Igualdade de gênero

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods5 e notícias sobre o tema abaixo. Dentro do Sistema ONU, quem lidera o tema é a ONU Mulheres. Acesse o site da agência no Brasil (www.onumulheres.org.br).

UNFPA, PNUD e ONU Mulheres divulgaram comunicado conjunto pelo fim da violência de gênero. Foto: Mídia Ninja

No Dia dos Direitos Humanos, agências da ONU pedem fim da violência contra mulheres

Na ocasião do Dia dos Direitos Humanos, lembrado globalmente em 10 de dezembro, os diretores-executivos do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), da ONU Mulheres e o administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) pediram em comunicado conjunto o fim da violência contra as mulheres.

No mundo, uma em cada três mulheres foi vítima de violência física ou sexual, principalmente por parte de um parceiro íntimo. Quase 750 milhões de mulheres e meninas se casaram antes de completar 18 anos, e mais de 200 milhões sofreram mutilação genital. Mais de 70% de todas as vítimas do tráfico de pessoas no mundo são mulheres e meninas, e três em cada quatro delas foram estupradas.

Faisal tem 18 meses e sofre grave desnutrição aguda. Ele recebe tratamento no hospital Sabeen, na capital do Iêmen, Sanaa. Foto: UNICEF /Yasin

Valores consagrados pela Declaração Universal dos Direitos Humanos estão sob ataque, diz ONU

A universalidade de direitos está sendo contestada em boa parte do mundo e tem enfrentado intenso ataque por parte de terroristas, líderes autoritários e populistas que parecem querer sacrificar os direitos dos outros em benefício do poder. A avaliação é do chefe de direitos humanos da ONU, Zeid Ra’ad Al Hussein.

“A Declaração Universal foi elaborada por um mundo ferido pela guerra, o remédio prescrito pelos Estados para inocular suas populações contra seus piores instintos e omissões”, disse Zeid.

“Essa consciência parece estar se evaporando em ritmo alarmante, e o enorme progresso alcançado através da promulgação progressiva dos princípios de direitos humanos, (…) está sendo cada vez mais esquecido ou deliberadamente ignorado”, completou, às vésperas do Dia dos Direitos Humanos.

A violência doméstica e familiar e o menosprezo ou discriminação à condição de mulher estão incluídos na lei que tipifica o crime de feminicídio. Foto: Agência Brasil / Fernando Frazão

ONU Mulheres convoca América Latina a acabar com feminicídios

No marco da campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, a ONU Mulheres faz um apelo urgente aos países, a instituições públicas e privadas e a toda a sociedade para acabar com os feminicídios na América Latina e no Caribe. Ao longo desta quinta-feira (7), a agência das Nações Unidas promoverá uma ação digital nas redes sociais, conscientizando os públicos do Brasil e das demais nações da região.

Embora a taxa de matrícula no ensino primário tenha aumentado para cerca de 98% em 2015, a taxa de matrícula nacional para crianças de 3 a 5 anos foi de apenas 41% em 2016. Por meio de um projeto do Banco Mundial para a primeira infância, 100 escolas formais e pré-escolas comunitárias foram abertas, beneficiando mais de 125 mil estudantes de 3 a 5 anos de idade. Investir em crianças pequenas é um dos gastos mais inteligentes que um país pode fazer para enfrentar a desigualdade, romper o ciclo da pobreza e melhorar a qualidade de vida no futuro. Saiba mais nesse vídeo e em www.worldbank.org/cambodia

Com apoio do Banco Mundial, Camboja investe em educação na primeira infância

Embora a taxa de matrícula no ensino primário tenha aumentado para cerca de 98% em 2015, a taxa de matrícula nacional para crianças de 3 a 5 anos foi de apenas 41% em 2016. Por meio de um projeto do Banco Mundial para a primeira infância, 100 escolas formais e pré-escolas comunitárias foram abertas no Camboja, beneficiando mais de 125 mil estudantes de 3 a 5 anos de idade.

Investir em crianças pequenas é um dos gastos mais inteligentes que um país pode fazer para enfrentar a desigualdade, romper o ciclo da pobreza e melhorar a qualidade de vida no futuro. Saiba mais nesse vídeo.

