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O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 13 diz: “Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos”.

 

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 13 diz: “Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods13 e na página sobre o Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas (nacoesunidas.org/acordodeparis).

 

Acompanhe abaixo todas as informações e esforços da ONU para combater a mudança climática e promover o desenvolvimento sustentável.

 

Na Somália, plantações e gado morreram em áreas onde não há água corrente há três anos por conta de falta de chuva. Foto: PNUD/Said Isse

ACNUR elogia decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU sobre mudança climática

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) elogiou nesta sexta-feira (24) decisão tomada nesta semana pelo Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, segundo a qual as pessoas que fogem dos efeitos das mudanças climáticas não devem ser devolvidas ao seu país de origem caso, ao retornarem, seus direitos humanos básicos estiverem em risco.

“Esta é uma decisão histórica, com implicações potencialmente abrangentes para a proteção internacional das pessoas deslocadas no contexto de mudanças climáticas e desastres naturais”, afirmou a agência. Leia o comunicado completo.

Opening of Consciência, art exhibition to promote the SDGs - September 2019 -Photo: Naiara Azevedo

Mais de 140 mil pessoas visitam exposição do UNIC Rio sobre desafios globais

Mais de 140 mil pessoas visitaram a exposição Consciência, organizada em parceria pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Centro Cultural Correios e Instituto Claro na capital fluminense.

A mostra, inaugurada em setembro e encerrada este mês, apresentou ilustrações do artista peruano Ivan Ciro Palomino. As imagens despertam a curiosidade pelo uso provocativo de elementos do cotidiano (uma cadeira, uma mala, uma piscina, por exemplo) colocados em contextos de crises climática, migratória e humanitária.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, discursa na Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial 2020, em Davos-Klosters, na Suíça. Foto: Fórum Econômico Mundial/Boris Baldinger

Em Davos, secretário-geral da ONU insta grandes emissores a agir pelo clima

O mundo está “condenado” diante das mudanças climáticas, a menos que os principais países industrializados reduzam suas emissões de gases de efeito estufa, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, a líderes empresariais no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, nesta quinta-feira (23).

O chefe da ONU observou que, enquanto muitos países em desenvolvimento e a União Europeia se comprometeram a alcançar a neutralidade do carbono até 2050, “os grandes emissores” ainda precisam agir.

O meio ambiente fundamenta cada um dos 17 objetivos, de eliminar a fome até reduzir as desigualdades e construir comunidades sustentáveis ​​em todo o mundo. Foto: PNUMA

PNUMA renova compromisso com Década de Ação para atingir objetivos globais

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são conhecidos como um modelo mundial para conquistarmos um futuro melhor e mais sustentável para todos. Eles abordam os desafios globais que enfrentamos, incluindo aqueles relacionados a pobreza, desigualdade, mudança climática, degradação ambiental, paz e justiça. Os 17 objetivos são todos interconectados e, para não deixar ninguém de fora, é importante que todos sejam alcançados até 2030.

Cinco anos após a inauguração desse empreendimento ambicioso, a Década de Ação sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável renova o compromisso da comunidade internacional de acelerar as ações para alcançar os objetivos globais. Saiba quais são as contribuições do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O secretário-geral da ONU, António Guterres (à esquerda), informa a reunião da Assembleia Geral sobre suas prioridades para 2020 e para o trabalho da Organização. Foto: ONU/Mark Garten

Chefe da ONU lista quatro principais ameaças para futuro global

O novo ano começa com quatro ameaças iminentes ao progresso humano no mundo: tensões geopolíticas crescentes, crise climática, desconfiança global e impactos negativos da tecnologia, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quarta-feira (22).

Em 2015, os líderes mundiais adotaram uma agenda para criar um planeta mais justo para todos. Este ano, a ONU lançou a Década de Ação para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até o prazo de 2030.

