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O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 4 diz: “Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 4 diz: “Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods4 e notícias sobre o tema abaixo.

Agências da ONU e AVSI aguardam chegada de comitiva interministerial no abrigo Rondon 2, o centro de trânsito para famílias venezuelanas que serão interiorizadas. Foto: ANUCR/Victoria Hugueney

Governo federal visita venezuelanos atendidos pela ONU em Roraima e prorroga ajuda até 2020

Uma comitiva com cinco ministros do governo federal visitou nesta quinta-feira (17) as instalações de acolhimento e recepção a venezuelanos da Operação Acolhida em Boa Vista, Roraima, e anunciou a prorrogação do programa até março de 2020.

Durante a visita, as autoridades conheceram o trabalho humanitário conjunto desenvolvido por agências do Sistema ONU no Brasil, o Exército brasileiro e organizações da sociedade civil. A comitiva incluiu o governador de Roraima, Antonio Denarium, a Secretária Nacional de Justiça, Maria Hilda Marsiaj, além membros do Exército, de outros órgãos federais e de organizações internacionais.

A capacitação é voltada para pessoas que prestam atendimento a migrantes vulneráveis ou que necessitem de uma introdução sistemática ao tema da migração internacional e da governança das migrações no Brasil. Foto: OIM

OIM recebe inscrições para segunda edição de curso sobre migrações internacionais

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) e a Defensoria Pública da União (DPU) abriram nesta quinta-feira (10) o período de inscrições para a segunda edição do curso de educação à distância “Uma Introdução às Migrações Internacionais”.

A capacitação é voltada para pessoas que prestam atendimento a migrantes vulneráveis ou que necessitem de uma introdução sistemática ao tema da migração internacional e da governança das migrações no Brasil.

A oferta inicial é de 100 vagas, que serão preenchidas por atores de sociedade civil, poder público e serviços universitários de assistência a migrantes ou de organizações congêneres. As inscrições devem ser feitas pelas organizações até 22 de janeiro.

Marlova Jovchelovitch Noleto é diretora e representante da UNESCO no Brasil. Foto: UNESCO/Mila Petrillo

UNESCO discute projetos de cooperação com Ministério dos Direitos Humanos

A diretora e representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, visitou na segunda-feira (7) a nova ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. Na ocasião, elas se apresentaram oficialmente e conversaram sobre os projetos de cooperação já existentes e as perspectivas para 2019.

Foram apresentados à nova ministra os cinco projetos de cooperação técnica já em execução com o governo federal ligados à pasta, mais especificamente com a própria área de Direitos Humanos, a Secretaria de Juventude, a Secretaria da Pessoa com Deficiência, a Secretaria da Pessoa Idosa e a Fundação Nacional do Índio (FUNAI).

Favorecer o acesso e a adaptação de jovens refugiados no ambiente escolar é uma importante diretriz do ACNUR, dialogando com as políticas públicas implementadas pela Secretaria Estadual de Educação de São Paulo. Foto: ACNUR/Gabo Morales

SP lança documentos para orientar acolhimento de alunos refugiados e migrantes

Integrar alunos refugiados e migrantes nas escolas estaduais é uma das responsabilidades da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Além de culturas e tradições diferentes, as crianças e adolescentes de fora do país dão maior pluralidade à rede de ensino.

A pasta desenvolveu documentos para nortear o atendimento desses estudantes dentro das unidades escolares. Lançados em 2018, os materiais contribuem para auxiliar as escolas desde o momento da matrícula até o acolhimento em sala de aula.

“O ACNUR, Agência da ONU para Refugiados, reconhece a importância da produção destes materiais para facilitar o ingresso e adaptação de crianças e jovens refugiados ao contexto escolar, sendo a escola um espaço fundamental de aprendizados e sociabilidades para o desenvolvimento humano integral”, afirma Maria Beatriz Nogueira, chefe do escritório do ACNUR em São Paulo.

