Arquivo da tag: Fome zero e agricultura sustentável

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número dois diz: “Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável”. Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods2 e notícias sobre o tema abaixo.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número dois diz: “Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods2 e notícias sobre o tema abaixo.

O Projeto Paulo Freire impulsiona, desde 2013, a produção sustentável e o aumento da renda em territórios do Ceará. Foto: FIDA | Irshad Khan.

Missão do FIDA realiza avaliação do Projeto Paulo Freire desenvolvido no Ceará

De 4 a 8 de novembro, uma Missão de Avaliação e Acompanhamento do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola das Nações Unidas (FIDA) se reuniu com técnicos e diretores da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA) do Ceará para analisar os resultados obtidos com o Projeto Paulo Freire (PPF).

Executado pela SDA, o PPF é uma iniciativa que conta com recursos de investimento do FIDA a fim de diminuir a pobreza e alavancar o desenvolvimento sustentável nas localidades com os menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) da região.

O Projeto Paulo Freire impulsiona, desde 2013, a produção sustentável e o aumento da renda a partir de atividades agrícolas e não agrícolas desenvolvidas pelos grupos prioritários do projeto: jovens, mulheres e povos tradicionais.

Plano para refugiados e migrantes venezuelanos e países anfitriões busca 1,35 bilhão de dólares

A Agência das ONU para Refugiados (ACNUR) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) lançam hoje um plano regional para captar 1,35 bilhão de dólares para responder às crescentes necessidades humanitárias de refugiados e migrantes venezuelanos na América Latina e no Caribe e nas comunidades que os hospedam.

O Plano Regional de Resposta a Refugiados e Migrantes (RMRP) de 2020, lançado na capital colombiana, Bogotá, é uma ferramenta de coordenação e captação de recursos estabelecida e implementada por 137 organizações. Eles estão trabalhando em toda a região, com o objetivo de atingir quase quatro milhões de pessoas – incluindo refugiados e migrantes venezuelanos e comunidades anfitriãs – em 17 países.

“Na América Latina e no Caribe, muitas crianças comem pouca comida saudável e muita comida processada”, Bernt Aasen, diretor regional do UNICEF para a América Latina e o Caribe. Foto: Kwanchai.c | Shutterstock.

ONU pede ações urgentes para frear o aumento da fome e da obesidade na América Latina e no Caribe

Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) pediram ações urgentes aos países da América Latina e do Caribe para combater o aumento da má nutrição na região.

As quatro agências das Nações Unidas que trabalham com o tema da Alimentação lançaram hoje (12) o Panorama de Segurança Alimentar e Nutricional 2019. O relatório apresenta dados do cenário alimentar da América Latina e do Caribe, e destaca que a região está pior que o resto do mundo na maioria dos indicadores de má nutrição relacionados ao consumo excessivo de calorias – enquanto que a fome voltou a crescer: 11%, ou 4,5 milhões de pessoas, desde 2014.

Segundo a diretora da OPAS/OMS, Carissa F. Etienne, “precisamos do compromisso de toda a sociedade e de políticas públicas que regulem produtos alimentares pouco saudáveis, criem ambientes propícios à atividade física e promovam uma alimentação saudável na escola e na mesa das famílias”.

Evento aconteceu em Addis Abeba, capital da Etiópia, e debateu o tema da “Assistência Alimentar Transformativa para um Mundo Sem Fome”. Foto: PMA.

Centro de Excelência da ONU participa de convocação global contra a fome

Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) na Etiópia e Comissão Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres da Etiópia (NDRMC) realizaram uma Convocação Global com intuito de reunir líderes para debater a crescente necessidade de transformação dos sistemas alimentares para superar a fome e a desnutrição.

O encontro ocorreu em Adis Abeba, capital da Etiópia, entre 4 e 6 de novembro, e teve como tema a “Assistência Alimentar Transformativa para um Mundo Sem Fome”. Na ocasião, líderes discutiram a criação de um Centro Global de Excelência para Assistência Alimentar Transformativa, com base na Etiópia.

Diretor adjunto do Centro de Excelência contra a Fome do PMA, Peter Rodrigues, compartilhou resultados de políticas públicas desenvolvidas e implementadas nos países assistidos pelo Centro.

Grãos de soja. Foto: Jonas Oliveira/ANPr

FAO completa 40 anos de presença no Brasil

Em comemoração ao aniversário de 40 anos de presença da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, a Câmara dos Deputados sediou, na última quarta-feira (6), um evento solene no Plenário Ulysses Guimarães que rememorou a atuação da agência no país. Juntos, Brasil e FAO têm trabalhado para erradicar a insegurança alimentar e a má nutrição, e para melhorar as condições de vida no meio rural.

