Arquivo da tag: Vida terrestre

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 15 diz: “Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 15 diz: “Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods15 e notícias sobre o tema abaixo.

Segundo la FAO, cerca de 33% de todo o solo do mundo estão degradados, e seu estado está se deteriorando de forma alarmante. Foto: FAO

FAO: aumento da contaminação do solo ameaça segurança alimentar

É necessário adotar medidas urgentes para abordar a contaminação do solo e conter as múltiplas ameaças que isto representa para a inocuidade e para a segurança alimentar global, destacou na semana passada a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em celebração do Dia Mundial do Solo, lembrado em 5 de dezembro.

Milhares de produtos químicos – produzidos comercialmente em grande escala –, resíduos plásticos e eletrônicos ou águas residuais não tratadas podem se converter em fontes de contaminação do solo, abrindo espaço para que os produtos contaminantes entrem na cadeia alimentar, com graves consequências à saúde e ao bem-estar da população.

A mudança climática é real e está acontecendo em todo o mundo. Mas você pode ajudar!

OMS: benefícios para saúde superam custos do combate à mudança climática

Atingir as metas do Acordo de Paris para o clima poderia salvar cerca de 1 milhão de vidas por ano no mundo até 2050 com a redução da poluição do ar. As últimas estimativas dos principais especialistas também indicam que o valor dos ganhos em saúde decorrentes da ação climática seria aproximadamente o dobro do custo das políticas de mitigação em nível global, e que a relação custo-benefício é ainda maior em países como China e Índia.

Um relatório da OMS lançado nesta quarta-feira (5) na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP24) em Katowice, na Polônia, destaca por que as considerações de saúde são essenciais para o avanço da ação climática e delineia as principais recomendações aos formuladores de políticas.

Reserva Transfronteiriça Bosques da Paz, localizada entre o Equador e o Peru. Foto: UNESCO

No Equador, UNESCO promove fórum regional sobre juventude e biodiversidade

Teve início nesta quarta-feira (5) em Catacocha, no Equador, o primeiro Fórum de Jovens da Rede de Reservas da Biosfera da Ibero-América e Caribe (IberoMAB). Encontro discute oportunidades de desenvolvimento sustentável para a juventude que vive, trabalha e estuda nesses espaços de conservação reconhecidos pela UNESCO. Evento promove atividades até o próximo sábado (8), com a participação de mais de 90 pessoas de 24 países.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, fala na sessão de abertura da COP 24 em Katowice, na Polônia. Foto: UNFCCC

Na cúpula do clima, chefe da ONU pede mais investimento inteligente no futuro do planeta

Durante a abertura da conferência sobre mudança climática COP 24, que ocorre em Katowice, na Polônia, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse na segunda-feira (3) para mais de 150 líderes mundiais que “nós estamos em apuros”, e pediu foco em intensificar as ações climáticas, seguindo um plano sólido, com mais financiamento e investimento inteligente no futuro do planeta.

Na capital francesa, há três anos, países concordaram coletivamente em manter o aumento da temperatura global em até 2°C acima dos níveis pré-industriais, e, se possível, limitá-los a 1,5°C. Agora, na Polônia, eles precisam concordar sobre formas de alcançar esse objetivo comum. “Não podemos falhar em Katowice”, disse Guterres.

Pinguins-de-adélia na Ilha Paulet, na Antártica. Foto: Flickr (CC)/Scott Ableman

Áreas de proteção ambiental já cobrem 15% da superfície terrestre, diz ONU

Em torno de 15% da superfície continental do planeta Terra está sob medidas de conservação ambiental, o que representa mais de 20 milhões de quilômetros quadrados — ou quase duas vezes a extensão territorial do Canadá. Áreas de proteção também já cobrem mais de 7% dos oceanos — em torno de 27 milhões de km2. Os números foram divulgados em novembro pela ONU Meio Ambiente, em pesquisa que avalia o cumprimento de objetivos internacionais sobre biodiversidade.

Imagem da Terra criada a partir de fotografias tiradas pelo satélite Suomi NPP. Foto: NASA

Mundo não está no caminho para frear mudanças climáticas, diz agência da ONU

O mundo está seguindo a direção contrária para frear mudanças climáticas após outro ano de temperaturas quase recordes, disse na quinta-feira (29) o chefe da agência meteorológica da ONU.

