Ação contra a mudança global do clima

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 13 diz: “Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos”.

 

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 13 diz: “Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods13 e na página sobre o Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas (nacoesunidas.org/acordodeparis).

 

Acompanhe abaixo todas as informações e esforços da ONU para combater a mudança climática e promover o desenvolvimento sustentável.

 

Número crescente de conflitos mostra que prevenção é mais necessária do que nunca, diz Guterres

Com a alta de dez vezes do número de pessoas mortas em conflitos armados desde 2005, a ação preventiva é “mais necessária do que nunca”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta terça-feira (19).

“O número de países em conflitos violentos é o maior dos últimos 30 anos. Se comparamos com 2007 e consideramos o número de situações violentas que podem ser qualificadas como guerras de acordo com o número de mortes, eles triplicaram”, disse.

No aquário do Rio, ONU Meio Ambiente participa de ação pela redução do consumo de plásticos. Foto: UNIC Rio/Brenno Felix

No aquário do Rio, ONU Meio Ambiente participa de ação pela redução do consumo de plásticos

Na última quarta-feira (6), no AquaRio, no Rio de Janeiro, foram anunciados os resultados do Desafio Mares Limpos 2017 com os Escoteiros do Brasil, em que mais de 3 mil escoteiros receberam insígnias da campanha da ONU Meio Ambiente #MaresLimpos por terem reduzido seu consumo de plásticos descartáveis.

Também foram anunciadas as medidas de redução do plástico descartável nas operações do Grupo Cataratas nos parques nacionais da Tijuca (RJ), Foz do Iguaçu (PR) e Fernando de Noronha (PE).

Moradores de Watamu, no Quênia, trabalham coletando plástico nas praias. Foto: ONU Meio Ambiente/Cyril Villemain

Mundo está sendo ‘inundado’ por lixo plástico, diz secretário-geral da ONU

O mundo deve se unir para “vencer a poluição por plástico”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em mensagem para o Dia Mundial do Meio Ambiente, lembrando que as partículas de microplástico hoje presentes no oceano “superam as estrelas de nossa galáxia”.

“Nosso mundo está sendo inundado por resíduos plásticos prejudiciais”, afirmou. “Todos os anos, mais de 8 milhões de toneladas acabam nos oceanos”.

Foto: Jorge Gamboa

No Dia do Meio Ambiente, ONU promove atividades para combater a poluição plástica

Desde que foi instituído, em 1974, o Dia Mundial do Meio Ambiente se tornou a principal plataforma global para sensibilizar pessoas, organizações e países sobre a proteção da natureza.

Este ano, com o tema #AcabeComAPoluiçãoPlástica, a data soma esforços à campanha #MaresLimpos da ONU Meio Ambiente para combater o lixo marinho e mobilizar todos os setores da sociedade global no enfrentamento deste problema — que se não for solucionado, poderá resultar em mais plástico do que peixes nos oceanos até 2050.

Tubulação de gás de xisto na Pennsylvania, nos Estados Unidos. Foto: Flickr/Max Phillips

ONU pede cautela no uso de fraturamento hidráulico para extrair gás de xisto

O fraturamento hidráulico para extração de gás natural de xisto, também conhecido como “fracking”, deve ser usado com cautela, segundo um novo relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).

Segundo a entidade, o principal componente do gás de xisto, o metano, tem um potencial de aquecimento global 28 vezes maior do que o dióxido de carbono encontrado em outros combustíveis fósseis.

Em Moçambique as mudanças climáticas estão afetando a agricultura. O calor e as chuvas imprevisíveis destroem as culturas de mandioca. Para sobreviver, as famílias tiveram que mudar sua forma de cultivar. Com apoio do Fundo Interacional de Desenvolvimento Agrícola das Nações Unidas, o FIDA, elas usam variedades de mandioca que sobrevivem com menos água e aplicam práticas agrícolas adaptáveis ao clima.

Em Moçambique, fundo agrícola da ONU ajuda famílias a se adaptarem às mudanças climáticas; vídeo

Em Moçambique as mudanças climáticas estão afetando a agricultura. O calor e as chuvas imprevisíveis destroem as culturas de mandioca. Para sobreviver, as famílias tiveram que mudar sua forma de cultivar.

