Paz; justiça e instituições eficazes

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 16 diz: “Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 16 diz: “Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods16 e notícias sobre o tema abaixo.

Conselho de Direitos Humanos, em Genebra. Foto: Elma Okic/ONU

Relatores da ONU pedem que EUA rejeitem atos racistas de forma incondicional

O órgão das Nações Unidas que monitora a implementação da convenção global sobre a proibição da discriminação racial pediu que políticos e oficiais públicos norte-americanos rejeitassem e condenassem de forma inequívoca e incondicional os discursos e crimes de ódio ocorridos em Charlottesville e em outros locais do país.

Em uma decisão emitida sob o status de “alerta e ação urgente”, o comitê, que monitora a implementação da Convenção Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, afirmou que “não deve haver lugar no mundo para ideias racistas e de supremacia branca ou quaisquer ideologias similares que rejeitem princípios essenciais de direitos humanos como a dignidade humana e a igualdade”. Os Estados Unidos ratificaram a convenção em 1994.

Alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad Al Hussein. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Alto-comissário da ONU elogia revogação de leis de anistia para estupradores que casavam com as vítimas

O alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, elogiou nesta terça-feira (22) a recente revogação de leis no Líbano, Tunísia e Jordânia que livravam estupradores de processos criminais quando os agressores casavam com as vítimas. Segundo o dirigente, medidas puniam novamente as mulheres e meninas que já haviam sido vítimas de um crime.

Oskar Slushchenko, solicitante de refúgio da Ucrânia vivendo no Rio de Janeiro. Imagem: UNIC Rio/Pedro Andrade

De Kiev ao Rio: solicitante de refúgio ucraniano busca melhores condições de vida no Brasil

Oskar Slushchenko, ucraniano de 27 anos, deixou seu país de origem em 2014 por causa do conflito separatista que eclodiu no leste da Ucrânia, em abril do mesmo ano. Formado em Relações Internacionais, o jovem vivia e trabalhava na capital federal, Kiev. Com os confrontos na porção oriental do território, Oskar viu seu país enfrentar instabilidade política e econômica. Sem ter certeza sobre o seu futuro, resolveu vir para o Brasil.

Crianças iraquianas que fugiram de Tal Afar abrigam-se em escolas, mesquitas e construções inacabadas na área de Sinjar, província de Ninawa. Foto: Crescente Vermelho Iraquiano/OCHA

ONU alerta para deslocamento em massa de civis com avanço de forças iraquianas em Tal Afar

A chefe humanitária das Nações Unidas no Iraque alertou no domingo (20) sobre as consequências do deslocamento de milhares de civis que devem fugir da cidade de Tal Afar e de comunidades próximas durante a operação militar iraquiana para retomar essas áreas do poder do grupo terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL/Da’esh).

Mais de 30 mil pessoas já fugiram do distrito, disse a chefe humanitária, segundo a qual não se sabe quantos civis ainda estão em áreas de conflito. A expectativa, no entanto, é de que milhares fujam nos próximos dias e semanas.

Deslocamento em massa por rotas pouco seguras e incertas é uma das consequências da crescente intervenção militar externa na Síria, segundo a Comissão de Inquérito da ONU para o país. Foto: ACNUR / I. Prickett

Chile reassenta grupo de 60 refugiados sírios nas comunidades de Macul e Villa Alemana

As comunidades chilenas de Macul, na região metropolitana de Santiago do Chile, e Villa Alemana, na região de Valparaíso, foram escolhidas para acolher um grupo de 60 refugiados sírios que serão reassentados no país na primeira etapa do Programa de Reassentamento de Refugiados Sírios.

“O compromisso do Chile é um gesto de solidariedade com a crise global de deslocamento forçado e também demonstra responsabilidade internacional em relação aos países mais sobrecarregados”, disse a representante do ACNUR no Chile, Delfina Lawson.