O evento, que também marcou o Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro), reuniu representantes da ONU; do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; do Ministério da Cidadania; da Agência Brasileira de Cooperação; do Ministério das Relações Exteriores; da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil; e da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura.

“Passados 40 anos da nossa atuação oficial, podemos afirmar com orgulho que a experiência da FAO no Brasil é um dos exemplos mais bem-sucedidos da organização, não só por colaborar com o êxito do país em contornar um cenário grave de insegurança alimentar, mas por contribuir com a expansão de um marco institucional voltado ao combate à fome e à pobreza”, afirmou Rafael Zavala, representante da FAO no Brasil.

A crescente crise alimentar, que afeta tanto as comunidades urbanas quanto as rurais, se vê agravada pelo aumento dos preços dos alimentos; pelas perdas em larga escala na pecuária; e ao aumento do desemprego. Foto: FAO | Telcinia dos Santos.

Agências de alimentação da ONU pedem mais apoio para vítimas da fome na África Austral

Segundo agências de alimentação das Nações Unidas, até 45 milhões de pessoas em 16 países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) sofrerão grave insegurança alimentar nos próximos seis meses.

A crescente crise alimentar, que afeta tanto as comunidades urbanas quanto as rurais, se vê agravada pelo aumento dos preços dos alimentos; pelas perdas em larga escala na pecuária; e ao aumento do desemprego.

“As chuvas tardias, largos período de seca, ciclones de grande magnitude e os problemas econômicos têm demonstrado ser uma combinação desastrosa para a segurança alimentar e os meios de subsistência em toda a África Austral”, afirmou Alain Onibon, coordenador sub-regional da FAO para a África Austral.

Ação do projeto do Pró-Semiárido na Bahia.

FIDA realiza missão de avaliação do projeto Pró-Semiárido na Bahia

Representantes do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) estiveram na Bahia, entre os dias 23 de outubro e 1º de novembro, em missão de supervisão do projeto Pró-Semiárido – iniciativa da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural.

Além de mapear o que está dando certo nas intervenções do projeto junto aos agricultores e agricultoras, a missão também avaliou o que precisa melhorar para qualificar ainda mais o trabalho que vem sendo realizado.

Agricultora brasileira da associação da comunidade negra de Jatobá. Foto: Banco Mundial/Romel Simon

ARTIGO: O papel das mulheres na segurança alimentar

Em artigo, o representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Rafael Zavala, analisa o papel das mulheres na segurança alimentar à luz dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Ao mesmo tempo em que são responsáveis por mais da metade da produção de alimentos, mais de 60% das pessoas com gome crônica no mundo também são mulheres e meninas. Leia o artigo completo.

Atualmente, o trabalho do IPC-IG inclui um conjunto variado de tópicos, englobando a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Foto: IPC-IG

Centro de políticas vinculado ao PNUD completa 15 anos de atividades no Brasil

O Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), vinculado ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), comemora 15 anos de atividade neste mês. Desde 2004, o Centro promove serviços e ferramentas para fortalecer as capacidades institucionais dos países, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento, a implementação e a avaliação de políticas sociais e estimular o crescimento inclusivo.

Atualmente, o trabalho do IPC-IG inclui um conjunto variado de tópicos, englobando a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) — proteção social; desenvolvimento rural e agricultura; políticas de redução da pobreza e de desenvolvimento; desenvolvimento sustentável; crescimento econômico e desigualdade; educação; saúde e nutrição; crianças/ jovens; e gênero.

ONU lança concurso de fotografia sobre atuação do jovem no desenvolvimento rural

O Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) lançou na sexta-feira (25) o concurso de fotografia “Juventude e Desenvolvimento Rural”. Os vencedores terão viagem paga para participar da cerimônia do “Prêmio Juventude Rural Inovadora”, e terão suas fotos exibidas no evento.

O FIDA busca imagens que mostrem jovens engajados em áreas rurais da região, especialmente com foco em práticas e soluções inovadoras. Serão selecionadas fotografias com base em originalidade, criatividade e conexão com o tema. O prazo para inscrição é 16 de dezembro.

Criança ianomami. Foto: Flickr/Sam valadi (CC)

UNICEF alerta para desnutrição crônica de crianças ianomâmis

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e parceiros realizam nesta segunda e terça-feira (28 e 29) em Brasília (DF) o Seminário Nacional sobre os Determinantes Sociais da Desnutrição de Crianças Yanomami – e apresentam uma pesquisa sobre o tema.

