Arquivo da tag: Educação de qualidade

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 4 diz: “Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 4 diz: “Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods4 e notícias sobre o tema abaixo.

Mais de 1,5 bilhão de estudantes em 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à COVID-19. Foto: UNESCO

ARTIGO: A experiência internacional com os impactos da COVID-19 na educação

Em meio à pandemia de COVID-19, a principal atenção está nos desafios impostos aos sistemas de saúde, mas os sistemas de educação também são diretamente afetados. Em pouco mais de três semanas, cerca de 1,5 bilhão de estudantes em pelo menos 174 países ficaram fora da escola em todo o mundo.

No Brasil, todas as escolas estão temporariamente fechadas e provavelmente continuarão assim por algum tempo. Como podemos aprender com as experiências de como os outros países estão lidando com isso?

Leia artigo publicado na Folha de S.Paulo pelo coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, que já trabalhou para a instituição na Ásia e na África.

Pandemia do novo coronavírus afeta, em particular, as trabalhadoras informais e domésticas, porque as quarentenas reduzem consideravelmente a demanda por esses serviços. Foto: ONU Mulheres.

ONU Mulheres checa ações governamentais para inclusão da perspectiva de gênero na resposta à COVID-19

Em geral, situações em que o movimento de pessoas é restringido por qualquer motivo faz com que a violência contra as mulheres aumente. O que os governos estão fazendo para garantir que as mulheres tenham acesso a recursos, linhas diretas e abrigos?

Em artigo, diretora-executiva adjunta da ONU Mulheres, Åsa Regnér, elenca dez perguntas para que governos identifiquem lacunas de gênero e definam ações para assegurar os direitos das mulheres na resposta à pandemia de COVID-19.

UNICEF lança programa de voluntariado jovem online para enfrentar as fake news sobre a COVID-19

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) abre o processo seletivo para o seu programa de voluntariado online. Adolescentes e jovens entre 16 e 21 anos serão selecionados para participar da iniciativa, que terá início em abril e se prolongará durante o resto do ano. Interessados devem responder ao formulário de inscrição até o dia 9 de abril.

O grupo será capacitado com informação e metodologias para atuar digitalmente – neste momento de isolamento social – e também presencialmente em suas comunidades, quando terminarem as restrições de contato. O programa pretende formar 500 adolescentes e jovens até dezembro e criar uma comunidade de pessoas engajadas com os direitos das crianças e adolescentes em todo o país.

Angelina Jolie participou da conferência anual em memória a Sérgio Vieira de Mello. Foto: ACNUR/Mark Henley

ARTIGO: Fechar escolas desestabilizou vida de crianças; como podemos ajudá-las a continuar aprendendo

A pandemia da COVID-19 fechou escolas em 165 países, deixando 87% de todos os alunos do mundo sem aulas. A reposta para isto é o ensino  online mas nem todas as crianças têm acesso a tecnologia necessária para o aprendizado remoto.

A Coalizão Global pela Educação estimula a adoção de soluções práticas, que podem incluir alternativas como rádio e TV. É o que explicam Angelina Jolie, enviada especial da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), e Audrey Azoulay, diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em artigo publicado na revista ‘Time’ nesta semana.

Assistência remota é usada pelo Programa Mundial de Alimentos durante a COVID-19

Remote Assistance: learn about the methodology used by the WFP Centre of Excellence Brazil

In recent weeks, the World Food Programme (WFP) – Centre of Excellence Against Hunger Brazil team – as well as other United Nations teams around the world – has had to adapt to restrictions imposed by the Covid-19 pandemic and all employees are working from home. However, the Centre had already started to adopt remote assistance methodologies to support countries back in 2019. With new travel restrictions, the team has been improving these tools so that what was previously done in person can continue to take place remotely.

Learn how the team is working remotely.