Campo de deslocados internos em Mellia, no Chade. Foto: OCHA/Ivo Brandau

Força de combate ao terrorismo no Sahel ainda enfrenta desafios, diz oficial da ONU

O Conselho de Segurança da ONU foi informado na semana passada (15) de que a força-tarefa conjunta do chamado Grupo dos Cinco (G5) — Burkina Faso, Chade, Mali, Mauritânia e Níger — para combater a ameaça do terrorismo na região do Sahel, na África, já está operacional. No entanto, a iniciativa continua a enfrentar diversos desafios, incluindo o financiamento.

A força conjunta realizará suas primeiras operações ao longo das fronteiras de Mali, Nigéria e Burkina Faso em outubro, e terá um aumento de capacidade em 2018.

Migrantes resgatados do Mediterrâneo na costa da Sicília, na Itália. Foto: OIM/Francesco Malavolta (arquivo)

Nova política europeia pode causar mais afogamentos no Mediterrâneo, alertam relatores da ONU

A nova política da União Europeia sobre resgates marítimos no Mediterrâneo ameaça a vida de migrantes e viola os padrões internacionais, advertiram na semana passada (17) dois especialistas independentes das Nações Unidas.

O novo código de conduta impõe 13 compromissos às organizações que atuam no resgate de migrantes no mar Mediterrâneo, sendo que o principal deles proíbe as ONGs de entrar nas águas territoriais líbias, a não ser em “situações de grave e iminente perigo”, de acordo com a imprensa internacional.

Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e seus parceiros entregam ajuda em bairros isolados no leste de Alepo, na Síria. Foto: ACNUR

Proteger trabalhadores humanitários é primordial, diz oficial da ONU

Enquanto conflitos ao redor do mundo continuam sendo uma ameaça para a vida de muitas pessoas, o chefe humanitário das Nações Unidas destacou a importância de assegurar que corajosos homens e mulheres que arriscam suas vidas para ajudar aqueles que precisam não sejam tratados como alvo.

“A proteção dos trabalhadores humanitários é primordial”, disse Stephen O’Brien, subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários e coordenador da assistência de emergência, no marco das comemorações do Dia Mundial Humanitário (19 de agosto).

Vista aérea da Amazônia. Foto: Flickr/CIAT/ Neil Palmer (cc)

ARTIGO: Os defensores do meio ambiente lutam por você

Em artigo, o diretor regional da ONU Meio Ambiente, Leo Heileman, lembra que o ano passado foi o mais sangrento para os ativistas ambientais: 200 defensores do meio ambiente foram assassinados em 24 países, e a América Latina foi o cenário de 60% desses homicídios, de acordo com a organização Global Witness.

Para Heileman, não podemos permitir que aqueles que lutam por nosso bem-estar continuem caindo em um campo de batalha que tragicamente vai se expandindo a mais países da América Latina e do Caribe. Leia o artigo completo.

Flávia Nunes e Clara Almeida são articuladoras dos direitos dos povos Guaranis-Kaiowás Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Mulheres indígenas buscam apoio da ONU Brasil para garantir compromissos do Estado brasileiro

Mulheres indígenas reuniram-se com representantes das Nações Unidas em Brasília (DF) na semana passada (14) para pedir apoio da Organização para a garantia do cumprimento dos compromissos do Estado brasileiro assumidos na Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas, que completará dez anos em setembro.

Fome, miséria, violência, feminicídio, homicídios, desaparecimento e perseguição foram destacados como problemas crônicos que violam os direitos dos povos indígenas, comprometendo o ordenamento jurídico brasileiro e as normativas internacionais.

Sérgio Vieira de Mello. Foto: ONU/Ky Chung

Sobrinho de Sérgio Vieira de Mello lembra história do ex-comissário da ONU no Dia Mundial Humanitário

“O trabalhador humanitário, herói da paz, anônimo, arriscando sua vida por pessoas que nunca viu e muitas vezes nem sua língua falam, é motivo de orgulho”, declarou André Simões, sobrinho do ex-alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos, o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, falecido em 19 de agosto de 2003.

A data foi escolhida pela ONU como o Dia Mundial Humanitário, lembrado anualmente. Em depoimento especial para as Nações Unidas, André lembra a relação e admiração pelo tio.

