Fome zero e agricultura sustentável

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número dois diz: “Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável”. Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods2 e notícias sobre o tema abaixo.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número dois diz: “Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods2 e notícias sobre o tema abaixo.

A estimativa da FAO é de que cerca de 1,3 bilhão de toneladas de comida seja descartada por ano no mundo. Foto: Pexels

FAO desenvolve metodologia para mensurar desperdício de alimentos no mundo

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) está desenvolvendo uma metodologia para criar um novo índice, o Food Lost Index, com o objetivo de mensurar de maneira mais precisa o desperdício de alimentos no mundo, disse na quarta-feira (10) o diretor-geral da agência, José Graziano da Silva.

Além de considerações econômicas, as perdas e desperdícios de alimentos tem também uma grande dimensão ética e ambiental. Enquanto 8,21 milhões de pessoas no mundo estão em estado de insegurança alimentar, um terço de toda a produção alimentar do mundo é desperdiçada diariamente, segundo a FAO.

Morte de crianças por fome é ‘intolerável’, diz ONU em dia mundial

Em mensagem para o Dia Mundial da Alimentação, lembrado nesta terça-feira (16), o secretário-geral da ONU, António Guterres, uma em cada nove pessoas no mundo não tem comida suficiente para se alimentar de forma adequada.

“Cerca de 155 milhões de crianças estão cronicamente malnutridas e poderão sofrer os efeitos do nanismo ao longo de toda a sua vida. A fome causa quase metade de todas as mortes de crianças em todo o mundo. Isso é intolerável”, enfatizou o chefe das Nações Unidas.

Foto: Flickr/Barbara Eckstein (CC)

FAO alerta para falta de dados sobre violência sexual contra mulheres rurais no Brasil

Maria, de 51 anos, viveu tantos episódios de violência contra seu corpo e sua dignidade que naturalizou tais crimes como parte inerente da vida da mulher rural. Dos 7 aos 15 anos, foi violentada pelo tio, que dividia o terreno onde morava com seus pais. Casou-se aos 16, imaginando que se livraria dos assédios sexuais, mas encontrou, dentro do lar e de seu casamento, seu maior algoz.

Em reportagem, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) alerta para a falta de dados sobre a violência sexual contra mulheres no campo no Brasil. Enquanto a sociedade tem discutido e estudado cada vez mais a violência sexual contra as mulheres, os debates e as pesquisas, muitas vezes, se restringem às cidades grandes, não incluindo um olhar direcionado às trabalhadoras rurais, segundo a agência da ONU.

Agricultores trabalham em plantação em Kalu, na Etiópia. Foto: FAO/Tamiru Legesse

FAO: migração do campo para a cidade deve ser escolha, não necessidade

Um novo relatório sobre migração lançado nesta segunda-feira (15) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) sugere que as políticas públicas não devem impedir ou acelerar a migração do campo para a cidade, mas maximizar a contribuição da migração rural para o desenvolvimento econômico e social dos países, minimizando seus custos.

“Não podemos ignorar os desafios e os custos associados à migração”, observa o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, em referência ao relatório. “O objetivo é fazer da migração uma escolha, não uma necessidade, e maximizar os impactos positivos, minimizando os negativos”.

Cerca de 400 famílias foram abrigadas em um campo de refugiados improvisado no norte de Idlib, na Síria, após fugir da violência no início de setembro de 2018. Foto: UNICEF/Aaref Watad

Síria: ONU pede acesso irrestrito a Idlib e Afrin para envio de ajuda humanitária

O coordenador humanitário da ONU na Síria, Ali Al Za’atari, pediu no início de outubro (4) que todas as partes em conflito no país cheguem a um acordo e permitam acesso humanitário irrestrito às cerca de 13 milhões de pessoas que precisam de assistência vital, especialmente nas cidades de Idlib e Afrin.

