Saúde e bem-estar

O ODS 3 diz: "Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades"

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 3 diz: “Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods3 e notícias sobre o tema abaixo.

Crianças coletam água limpa e segura no campo de Kyein Ni Pyin, que abriga quase 6 mil rohingya deslocados pela violência no estado de Rakhine, em Mianmar. Foto: UNICEF/Thame

Mianmar: crianças rohingya estão em condições ‘assustadoras’, alerta UNICEF

Porta-voz do UNICEF, Marixie Mercado, passou quase um mês no país; ela falou sobre 60 mil crianças rohingya “esquecidas”. Milhares não recebem tratamento para desnutrição; abrigos estão perto de depósito de lixo; pessoas não conseguem viajar para obter ajuda médica.

Iniciativa do Programa Mundial de Alimentos da ONU garante a 90 mil refugiados um cartão de débito pré-pago que pode ser utilizado para comprar uma variedade de alimentos, fornecidos às mulheres para que elas possam decidir por suas famílias o que comprar.

Com até 20 pessoas compartilhando uma sala, doenças como o sarampo e as infecções respiratórias são uma ameaça significativa no Iêmen, especialmente para crianças que estão sofrendo de desnutrição e lidam com instalações inadequadas de água e saneamento. Foto: OCHA / Eman

No Iêmen, quase todas as crianças precisam de ajuda humanitária; conflito completará três anos

“Uma geração inteira de crianças no Iêmen está crescendo sem saber nada além da violência”, disse a chefe das operações do UNICEF no país devastado pela guerra, sublinhando a gravidade da crise.

Hospitais, instalações médicas e sistemas de água e saneamento foram tornados inoperantes em grandes partes do país. A assistência humanitária é o que salva a vida de três quartos da população do Iêmen.

Uma menina rohingya de sete anos carrega um jarro d'água para o abrigo improvisado de sua família, no assentamento de Bormapara , em Ukhia, na cidade de Cox's Bazar, em Bangladesh. Foto: UNICEF/Sujan

Ciclones na Ásia podem levar a ‘catástrofe’ entre refugiados rohingya, alerta UNICEF

Com a chegada das estações de ciclones e monções ao Sul Asiático, mais de 500 mil crianças rohingya — que já vivem precariamente como refugiadas em Bangladesh — correm novos riscos de saúde e deslocamento forçado. O alerta é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que chamou atenção para possíveis surtos de cólera, malária, hepatite E, bem como para a destruição de casas e infraestrutura.

Garantir vidas saudáveis e promover o bem-estar em todo o curso de vida é um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Foto: Carol Garcia / SECOM Bahia

Agência da ONU recebe inscrições para programa gratuito de liderança em saúde nas Américas

Profissionais com experiência gerencial ou executiva em saúde pública, relações internacionais e áreas afins têm até 15 de fevereiro para se candidatar a um programa de liderança da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

Diplomacia em saúde, cooperação internacional, gestão de políticas públicas, migração, saúde nas fronteiras, acesso a medicamentos e doenças não transmissíveis são alguns dos temas que serão abordados.

Transtorno dos jogos eletrônicos deverá ser incluído em nova revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID). Foto: PEXELS

OMS esclarece dúvidas sobre vício em video games

O transtorno dos jogos eletrônicos — tradução livre de gaming disorder — é definido no rascunho da 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) como um padrão comportamental que prejudica a capacidade de controlar a prática desse tipo de entretenimento. Os video games são priorizados em detrimento de outras atividades, e o jogo se torna mais importante que outros interesses e ações diárias.

A fim de esclarecer dúvidas sobre a revisão da CID e a inclusão do transtorno na Classificação, a Organização Mundial da Saúde (OMS) preparou um “perguntas e respostas” sobre o tema.

Foto: UNESCO

Guia de educação em sexualidade da ONU enfatiza igualdade de gênero e direitos humanos

Perto de completar dez anos, o guia “Orientações Técnicas de Educação em Sexualidade”, voltado para legisladores que trabalham na elaboração de currículos escolares no mundo todo, teve esta semana sua edição atualizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Com base em uma análise das melhores práticas no mundo, o guia mostra que a educação em sexualidade ajuda os jovens a se tornar mais responsáveis em sua atitude e comportamento no que se refere à saúde sexual e reprodutiva. Também é essencial no combate à evasão escolar de meninas provocada por gravidez ou casamento precoce.