Observadores da ONU removem armas das FARC na Colômbia. Foto: Missão da ONU na Colômbia

Observadores da ONU concluem processo de remoção de armas na Colômbia

Mais de 8 mil armas e mais de 1 milhão de cartuchos queimados foram transportados para um armazém central na Colômbia, enquanto a missão política das Nações Unidas no país concluiu o processo de recolhimento de armas individuais de combatentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

“Em 15 de agosto, a ONU concluiu o processo de recolhimento de todos os armamentos e munições nos 26 campos das FARC”, disse Jean Arnault, representante especial do secretário-geral da ONU e chefe da Missão das Nações Unidas na Colômbia, em comunicado.

Famílias que fugiram de ataques de milícias na província de Kasai, na República Democrática do Congo, chegam no novo assentamento instalado em Lóvua, no norte da Angola. Foto: ACNUR/Rui Padilha

Agência da ONU realoca refugiados congoleses de zonas fronteiriças em Angola

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e seus parceiros começaram a realocar mais de 33 mil refugiados congoleses que estavam nos centros de acolhida superlotados no norte de Angola para um novo assentamento instalado em Lóvua, a cerca de 100 quilômetros da fronteira com a República Democrática do Congo.

A realocação de refugiados congoleses para Lóvua, em Angola, garante a segurança de milhares de pessoas que deixaram a situação de violência e tensões étnicas na República Democrática do Congo.

Em Uganda, mais de 85% dos refugiados que chegam são mulheres e crianças. Foto: ACNUR/ Jiro Ose

Refugiados do Sudão do Sul em Uganda ultrapassam 1 milhão; ONU reforça pedido de ajuda

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) reiterou nesta quinta-feira (17) seu pedido de apoio aos refugiados do conflito no Sudão do Sul, em particular aos mais de 1 milhão que estão em Uganda. No último ano, Uganda registrou uma chegada média de 1,8 mil sul-sudaneses por dia.

A ausência de recursos em Uganda está afetando significativamente a capacidade de oferecer assistência vital e serviços básicos essenciais. Este ano, são necessários 674 milhões de dólares para a resposta aos refugiados sul-sudaneses no país. Entretanto, até agora, somente 21% desse total foi recebido.

Relatório do Banco Mundial examina lacunas existentes na legislação de 173 economias relacionadas à violência contra as mulheres. Foto: George Campos/USP Imagens

Agência da ONU participa de audiência pública sobre leis de proteção à mulher

Uma audiência pública realizada na quarta-feira (16) em Brasília debateu a necessidade de mudanças na legislação brasileira para que efetivamente protejam meninas e mulheres contra a violência. A audiência foi requerida pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, por meio das deputadas Erika Kokay (PT-DF) e Dâmina Pereira (PSL-MG). A representante auxiliar do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fernanda Lopes, foi convidada para a sessão.

Imagem: ONU/OCHA

Chefe da ONU pede compromisso com proteção de civis em zonas de guerra

Em mensagem para o Dia Mundial Humanitário, lembrado no próximo sábado, 19 de agosto, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu a lideranças políticas que façam tudo a seu alcance para proteger pessoas inocentes em zonas de conflito.

Chefe do organismo internacional chamou cidadãos de todo o mundo a participar da campanha da ONU lançada especialmente para a data. A iniciativa “Não É Alvo” — do original em inglês, #NotATarget — busca alertar o público sobre os riscos enfrentados por civis em situações de guerra. É possível assinar uma petição em prol da segurança e da vida de pessoas inocentes.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, durante encontro com a imprensa na sede da ONU em Nova Iorque. Foto:ONU/Mark Garten

Racismo e xenofobia estão envenenando nossas sociedades, diz Guterres

Pedindo que as pessoas em todos os lugares denunciem discursos e crimes de ódio, o secretário-geral da ONU, António Guterres, reiterou nesta quarta-feira (16) seu chamado por tolerância e respeito ao próximo, enfatizando a importância de se reconhecer a diversidade.

Para Guterres, racismo, xenofobia, antissemitismo ou islamofobia estão envenenando nossas sociedades. “É absolutamente essencial que nos posicionemos contra isso em todos os lugares, o tempo todo”, acrescentou.