Assistência remota é usada pelo Programa Mundial de Alimentos durante a COVID-19

Assistência remota: conheça a metodologia usada pelo Programa Mundial de Alimentos durante a COVID-19

Nas últimas semanas, o time brasileiro do Programa Mundial de Alimentos (WFP, em inglês) –Centro de Excelência contra a Fome – assim como outras equipes das Nações Unidas ao redor do mundo – tem se adaptado às restrições impostas pela pandemia da COVID-19 e todos os funcionários estão trabalhando de casa. No entanto, o Centro já tinha começado a adotar metodologias de assistência remota para apoiar países desde 2019. Com as novas restrições de viagem, a equipe está aperfeiçoando estas ferramentas, assim o que antes era feito presencialmente agora possa ser feito remotamente.

Conheça um pouco mais como é feita a assistência remota.

Mais de 1,5 bilhão de estudantes em 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à COVID-19. Foto: UNESCO

Coronavírus: UNESCO reúne organizações, sociedade civil e setor privado em coalizão pela aprendizagem

Em um momento no qual 87% da população mundial de estudantes é afetada pelo fechamento de escolas devido à COVID-19, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) está lançando uma coalizão global de educação para apoiar os países a ampliar suas melhores práticas de aprendizagem a distância e atingir crianças e jovens em maior risco.

Mais de 1,5 bilhão de estudantes em 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à COVID-19.

Tabuleiro do jogo Viva os ODS. Foto: ONU

Enfrente a quarentena da COVID-19 com o jogo dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Em tempos de quarentena da COVID-19, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) tem uma dica para distrair as crianças dentro de casa: o jogo “Viva os Objetivos”, que explica tudo sobre a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O material está disponível gratuitamente para download em português e é destinado para crianças de 8 a 10 anos, podendo entreter a família toda.

De forma lúdica e didática, o jogo de tabuleiro apresenta perguntas para os principais desafios enfrentados para transformar a Terra num planeta mais sustentável.

Leguminosas garantem alimentação saudável para crianças em idade escolar - Foto: StockSnap/Pixabay

Programa Mundial de Alimentos recomenda inclusão de leguminosas na dieta infantil

O feijão é talvez a mais famosa leguminosa no cardápio brasileiro. Mas esse grupo de alimentos tem outros integrantes que também contribuem para uma dieta saudável, especialmente para crianças em idade escolar. Grão-de-bico, lentilha, ervilha e fava são exemplos de outras leguminosas que podem ser transformadas em pratos deliciosos, além de nutritivos. A recomendação é do Programa Mundial de Alimentos (WFP).

Através dos programas de alimentação escolar, o Programa orienta a inclusão de leguminosas nos cardápios, em combinação com grãos, legumes, proteínas, folhas e minerais.

Conheça os benefícios desse grupo de alimentos.

Coronavírus: UNESCO e UNICEF trabalham para acelerar soluções de aprendizagem a distância

Como resposta imediata aos fechamentos em massa de escolas, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) estabeleceu um grupo de trabalho COVID-19 para proporcionar assessoria e assistência técnica aos governos que trabalham para oferecer educação aos estudantes fora da escola.

Já o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) anunciou estar trabalhando com governos e outros parceiros para desenvolver modalidades de ensino a distância mais flexíveis que incluam conteúdo online, rádio e televisão, materiais de leitura e trabalhos de casa guiados.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, durante coletiva de imprensa virtual sobre a pandemia de COVID-19. Foto: Reprodução

Chefe da ONU pede solidariedade, esperança e resposta global coordenada para combater pandemia

À medida que o medo e a incerteza do público crescem em torno da pandemia da COVID-19, “mais do que nunca, precisamos de solidariedade, esperança e vontade política para enfrentar essa crise juntos”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quinta-feira (19), em sua primeira coletiva de imprensa virtual.

O chefe da ONU disse que enfrentar a emergência de saúde é a sua preocupação número um, e defendeu a ampliação dos gastos com saúde para cobrir, entre outras coisas e “sem estigma”, testes, apoio aos profissionais de saúde e garantia de suprimentos adequados.