A pesquisa teve como foco o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami e foi realizada nas aldeias do Polo Base de Auaris, em Roraima, e do Polo Base de Maturacá, no Amazonas. Os dados mostram que 81,2% das crianças menores de 5 anos pesquisadas têm baixa estatura para a idade (desnutrição crônica), 48,5% têm baixo peso para a idade (desnutrição aguda) e 67,8% estão anêmicas.

Mylena Pereira, Brenda Ramos e Vitor Terra, alunos da pós-graduação em Oceanografia, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), falaram sobre os ODS. Foto: UNIC Rio | Naiara Azevedo.

Jovens demandam desenvolvimento sustentável com inclusão social no aniversário da ONU

O futuro que desejamos é baseado em crescimento econômico acompanhado de inclusão social e proteção do meio ambiente. Esta é a avaliação de jovens universitários que se reuniram nesta quinta-feira (24) na sede do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) na capital fluminense para lembrar o aniversário de 74 anos da Organização.

O evento com a presença de 17 estudantes da Faculdade de Oceanografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) debateu formas de os países alcançarem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nos próximos 11 anos, prazo estabelecido pela comunidade internacional para atingir metas como erradicação da pobreza, redução das desigualdades e combate às mudanças climáticas.

Iniciativa de mulheres Xavante promove o fortalecimento da segurança alimentar e nutricional, e da gestão territorial da reserva Pimentel Barbosa (MT). Foto: FUNAI | Mario Vilela.

No Mato Grosso, iniciativa de mulheres Xavante resgata alimentação tradicional

O Projeto Abahi Tebrezê é uma ação das mulheres indígenas Xavante da reserva Pimentel Barbosa, em Mato Grosso. Elas trabalham em prol do resgate do conhecimento alimentar tradicional através da revitalização do cultivo de batatas nativas.

Iniciado em 2010, a iniciativa foi inicialmente conduzida pelos homens da aldeia, mas em 2017 as mulheres decidiram assumir o protagonismo das ações, contribuindo para o fortalecimento da segurança alimentar em seu território.

O Abahi Tebrezê, além de resgatar a alimentação tradicional, possui um caráter educativo mais amplo, promovendo o intercâmbio de conhecimentos; o fortalecimento da cultura; a gestão do território; e maior conscientização sobre os direitos das mulheres indígenas da comunidade Xavante. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

O modo de produção da comunidade da Barra da Aroeira segue os princípios da agroecologia. A maior parte dos alimentos produzidos pelas agricultoras quilombolas são consumidos pelas famílias da própria comunidade e alguns produtos são vendidos em feiras na capital Palmas. Foto: FAO

Mulheres quilombolas destacam-se com produção agrícola sustentável no Tocantins

No município de Santa Tereza, em Tocantins, está a comunidade quilombola Barra da Aroeira. Formada em meados da década de 1930, a comunidade reúne cerca de 97 famílias que produzem de tudo um pouco: arroz, feijão, mandioca, abóbora, inhame, batata-doce, hortaliças, além da criação de galinha e porcos.

O modo de produção da comunidade da Barra da Aroeira segue os princípios da agroecologia. A maior parte dos alimentos produzidos pelas agricultoras quilombolas são consumidos pelas famílias da própria comunidade e alguns produtos são vendidos em feiras na capital Palmas. Leia a reportagem da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Composta por 17 agricultoras familiares, a Associação Chocolateiras de Teixeirópolis foi criada em 2015 e, desde então, trabalha com a verticalização da produção — do plantio do cacau à fabricação do chocolate. Foto: Associação Chocolateiras de Teixeirópolis

Chocolateiras de Rondônia contribuem para aumento de renda na região amazônica

Acordar cedo e ir para o campo faz parte do dia a dia das mulheres chocolateiras de Teixeirópolis, município situado a 300 quilômetros da capital Porto Velho, Rondônia. O estado é o terceiro maior produtor de cacau do Brasil, ficando atrás apenas de Bahia e Pará.

Formada por 17 agricultoras familiares, a Associação Chocolateiras de Teixeirópolis foi criada em 2015 e, desde então, trabalha com a verticalização da produção — do plantio do cacau à fabricação do chocolate. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

“Nossos Campeões e Jovens Campeões de 2019 se atrevem a sonhar mais; eles se esforçam mais e vão mais longe. Suas ações falam mais alto que palavras”, Inger Andersen, diretora Executiva do PNUMA. Foto: PNUMA.