Protesto estudantil em 2014 na Venezuela. Foto: Kira Kariakin/Flickr/CC

América Latina deve preservar conquistas contra autoritarismo, defende secretário-geral da ONU

Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (16), o secretário-geral da ONU, António Guterres, foi questionado sobre seu posicionamento quanto à repressão do governo da Venezuela a manifestações. Dirigente máximo das Nações Unidas afirmou que “a América Latina lutou com sucesso, nas últimas décadas, para libertar-se tanto da intervenção estrangeira, quanto do autoritarismo”. Esse legado, segundo Guterres, tem de ser preservado.

Exibição do filme "Baixada Nunca se Rende" em Maputo, Moçambique. Foto: Centro RIO+

Documentário ‘Baixada Nunca Se Rende’ é exibido em Moçambique

Em visita a Moçambique, Eddi MC, rapper, jornalista e integrante do coletivo aberto de músicos “Baixada Nunca Se Rende” apresentou o documentário que mostra o lado cultural da Baixada Fluminense, região com baixos índices de desenvolvimento humano (IDH) e geralmente retratada com imagens de pobreza e violência.

O filme é parte de um projeto-piloto do Centro RIO+, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com o objetivo de desenvolver novas metodologias de engajamento de cidadãos das periferias com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. O projeto “Música para Avançar o Desenvolvimento Sustentável” incentiva a replicação desse modelo de engajamento local em outras regiões metropolitanas do mundo.

Shopping em Charlottesville, Virginia. Foto: Bobak Ha'Eri/Wikimedia Commons (CC)

Relatores da ONU alertam para recrudescimento do racismo nos EUA

O racismo e a xenofobia estão aumentando nos Estados Unidos, alertou nesta quarta-feira (16) um grupo de especialistas em direitos humanos das Nações Unidas após manifestações e violência de grupos de extrema direita em Charlottesville, no estado da Virginia.

“Estamos indignados com a violência em Charlottesville e o ódio racial demonstrado por extremistas de extrema direita, supremacistas brancos e grupos neonazistas”, disseram especialistas em comunicado conjunto.

Vista aérea de Teerã. Foto: Hansueli Krapf/Wikimedia Commons (CC)

Relatora da ONU manifesta indignação com execução de jovem sentenciando quando criança no Irã

A relatora especial das Nações Unidas sobre a situação dos direitos humanos no Irã, Asma Jahangir, expressou na semana passada (11) indignação com a execução este mês de um jovem iraniano que havia sido sentenciado à pena de morte quando ainda era criança.

Alireza Tajiki foi preso aos 15 anos em 2012 e condenado à morte em 2013 aos 16 anos. Ele foi executado em 10 de agosto deste ano, apesar das repetidas intervenções de especialistas em direitos humanos da ONU.

Centro de Nairóbi, no Quênia. Foto: ONU-HABITAT

Chefe de direitos humanos da ONU pede que autoridades quenianas evitem uso da violência

Pedindo que as autoridades quenianas evitem o uso da violência, o alto-comissário da ONU para os direitos humanos solicitou que o governo anuncie imediatamente que irá cooperar e garantir responsabilização diante das denúncias de abusos cometidos pelas forças de segurança que deixaram diversos mortos e feridos, incluindo crianças.

“O Quênia está em um momento crítico”, disse Zeid. “Os líderes políticos devem fazer seu melhor esforço para acalmar o volátil clima político. Caso haja denúncias sobre a condução das eleições, estas devem ser feitas pelos meios legais constitucionais”.

Durante o evento, houve apresentação cultural de Luana Euzébio, Cris de Souza, Cleo Street e Thug Dee. Foto: UNFPA Brasil.

Juventude negra é a mais afetada pelas políticas de drogas no Brasil, dizem especialistas

Redução de danos, violência contra jovens e falta de políticas públicas capazes de atender a usuários de drogas foram alguns dos temas que guiaram a segunda sessão de debates na Casa da ONU em Brasília na segunda-feira (14), no âmbito das comemorações do Dia Internacional da Juventude.

