Arquivo da tag: Vida terrestre

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 15 diz: “Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 15 diz: “Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods15 e notícias sobre o tema abaixo.

Betty Ndugga é uma empreendedora do distrito de Luwero, em Uganda. Foto: FAO

FAO facilita acesso de agricultores africanos à mecanização sustentável

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e a Rede Africana de Conservação (ACT) assinaram na quinta-feira (7) um memorando de entendimento para incentivar maior acesso dos pequenos agricultores africanos à mecanização sustentável das propriedades, como tratores e outras máquinas que podem melhorar a vida do trabalhador rural.

A parceria também procura vincular o uso de máquinas agrícolas à agricultura de conservação, que é um sistema de cultivo que promove o mínimo de perturbação do solo e o plantio de espécies vegetais complementares para melhorar a biodiversidade e os processos biológicos naturais.

Homem mostra ouriço de castanha-do-brasil na Floresta do Vale, reserva legal comunitária do assentamento Vale do Amanhecer, em Juruena (MT). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

FAO lança 1º relatório sobre contribuições da biodiversidade para produção agrícola

A FAO realiza no próximo 15 de fevereiro uma coletiva de imprensa para apresentar as conclusões do seu relatório Estado da Biodiversidade Mundial para a Alimentação e a Agricultura. A publicação é a primeira a analisar o estado das plantas, animais e microrganismos que apoiam a produção agrícola e alimentar — nos níveis genético, das espécies e do ecossistema. O documento será lançado em 22 de fevereiro.

Foto: Shutterstock

Assembleia Ambiental da ONU mira soluções inovadoras para futuro global

As Nações Unidas convidam governos e setores público e privado a repensar seus padrões de consumo e produção sob o tema “Pense no planeta, Viva simples”, durante a 4ª Assembleia Ambiental da ONU, que ocorre de 11 a 15 de março em Nairóbi, no Quênia.

A Assembleia Ambiental das Nações Unidas (UNEA) é o maior fórum mundial de alto nível para questões de meio ambiente. Nela, chefes de Estado, ministros do Meio Ambiente, ativistas, presidentes de multinacionais, ONGs e outros convidados se reúnem para discutir e assumir compromissos globais com a proteção ambiental.

Vista aérea da Floresta Amazônica. Imagem feita próximo a Manaus. Foto: CIAT (CC)/Neil Palmer

ONU Meio Ambiente promove curso online sobre conflitos por recursos naturais

A ONU Meio Ambiente — em colaboração com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Environmental Law Institute, a Universidade da Califórnia em Irvine, o Earth Institute, a Universidade de Columbia e a Universidade Duke — recebem inscrições para curso online gratuito sobre Segurança Ambiental e Sustentabilidade da Paz.

O curso de oito semanas apresenta uma introdução detalhada sobre os múltiplos papéis que os recursos naturais e o meio ambiente desempenham no surgimento, escalada, resolução e recuperação após conflitos violentos.

As atividades ocorrem de 11 de fevereiro a 21 de abril de 2019. Saiba como se inscrever.

Foto: ONU Meio Ambiente

Seu celular é realmente inteligente?

Os smartphones revolucionaram nossas vidas cotidianas. Com mensagens instantâneas na ponta dos dedos, a comunicação atual é rápida, eficaz e barata. Mas o quão inteligentes são nossos telefones no que se refere ao impacto ambiental? Você sabe o que tem dentro do seu celular?

Grandes nomes da indústria tomaram medidas significativas para melhorar sua pegada ecológica, mas as preocupações ambientais, sociais e econômicas permanecem, especialmente no que se refere aos direitos humanos e à extração de metais preciosos em geral.

Ouro, prata, cobalto, estanho, tântalo, tungstênio e cobre são componentes essenciais de telefones celulares e outros aparelhos elétricos que usamos diariamente. E, sendo a mineração um dos setores de uso mais intensivo de óleos combustíveis derivados de petróleo, a extração contribui significativamente para a mudança climática.