Com apoio do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola das Nações Unidas, o FIDA, elas usam variedades de mandioca que sobrevivem com menos água e aplicam práticas agrícolas adaptáveis ao clima. Assista neste vídeo.

Mudanças climáticas vão agravar secas e prejudicar produção de alimentos no Caribe, segundo a FAO. Foto: FAO

América Latina e Caribe investem US$ 19 bilhões no combate às mudanças climáticas

De 2013 a 2016, os recursos financeiros mobilizados na América Latina e Caribe para combater as mudanças climáticas chegaram a 19 bilhões de dólares. O investimento foi tema de painel na comissão econômica da ONU para a região, a CEPAL. Instituição vê um protagonismo crescente dos bancos multilaterais, que já financiam mais projetos verdes do que os bancos nacionais de desenvolvimento da região.

Criança na aldeia de Mcuba, na Suazilândia. Foto: OMM/Luke Romick

Conferência mundial prioriza sustentabilidade como solução para escassez de água

Com o clima extremo custando centenas de bilhões por ano, a comunidade internacional teme que, até 2050, uma em cada quatro pessoas esteja vivendo em um país afetado pela escassez de água. O tema foi discutido neste mês durante uma conferência mundial de três dias realizada pela agência meteorológica das Nações Unidas. Os participantes abordaram a necessidade urgente de melhorar o gerenciamento do recurso de maneira mais sustentável.

Evento teve a presença do coordenador-residente do Sistema Nações Unidas no Brasil e representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Niky Fabiancic. Foto: Rafael Melo/RCO/ONU Brasil

ONU promove evento em Brasília para lembrar importância das abelhas na produção de alimentos

No ocasião do Dia Mundial das Abelhas, a ONU Brasil, em parceria com a Embaixada da República da Eslovênia e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, promoveu evento em Brasília (DF) para lembrar a importância desses insetos e de outros polinizadores para a produção de alimentos no mundo. A data, observada no último domingo (20), aborda a necessidade econômica e ambiental de protegê-las.

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), 75% da alimentação humana depende, direta ou indiretamente, de plantas polinizadas ou beneficiadas pela polinização.

“Por essa razão, as abelhas são consideradas ‘ajudantes invisíveis’ de agricultores em todo o mundo”, disse o coordenador-residente do Sistema Nações Unidas no Brasil e representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Niky Fabiancic.

Camada de ozônio protege planeta Terra da radiação ultravioleta. Foto: NASA

ONU Meio Ambiente alerta para aumento das emissões de gás que destrói camada de ozônio

Novas descobertas de um estudo divulgado na semana passada na revista Nature indicam que as emissões de CFC-11, o segundo gás mais abundante que destrói a camada de ozônio, subiram inesperadamente nos últimos anos, apesar da proibição mundial de sua produção desde 2010.

“Embora os modelos científicos atuais mostrem que a camada de ozônio continua a caminho da recuperação até meados do século, o aumento contínuo das emissões globais de CFC-11 colocará esse progresso em risco”, avaliou a ONU Meio Ambiente em nota.

Na América Latina e no Caribe, pelo menos 1 milhão de empregos serão gerados como resultado do uso de energias renováveis, segundo a OIT. Foto: Banco Mundial/Dana Smillie

Economia verde pode gerar milhões de empregos na América Latina e no Caribe, diz OIT

A necessidade de enfrentar as mudanças climáticas, a sobre-exploração de recursos naturais e a poluição dos ecossistemas torna urgente a transição para uma economia verde, que tem o potencial de gerar milhões de empregos na América Latina e no Caribe e mitigar os custos laborais derivados de problemas ambientais, disse a Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta segunda-feira (21).

“Há oportunidades enormes numa economia verde, mas também um potencial de destruição de postos de trabalho. Portanto, devemos garantir que os trabalhadores tenham acesso à proteção social, adquiram o conjunto correto de qualificações e que as economias tenham a capacidade de fazer a transição entre indústrias tradicionais e indústrias mais verdes”, afirmou o diretor regional da OIT”, afirmou o diretor regional da OIT para a América Latina e o Caribe, José Manuel Salazar-Xirinachs.