Pioneiros globais recebem maior prêmio ambiental da ONU

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) homenageou oficialmente 12 agentes de mudança ambiental de todo o mundo com o prêmio ‘Campeões da Terra’ e ‘Jovens Campeões da Terra’ de 2019 das Nações Unidas.

O Campeões da Terra – principal prêmio ambiental da ONU – é entregue anualmente a líderes destacados do governo, sociedade civil e setor privado cujas ações tiveram um impacto positivo no meio ambiente.

A cerimônia de premiação, realizada em Nova Iorque em 26 de setembro, reconheceu os premiados nas categorias Inspiração e Ação; Liderança em Políticas; Visão Empresarial; e Ciência e Inovação.

Iniciativa busca desenvolver capacidades de trabalhadores rurais para aumentar e qualificar sua produção (agrícola e não agrícola). Foto: Programa Semear

FIDA abre escritório em Brasília com revisão de estratégia para o país

O Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA) abriu escritório em Brasília no dia 16 de outubro, lançando uma agenda de discussão sobre sua estratégia para o país com representantes do governo federal, sociedade civil e agências internacionais.

O objetivo é identificar correções necessárias para garantir que o programa nacional do Fundo apoie de maneira eficaz iniciativas públicas para reduzir a pobreza rural, considerando as prioridades do governo federal.

O escritório em Brasília também será responsável pelas operações da agência no Chile e funcionará como Centro de Conhecimento Sul-Sul e Triangular para América Latina e Caribe.

Obesidade no Brasil será discutida em conferência da FAO na Jamaica. Foto: Flickr/Tony Alter (CC)

FAO: temos que abordar a obesidade como uma questão pública, não individual

Comer melhor significa apoiar os pequenos agricultores, redistribuir renda, respeitar a natureza e nutrir o mundo com comida de verdade. A declaração foi feita pelo representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Rafael Zavala, durante o segundo dia das comemorações do Dia Mundial da Alimentação 2019, na terça-feira (17), em Brasília (DF).

“Os números globais de desnutrição crescem e mostram que uma alimentação nutritiva ainda está longe de se tornar um bem comum. Enquanto lutamos contra a fome, a obesidade aumenta de forma ainda mais rápida. Hoje, são 672 milhões de adultos obesos em todo o planeta”, disse o representante. “Temos que abordar a obesidade como uma questão pública, não como um problema individual”, declarou.

Experiências sobre a autonomia econômica das mulheres rurais podem estar relacionadas ao desenvolvimento de produtos saudáveis e artesanais, tradicionais e agroecológicos. Foto: ONU Mulheres

Ministério da Agricultura lança concurso para empreendimentos inovadores de mulheres rurais

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) lançou na terça-feira (15) o edital do concurso Inovar para mudar – a autonomia das #MulheresRurais e sua contribuição para reduzir a pobreza e a insegurança alimentar.

A iniciativa integra a 4ª edição da Campanha Regional Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos, coordenada pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo em parceria com ONU Mulheres, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e outras instituições.

Serão selecionadas práticas individuais ou coletivas inovadoras voltadas para a autonomia econômica das mulheres rurais e que tenham contribuído para melhorar a qualidade de vida e o atendimento às necessidades humanas fundamentais das mulheres e de suas comunidades.

A chef e agricultora filipina Louise Mabulo, de 20 anos, venceu o Jovens Campeões da Terra para a Ásia e o Pacífico por aumentar a renda de agricultores de cacau resiliente ao clima. Foto: Divulgação

Chef e agricultora filipina é uma das vencedoras do prêmio Jovens Campeões da Terra

A chef e agricultora filipina Louise Mabulo, de 20 anos, fundadora do Cacao Project e do Culinary Lounge, é uma das vencedoras do Prêmio Jovens Campeões da Terra da ONU Meio Ambiente para a região de Ásia e Pacífico.

Seus projetos capacitaram mais de 200 agricultores, plantaram mais de 70 mil árvores e restauraram terras devastadas pelo tufão Ngoc desde 2016. Ela também criou uma espaço culinário que adquire ingredientes de agricultores locais e incentiva a produção de refeições caseiras.