Fundado em 2005, o prêmio celebra pioneirismo em quatro categorias: liderança política; Inspiração e ação; Visão empreendedora e Ciência e inovação. Foto: PNUMA

Prêmio Campeões da Terra recebe inscrições para edição de 2020

As indicações para o prêmio Campeões da Terra 2020, o maior prêmio ambiental da ONU, foram abertas na segunda-feira (20), com o objetivo de reconhecer a contribuição de líderes destacados de governo, sociedade civil e setor privado cujas ações tiveram um impacto positivo sobre o ambiente. As candidaturas permanecerão abertas até 20 de março de 2020.

Fundado em 2005, o prêmio celebra pioneirismo em quatro categorias: liderança política; inspiração e ação; visão empreendedora e ciência e inovação.

Plataforma ajuda a dar mais sustentabilidade à frota de micro-ônibus no Nepal

A descarbonização do transporte, com foco na mobilidade elétrica, é uma das principais ações para limitar o aquecimento global a menos de 2°C até o final deste século, de acordo com o Relatório sobre a Lacuna de Emissões de 2019 do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Viagens curtas são responsáveis ​​por dois terços das emissões de transporte nas áreas urbanas, e veículos elétricos podem ajudar a reduzir os níveis de poluição.

Refugiada somali Asha Abdikadir Ahmed, 42, cozinha usando briquetes energeticamente eficientes em seu restaurante em Bur Amino, Etiópia. Foto: ACNUR/Eduardo Soteras Jalil

Ervas daninhas viram fonte de energia na Etiópia

Quando a somali Asha Abdikadir Ahmed cozinhava com lenha, seu restaurante ficava cheio de nuvens de fumaça. Mas agora, quando ela coloca um briquete no fogo, além de não produzir fumaça, o fogo dura toda a manhã.

“O briquete é melhor do que a lenha que eu estava usando antes. É mais barato e mais eficiente”, diz Asha, de 42 anos, que dirige seu próprio restaurante no campo Bur Amino para refugiados somalis. O local fica no sul da Etiópia e Asha está lá desde que foi inaugurado, em 2011. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

No início de 2020, grandes incêndios florestais, como os da Austrália, foram noticiados. Foto: UN-REDD

Crise climática provoca incêndios, ondas de calor e perda de biodiversidade

Dois mil e vinte é um ano decisivo para os tomadores de decisão que lidam com as emergências climáticas e seus efeitos sobre a biodiversidade, assim como para a humanidade como um todo, que precisa prestar atenção nos impactos do aquecimento global sobre os sistemas planetários.

O ano terá dois grandes eventos, conhecidos como “conferências das partes”, sobre a biodiversidade e o clima. Na conferência sobre biodiversidade, as partes chegarão a um acordo e apresentarão um novo conjunto de metas de proteção da natureza para a próxima década.

Loja vende produtos de mangue na Nigéria. Foto: ONU-REDD

Comunidades nigerianas recuperam ecossistemas de manguezais

A necessidade de restaurar os manguezais inspirou comunidades nigerianas a se envolver em um projeto REDD+ para plantar mais de 10 mil mudas. REDD+ é um incentivo desenvolvido no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) para recompensar financeiramente países em desenvolvimento pela redução das emissões de gases de efeito estufa provenientes do desmatamento e da degradação florestal.

Porto de Kwai Chung em Hong Kong. Região administrativa da China está entre os dez países onde é mais fácil fazer negócios. Foto: Flickr (CC) / uituit

ONU: tensões comerciais e geopolíticas devem afetar crescimento global em 2020

Afetada por prolongadas disputas comerciais, a economia global teve seu menor crescimento da década no ano passado, desacelerando para 2,3%. Para este ano, as Nações Unidas preveem leve aceleração da atividade econômica se os riscos forem mitigados, de acordo o relatório “Situação Econômica Mundial e Perspectivas 2020” (WESP 2020, na sigla em inglês), lançado globalmente nesta quinta-feira (16). No Brasil, a expectativa é de recuperação da demanda doméstica, com crescimento de 1,7% neste ano.