Modelo de máquina frigorífica ("chiller") foi apresentado ao setor supermercadista durante a feira APAS Show 2018. Foto: UNIDO

Brasil apresenta modelo de máquina frigorífica que promove eficiência energética e sustentabilidade

Um modelo de máquina frigorífica (“chiller”) com alta capacidade de refrigeração, eficiência energética e ambientalmente adequado, produzido por uma empresa brasileira, foi apresentado ao setor supermercadista durante a feira APAS Show 2018, que reuniu 738 expositores de 19 países, no início de maio, em São Paulo.

A iniciativa é parte do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (PBH) para o setor de manufatura de equipamentos de refrigeração e ar-condicionado, projeto implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com a Eletrofrio.

Projetos de energia renovável e de eficiência energética nos países em desenvolvimento pode apoiar o Acordo de Paris, segundo relatório da ONU Meio Ambiente. Foto: EBC

OIT prevê que 24 milhões de empregos serão criados na economia verde no mundo até 2030

Ao menos 24 milhões de novos postos de trabalho serão criados no mundo até 2030 se as políticas certas para promover uma economia verde forem implementadas, afirma novo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado nesta segunda-feira (14).

De acordo com a publicação, a ação para limitar o aquecimento global a dois graus Celsius resultará na criação de empregos muito maior do que o necessário para compensar as perdas de 6 milhões de postos de trabalho em outros setores.

Agricultores brasileiros estão utilizando técnicas orgânicas envolvendo leguminosas que reduzem os custos e combatem as mudanças climáticas. Foto: EMBRAPA

Agricultores brasileiros unem-se a cientistas nucleares para utilizar fertilizantes orgânicos

Agricultores brasileiros estão trabalhando com cientistas nucleares para utilizar técnicas de agricultura orgânica com o objetivo de aumentar sua produtividade e reduzir as emissões de carbono, em um projeto coordenado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) em cooperação com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Diante do alto custo dos fertilizantes contendo nitrogênio sintético, agricultores brasileiros estão utilizando fixação biológica de nitrogênio (FBN). Essa técnica, conhecida como adubação verde, envolve a captura de nitrogênio do ar, sem o uso de fertilizantes químicos.

Dohuk, Iraque. Foto: OCHA/Gwen McClure

ONU alerta para altas temperaturas registradas em abril no mundo

Fortes tempestades na Índia e temperaturas recordes no Paquistão são um indicador de que eventos mais extremos estão acontecendo globalmente devido às mudanças climáticas, disseram especialistas das Nações Unidas na sexta-feira (4).

Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), o Paquistão teve na semana passada a temperatura mais quente já registrada em abril. Uma estação meteorológica na cidade de Nawabshah registrou 50,2 graus Celsius na segunda-feira (30).

Edifícios nos arredores de Wall Street. Foto: Michael Aston/Flickr (CC)

ONU e 16 bancos elaboram primeiro guia sobre mudanças climáticas para o setor financeiro

Dezesseis bancos dos quatro continentes, entre eles os brasileiros Itaú Unibanco e Bradesco, uniram-se à Iniciativa Financeira da ONU Meio Ambiente na elaboração de uma metodologia desenvolvida para aumentar o entendimento das instituições financeiras sobre o impacto das mudanças climáticas e da ação pelo clima em seus negócios.

“Muitos desafios ambientais que o mundo enfrenta hoje, especialmente as mudanças climáticas, podem ser atribuídos a uma causa fundamental: o pensamento de curto prazo. Os mercados financeiros podem se tornar um catalisador da ação para a sustentabilidade, mas, para isso, precisam se orientar mais para o longo prazo”, disse Erik Solheim, chefe da ONU Meio Ambiente.

Faiza (centro), de 31 anos, da aldeia de Manono na província de Tanganyika, faz parte de um grupo de mulheres congolesas que criou um espaço para deslocados internos na escola primária EP Moni, em Kalemie. Foto: ACNUR/Colin Delfosse

Agências da ONU, Estados-membros e parceiros lançam plano para apoiar deslocados internos

À medida que as crises se multiplicam em todo o mundo e milhões de pessoas são deslocadas dentro das fronteiras de seus países por conflitos armados, violência generalizada ou violações de direitos humanos, um grupo de Estados, agências da ONU e parceiros renovou seu compromisso para trabalhar de forma colaborativa.

