Educação de qualidade

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 4 diz: “Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 4 diz: “Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods4 e notícias sobre o tema abaixo.

Realizado pela ONG Repórter Brasil em parceria com a SEDUC e com apoio da OIT e do MPT, o projeto tem como objetivo promover a discussão sobre o tema do trabalho escravo na rede estadual de ensino do Maranhão. Foto: OIT

Escolas do Maranhão desenvolvem atividades de prevenção ao trabalho escravo

Realizado pela ONG Repórter Brasil, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) do Maranhão e com apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Ministério Público do Trabalho (MPT), o projeto “Escravo, nem pensar!” é focado na prevenção ao trabalho escravo e já está em sua segunda edição.

Por meio da iniciativa, escolas da rede estadual desenvolverão este ano atividades de prevenção ao trabalho escravo com alunos e pessoas da comunidade. O Maranhão é o principal estado de origem de trabalhadores resgatados do trabalho escravo no Brasil.

Uma escola na Inglaterra tem mostrado como um centro de ensino pode ser exemplo de diversidade. Nela, 12 crianças refugiadas estão matriculadas. Também são oferecidas aulas de inglês semanais para os pais, além de suporte para lidar com o estresse pós-traumático e apoiar outras crianças refugiadas recém-chegadas. Confira nesse vídeo da Agência das Nações Unidas para Refugiados, ACNUR

Escola na Inglaterra dá exemplo de diversidade e integração com crianças refugiadas; vídeo

Uma escola na Inglaterra tem mostrado como um centro de ensino pode ser exemplo de diversidade. Nela, 12 crianças refugiadas estão matriculadas. Também são oferecidas aulas de inglês semanais para os pais, além de suporte para lidar com o estresse pós-traumático e apoiar outras crianças refugiadas recém-chegadas. Confira nesse vídeo da Agência das Nações Unidas para Refugiados, ACNUR.

Publicação analisa formas de as políticas de proteção social contribuírem para a ampliação da segurança alimentar e nutricional nos países africanos. Foto: PMA

Centro de Excelência contra a Fome lança publicação sobre proteção social em países africanos

O Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — lançou na semana passada (16) uma nova publicação que reúne cinco artigos sobre proteção social em países africanos.

A partir de uma abordagem holística e sistêmica, os estudos de caso encontraram evidências de que programas de transferência de renda, de alimentação escolar vinculada à agricultura local, entre outros, melhoraram o acesso, a disponibilidade, a estabilidade e o consumo de alimentos nesses países.

Celebrações do Dia Africano de Alimentação Escolar em 2017. Foto: PMA

Evento no Zimbábue celebrará Dia Africano de Alimentação Escolar

Em 1º de março, a União Africana vai celebrar o terceiro Dia Africano de Alimentação Escolar. O evento oficial deste ano acontecerá no Zimbábue, e celebrações nacionais e sub-nacionais simultâneas são esperadas.

A data marca o compromisso do continente com a mobilização de um ambiente propício para a governança e o estabelecimento de políticas públicas de alimentação escolar. O relato é do Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA).

Reunião comunitária em Aurangabad, na Índia. Foto: Banco Mundial/Simone D. McCourtie

ONU: sem ações pela igualdade de gênero, mundo não alcançará objetivos globais

Sem o rápido progresso para a igualdade de gênero e ações reais para acabar com a discriminação contra mulheres e meninas, a comunidade global não será capaz de manter a promessa de “não deixar ninguém para trás” no caminho para pôr fim à pobreza, proteger o planeta e avançar na prosperidade até 2030, de acordo com novo relatório das Nações Unidas lançado na quarta-feira (14).

“Este é um sinal urgente para a ação, e o relatório recomenda os caminhos a seguir”, disse a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, no lançamento do documento “Transformando promessas em ação: Igualdade de Gênero na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”.

O relatório combina exemplos de empresas de todo o mundo com uma análise aprofundada de 10 corporações em oito países, incluindo o Brasil. Foto: FAO/Ubirajara Machado

Políticas laborais de apoio a quem tem filhos beneficiam trabalhadores e empresas, diz relatório

Estudo de subsidiária do Banco Mundial analisou políticas laborais de países latino-americanos, caribenhos e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para apoiar quem tem filhos e conclui que elas beneficiam tanto profissionais quanto as empresas.

Além de discutir as vantagens dos programas de suporte para mães e pais, o relatório apresenta várias recomendações para empresas que desejam implementá-los ou aprimorá-los.