Arte: ONU Meio Ambiente

ONU recebe inscrições para prêmio internacional Jovens Campeões da Terra

As Nações Unidas anunciaram na segunda-feira (28) que estão recebendo inscrições para o Jovens Campeões da Terra de 2019 — o principal prêmio ambiental da ONU para jovens empreendedores entre 18 e 30 anos com ideias inovadoras para o futuro do planeta.

Cada um dos sete vencedores receberá 15 mil dólares em capital semente para investir em seus projetos, 9 mil dólares para investir em comunicação e marketing, além de convites e financiamento para participar de reuniões da ONU para compartilhar suas ideias com o mundo. Saiba como se inscrever.

Lançado em 2017, o Jovens Campeões da Terra é inspirado no Campeões da Terra, que permanece como a principal premiação da ONU na área ambiental. Ao engajar jovens visionários, a ONU Meio Ambiente busca impulsionar uma nova geração de líderes enquanto eles tentam construir um mundo melhor.

Aterro sanitário em Danbury, Connecticut. Foto: ONU/Evan Schneider

Economia circular pode ajudar países a combater mudanças climáticas, diz relatório

Um relatório da Circle Economy, grupo apoiado pela ONU Meio Ambiente, aponta que apenas 9% da economia global é circular, o que significa que o planeta reutiliza menos de 10% das 92,8 bilhões de toneladas de minerais, combustíveis fósseis, metais e biomassa usados todos os anos em processos produtivos.

Divulgado na terça-feira (22) no Fórum Econômico Mundial, em Davos, o documento destaca o potencial do reaproveitamento e da reciclagem para combater as mudanças climáticas e cumprir o Acordo de Paris.

Vista aérea da floresta amazônica, próximo a Manaus. Foto: Flickr (CC)/CIAT/Neil Palmer

ARTIGO: Por que um planeta saudável e uma economia saudável andam de mãos dadas

Em artigo, a chefe da Convenção da ONU sobre Diversidade Biológica, Cristiana Pasca Palmer, ressalta que os ecossistemas naturais oferecem serviços de importante valor para a humanidade, como a polinização feita pelos insetos e animais, associada a mais 75% dos cultivos alimentares do mundo.

Florestas, como a Amazônia, também desempenham um papel crítico na preservação do equilíbrio climático e na absorção de gás carbônico, afirma a dirigente.

O chefe do setor de água doce, terra e clima da ONU Meio Ambiente, Tim Christopherson, visitou vários locais na região chinesa para entender melhor a restauração ecológica em larga escala. Foto: Xiaoqiong Li

ONU Meio Ambiente destaca avanços da China na restauração ecológica de larga escala

Na década de 1980, a região montanhosa de Qianyanzhou, na província de Jiangxi, sul da China, enfrentou uma severa erosão do solo devido ao desmatamento e a práticas agrícolas insustentáveis. O solo vermelho fértil estava desaparecendo, o que fez com que os rendimentos das colheitas caíssem.

Mas uma mudança notável ocorreu nos últimos 30 anos graças a um plano de uso da terra apoiado pelo governo chinês que reflorestou montanhas superiores, plantou pomares cítricos em declives moderados e arrozais nos fundos dos vales. Em poucos anos, esse mosaico de uso sustentável da terra passou a gerar rendas mais altas.

As florestas são uma importante e necessária frente de ação na luta global contra as mudanças climáticas catastróficas, graças à sua incomparável capacidade de absorver e armazenar carbono. As florestas capturam dióxido de carbono a uma taxa equivalente a cerca de um terço da quantidade liberada anualmente pela queima de combustíveis fósseis. Parar o desmatamento e restaurar as florestas danificadas, portanto, poderia fornecer até 30% da solução climática. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Ilha de Mana, em Fiji. Foto: Flickr (CC)/Phil Gibbs

Fiji tem que agir para proteger direitos humanos de riscos ambientais, diz relator da ONU

Após visita a Fiji em dezembro último, o especialista em direitos humanos da ONU, David Boyd, elogiou a liderança global do arquipélago em questões climáticas, mas cobrou que o governo traduza compromissos ambientais em ações concretas no nível nacional. O relator alertou para problemas no país, como a falta de planejamento urbano, a frágil gestão de resíduos e a degradação de ecossistemas terrestres, marinhos e de água doce.