Sobre o âmbito econômico, salientou: “fundamentalmente, precisamos nos concentrar nas pessoas – nos trabalhadores mais vulneráveis, com baixos salários, pequenas e médias empresas”. “Isso significa apoio salarial, seguro, proteção social, prevenção de falências e perda de empregos”. Leia a reportagem completa.

Covid-19 deixa mais de 776 milhões de alunos fora da escola

Coronavírus deixa mais de 776 milhões de alunos fora da escola, diz UNESCO

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) revela que 100 Estados fecharam centros educacionais de forma parcial ou total e pelo menos 85 países fecharam escolas em todo o território para tentar conter a disseminação do novo coronavírus. A medida teve impacto em mais de 776,7 milhões de crianças e jovens.

A UNESCO apoia busca de soluções a favor do ensino e aprendizado à distância e inclusivo; evento virtual sobre o tema juntou governos de 73 países.

Encontro Estadual de Adolescentes do Selo UNICEF da Amazônia Legal. Foto: Johney Lindoso Tavares

Governadores da Amazônia Legal assinam pacto pela proteção de crianças e adolescentes

Governadores da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e Maranhão) assinaram na semana passada (12) em Belém (PA) um pacto proposto pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para garantir os direitos de crianças e adolescentes.

A Agenda propõe cinco compromissos relacionados aos temas de saúde, educação, proteção, participação de adolescentes e questão migratória e seus impactos na região.

Adolescentes e jovens podem aderir ao U-Report por SMS ou em mídias sociais, e responder a pesquisas, relatar preocupações, apoiar os direitos da criança e trabalhar para melhorar suas comunidades. Saiba mais em www.ureportbrasil.org.br. Foto: UNICEF

UNICEF: um terço dos jovens no mundo diz que educação não prepara para emprego

Uma pesquisa online com 40 mil jovens em mais de 150 países mostrou que muitos deles sentem que sua educação atual não os está preparando com as habilidades necessárias para conseguir um emprego.

Um terço (31%) dos jovens que responderam à pesquisa por meio da plataforma U-Report do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) disse que as habilidades e os programas de treinamento que lhes são oferecidos não correspondem às suas aspirações de carreira. Mais de um terço (39%) disse que os empregos que procura não estão disponíveis em suas comunidades.

Crianças indígenas waraos brincam no Súper Panas apoiado pelo UNICEF no abrigo Janakoida, em Pacaraima, Roraima, perto da fronteira com a Venezuela. Crédito: UNICEF/Hiller.

Espaço de proteção a crianças e adolescentes venezuelanos é inaugurado em Manaus

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a organização não governamental Aldeias Infantis SOS inauguram nesta quarta-feira (11) o espaço “Súper Panas” no abrigo Alfredo Nascimento, em Manaus (AM).

O Súper Panas — que significa “super amigos” em espanhol — é uma estratégia de educação e proteção do UNICEF que visa desenvolver atividades de educação, prevenção, proteção e de resposta a vulnerabilidades, violências, abuso e exploração de crianças e adolescentes.

Mulheres comerciantes da Tanzânia contribuíram para aumentar a taxa de crescimento do país, mas ainda enfrentam desigualdades. Foto: UNCTAD

Relatório mostra que 90% das pessoas têm alguma forma de preconceito contra mulheres

Apesar de décadas de progresso da redução das desigualdades de gênero, cerca de nove em cada dez homens e mulheres em todo o mundo têm algum tipo de preconceito contra as mulheres, de acordo com novas descobertas publicadas na quinta-feira (5) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Segundo a pesquisa, quase metade dos entrevistados afirma acreditar que os homens são líderes políticos superiores, enquanto mais de 40% afirmam que eles são melhores executivos de negócios e devem ter acesso a mais empregos quando a economia está em declínio. Além disso, 28% disseram ser justificável um homem bater em sua esposa.