Nesse sentido, foi lançado na terça-feira (17) em Genebra, na Suíça, um Plano de Ação para Avanço da Prevenção, Proteção e Soluções para Deslocados Internos (2018-2020). A iniciativa propõe ações concretas para facilitar e fortalecer a participação dos deslocados internos nas decisões que lhes dizem respeito e ampliar as leis e políticas nacionais sobre o tema.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, em discurso na abertura do Fórum Boao para a Ásia, ocorrido na província de Hainan, no sul da China. Foto: ONU China/Zhao Yun

Na China, chefe da ONU pede globalização mais justa e ação contra mudança climática

O mundo precisa agir para disseminar os benefícios da globalização de forma mais justa, enquanto evita os perigos do protecionismo, disse o chefe das Nações Unidas na quarta-feira (11) durante visita à China.

“(A globalização) trouxe muitos benefícios — a integração das economias mundiais, a expansão do comércio, importantes avanços nas comunicações e na tecnologia”, disse. “Mas muitas pessoas foram deixadas para trás”, completou, lembrando que a “desigualdade é sistêmica e crescente”.

“Mas uma coisa precisa estar bem clara: não tornaremos a globalização mais justa pelo isolamento, protecionismo ou exclusão”, disse. “Problemas globais precisam de soluções multilaterais globais”.

ONU Meio Ambiente, Ministério do Meio Ambiente e Centro para Monitoramento da Conservação Mundial promovem oficina em Recife (PE) sobre governança de áreas marinhas protegidas. Foto: ONU Meio Ambiente

Soluções para a biodiversidade marinha é tema de workshop internacional da ONU em Recife

A ONU Meio Ambiente, o Ministério do Meio Ambiente e o Centro para Monitoramento da Conservação Mundial (UN Environment – WCMC) promovem em Recife (PE) de 10 a 12 de abril um workshop sobre conservação da biodiversidade marinha. O encontro reunirá especialistas, organismos internacionais, ONGs, pesquisadores e representantes da sociedade civil com conhecimento na gestão de Unidades de Conservação (UCs).

O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) relatam que, em três estados afetados por conflitos na Nigéria, a situação das famílias vulneráveis vem melhorando devido à assistência humanitária. Apesar disso, com a chegada da estação chuvosa em junho, elas poderão ficar sem o reabastecimento de alimentos.

Na Nigéria, programa da ONU apoia 1,2 milhão de pessoas afetadas pelo Boko Haram

O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) relata que, em três estados afetados por conflitos na Nigéria, a situação das famílias vulneráveis vem melhorando devido à assistência humanitária. Apesar disso, com a chegada da estação chuvosa em junho, elas poderão ficar sem o reabastecimento de alimentos.

Apesar dos desafios de segurança, o PMA distribui alimentos como arroz, óleo de cozinha, sorgo, sal e alimentos nutricionais especializados para mais de 1,2 milhão de pessoas em todas as áreas afetadas pela Boko Haram na Nigéria. Cerca de 70% dos alimentos distribuídos são adquiridos localmente, ajudando os agricultores nigerianos.

Há também apoio financeiro em lugares onde os mercados estão funcionando, permitindo que as pessoas comprem uma variedade maior de alimentos frescos e ajudem a economia local.

Confira nessa matéria em vídeo.

Projeto Ciclo Orgânico já reciclou 260 toneladas de resíduos orgânicos em dois anos no Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Brenno Felix

Projeto já reciclou 260 toneladas de resíduos orgânicos em dois anos no Rio; vídeo

Ao perceber que muitas pessoas se incomodavam com o resíduo orgânico e buscavam uma solução para dar o destino correto na hora do descarte, idealizador do ‘Ciclo Orgânico’ começou a oferecer o serviço de coleta e compostagem desse material.

Só na cidade do Rio de Janeiro, o orgânico representa pouco mais da metade de todos os resíduos produzidos. Iniciativa amplia ação em prol de um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, mais especificamente o que busca assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.