Ararinha-azul. Foto: ICMBio

Extinção de aves no Brasil é preocupante, diz ONU Meio Ambiente

Quatro espécies brasileiras estão entre as oito aves declaradas extintas no mundo ao longo desta década, de acordo com um levantamento da BirdLife International. A instituição aponta ainda que uma quinta espécie, a emblemática ararinha-azul, desapareceu da natureza, sendo encontrada apenas em cativeiro. A eliminação desses animais é considerada preocupante pela ONU Meio Ambiente, que alerta para a importância das aves no equilíbrio dos ecossistemas.

Ondas cada vez mais fortes estão erodindo petróglifos e moai, as estátuas colossais icônicas da Ilha de Páscoa. Foto: pixabay/voltamax (CC)

Ilha de Páscoa une ciência ao conhecimento tradicional para enfrentar desafios ambientais

Como outras comunidades insulares no Oceano Pacífico, a Ilha de Páscoa enfrenta o impacto adverso da mudança climática, da maré de plástico e de outros desafios ambientais, e está buscando soluções inovadoras para enfrentá-los.

“Estamos muito conscientes da mudança climática. Uma das consequências mais graves é a erosão de nossos sítios arqueológicos. Corremos o risco de perder nossa herança cultural”, diz Camilo Rapu, que também lidera a comunidade Mau Henua, que reúne moradores de ascendência rapanui. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Imagem feita por satélite de Iquitos, no Peru, em meio à Floresta Amazônica. Foto: NASA/Good Free Photos

ONU e Nasa lançam plataforma para usar satélites no monitoramento de terras e meio ambiente

Em parceria com a Agência Espacial Norte-Americana (NASA), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) anunciou nesta semana (12) o lançamento de um portal online que promete tornar mais fácil e acessível o monitoramento do uso da terra por meio de satélites. Plataforma gratuita permitirá aos usuários “inspecionar” desde as florestas tropicais até as geleiras.

Segundo la FAO, cerca de 33% de todo o solo do mundo estão degradados, e seu estado está se deteriorando de forma alarmante. Foto: FAO

FAO: aumento da contaminação do solo ameaça segurança alimentar

É necessário adotar medidas urgentes para abordar a contaminação do solo e conter as múltiplas ameaças que isto representa para a inocuidade e para a segurança alimentar global, destacou na semana passada a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em celebração do Dia Mundial do Solo, lembrado em 5 de dezembro.

Milhares de produtos químicos – produzidos comercialmente em grande escala –, resíduos plásticos e eletrônicos ou águas residuais não tratadas podem se converter em fontes de contaminação do solo, abrindo espaço para que os produtos contaminantes entrem na cadeia alimentar, com graves consequências à saúde e ao bem-estar da população.

A mudança climática é real e está acontecendo em todo o mundo. Mas você pode ajudar!

OMS: benefícios para saúde superam custos do combate à mudança climática

Atingir as metas do Acordo de Paris para o clima poderia salvar cerca de 1 milhão de vidas por ano no mundo até 2050 com a redução da poluição do ar. As últimas estimativas dos principais especialistas também indicam que o valor dos ganhos em saúde decorrentes da ação climática seria aproximadamente o dobro do custo das políticas de mitigação em nível global, e que a relação custo-benefício é ainda maior em países como China e Índia.

Um relatório da OMS lançado nesta quarta-feira (5) na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP24) em Katowice, na Polônia, destaca por que as considerações de saúde são essenciais para o avanço da ação climática e delineia as principais recomendações aos formuladores de políticas.

