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O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 13 diz: “Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos”.

 

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 13 diz: “Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods13 e na página sobre o Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas (nacoesunidas.org/acordodeparis).

 

Acompanhe abaixo todas as informações e esforços da ONU para combater a mudança climática e promover o desenvolvimento sustentável.

 

É necessário combater poluição do ar para salvar vidas e o planeta, diz chefe da ONU

Em uma mensagem para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta quarta-feira (5), o secretário-geral da ONU, António Guterres, enfatizou a ligação entre o agravamento dos níveis de poluição do ar e a crise climática.

Com o meio ambiente enfrentando “perigos sem precedentes”, causados pela atividade humana, o chefe da ONU disse que a ação para combater a mudança climática é “a batalha de nossas vidas”, que devemos vencer taxando a poluição, pondo fim aos subsídios para combustíveis fósseis e novas usinas de carvão.

Iniciativa na Índia coletou histórias de diferentes pessoas que queriam falar sobre o impacto da poluição do ar em suas vidas. Foto: PLUC

Projeto indiano aposta em telefones celulares para criar e difundir histórias sobre poluição do ar

Tamseel Hussain, de 30 anos, acompanhou com atenção a escalada da poluição do ar na Índia, que atingiu níveis alarmantes quatro anos atrás. Ele estava tão interessado em documentar o problema que, com um grupo de especialistas em redes sociais e storytelling, construiu a plataforma Let Me Breathe (Me deixe respirar, em tradução livre para o português). O relato é da ONU Meio Ambiente.

Diplomata nigeriano é eleito novo presidente da Assembleia Geral da ONU

O alcance global das Nações Unidas as torna “a melhor esperança do mundo para a paz e a segurança, o desenvolvimento sustentável e a promoção e proteção dos direitos humanos e do progresso social”, disse o diplomata nigeriano que será o próximo presidente da Assembleia Geral da ONU.

Tijjani Muhammad-Bande, atual representante-permanente da Nigéria na ONU, foi eleito por aclamação nesta terça-feira (4) em Nova Iorque para dirigir a Assembleia Geral, sucedendo a equatoriana Maria Fernanda Espinosa.

“Paz e segurança, erradicação da pobreza, fome zero, educação de qualidade, ação climática e inclusão constituirão uma grande prioridade da minha presidência”, disse o embaixador nigeriano.

Horta em escola do município de Belford Roxo. Foto: Centro Rio+

ARTIGO: Mudar a forma de produzir alimentos pode ajudar a combater a poluição do ar

Em artigo, o Jovem Campeão da Terra de 2018 para a Europa, Hugh Weldon, fala sobre a importância de as cidades passarem a produzir alimentos. “Ao cultivar mais alimentos em ambientes urbanos, podemos ajudar aqueles que consomem a maioria dos alimentos e recursos a entender de onde eles vêm, começar a se reconectar com o mundo natural e até mesmo melhorar nossa saúde mental e bem-estar”, disse.

“Precisamos de toda essa ação – mas, além de tratar nosso ar por meio de espaços verdes e produzir alimentos em nossas cidades, precisamos desativar o fluxo de poluição tóxica na fonte. Precisamos que a indústria, os empresários e o setor privado passem da produção em massa de “coisas baratas” para produtos de qualidade mais duradouros. Sustentabilidade e qualidade antes de quantidade.” Leia o artigo completo publicado pela ONU Meio Ambiente.

Premiê de Fiji, Josai Vorege Bainimarama (centro), é cumprimentado pela diretora-executiva do ONU-HABITAT, Maimunah Mohd Sharif (esquerda), e pela presidente da Assembleia, Martha Delgado, ao chegar ao evento em Nairóbi, no Quênia. Foto: ONU-HABITAT

ONU-HABITAT defende inovação para garantir desenvolvimento sustentável das cidades

A batalha para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030 ocorrerá nas cidades. Assim, elas precisam de inovação “disruptiva” de forma a garantir “impacto nas comunidades e que ninguém seja deixado para trás”.