“Não há mais confrontos armados em muitas cidades e territórios sírios, mas essa ameaça ainda existe em algumas áreas, e as pessoas ainda estão assustadas e inseguras”, ressaltou.

O chefe do ACNUR, Filippo Grandi, visitou uma família venezuelana em Las Delicias, Cúcuta, hospedada por famílias colombianas que foram deslocadas pelo conflito armado. Foto: ACNUR/Fabio Cuttica

Agência da ONU para Refugiados intensifica assistência a venezuelanos na Colômbia

Em visita à Colômbia, o alto-comissário da ONU para refugiados, Filippo Grandi, afirmou na quinta-feira (11) que a comunidade internacional deve fazer mais para ajudar os milhares de venezuelanos que cruzam fronteiras em busca de proteção internacional.

“O fluxo constante de venezuelanos que entram na Colômbia gera enormes desafios para atender as necessidades humanitárias de todos”, afirmou Grandi, ao visitar o município de Villa del Rosario, Norte de Santander, no domingo (14). “O ACNUR está comprometido em expandir sua presença e ajuda na região”.

Suprimento de emergência é transportado por caminhões para distribuição em Malakal, Sudão do Sul. Foto: PMA/Gabriela Vivacqua

Primeiro comboio fluvial em 5 anos entrega ajuda da ONU a áreas remotas no Sudão do Sul

Pela primeira vez desde o início da guerra civil no Sudão do Sul, em 2013, um comboio da ONU conseguiu transportar milhares de toneladas de alimentos por um rio, tendo como destino pessoas em sete áreas de difícil acesso, economizando milhões de dólares em voos onerosos.

O comboio do Programa Mundial de Alimentos (PMA) transportou pouco mais de 750 toneladas de alimentos e suprimentos nutricionais pelo rio Sobat, um importante afluente do Nilo Branco.

Crianças em creche do condado de Sinwon, na Coreia do Norte. Foto: PMA/Silke Buhr

Mais de 10 milhões de pessoas vivem subnutridas na Coreia do Norte

O Programa Mundial de Alimentos afirmou nesta semana (9) que recebeu apenas 24% da verba necessária para dar assistência e comida aos habitantes da Coreia do Norte. Segundo o organismo das Nações Unidas, mais de 10 milhões de pessoas no país asiático estão subnutridas. Contingente representa quase 40% da população. Uma em cada cinco crianças norte-coreanas tem problemas de crescimento devido à desnutrição crônica.

Agricultora do interior da Bahia critica falta de oportunidades para mulheres rurais

A garantia dos direitos das mulheres rurais é um pilar fundamental do desenvolvimento sustentável. As desigualdades de condições no acesso, posse e uso da terra com as quais lidam diariamente são consequência da violência estrutural que se revela nas discrepantes oportunidades que homens e mulheres encontram em seus caminhos.

Para a agricultora baiana Francisca Alves Ribeiro, de 58 anos, mesmo com avanços sociais que facilitaram a rotina, a forma como a mulher é encarada no campo não avançou, e a violência silenciosa que assolou gerações e gerações segue como uma triste realidade.

O alto-comissário da ONU para os refugiados, Filippo Grandi, visita comunidade de famílias venezuelanas em Cúcuta, na Colômbia. Foto: ACNUR/Fabio Cuttica

ONU aumenta apoio a venezuelanos e elogia ‘solidariedade extraordinária’ da Colômbia

Com a ajuda da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a Colômbia está mostrando “solidariedade extraordinária” com os deslocados da Venezuela em meio à crise econômica e política do país, disse o chefe da agência, Filippo Grandi, na terça-feira (9).

Em visita à Colômbia e a outros países da América Latina, o alto-comissário da ONU para os refugiados chamou a situação de “chocante” e elogiou a Colômbia por abrigar e cuidar dos venezuelanos em momentos críticos.