No campo de Moria, na ilha de Lesvos, no norte da Grécia, uma frase expressa o desejo de milhões de refugiados e migrantes pelo mundo: ‘Movimento de Liberdade’. Foto: Gustavo Barreto (2016)

Reunião sobre futuro pacto de migração termina com compromisso em prol da dignidade humana

“O que é certo, acima de tudo, são as exigências legítimas de todos os migrantes de que as palavras da Declaração Universal dos Direitos Humanos se aplicam a eles como a todos os outros: todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”, disse a representante especial do secretário-geral da ONU para a Migração Internacional, Louise Arbour.

Encontro de três dias no México preparou caminho para adoção de novo pacto global das Nações Unidas para a migração segura, ordenada e regular.

Um em cada cinco bebês que nascem no Brasil é filho de mãe adolescente. Foto: Governo do Rio de Janeiro

Fundo de População da ONU pede políticas de saúde sexual e reprodutiva para adolescentes nas Américas

Em São Paulo para um seminário internacional sobre a saúde de adolescentes nas Américas, a equipe do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) defendeu na terça-feira (5) que os jovens tenham mais acesso a políticas de saúde sexual e reprodutiva. Agência da ONU lembrou que a América Latina tem a segunda taxa mais alta do mundo de gravidez na adolescência — 18% de todos os partos na região são de mulheres com menos de 20 anos de idade.

ONU Mulheres foi uma das entidades apoiadoras da Marcha das Mulheres Negras, em 2015. À direita, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka Foto: ONU Mulheres/Bruno Spada

Com apoio da ONU, movimento brasileiro de mulheres negras discute objetivos globais

As mulheres negras do Nordeste iniciam nesta terça-feira (5), em Salvador, um ciclo de diálogos com foco no desenvolvimento sustentável, na promoção da igualdade de gênero e na eliminação do racismo.

Além de Salvador, encontros acontecerão em Maceió, na quarta-feira (6), e no Recife, em 15 de dezembro. As atividades são organizadas pela Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB) e entidades locais, com o apoio da ONU Mulheres Brasil.

Refugiados e migrantes chegam à ilha de Lesbos na Grécia. Foto: ACNUR/Achilleas Zavallis

Fluxo de refugiados e migrantes aumenta rumo à Grécia e Espanha, aponta ACNUR

No terceiro trimestre de 2017, refugiados tentando chegar à Europa utilizaram rotas distintas das usualmente percorridas. Enquanto a Grécia viu aumentar o número de pessoas entrando em seu território, a Itália registrou o menor volume dos últimos quatro anos de migrantes e refugiados recorrendo à rota que leva da Líbia até o sul da nação europeia. Dados são de relatório da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), divulgado ao final de novembro (23).

Quase 80% da população brasileira que depende do SUS se autodeclara negra. Foto: UNFPA Brasil/Solange Souza

Quase 80% da população brasileira que depende do SUS se autodeclara negra

Estudos e estatísticas oficiais de saúde apontam que as mulheres negras com idade entre 10 a 49 anos são bastante afetadas por mortes maternas provocadas por causas evitáveis como hipertensão, hemorragia e infecção puerperal. As mortes na primeira semana de vida também são mais frequentes entre crianças negras quando comparadas às brancas.

Além disso, quase 80% da população brasileira que depende do Sistema Único de Saúde (SUS) se autodeclara negra. Diante desse contexto, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) participou nesta semana (4 e 5) de uma oficina promovida pelo Ministério da Saúde para monitoramento e implementação da Política Nacional de Saúde da População Negra.

Mobilizações em favor dos direitos de mulheres e meninas na UFPB. Foto: UFPB

Universidade federal da Paraíba adere a movimento da ONU para igualdade entre homens e mulheres

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) é a mais nova instituição acadêmica do Brasil a aderir ao movimento ElesPorElas, iniciativa da ONU Mulheres para mobilizar homens e meninos pelo fim das desigualdades de gênero. Centro de ensino, pesquisa e extensão se comprometeu a realizar ações de conscientização e a apoiar o poder público em políticas sobre o tema. Engajamento da universidade foi formalizado na semana passada (29).