Segundo a OPAS/OMS, evidências científicas recentes apontam que medidas regulatórias têm impacto na prevenção e controle da obesidade. Foto: EBC

Obesidade e outras formas de desnutrição afetam 1 em cada 3 pessoas no mundo

A obesidade e outras formas de desnutrição afetam uma em cada três pessoas no mundo. As projeções indicam que essa proporção será de uma em cada duas em 2025, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

O relatório mais recente da FAO mostrou que a fome afetava 821 milhões de pessoas no mundo em 2017. Já a obesidade atingia 672 milhões de adultos, 124 milhões de crianças e adolescentes (de 5 a 19 anos) e 40 milhões de crianças com menos de 5 anos, segundo dados referentes a 2016.

No Brasil, enquanto a fome atinge menos de 2,5% da população, a obesidade já afeta quase 20% dos brasileiros. Em algumas regiões, como o Nordeste, outras facetas da má nutrição persistem — a desnutrição infantil, por exemplo, segue acima dos 5%.

Agricultora segue passos da avó na cafeicultura e integra aliança internacional de mulheres

A conexão da mineira Daiane Vital, de 37 anos, e de sua família com a terra é profunda e vem de muitas gerações. No distrito de Ferreiras ou Ressaca, lugarejo encrustado na Serra da Mantiqueira (MG), trabalhar na cafeicultura é a única fonte de renda. Ela aprendeu o ofício com sua avó, Dona Ana Vital, bastante conhecida na comunidade.

Leia o relato da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a campanha “Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos”, que promove 15 dias de mobilização para valorizar a contribuição das trabalhadoras do campo ao cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Bela Gil participa de Simpósio Internacional sobre o Futuro dos Alimentos, na sede da FAO, em Roma. Foto: FAO/Pier Paolo Cito

Bela Gil defende comida de verdade e proteção ambiental no Dia Mundial da Alimentação

Atualmente, as principais causas de mortes no mundo estão relacionadas às doenças crônicas não transmissíveis ocasionadas pela dieta de má qualidade, e que poderiam ser evitadas com uma alimentação saudável. O alerta foi feito pela chef de cozinha, nutricionista e apresentadora de TV Bela Gil, que participou em Brasília (DF) do início das comemorações do Dia Mundial da Alimentação.

Durante a palestra, que reuniu cerca de 200 pessoas, Bela Gil lembrou os problemas de saúde causados pela má alimentação e complementou: “precisamos mudar a maneira como nos alimentamos por uma questão de sobrevivência”. Ela afirmou que há atualmente uma epidemia de má nutrição, o que inclui a desnutrição e a obesidade.

O projeto ‘Greening the Cocoa Industry’, implementado pelo PNUMA, cobre pelo menos 10% da produção mundial de cacau - 350.000 toneladas cultivadas por 250.000 agricultores. Foto: Ecosystem Services for Poverty Alleviation/CC.

PNUMA apoia projetos que visam tornar a cadeia global do cacau mais sustentável

Você sabia que, em geral, menos de 7% do preço da sua barra de chocolate é destinado aos produtores de cacau? Ou que grandes quantidades da produção global de cacau estão associadas ao desmatamento ilegal e à perda de biodiversidade?

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e seus parceiros vêm trabalhando há muitos anos em projetos destinados a tornar a indústria do cacau mais ecológica e sustentável. Greening the Cocoa Industry (“Tornando a indústria do cacau mais sustentável”, na tradição livre) é um deles.

O objetivo do projeto é mudar as práticas de produção e de comércio nos principais países produtores de cacau e nas empresas de chocolate, visando à conservação da biodiversidade, à provisão de maior estabilidade a longo prazo a todos os participantes da cadeia de valor; e ao aumento de renda para pequenos agricultores.

Leia mais na reportagem do PNUMA, em marco ao Dia Mundial do Cacau e Chocolate (1º de outubro).

A perda e desperdício de alimentos gera entre 8 a 10% de todas as emissões de gases de efeito estufa produzidos por seres humanos. Foto: Flickr/Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (cc)

América Latina e Caribe respondem por 20% da comida perdida e desperdiçada no mundo

A região da América Latina e do Caribe responde por 20% da quantidade total de alimentos perdidos da pós-colheita até o varejo, segundo o relatório “O estado mundial da alimentação e da agricultura 2019” (SOFA, sigla em inglês), da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

As condições inadequadas de armazenamento, bem como decisões inadequadas tomadas nos estágios iniciais da cadeia de abastecimento, geram perdas significativas e um prazo de validade mais curto para alguns produtos. Por outro lado, o armazenamento a frio adequado pode ser crucial para evitar perdas quantitativas e qualitativas de alimentos.