Grupo de mulheres amplia liderança em cooperativa de produtores rurais de Japeri (RJ)

O espaço da mulher no mercado de trabalho vem se transformando à medida que a sociedade evolui. No mundo moderno, as mulheres realizam muitas tarefas e são desafiadas a equilibrar diferentes papéis no dia a dia — de mãe, esposa e profissional. Romperam barreiras no mercado de trabalho e chegaram a carreiras profissionais até então dominadas por homens. Hoje, são, executivas, empreendedoras, agricultoras.

Nesse contexto, agricultoras lideradas por Maria do Socorro da Silva, de 56 anos, aceitaram o desafio de empoderar mulheres na agricultura. Como resultado, estão transformando a rotina e melhorando a qualidade de produção da Cooperativa de Produtores Rurais de Japeri (Agro Verde), no Rio de Janeiro.

O relato é de Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e ONU Mulheres.

Teresa Corção, uma chef de cozinha em defesa da agricultura familiar brasileira. Imagem: FAO

Sem a mulher, não haveria agricultura familiar no Brasil, diz chef

A carioca Teresa Corção descobriu há 16 anos que seu trabalho poderia mudar a vida de agricultores familiares. Em viagens de Norte a Sul do Brasil, a mestre-cuca encontrou produtores que mantinham tradições artesanais, além de conhecer mulheres que lideravam cooperativas e negócios agrícolas.

A chefe de cozinha decidiu mobilizar seus colegas de profissão para promover a valorização dessa produção familiar e defender o protagonismo feminino no campo. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Plantação de morangos na zona rural da Argentina. Foto: Banco Mundial/Nahuel Berger

Organismos da ONU firmam parceria em prol de comunidades rurais da América Latina

A FAO e a Comissão Econômica da ONU para a América Latina e o Caribe (CEPAL) firmaram nesta semana (9) uma parceria para promover o desenvolvimento sustentável das zonas rurais da região.

Cooperação terá como foco os problemas nas áreas de biodiversidade, mudanças climáticas, migração e automatização do trabalho. Cem comunidades agrícolas, consideradas as mais vulneráveis em nível regional, receberão assistência para combater a fome e a pobreza.

Crianças assistem a aula na Primary Mohammed School do Zongo, na República Democrática do Congo, em novembro de 2015. Metade dos estudantes são refugiados da República Centro Africana. Foto: ACNUR/ Colin Delfosse

Refugiados sofrem com falta de financiamento para emergências no mundo todo

A alocação de recursos para refugiados e apátridas em todo o mundo está se tornando cada vez mais escassa. Com pouco mais da metade das necessidades de financiamento atendidas, as dificuldades e os riscos enfrentados por muitos refugiados, pessoas deslocadas e comunidades de acolhida têm se agravado. Esta é a realidade apontada por novo relatório divulgado nesta terça-feira (9) pelo serviço de relações com doadores e mobilização de recursos da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Criptomoeda brasileira facilita empréstimos a pequenos produtores rurais

Estimativas recentes do Banco Mundial dão conta de que existem cerca de 2 bilhões de pessoas não bancarizadas no mundo todo. Elas sofrem com a falta de acesso a crédito ou a empréstimos comerciais, o que limita severamente as possibilidades de crescimento econômico.

Nesse cenário, a mineira Taynaah Reis, de 30 anos, descobriu na tecnologia um meio de conectar pessoas que querem investir com aquelas que precisam de recursos. Em 2017, criou a primeira criptomoeda brasileira com propósito de abordar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Preparação de merenda escolar no condado de Montserrado, na Libéria. Foto: UNMIL/Christopher Herwig

ONU cria centro de combate à fome no oeste da África

O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) anunciou neste final de semana (5) a criação do Centro de Excelência contra a Fome e a Má Nutrição no Oeste e Centro da África. Com sede em Abidjan, capital da Costa do Marfim, o organismo funcionará como uma plataforma de cooperação entre os países do continente, permitindo a difusão de boas práticas em agricultura familiar, manejo de perdas pós-colheita, proteção social e resiliência comunitária.