A declaração foi feita pela chefe do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), Maimunah Mohd Sharif, durante Assembleia do organismo da ONU realizada em Nairóbi, no Quênia, esta semana.

Segundo Maimunah, a inovação — definida como “novos conhecimentos e soluções para melhorar as condições de vida de todas as cidades e comunidades” — é tema central do evento porque as cidades impulsionam as economias nacionais ao criar prosperidade, desenvolvimento social e emprego, mas também podem ser local de pobreza, exclusão e degradação ambiental. 

A poluição do ar é o tema do Dia Mundial do Meio Ambiente deste ano, lembrado em 5 de junho. Foto: ONU Meio Ambiente

Ônibus elétricos colocam Chile no caminho de um futuro mais sustentável

O Chile possui atualmente a maior frota de ônibus elétricos da América Latina e do Caribe. Os 200 veículos chegaram às ruas da capital, Santiago, este ano como parte de um plano para cortar emissões e reduzir a poluição do ar. Até 2040, o país busca ter uma frota totalmente elétrica em seu sistema público de transporte.

“Para enfrentar decisivamente a mudança climática, a mobilidade elétrica é essencial. Estamos dando um salto em direção a um sistema de transportes mais limpo, mais eficaz e sustentável”, disse Carolina Schmidt, ministra do Meio Ambiente do Chile e presidente da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a COP25.

Em dezembro, o país sediará a COP25 e irá liderar uma das negociações mais desafiadoras de nossos tempos: tentar conseguir compromissos mais ambiciosos para reduzir as emissões dos países com o objetivo de manter o aquecimento global abaixo de 1,5°C.

Crianças recebem alimentação em escola na Bolívia. Foto: PMA/Boris Heger

Agências da ONU participam de coletiva de imprensa sobre Fórum de Alimentação Urbana

Os representantes do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), Alain Grimard; da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Rafael Zavala; e da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Socorro Gross; participam de coletiva de imprensa com o subsecretário de Desenvolvimento Econômico da prefeitura do Rio de Janeiro, Epitácio Brunet, nesta quarta-feira (29), às 13h.

Eles falarão sobre o 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana na América Latina, organizado pela prefeitura. O evento acontece no Museu de Arte do Rio (MAR) até sexta-feira (31).

Foto: Michael Pinsky

Artistas transformam a poluição do ar em arte

Os artistas são conhecidos por se inspirarem no mundo ao seu redor. Por isso, não é surpresa que alguns tenham começado a jogar luz sobre uma das questões ambientais mais urgentes do nosso tempo: a poluição do ar.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano cerca de 7 milhões de mortes prematuras são causadas pela poluição do ar, com nove em cada dez pessoas respirando ar tóxico. A poluição do ar também é conhecida por contribuir para a mudança climática e, portanto, os esforços para combatê-la também podem ajudar a enfrentar a crise climática.

A hora de agir é agora, e os artistas – como tantos outros – estão procurando maneiras de aumentar a conscientização sobre a poluição do ar, encontrar soluções para reduzi-la e até mesmo usá-la como um recurso. Leia algumas das experiências em andamento nesse relato da ONU Meio Ambiente.

Foto: FAO

FAO lista sete conexões e contribuições do ecossistema animal ou vegetal

Biodiversidade significa a variedade de vida vegetal e animal no mundo. Inclui genética, espécies e variedade de ecossistemas. Quando há uma rica diversidade de espécies, habitats e genética, os ecossistemas são mais saudáveis, mais produtivos e podem se adaptar melhor a desafios como a mudança climática.

Mais do que apenas variedade, a biodiversidade também é a maneira pela qual diferentes espécies, plantas e animais estão conectados e interagem. O mundo é feito de uma teia invisível que raramente reconhecemos. A perda de espécies, seja animal ou vegetal, pode mudar todo um ecossistema. Isso significa a perda de conexões. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) listou sete conexões e contribuições do ecossistema das quais você pode não estar ciente.