A Fazenda Bacuri, da engenheira florestal Hortência Osaqui, tem uma agroindústria que produz derivados do fruto, que é rico em potássio, fósforo e cálcio. Foto: Louisa Lösing/CC.

No Pará, empreendedora rural desenvolve sistema produtivo com a fruta bacuri

Hortência Osaqui (53) é engenheira florestal e empreendedora rural. Através de sua fazenda localizada no município de Augusto Corrêa, ela promove a bioeconomia no nordeste do Pará.

A Fazenda Bacuri, de Hortência, produz o fruto amazônico de mesmo nome e seus derivados, empregando pelo menos 15 famílias no período da safra. Sua produção comercializa orgânicos, valoriza a biodiversidade local e impulsiona o turismo sustentável da região.

Na reportagem produzida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Hortência conta sua trajetória como mulher rural e as conquistas que já obteve, apesar dos preconceitos.

Em dezembro de 2017, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou resolução criando a Década da ONU para a Agricultura Familiar (2019-2028). Foto: MDA

FIDA: investimento em agricultura familiar é maneira mais eficaz de reduzir pobreza rural

O Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA) das Nações Unidas lança em Brasília (DF) na terça-feira (15) a publicação “Estudo comparativo dos efeitos diretos da agricultura e do agronegócio na redução da pobreza rural”.

O estudo destaca o potencial da agricultura familiar e suas vantagens comparativas no combate à pobreza rural, analisando a geração de renda de dois sistemas produtivos em cadeias como ovinos/caprinos, aves, produção de mandioca e apicultura.

A análise trabalha com dados do semiárido nordestino, considerado o maior bolsão de pobreza da América Latina.

A cafeicultora Maria Regina Mendes Nogueira, de 47 anos, é uma das integrantes do Grupo Mulheres Organizadas em Busca de Igualdade (MOBI). Foto: FAO

Por meio da poesia, cafeicultora valoriza a agricultura e o trabalho da mulher rural

“A vida é uma semente, que precisa ser plantada. Nas mãos do agricultor, ela será germinada”. Este é um dos versos escritos pela agricultora orgânica Maria Regina Mendes Nogueira, 47 anos, de Poço Fundo (MG). No campo e na poesia, a produtora de café expressa sua visão sobre a importância da agricultura e do trabalho da mulher que vive no meio rural.

Mais conhecida como Regina, ela é uma das integrantes do Grupo Mulheres Organizadas em Busca de Igualdade (MOBI), um coletivo da Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo e Região (COOPFAM) que atua em prol do protagonismo e visibilidade do trabalho da mulher na agricultura. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Neste ano, o evento da ONU em celebração ao Dia Mundial da Alimentação traz como convidada a chef de cozinha e ativista da alimentação natural Bela Gil. Foto: Jill Wellington/CC.

Bela Gil participa de evento da ONU na semana do Dia Mundial da Alimentação

Para marcar o Dia Mundial da Alimentação (DMA), lembrado anualmente em 16 de outubro, agências das Nações Unidas que trabalham com o tema promovem em conjunto um evento aberto ao público na segunda-feira (14), no Museu Nacional da Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Neste ano, o evento traz como convidada a chef de cozinha e ativista da alimentação natural Bela Gil, que irá falar sobre a importância de dietas saudáveis e suas consequências para a sociedade e para o futuro do planeta. Após a palestra, o público é convidado a uma aula de yoga a céu aberto com a instrutora Andrea Hughes.

As atividades são gratuitas e, para participar, os interessados devem preencher previamente um formulário de inscrição.

Produtora rural colombiana transforma resíduos em energia renovável de baixo custo

Produtora rural do município de Santo Antônio, a colombiana Sandra Mendoza, de 46 anos, teve acesso a microcrédito e passou a adotar em sua propriedade o biodigestor, uma tecnologia que permite aproveitar resíduos para produzir energia renovável e de baixo custo.

Além de ser a primeira mulher presidente do Comitê Cafeeiro Municipal, Sandra fundou a Associação de Mulheres Cafeeiras de Santo Antônio. Também é a primeira a utilizar um biodigestor no estado de Tolima. Leia a reportagem da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

A cafeicultora mineira Vânia Lúcia Pereira da Silva. Foto: FAO

Mineira enfrenta preconceitos e lidera cooperativa de produtores de café em MG

Aos 47 anos, a mineira Vânia Lúcia Pereira da Silva resume em uma palavra o sentimento que tem ao olhar para sua trajetória como agricultora orgânica: gratidão. Produtora de café orgânico, ela faz parte da Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo e Região (COOPFAM).