Estudantes das escolas de Ar Rimal e A-Zeitoun em entrevista à ONU. Foto: UNRWA/Khalil Adwan

Cortes no financiamento fragilizam assistência da ONU a estudantes palestinos

Para os alunos das escolas que são financias pela Agência da ONU de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), a incerteza quanto ao futuro se tornou uma preocupação constante, afirmou neste mês (4) o diretor de Operações do organismo internacional em Gaza, Matthias Schmale.

A instituição enfrentou uma crise financeira sem precedentes em 2018, remediada com contribuições de doadores. Mas para 2019, não há garantias de que a precariedade orçamentária vá melhorar.

Publicação de organismos do Distrito Federal aborda métodos de ensino de práticas sustentáveis. Imagem: ADASA/SEEDF

Distrito Federal lança publicação sobre práticas sustentáveis nas escolas

Elaborada com apoio de projeto da UNESCO, a publicação apresenta práticas ambientalmente responsáveis para as instituições e professores, além de métodos para a sua aplicação no ensino.

A proposta do material é estabelecer, a partir de um diagnóstico do desempenho do colégio, metas sobre redução de gastos com água e energia, entre outros temas. Esses objetivos deverão ser cumpridos com a participação da escola, do aluno e da comunidade local.

Sede da ONU, em Nova Iorque. Foto: ONU/Rick Bajornas

ONU convida estudantes a participar de simulação das Nações Unidas em Nova Iorque

O Departamento de Comunicação Global da ONU convida estudantes de 15 a 24 anos a participar da Cúpula da Juventude de Modelo das Nações Unidas, em 12 de abril. Durante o evento, especialistas da Organização e alunos selecionados pela ONU vão apresentar iniciativas que contribuem para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Prazo para se inscrever se encerra em 15 de fevereiro.

Bertine Bahige deu aulas de matemática por dez anos, antes de se tornar diretor de uma escola de ensino fundamental em Gillette, no Wyoming. Foto: ACNUR/Cynthia Hunter

De criança refugiada em Moçambique a diretor de escola nos Estados Unidos

Bertine Bahige viu sua vida mudar da noite para o dia quando sua cidade, no leste da República Democrática do Congo, foi invadida por rebeldes que o recrutaram para fazer parte de um grupo armado. Ele tinha apenas 13 anos.

Após conseguir fugir do seu país, o menino chegou a Moçambique, onde viveu por cinco anos num campo de refugiados. O jovem foi encaminhado para um programa de reassentamento, que o transferiu para os Estados Unidos, onde Bertine teve a oportunidade de cursar faculdade e se tornar professor.

A pobreza tem consequências para toda a vida da criança, incluindo saúde e nutrição precárias e baixo desempenho escolar. Foto: IPC-IG

Nova edição de revista especializada aborda políticas de proteção social às crianças

Políticas de proteção social sensíveis às necessidades das crianças são o foco da nova edição da revista “Policy in Focus” do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), vinculado às Nações Unidas.

As editoras especialistas convidadas Anna Carolina Machado e Charlotte Bilo (IPC-IG) reuniram 15 artigos de acadêmicos, pesquisadores e gestores de políticas públicas, que compartilham diferentes perspectivas sobre os principais desafios enfrentados na promoção de programas de proteção social para crianças na América Latina, na Ásia, no Oriente Médio e na África subsaariana.

Estudante discursa em evento de comemoração dos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos em 2008 em Genebra, na Suíça. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Artigo 26: Direito à educação

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi adotada em 10 de dezembro de 1948. Para marcar o aniversário de 70 anos, nas próximas semanas, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) publicará textos informativos sobre cada um de seus artigos.

A série tentará mostrar aonde chegamos, até onde devemos ir e o que fazer para honrar aqueles que ajudaram a dar vida a tais aspirações.

Leia mais sobre o Artigo 26:

1. Todo ser humano tem direito à educação. A educação será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A educação elementar será obrigatória. A educação técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.