Refugiados recém-chegados do Sudão do Sul contam ao chefe do ACNUR, Filippo Grandi, e ao chefe humanitário da ONU, Mark Lowcock, as razões de sua fuga. Foto: ACNUR/Georgina Goodwin

Crise de refugiados do Sudão do Sul deve se tornar a maior do mundo este ano, alerta ONU

O alto-comissário da ONU para refugiados, Filippo Grandi, e o coordenador de ajuda de emergência, Mark Lowcock, lançaram na quinta-feira (1) um apelo para arrecadar 1,5 bilhão de dólares para ajudar refugiados forçados a deixar a grave situação humanitária no Sudão do Sul, e 1,7 bilhão de dólares para atender as necessidades da população do país.

Com o conflito chegando a seu quinto ano, aproximadamente 2,5 milhões de sul-sudaneses foram forçados a deixar o país em direção a cinco nações vizinhas — Uganda, Quênia, Sudão, Etiópia, República Democrática do Congo e República Centro-Africana. O conflito e a insegurança já forçaram uma em cada três pessoas a se deslocar – seja dentro do Sudão do Sul ou para além de suas fronteiras. Dentro do país, 7 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária.

O relatório combina exemplos de empresas de todo o mundo com uma análise aprofundada de 10 corporações em oito países, incluindo o Brasil. Foto: FAO/Ubirajara Machado

Programa Mundial de Alimentos discute impulso à alimentação escolar no mundo

Representantes de escritórios regionais e de país do Programa Mundial de Alimentos (PMA) reuniram-se na semana passada em Dacar, no Senegal, para discutir a estratégica de atuação do programa no âmbito da alimentação escolar.

Na ocasião, os participantes debateram como as políticas de alimentação escolar do PMA se refletem nas experiências, prioridades, desafios e boas práticas dos escritórios regionais e de país, além de discutirem possíveis caminhos para o futuro.

Debate promovido por UNESCO, ONU Mulheres e Serasa Experian discute empoderamento das mulheres na ciência e tecnologia. Foto: EBC

ONU e Serasa promovem debate em SP sobre mulheres na ciência

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a ONU Mulheres e a Serasa Experian, empresa brasileira de análises e informações para decisões de crédito e apoio a negócios, realizam nesta segunda-feira (5) em São Paulo o evento “Por um Planeta 50-50 em 2030: Mais Mulheres e Meninas na Ciência & Tecnologia”, com o objetivo de promover o empoderamento das mulheres e a igualdade de gênero nessas áreas. O debate é transmitido ao vivo pela Internet.

Segundo a OIT, as dificuldades de acesso às políticas públicas, especialmente educação e outros direitos, aumentam a situação de vulnerabilidade social dos trabalhadores. Foto: EBC

OIT pede apoio socioeconômico a resgatados de trabalho escravo no Brasil

Dados extraídos do Observatório Digital do Trabalho Escravo no Brasil mostram que quase 2% dos trabalhadores resgatados de situações análogas à escravidão no país nos últimos 15 anos foram vítimas desse crime ao menos duas vezes.

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o retorno ao ciclo de escravidão é maior entre aqueles com baixo grau de instrução — a taxa entre analfabetos é duas vezes maior.

Tal cenário aponta a necessidade de fortalecimento de medidas de apoio socioeconômico aos resgatados, de acordo com a agência das Nações Unidas.

Alunos da Escola Municipal Lindolfo Collor em Maceió, Alagoas. Foto: Pei Fon/ Secom Maceió

UNICEF alerta para necessidade de reverter evasão escolar no Brasil

Mais de 180 mil escolas brasileiras iniciaram um novo ano letivo na segunda-feira (29) em todo o país. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2015, 6,5% das crianças e adolescentes com idade entre 4 e 17 anos, ou mais de 2,8 milhões de meninos e meninas, estão fora da sala de aula.

“Reverter a exclusão escolar é urgente. A cada ano que passam fora da escola, crianças e adolescentes têm seu direito de aprender negado e ficam ainda mais longe da garantia de outros direitos. A exclusão afeta justamente meninos e meninas vindos das camadas mais vulneráveis da população”, explica Ítalo Dutra, chefe de Educação do UNICEF no Brasil.

Salim teve que deixar a capital da Síria, Damasco, devido à guerra. Refugiado no Brasil há três anos, hoje ele atua em sua área de formação profissional. Foto: ACNUR/Gabo Morales.