Brasileiros se protegem do sol forte e altas temperaturas em Brasília. Foto:Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom

Organização Meteorológica Mundial diz que 2019 foi o 2º ano mais quente já registrado

O ano de 2019 foi o segundo mais quente já registrado, ficando atrás de 2016, de acordo com a análise consolidada da Organização Meteorológica Mundial (OMM) feita a partir dos principais conjuntos de dados internacionais.

As temperaturas médias para os períodos de cinco anos (2015-2019) e de dez anos (2010-2019) foram as mais altas já registradas. Desde os anos 1980, cada década é mais quente que a anterior. A expectativa é de que essa tendência continue devido aos níveis recordes de gases de efeito estufa que retêm o calor na atmosfera.

Vista aérea da Floresta Amazônica, próximo a Manaus (AM). Foto: Flickr (CC)/CIAT/Neil Palmer

Iniciativa inter-religiosa visa conservar e restaurar florestas tropicais do mundo

A Fé Pelas Florestas é uma campanha global lançada em setembro de 2019 pela Iniciativa Inter-Religiosa pelas Florestas Tropicais, que trabalha com parceiros de todo o mundo para conservar e restaurar as florestas tropicais. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) ocupa o secretariado da iniciativa, que tem nove parceiros.

No Brasil, um Conselho Executivo de líderes religiosos realizou no ano passado evento de educação e planejamento em São Paulo (SP), com a participação de mais de 90 líderes religiosos. Eventos semelhantes estão previstos em outras quatro cidades brasileiras — Belém (PA), Manaus (AM), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF), em fevereiro e março.

Adotados pela comunidade internacional em 2015, os ODS são um pacto global para criar um futuro em que ninguém seja deixado para trás. Foto: PNUD Bolívia

Década da Ação é impulso à Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

Dez anos. Este é o prazo que todos os países-membros das Nações Unidas têm para cumprir as 169 metas dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Em setembro de 2019, líderes globais lançaram em Nova Iorque a “Década da Ação”, um movimento que teve início este mês para acelerar o alcance dos ODS no mundo todo.

Adotados pela comunidade internacional em 2015, os ODS são um pacto global para criar um futuro em que ninguém seja deixado para trás. Englobam todos os aspectos do bem-estar humano e do planeta, e são um chamado para erradicar a pobreza, proteger a Terra e garantir que todas e todos possam viver em paz e prosperidade.

Em Westminster, no Reino Unido, jovens protestam por ações climáticas urgentes. Foto: Flickr (CC)/Rox

ARTIGO: Na linha de largada da Década da Ação

Em artigo, a presidente-executiva do Pacto Global das Nações Unidas, Lise Kingo, lembra que o mundo entra este ano na “linha de largada da Década da Ação” — faltam dez anos para a comunidade internacional atingir os objetivos propostos na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

“Eu temo estarmos correndo contra o tempo: na linha de largada da Década da Ação, o mundo está perdendo a corrida para evitar a crise climática.” Leia o artigo completo.

O uso de lenha como combustível nas residências é uma fonte de poluição do ar em ambientes fechados. Foto: Unsplash

PNUMA apoia projetos de bioenergia sustentável no continente africano

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) alertou para a necessidade de ações urgentes para reduzir o uso da lenha como combustível no continente africano. De acordo com a agência da ONU, apenas 25% da população africana tem acesso a combustíveis e energia limpos para cozinhar.

Na Etiópia e no Quênia, o PNUMA apoia projeto que fornece assistência técnica a funcionários e especialistas governamentais para avaliar a sustentabilidade de seus setores de bioenergia e desenvolver capacidades de monitoramento.

Megaincêndios são aqueles que cobrem mais de 400 quilômetros quadrados, acelerados pela combinação de secas e temperaturas altas. Foto: Unsplash/Matt Howard

Os ‘megaincêndios’ são o novo normal?