“O trabalho que foi tão eficaz para garantir o fim das lacunas na saúde ou na educação deve agora evoluir para abordar algo muito mais desafiador: um preconceito profundamente arraigado — entre homens e mulheres — contra a igualdade genuína”, disse o administrador do PNUD, Achim Steiner.

A instalação da Infinity Classroom na praça principal da sede da ONU visa dar visibilidade à crise global da educação. (26 de setembro de 2019). Foto: TheirWorld

Coronavírus: fechamento de escolas deixa 290 milhões de estudantes sem aulas em 13 países

O fechamento de escolas em 13 países devido à epidemia do novo coronavírus COVID-19 interrompeu a educação de mais de 290 milhões de estudantes, um número recorde, informou a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) na quinta-feira (5).

“Embora o fechamento temporário de escolas como resultado de crises de saúde e outras não seja novo, infelizmente, a escala e a velocidade globais da atual perturbação educacional são sem precedentes e, se prolongada, pode ameaçar o direito à educação”, disse a diretora geral da UNESCO, Audrey Azoulay.

Adolescente conduz experimento durante aula de química na Escola Secundária Kamulanga, em Lusaka, capital de Zâmbia. Foto: UNICEF

Mundo ainda é lugar violento e altamente discriminatório para meninas, diz relatório

Como nunca antes na história, mais meninas vão à escola e permanecem nela em todo o mundo. No entanto, ganhos notáveis na educação ainda não criaram um ambiente mais igualitário e menos violento para elas, alertou novo relatório divulgado nesta quarta-feira (4) por Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Plan International e ONU Mulheres.

A violência contra mulheres e meninas ainda é frequente no mundo. Em 2016, mulheres e meninas representavam 70% das vítimas de tráfico de pessoas, a maioria para exploração sexual. No mesmo ano, uma em cada 20 meninas de 15 a 19 anos — cerca de 13 milhões — foi vítima de estupro, uma das formas mais violentas de abuso sexual que mulheres e meninas podem sofrer.

ONU destaca que um em cada cinco trabalhadores ainda vive em pobreza moderada ou extrema. Foto: Banco Mundial/Stephan Gladieu

ONU: um em cada cinco trabalhadores vive na pobreza

No Dia Mundial da Justiça Social (20), as Nações Unidas chamaram a atenção para a situação de pobreza moderada ou extrema que ainda atinge pelo menos 20% das trabalhadoras e trabalhadores em todo o mundo.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) lembra que muitos trabalhadores recebem salários estagnados, a desigualdade de gênero prevalece e as pessoas não estão se beneficiando igualmente do crescimento econômico. Além disso, as disparidades geográficas impedem o acesso ao trabalho decente.

Jogadora Marta leva Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ao Carnaval do Rio

A jogadora de futebol Marta Vieira da Silva será homenageada por uma escola de samba no Rio de Janeiro (RJ) por conta de sua jornada de empoderamento e superação das barreiras de gênero. Meninas do programa “Uma vitória leva à outra”, iniciativa de esportes e habilidades para a vida da ONU Mulheres e do Comitê Olímpico Internacional (COI), também participarão do desfile no sábado (22) de Carnaval no Sambódromo.

Sempre que consegue uma pausa durante o dia, a jovem de 16 anos lê e escreve contos. Foto: ACNUR/Hannah Maule-ffinch

Refugiada somali retoma estudos em escola criada pela ONU no Quênia

A jovem somali Mumina passa todo seu tempo livre viajando o mundo por meio da literatura. Sempre que consegue uma pausa durante o dia, a menina de 16 anos lê e escreve contos, os quais são compartilhados com amigos no campo de refugiados de Kakuma, no Quênia.

