Igualdade de gênero

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 5 diz: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods5 e notícias sobre o tema abaixo. Dentro do Sistema ONU, quem lidera o tema é a ONU Mulheres. Acesse o site da agência no Brasil (www.onumulheres.org.br).

Avenida em Riad, na Arábia Saudita. Foto: Ammar shaker/Wikimedia Commons (CC)

Relator da ONU elogia planos da Arábia Saudita de reformar economia

Após visita à Arábia Saudita, o relator especial da ONU sobre a extrema pobreza afirmou que os planos do governo de transformar a economia do país representam uma oportunidade única para melhorar os direitos humanos dos pobres e das mulheres.

Apesar dos vários problemas de direitos humanos na Arábia Saudita, os planos econômicos reconhecem a necessidade de incentivar a plena participação feminina no mercado de trabalho — mudança necessária para permitir que elas se tornem mais produtivas e independentes, disse o relator.

As pessoas mais vulneráveis da região de lagos de Sô-Ava, no sul do Benim, vivem isoladas, não conseguindo se deslocar de canoa ou em embarcações pequenas. O acesso a serviços de saúde, incluindo saúde reprodutiva e planejamento familiar, é difícil nessas condições. O governo do Benim e seus parceiros – incluindo o UNFPA, o Fundo de População da ONU – promovem desde 2015 os chamados “barcos-clínica”, que leva essas serviços a regiões de difícil acesso. Pouco mais de um ano após a implementação dessa iniciativa, os resultados já são visíveis. Confira nesse vídeo especial.

Agência da ONU leva serviços de planejamento familiar a áreas de difícil acesso no Benim; vídeo

As pessoas mais vulneráveis da região de lagos de Sô-Ava, no sul do Benim, vivem isoladas, não conseguindo se deslocar de canoa ou em embarcações pequenas. O acesso a serviços de saúde, incluindo saúde reprodutiva e planejamento familiar, é difícil nessas condições.

O governo do Benim e seus parceiros – incluindo o UNFPA, o Fundo de População da ONU – promovem desde 2015 os chamados “barcos-clínica”, que leva essas serviços a regiões de difícil acesso. Pouco mais de um ano após a implementação dessa iniciativa, os resultados já são visíveis. Confira nesse vídeo especial.

O Brasil é um dos lugares mais perigosos do mundo para ser mulher: uma mulher é morte a cada 2 horas e atacada a cada 15 segundos. Sueny é uma ativista brasileira que luta para acabar com a violência contra as mulheres em uma comunidade no Rio de Janeiro.

No Brasil, uma mulher é assassinada a cada 2 horas; vídeo

O Brasil é um dos lugares mais perigosos do mundo para ser mulher: uma mulher é morte a cada 2 horas e atacada a cada 15 segundos. Sueny é uma ativista brasileira que luta para acabar com a violência contra as mulheres em uma comunidade no Rio de Janeiro.

Ela é uma das participantes de um programa da Casa da Mulher Trabalhadora (CAMTRA), organização apoiada pelo Fundo Fiduciário das Nações Unidas pelo Fim da Violência contra a Mulher, gerido pela ONU Mulheres. Confira nessa matéria especial.

Foto: Mídia Ninja

ARTIGO: Por um país 50-50

Em artigo publicado na imprensa nacional, especialistas abordam a sub-representação das mulheres na política. Enquanto elas respondem por 52% do eleitorado no Brasil, têm ocupado apenas 10% dos cargos políticos eletivos.

O artigo é assinado por Flávia Biroli, professora do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília, Luciana Lóssio, ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres no Brasil.

As parteiras salvam vidas. E parteiras bem treinadas poderiam ajudar a evitar aproximadamente dois terços de todas as mortes maternas e neonatais, de acordo com o Fundo de População da ONU (UNFPA). Elas também poderiam fornecer 87% de todos os serviços essenciais de saúde sexual, reprodutiva, materna e neonatal. No entanto, apenas 42% das pessoas com habilidades de parteira trabalham nos 73 países onde ocorrem mais de 90% de todas as mortes maternas e neonatais.