2. A educação será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A educação promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre as nações e grupos raciais ou religiosos, e deve desenvolver as atividades da ONU em prol da manutenção da paz.

3. Os pais têm prioridade de direito na escolha do tipo de educação que será fornecida a seus filhos.

Os colombianos Boris e Miguel descobriram nas redes sociais da PARES Cáritas RJ, parceiro do ACNUR, a oferta de graduação gratuita oferecida pela UNISANTOS a pessoas em situação de refúgio. Foto: ACNUR

Irmãos colombianos concluem faculdade em Santos (SP) com bolsa integral para refugiados

Os irmãos colombianos Boris e Miguel descobriram nas redes sociais da organização Cáritas no Rio de Janeiro, parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a oferta de graduação gratuita destinada a pessoas em situação de refúgio.

Agora, eles estão prestes a ser formar, juntos, em Relações Internacionais, graças a uma bolsa de estudos oferecida pela Universidade Católica de Santos (UNISANTOS).

Mãe e filha em centro de saúde apoiado pelo UNFPA. Agência presta serviços de saúde reprodutiva, sexual, materna e neo-natal. Foto: UNFPA Namíbia/Emma Mbekele

Negar direitos sexuais e reprodutivos prejudica progresso socioeconômico dos países, diz relatório

Negar o direito de mulheres, casais ou indivíduos escolherem quando e quantos filhos desejam ter pode prejudicar o progresso socioeconômico dos países, uma vez que, com esses direitos negados, as pessoas não desenvolvem plenamente seus potenciais.

A conclusão é do relatório “O poder de escolha: direitos reprodutivos e a transição demográfica”, divulgado em outubro pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Os refugiados e solicitantes de refúgio, assim como os migrantes que vivem em São Paulo, participam de processos de consulta com o poder público para aprimorar as políticas de acolhimento e integração na maior metrópole da América do Sul. Foto: ACNUR/Luiz Fernando Godinho

Um terço dos migrantes com ensino superior no mundo tem qualificação excessiva para trabalho que realizam

Mais de um terço dos migrantes com ensino superior do mundo considera ter qualificação excessiva para o trabalho que desenvolvem nos países em que vivem. A conclusão é de estudo publicado nesta quinta-feira (20) por Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Fundação Education Above All.

O documento estima que apenas 30% dos migrantes e refugiados que vivem nos países da Organização para a Cooperação Desenvolvimento Econômico (OCDE) e têm qualificações de ensino superior obtidos fora da Europa e da América do Norte ocupam posições de alta qualificação. Menos de 15% deles acreditam que seu trabalho está à altura do seu nível educacional.

Rascunho de uma das primeiras versões da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Foto: ONU/Greg Kinch

Artigo 25: Direito a um padrão de vida adequado

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi adotada em 10 de dezembro de 1948. Para marcar o aniversário de 70 anos, nas próximas semanas, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) publicará textos informativos sobre cada um de seus artigos.

A série tentará mostrar aonde chegamos, até onde devemos ir e o que fazer para honrar aqueles que ajudaram a dar vida a tais aspirações.

Leia mais sobre o Artigo 25:

1. Todo ser humano tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e à sua família saúde e bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.

2. A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozarão da mesma proteção social.

Jovens refugiados e solicitantes de refúgio recebem certificados de participação em oficinas de empregabilidade. Foto: ACNUR/Tainá Aragão

Jovens refugiados participam de oficinas de empregabilidade em Brasília

Na segunda edição das Oficinas de Criatividade com refugiados e solicitantes de refúgio, 13 jovens participaram de atividades em Brasília (DF) voltadas para a inserção no mercado de trabalho.

Fruto de parceria entre Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Instituto de Migrações e Direitos Humanos (IMDH) e Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), o projeto visou capacitar e assistir jovens refugiados e solicitantes de refúgio na busca de uma oportunidade de estágio ou de jovem aprendiz.