No final dos anos 1990, Sandra Pereira de Faria vivia num assentamento em Goiânia com medo de ser expulsa da terra e ficar sem um lugar para morar com seus dois filhos. Imagem: FAO

Agricultora lembra luta por terra e moradia em assentamento em Goiânia

A busca por terra e moradia faz parte da vida das mulheres do assentamento São Sebastião, localizado no município de Silvânia (GO). Uma das habitantes do antigo acampamento, Sandra Pereira de Faria lembra que as famílias viveram por anos sob ameaças, sendo expulsas da propriedade que ocupavam, com crianças a tiracolo. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Imagem: FAO

Mulheres encontram terra e empoderamento no interior do Espírito Santo

Há 18 anos, no estado do Espírito Santo, a camponesa Nelci Sanches da Rocha vivia em busca de um lugar para morar. Sem-terra e sem amparo, a agricultora se uniu a outras seis mulheres na mesma situação e fundou uma cooperativa no município de Guaçuí.

Hoje, a associação faz pães, biscoitos, geleias e licores e vende os produtos para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Produção é exemplo de modelo agroecológico e tema de matéria especial da FAO.

Mulheres rurais de MG organizam-se para ter mais voz nas decisões de cooperativa

Um grupo de 30 mulheres de Poço Fundo (MG) reuniu-se em torno de uma causa e de um produto, o café. O grupo Mulheres Organizadas Buscando Independência (MOBI) surgiu a partir da Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo e Região (COOPFAM), frente à necessidade de maior participação das mulheres nas decisões da cooperativa.

O objetivo foi ampliar a inserção e a visibilidade das mulheres rurais na produção. Além disso, o grupo foi criado para ajudar na renda das famílias, já que nele as mulheres desenvolvem outras atividades como confecção de artesanatos com subprodutos do café. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Muhammad Yunus, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2006, é o pai do microcrédito e dos negócios sociais. É o fundador do Grameen Bank e de outras 50 empresas em Bangladesh, a maior parte delas como negócios sociais. Foto: Flickr/Muhammad Yunus (CC)

FAO e vencedor do Nobel da Paz discutem elos entre violência e fome

O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, e o vencedor do Nobel da Paz de 2006, Muhammad Yunus, lembraram na terça-feira (2) em Roma, Itália, o Dia Internacional da Não Violência das Nações Unidas.

Muhammad Yunus, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2006, é o pai do microcrédito e dos negócios sociais. É o fundador do Grameen Bank e de outras 50 empresas em Bangladesh, a maior parte delas como negócios sociais.

“Toda vez que a violência cresce, a democracia e a liberdade diminuem. Esse é um momento muito importante para o povo brasileiro”, enfatizou o diretor-geral da FAO, pedindo que a população vote pela não violência.

Parece um hambúrguer bovino, mas não é. O prato foi feito com a carne de origem vegetal fabricada pela Beyond Meat. Foto: Beyond Meat

Consumo de carne é um dos problemas mais urgentes do planeta, alertam empreendedores

Emissões de gases do efeito estufa geradas pela pecuária rivalizam com a pegada de carbono dos setores de transporte rodoviário, aéreo e espacial juntos. O alerta é da dupla de empreendedores norte-americanos Ethan Brown e Patrick O’Reilly, que encontraram alternativas suculentas para o consumo de carne animal. Seus negócios foram reconhecidos neste mês com a condecoração Campeões da Terra, o prêmio ambiental mais importante da ONU.

Venezuelanos que vivem na Praça Simón Bolívar, em Boa Vista, fazem fila para receber alimentos fornecidos por membros da comunidade local. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

UNICEF e OIM apontam desafios enfrentados por crianças e adolescentes venezuelanos no Brasil

Estudo publicado nesta terça-feira (2) pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) mostrou que crianças venezuelanas que chegam ao Brasil devido à crise econômica e social no país vizinho encontram dificuldades para frequentar a escola.