UNFPA: parteiras salvam vidas em Burkina Faso (vídeo)

As parteiras salvam vidas. E parteiras bem treinadas poderiam ajudar a evitar aproximadamente dois terços de todas as mortes maternas e neonatais, de acordo com o Fundo de População da ONU (UNFPA). Elas também poderiam fornecer 87% de todos os serviços essenciais de saúde sexual, reprodutiva, materna e neonatal.

No entanto, apenas 42% das pessoas com habilidades de parteira trabalham nos 73 países onde ocorrem mais de 90% de todas as mortes maternas e neonatais. Confira como o UNFPA está ajudando a mudar esse quadro em Burkina Faso, país africano da região do Sahel.

Bolsa Família atende 13,8 milhões de famílias brasileiras. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Bolsa Família favorece autonomia das mulheres, diz estudo de centro da ONU

O programa Bolsa Família é positivo para a autonomia das mulheres beneficiárias, bem como para seu poder de decisão no lar, seu senso de cidadania e suas escolhas reprodutivas. Por outro lado, elas tendem a trabalhar menos horas no mercado de trabalho e realizar mais atividades domésticas, o que acaba reforçando os estereótipos de gênero. A conclusão é de estudo divulgado na quarta-feira (11) pelo Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG) das Nações Unidas.

Vista de Kandahar, no Afeganistão. Foto: UNAMA

Milhares de crianças no Afeganistão sofrem de desnutrição; 9,3 milhões de pessoas precisam de ajuda

Nos primeiros nove meses de 2016, a luta armada no país matou o número recorde de 8.397 pessoas e descolou meio milhão em novembro. Mais da metade dos civis deslocados são crianças que, além da desnutrição, enfrentam maus-tratos e exploração, incluindo casamento forçado, abuso sexual e trabalho infantil.

Na terça (10), atentados terroristas deixaram dezenas de mortos e muitos outros feridos, incluindo o governador de Kandahar e o embaixador dos Emirados Árabes Unidos.

Foto: EBC

Assassinatos de Campinas expressam cultura de violência contra as mulheres, diz agência da ONU

A ONU Mulheres manifestou nesta terça-feira (10) repúdio ao crime cometido em Campinas, interior de São Paulo, no primeiro dia do ano, quando o técnico de laboratório Sidnei de Araújo, de 46 anos, invadiu uma residência matando sua ex-mulher, seu filho de 8 anos e outras dez pessoas presentes no local.

Segundo a agência da ONU, tratou-se de um crime de violência de gênero, e não um caso isolado fruto de vingança pessoal. “São casos de machismo e misoginia, que expressam a cultura de violência à qual todas as mulheres estão submetidas diariamente no Brasil devido aos sentimentos de posse e desigualdades estruturais com base em gênero”, disse a entidade.

Uma mãe cuida de seu bebê desnutrido e desidratado no Hospital de Banadir, na capital somali, Mogadíscio. Foto: ONU/Stuart Price

Novo currículo de formação em obstetrícia na Somália obtém reconhecimento internacional

Um novo currículo para as escolas de formação em obstetrícia na Somália foi reconhecido internacionalmente pela Confederação Internacional de Parteiras (ICM, na sigla em inglês) em dezembro de 2016, informou o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

O reconhecimento internacional de parteiras qualificadas contribuirá para a redução da alta mortalidade materna e de crianças recém-nascidas em todas as regiões da Somália, disse o vice-presidente da principal escola de obstetrícia de Mogadíscio, Hawa Abdullahi Elmi.

2016: um ano de desafios e conquistas para o mundo

O ano de 2016 foi um período cheio de desafios para a comunidade internacional. A guerra na Síria se agravou, apesar dos esforços pela paz, e conflitos violentos também recrudesceram no Sudão do Sul, no Iêmen e em outras partes do mundo. Na comparação com 2015, houve um aumento de 5 milhões no número global de refugiados.

Ao mesmo tempo, 2016 foi histórico por conta de avanços positivos, como a entrada em vigor do Acordo de Paris e o início do mandato da Agenda 2030 da ONU, um plano ambicioso para colocar o planeta no caminho rumo ao desenvolvimento sustentável. Confira na retrospectiva especial produzida pelas Nações Unidas.