Gul Shirin, de 45 anos, deu início a uma unidade de costura na província de Parwan. Zarmina, de 35, acaba de estabelecer sua própria micro-estufa no distrito de Paghman, na província de Cabul. Ao lançar as pequenas empresas e ‘casas verdes’, centenas de mulheres afegãs podem agora se manter e apoiar suas famílias. Suas histórias ressaltam o foco do Afeganistão na capacitação das mulheres e na garantia que elas possam participar ativamente da sociedade. Confira nesse vídeo do Banco Mundial.

VÍDEO: Empoderando as mulheres para o crescimento do Afeganistão

Gul Shirin, de 45 anos, deu início a uma unidade de costura na província de Parwan. Zarmina, de 35, acaba de estabelecer sua própria micro-estufa no distrito de Paghman, na província de Cabul. Ao lançar as pequenas empresas e ‘casas verdes’, centenas de mulheres afegãs podem agora se manter e apoiar suas famílias. Suas histórias ressaltam o foco do Afeganistão na capacitação das mulheres e na garantia que elas possam participar ativamente da sociedade. Confira nesse vídeo do Banco Mundial.

Vista aérea de Boa Vista, Roraima. Foto: EBC

Venezuelanas e brasileiras farão grafite em Boa Vista (RR) pelo fim da violência contra mulheres

No marco dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Secretaria de Estado do Trabalho e Bem-Estar Social de Roraima (SETRABES) promovem na terça e quarta-feira (5 e 6), a partir das 9h, a grafitagem de um muro em Boa Vista (RR), com a participação mulheres venezuelanas e brasileiras.

A 150ª adesão aos princípios de empoderamento das mulheres da ONU aconteceu durante o Fórum Mulheres de Destaque, no final de novembro, em São Paulo. Foto: ONU Mulheres

Princípios de empoderamento das mulheres da ONU alcançam 150 empresas signatárias no Brasil

“Igualdade significa negócios”. É sob esta afirmação que a ONU Mulheres e o Pacto Global da ONU vêm trabalhando para promover os Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs, da sigla em inglês) no Brasil e no mundo.

Baseados em práticas empresariais bem-sucedidas, tais princípios orientam corporações a adaptar as políticas existentes ou criar novas práticas para trabalhar a promoção da igualdade entre homens e mulheres no local de trabalho, no mercado, em sua cadeia de valor e na sociedade.

Amina J. Mohammed, vice-secretária-geral da ONU, junto a Tokyo Sexwale, um dos membros da Fundação Nelson Mandela, no local onde Mandela e seus companheiros estiveram encarcerados durante quase duas décadas. Foto: cortesia de Obed Zilwa/Fundação Nelson Mandela

‘Longa caminhada para liberdade’ das mulheres e meninas não acabou, diz vice da ONU na África do Sul

Para Amina Mohammed, debate sobre o tema deve começar em lares e comunidades. “Assim como o mundo se uniu para apoiar o fim da subjugação com base na raça neste grande país, hoje precisamos nos unir para criar um novo movimento que lute pela verdadeira igualdade, em todos os lugares”, disse. Em Joanesburgo, vice-secretária-geral das Nações Unidas também chamou a atenção internacional para necessidade de apoio ao Zimbábue.

Eliminação da transmissão vertical do HIV e da sífilis coloca Caribe no rumo certo para erradicar a AIDS como ameaça de saúde de pública até 2030. Foto: OPAS

Seis países e territórios caribenhos eliminam transmissão do HIV e sífilis de mãe para filho

Seis países e territórios caribenhos — Anguilla; Antígua e Barbuda; Bermudas; Ilhas Cayman; Montserrat; e São Cristóvão e Névis — foram certificados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como livres da transmissão do HIV e da sífilis de mãe para filho, a chamada transmissão vertical. Reconhecimento da eliminação foi anunciado na última sexta-feira (1º), Dia Mundial contra a AIDS.

Pacientes recebem terapia antirretroviral no Quênia. Foto: Observatório Africano de Saúde / OMS

Agências da ONU alertam para acesso desigual a serviços de HIV

Em pronunciamento no Dia Mundial contra a AIDS, observado em 1º de dezembro, o chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Achim Steiner, alertou que, das 36,7 milhões de pessoas vivendo com HIV, 15,8 milhões ainda não têm acesso ao tratamento antirretroviral. Também por ocasião da data, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, lembrou que, a cada quatro minutos, três mulheres jovens são infectadas com HIV.