Os enormes incêndios florestais na Austrália, na Amazônia, na Califórnia, na bacia do Congo e na Indonésia chamaram a atenção do mundo para os riscos de longos períodos de clima excepcionalmente quente e seco — um dos efeitos das mudanças climáticas.

A temperatura média global está agora 1,1°C mais alta do que no início do século passado. Temperaturas mais altas criam, em algumas partes do mundo, condições mais secas, aumentando a probabilidade e a intensidade de incêndios florestais e megaincêndios.

As borboletas são polinizadoras e, portanto, muito importantes para os ecossistemas. Foto do Programa UN-REDD

De borboleta em borboleta: conservando a floresta e gerando renda no Quênia

A criação de borboletas foi introduzida na floresta queniana de Arabuko Sokoke em 1993 como um projeto da comunidade local para gerar renda, a fim de melhorar a conservação dos recursos florestais ameaçados pela exploração excessiva. Hoje, o projeto Kipepeo tem uma receita anual de cerca de 100 mil dólares.

“Ajudar a fornecer meios de subsistência alternativos para as comunidades que vivem perto das florestas pode não apenas reduzir a pobreza, mas também ajudar a conservá-las e a combater as mudanças climáticas”, diz Judith Walcott, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Leia a reportagem.

Milhares de jovens de 18 a 30 anos inscrevem-se no prêmio Jovens Campeões da Terra todo ano. Foto: PNUMA

Três razões para ser um Jovem Campeão da Terra em 2020

Se você é apaixonado ou apaixonada pelo meio ambiente e deseja levar suas ideias adiante em 2020, esta pode ser sua chance. Todos os anos, milhares de jovens de 18 a 30 anos inscrevem-se no prêmio Jovens Campeões da Terra.

Lançado em 2017 pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e apoiado pela Covestro, o prêmio celebra e apoia indivíduos com um potencial excepcional de criar um impacto ambiental positivo. As inscrições serão abertas em janeiro.

Foto: Geoffroy Mauvais/IUCN

2020: um ano decisivo para a biodiversidade e as emergências climáticas

Nos últimos meses, a comunidade científica repetidamente disparou o alarme sobre a crise na biodiversidade e a emergência climática. Os cientistas e a maioria dos governos concordam que o mundo está enfrentando uma crise ambiental sem precedentes, com um grande número de espécies à beira da extinção enquanto as temperaturas globais continuam aumentando.

Os seres humanos dependem, para sua própria sobrevivência, de ecossistemas estáveis ​​e saudáveis, e são necessárias ações urgentes em 2020 para colocar o mundo no caminho de um futuro mais sustentável. Este é um “grande ano” para o meio ambiente – um ano em que os principais encontros internacionais definirão o tom e a agenda da ação ambiental da próxima década.

O excesso de embalagens continua afetando o setor de comércio eletrônico e clubes de assinaturas. Foto: PNUMA

PNUMA propõe soluções para reduzir impacto ambiental do comércio eletrônico

Estudo comparou o impacto de ir ao supermercado com a entrega de comida pela Internet, e demonstrou que a ida do consumidor ao mercado equivale a 11% das emissões de gases que causam o efeito estufa, comparado a 4% com o serviço de entrega de refeições. O número pode cair ainda mais com a introdução de drones e vans elétricas na frota de entrega.

Embora a entrega direta emita menos carbono, o dano real ocorre com a geração de lixo, com mais de 1 milhão de embalagens sendo jogadas fora por dia em dezembro de 2019. No total, quase 1 bilhão de árvores foram cortadas para atender às demandas de embalagens de papelão para os 165 bilhões de pacotes enviados em 2017 no mundo.

António Guterres pede retomada do diálogo e renovação da cooperação internacional

O ano novo começou com o mundo em turbulência. Precisamos retomar o diálogo e renovar a cooperação internacional. Não se pode esquecer o terrível sofrimento humano causado pela guerra. Estas declarações foram feitas nesta segunda-feira (6) pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, em conversa com jornalistas, em Nova Iorque.