Do universo de crianças e adolescentes venezuelanos analisados, 63,5% não têm acesso à educação por razões que incluem falta de vagas, altas distâncias e custos. O estudo também relatou casos de crianças e adolescentes expostos a atos de violência.

FAO promove 15 dias de campanha em defesa dos direitos das trabalhadoras rurais brasileiras

O site da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) publicará nas próximas duas semanas uma série de reportagens que fazem parte da Campanha Regional pela Plena Autonomia das Mulheres Rurais e Indígenas da América Latina e do Caribe – 2018.

Serão 15 dias de ativismo em prol das trabalhadoras rurais que, de acordo com o censo demográfico mais recente, são responsáveis pela renda de 42,2% das famílias do campo no Brasil.

Na primeira reportagem da série, a FAO conta a história de Maria Emília Campos. Moradora da Zona da Mata mineira, ela estudou agronomia e teve dificuldades para se inserir em um mercado de trabalho amplamente dominado por homens. Leia a reportagem completa.

Crianças fazem fila para receber refeição em escola em São Tomé e Príncipe. Foto: PMA/Isabel Pike

Centro da ONU avalia custos da alimentação escolar em São Tomé e Príncipe

Em missão a São Tomé e Príncipe, especialistas do Centro de Excelência contra a Fome da ONU avaliaram os retornos financeiros de investimentos feitos na alimentação escolar do país. A análise de custo-benefício, realizada na última semana de setembro, foi uma das etapas da transferência do programa nacional que oferece refeições em centros de ensino. Atualmente sob a gestão do Programa Mundial de Alimentos (PMA), a estratégia será repassada ao governo.

Com um estilo de reality show, a série da emissora pública TV Escola apresenta 13 episódios com testes de habilidades para encontrar a melhor receita brasileira de alimentação escolar. Foto: PMA

Merendeiras participam de reality show sobre melhores receitas de alimentação escolar

As dez merendeiras classificadas em primeiro e segundo lugar no Concurso de Melhores Receitas de Alimentação Escolar, promovido pelo Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE) em parceria com o Centro de Excelência contra a Fome, do Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas, agora têm seu próprio programa de televisão.

Com um estilo de reality show, a série “Super Merendeiras”, da emissora pública TV Escola, apresenta 13 episódios com testes de habilidades para encontrar a melhor receita brasileira de alimentação escolar.

Manifestante diante da Guarda Nacional da Venezuela, em protesto em maio de 2017. Foto: Wikimedia Commons/Efecto Eco

Especialistas da ONU alertam para crise no sistema de saúde da Venezuela

O sistema de saúde da Venezuela está em crise, disseram nesta segunda-feira (1) especialistas em direitos humanos das Nações Unidas, lembrando a morte de ao menos 16 crianças em um hospital devido a condições precárias de higiene e outras mortes provocadas por problemas de saúde, como a desnutrição.

Os especialistas da ONU e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pediram que o governo venezuelano atue de forma urgente para mobilizar os recursos necessários e disponíveis, inclusive mediante a cooperação internacional, para restaurar o sistema de saúde no país.

UNICEF e Amil criam ‘Casinha Sabores’ para ensinar crianças a comer bem

Em um mundo repleto de doces, refrigerantes e alimentos ultra-processados, é essencial ensinar as crianças a comer bem. É esse o objetivo da “Casinha Sabores”, exposição criada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em parceria com a empresa de assistência médica Amil para mostrar a crianças e famílias, de maneira divertida e interativa, os riscos da má nutrição e a importância de se alimentar corretamente e cuidar da saúde.

A exposição vai até 17 de outubro e ocorre no Shopping Eldorado, zona oeste da capital paulista.

O evento reuniu atores envolvidos em questões agroalimentares para refletir e debater sobre novas estratégias de produção, distribuição e consumo de alimentos a serem aplicadas a sociedades cada vez mais urbanizadas. Foto: PMA

Conferência em Porto Alegre discute agricultura e urbanização para a segurança alimentar

O Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — participou na semana passada (17 a 21) da Terceira Conferência Internacional sobre Agricultura e Alimentação em uma Sociedade em Urbanização (AgUrb), em Porto Alegre (RS).