Escola da Vila Nova Esperança em Tomé-Açu (PA), onde atua o Sistema de Organização Modular de Ensino (Some). Foto: Blog do Riba/http://ribaprasempre.blogspot.com.br

Professora adota currículo da ONU sobre igualdade de gênero em áreas rurais do Pará

A professora paraense Danielle Figueiredo, de 33 anos, dá aulas para alunos do ensino médio em áreas rurais do Pará por meio de um sistema denominado modular. Nele, as aulas são concentradas em apenas uma disciplina durante 50 dias, em locais de melhor acesso para estudantes que vivem longe dos centros urbanos.

Isso significa que Danielle, professora de sociologia pós-graduada na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), passa 50 dias em diferentes municípios da região nordeste do estado, já tendo lecionado em comunidades rurais de Capitão Poço, Garrafão do Norte, Nova Esperança do Piriá, entre outras.

Desde 2015, a professora da rede estadual de ensino passou a aplicar em sala de aula, por iniciativa própria, “O Valente não é Violento”, currículo interdisciplinar disponível na Internet que tem como objetivo abordar questões de sexualidade e de gênero para combater e prevenir a violência contra mulheres e meninas.

Linhas de transmissão de energia na Faixa de Gaza. Foto: Banco Mundial/Natalia Cieslik (arquivo)

Relatores da ONU elogiam retomada do fornecimento de energia elétrica em Gaza

Especialistas em direitos humanos das Nações Unidas elogiaram o anúncio de que os cortes de energia elétrica impostos a Gaza nos últimos seis meses foram interrompidos, mas alertaram que muito mais precisa ser feito para aliviar o sofrimento da população do enclave palestino.

“Esta retomada dos níveis de eletricidade anteriores a junho de 2017 vão diminuir o sofrimento dos 2 milhões de habitantes de Gaza”, disse o relator especial da ONU para a situação dos direitos humanos nos territórios palestinos ocupados desde 1967, Michael Lynk. “Nos últimos seis meses, a população de Gaza teve acesso à energia elétrica por aproximadamente quatro horas por dia e, frequentemente, por menos do que isso”.

Poluição ambiental mata 12,6 milhões de pessoas por ano. Foto: PEXELS

Agências da ONU se unem para combater riscos ambientais de saúde

A ONU Meio Ambiente e a Organização Mundial da Saúde (OMS) firmaram nesta semana (10) uma nova parceria para enfrentar os problemas de saúde causados pela poluição ambiental. Cooperação visa ampliar a realização de pesquisas, além de aprimorar métodos de monitoramento da qualidade do ar e da água. Agências trabalharão ainda por melhorias na gestão de resíduos e produtos químicos. Acordo prevê que os dois organismos compartilhem a coordenação da campanha da ONU BreatheLife.

Foto: OPAS/OMS

Brasil anuncia fracionamento de doses de vacina contra febre amarela em três estados

O Ministério da Saúde anunciou na terça-feira (9) que vai adotar, entre fevereiro e março deste ano, o fracionamento de doses da vacina contra a febre amarela em três estados: Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Essa medida é recomendada pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) como uma das estratégias de imunização que podem ser usadas em casos de emergência.

O UNICEF alertou que as crianças refugiadas da etnia rohingya, que fugiram de Mianmar para Bangladesh, estão sofrendo de grave desnutrição, anemia e outras doenças. A agência da ONU e parceiros trataram quase 7 mil crianças gravemente desnutridas, administraram quase 900 mil doses da vacina contra o cólera e imunizaram cerca de 450 mil crianças contra o sarampo e a rubéola.

UNICEF apoia crianças rohingya sofrendo com desnutrição, anemia e outras doenças; vídeo

O UNICEF alertou que as crianças refugiadas da etnia rohingya, que fugiram de Mianmar para Bangladesh, estão sofrendo de grave desnutrição, anemia e outras doenças.