“Não estamos no caminho para cumprir metas de mudanças climáticas e conter aumentos de temperatura”, disse o secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Petteri Taalas.

“Concentrações de gases causadores do efeito estufa estão novamente em níveis recordes e, se a tendência atual continuar, podemos ver aumentos de 3 a 5 graus Celsius até o fim do século. Se explorarmos todos os recursos conhecidos de combustíveis fósseis, o aumento de temperatura será consideravelmente maior”, afirmou.

Vista de Busan, segunda maior cidade da Coreia do Sul. Foto: ONU/Kibae Park

Países aumentam riqueza à custa do meio ambiente, indica Relatório de Riqueza Inclusiva

Coreia do Sul, Cingapura e Malta ficaram no topo de uma pesquisa bienal de crescimento da riqueza de países, cujos resultados preliminares foram apresentados pela ONU Meio Ambiente e parceiros na segunda-feira (26) em Paris.

O documento, que tem curadoria de mais de 200 economistas de todo o mundo, explora alternativas ao uso do Produto Interno Bruto (PIB) como medida da riqueza de um país, afirmando que este mede o tamanho da economia, mas não sua base oculta de ativos. Em vez disso, o relatório usa o conceito de riqueza inclusiva, que foca em bens de capital manufaturado, humano e natural.

Por esta medida, 44 dos 140 países – mais de um terço – ranqueados no Índice de Riqueza Inclusiva do relatório tiveram queda em riqueza inclusiva per capta desde 1998, mesmo com o PIB aumentando em muitos deles.

Projeto do PNUD e do Ministério do Meio Ambiente apoiou comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas. Foto: Ministério do Meio Ambiente/Paulo de Araújo

PNUD avalia 10 anos de apoio a comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) promoveu neste mês, em Brasília, um seminário para avaliar os dez anos de um projeto que impulsionou a formulação e implementação de políticas públicas para comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas.

Iniciativa fortaleceu várias cadeias produtivas, como a castanha do Brasil, o babaçu, o açaí e o pequi, além de promover a conservação da biodiversidade e dos recursos naturais em todos os biomas brasileiros.

Michelle Bachelet, alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Estados têm obrigação legal de prevenir e aliviar mudanças climáticas, diz Bachelet

Em preparação a um encontro crucial sobre mudanças climáticas marcado para o próximo mês, a alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, enviou uma carta aberta a todos os Estados alertando que “direitos humanos estão sob ameaça diante de uma força que desafia as bases de toda a vida, como conhecemos hoje, neste planeta que compartilhamos”.

Na carta aberta, que Bachelet enviou aos Estados antes do encontro da COP24 no mês que vem em Katowice, na Polônia, ela destacou que as decisões tomadas no encontro irão governar ações climáticas sob o Acordo de Paris de 2015 “por um futuro indefinido” e afirmou que “os direitos de milhões de pessoas são ameaçados pelas mudanças climáticas”.

Ex-ministro do meio ambiente da Noruega, Solheim assumiu a chefia da agência ambiental da ONU em maio de 2016. Foto: UNIC Rio/Natália da Luz

Nações Unidas aceitam pedido de demissão de chefe da ONU Meio Ambiente

O secretário-geral da ONU, António Guterres, aceitou o pedido de demissão de Erik Solheim, diretor-executivo da ONU Meio Ambiente, segundo comunicado emitido nesta terça-feira (20) pelo porta-voz do chefe das Nações Unidas.

O cargo será ocupado interinamente pela atual diretora-executiva adjunta da ONU Meio Ambiente, a tailandesa Joyce Msuya, até que o secretário-geral encontre um(a) sucessor(a) de Sollheim após consultas aos Estados-membros da Organização.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, durante reunião no Conselho de Segurança. Foto: ONU

ONU: 40% dos conflitos armados estão relacionados a recursos naturais

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse ao Conselho de Segurança que “a exploração dos recursos naturais, ou a competição por eles, pode levar a conflitos violentos”, acrescentando que “prevenir, gerir e resolver tais conflitos é um dos grandes e crescentes desafios do nosso tempo”.

Estudos da ONU indicam que mais de 40% dos conflitos armados internos nos últimos 60 anos foram vinculados a recursos naturais, e essa tendência continuará em meio aos crescentes impactos da mudança climática.