O evento reuniu atores envolvidos em questões agroalimentares para refletir e debater sobre novas estratégias de produção, distribuição e consumo de alimentos a serem aplicadas a sociedades cada vez mais urbanizadas.

Diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva. Foto: FAO/Giuseppe Carotenuto

Graziano: ‘Conflitos estão aumentando e número de pessoas que passam fome também’

FAO promove ações em várias frentes para enfrentar o problema.

“Os conflitos estão aumentando e o número de pessoas que passam fome também, porque há uma estreia relação entre paz e segurança alimentar. Toda a vez que nós vemos aumentar a insegurança alimentar devido às guerras, principalmente, e ao impacto das mudanças climáticas, à seca sobretudo, o número de pessoas também aumenta”, disse o chefe da agência das Nações Unidas, o brasileiro José Graziano da Silva.

A FAO nomeou a viúva de Nelson Mandela, a ativista Graça Machel, como membro honorária da Aliança dos Laureados pela Paz.

Crianças na escola San Miguel Arcangel, no município de Yhu, no Paraguai. Foto: FAO

FAO premia projetos de alimentação escolar do Paraguai, El Salvador e República Dominicana

Promovido pela FAO e pelo governo do Brasil, o Concurso de Boas Práticas da Alimentação Escolar na América Latina e no Caribe anunciou nesta segunda-feira (24) as iniciativas vencedoras.

No primeiro lugar, está um projeto do Paraguai que compra produtos de 70 agricultores familiares para oferecer refeições em centros de ensino. Na avaliação da agência da ONU, o programa mostrou que pequenos produtores conseguem atender à demanda de governos municipais.

Projeto do Equador visa combater a resistência de bactérias a antibióticos na cadeia de produção do frango. Foto: FAO/CC

Nas Américas, 77 milhões de pessoas adoecem anualmente por causa de alimentos contaminados

Em visita ao Equador para avaliar o uso de antibióticos na produção agrícola, especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertaram em agosto para os riscos da resistência crescente de bactérias aos remédios.

Com agentes infecciosos mais fortes, as doenças transmitidas por comida contaminada podem ter impacto ainda maior sobre a população. Nas Américas, essas enfermidades acometem mais de 77 milhões de pessoas por ano.

Família busca água no condado de Garissa, no Quênia. Foto: UNICEF/Serem

ONU usa dados de satélites para enfrentar secas e enchentes na África e Ásia

Em março de 2018, o Quênia foi palco da pior enchente do país desde 1997. A inundação deixou mais de 300 mil pessoas desabrigadas. Mas um mês antes, a preocupação da nação africana era com a pior seca desde 2010.

Para ajudar esse e outros países a lidar com estiagens e enchentes, a ONU Meio Ambiente implementa uma plataforma de monitoramento em tempo real de bacias hidrográficas. Iniciativa usa dados de satélites para orientar estratégias de prevenção.

Na cidade de Baggao, no norte das Filipinas, Jessica Gonzales carrega seu filho de apenas um ano enquanto observa com o marido o que restou de sua casa, destruída pelo tufão Mangkhut. Foto: UNICEF/Maitem

Tufão nas Filipinas deixa quase 220 mil desabrigados

Nas Filipinas, agências das Nações Unidas mobilizam equipes para dar assistência às vítimas do tufão Mangkhut, que provocou pelo menos 74 mortes, segundo informações divulgadas hoje (18) pela imprensa internacional. O Escritório da ONU para Assuntos Humanitários (OCHA) afirmou na segunda-feira (17) que mais de 590 mil pessoas foram afetadas de alguma forma pela tempestade. Destruição deixou quase 220 mil filipinos sem casa.