Feira gastronômica de refugiados e migrantes em Brasília. Foto: Instituto Migrações e Direitos Humanos

Reunião familiar, permissões para trabalho e estudo ajudam mais refugiados, diz pesquisa

Dados divulgados nesta quarta-feira (19) mostram que, nos últimos oito anos, os países membros da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) têm recebido mais pessoas advindas dos países com as maiores crises de refugiados da atualidade por meio de licenças não humanitárias do que por meio dos planos de reassentamento.

Um estudo da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e da OCDE, intitulado “Caminhos Seguros para Refugiados”, mostra que mais de 560 mil pessoas da Síria, Afeganistão, Iraque, Somália e Eritreia entraram nos países da OCDE por meio de reunião familiar e permissões para trabalho e estudo em um período de oito anos.

Deme Hatimi, de 21 anos, dá aula numa escola franco-árabe em Burkina Faso. Foto: Parceria Global para a Educação/Kelley Linch

Em dia mundial, UNESCO celebra legado artístico e científico da língua árabe

Em mensagem para o Dia Mundial da Língua Árabe, lembrado neste 18 de dezembro, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, lembrou que o idioma é a língua materna de mais de 290 milhões de pessoas e é também a língua litúrgica de cerca de 1,5 bilhão de muçulmanos em todo o mundo.

Segundo a dirigente, o árabe carrega um legado expressivo no campo das artes e ciências e se firma hoje como meio de comunicação de uma juventude antenada com as novas tecnologias.

No aniversário de 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 2008, o então embaixador Martin Ihoeghian Uhomoibhi (centro), representante permanente da Nigéria no escritório da ONU em Genebra (UNOG); e a então presidente do Conselho de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay; iniciam evento comemorativo em Genebra. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Artigo 22: Direito à proteção social

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi adotada em 10 de dezembro de 1948. Para marcar o aniversário de 70 anos, nas próximas semanas, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) publicará textos informativos sobre cada um de seus artigos.

A série tentará mostrar aonde chegamos, até onde devemos ir e o que fazer para honrar aqueles que ajudaram a dar vida a tais aspirações.

Leia mais sobre o Artigo 22: Todo ser humano, como membro da sociedade, tem direito à segurança social e à realização, pelo esforço nacional, pela cooperação internacional e de acordo com a organização e recursos de cada Estado, dos direitos econômicos, sociais e culturais, indispensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento de sua personalidade.

Seminário deu voz para crianças, adolescentes e adultos que estudam na rede municipal de ensino de Maceió. Foto: Jangada Filmes

PNUD e Prefeitura de Maceió reúnem alunos e professores para debate sobre educação

Vagner, Wendes, Noemi e Rita são apenas quatro dos cerca de 60 mil estudantes da rede municipal de ensino de Maceió, mas trazem o desejo de todos os seus colegas: ter uma educação pública de qualidade.

Nos dias 11 e 12 de dezembro, na capital alagoana, o seminário anual da parceria da Prefeitura com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) deu voz a essas crianças, jovens e adultos matriculados na educação pública.

ONU convida universidades brasileiras a participar de iniciativas de impacto acadêmico

O Departamento de Informação Pública das Nações Unidas convida universidades e demais instituições envolvidas no ensino superior e na produção de conhecimento do Brasil a ingressar na iniciativa Impacto Acadêmico (UN Academic Impact, UNAI).

Trata-se de uma associação com as Nações Unidas e da participação em uma rede de compartilhamento de conhecimento, pesquisa e soluções pautada em questões inter e multidisciplinares que dialoguem com os valores da ONU, como representados nos princípios da UNAI.

Motivada pelo sonho de menina e com o apoio incondicional de pessoas próximas, Betânia hoje é um dos 7.305 estudantes matriculados em uma das 53 escolas da Rede Municipal de Ensino de Maceió que oferece a Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI). Foto: PNUD/Thiago Guimarães

Alagoana de 54 anos aprende a ler e escrever em Maceió

Motivada pelo sonho de um dia aprender a ler e escrever, a alagoana Maria Betânia da Silva, de 54 anos, hoje é um dos mais de 7 mil estudantes matriculados nas escolas da Rede Municipal de Ensino de Maceió que oferece a Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI).