O evento foi organizado pela ONU Brasil em parceria com o programa Câmara Ligada da Câmara dos Deputados.

Natalia Kanem, diretora-executiva em exercício do UNFPA. Foto: UNFPA

Jovens têm importante papel nas mudanças sociais positivas, diz agência da ONU

Na ocasião do Dia Internacional da Juventude, lembrado no último sábado (12), a diretora-executiva em exercício do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Natalia Kanem, disse que os jovens podem ter papel importante nas mudanças sociais positivas e para a construção das bases de um mundo mais justo e pacífico.

“Construir sociedades pacíficas, coesas e resilientes exige a participação plena e significativa dos jovens. Investir neles de forma a desenvolver suas capacidades e criar oportunidades que lhes permitam realizar todo o seu potencial na vida são um pré-requisito para seu envolvimento em assuntos civis.”

A enviada especial do secretário-geral da ONU para a juventude, Jayathma Wickramanayake, durante evento em Bagdá, no Iraque. Foto: UNAMI/Ivan Djordjevic

Jovens são força mais valiosa para construção de futuro melhor, diz enviada especial da ONU

No marco dos eventos de comemoração do Dia Internacional da Juventude, a enviada especial do secretário-geral das Nações Unidas para a juventude, Jayathma Wickramanayake, comprometeu-se durante visita a Bagdá, no Iraque, a fazer todo o possível para assegurar que as vozes dos jovens sejam ouvidas, incluindo daqueles que trabalham para a construção da paz.

“Hoje, milhares de jovens mulheres e homens trabalham incansavelmente, muitas vezes sob condições muito perigosas e com pouco apoio ou reconhecimento, pela construção da paz e da segurança para todos”, disse a enviada especial em evento sediado pelo Ministério da Juventude e do Esporte do Iraque.

No hospital Al Sab’een Hospital em Sanaa, no Iêmen, médico atende menina doente de cólera. Foto: UNICEF/Fuad

Casos de suspeita de cólera ultrapassam 500 mil no Iêmen, diz OMS

Os casos de suspeita de cólera já ultrapassam 500 mil no Iêmen, disse nesta segunda-feira (14) a agência das Nações Unidas para a saúde, advertindo que a doença está se espalhando rapidamente devido à falta de água potável e de acesso à saúde.

“A epidemia de cólera no Iêmen, atualmente a maior do mundo, se espalhou rapidamente devido à deterioração das condições de higiene e saneamento e interrupções do abastecimento de água em todo o país”, afirmou a Organização Mundial da Saúde (OMS) em comunicado.

Taya Carneiro foi à sede da ONU falar sobre desafios e conquistas da população trans no Brasil. Foto: Arquivo pessoal

‘Empoderamento nos permitiu modificar nossa realidade violenta’, diz travesti brasileira na ONU

Taya Carneiro, travesti, foi a jovem brasileira convidada a participar do evento oficial das Nações Unidas para o Dia Internacional da Juventude, realizado na sexta-feira (11), na sede da ONU em Nova Iorque.

Abordando o tema deste ano para a data da ONU, “Juventude Construindo a Paz”, Taya afirmou que a juventude LGBTI, justamente por ser um dos maiores alvos da violência, do discurso de ódio e da discriminação, deveria ser colocada no centro dos esforços de prevenção da violência no Brasil.

Linhas de transmissão de energia na Faixa de Gaza. Foto: Banco Mundial/Natalia Cieslik (arquivo)

ONU manifesta preocupação com deterioração dos direitos humanos em Gaza

Além dos cortes energia que afetam os serviços de saúde, água e saneamento, a falta de transparência sobre o uso de recursos e a repressão à liberdade de expressão acentuam a deterioração da situação humanitária na Faixa de Gaza. Para o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Israel, o Estado da Palestina e as autoridades de Gaza não estão cumprindo suas obrigações de proteger os direitos humanos.