Ela acabou de concluir seu último ano em uma das instituições de ensino mais prestigiadas do Quênia e única destinada a crianças em idade escolar localizada em um campo de refugiados. A escola foi criada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

A representante do UNFPA no Brasil, Astrid Bant, participou de atividade na Fiocruz, no Rio de Janeiro (RJ) para o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. Foto: Fiocruz

‘Arrisque-se, procure mentoras e faça plano de vida’, diz chefe do UNFPA a meninas no Rio

A representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Astrid Bant, nasceu na Holanda e foi a primeira de sua família a cursar faculdade.

Com vasta experiência no Sistema ONU e em organizações internacionais de defesa dos direitos humanos, ela deu algumas dicas de vida e de carreira a meninas com idade entre 12 e 17 anos no Rio de Janeiro (RJ).

A conversa foi promovida na terça-feira (11) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) por ocasião do Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência.

Este ano ocorre o aniversário de 25 anos da Conferência de Pequim sobre Mulheres, que marcou uma virada significativa na agenda global para a igualdade de gênero. Foto: Banco Mundial/Arne Hoel

Educação de meninas é indispensável para alcançar desenvolvimento sustentável, diz Guterres

A promoção da educação para meninas adolescentes é “base indispensável para atingirmos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, na terça-feira (11).

A declaração foi feita durante evento de lançamento da iniciativa de educação “Drive for 5” na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque. O evento foi organizado pela missão da Irlanda na ONU.

A “Drive for 5” é um plano de ação global para todos os governos se comprometerem com cinco ações transformadoras: 12 anos de educação de qualidade gratuita; ambientes escolares de qualidade; treinamento de professores; viagens seguras entre residência e escola; e proteger a saúde das meninas no ambiente escolar.

O evento que marcou o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi realizado na capital federal e em outros estados do país. Foto: UNFPA

Oficial do UNFPA inspira meninas em Brasília (DF) a seguir sonhos profissionais

A uma plateia de quase 200 meninas entre 12 e 17 anos em Brasília (DF), a oficial do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) Rachel Quintiliano lembrou sua trajetória profissional e reforçou a importância de mulheres e meninas seguirem seus sonhos profissionais para mudar realidades.

O evento que marcou o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi realizado na capital federal e em outros estados do país.

A 2ª edição do Circuito Urbano terá como tema geral “Cidades Inovadoras e Inclusivas” e como pergunta inspiradora “Como a inovação pode aprimorar serviços e políticas urbanas de maneira inclusiva e sustentável?”. Foto: ONU-Habitat/Lucille Kanzawa

Para prevenir violência no Brasil, estudo recomenda investir em jovens e reduzir acesso a armas

Na última década, as taxas de assassinatos de jovens no Brasil cresceram 17%. Quase metade do total de homicídios do país em 2018 (56 mil) corresponde à morte de homens negros, com idade entre 15 e 29 anos. Os dados foram compilados no estudo “Prevenção da violência juvenil no Brasil: uma análise do que funciona”, produzido pelo Instituto Igarapé com apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Os autores do diagnóstico, Robert Muggah e Ana Paula Pellegrino, alertam que, para reduzir a violência, é necessário ampliar as oportunidades para pessoas jovens por meio de investimentos em educação e empregabilidade equitativos e capazes de desafiar estereótipos de identidade e raça. O foco deve ser dado às regiões menos assistidas pelas políticas públicas. Além disso, é recomendada a redução do acesso às armas de fogo.

Reunião entre representantes do UNFPA e do governo da Paraíba ocorreu na Casa da ONU, em Brasília (DF). Foto: UNFPA/Fabiane Guimarães

UNFPA discute com governo da Paraíba projeto para desenvolvimento da juventude

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) retomou o diálogo com o governo da Paraíba para o desenvolvimento de um projeto conjunto direcionado a jovens e adolescentes, principalmente meninas, a partir de 10 anos.