Plantação de soja no Mato Grosso. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Banco Mundial aprova empréstimo de US$250 milhões ao Mato Grosso

A diretoria-executiva do Banco Mundial aprovou na sexta-feira (24) o Empréstimo para Políticas de Desenvolvimento com Sustentabilidade Fiscal e Ambiental no estado do Mato Grosso, no valor de 250 milhões de dólares. O empréstimo apoiará o estado em dois pilares: na recuperação da sustentabilidade fiscal e no aumento da capacidade institucional para fazer avançar a agricultura sustentável, a conservação florestal e a mitigação das mudanças climáticas.

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, visita Vanuatu em última parada de missão ao Pacífico para ver os efeitos da mudança climática. Foto: ONU/Mark Garten

ONU: líderes mundiais precisam adotar políticas ‘esclarecidas’ sobre ações climáticas

Encerrando uma visita de uma semana ao Pacífico Sul, o secretário-geral das Nações Unidas pediu para líderes mundiais adotarem escolhas “esclarecidas” sobre ações climáticas, à medida que “todo o planeta” pode sofrer.

António Guterres lembrou que, para alguns Estados insulares do Pacífico, a “mudança climática é agora uma ameaça existencial”.

Destacando que vilarejos inteiros estão sendo realocados, meios de subsistência estão sendo destruídos e pessoas estão ficando doentes por problemas relacionados ao clima, Guterres lamentou que “os riscos são todos muito reais”.

Um agricultor colhe feijão em uma província do norte de Camboja. Após a época da colheita, agricultores como esta mulher se mudam das terras baixas para as terras altas para obter um melhor valor por suas colheitas. Foto: Banco Mundial/Chhor Sokunthea

ONU reduz previsão de crescimento econômico em meio a tensões comerciais e incertezas políticas

Em meio a tensões comerciais não resolvidas, incertezas políticas internacionais e queda na confiança nos negócios, as Nações Unidas anunciaram na terça-feira (21) uma ampla desaceleração na economia global e cortaram suas previsões de crescimento.

Os dados são do relatório Situação Econômica Mundial e Perspectivas, do Departamento da ONU de Assuntos Econômicos e Sociais (DESA), e mostram que todas as principais economias desenvolvidas, e a maior parte das regiões em desenvolvimento, enfraqueceram perspectivas para o crescimento.

Em torno de 53 mil nigerianos deslocados por conflito vivem no acampamento de refugiados de Minawao, nos Camarões. Foto: ONU/Eskinder Debebe

Na ONU, série de diálogos busca solucionar deslocamentos forçados na África

Com mais de 24,2 milhões de africanos forçados a deixar suas casas em 2017 – 4,6 milhões a mais em relação ao ano passado – as Nações Unidas sediaram um evento de três dias em Nova Iorque com foco em encontrar soluções duradouras para o problema.

A situação é um fardo crescente para a economia e para o meio ambiente do continente, além de impactar comunidades que acolhem os deslocados.

A Série de Diálogos sobre a África deste ano, que aconteceu nesta semana sob o tema “Em direção a soluções sustentáveis para pessoas deslocadas à força na África”, reuniu uma série de lideranças para encontrar maneiras de lidar com a questão.

Mulher vende toranjas asiáticas em mercado flutuante. Foto: Biodiversidade Internacional

Dia da Diversidade Biológica lembra efeitos da negligência ambiental na segurança alimentar

A alimentação está se tornando cada vez mais homogênea no mundo todo, apesar do crescente acesso a uma ampla variedade de alimentos nutritivos. A advertência foi feita pelas Nações Unidas nesta quarta-feira (22), Dia Internacional para a Diversidade Biológica. A data lembra este ano os impactos da negligência ambiental na segurança alimentar e na saúde pública.

A biodiversidade na fauna e na flora – em termos de espécies, habitats e genética – leva a ecossistemas mais saudáveis, mais produtivos e mais capazes de se adaptar a desafios como mudança climática. A atividade humana está ameaçando o destino de espécies como nunca antes, de acordo com um novo relatório, divulgado neste mês.