A agência da ONU e parceiros trataram quase 7 mil crianças gravemente desnutridas, administraram quase 900 mil doses da vacina contra o cólera e imunizaram cerca de 450 mil crianças contra o sarampo e a rubéola. Confira nesse vídeo.

Entre os usuários da CID, estão profissionais de saúde, pesquisadores, gestores e codificadores de informações em saúde. Foto: Ministério da Saúde/Creative Commons

Leia perguntas e respostas sobre a revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID)

A Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID) fornece uma linguagem comum para registro e monitoramento de doenças. Isso permite que profissionais de todo o mundo comparem e compartilhem dados de forma consistente e padronizada — entre hospitais, regiões e países, bem como por períodos de tempo. Essa ferramenta facilita a coleta e armazenamento de dados para análise e tomada de decisões baseadas em evidências.

A CID foi traduzida para 43 idiomas e é utilizada por todos os Estados-membros da Organização Mundial da Saúde (OMS). A maioria dos países (117) usa o sistema para registrar dados sobre mortalidade, um indicador básico de saúde.

Mães e crianças aguardam na fila para receber vacinação contra sarampo em campo de refugiados de Baidoa, na Somália. Foto ONU (arquivo)

Milhões de crianças na Somália são vacinadas contra sarampo em campanha da ONU

Mais de 1 milhão de crianças com idade entre 6 meses a 10 anos em Puntland e 4,2 milhões em toda a Somália participaram de uma campanha de vacinação de cinco dias contra o sarampo encerrada no domingo (7), informaram as Nações Unidas nesta segunda-feira (8).

A campanha foi conduzida por uma parceria entre Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Ministério da Saúde da Somália.

Novos refugiados, a maioria mulheres e crianças, fogem da violência no noroeste da República Centro-Africana (RCA) com destino ao Chade. Foto: ACNUR/Ezzat Habib Chami

ONU apoia milhares de refugiados da República Centro-Africana que chegam ao Chade

Na sequência de uma recente onda de violência na República Centro-Africana (RCA), a agência de refugiados das Nações Unidas disse na sexta-feira (5) que está registrando e apoiando milhares de refugiados, principalmente mulheres e crianças, que chegam ao Chade.

“A estimativa é de que mais mais de 5 mil refugiados tenham chegado ao sul do Chade desde o fim de dezembro, fugindo de confrontos entre grupos armados do Movimento de Libertação do Povo Centro-Africano (MLPC) e do grupo Justiça Revolução na cidade de Paoua”, disse Babar Baloch, porta-voz da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), em coletiva de imprensa em Genebra.

Profilaxia pré-exposição é mais uma ferramenta contra a transmissão do HIV. Foto: UNAIDS

Brasil começa a distribuir remédios para prevenir HIV entre populações-chave

O Ministério da Saúde começou no início de dezembro (1º) a distribuir as profilaxias pré-exposição (PrEP) e pós-exposição (PEP) para prevenir o HIV entre populações-chave em 35 localidades do país.

Em dezembro passado, um novo relatório sobre prevenção do HIV elaborado por Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) recomendou ampliar o acesso a todas as opções de prevenção disponíveis, entre elas, a PrEP, para diminuir os novos casos de HIV, que têm se mantido em 120 mil por ano desde 2010 na América Latina e no Caribe.

Meninos passam em frente a edifícios destruídos em Maarat al-Numaan, na província de Idlib. Foto: UNICEF/Giovanni Diffidenti

Equipes humanitárias da ONU alertam para situação de civis no norte da Síria

Equipes humanitárias das Nações Unidas e seus parceiros na Síria expressaram na quarta-feira (3) profunda preocupação com a proteção e o bem-estar de dezenas de milhares de civis nas províncias de Hama e Idlib, norte do país, após confrontos deixarem mortos, feridos e deslocados na região.

De acordo com um porta-voz da ONU, na terça-feira (2), sete pessoas foram assassinadas e ao menos 18 ficaram feridas após um ataque aéreo atingir a cidade de Khan Elsobol, sul de Idlib. No mesmo dia, 25 pessoas ficaram feridas e diversas lojas foram danificadas quando bombardeios atingiram o principal mercado da cidade de Jisr-Ash-Shugur, no oeste da mesma província.

