita métrica para identificar a desnutrição aguda grave em um campo para refugiados na Somália. Foto: UNICEF / Holt

UNICEF: fome avança e leva desnutrição e doenças para crianças na Somália

Centenas de centros de nutrição apoiados pelo UNICEF trataram mais de 35,4 mil crianças com desnutrição aguda grave entre janeiro e fevereiro. O número corresponde a aumento de 58% em relação ao mesmo período do ano passado.

Além disso, mais de 18,4 mil casos de cólera e diarreia aquosa foram registados desde o início de 2017, superando os 15,6 mil relatados em todo o ano passado. A maioria dos casos ocorre em crianças pequenas. ONU corre contra o tempo para evitar mortes na região.