Ele disse que sua mensagem é clara: “Parem a escalada. Exercitem o máximo da moderação. Recomecem o diálogo. Renovem a cooperação internacional. Não esqueçamos do terrível sofrimento humano causado pela guerra. Como sempre, pessoas comuns pagam o preço mais alto. É nossa obrigação mútua evitar isso”.

Trânsito em São Paulo. Foto: Fotos Públicas / Oswaldo Corneti

Energia e transporte verdes representariam economia de US$ 621 bi para América Latina

A região da América Latina e Caribe poderá ter uma economia anual de 621 bilhões de dólares até 2050 se os setores de energia e transporte alcançarem emissões líquidas zero. A informação foi apresentada em dezembro (12) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em Madri, durante a Conferência sobre Mudança Climática da ONU, a COP25.

Essas economias incluem 300 bilhões de dólares em despesas evitadas no transporte terrestre de passageiros e reduções de 222 bilhões de dólares nos custos de eletricidade. O efeito da mobilidade elétrica na qualidade do ar urbano economizaria 30 bilhões de dólares em custos com saúde.

Foto: PNUD

PNUMA lista cinco resoluções para um 2020 mais verde

O começo do ano é o momento perfeito para redefinir e repensar nossas ações. Ao fazer suas resoluções de Ano-Novo, pense também no meio ambiente. O consumo para atender às nossas necessidades e viver nossas aspirações está aumentando exponencialmente. Ao mesmo tempo, muitos não têm o suficiente para sobreviver.

“Precisamos repensar a forma como vivemos para viver melhor e com menos peso”, afirma Garrette Clark, diretora de Estilos de Vida Sustentáveis ​​do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Projeto cria meios de subsistência para comunidades afetadas pela seca na Zâmbia. Foto: PNUMA

Como sobreviver quando a chuva e as florestas estão diminuindo?

“Este ano, vimos a pior seca de todos os tempos”, diz a zambiana Julliette Machona, de 35 anos. “Normalmente, os rios secam nesta parte sul da Zâmbia em julho, mas este ano eles já estavam vazios em maio. A pouca água que nos resta é suficiente para as pessoas e o gado. Não temos água para cultivar.”

Percebendo as dificuldades crescentes de ganhar a vida cultivando tomates e milho em uma região que já recebe menos chuva do que a média, ela reuniu um grupo de mulheres para tecer cestas e vassouras como meio de subsistência. O relato é do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Jovens são maior fonte de esperança em tempos de turbulência, diz secretário-geral da ONU

A juventude global é atualmente a maior fonte de esperança no mundo, em um cenário de crescentes incertezas e inseguranças. A declaração foi feita no domingo (29) pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, em sua mensagem para a virada do ano.

Diante de desigualdades persistentes, ódio crescente, um mundo em guerra e as mudanças climáticas como um problema de longo prazo e um perigo claro e presente, Guterres afirmou que “não podemos nos dar ao luxo de ser a geração que brinca enquanto o planeta queima”.

Mas “também há esperança”, continuou ele, prestando homenagem ao poder da juventude em todo o planeta.

Músico e fundador da Sustainable Partners, Adam Met, e a banda AJR. Foto: Shervin Lainez

PNUD firma parceria com empresa de mídia para ampliar conscientização sobre objetivos globais

Milhões de pessoas nos Estados Unidos e em todo o mundo estão aprendendo sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) graças a uma campanha lançada pela empresa de comunicação norte-americana iHeartMedia.

A campanha foi desenvolvida pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pela iniciativa Sustainable Partners, fundada pelo músico Adam Met, da banda pop indie AJR.

Fazendeira trabalha em campos próximos à Vila Chatiune, no Nepal. Foto: ONU Mulheres | Narendra Shrestha.

Fundo Verde destina US$160 mi a Chile, Nepal e Quirguistão para combate às mudanças climáticas

Apoio financeiro do Fundo Verde para o Clima (GCF) ao Chile, Nepal e Quirguistão visa oferecer suporte às respostas implementadas por esses países no combate às mudanças climáticas.