Diretor do UNIC Rio, Maurizio Giuliano, participa de evento organizado pela ONG Together for Peace no Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio

Mitigar mudanças climáticas é essencial para paz, diz diretor de Centro da ONU

Sem desenvolvimento sustentável e sem debelar as mudanças climáticas, a paz global será muito mais difícil de ser conquistada. Ao mesmo tempo, só a paz permite que os países avancem na Agenda 2030, afirmou no início de maio (7) durante evento no Rio de Janeiro (RJ) o diretor do Centro de Informação da ONU para o Brasil (UNIC Rio), Maurizio Giuliano, a uma plateia de estudantes na Universidade Veiga de Almeida (UVA).

Vista de São Paulo, encoberta por nuvem de poluição. Foto: Wikimedia (CC)/Alexandre Giesbrecht

ONU lança desafio nas redes sociais e site especial para Dia Mundial do Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, é a principal data das Nações Unidas para sensibilizar e encorajar ações no mundo todo em prol da proteção ambiental. Tendo “poluição do ar” como tema deste ano, a ONU Meio Ambiente lança um site especial, um mapa interativo de eventos e um desafio digital de comprometimento. O objetivo é chamar a atenção para este problema evitável, mas que demanda ações urgentes e imediatas.

A ONU Meio Ambiente desafia cada cidadão a postar fotos e vídeos nas redes sociais, cobrindo o rosto e a boca, para pedir aos líderes e governos ações por um ar mais limpo. Vale utilizar lenços, máscaras de ar ou outras expressões simbólicas e criativas que remetam à poluição do ar. Saiba como participar.

Mata fechada na Amazônia peruana. Foto: Flickr (CC)/Joseph King

Manejo sustentável de florestas é ferramenta fundamental no combate às mudanças climáticas

No manejo florestal tradicional, as árvores ainda são vistas principalmente como fonte de madeira. Todos os outros produtos derivados de terras arborizadas — como mel, cogumelos, líquen, pequenos frutos, plantas medicinais e aromáticas, bem como quaisquer outros produtos extraídos de florestas para uso humano — são considerados de importância secundária.

No entanto, os recursos florestais não madeireiros trazem amplos benefícios para milhões de famílias no mundo todo, tanto em termos de subsistência como de renda. Além disso, o manejo sustentável das florestas permite sua conservação, garantindo o combate às mudanças climáticas e à poluição do ar. Leia o relato completo da ONU Meio Ambiente.

Conferência no Peru discute desenvolvimento industrial sustentável na América Latina

Nas últimas décadas, os parques industriais deram importantes contribuições para a reestruturação e o desenvolvimento da economia global, gerando empregos e aumentando a renda. Uma conferência em Lima, no Peru, discutirá em junho maneiras de esses parques também contribuírem para uma urbanização sustentável e resiliente ao clima, impulsionando o crescimento verde da América Latina.

A conferência internacional é promovida por Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), Ministério da Produção e Associação Nacional das Indústrias (SNI) do Peru.

Produtor rural na República Democrática do Congo (RDC). Foto: ONU Meio Ambiente

Práticas agrícolas resilientes a desastres geram ganhos econômicos, diz relatório

Amplos ganhos econômicos por meio de práticas agrícolas resilientes a desastres e de fácil implementação são possíveis, de acordo com estudo da agência de agricultura das Nações Unidas divulgado na segunda-feira (13).

Por meio de testes ao longo de anos em mais de 900 fazendas espalhadas por dez países, a FAO afirmou que muitas inovações agrícolas de baixo custo estão dentro do alcance de agricultores pobres. Estas inovações também são muito mais do que barreiras contra desastres.

Exemplos incluem plantação de mangues para proteger áreas costeiras de enchentes e alterar formas de coleta de água e sistemas de irrigação.