Bandeira da ONU é levantada na cerimônia de lançamento da MINUJUSTH. Foto MINUJUSTH/Logan Abassi

Nova missão da ONU no Haiti tem como objetivo fortalecer o Estado de direito no país

A chefe da nova Missão das Nações Unidas de Apoio à Justiça no Haiti (MINUJUSTH), Susan Page, disse que a operação terá como foco exclusivo fortalecer o Estado de direito no país.

“O novo mandato estabelecido pelo Conselho de Segurança da ONU é trabalhar com o governo haitiano para fortalecer suas instituições de Estado de direito. Também continua a apoiar a polícia nacional haitiana e a trabalhar para a Justiça e os direitos humanos — e isso inclui informação, monitoramento e análise”, disse ela em entrevista ao UN News.

A OMS acredita que com a vacina, deve diminuir o uso de antibióticos para febre tifoide. Foto: OMS

OMS aprova mais um passo para vacina inovadora contra febre tifoide

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pré-qualificou a primeira vacina conjugada para febre tifoide, a Typbar-TCV, da Bharat Biotech. Segundo a agência, as vacinas conjugadas são produtos inovadores que oferecem maior tempo de imunidade em doses menores.

Essas vacinas podem ser oferecidas a crianças em campanhas rotineiras de imunização. Ter a pré-qualificação da OMS significa que a vacina tem todos os padrões de qualidade, segurança e eficácia para ser comercializada.

Crianças desnutridas, muitas delas sofrendo com a diarreia, são atendidas em hospital de Banadir, em Mogadíscio, Somália. Foto: ONU/Tobin Jones

Somália: ONU manifesta preocupação com destruição de abrigos para pessoas deslocadas

Um oficial das Nações Unidas na Somália expressou profunda preocupação com as informações da destruição de acampamentos para pessoas internamente deslocadas, assim como de infraestrutura humanitária, em Mogadíscio, na Somália.

“Alguns desses deslocados caminharam longas distâncias de diferentes partes do país, fugindo da seca e do conflito”, disse Peter de Clercq, vice-representante especial do secretário-geral da ONU para a Somália, lembrando que em 29 e 30 de dezembro mais de 23 acampamentos, que abrigavam mais de 4 mil pessoas, foram destruídos.

Iemenitas aguardam na fila para receber água potável de tanque fornecido pelo UNICEF em Sanaa, no Iêmen. Foto: UNICEF

Iêmen caminha para catástrofe humanitária, alertam agências da ONU

Enquanto o conflito no Iêmen ultrapassa a marca de 1 mil dias, as Nações Unidas alertaram que se os trabalhadores humanitários não tiverem maior acesso ao país e se a violência não diminuir, o custo em termos de vidas perdidas será incalculável. O alerta foi feito pelos chefes de Organização Mundial da Saúde (OMS), Programa Mundial de Alimentos (PMA) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Cerca de 75% da população iemenita está em necessidade de assistência humanitária, incluindo 11,3 milhões de crianças que não podem sobreviver sem ela. Ao menos 60% dos iemenitas estão agora em insegurança alimentar e 16 milhões de pessoas não têm acesso a água potável e saneamento básico. Menos da metade dos hospitais do Iêmen está funcionando plenamente e profissionais de saúde ficaram meses sem receber salários.

Imunização contra a hepatite B na Argentina. Foto: OPAS/OMS

Revista Pan-Americana de Saúde Pública divulga edição especial sobre imunização nas Américas

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançou uma edição especial da Revista Pan-Americana de Saúde Pública sobre imunização nas Américas.

A publicação comemora os 40 anos do Programa Ampliado de Imunização e homenageia o legado de Ciro de Quadros, ex-funcionário da OPAS/OMS e médico epidemiologista brasileiro reconhecido por seus esforços para a erradicação da poliomielite globalmente.