A iniciativa foi aprovada em novembro (13), em Songdo, na Coreia do Sul. Estima-se que o Fundo, apoiado pela ONU, beneficiará 1,5 milhões de pessoas.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) tem apoiado a elaboração de projetos com o objetivo de combater as mudanças climáticas e construir resiliência nas três nações.

Vista aérea de Brasília. Foto: Agência Brasil

Estudo aponta impactos das mudanças climáticas em DF, Goiás e Minas Gerais

A partir de modelagens brasileiras e internacionais, estudo apontou diferentes cenários impostos pelas mudanças climáticas até 2100, como tendência de elevação da temperatura, umidade relativa do ar mais baixa, menor quantidade de chuvas, entre outros.

De acordo com Chou Sin Chan, coordenadora técnica do estudo, a baixa umidade no Distrito Federal deve ser agravada nas próximas décadas. “A tendência é de redução da umidade relativa do ar dos atuais 35% a 55% para 20% a 45% no final do século.”

O documento é parte de projeto coordenado por Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações em Parceria com Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Foto: UNIC Rio/Joana Berwanger

Evento no Rio destaca maior atuação de sociedade civil e empresas na COP25

O resultado da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP25) foi frustrante no que se refere ao compromisso dos países de assumir metas mais ambiciosas para a redução das emissões, mas a maior atuação da sociedade civil e do setor privado foi um fator positivo do evento realizado até o último fim de semana em Madri, na Espanha, sob a presidência do Chile.

A avaliação é de representantes do corpo diplomático de Espanha e Chile, assim como de membros da academia presentes em encontro que reuniu em torno de 30 pessoas na sede do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), na capital fluminense, na última terça-feira (17). A intenção do evento foi compartilhar reflexões e discutir desafios para o futuro do combate às mudanças do clima.

O setor dos transportes é o principal consumidor de combustíveis fósseis na região latino-americana e a principal fonte de poluição atmosférica. Foto: PEXELS/Kaique Rocha

Países continuam produzindo mais combustíveis fósseis, dificultando alcance de metas climáticas

O mundo está caminhando para produzir muito mais carvão, petróleo e gás natural do que seria consistente com a limitação do aquecimento a 1,5°C ou 2°C, o que dificulta o alcance das metas climáticas, de acordo com o primeiro relatório que avalia planos e projeções dos países para a produção de combustíveis fósseis.

O Relatório sobre a Lacuna de Produção complementa o Relatório sobre a Lacuna de Emissões do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), que mostra que as promessas dos países ficam aquém das reduções de emissões necessárias para atender aos limites globais de temperatura.

Em Berlim, na Alemanha, a manifestação de jovens 'Fridays for Future' pede ações urgentes contra as mudanças climáticas. Foto: Fridays For Future/Jörg Farys

Quase 180 empresas do mundo assinam compromissos de combate às mudanças climáticas

Cento e setenta e sete empresas já estão trabalhando para atingir um patamar alto de ambição e reduzir a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE), limitando os piores efeitos da mudança do clima. O movimento Business Ambition for 1,5ºC – Our Only Future, do Pacto Global das Nações Unidas, mais que dobrou de tamanho desde que um primeiro grupo de empresas anunciou o compromisso na Cúpula das Nações Unidas de Ação Climática, em setembro deste ano.

Demonstração durante a COP 25 - Foto: UNFCCC

António Guterres lamenta fim da COP 25 sem consenso

Desapontado com os resultados da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP25), o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que a comunidade internacional perdeu uma importante oportunidade de mostrar maior ambição em atenuar, adaptar e buscar financiamento no enfrentamento da crise climática.

Finalizadas no último domingo (15), as negociações da COP25 encerraram um evento que viu muito progresso feito pelo setor privado e pelos governos nacionais, regionais e locais. No entanto, a conferência terminou sem um consenso geral sobre as ambições climáticas, gerando um sentimento de desapontamento nos participantes.