Reserva Transfronteiriça Bosques da Paz, localizada entre o Equador e o Peru. Foto: UNESCO

No Equador, UNESCO promove fórum regional sobre juventude e biodiversidade

Teve início nesta quarta-feira (5) em Catacocha, no Equador, o primeiro Fórum de Jovens da Rede de Reservas da Biosfera da Ibero-América e Caribe (IberoMAB). Encontro discute oportunidades de desenvolvimento sustentável para a juventude que vive, trabalha e estuda nesses espaços de conservação reconhecidos pela UNESCO. Evento promove atividades até o próximo sábado (8), com a participação de mais de 90 pessoas de 24 países.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, fala na sessão de abertura da COP 24 em Katowice, na Polônia. Foto: UNFCCC

Na cúpula do clima, chefe da ONU pede mais investimento inteligente no futuro do planeta

Durante a abertura da conferência sobre mudança climática COP 24, que ocorre em Katowice, na Polônia, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse na segunda-feira (3) para mais de 150 líderes mundiais que “nós estamos em apuros”, e pediu foco em intensificar as ações climáticas, seguindo um plano sólido, com mais financiamento e investimento inteligente no futuro do planeta.

Na capital francesa, há três anos, países concordaram coletivamente em manter o aumento da temperatura global em até 2°C acima dos níveis pré-industriais, e, se possível, limitá-los a 1,5°C. Agora, na Polônia, eles precisam concordar sobre formas de alcançar esse objetivo comum. “Não podemos falhar em Katowice”, disse Guterres.

Pinguins-de-adélia na Ilha Paulet, na Antártica. Foto: Flickr (CC)/Scott Ableman

Áreas de proteção ambiental já cobrem 15% da superfície terrestre, diz ONU

Em torno de 15% da superfície continental do planeta Terra está sob medidas de conservação ambiental, o que representa mais de 20 milhões de quilômetros quadrados — ou quase duas vezes a extensão territorial do Canadá. Áreas de proteção também já cobrem mais de 7% dos oceanos — em torno de 27 milhões de km2. Os números foram divulgados em novembro pela ONU Meio Ambiente, em pesquisa que avalia o cumprimento de objetivos internacionais sobre biodiversidade.

Imagem da Terra criada a partir de fotografias tiradas pelo satélite Suomi NPP. Foto: NASA

Mundo não está no caminho para frear mudanças climáticas, diz agência da ONU

O mundo está seguindo a direção contrária para frear mudanças climáticas após outro ano de temperaturas quase recordes, disse na quinta-feira (29) o chefe da agência meteorológica da ONU.

“Não estamos no caminho para cumprir metas de mudanças climáticas e conter aumentos de temperatura”, disse o secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Petteri Taalas.

“Concentrações de gases causadores do efeito estufa estão novamente em níveis recordes e, se a tendência atual continuar, podemos ver aumentos de 3 a 5 graus Celsius até o fim do século. Se explorarmos todos os recursos conhecidos de combustíveis fósseis, o aumento de temperatura será consideravelmente maior”, afirmou.

Vista de Busan, segunda maior cidade da Coreia do Sul. Foto: ONU/Kibae Park

Países aumentam riqueza à custa do meio ambiente, indica Relatório de Riqueza Inclusiva

Coreia do Sul, Cingapura e Malta ficaram no topo de uma pesquisa bienal de crescimento da riqueza de países, cujos resultados preliminares foram apresentados pela ONU Meio Ambiente e parceiros na segunda-feira (26) em Paris.

O documento, que tem curadoria de mais de 200 economistas de todo o mundo, explora alternativas ao uso do Produto Interno Bruto (PIB) como medida da riqueza de um país, afirmando que este mede o tamanho da economia, mas não sua base oculta de ativos. Em vez disso, o relatório usa o conceito de riqueza inclusiva, que foca em bens de capital manufaturado, humano e natural.