ONG apoia revalidação dos diplomas de refugiados sírios no Brasil

Parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a organização não governamental Compassiva tem apoiado refugiados sírios na revalidação de seus diplomas quando chegam ao Brasil, com o objetivo de ajudá-los a retomar suas carreiras.

“Não é apenas um pedaço de papel”, diz André Leitão, presidente executivo da Compassiva. “Revalidar o diploma é o primeiro passo para que essas pessoas possam recuperar a sua dignidade, sua identidade”.

Participação de meninas em ciências exatas e tecnológicas é tema de edital da ONU Mulheres e parceiros. Foto: Fuzileiros Navais dos Estados Unidos/Ida Irby

ONU apoiará projetos brasileiros para inclusão de meninas nas áreas de exatas e tecnologia

A ONU Mulheres e instituições parceiras anunciaram nesta semana (23) os ganhadores de um edital que disponibilizará recursos para projetos de inserção de meninas nas áreas de tecnologia e ciências exatas. Entre as dez iniciativas selecionadas, estão programas de capacitação em robótica, desenvolvimento de games e aplicativos, oficinas de mídias digitas e software livre e experimentos com plantas medicinais.

Duas meninas conversam com um psicólogo usando um telefone celular em uma área rural no Nepal. No fundo, uma casa destruída pelos devastadores terremotos de 2015. Foto: UNICEF/Karki

Rede 3G de Internet já chega aos 47 países mais vulneráveis do mundo, comemora ONU

Segundo relatório das Nações Unidas, os 47 países mais vulneráveis do mundo estão no caminho certo para democratizar internet, com 60% dessa população já alcançando os serviços de Internet essenciais para reduzir a pobreza e melhorar o acesso à saúde, por exemplo.

Residem nesses países mais de 880 milhões de pessoas – cerca de 12% da população mundial –, mas representam menos de 2% do produto interno bruto (PIB) mundial e cerca de 1% do comércio mundial de bens.

Uma rua em Douma, Ghouta Oriental, na Síria. Foto: UNICEF/Amer Al Shami

Síria: ONU alerta para impacto ‘devastador’ do aumento da violência contra civis

“Não podemos aguentar silenciosamente diante da violência indiscriminada e das violações dos direitos humanos internacionais e do direito humanitário internacional”, disseram Adama Dieng, assessor especial da ONU para a Prevenção do Genocídio, e Ivan Simonovic, assessor especial da organização para a Responsabilidade de Proteger.

Mais de metade da infraestrutura básica do país foi danificada ou destruída, e mais de 13 milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária, como resultado do conflito de sete anos – agora mais longo do que a Segunda Guerra Mundial.

Pelo menos 13 sírios, incluindo duas crianças, perderam a vida para as temperaturas congelantes no leste do Líbano. Eles tentavam entrar no país vindos da Síria, informaram as agências humanitárias das Nações Unidas.

Sede da CEPAL, em Santiago do Chile. Foto: Carlos Vera/CEPAL

ONU recebe inscrições para curso gratuito no Chile sobre economias latino-americanas

Estão abertas até 16 de abril as inscrições para a Escola de Verão sobre Economias Latino-americanas 2018, programa de formação oferecido pela Comissão Econômica da ONU para a América Latina e o Caribe (CEPAL).

Curso gratuito é voltado para jovens pesquisadores, graduados ou pós-graduados. Aulas acontecem entre 18 de julho e 28 de setembro, na sede do organismo regional, em Santiago, no Chile. Participantes devem arcar com custos de deslocamento e estadia.

Crianças coletam água limpa e segura no campo de Kyein Ni Pyin, que abriga quase 6 mil rohingya deslocados pela violência no estado de Rakhine, em Mianmar. Foto: UNICEF/Thame

Mianmar: crianças rohingya estão em condições ‘assustadoras’, alerta UNICEF

Porta-voz do UNICEF, Marixie Mercado, passou quase um mês no país; ela falou sobre 60 mil crianças rohingya “esquecidas”. Milhares não recebem tratamento para desnutrição; abrigos estão perto de depósito de lixo; pessoas não conseguem viajar para obter ajuda médica.

Iniciativa do Programa Mundial de Alimentos da ONU garante a 90 mil refugiados um cartão de débito pré-pago que pode ser utilizado para comprar uma variedade de alimentos, fornecidos às mulheres para que elas possam decidir por suas famílias o que comprar.