O manejo sustentável da terra e do solo exige um entendimento da relação primordial entre plantas e vida do solo, afirma o PNUMA. Foto: Neil Palmer/CIAT.

Área de solo fértil equivalente ao tamanho da Grécia é perdida anualmente, aponta PNUMA

Sob o tema “Pare a erosão do solo, salve o nosso futuro”, o Dia Mundial do Solo 2019 (celebrado anualmente em 5 de dezembro) buscou aumentar a conscientização sobre o potencial do solo e da agricultura no combate às mudanças globais do clima.

Segundo o relatório “Colocando o carbono de volta onde ele pertence”, lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em maio, uma área de solo fértil equivalente ao território da Grécia ou do Malauí é perdida todos os anos.

De acordo com o PNUMA, a gestão sustentável do solo contribui para uma maior produção de alimentos, maior biodiversidade, maior retenção de água, resistência à seca e outros serviços importantes dos ecossistemas globais. Para o especialista da agência sobre o tema, poluição do solo “está se tornando uma emergência global”.

Manutenção de painéis solares que fornecem energia limpa na Zâmbia. Foto: OIT/Marcel Crozet

Secretário-geral da ONU pede transformação na forma como o mundo gera energia

Com milhões de trabalhadores cada vez mais afetados pela crise climática, o caminho para garantir a sobrevivência no futuro é uma total transformação de como geramos energia e administramos nossos recursos, disse o chefe da ONU na quinta-feira (12), durante evento focado em empregos verdes na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP25), em Madri. 

“Ainda estamos perdendo a corrida climática”, afirmou Guterres, “mas podemos escolher outro caminho, o caminho da ação pelo clima e do bem-estar das pessoas e do planeta”, com empregos, saúde, educação, oportunidades e futuro.

Madri sedia, entre 2 e 13 de dezembro, a 25ª Conferência das Partes (COP25).

COP 25 será tema de debate acadêmico e consular no UNIC Rio

O Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio) e os consulados da Espanha e do Chile no Rio de Janeiro realizam na próxima terça-feira (17) a mesa redonda COP 25: Reflexões e Desafios para o Futuro.

O encontro reúne representantes consulares, acadêmicos e de governo para discutir os resultados da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 25), que ocorre em Madri sob a presidência chilena. A COP 25  termina nesta semana.

O representante da UNIDO no Brasil, Alessandro Amadio, entregou os certificados a Rogério Marson Rodrigues, engenheiro da empresa Eletrofrio e responsável pela execução do projeto. Foto: UNIDO

Projeto brasileiro de refrigeração recebe certificados de prêmio internacional

O projeto brasileiro “Resfriador de Propano de Baixa Carga para Sistema de Refrigeração Comercial de Supermercado” recebeu na quarta-feira (11) os certificados de prêmio internacional por sua contribuição na redução dos impactos da tecnologia de refrigeração na camada de ozônio.

O projeto faz parte do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (PBH), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e executado no Brasil em parceria com a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e a empresa Eletrofrio Refrigeração.

O secretário-geral da ONU, António Guterres (centro), em discurso na reunião de alto nível Cuidando do Clima, na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP25), em Madri. Foto: UNFCCC

COP25: ONU pede esforços do setor empresarial na luta contra mudanças climáticas

Em discurso na reunião anual Cuidando do Clima, realizada nesta quarta-feira (11) durante a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP25), em Madri, o secretário-geral da ONU, António Guterres, mobilizou líderes empresariais a implementar e recomendar soluções e políticas para vencermos as mudanças climáticas.

“Estou encontrando cada vez mais líderes do setor empresarial que reclamam que não podem fazer mais porque os governos não permitem, devido ao ambiente que ainda é criado nas estruturas burocráticas, administrativas, regulatórias de impostos e outras normas sob controle governamental”, afirmou Guterres.