Foto do 14º Acampamento Terra Livre, em abril de 2017, em Brasília. Crédito da foto: Apib Comunicação/Flickr/CC

ONU traduz para o português recomendações de direitos humanos feitas ao Brasil

O Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio) traduziu para o português documento com mais de 240 recomendações de Estados-membros da ONU para melhorar a situação dos direitos humanos no país.

As recomendações foram feitas em maio deste ano, no âmbito da Revisão Periódica Universal (RPU), uma espécie de sabatina na qual os países são avaliados pelos membros das Nações Unidas.

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. Foto: ONU/Manuel Elias

Secretário-geral da ONU pede resolução de disputas eleitorais no Quênia por via institucional

Em pronunciamento após as eleições gerais no Quênia, realizadas na semana passada, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, fez um apelo a lideranças do país para que todas as disputas e contestações em torno dos resultados da votação sejam feitas pelas vias institucionais.

Em 2007, violações e confrontos registrados durante o último processo eleitoral provocaram mais de mil mortes e deixaram 600 mil pessoas deslocadas.

Participantes ouvem palestrantes durante evento para o Dia Internacional da Juventude na sede da ONU em Nova Iorque. Foto: ONU/Kim Haughton

Jovens têm importante papel na criação de um mundo pacífico, diz secretário-geral da ONU

Na ocasião do Dia Internacional da Juventude, lembrado neste sábado (12), as Nações Unidas realizaram um evento comemorativo em sua sede em Nova Iorque com uma mensagem do secretário-geral da ONU, António Guterres, que enfatizou seu compromisso com os jovens.

“Os governos precisam trabalhar com os jovens para atingir com sucesso os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Meninas e meninos empoderados têm um papel crítico na prevenção dos conflitos e na garantia de uma paz sustentável”, declarou Guterres na mensagem de vídeo.

Funcionários da OIM apoiam migrantes somalis e etíopes jogados ao mar por traficantes de pessoas. Foto: OIM

Traficantes jogam centenas de migrantes africanos ao mar no trajeto para o Iêmen

Cerca de 300 migrantes africanos foram jogados ao mar por contrabandistas do litoral do Iêmen nesta semana. Acredita-se que muitas das vítimas estejam mortas ou desaparecidas, informou na quinta-feira (10) a Organização Internacional para as Migrações (OIM).

“Os sobreviventes contaram que foram empurrados ao mar quando um contrabandista viu o que pareciam ser autoridades perto da costa”, disse o chefe da missão da OIM para o Iêmen, Laurent de Boeck.

Mãe segura panela vazia ao lado de sua filha em acampamento perto da cidade de Ainabo, na Somália, em março de 2017. Foto: UNICEF/Kate Holt

Conflitos são uma das principais causas de fome no mundo, diz Conselho de Segurança da ONU

Expressando profunda preocupação com a ameaça de fome enfrentada por cerca de 20 milhões de pessoas em áreas de conflito em Iêmen, Somália, Sudão do Sul e nordeste da Nigéria, o Conselho de Segurança das Nações Unidas pediu na quarta-feira (9) que o secretário-geral alertasse o órgão com antecedência sobre casos de conflitos que possam levar a crises de fome.

Por meio de um comunicado, o órgão de 15 membros pediu que o secretário-geral forneça um relato oral em outubro deste ano sobre os desafios para uma resposta efetiva ao risco de fome nesses países, e que faça recomendações específicas sobre como enfrentar esses desafios com o objetivo de viabilizar uma ação mais firme no curto e no longo prazo.

Residentes de Alepo, na Síria, aguardam na fila para receber alimentos distribuídos pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas. Foto: PMA/Hani Al Homsh

Mais de 600 mil sírios voltaram para casa este ano, diz agência da ONU

Mais de 600 mil sírios deslocados retornaram para suas casas nos primeiros sete meses de 2017, informou relatório publicado nesta sexta-feira (11) pela Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Dados da OIM e de parceiros indicam que, do total de pessoas que retornaram, 84% estavam deslocadas dentro do próprio país, enquanto o restante retornou de Turquia, Líbano, Jordânia e Iraque. Segundo a agência da ONU, ainda não é possível afirmar que se trata de uma tendência duradoura.