Ações como coleta seletiva, sistemas para evitar o desperdício de água e licitações que seguem critérios de sustentabilidade são exemplos de iniciativas que podem ser submetidas ao processo seletivo. Foto: Pedro França/Agência Senado

ONU e governo federal mapeiam boas práticas de sustentabilidade para órgãos públicos

A ONU Meio Ambiente e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) recebem até 23 de novembro inscrições para mapeamento de experiências positivas em sustentabilidade que possam inspirar boas práticas na administração pública.

A chamada, que faz parte do programa Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), fará o levantamento de atividades, projetos e políticas que cortem gastos e tornem processos mais eficientes, enquanto protegem a natureza.

Foto: Natalie Kyriacou

Iniciativas globais abrem caminho para educação ambiental de jovens

Em setembro de 2018, o secretário-geral da ONU, António Guterres, lançou a Estratégia da Juventude da ONU, que visa envolver 1,8 bilhão de jovens na condução de esforços globais para promover um mundo pacífico, justo e sustentável.

A juventude de hoje é a formadora de opinião e a tomadora de decisão do futuro. A saúde futura do planeta está com ela. É por isso que é tão importante envolvê-la em questões ambientais no início de suas vidas.

Relato da ONU Meio Ambiente aponta iniciativas globais que têm apostado no envolvimento dos jovens com o desenvolvimento sustentável. Leia reportagem completa.

Norte-americanos comem cerca de três hambúrgueres por semana. Foto: Impossible Foods

O que está no seu hambúrguer? Mais do que você pensa

Você entra em um restaurante para comer um hambúrguer. O que passa pela sua cabeça? Duas carnes, bacon extra e queijo? Pão com gergelim ou molho especial? Degradação ambiental ou preservação ecológica? Você provavelmente não pensa na última opção. Mas talvez devesse pensar.

Hectares de floresta na América do Sul são devastados para criação de gado, com o objetivo de produzir nossos hambúrgueres e bifes preferidos. Além disso, em média, uma carne de hambúrguer de 110 gramas drena 1.695 litros de água, dependendo de onde for feita, utilizando preciosos recursos naturais. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Garrafas de plástico e resíduos de lixo em uma aldeia no Timor-Leste. Foto: ONU/Martine Perret

Fungos podem ajudar no combate à poluição por plásticos, diz ONU Meio Ambiente

Um novo relatório apoiado pelas Nações Unidas revela que fungos podem ajudar o mundo a se livrar dos plásticos ao degradar poliuretano em questão de semanas.

De acordo com relatório inédito do Kew Botanical Gardens, em Londres, estes organismos possuem o potencial de quebrar resíduos de plástico – um avanço importante em um momento de reverter a onda tóxica que está matando vida marinha e poluindo os oceanos. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Camada de ozônio protege planeta Terra da radiação ultravioleta. Foto: NASA

Recuperação da camada de ozônio dá esperança para ação climática, indica relatório

Um novo relatório apoiado pela ONU indicou na segunda-feira (5) a recuperação em andamento da camada de ozônio, o que foi visto como uma inspiração para ações climáticas mais ambiciosas e uma demonstração de que acordos globais podem alcançar suas metas.

O documento mostrou que a concentração de substâncias que reduzem o ozônio continua diminuindo, levando a uma recuperação da camada desde a última avaliação, feita em 2014.

A proteção do meio ambiente foi dificultada no Afeganistão devido a anos de conflito que levaram à extensa degradação das paisagens e à perda de terras aráveis. Foto: ONU Meio Ambiente /Zahra Khodadadi

ONU Meio Ambiente: biodiversidade deve ser protegida dos efeitos da guerra e do conflito armado

Tempos de guerra podem resultar em uma rápida degradação ambiental, enquanto as pessoas lutam para sobreviver e os sistemas de gestão ambiental colapsam, resultando em danos a ecossistemas essenciais, de acordo com a ONU Meio Ambiente.

Em 2001, considerando o fato de que o meio ambiente frequentemente permaneceu como uma vítima não publicizada da guerra, a Assembleia Geral da ONU declarou 6 de novembro como o Dia Internacional para a Prevenção da Exploração do Meio Ambiente na Guerra e no Conflito Armado.

