Paz; justiça e instituições eficazes

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 16 diz: “Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 16 diz: “Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods16 e notícias sobre o tema abaixo.

Crianças sírias refugiadas brincam em seu assentamento informal em Al Faida, no Vale do Bekaa, no Líbano. Foto: UNICEF / Vanda Kljajo

Fundação doa US$3,3 mi para compra de material escolar a crianças refugiadas

Uma campanha global da Fundação H&M arrecadou 3,3 milhões de dólares para apoiar a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) em seu trabalho de educação para crianças refugiadas.

Graças à iniciativa, crianças refugiadas de países como Sudão do Sul, Síria, Uganda e Iêmen receberão livros e artigos de papelaria, suprimentos importantes para assegurar que elas frequentem e permaneçam na escola.

O secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten (arquivo)

ONU anuncia nova política de proteção a funcionários que denunciarem irregularidades

A ONU anunciou na segunda-feira (23) uma nova política de proteção a indivíduos que denunciarem irregularidades dentro da Organização ou cooperarem com auditorias ou investigações autorizadas.

A iniciativa faz parte da agenda de reforma das Nações Unidas do novo secretário-geral, António Guterres, cuja prioridade está centrada em assegurar que as Nações Unidas funcionem de forma mais aberta, transparente e justa.

Durante evento em Davos, a refugiada síria Yusra Mardini falou sobre sua experiência pessoal fugindo da guerra em seu país. Foto: ACNUR/Gisella Lomax

Necessidade dos refugiados vai além do suporte básico, diz nadadora síria em Davos

Yusra Mardini, a refugiada síria que inspirou o mundo no ano passado durante os Jogos Olímpicos do Rio, fez um apelo aos líderes mundiais reunidos em Davos, na Suíça. Ela alertou que refugiados vulneráveis, assim como ela, têm necessidades que vão além do suporte básico.

“Com comida no estômago, nós podemos sobreviver. Mas somente se nos for dada comida para a alma iremos prosperar”, disse a nadadora de 18 anos, durante um evento paralelo ao Fórum Econômico Mundial.

Brasil passará no ano que vem por Revisão Periódica Universal (RPU), exame internacional de direitos humanos. Foto: José Cruz/ABr

ONU: impunidade por tortura nas prisões é regra no Brasil

Em entrevista ao site da revista Exame, o representante regional para América do Sul do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH), Amerigo Incalcaterra, afirmou que a impunidade em casos de tortura praticados por agentes públicos contra presos se tornou regra — e não exceção — no sistema penitenciário brasileiro.

Em nota publicada no início deste mês, o representante do ACNUDH já havia se manifestado sobre os massacres que têm ocorrido nos presídios brasileiros. Na ocasião, ele pediu imediata investigação dos fatos, visando à atribuição de responsabilidades pela ação e omissão do Estado, principal responsável pelos presos sob sua custódia.

Imagem do sítio arqueológico de Palmira registrada em abril de 2016 pela missão da UNESCO. Foto: UNESCO

ONU condena destruição de patrimônio cultural em Palmira pelo Estado Islâmico

Em meio à destruição do patrimônio cultural da Síria pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL), incluindo o tetrápilo e parte do anfiteatro romano da antiga cidade de Palmira, o Conselho de Segurança reiterou a necessidade de derrotar o grupo armado e erradicar a violência e o ódio que o ISIL promove.

“É alarmante o fato do ISIL e outras entidades associadas à Al-Qaeda terem obtido rendimentos provenientes da participação direta ou indireta no furto ou contrabando de bens do patrimônio cultural de sítios arqueológicos, museus, bibliotecas, arquivos e outros bens na Síria, e usá-los para apoiar os seus esforços de recrutamento e sua capacidade operacional de realizar ataques”, afirmou o Conselho.

Rua em Banjul, capital da Gâmbia. Foto: Brett Lees-Smith/Wikimedia Commons (CC)

ONU elogia processo de transição de poder na Gâmbia após fim de impasse

As Nações Unidas, a Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e a União Africana elogiaram a decisão do ex-presidente da Gâmbia Yahya Jammeh de facilitar um ordenado processo de transição de poder para o presidente Adama Barrow.