Sem o direito à educação, não podemos garantir o direito à saúde, disse a UNESCO no Dia Mundial contra AIDS. Foto: UNAIDS

No Dia Mundial contra AIDS, UNESCO defende educação sexual abrangente e de qualidade

Na ocasião do Dia Mundial contra a AIDS, lembrado nesta sexta-feira (1), a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, citou estudos segundo os quais adolescentes que receberam educação sexual abrangente e de qualidade, associada ao acompanhamento de profissional qualificado, têm 40% menos de risco de gravidez precoce ou indesejada e 30% mais chance de concluírem educação secundária.

“Isso se traduz em melhores condições de saúde no longo prazo, incluindo uma redução significativa no risco de infecção pelo HIV”, declarou.

Iniciativa do Instituto Avon, em parceria com a ONU Mulheres, dá voz a histórias reais por meio de depoimentos e músicas. Foto: Reprodução

Em parceria com a ONU, Instituto Avon lança série de vídeos sobre violência contra mulheres

Campanha do Instituto Avon, em parceria com a ONU Mulheres, lançou na quarta-feira (29) o primeiro de uma série de vídeos para a web com histórias reais de mulheres que enfrentaram situações de violência.

A produção faz parte da programação oficial da mobilização mundial 16 dias de ativismo. A atriz Luiza Brunet é protagonista do primeiro episódio sobre violência moral e exposição da vida íntima.

De acordo com o último relatório publicado por FAO e OPAS, a fome aumentou na América Latina e no Caribe pela primeira vez em mais de duas décadas. Foto: EBC

Agências da ONU unem esforços para erradicar fome e má nutrição na América Latina e no Caribe

As três agências das Nações Unidas com sede em Roma — Programa Mundial de Alimentos, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) — anunciaram nesta quinta-feira (30) uma nova aliança que permitirá unir esforços para apoiar os países latino-americanos e caribenhos na erradicação da fome, da má nutrição e da pobreza, impulsionar o desenvolvimento rural e avançar rumo aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Esta nova aliança responde ao momento crítico enfrentado por América Latina e Caribe. De acordo com o último relatório publicado pela FAO e pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a fome aumentou na região pela primeira vez em mais de duas décadas.

Para erradicar a pobreza e a fome até 2030, há uma necessidade urgente de canalizar esforços globais para onde os problemas “acontecem mais profundamente no mundo”, disse o presidente do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Kanayo F. Nwanze. Em outubro, a ONU marcou o Dia Internacional das Mulheres Rurais (15) e o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17). De acordo com Nwanze, o mundo precisa investir na população rural pobre, bem como estimular a agricultura familiar para que ela se torne parte importante do sistema produtivo. Confira neste vídeo

FAO conclui campanha de promoção dos direitos das mulheres rurais no Brasil

“Eu sou uma Maria quarqué, uma dessas muié que vive na roça que viaja de carroça, de cavalo ou a pé”.

Assim escreve Gracivan da Silva Santos Pereira, poeta natural de Xinguara (PA), uma das vencedoras do Concurso Vozes, Imagens, Histórias e Experiências das Mulheres Rurais do Brasil, promovido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

O concurso fez parte da campanha “#Mulheres Rurais, mulheres com direito”, lançada em março e concluída agora pela agência da ONU.

A Organização Mundial da Saúde, OMS, confirmou que o vírus zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, danifica o sistema nervoso central de adultos e dos fetos. O vírus pode provocar problemas no nascimento, incluindo uma malformação congênita chamada microcefalia, e já se espalhou por mais de 70 países e territórios.

Jornalistas de Fortaleza têm até 8/12 para se inscrever em curso da ONU sobre saúde e direitos da mulher

Iniciativa visa preparar profissionais da imprensa e universitários de Jornalismo para abordar desafios de saúde pública, como a epidemia de zika, tendo em vista temas como gênero, raça e etnia. Com a formação, a ONU Mulheres espera melhorar o trabalho jornalístico e a divulgação de informação sobre a tríplice epidemia de arbovirsoses – dengue, zika e chikungunya. O objetivo das atividades é levar profissionais a abordar os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres nesse contexto de saúde específico.