Tendo em vista experiências como a de Maria Betânia, a Secretaria Municipal de Educação de Maceió e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) realizam na quinta-feira (13) na cidade o encontro “Reflexões sobre Trabalho e Educação de Jovens, Adultos e Idosos”.

No Líbano, dois irmãos refugiados sírios estão desafiando sua deficiência visual e tendo sucesso na escola. Alaa usa um celular antigo para escrever: “Comecei a aprender as letras. Eu me concentrei nas letras. No começo, apertava uma tecla e ele me dizia o que era, depois duas letras, depois três. Foi assim que comecei a escrever palavras, frases e textos completos”. Confira nesse vídeo do ACNUR, a Agência das Nações Unidas para Refugiados.

No Líbano, dois irmãos sírios desafiam deficiência visual pela educação

No Líbano, dois irmãos refugiados sírios estão desafiando sua deficiência visual e tendo sucesso na escola. Alaa usa um celular antigo para escrever: “Comecei a aprender as letras. Eu me concentrei nas letras. No começo, apertava uma tecla e ele me dizia o que era, depois duas letras, depois três. Foi assim que comecei a escrever palavras, frases e textos completos”. Confira nesse vídeo do ACNUR, a Agência das Nações Unidas para Refugiados.

Com o diagnóstico, órgãos públicos estaduais, organizações do setor privado e da sociedade civil poderão identificar prioridades locais e direcionar as políticas com foco no cumprimento das metas dos ODS. Foto: Paula Mariane

Relatório aponta desafios para desenvolvimento sustentável do Piauí

Identificar, por meio de uma base de dados e de indicadores, os principais desafios do Piauí para a implementação da Agenda 2030 é o que se propõe o “Diagnóstico do Piauí à Luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, apresentado em Teresina na sexta-feira (7).

Resultado do “Projeto ODS Piauí”, parceria entre o governo do estado, Contour Global, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o diagnóstico servirá para medir o avanço de metas específicas da Agenda 2030.

No Rio, o "Vamos Nessa" capacitou cinco professores de jiu-jitsu da Geração UPP, projeto que leva técnicas e doutrina das artes marciais a jovens de comunidades por meio de policiais militares. Foto: UNODC

Festival da ONU no DF aborda papel do esporte na prevenção do crime e do uso de drogas

O Centro Olímpico de Samambaia, região administrativa do Distrito Federal, realiza no sábado (8) o Festival Vamos Nessa, que celebra a conclusão este ano das atividades do projeto do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) para prevenção ao crime juvenil por meio dos esportes.

Financiado pelo governo do Qatar, o programa “Vamos Nessa” visa à promoção do esporte para prevenir o crime e aumentar a resiliência dos jovens vivendo em situação de risco.

O estudo do IPEA faz parte de uma pesquisa regional intitulada "Millennials na América Latina e no Caribe: trabalhar ou estudar", que entrevistou mais de 15 mil jovens entre 15 e 24 anos, em nove países da região da América Latina e do Caribe. Foto: EBC

Estudo mostra que 23% dos jovens brasileiros não trabalham nem estudam

Cerca de 23% dos jovens brasileiros não trabalham nem estudam, um dos maiores percentuais entre os países da região da América Latina e do Caribe, segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) divulgada na segunda-feira (3) e que teve apoio operacional do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), vinculado às Nações Unidas.

A pesquisa refuta a ideia de que esses jovens sejam improdutivos, destacando que 31% deles, principalmente homens, estão à procura de trabalho, e mais da metade, 64%, dedicam-se a trabalhos de cuidado doméstico e familiar, o que ocorre principalmente entre as mulheres.