A decisão de Jammeh ocorreu após esforços de mediação da ONU e de vários líderes africanos em ajudar a resolver a crise no país após as eleições presidenciais. O ex-presidente recusava-se a deixar o posto, ocupado por ele havia 22 anos.

O Brasil é um dos lugares mais perigosos do mundo para ser mulher: uma mulher é morte a cada 2 horas e atacada a cada 15 segundos. Sueny é uma ativista brasileira que luta para acabar com a violência contra as mulheres em uma comunidade no Rio de Janeiro.

No Brasil, uma mulher é assassinada a cada 2 horas; vídeo

O Brasil é um dos lugares mais perigosos do mundo para ser mulher: uma mulher é morte a cada 2 horas e atacada a cada 15 segundos. Sueny é uma ativista brasileira que luta para acabar com a violência contra as mulheres em uma comunidade no Rio de Janeiro.

Ela é uma das participantes de um programa da Casa da Mulher Trabalhadora (CAMTRA), organização apoiada pelo Fundo Fiduciário das Nações Unidas pelo Fim da Violência contra a Mulher, gerido pela ONU Mulheres. Confira nessa matéria especial.

Manifestações de 2014 em Gâmbia. Violações dos direitos humanos no país já preocupavam as Nações Unidas nessa época. Foto: UNFPA Gâmbia

Cerca de 45 mil pessoas deixaram a Gâmbia em meio à incerteza política no país

Cerca de 45 mil pessoas saíram da Gâmbia rumo ao Senegal nos últimos dias em meio à contínua incerteza política e a entrada de tropas senegalesas e da África Ocidental no país na quinta-feira (19).

O clima político ficou tenso depois que o presidente Yahya Jammeh, há 22 anos no poder, anunciou no fim do ano passado que não aceitaria os resultados eleitorais de dezembro que deram vitória a Adama Barrow.

Conselho de Segurança da ONU. Foto: ONU/JC McIlwaine

Conselho de Segurança apoia esforços regionais para garantir transferência de poder na Gâmbia

O Conselho de Segurança da ONU pediu nesta quinta-feira (19) que todas as partes respeitem o resultado das eleições de 1º de dezembro na Gâmbia, reconhecendo Adama Barrow como presidente eleito.

O presidente eleito tomou posse na embaixada da Gâmbia no Senegal, uma vez que o atual presidente Yahya Jammeh, no poder há 22 anos, recusa-se a sair. Segundo informações da imprensa internacional, tropas senegalesas adentraram o país.

Isidro Baldenegro López recebe Goldman Prize em 2005. Foto: The Goldman Environmental Prize

Agência da ONU condena assassinato de líder indígena mexicano

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) condenou nesta quinta-feira (19) o assassinato do ativista mexicano Isidro Baldenegro López, líder de uma comunidade indígena mexicana que promoveu uma campanha pacífica contra a destruição de florestas ancestrais.

Baldenegro foi homenageado em 2005 com o mais prestigiado prêmio ambiental do mundo, o Goldman Environmental Prize. Ele é o segundo vencedor a ser morto em menos de um ano. Em março do ano passado, homens armados assassinaram a ativista indígena Berta Cáceres, líder do povo Lenca em Honduras.

Grupo de mulheres internamente deslocadas no campo de deslocados de Tharawan, nos arredores de Sanaa, no Iêmen. Foto: UNICEF / Moohialdin Fuad

Em meio a conflito, Iêmen recebe milhares de migrantes por mês

De acordo com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), que fornece assistência humanitária no país, até 12 mil migrantes chegam todos os meses às costas do país do Golfo de Áden com a esperança de chegar à Arábia Saudita.

Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) informou que cerca de 105 mil pessoas chegaram ao Iêmen a partir do Chifre da África nos últimos dois meses, a maioria da Etiópia e da Somália.

Jovem deslocado de Mossul fala sobre tortura sofrida na mão de extremistas. Foto: ACNUR

Iraque: jovens deslocados de Mossul dizem ter sido torturados por extremistas

Mais de 100 mil moradores de Mossul e arredores fugiram desde que as forças do governo iraquiano lançaram uma ofensiva, em 17 de outubro de 2016, para retomar a segunda maior cidade do Iraque, ocupada pelo Estado Islâmico.