O Acordo de Paris, em vigor desde 2016, prevê que os países signatários diminuam suas emissões de gases de efeito estufa, levando em consideração suas condições econômicas e sociais. Foto: PNUD

Seminário no DF discute transformação sustentável da estrutura produtiva brasileira

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) promove na terça-feira (6) em Brasília (DF) seminário sobre a abordagem Big Push Ambiental (ou grande impulso ambiental), que trata de transformar a estrutura produtiva e a infraestrutura para reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

A estimativa é de que o Brasil apresente um potencial de investimentos de baixo carbono da ordem de 1,3 trilhão de dólares até 2030 em setores como infraestrutura urbana (transporte, edificações, resíduos etc.), energias renováveis e indústria.

Vista panorâmica de Oslo, na Noruega. Foto: Pixabay/AlexvonGutthenbach-Lindau (CC)

Oslo, na Noruega, é pioneira em esforços para melhorar qualidade do ar

A capital da Noruega, Oslo, está abrindo caminho para uma realidade livre de combustíveis fósseis em seus esforços para melhorar a qualidade do ar, anunciou a ONU Meio Ambiente na semana passada (25).

A cidade é pioneira global no que diz respeito à sustentabilidade, introduzindo métodos de reciclagem de resíduos, transformando-os em calor ou eletricidade, e permitindo que ciclistas tenham preferências sobre carros particulares.

O diretor-executivo da ONU Meio Ambiente, Erick Solheim, disse que a redução da poluição na capital norueguesa é exemplo de “transformação da ação climática em oportunidade”.

Paulo Artaxo é membro do IPCC e professor do Instituto de Física da USP. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Especialista defende desmatamento zero na Amazônia para combater mudanças climáticas

O brasileiro e integrante do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), Paulo Artaxo, apresentou neste mês, no Rio de Janeiro, um relatório que aborda as consequências de uma elevação mundial da temperatura acima dos 1,5º C até 2100. O teto é a aspiração mais ambiciosa do Acordo de Paris.

Em evento realizado no Museu do Amanhã pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), Artaxo alertou que a alteração dos padrões climáticos já é uma realidade em território nacional, com aumentos da temperatura do Nordeste acima das médias globais.

Na América Latina e no Caribe, pelo menos 1 milhão de empregos serão gerados como resultado do uso de energias renováveis, segundo a OIT. Foto: Banco Mundial/Dana Smillie

ONU: modelo de desenvolvimento mais sustentável geraria novas oportunidades de emprego

A região da América Latina e do Caribe tem a maior biodiversidade do mundo, mas está perdendo suas riquezas naturais com a deterioração ambiental provocada pelo atual modelo de desenvolvimento, o que cria urgência de transição para um modelo mais sustentável, tanto do ponto de vista ambiental, quanto trabalhista.

Tal transição permitiria acesso a novas oportunidades e melhorias no emprego, destacaram a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) em nova publicação conjunta lançada na terça-feira (23).

O Acordo de Paris, em vigor desde 2016, prevê que os países signatários diminuam suas emissões de gases de efeito estufa, levando em consideração suas condições econômicas e sociais. Foto: PNUD

Siderurgia Sustentável desenvolve cadeia de produção com baixa emissão de poluentes

Com o objetivo de unir esforços para reduzir a emissão de gases estufa do processo produtivo do carvão vegetal sustentável, bem como de seu uso pelo setor siderúrgico, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil implementa o Projeto Siderurgia Sustentável.

Sob a coordenação técnica do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e com recursos do Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF), o projeto incentiva processos, tecnologias e arranjos produtivos inovadores e mais eficientes para a produção de carvão vegetal advindo de florestas plantadas e para seu uso na siderurgia brasileira.

O objetivo é o desenvolvimento de uma cadeia de produção siderúrgica de baixa emissão de gases de efeito estufa.

Na 21ª Reunião do Fórum de Ministros do Meio Ambiente da América Latina e do Caribe, os representantes de 28 países da região adotaram a Declaração de Buenos Aires e aprovaram quatro acordos para enfrentar os principais desafios ambientais. Foto: ONU Meio Ambiente

Ministros de Meio Ambiente latino-americanos fecham acordo para acelerar proteção ambiental

Ministros do Meio Ambiente e representantes de países da América Latina e do Caribe fecharam acordo na sexta-feira (12) em Buenos Aires com o objetivo de intensificar os esforços para reduzir o lixo marinho, acelerar a ação climática, potencializar a cooperação para a conservação da biodiversidade e dos ecossistemas e transitar para produção e consumo sustentáveis.