Comunidade em Santa Brígida, na Bahia, investe em artesanato sustentável como fonte de renda. Foto: Programa Semear/Manuela Cavadas

Fundo agrícola da ONU ajuda Bahia a buscar recursos internacionais para enfrentar mudanças climáticas

O Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) reuniram-se neste mês (7) com técnicos rurais do governo da Bahia com o intuito de discutir iniciativas de captação de recursos para projetos sobre mudanças climáticas. As duas instituições financeiras querem ajudar o estado a conseguir capital do Fundo Verde para o Clima, que poderá ser investido no desenvolvimento de regiões semiáridas.

A nação insular de baixa altitude de Tuvalu, no Oceano Pacífico, é particularmente suscetível ao aumento do nível do mar causado pela mudança climática. Foto: PNUD Tuvalu/Aurélia Rusek

ONU alerta para impactos do aumento do nível dos oceanos sobre ilhas do Pacífico

Em visita a Fiji pela primeira vez como secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres destacou dois “desafios fundamentais” enfrentados por líderes presentes no Fórum de Ilhas do Pacífico. Segundo Guterres, estes desafios são a mudança climática e o aumento do nível dos oceanos, que ameaçam submergir nações de baixa altitude.

“A região do Pacífico está na linha de frente da mudança climática”, disse. “Isso significa que vocês são nossos aliados mais importantes para combatê-la”.

Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia, cumprimenta o secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten

Chefe da ONU elogia liderança da primeira-ministra da Nova Zelândia após ataques contra mesquitas

Em passagem pela Nova Zelândia, no domingo (12), o secretário-geral da ONU, António Guterres, elogiou a primeira-ministra do país, Jacinda Ardern, por sua liderança após os ataques contra mesquitas em Christchurch, em março último. Em coletiva de imprensa na capital neozelandesa, Auckland, o chefe das Nações Unidas expressou solidariedade às vítimas da violência, que deixou 51 mortos.

Chefe da ONU destaca quatro ações climáticas que devem ser tomadas pelos países

Em conversa nesta segunda-feira (13) com jovens das Ilhas do Pacífico na Nova Zelândia, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou que a “natureza não negocia” e enfatizou quatro medidas essenciais que governos devem priorizar para alcançar a neutralidade de carbono até 2050.

Reconhecendo o papel dos jovens para avançar ações climáticas no mundo todo, Guterres relembrou os presentes de que o “objetivo central é não ter mais de 1,5°C de aumento de temperatura no final do século”.

Produtor rural no semiárido. Foto: EBC

Centro da ONU promove seminário em Brasília sobre economia rural sustentável

O Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), o Instituto Brasileiro de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e o Environmental Defense Fund (EDF) promovem esta semana (14 e 15) em Brasília (DF) seminário sobre oportunidades de negócios para uma economia rural sustentável. O evento reunirá especialistas internacionais, representantes do governo brasileiro e do setor privado.

O “Seminário Internacional Oportunidades de Negócios para uma Economia Rural Sustentável:a contribuição das florestas e da agricultura” tem como objetivo explorar novas oportunidades de negócios sustentáveis ​​para o setor rural brasileiro, bem como identificar desafios e estratégias para desenvolvê-las.

Sonia Favaretto durante Cúpula de Líderes do Pacto Global da ONU. Foto: Pacto Global da ONU

ARTIGO: O que é ser pioneira?

O Pacto Global das Nações Unidas lançou mais uma edição da premiação voltada para os pioneiros no caminho da sustentabilidade corporativa mundial. O SDG Pioneers reconhece líderes empresariais de companhias signatárias que contribuíram com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) por meio de projetos no setor privado.

Em artigo, a vice-presidente da Rede Brasil do Pacto Global, Sonia Favaretto, contou como foi a experiência de ter recebido o prêmio em 2016. Leia o artigo completo.