As conversas, que se iniciaram em 2016 e foram retomadas agora, vão buscar um objetivo comum: empoderar a juventude com políticas públicas exclusivas para a faixa etária, prevendo um currículo que passe por educação, saúde e habilidades para a vida.

Vista aérea de Cristalina (GO). Foto: Prefeitura de Cristalina

OIT e MPT apresentam 1ª turma de projeto de aprendizagem inclusiva em Cristalina (GO)

A cidade de Cristalina (GO) conhecerá na quarta-feira (12) a primeira turma do Projeto-Piloto de Aprendizagem Profissional Inclusiva (API), composta por 20 jovens com idade entre 15 e 21 anos matriculados na rede municipal de ensino.

Promovido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), pelo Ministério da Economia e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), o evento será realizado na Câmara Municipal de Cristalina, das 9h às 12h, com a presença de autoridades locais e federais, e de representantes de empresas parceiras do projeto e da sociedade civil.

Em dia internacional, Guterres defende igualdade de gênero na ciência e tecnologia

Menos de 30% dos pesquisadores científicos do mundo são mulheres: essa é apenas uma das estatísticas que mostram quantos desafios ainda restam para mulheres e meninas no campo científico no Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, lembrado nesta terça-feira (11).

Pedindo o fim do desequilíbrio de gênero na ciência, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse em sua mensagem para o dia que “desmantelar estereótipos de gênero” é um passo essencial.

Ele destacou o fato de que “meninas e meninos têm um desempenho igualmente bom em ciências e matemática, mas apenas uma fração das estudantes do ensino superior optam por estudar ciências” e apelou a um desenvolvimento de carreira mais favorável para mulheres cientistas e pesquisadoras.

Alunas da Escola Primária de Vahdat tentam conter suas risadas para uma foto em grupo antes que seus professores cheguem à sala. Foto: ACNUR/Mohammad Hossein Dehghanian

Política inclusiva ajuda crianças refugiadas afegãs a continuar estudos no Irã

Graças ao governo do Irã e à Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a afegã Parisa, de 16 anos, passou a ter uma educação adequada com a abertura da Escola Primária Vahdat. Seus colegas de escola incluem outras 140 crianças afegãs e 160 iranianos da comunidade local, todos estudando lado a lado.

Cerca de 480 mil crianças afegãs que vivem no Irã estão se beneficiando dessas políticas de educação inclusiva, das quais 130 mil são afegãs sem documentos, como Parisa. Somente em 2019, 60 mil novos estudantes afegãos encontraram um lugar em salas de aula no Irã.

Presidente da Elektro, Antônio Casanova, e representante do UNICEF no Brasil, Florence Bauer, assinam parceria para doação via conta de luz - Foto: Divulgação

Elektro firma parceria com o UNICEF para doação via conta de energia

A Elektro, distribuidora controlada pela Neoenergia, firmou parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para viabilizar doações por meio da conta de luz. Com isso, todas as distribuidoras da Neoenergia – que atua em São Paulo e Mato Grosso do Sul – se tornam parceiras do UNICEF, apoiando ações que ajudam a garantir os direitos de meninas e meninos. As contribuições serão destinadas às áreas de educação, saúde e proteção de crianças e adolescentes brasileiros.

Os interessados em doar por meio desse formato podem se inscrever pelo telefone 0800 605 2020 e solicitar o valor que desejam incluir todo mês na conta de luz. A quantia poderá ser alterada ou suspensa a qualquer momento pelo titular. Após a adesão, os clientes da Elektro receberão periodicamente informações sobre as iniciativas apoiadas e vidas que foram transformadas.

Ato realizado diante do Congresso Nacional, em Brasília, para lembrar a memória de vítimas da transfobia no Brasil. Foto: Flickr (CC)/Mídia Ninja

População trans ainda é mais vulnerável ao estigma e à discriminação no Brasil

A população de transexuais e travestis é a que mais sofre os impactos do estigma e da discriminação no Brasil. Segundo o Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS no país, realizado em sete capitais brasileiras, 90,3% da população de transexuais e travestis entrevistada já passou por pelo menos uma situação de estigma ou discriminação por conta da sua identidade de gênero.