Marcha das Vadias de 2015 no Rio de Janeiro, contra o machismo e a violência de gênero. Foto: Mídia Ninja

Agência da ONU para Refugiados apoia campanha pelo fim da violência sexual e de gênero

Em meio à campanha 16 Dias de Ativismo Contra Violência Sexual e de Gênero, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) está liderando e participando de atividades como oficinas, debates e treinamentos em três capitais brasileiras.

Os eventos buscam estimular a conscientização sobre a necessidade de erradicar a violência sexual e de gênero, assim como alertar sobre suas graves consequências. A campanha acontece no mundo inteiro até 10 de dezembro.

Mulheres que vivem com HIV enfrentam estigma e discriminação dentro de suas próprias famílias, comunidades, locais de trabalho e serviços de saúde. Foto: EBC

Mais de 850 mil mulheres são infectadas por HIV todos os anos no mundo, diz UNAIDS

Dados compilados pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mostram que cerca de 870 mil mulheres são infectadas pelo HIV todos os anos no mundo, e só metade tem acesso ao tratamento capaz de salvar vidas. Isso coloca a AIDS como a maior causa de mortes entre mulheres em idade reprodutiva (de 15 a 49 anos) globalmente.

“Quando jovens mulheres são empoderadas no exercício de seus direitos, a prevalência do HIV cai, há menos registros de gravidez indesejada, menos casos de mortes maternas e menos evasão escolar, além de maior adesão do mercado de trabalho”, afirmou o relatório do UNAIDS “Direito à Saúde”, divulgado na segunda-feira (20).

Cerca de 600 mil rohingyas já deixaram Mianmar em busca de segurança em Bangladesh, desde o final de agosto. Crise foi lembrada pela diretora-executiva do UNFPA, Natalia Kanem, em mensagem para 25 de novembro, Dia Internacional pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Foto: UNFPA/Naymuzzaman Prince

Uma em cada três mulheres já foi vítima de violência, alerta Fundo de População da ONU

Em pronunciamento para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, observado em 25 de novembro, a diretora-executiva do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Natalia Kanem, lembrou a história de Shakila, uma integrante do povo rohingya que fugiu de Mianmar, seu país de origem, em busca de segurança em Bangladesh, nação vizinha. A refugiada conta que foi estuprada depois de ter sido forçada a assistir ao assassinato de seu marido e de sua filha.

ONU e federação de jornalistas conscientizam profissionais sobre violência e estereótipos de gênero

Ao longo dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e a ONU Mulheres promoverão ações de conscientização sobre a cobertura de episódios de violência de gênero. Objetivo da iniciativa, voltada para profissionais de mídia, é melhorar o trabalho de repórteres que divulgam informações sobre esse tipo de violação, contribuindo para eliminar estereótipos e representações preconceituosas.

Insegurança em campus da UnB já foi motivo de protestos dos alunos, em 2013. Foto: Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom

Governo do DF e agências da ONU combatem violência contra mulheres na capital brasileira

Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), ONU Mulheres e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) participaram no sábado (25), Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, da assinatura de um protocolo de intenções com o governo do Distrito Federal tendo como objetivo desenvolver uma série de ações de combate a esse problema na capital do país.

Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil, e Taís Araújo em frente ao espaço Lélia Gonzalez, uma das pioneiras do movimento de mulheres negras. Foto: ONU Mulheres/Bruno Spada

ONU expressa solidariedade a Taís Araújo e critica ataques racistas ‘abomináveis’

Taís Araújo é uma das apoiadoras públicas da ONU Mulheres Brasil e ocupa o cargo honorário de defensora dos Direitos das Mulheres Negras. Ataques racistas feitos à artista foram duramente criticados pela representante da agência no país, Nadine Gasman, que alertou: ‘o discurso de ódio visa à desmobilização do debate central acerca do racismo e dos seus efeitos na vida da população negra’.

A família de Tatiana, na Ucrânia, foi destruída pelos abusos do marido. Ele já se foi, mas ela e as seis crianças ainda tentam reconstruir a vida. Foto: UNFPA/Maks Levin

Fundo de População da ONU reúne relatos de mulheres que viveram situações de violência

Neste sábado (25), começa em todo o mundo a campanha anual de 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Baseada em Gênero. No Brasil, o lançamento aconteceu um pouco mais cedo, na segunda-feira (20), Dia da Consciência Negra, para lembrar que as mulheres negras brasileiras são as principais vítimas deste tipo de agressão. Como parte da iniciativa global, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) reuniu relatos de mulheres de diferentes lugares do mundo sobre o tema.