Acesso a água e saneamento em espaços públicos é tema de desafio online para jovens. Foto: Banco Mundial/Allison Kwesell

Cidades latino-americanas criam aliança para melhorar gestão de recursos hídricos

Mais de 100 representantes de megacidades latino-americanas, de empresas de água e saneamento e de universidades reuniram-se em São Paulo (SP) nesta semana (7 e 8) em evento organizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para discutir desafios e soluções relacionados à gestão da água diante das mudanças climáticas. O encontro também debateu a criação de uma Aliança Regional de Megacidades para a Água e o Clima.

Os representantes das cidades concordaram que mesmo tendo características específicas, as soluções para garantir segurança hídrica nas megacidades podem ser compartilhadas. Participaram da conferência representantes de Bogotá, Buenos Aires, Cidade do México, Rio de Janeiro, São Paulo, Lima e Santiago.

A jogadora brasileira Marta. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Secretário-geral da ONU nomeia jogadora Marta como defensora dos objetivos globais

O secretário-geral da ONU, António Guterres, anunciou na quinta-feira (9) a nomeação da jogadora de futebol Marta Vieira da Silva como uma das novas defensoras dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para 2019-2020.

A jogadora brasileira está entre as 17 personalidades públicas encarregadas pelo secretário-geral das Nações Unidas de promover os ODS, aumentar a conscientização com novos públicos, manter o compromisso global e pedir maior ambição e ação em escala para alcançar os objetivos globais até 2030.

Derretimento das calotas polares está acelerando na Groenlândia. Foto: ONU/Mark Garten

ARTIGO: Mudanças do clima e o setor privado

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, Rodolfo Sirol, vice-presidente da Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas, e Luiz Carlos Xavier, coordenador do Grupo Temático de Energia e Clima da Rede Brasil do Pacto Global, chamam a atenção para a importância do engajamento do setor privado no combate às mudanças climáticas.

Levantamento da consultoria EY aponta que apenas 4% das empresas integram as práticas de sustentabilidade à gestão de riscos corporativos. “Ao desconsiderar potenciais ameaças, a empresa ingressa em uma seara perigosa, que ameaça a perenidade de sua operação e o ambiente de negócios como um todo”, disseram. Leia o artigo completo.

'Chillers' modulares com propano. Foto: UNIDO

Comissão internacional aprova aumento do limite de carga para gases de refrigeração

A Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC, na sigla em inglês) anunciou nesta quinta-feira (9) a aprovação de um aumento no limite de carga para refrigerantes A3 (inflamáveis), bem como um aumento no limite de carga para refrigerantes de baixa inflamabilidade de armários frigoríficos comerciais autônomos.

“A aplicação segura de refrigerantes inflamáveis ​​como o propano é fundamental para a implementação efetiva da legislação climática urgente, ou seja, a redução global de HFCs sob a Emenda Kigali do Protocolo de Montreal e do Regulamento Europeu relativo aos gases fluorados”, disse Clare Perry, líder da campanha climática do Reino Unido para a Agência de Investigação Ambiental.

Segundo a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), o aumento do limite de carga do propano para 500 g representa um forte avanço para o desenvolvimento de novas tecnologias no setor de refrigeração e ar condicionado no Brasil.

Cabul, no Afeganistão. Foto: UNAMA/Fardin Waezi

ONU Meio Ambiente alerta para altos níveis de poluição do ar em Cabul

No inverno, a capital do Afeganistão, Cabul, não é para os fracos — temperaturas abaixo de zero não são incomuns, nevascas são freqüentes e, às vezes, pesadas. Com uma temperatura média de -1°C, janeiro é o mês mais frio, com quedas ocasionais de temperatura para até -25°C. Localizada em uma altitude elevada de aproximadamente 1.800 metros acima do nível do mar, em um vale estreito entre as montanhas Hindu Kush, Cabul é uma das capitais mais altas do mundo.