Confira nesse vídeo especial do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

O Brasil tem boas práticas na área de conservação de solos, mas é preciso divulgá-las ainda mais entre os agricultores, segundo representante da FAO no país. Foto: EBC

FAO e Ministério do Meio Ambiente buscam combater desertificação em áreas degradadas

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o Ministério do Meio Ambiente lançaram em fevereiro iniciativa que visa a recuperação de terras degradadas, denominada projeto Redeser. As ações começarão no Maranhão, em quatro municípios com alto risco de desertificação — Barreirinhas, Tutoia Matões e Água Doce. Posteriormente, serão estendidas para os estados de Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia e Alagoas.

Segundo o representante da FAO no Brasil, Ala Bojanic, o projeto integra o escopo da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos das Secas. “É essencial recuperar e manter a terra hoje, para garantir comida para o futuro”, declarou.

Combater as mudanças climáticas e seus impactos é um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos para serem adotados em setembro. Foto: Flickr/Tobias Sieben (CC)

Curso online certificado pela ONU visa aumentar conscientização sobre mudanças climáticas

A coalizão global de indivíduos e empresas pelo desenvolvimento sustentável ZCO2, com apoio do Instituto Pro Natura e do Instituto de Desenvolvimento e Gestão, lançou em março curso online sobre mudanças climáticas com certificação de programa financiado pelas Nações Unidas.

O projeto de educação online UN CC:Learn/ZCO2 está sendo adotado em áreas pobres do Rio de Janeiro e tem como objetivo aumentar a conscientização sobre questões de mudança climática e relacioná-las ao contexto urbano.

Residentes coletam lixo em ilha de Galápagos. Foto: Parque Nacional de Galápagos

Moradores das Ilhas Galápagos combatem a maré de plástico

Quando os voluntários de uma operação de limpeza costeira nas Ilhas Galápagos encontraram uma lata de refrigerante de uma marca proveniente da Indonésia, não se surpreenderam. Há meses estavam recolhendo toneladas de plásticos vindas de outras regiões do planeta e que chegavam a essas praias remotas, localizadas a 1 mil quilômetros do Equador.

O país é parte da campanha global Mares Limpos da ONU Meio Ambiente, o movimento mais ambicioso das Nações Unidas contra o lixo marinho. A campanha promove a aliança entre governos, setor privado e cidadãos para deter a poluição por plástico.

Menina toma água em assentamento de Kutupalong, em Cox’s Bazar, Bangladesh. Foto: OIM/Muse Mohammed

ARTIGO: Água e migração — implicações para formuladores de políticas públicas

Em artigo, especialistas da Organização Internacional para as Migrações (OIM) abordam o impacto da escassez de água nas migrações e as políticas públicas necessárias para abordar o tema em escala global.

“A falta de segurança hídrica aumenta significativamente o potencial de migração, principalmente devido a seu impacto no bem-estar e nos meios de subsistência”, disseram os especialistas. Leia o artigo completo.

Esta jovem mãe andou 20 dias de Diinsoor, na Somália, com seus sete filhos para o campo de refugiados de Hagadera, em Dadaab, no Quênia. Depois que o gado de seu marido morreu por causa da seca na Somália, ela foi para Dadaab devido à fome. Foto: OCHA/Meridith Kohut

Seca e conflitos aumentaram a fome de milhões em 2017, alerta novo relatório

Impulsionados principalmente por desastres climáticos e conflitos, os níveis de fome aumentaram em 2017, deixando cerca de 124 milhões de pessoas em 51 países enfrentando crises de fome. Esse número representa 11 milhões a mais do que no ano anterior, segundo um novo relatório apoiado pelas Nações Unidas.

Apresentado pela FAO, Programa Mundial de Alimentos (PMA) e União Europeia, o Relatório Global sobre Crises Alimentares revelou que as emergências alimentares são cada vez mais determinadas por causas complexas como conflitos, choques climáticos e preços elevados de alimentos básicos – fatores que, muitas vezes, agem ao mesmo tempo.

Foto: Dirklaudio/Flickr/CC

Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento lança site especial sobre água

Plataforma online reúne notícias, reportagens, fotos, vídeos, artigos com foco em dois dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas: assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos (número seis); e promover a conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável (número 14). Acesse aqui.