Phumzile Mlambo-Ngcuka, diretora-executiva da ONU Mulheres, ao lado de António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas. Foto: Eskinder Debebe

ONU pede fim da impunidade para a violência de gênero

Em pronunciamento em Nova Iorque para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, lembrado no próximo 25 de novembro, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, defendeu a igualdade de gênero e o empoderamento feminino como soluções para as violações dos direitos das mulheres.

“Em todo o mundo, mais de uma a cada três mulheres enfrentará violência ao longo de suas vidas; 750 milhões de mulheres se casaram antes de completar 18 anos e mais de 250 milhões foram submetidas à mutilação genital feminina”, lembrou o dirigente máximo do organismo internacional.

Grupo coordenado por UNFPA e OPAS/OMS promoveu o debate sobre Estratégia Global para a Saúde das Mulheres, das Crianças e dos Adolescentes 2016-2030. Foto: OMS

ONU e parceiros discutem estratégia nacional para saúde de mulheres, crianças e adolescentes

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) receberam na quinta-feira (23) representantes de outras agências da ONU, do Ministério da Saúde brasileiro, da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) e da sociedade civil para discutir a implementação da Estratégia Global para a Saúde das Mulheres, das Crianças e dos Adolescentes 2016-2030 no país.

A iniciativa foca no apoio aos países para que as políticas públicas de saúde efetivamente promovam a equidade e sejam voltadas aos mais vulneráveis, sem deixar ninguém para trás.

Lei brasileira permite o casamento de meninas com qualquer idade em caso de gravidez. Foto: EBC

No Nordeste, 17% das mulheres já foram agredidas fisicamente, revela ONU

Às vésperas do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, lembrado em 25 de novembro, a ONU Mulheres divulgou nesta quinta-feira (23) uma pesquisa que revela que 27% de todas as brasileiras do Nordeste com idades entre 15 e 49 anos já foram vítimas de violência doméstica ao longo da vida.

Na região, 17% das mulheres já foram agredidas fisicamente pelo menos uma vez. Salvador, Natal e Fortaleza ostentam o título negativo de cidades mais violentas para as mulheres.

ONU Meio Ambiente decidiu somar esforços a iniciativa global contra a violência de gênero. Foto: PEXELS

ONU Meio Ambiente se une a campanha pelo fim da violência contra mulheres

Para lembrar o Dia Internacional pelo Fim da Violência contra as Mulheres, em 25 de novembro, a ONU Meio Ambiente lança a iniciativa digital “Mulheres Que Inspiram”. Estratégia de conscientização nas redes sociais convoca todos os setores da sociedade a acabar com a violência de gênero.

Com o projeto, o organismo internacional se soma aos esforços da campanha global “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, coordenada pela ONU Mulheres no âmbito da campanha do secretário-geral das Nações Unidas UNA-SE.

Participantes de ato unificado pelo fim da violência contra a mulher, realizado em São Paulo. Foto: Flickr CC/Mídia Ninja

Região da América Latina e do Caribe é a mais violenta do mundo para as mulheres, diz ONU

Na América Latina e no Caribe, o número de países com políticas nacionais de proteção às mulheres aumentou de 24 em 2013 (74% do total) para 31 em 2016 (94%). No entanto, a região continua sendo a mais violenta do mundo para as mulheres, cenário de partida de um novo relatório sobre o tema produzido por Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e ONU Mulheres, lançado nesta quarta-feira (22) no Parlamento Latino-Americano (Parlatino) com mais de 120 legisladores.

Cristo Redentor no Rio de Janeiro será iluminado de laranja no próximo 25 de novembro. Foto: UNIC Rio/Célio Durães

ONU ilumina cartões-postais brasileiros em campanha pelo fim da violência contra mulheres

Cristo Redentor, Elevador Lacerda e Palácio Buriti – cartões-postais do Brasil – se somam à iluminação laranja da campanha global das Nações Unidas dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

Pelo quarto ano consecutivo, a iluminação — programada para o dia 24 de novembro em Brasília e 25 no Rio de Janeiro e em Salvador — deixa as marcas em diferentes pontos do mundo em favor dos direitos de mulheres e meninas viverem sem violência.