A cidade iemenita de Saada foi fortemente atingida por ataques aéreos desde que o conflito se intensificou no ano passado. Na foto, mercado destruído por ataque aéreo em abril de 2015. Foto: OCHA/Philippe Kropf

Civis enfrentam impacto de ‘guerra absurda’ no Iêmen, diz oficial da ONU

Após ataques aéreos contra uma fazenda e um mercado popular deixarem cerca de 70 mortos no início desta semana no Iêmen, o principal representante humanitário da ONU no país denunciou os incidentes e lembrou as partes em conflito sobre suas obrigações legais internacionais de poupar civis e infraestruturas.

“Esses incidentes provam o completo desprezo pela vida humana que todas as partes, incluindo a coalizão liderada pela Arábia Saudita, continuam a demonstrar”, disse Jamie McGoldrick, coordenador humanitário para o Iêmen, em comunicado publicado na quinta-feira (28).

Apesar de a mortalidade materna ter caído 43% na América Latina e 30% no Caribe de 1990 a 2010, o progresso foi insuficiente para alcançar o objetivo de redução de 75% estabelecido pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Foto: OPAS/OMS

‘Nenhuma mulher deve morrer no processo de se tornar mãe’, diz diretora da OPAS

Um enfoque baseado em direitos humanos que utilize instrumentos legais internacionais pode ajudar no esforço de redução da mortalidade materna nas Américas, disseram especialistas durante simpósio realizado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) no início de dezembro (8) em Washington.

Apesar de a mortalidade materna ter caído 43% na América Latina e 30% no Caribe de 1990 a 2010, o progresso foi insuficiente para alcançar o objetivo de redução de 75% estabelecido pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas em 2015. “Isso é um reflexo da desigualdade dentro e entre os países, e também uma negação dos direitos humanos daquelas mulheres que morreram por conta de algo tão natural com dar a luz”, disse a diretora da OPAS, Carissa Etienne.

Relator da ONU elogia ações do governo venezuelano após visita ao país

Um dos relatores de direitos humanos das Nações Unidas elogiou o governo venezuelano nesta quinta-feira (28) pela introdução de uma série de medidas em linha com as recomendações feitas por ele em sua recente missão ao país.

Alfred de Zayas, especialista independente da ONU para a promoção de uma ordem internacional democrática e equitativa, enfatizou uma força-tarefa estabelecida pelo Ministério de Relações Exteriores do país para fortalecer a cooperação com o Sistema ONU, de forma a melhorar a distribuição de alimentos e medicamentos. Ele também elogiou o anúncio feito em 23 de dezembro sobre a libertação de diversas pessoas que estavam detidas em conexão com manifestações públicas.

Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 3 prevê alcançar a cobertura universal de saúde. Foto: Agência Brasil / Marcello Casal Jr.

Revista de saúde da ONU prorroga prazo para recebimento de artigos sobre atenção primária

Foi prorrogado até 14 de janeiro de 2018 o prazo de envio de artigos para uma edição especial da Revista Pan-Americana de Saúde Pública, cujo tema será “Atenção primária à saúde nas Américas: Quarenta anos de Alma-Ata”. Os trabalhos serão aceitos em português, espanhol ou inglês. Periódico é publicado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), braço regional da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Quadro explicativo, mostrado durante a 41ª Reunião da Junta de Coordenação do UNAIDS, aborda como a discriminação nos serviços de saúde afasta homens e mulheres das redes de atendimento. Foto: UNAIDS

Dirigentes de programa da ONU sobre HIV/AIDS debatem discriminação nos serviços de saúde

Em encontro em Genebra, especialistas em HIV e AIDS discutiram nesse mês estratégias para combater a discriminação nos serviços de saúde. Problema é considerado um dos principais obstáculos para acabar com a epidemia como ameaça de saúde pública até 2030. O preconceito no atendimento tem impactos em toda a cadeia de cuidados médicos, que engloba prevenção, testagem, tratamento e a supressão da carga viral de forma duradoura.

Solicitante de refúgio entra nas antigas instalações do centro de triagem de refugiados da Austrália, mantido na ilha de Manus, na Papua Nova Guiné. Foto: ACNUR/Vlad Sokhin

ONU cobra que Austrália garanta direitos de refugiados em ilha usada para triagem de estrangeiros

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) alertou neste mês (22) que a situação de refugiados e solicitantes de refúgio permanece perigosa na ilha de Manus, em Papua Nova Guiné, onde o governo da Austrália mantinha uma unidade de triagem de estrangeiros. Apesar da desativação das instalações, em 31 de outubro, cerca de 800 refugiados continuam vivendo em “condições altamente inseguras”, segundo o ACNUR.