Foto: UNESCO

Guia de educação em sexualidade da ONU enfatiza igualdade de gênero e direitos humanos

Perto de completar dez anos, o guia “Orientações Técnicas de Educação em Sexualidade”, voltado para legisladores que trabalham na elaboração de currículos escolares no mundo todo, teve esta semana sua edição atualizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Com base em uma análise das melhores práticas no mundo, o guia mostra que a educação em sexualidade ajuda os jovens a se tornar mais responsáveis em sua atitude e comportamento no que se refere à saúde sexual e reprodutiva. Também é essencial no combate à evasão escolar de meninas provocada por gravidez ou casamento precoce.

Escola da Vila Nova Esperança em Tomé-Açu (PA), onde atua o Sistema de Organização Modular de Ensino (Some). Foto: Blog do Riba/http://ribaprasempre.blogspot.com.br

Professora adota currículo da ONU sobre igualdade de gênero em áreas rurais do Pará

A professora paraense Danielle Figueiredo, de 33 anos, dá aulas para alunos do ensino médio em áreas rurais do Pará por meio de um sistema denominado modular. Nele, as aulas são concentradas em apenas uma disciplina durante 50 dias, em locais de melhor acesso para estudantes que vivem longe dos centros urbanos.

Isso significa que Danielle, professora de sociologia pós-graduada na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), passa 50 dias em diferentes municípios da região nordeste do estado, já tendo lecionado em comunidades rurais de Capitão Poço, Garrafão do Norte, Nova Esperança do Piriá, entre outras.

Desde 2015, a professora da rede estadual de ensino passou a aplicar em sala de aula, por iniciativa própria, “O Valente não é Violento”, currículo interdisciplinar disponível na Internet que tem como objetivo abordar questões de sexualidade e de gênero para combater e prevenir a violência contra mulheres e meninas.

Foto: Banco Mundial/Simone D. MaCourtie

Extremistas usam Internet para atrair jovens, diz estudo da UNESCO

Extremistas violentos usam a Internet para atrair público, disseminar conteúdo e impulsionar o diálogo direto com jovens, segundo estudo de uma agência das Nações Unidas, segundo o qual mais pesquisas são necessárias para descobrir se as mídias sociais têm papel efetivo na radicalização.

“Mais do que propulsora ou causa de comportamento violento, a Internet e as mídias sociais especificamente podem ser facilitadoras de processos mais amplos de radicalização violenta”, disse a pesquisa divulgada na sexta-feira (29) conduzida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Refugiado sírio busca orientação sobre o andamento de seu pedido de revalidação do diploma em São Paulo, onde o ACNUR financia um projeto na organização Compassiva para diminuir os custos do processo. Foto: ACNUR/Gabo Morales

Assembleia legislativa de SP aprova lei que isenta refugiados de taxas para revalidar diplomas

Após mais de um ano de tramitação, a Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) aprovou por unanimidade o Projeto de Lei 557/2016, que prevê que pessoas refugiadas deixem de arcar com o pagamento de taxas de revalidação de diplomas nas universidades estaduais paulistas. Legislação contempla certificados de graduação, mestrado e doutorado. Custos com processo de autenticação podem chegar até 20 mil reais. Decisão foi celebrada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Crianças em centro de proteção no Sudão do Sul. Foto: UNICEF/Hakim George

UNICEF: violência contra crianças em zonas de guerra ‘não pode ser novo normal’

Ao longo de 2017, meninos e meninas em zonas de conflito foram atacados em uma escala chocante, afirmou nesta quinta-feira (28) o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Em confrontos em todo o mundo, crianças se tornaram alvo nas linhas de frente, usadas como escudos humanos, mortas, mutiladas ou recrutadas para lutar. O estupro, o casamento forçado, o sequestro e a escravização tornaram-se táticas padrão em situações de guerra, do Iraque, Síria e Iêmen até Nigéria, Sudão do Sul e Mianmar.

Hanan Dacka (no centro), 12 anos de idade, estuda ao lado de suas novas amigas brasileiras em uma escola pública no centro de São Paulo. Foto: ACNUR/ Gabo Morales

ONG discute desafios para integrar refugiados ao sistema educacional do Brasil

Diferenças linguísticas são uns dos principias desafios enfrentados por crianças refugiadas que frequentam o sistema educacional do Brasil. É o que revela um levantamento preliminar divulgado neste mês pela organização não governamental I Know My Rights (IKMR), responsável pela iniciativa Cidadãs do Mundo. Criado ao final de 2016 com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), projeto mantém rede de compartilhamento de experiências pedagógicas, promovendo trocas entre gestores e docentes para aprimorar a integração dos estrangeiros em situação de deslocamento forçado.