Inicialmente, seu envolvimento se deu por ser esposa de cooperado. Mas, posteriormente, Vânia acabou se tornando uma das líderes da organização, por meio de um grupo de mulheres que atuam na cooperativa.

Mas ela afirma que a missão não é fácil. “Em pleno século 21, ainda existe muito preconceito em relação à mulher. Na verdade, falta mesmo confiança das pessoas com relação ao trabalho da mulher, ainda mais em um reduto bem masculino que é o de cooperativas de café”, conta. Leia reportagem que faz parte da campanha de Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e ONU Mulheres.

Indígenas venezuelanos em abrigo em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

ONU detalha impactos e oportunidades ambientais da resposta humanitária em Roraima

A ONU Meio Ambiente atua em Roraima, estado brasileiro que recebe alto fluxo de refugiados e migrantes venezuelanos, analisando os impactos e oportunidades ambientais relacionados à resposta humanitária no estado.

Segundo Dan Stothart, oficial regional de assuntos humanitários da ONU Meio Ambiente, os impactos estão ligados à forma como a provisão de alimentos e abrigo afeta o meio ambiente, como na geração de resíduos.

Já as oportunidades referem-se à chegada crescente de venezuelanos indígenas, por exemplo. “Podemos ajudar a integrá-los às comunidades venezuelanas brasileiras apoiando a agricultura local, a segurança alimentar e a gestão ambiental, como meio de facilitar a transição.” Leia a entrevista completa.

“Para nós, essas tecnologias são algo nunca visto. Estávamos até receosos de não conseguir trabalhar com o sistema, mas ele é muito fácil e já queremos usá-lo para tudo”, conta Rafael Borges, presidente da Cooperativa de Jovens de Água Fria, Bahia. Foto: Felipe Santos

A agricultura familiar brasileira encontra o blockchain

Até semanas atrás, os agricultores familiares da Cooperativa de Jovens de Água Fria, na Bahia, desconheciam softwares de código aberto, alteráveis por qualquer pessoa. Tampouco tinham ouvido falar de blockchain, uma espécie de livro contábil público, que guarda — de forma permanente e à prova de violação — os registros das transações online. Mas, desde que descobriram o potencial dessas tecnologias para alavancar seus negócios, tornaram-se fãs.

Eles estão entre os primeiros usuários de um aplicativo criado para facilitar a aquisição de bens e serviços pelas associações e cooperativas de agricultura familiar da Bahia e do Rio Grande do Norte. A Solução Online de Licitação (SOL) ajuda os produtores rurais a ter acesso a fornecedores do Brasil inteiro, além de armazenar todos os processos e dados necessários para a transação.

Essa mudança se tornou possível graças a uma parceria entre os estados e o Banco Mundial. Leia a reportagem completa.

Ivanete de Souza, agricultora do interior de Santa Catarina. Foto: FAO

Cooperativismo contribui para autonomia das mulheres rurais

A Campanha Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos promove 15 dias de mobilização para valorizar a contribuição das trabalhadoras do campo ao cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados à igualdade de gênero e ao fim da pobreza rural. O tema norteador da quinzena ativista é “O futuro é junto com as mulheres rurais”.

Leia a história de Ivanete de Souza, agricultora do interior de Santa Catarina que presidiu a Cooperativa de Produção Agropecuária de Jaraguá do Sul, da qual é sócia fundadora. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

A premiação envolveu soluções inovadoras para a criação de novos produtos ou serviços que contribuam para o desenvolvimento do estado do Pará. Foto: UNODC

Embaixadoras da juventude do UNODC recebem prêmio de empreendedorismo universitário em Belém

Nomeadas embaixadoras da juventude pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Aryane Parra, de 24 anos, e Karla Braga, de 22, foram premiadas na terça-feira (24) no Desafio Inove+, realizado na cidade de Belém (PA). Trata-se do mais importante prêmio de empreendedorismo universitário da região Norte do país.

As vencedoras criaram a plataforma de rastreio de produtos verdes “LAMAZÔNIAS”, startup que busca fortalecer cadeias produtivas sustentáveis na Amazônia.

Trabalhando aliadas à agricultura orgânica, as mulheres do grupo MOBI também promovem a preservação do meio ambiente. Foto: David Greenwood-Haigh/CC.

Grupo de mulheres rurais impulsiona igualdade de gênero em cooperativa agrícola

Na busca por aumentar sua participação nas decisões da cooperativa de agricultores familiares da região onde vivem, um coletivo de mulheres decidiu somar forças e formaram, em 2006, o grupo Mulheres Organizadas em Busca de Igualdade (MOBI).