Os irmãos Haidar e Zaineb, de 20 e 23 anos, foram alguns dos jovens sequestrados e torturados pelas milícias extremistas que ocuparam o país. Eles agora vivem com a família em um assentamento construído pela Agência da ONU para Refugiados em Dohuk, no Iraque.

Foto: MINUSMA/Marco Dormino

Missão da ONU no Mali: promovendo o desenvolvimento e protegendo civis (vídeo)

Estabelecida pelo Conselho de Segurança da ONU em 2013, a missão da ONU no Mali – conhecida pela sua sigla, MINUSMA – oferece apoio a processos políticos e ajuda a estabilizar o país. Aproximadamente 12 mil capacetes-azuis de mais de 50 países foram mobilizados para a região, uma das mais perigosas do mundo. Mesmo em meio ao conflito e à instabilidade, a MINUSMA apoia projetos de base que estimulam o desenvolvimento social e econômico das comunidades em que atua. Confira nessa matéria especial.

Ex-militar Chelsea Manning divulgou informações diplomáticas e militares norte-americanas ao site Wikileaks. Foto: torbakhopper/Flickr (CC)

Relator da ONU elogia redução da pena de Manning e pede fim da perseguição a informantes

O relator independente das Nações Unidas para a promoção da democracia e da ordem internacional igualitária, Alfred de Zayas, elogiou a redução da pena de Chelsea Manning, ex-militar norte-americana condenada por vazar informações diplomáticas e militares ao site Wikileaks.

O relator da ONU pediu ainda que os governos interrompam campanhas de difamação e perseguição contra “whistleblowers” (informantes) como Julian Assange e Edward Snowden.

‘Assassinatos e violações dos direitos humanos continuam inabaláveis no Sudão do Sul’, alerta ONU

“Os combates entre o Exército Popular de Libertação do Sudão (SPLA) e o Movimento de Libertação do Povo do Sudão em Oposição (SPLM-IO) em Juba, que estouraram entre os dias 8 e 12 de julho de 2016, representam um sério revés para a paz no Sudão do Sul e mostraram o quão volátil é ainda a situação no país, com civis vivendo sob o risco de atrocidades em massa’’, alertou o chefe de direitos humanos da ONU, Zeid Ra’ad Al Hussein.

Mais de 100 jornalistas foram mortos no mundo em 2016, alertou UNESCO. Foto: Esther Vargas/Flickr (CC)

Mais de 100 jornalistas foram assassinados no mundo em 2016, alerta UNESCO

Mais de 100 jornalistas foram assassinados no mundo no ano passado enquanto realizavam suas funções, o equivalente a um a cada quatro dias, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

A maior parte dos crimes ocorreu em países como Síria, Iraque e Iêmen. A América Latina e o Caribe é a segunda região com maior número de mortes, com um total de 28 jornalistas assassinados.

‘Regra de ouro’ (em inglês, ‘Golden Rule’), mosaico baseado em uma obra do artista norte-americano Norman Rockwell, é uma das atrações favoritas da visitação na sede das Nações Unidas em Nova Iorque. A obra foi um presente do governo norte-americano à ONU em 1985. O mosaico retrata pessoas de diferentes nacionalidades de pé, com os dizeres da chamada regra de ouro: ‘faça aos outros o que gostaria que fizessem a você’. Crédito da imagem: Norman Rockwell (1894-1978), Golden Rule, 1961. Oil on canvas, 44 1/2” x 39 1/2”. Story illustration for The Saturday Evening Post, April 1, 1961. Norman Rockwell Museum Collections. ©SEPS: Curtis Licensing, Indianapolis, IN.

Diversidade ‘é riqueza, não ameaça’, diz Guterres em fórum sobre discriminação contra muçulmanos

Em vídeo para evento em Nova York, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou para que sejam reforçados os princípios da inclusão, da tolerância e do entendimento mútuo na luta contra a discriminação antimuçulmana – também chamada de islamofobia – e contra o ódio em distintos contextos. O encontro foi promovido pelo Canadá, EUA, União Europeia e a Organização para a Cooperação Islâmica.

No Brasil, os casos de islamofobia não são isolados. Essa realidade é destaque do relatório ‘Intolerância Religiosa no Brasil’, que será lançado nessa semana (19) no Rio de Janeiro. Confira o vídeo de António Guterres e todas as informações na reportagem especial.