A venezuelana Zaida Martins participou do projeto do ACNUR em parceria com a ONG Compassiva para a revalidação de diplomas como importante mecanismo de integração local. Foto: ACNUR/Felipe Irnaldo

Primeiro diploma revalidado para refugiada venezuelana é entregue no AM

Zaida Maria Fermin, de 49 anos, chegou ao Brasil em setembro de 2018 com poucos pertences, mas muito conhecimento. Bióloga de formação e doutora em Ciências da Educação, Zaida tornou-se a primeira refugiada venezuelana a ter o seu diploma revalidado no Brasil.

“Agora vou poder retribuir tudo o que o Brasil fez por mim, ensinando tudo o que aprendi”, disse. A revalidação aconteceu por meio de parceria da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) com a Associação Compassiva, implementada pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Vista aérea do centro de Maricá (RJ). Foto: Prefeitura de Maricá/Fernando Silva

Projeto facilita acesso de famílias pobres a programas sociais em Maricá (RJ)

Cerca de 200 profissionais das secretarias de Assistência Social, Saúde e Educação de Maricá (RJ) participaram em janeiro de treinamentos relativos a protocolos que serão adotados durante a implementação do projeto “Chegou a sua vez” no município.

A iniciativa, apoiada pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), visa identificar e encaminhar famílias em situação de vulnerabilidade e extrema pobreza a programas sociais e serviços públicos na cidade.

Opening of Consciência, art exhibition to promote the SDGs - September 2019 -Photo: Naiara Azevedo

Mais de 140 mil pessoas visitam exposição do UNIC Rio sobre desafios globais

Mais de 140 mil pessoas visitaram a exposição Consciência, organizada em parceria pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Centro Cultural Correios e Instituto Claro na capital fluminense.

A mostra, inaugurada em setembro e encerrada este mês, apresentou ilustrações do artista peruano Ivan Ciro Palomino. As imagens despertam a curiosidade pelo uso provocativo de elementos do cotidiano (uma cadeira, uma mala, uma piscina, por exemplo) colocados em contextos de crises climática, migratória e humanitária.

Pobreza, discriminação por gênero, deficiência, origem étnica ou idioma de instrução, distância física das escolas e infraestrutura precária estão entre os obstáculos que continuam a impedir que as crianças mais pobres tenham acesso a uma educação de qualidade. Foto: UNICEF

UNICEF: 1 em cada 3 adolescentes de famílias pobres do mundo nunca frequentou a escola

Uma em cada três adolescentes das famílias mais pobres do mundo nunca frequentou a escola, de acordo com um novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançado na segunda-feira (22), enquanto ministros da Educação se reúnem no Fórum Mundial da Educação e líderes globais na Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial.

Pobreza, discriminação por gênero, deficiência, origem étnica ou idioma de instrução, distância física das escolas e infraestrutura precária estão entre os obstáculos que continuam a impedir que as crianças mais pobres tenham acesso a uma educação de qualidade.

Embora o Brasil tenha avançado no acesso à escola, o problema ainda não está resolvido. Foto: UNICEF/Raoni Libório

UNICEF: 2 milhões de crianças brasileiras correm o risco de não voltar às aulas

Início de ano é hora de volta às aulas. Mas essa não é uma realidade para quase 2 milhões de crianças e adolescentes brasileiros. São meninas e meninos que deixaram as salas de aula, ou que nunca sequer chegaram a frequentá-las.

Neste começo do ano, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) faz um apelo para que todos os municípios realizem a Busca Ativa Escolar: ou seja, unam as equipes da administração pública e da sociedade civil para ir de casa em casa encontrar e levar para a escola todos os estudantes que estão fora dela.