Laço vermelho, símbolo da luta contra a Aids. Foto: CC/Sham Hardy

Programa da ONU convida jovens a participar de curso sobre orçamento público em saúde e AIDS

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) torna público o processo de seleção para o projeto-piloto “Curso de Orçamento Público em Saúde, Advocacy e Negociação para Jovens Lideranças”. Formação será oferecida em Brasília de janeiro a abril de 2018. As inscrições deverão ser realizadas de 22 de dezembro de 2017 a 10 de janeiro de 2018. Serão selecionados 20 jovens pertencentes às populações-chave/prioritárias e que residam no Distrito Federal.

Peru preparado tradicionalmente durante as festas de fim de ano. Foto: Flickr (CC)/neal whitehouse piper

Cinco dicas da ONU para preparar comidas de forma saudável nas festas de fim de ano

A cada dia nas Américas, mais de 210 mil pessoas apresentam sintomas de doenças transmitidas por alimentos. Desses casos, quase metade ocorre entre crianças com menos de cinco anos de idade. Durante as celebrações de fim de ano, o risco de contrair essas enfermidades pode aumentar devido à manipulação e refrigeração inadequadas das comidas, que são preparadas com antecedência e em grandes quantidades.

Para evitar esses problemas, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), braço regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), recomenda cinco medidas a serem tomadas durante o preparo dos pratos.

Em Belo Horizonte, jovens realizam uma partida de 'queimado' temática, para discutir questões de gênero e orgulho LGBTI. Imagem de 2016. Foto: Mídia Ninja (CC)

UNAIDS: 1 em cada 4 jovens gays no Brasil nunca ouviu falar de remédios para prevenir HIV

Divulgada nesta semana (21), uma enquete realizada no Brasil pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o aplicativo de relacionamentos gays Hornet mostra que os jovens homossexuais têm menos conhecimento sobre a Profilaxia Pré-exposição, a PrEP, do que os adultos. Em pequisa que entrevistou 3218 usuários do software, um em cada quatro homens de 18 a 25 anos (24%) disse nunca ter ouvido falar desta forma de prevenção do HIV. Entre os participantes da enquete com idade entre 31 e 40 anos, a proporção cai para um em cada dez.

Acordo, com vigência inicial de dois anos, tem como principal meta fortalecer as políticas públicas voltadas para a adolescência e juventude do Distrito Federal. Foto: PNUD Brasil/Fábio Donato

Fundo de População da ONU e governo do DF impulsionam políticas públicas para juventude

A Secretaria de Estado da Criança do governo do Distrito Federal (DF) assinou na quarta-feira (20) acordo com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) para fortalecer as políticas públicas voltadas para a adolescência e a juventude na capital federal, tendo como base os direitos humanos universais.

De forma geral, o projeto deve contribuir para ampliar as políticas de adolescência e juventude implementadas pela secretaria, por meio de uma nova metodologia para promoção de protagonismo juvenil e fortalecimento de trajetórias.

Foto: Anvisa

Brasil avança ao atualizar imagens de advertência nos rótulos dos cigarros, avalia OPAS/OMS

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) tem recomendado uma série de iniciativas, baseadas nas melhores evidências científicas disponíveis, para auxiliar os países das Américas na redução do número de fumantes. Recentemente, o Brasil fortaleceu uma delas ao atualizar as imagens de advertência nos rótulos dos cigarros e demais produtos derivados do tabaco.

O controle do tabagismo é um poderoso instrumento para melhorar a saúde da população. Globalmente, mais de 7 milhões de pessoas perdem a vida a cada ano, vitimadas por doenças causadas pelo consumo do tabaco – como câncer e diabetes. Esse produto é responsável por mais de 1,4 trilhão de dólares (4,3 trilhões de reais) em custos de saúde e perda de produtividade no mundo.