O menino sírio Basel Alrashdan (de jaqueta azul), refugiado reassentado no Canadá, brinca com amigos da escola em Charlottetown, na Ilha do Príncipe Eduardo. Foto: UNICEF/Gilbertson VII

UNICEF alerta sobre futuro de 180 milhões de crianças; pede oportunidades para ‘minoria esquecida’

Novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), divulgado no fim de novembro (20), indicou que uma em cada 12 crianças vive num país com perspectivas mais limitadas do que suas gerações anteriores, apesar do progresso global.

O relatório, lançado no Dia Mundial da Criança, revela que em 37 países, 180 milhões de crianças têm mais chances de viverem em extrema pobreza, estarem fora da escola ou serem assassinadas por causa da violência, do que crianças nesses mesmos países 20 anos atrás.

Acordo, com vigência inicial de dois anos, tem como principal meta fortalecer as políticas públicas voltadas para a adolescência e juventude do Distrito Federal. Foto: PNUD Brasil/Fábio Donato

Fundo de População da ONU e governo do DF impulsionam políticas públicas para juventude

A Secretaria de Estado da Criança do governo do Distrito Federal (DF) assinou na quarta-feira (20) acordo com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) para fortalecer as políticas públicas voltadas para a adolescência e a juventude na capital federal, tendo como base os direitos humanos universais.

De forma geral, o projeto deve contribuir para ampliar as políticas de adolescência e juventude implementadas pela secretaria, por meio de uma nova metodologia para promoção de protagonismo juvenil e fortalecimento de trajetórias.

Alfred Zayas, relator especial independente para a Promoção de uma Ordem Internacional Democrática e Justa. Foto: ONU/Amanda Voisard

Em visita a Equador e Venezuela, especialista recomenda maior cooperação com a ONU

De acordo com especialista das Nações Unidas, as iniciativas adotadas por Equador e Venezuela em áreas fundamentais como educação gratuita, serviços de saúde, habitação a preços acessíveis e combate à discriminação devem ser elogiadas pela comunidade internacional.

Por outro lado, o relator da ONU se mostrou preocupado com “problemas endêmicos que persistem”, incluindo pobreza, corrupção, desigualdade social, irregularidades eleitorais, repressão a opositores, entre outros.

Foto: EBC

Relatório publicado pela UNESCO ajuda cidadãos a reivindicar direito à educação

O Relatório de Monitoramento Global de Educação (GEM) da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançou na terça-feira (19) a campanha #QueméResponsável, voltada para o público jovem, com o objetivo de garantir que o direito à educação seja respeitado.

A campanha é lançada em conjunto com uma versão do Relatório GEM 2017/8 voltada para o público jovem. O documento trata do poder da juventude na responsabilização de seus governos pela educação equitativa e de qualidade.

Em Serra Leoa, o 15º país do mundo com o maior número de casamentos infantis, quase 40% das meninas se casam antes de completar 18 anos. O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) estão implementando no país um programa de aceleração das ações com o objetivo de erradicar o casamento infantil.

Agências da ONU apoiam fim do casamento infantil em Serra Leoa; vídeo

Em Serra Leoa, o 15º país do mundo com o maior número de casamentos infantis, quase 40% das meninas se casam antes de completar 18 anos. O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) estão implementando no país um programa de aceleração das ações com o objetivo de erradicar o casamento infantil.

Na iniciativa, as agências da ONU utilizam uma abordagem que reconhece e busca enfrentar os fatores socioculturais e estruturais como contribuintes para o casamento infantil. Saiba mais nesse vídeo.

De origem palestina, Lujain nasceu e cresceu na Síria. Por causa da guerra, buscou refúgio na Malásia, onde dá aula de inglês para outros refugiados. Como fala árabe, consegue se comunicar com os pais das crianças e dar orientações sobre educação. Foto: ACNUR/Ted Adnan

Língua árabe é ‘pilar da diversidade cultural da humanidade’, diz UNESCO em dia mundial

Em pronunciamento para o Dia Mundial da Língua Árabe, lembrado neste 18 de dezembro, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, destacou que o idioma permite ‘o acesso a uma incrível variedade de identidades e crenças’. Agência da ONU defendeu que o árabe deve ser ‘um instrumento para a dignidade e a igualdade, assim como para a emancipação e a equidade entre homens e mulheres’.