O Afeganistão suportou por muitos anos o impacto de um conflito armado prolongado e muito divulgado. Enquanto isso, longe da divulgação, os afegãos — e, em particular, os 6 milhões de habitantes de Cabul – estão lutando com outro assassino silencioso, mas mortal: a poluição do ar. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Sapo folha esplêndido, no Equador. Foro: PNUD

Relatório da ONU mostra que 1 milhão de espécies de animais e plantas enfrentam risco de extinção

Um duro relatório acerca do impacto humano sobre a natureza mostra que quase 1 milhão de espécies de animais e plantas correm risco de extinção dentro de décadas. Os atuais esforços para conservar os recursos da Terra devem falhar caso não sejam tomadas ações radicais, disseram especialistas das Nações Unidas na segunda-feira (6).

Sobre os riscos à fauna e à flora, o estudo afirmou que atividades humanas “ameaçam mais espécies atualmente do que nunca”. A conclusão foi baseada no fato de que em torno de 25% das espécies de plantas e de animais estão vulneráveis. Em torno de 1 milhão de espécies “já enfrentam risco de extinção, muitas delas dentro de décadas, a não ser que ações sejam tomadas para reduzir a intensidade de impulsionadores de perdas à biodiversidade”.

Foto: ONU

Relatório detalha desafios para alcançar uma governança ambiental internacional

O relatório “Governança ambiental internacional: realizações e encaminhamentos” detalha esforços para reformar o sistema de governança ambiental internacional.

O documento destaca a necessidade de maior coerência, coordenação e eficácia do sistema institucional para a governança ambiental global, tanto através de reformas da governança, financiamento e funcionamento, como através do aumento de sinergias nas operações dos vários acordos ambientais multilaterais. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Um pastor e seu rebanho em uma zona rural de Marrocos, um dos países na linha de frente do combate aos impactos da mudança climática. Foto: Banco Mundial/Scott Wallace

FAO aponta cinco ações para um mundo sem fome em tempos de mudanças climáticas

Com as mudanças extremas de temperatura, o impacto da mudança climática em nosso planeta e em nossas vidas não passa despercebido. A fome está em ascensão no mundo e as principais causas estão ligadas à variabilidade e aos extremos climáticos.

Condições imprevisíveis estão dificultando a produção dos alimentos necessários para uma população em crescimento, mas ainda há tempo para agir, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

O Brasil do século 21, onde existem 108 celulares para cada 100 habitantes, convive com um Brasil ainda no século 19, onde 45 a cada 100 habitantes não têm solução adequada de esgotos. Foto: EBC

Evento em SP discute mudanças climáticas e gestão da água nas megacidades latino-americanas

Mais de 100 representantes de megacidades latino-americanas, assim como de universidades e empresas de água e saneamento, reúnem-se em São Paulo (SP) esta semana (7 e 8) para discutir desafios e soluções relacionados à gestão da água diante das mudanças climáticas.

A Conferência América Latina: Megacidades, Água e Mudança Climática acontece na Prefeitura de São Paulo, no auditório do Edifício Matarazzo (Viaduto do Chá, 15 – Centro, São Paulo – SP).

O evento é realizado pela sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), pelo Escritório Regional da UNESCO para Ciências na América Latina e Caribe (UNESCO em Montevidéu) e pelo Escritório da UNESCO no Brasil, no âmbito do Programa Hidrológico Internacional da Organização (IHP, na sigla em inglês).

Crianças andam em lamaçal no distrito de Buzi, em Moçambique, onde os efeitos do ciclone Idai ainda são visíveis. Foto: UNICEF/De Wet

Com ciclones em ascensão, UNICEF alerta para impacto de mudanças climáticas sobre as crianças

Os ciclones que atingiram Índia e Moçambique em março e abril deixaram milhares de crianças mortas. Eles devem ser considerados pelos líderes globais um alerta urgente sobre os graves riscos representados pelos eventos climáticos extremos, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) na sexta-feira (3).

“Estamos testemunhando uma tendência preocupante”, disse Henrietta Fore, diretora-executiva do UNICEF. “Ciclones, secas e outros eventos climáticos extremos aumentam em frequência e intensidade. Como vimos em Moçambique e em outros lugares, os países e comunidades mais pobres são desproporcionalmente afetados. Para as crianças que já são vulneráveis, o impacto pode ser devastador”.