Os ministros manifestaram sua preocupação com os resultados do relatório especial recentemente publicado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, que expôs as diferenças abismais entre os efeitos de um aquecimento global de 1,5°C ou de 2°C até o fim do século. Nesse sentido, pediram ações urgentes e ambiciosas para evitar uma catástrofe climática, em linha com os objetivos do Acordo de Paris.

Vegetação de tundra. Foto: Flickr (CC)/Jason Ahrns

Alterações em vegetação do Ártico podem acelerar mudanças climáticas

Um estudo publicado na revista Nature revela que temperaturas mais elevadas no Ártico têm levado a um crescimento acima da média de espécies vegetais da região. Segundo a pesquisa, que avaliou mais de três décadas de oscilações na cobertura vegetal, a variação na altura das plantas pode contribuir ainda mais para o aquecimento global e as mudanças climáticas. O problema preocupa a ONU Meio Ambiente.

Solo ressecado próximo ao rio Nilo Branco, em Cartum, Sudão. Foto: Banco Mundial/Arne Hoel

Painel defende ‘mudanças sem precedentes’ para limitar aquecimento global a 1,5 °C

Limitar o aquecimento global a 1,5 °C exigirá “mudanças de longo alcance e sem precedentes” no comportamento humano, segundo um painel científico estabelecido pelas Nações Unidas, que lançou nesta segunda-feira (8) um relatório especial segundo o qual algumas das ações necessárias já estão em andamento, mas precisam ser dramaticamente ampliadas.

O relatório destaca vários impactos da mudança climática que poderiam ser evitados limitando o aquecimento global a 1,5 °C em comparação com 2°C ou mais. Por exemplo, até 2100, a elevação global do nível do mar seria 10 cm mais baixa com o aquecimento global de 1,5 °C em comparação com 2 °C.

Além disso, os recifes de corais, já ameaçados, cairiam 70-90% com o aquecimento global de 1,5 °C, enquanto praticamente todos seriam perdidos com aumento de 2 °C, segundo o relatório.

Presidente da França, Emmanuel Macron. Foto: ONU/Mark Garten

Presidente da França e primeiro-ministro da Índia recebem maior prêmio ambiental da ONU

O presidente francês Emmanuel Macron e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, receberam nesta semana (26), em Nova Iorque, o Prêmio Campeões da Terra, a mais alta condecoração ambiental das Nações Unidas. Outros cinco ativistas e iniciativas foram reconhecidos com o título. Entre os vencedores, estavam as empresas Beyond Meat e Impossible Foods, que propõem alternativas culinárias ao consumo de carne bovina, usando apenas vegetais.

A quilombola Maria do Socorro Silva luta contra a degradação ambiental causada pela maior refinaria de alumínio da Amazônia, no Pará. Foto: Thom Pierce/Guardian/Global Witness/ONU Meio Ambiente

Brasil e 13 países assinam na sede da ONU tratado que prevê proteção de defensores ambientais

Quatorze países da América Latina e do Caribe, entre eles o Brasil, foram os primeiros a assinar o “Acordo de Escazú” sobre acesso a informação, participação pública e Justiça em assuntos ambientais na região. A assinatura aconteceu na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, durante o debate geral do 73º período de sessões da Assembleia Geral da ONU.

O Acordo de Escazú busca assegurar que todas as pessoas tenham acesso a informação oportuna e confiável, possam participar de maneira efetiva das decisões que afetam suas vidas e seu entorno e acessar a Justiça em assuntos ambientais, contribuindo assim para o cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Segundo a secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alícia Bárcena, o acordo é inovador e importante para a região, porque possui um artigo que se refere à proteção dos defensores dos direitos humanos em assuntos ambientais.