Muitos países de trânsito da Europa implementaram políticas restritivas contra migrantes e refugiados que tentam chegar a nações mais ao norte. Na foto, refugiados sírios aguardam numa estação de trem na Hungria. Foto: WikiCommons / Mstyslav Chernov (cc)

UNESCO: migração é provocada por desejo de dignidade, segurança e paz

A migração é um fenômeno mundial provocado por muitas forças, entre elas, aspirações por dignidade, segurança e paz, disse a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, na ocasião do Dia Internacional dos Migrantes, lembrado nesta segunda-feira (18).

“Milhões de mulheres e homens estão deixando seus lares à procura de trabalho e educação. Milhões de pessoas estão se deslocando porque não tiveram escolha, estão fugindo da guerra e da perseguição ou estão tentando escapar do círculo vicioso da pobreza, da insegurança alimentar e da degradação do meio ambiente”, disse ela em comunicado.

O relatório anual "Situação Mundial da Infância 2017" destaca a desigualdade digital e debates atuais sobre o impacto da Internet e das redes sociais na segurança e no bem-estar de meninas e meninos. Foto: ACNUR

UNICEF: um terço dos jovens do mundo não tem acesso à Internet

Publicação divulgada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no início da semana (11) mostrou que milhões de crianças e adolescentes estão sendo deixados para trás no uso da Internet.

Cerca de um terço dos jovens (entre 15 e 24 anos) em todo o mundo – ou 346 milhões – não está online, exacerbando as desigualdades e reduzindo a capacidade de meninas e meninos de participar em uma economia cada vez mais digital.

Governo do Maranhão assumiu compromisso de priorizar políticas sociais. Foto: Gilson Teixeira/Secap

Maranhão assina acordo com PNUD para implementação da Agenda 2030 no estado

O governo do Maranhão assinou na semana passada (7) em São Luís acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) com o objetivo de fortalecer a implementação da Agenda 2030 no estado por meio da adesão aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A adesão foi formalizada durante o encerramento do Seminário Mais IDH, que avaliou estratégias de promoção do desenvolvimento socioeconômico nos 30 municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal do estado.

Um menino caminha em um banco de areia em torno de um campo de refugiados em M'bera, na Mauritânia. Foto: UNICEF / Dragaj

UNESCO: Declaração dos Direitos Humanos chega aos 70 anos em meio a desafios crescentes

A Declaração Universal dos Direitos Humanos completará 70 anos no ano que vem em tempos de desafios crescentes, quando o ódio, a discriminação e a violência permanecem vivos, disse a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay.

“Centenas de milhões de mulheres e homens são destituídos e privados de condições básicas de subsistência e de oportunidades. Movimentos populacionais forçados geram violações aos direitos em uma escala sem precedentes. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável promete não deixar ninguém para trás — e os direitos humanos devem ser o alicerce para todo o progresso.”

Embora a taxa de matrícula no ensino primário tenha aumentado para cerca de 98% em 2015, a taxa de matrícula nacional para crianças de 3 a 5 anos foi de apenas 41% em 2016. Por meio de um projeto do Banco Mundial para a primeira infância, 100 escolas formais e pré-escolas comunitárias foram abertas, beneficiando mais de 125 mil estudantes de 3 a 5 anos de idade. Investir em crianças pequenas é um dos gastos mais inteligentes que um país pode fazer para enfrentar a desigualdade, romper o ciclo da pobreza e melhorar a qualidade de vida no futuro. Saiba mais nesse vídeo e em www.worldbank.org/cambodia

Com apoio do Banco Mundial, Camboja investe em educação na primeira infância

Embora a taxa de matrícula no ensino primário tenha aumentado para cerca de 98% em 2015, a taxa de matrícula nacional para crianças de 3 a 5 anos foi de apenas 41% em 2016. Por meio de um projeto do Banco Mundial para a primeira infância, 100 escolas formais e pré-escolas comunitárias foram abertas no Camboja, beneficiando mais de 125 mil estudantes de 3 a 5 anos de idade.

Investir em crianças pequenas é um dos gastos mais inteligentes que um país pode fazer para enfrentar a desigualdade, romper o ciclo da pobreza e melhorar a qualidade de vida no futuro. Saiba mais nesse vídeo.