Por esta medida, 44 dos 140 países – mais de um terço – ranqueados no Índice de Riqueza Inclusiva do relatório tiveram queda em riqueza inclusiva per capta desde 1998, mesmo com o PIB aumentando em muitos deles.

Projeto do PNUD e do Ministério do Meio Ambiente apoiou comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas. Foto: Ministério do Meio Ambiente/Paulo de Araújo

PNUD avalia 10 anos de apoio a comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) promoveu neste mês, em Brasília, um seminário para avaliar os dez anos de um projeto que impulsionou a formulação e implementação de políticas públicas para comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas.

Iniciativa fortaleceu várias cadeias produtivas, como a castanha do Brasil, o babaçu, o açaí e o pequi, além de promover a conservação da biodiversidade e dos recursos naturais em todos os biomas brasileiros.

Michelle Bachelet, alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Estados têm obrigação legal de prevenir e aliviar mudanças climáticas, diz Bachelet

Em preparação a um encontro crucial sobre mudanças climáticas marcado para o próximo mês, a alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, enviou uma carta aberta a todos os Estados alertando que “direitos humanos estão sob ameaça diante de uma força que desafia as bases de toda a vida, como conhecemos hoje, neste planeta que compartilhamos”.

Na carta aberta, que Bachelet enviou aos Estados antes do encontro da COP24 no mês que vem em Katowice, na Polônia, ela destacou que as decisões tomadas no encontro irão governar ações climáticas sob o Acordo de Paris de 2015 “por um futuro indefinido” e afirmou que “os direitos de milhões de pessoas são ameaçados pelas mudanças climáticas”.

Ex-ministro do meio ambiente da Noruega, Solheim assumiu a chefia da agência ambiental da ONU em maio de 2016. Foto: UNIC Rio/Natália da Luz

Nações Unidas aceitam pedido de demissão de chefe da ONU Meio Ambiente

O secretário-geral da ONU, António Guterres, aceitou o pedido de demissão de Erik Solheim, diretor-executivo da ONU Meio Ambiente, segundo comunicado emitido nesta terça-feira (20) pelo porta-voz do chefe das Nações Unidas.

O cargo será ocupado interinamente pela atual diretora-executiva adjunta da ONU Meio Ambiente, a tailandesa Joyce Msuya, até que o secretário-geral encontre um(a) sucessor(a) de Sollheim após consultas aos Estados-membros da Organização.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, durante reunião no Conselho de Segurança. Foto: ONU

ONU: 40% dos conflitos armados estão relacionados a recursos naturais

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse ao Conselho de Segurança que “a exploração dos recursos naturais, ou a competição por eles, pode levar a conflitos violentos”, acrescentando que “prevenir, gerir e resolver tais conflitos é um dos grandes e crescentes desafios do nosso tempo”.

Estudos da ONU indicam que mais de 40% dos conflitos armados internos nos últimos 60 anos foram vinculados a recursos naturais, e essa tendência continuará em meio aos crescentes impactos da mudança climática.

Ações como coleta seletiva, sistemas para evitar o desperdício de água e licitações que seguem critérios de sustentabilidade são exemplos de iniciativas que podem ser submetidas ao processo seletivo. Foto: Pedro França/Agência Senado

ONU e governo federal mapeiam boas práticas de sustentabilidade para órgãos públicos

A ONU Meio Ambiente e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) recebem até 23 de novembro inscrições para mapeamento de experiências positivas em sustentabilidade que possam inspirar boas práticas na administração pública.

A chamada, que faz parte do programa Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), fará o levantamento de atividades, projetos e políticas que cortem gastos e tornem processos mais eficientes, enquanto protegem a natureza.

Foto: Natalie Kyriacou

Iniciativas globais abrem caminho para educação ambiental de jovens

Em setembro de 2018, o secretário-geral da ONU, António Guterres, lançou a Estratégia da Juventude da ONU, que visa envolver 1,8 bilhão de jovens na condução de esforços globais para promover um mundo pacífico, justo e sustentável.