Bandeira do Egito. Foto: EBC

Especialistas da ONU pedem fim da repressão contra defensores dos direitos das mulheres no Egito

Um grupo de especialistas das Nações Unidas condenou em meados de dezembro (15) a escalada de ações arbitrárias no Egito contra grupos de defesa dos direitos das mulheres. Segundo os relatores, trata-se de uma continuidade da repressão do governo egípcio contra a sociedade civil.

“As ações das autoridades do país estão impedindo as defensoras dos direitos das mulheres de conduzir as suas atividades e profissões legítimas, e estão deixando milhares de mulheres em necessidade de suporte e proteção”, disseram os especialistas.

Víctor Manuel Cortez Rodríguez, de 29 anos, identifica-se como trans-masculino e homem feminista. Foto: PNUD

Agência da ONU apoia vítimas de violência sexual no conflito colombiano

Após acordo de paz firmado em novembro, os colombianos podem finalmente começar a curar suas feridas com o apoio da ONU e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A agência está diretamente envolvida no processo de paz no país, fornecendo suporte às vítimas para que possam reconstruir suas vidas com dignidade. No entanto, algumas delas ainda precisarão de muitos anos para se recuperar — esse é o caso das vítimas de violência sexual.

Na imagem de capa do vídeo, a princesa Vitória ao lado do chefe do diretor executivo da FAO, José Graziano da Silva Crédito da foto: FAO/Cristiano Minichiello.

Em evento global, FAO incentiva empoderamento das mulheres rurais; vídeo

A FAO, agência da ONU na área de agricultura e alimentação, realizou um evento em dezembro (16) sobre o empoderamento das mulheres. O encontro, realizado na sede da agência, em Roma, focou na igualdade de gênero e no papel das mulheres rurais na luta contra a fome e a desnutrição.

O evento contou com a participação da princesa Vitória, da Suécia, que pediu acesso igualitário aos recursos agrícolas.

Os três eixos de trabalho do programa incluem saúde reprodutiva e direitos de mulheres, adolescentes e jovens e população e desenvolvimento. Foto: Prefeitura de João Pessoa

‘Existe uma agenda pendente no Brasil sobre direitos sexuais e reprodutivos’, diz agência da ONU

Representantes da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) reuniram-se no início de dezembro (7 e 8) no Rio de Janeiro para discutir o plano de trabalho conjunto para os próximos cinco anos. Na ocasião, o representante da agência da ONU no Brasil, Jaime Nadal, defendeu a parceria voltada para o desenvolvimento e os direitos humanos.

“Existe uma agenda pendente no Brasil sobre saúde reprodutiva e direitos sexuais e reprodutivos que entendemos ser parte essencial da agenda de desenvolvimento e de direitos humanos. Nosso papel é unir forças à Fiocruz para apoiar essa agenda”, afirmou o representante do UNFPA no Brasil, Jaime Nadal.

Foto: Renato Araújo/ABr

Crescimento de salários desacelera no mundo para nível mais baixo em 4 anos

O crescimento dos salários em todo o mundo tem desacelerado para seu menor nível em quatro anos, passando de uma alta de 2,5% em 2012 para 1,7% em 2015, de acordo com o Relatório Global sobre Salários 2016-2017 publicado nesta quinta-feira (15) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). A recuperação dos salários em algumas economias desenvolvidas no ano passado — como Estados Unidos e Alemanha — não foi suficiente para compensar a queda nos países emergentes e em desenvolvimento, especialmente na América Latina e no Leste Europeu.

Agência da ONU pede mais esforços pelos direitos das mulheres com deficiência no Brasil. Foto: Agência Brasília / Gabriel Jabur

Agência da ONU faz apelo público em defesa dos direitos das mulheres com deficiência no Brasil

Neste 13 de dezembro, dia em que se completam dez anos da adoção da Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, a ONU Mulheres no Brasil faz um apelo público ao pleno cumprimento da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei n. 13.146/2015.)

A agência das Nações Unidas solicita que os direitos dessa população sejam priorizados por meio de políticas públicas e investimentos em programas de inclusão social e econômica — que devem ser desenvolvidos pelos governos federal, estadual e municipal.