A empresa de energia FURNAS sediou, na última segunda-feira (17), um seminário para debater a geração de energia de olho no cumprimento do Acordo de Paris e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O evento, organizado pela empresa e pelo Programa das Nações Unidas sobre Desenvolvimento (PNUD), discutiu os principais avanços e desafios do setor energético, com foco no cumprimento da Agenda 2030. Durante o evento foi lançado o “Glossário de Termos do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 7: Energia limpa e acessível”, produzido pelo Grupo Assessor da ONU Brasil para a Agenda 2030.

No Rio, seminário debate energia sustentável e cumprimento do Acordo de Paris

A empresa de energia FURNAS sediou, na última segunda-feira (17), um seminário para debater a geração de energia de olho no cumprimento do Acordo de Paris e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O evento, organizado pela empresa e pelo Programa das Nações Unidas sobre Desenvolvimento (PNUD), discutiu os principais avanços e desafios do setor energético, com foco no cumprimento da Agenda 2030.

Durante o evento foi lançado o “Glossário de Termos do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 7: Energia limpa e acessível”, produzido pelo Grupo Assessor da ONU Brasil para a Agenda 2030.

Trânsito em São Paulo. Foto: Fotos Públicas / Oswaldo Corneti

ONU e associação de empresas estimulam uso do transporte público no Dia Mundial Sem Carro

Deixar o carro em casa e experimentar o transporte público pode ser um desafio para quem utiliza o automóvel no dia a dia, mas esse é o convite da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) para o próximo sábado (22), Dia Mundial Sem Carro.

A campanha publicitária é assinada pela NTU, em parceria com duas agências das Nações Unidas – a ONU Meio Ambiente e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) -, e reforça o vínculo do transporte coletivo com pedestres e ciclistas.

Sede da ONU em NY. Foto: ONU/Rick Bajornas.

Acordo latino-americano sobre proteção de defensores ambientais recebe assinaturas a partir de 27/9

O acordo regional sobre acesso à informação, à participação pública e à Justiça em assuntos ambientais na América Latina e no Caribe (Acordo de Escazú) será aberto à assinatura de todos os países da região na quinta-feira (27) na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, no marco do debate geral do 73º período de sessões da Assembleia Geral da ONU.

O chamado “Acordo de Escazú” — por ter sido adotado em 4 de março passado no município de Escazú, na Costa Rica — é o primeiro acordo ambiental da região e o único de seu tipo no mundo, já que contém disposições específicas sobre proteção de defensores de direitos humanos em assuntos ambientais. Trata-se do primeiro instrumento legal que emergiu até agora da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

A ativista hondurenha Berta Cáceres foi perseguida e assassinada por seu ativismo em prol do meio ambiente e dos direitos dos povos indígenas. Foto: goldmanprize.org

Especialistas pedem ratificação de acordo latino-americano sobre ativistas ambientais

Vinte e sete especialistas em direitos humanos da ONU pediram na quinta-feira (13) que países latino-americanos e caribenhos ratifiquem o mais rápido possível o Acordo regional de Escazú, o primeiro tratado do mundo com mecanismos legalmente vinculantes para a proteção de ativistas ambientais. O texto será aberto para assinatura em 27 de setembro, na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Dispersão de pesticidas em plantação em Adana, na Turquia. Foto: Wikimedia (CC)/Zeynel Cebeci

Agrotóxicos e outras substâncias químicas matam 193 mil pessoas no mundo por ano, diz ONU

Número foi divulgado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em reunião em Brasília sobre o projeto de lei 6.299/2002, que está em trâmite no Legislativo e propõe a flexibilização das regras para a fiscalização e aplicação dos agroquímicos.

Agência regional defendeu abordagem integrada entre setores da saúde, agricultura e meio ambiente, a fim de enfrentar o problema da exposição e intoxicação por substâncias químicas nocivas.

Debate de comitê da UNESCO também visa identificar formas de reaproximação entre o homem e a natureza. Foto: PEXELS

Fórum com parceria da UNESCO discute relação entre modos de vida e destruição ambiental

Acontece hoje (4), em São Paulo, o 124º Fórum do Comitê da Cultura de Paz, evento organizado em parceria com a UNESCO para discutir as consequências de atitudes individuais e modos de vida modernos para a preservação do meio ambiente. Encontro visa alertar para o esgotamento dos recursos naturais, além de debater como o a destruição dos ecossistemas afeta a vida das populações mais pobres e vulneráveis.