A juventude de hoje é a formadora de opinião e a tomadora de decisão do futuro. A saúde futura do planeta está com ela. É por isso que é tão importante envolvê-la em questões ambientais no início de suas vidas.

Relato da ONU Meio Ambiente aponta iniciativas globais que têm apostado no envolvimento dos jovens com o desenvolvimento sustentável. Leia reportagem completa.

Norte-americanos comem cerca de três hambúrgueres por semana. Foto: Impossible Foods

O que está no seu hambúrguer? Mais do que você pensa

Você entra em um restaurante para comer um hambúrguer. O que passa pela sua cabeça? Duas carnes, bacon extra e queijo? Pão com gergelim ou molho especial? Degradação ambiental ou preservação ecológica? Você provavelmente não pensa na última opção. Mas talvez devesse pensar.

Hectares de floresta na América do Sul são devastados para criação de gado, com o objetivo de produzir nossos hambúrgueres e bifes preferidos. Além disso, em média, uma carne de hambúrguer de 110 gramas drena 1.695 litros de água, dependendo de onde for feita, utilizando preciosos recursos naturais. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Garrafas de plástico e resíduos de lixo em uma aldeia no Timor-Leste. Foto: ONU/Martine Perret

Fungos podem ajudar no combate à poluição por plásticos, diz ONU Meio Ambiente

Um novo relatório apoiado pelas Nações Unidas revela que fungos podem ajudar o mundo a se livrar dos plásticos ao degradar poliuretano em questão de semanas.

De acordo com relatório inédito do Kew Botanical Gardens, em Londres, estes organismos possuem o potencial de quebrar resíduos de plástico – um avanço importante em um momento de reverter a onda tóxica que está matando vida marinha e poluindo os oceanos. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Camada de ozônio protege planeta Terra da radiação ultravioleta. Foto: NASA

Recuperação da camada de ozônio dá esperança para ação climática, indica relatório

Um novo relatório apoiado pela ONU indicou na segunda-feira (5) a recuperação em andamento da camada de ozônio, o que foi visto como uma inspiração para ações climáticas mais ambiciosas e uma demonstração de que acordos globais podem alcançar suas metas.

O documento mostrou que a concentração de substâncias que reduzem o ozônio continua diminuindo, levando a uma recuperação da camada desde a última avaliação, feita em 2014.

A proteção do meio ambiente foi dificultada no Afeganistão devido a anos de conflito que levaram à extensa degradação das paisagens e à perda de terras aráveis. Foto: ONU Meio Ambiente /Zahra Khodadadi

ONU Meio Ambiente: biodiversidade deve ser protegida dos efeitos da guerra e do conflito armado

Tempos de guerra podem resultar em uma rápida degradação ambiental, enquanto as pessoas lutam para sobreviver e os sistemas de gestão ambiental colapsam, resultando em danos a ecossistemas essenciais, de acordo com a ONU Meio Ambiente.

Em 2001, considerando o fato de que o meio ambiente frequentemente permaneceu como uma vítima não publicizada da guerra, a Assembleia Geral da ONU declarou 6 de novembro como o Dia Internacional para a Prevenção da Exploração do Meio Ambiente na Guerra e no Conflito Armado.

O Acordo de Paris, em vigor desde 2016, prevê que os países signatários diminuam suas emissões de gases de efeito estufa, levando em consideração suas condições econômicas e sociais. Foto: PNUD

Seminário no DF discute transformação sustentável da estrutura produtiva brasileira

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) promove na terça-feira (6) em Brasília (DF) seminário sobre a abordagem Big Push Ambiental (ou grande impulso ambiental), que trata de transformar a estrutura produtiva e a infraestrutura para reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

A estimativa é de que o Brasil apresente um potencial de investimentos de baixo carbono da ordem de 1,3 trilhão de dólares até 2030 em setores como infraestrutura urbana (transporte, edificações, resíduos etc.), energias renováveis e indústria.