Elas são celebradas no contexto da campanha ‘Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos’, que promove, entre 1º e 15 de outubro, uma mobilização para valorizar a contribuição das trabalhadoras do campo no cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

No Brasil, a campanha é coordenada pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil; ONU Mulheres; Reunião Especializada sobre Agricultura Familiar do Mercosul (REAF); e a Direção-Geral do Desenvolvimento Rural do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca do Uruguai.

As mulheres representam praticamente metade da população de mais de 500 milhões de habitantes da América Latina e Caribe. E são elas as responsáveis pela produção de 60% a 80% dos alimentos consumidos na região. Foto: EBC

Campanha promove 15 dias de mobilização pelos direitos das mulheres do campo

A campanha Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos deu início na terça-feira (1º) a um período de 15 dias de mobilização para dar visibilidade à contribuição das trabalhadoras rurais para o alcance da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) afirma que uma melhora no acesso das mulheres a terra, educação, serviços financeiros, tecnologia e emprego rural renderia um aumento significativo da produtividade e produção agrícola, contribuindo para a segurança alimentar, o crescimento econômico e o bem-estar social.

A organização reforça ainda que a redução da desigualdade entre homens e mulheres no acesso aos recursos produtivos e insumos agrícolas poderia reduzir entre 100 milhões e 150 milhões o número de pessoas com fome no mundo.

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi estabelecida pelos países-membros da ONU no fim de 2015. Foto: ONU

Apenas 32% das empresas do mundo têm planos ambiciosos para atingir objetivos globais

De uma forma geral, um alto índice de empresas no mundo mantém políticas corporativas que atravessam as áreas-chave dos Dez Princípios do Pacto Global das Nações Unidas. Pelo menos 67% dessas companhias responderam que tais estratégias são desenvolvidas ou avaliadas no mais alto nível de governança, designada a CEOs, diretoras e diretores de empresas.

Apesar do progresso, os dados ainda são motivo de preocupação do Pacto Global. De acordo com a iniciativa das Nações Unidas, eles ainda não são o suficiente, em escala ou tempo, para alcançar os 17 ODS ou mesmo o Acordo de Paris para o clima.

Apenas 32% dos CEOs indicam que suas empresas têm planos para estabelecer objetivos suficientemente ambiciosos, baseados na ciência e alinhados à necessidade da sociedade. Enquanto isso, ações de apoio aos ODS ainda parecem estar separadas das estratégias mais centrais das empresas, e não influenciam de forma profunda produtos, serviços ou modelos de negócios.

A segurança alimentar e as mudanças climáticas estão interligadas. As escolhas que fazemos hoje são vitais para um futuro seguro para a alimentação. Foto: FAO

FAO lista 5 ações em tempos de crise climática para erradicar fome no mundo

Com as mudanças extremas de temperatura, o impacto da mudança climática em nosso planeta e em nossas vidas não pode passar despercebido. A fome no mundo está em ascensão e as principais causas estão ligadas à variabilidade e aos extremos climáticos.

Condições imprevisíveis e difíceis estão dificultando a produção dos alimentos necessários para uma população em crescimento, mas ainda há tempo para agir. É preciso combater as mudanças climáticas para que todos, em todos os lugares, tenham acesso a alimentos nutritivos, seguros e suficientes. É aqui que todo indivíduo tem o poder de fazer a diferença.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) listou cinco ações que podem contribuir para a erradicação da fome em um clima em mudança.

Crianças numa escola do Bronx, em Nova Iorque. Foto: ONU/Marcia Weistein

Encontro de Alto Nível marca 30 anos da Convenção dos Direitos da Criança

Desde a adoção da Convenção dos Direitos da Criança, há 30 anos, criou-se solidariedade “internacional sem precedentes”, afirmou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em evento comemorando o aniversário do documento na sede da ONU em Nova Iorque nesta quarta-feira (25).

A Convenção é o acordo internacional de direitos humanos mais vastamente ratificado em toda a história e uma conquista emblemática.

O encontro de alto nível durante a 74ª sessão da Assembleia Geral da ONU foi organizado para celebrar o 30º aniversário dos Direitos da Criança, destacando o progresso feito em avançar para vidas saudáveis e sustentáveis e pedindo que os Estados-membros reforcem seus compromissos com a causa, ao mesmo tempo em que reconheçam novos desafios.