Arquivo da tag: Consumo e produção responsáveis

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 12 diz: “Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 12 diz: “Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis”. As metas incluem reduzir pela metade o desperdício de alimentos per capita mundial; alcançar o manejo ambientalmente saudável dos produtos químicos e todos os resíduos; e reduzir substancialmente a geração de resíduos por meio da prevenção, redução, reciclagem e reuso; entre outros.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods12 e notícias sobre o tema abaixo.

Integrante da tribo Tariana, na região amazônica do Brasil. Foto: Banco Mundial/Julio Pantoja

Fórum pede que governos reconheçam contribuições dos povos indígenas na luta contra mudanças climáticas

Líderes presentes no quarto Encontro Global do Fórum de Povos Indígenas, realizado em Roma, pediram nesta semana (13) que governos reconheçam as contribuições dos povos indígenas na luta contra as mudanças climáticas. Evento reuniu representantes de 30 países na sede do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA).

“Povos indígenas são frequentemente marginalizados, sofrem violações de seus direitos humanos e são frequentemente excluídos e prejudicados por processos de desenvolvimento”, disse Myrna Cunningham, presidente do comitê de direção do Fórum.

Comer menos carne é um dos passos para uma economia de baixo de carbono. Foto: Força Aérea dos Estados Unidos

ONU: 5 meios para usar a ciência comportamental na luta contra as mudanças climáticas

Comer menos carne, voar menos de avião ou escolher energias renováveis podem acelerar a transição para uma economia de baixo carbono, com menos emissões de gases que causam o efeito estufa e o aquecimento global. Mas por que mais pessoas não estão fazendo isso?

A ciência comportamental pode ajudar a entender como pessoas processam, respondem e compartilham informações, a fim de identificar o que transforma conscientização. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Feirante em Bangladesh. Foto: Banco Mundial/Scott Wallace

Escolhas alimentares de hoje afetam saúde das pessoas e do planeta de amanhã

Transformar dietas e a maneira com a qual produzimos alimentos têm amplo potencial de melhorar tanto a saúde humana quanto a sustentabilidade ambiental no futuro. A conclusão é de novo relatório da Comissão EAT-Lancet, lançado na terça-feira (5) na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, e produzido por ONU Meio Ambiente e Missão Permanente da Noruega.

O relatório afirma que “se mudarmos a maneira com a qual produzimos, consumimos, transportamos e desperdiçamos alimentos, podemos alimentar todos com uma dieta saudável e melhorar a saúde do planeta”.

Formas inovadoras de produzir alimentos são importantes para a comunidade internacional atingir as metas da Agenda 2030. Foto: ONU.

FAO lança livro sobre ações integradas de sustentabilidade agrícola

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) lançou um livro que discute estratégias integradas para garantir a sustentabilidade agrícola.

Segundo a agência da ONU, um terço das terras agrícolas é avaliada como degradada em níveis de moderado a alto. A agricultura é responsável por 70% da coleta de água no mundo e está associada à poluição ambiental. A FAO também estima que a produção de alimentos responde por 75% da perda da agrobiodiversidade.

Homem mostra ouriço de castanha-do-brasil na Floresta do Vale, reserva legal comunitária do assentamento Vale do Amanhecer, em Juruena (MT). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

FAO lança 1º relatório sobre contribuições da biodiversidade para produção agrícola

A FAO realiza no próximo 15 de fevereiro uma coletiva de imprensa para apresentar as conclusões do seu relatório Estado da Biodiversidade Mundial para a Alimentação e a Agricultura. A publicação é a primeira a analisar o estado das plantas, animais e microrganismos que apoiam a produção agrícola e alimentar — nos níveis genético, das espécies e do ecossistema. O documento será lançado em 22 de fevereiro.

Foto: Shutterstock

Assembleia Ambiental da ONU mira soluções inovadoras para futuro global

As Nações Unidas convidam governos e setores público e privado a repensar seus padrões de consumo e produção sob o tema “Pense no planeta, Viva simples”, durante a 4ª Assembleia Ambiental da ONU, que ocorre de 11 a 15 de março em Nairóbi, no Quênia.

A Assembleia Ambiental das Nações Unidas (UNEA) é o maior fórum mundial de alto nível para questões de meio ambiente. Nela, chefes de Estado, ministros do Meio Ambiente, ativistas, presidentes de multinacionais, ONGs e outros convidados se reúnem para discutir e assumir compromissos globais com a proteção ambiental.

Produção de plástico ameaça vida marinha. Foto: ONU/Saeed Rashid

ONU lança desafio de volta às aulas para combater poluição plástica nos mares

A ONU Meio Ambiente convida professores e estudantes de todo o Brasil para o Desafio de Volta às Aulas Mares Limpos, uma mobilização global para reduzir o uso de plástico descartáveis nas escolas e no dia a dia das crianças.

Para participar, os docentes interessados deverão desenvolver um projeto para a redução do uso de plásticos descartáveis na escola e/ou no dia a dia dos alunos, a ser implementado ao longo do primeiro semestre escolar. Saiba mais:

Foto: ONU Meio Ambiente

Seu celular é realmente inteligente?

Os smartphones revolucionaram nossas vidas cotidianas. Com mensagens instantâneas na ponta dos dedos, a comunicação atual é rápida, eficaz e barata. Mas o quão inteligentes são nossos telefones no que se refere ao impacto ambiental? Você sabe o que tem dentro do seu celular?

Grandes nomes da indústria tomaram medidas significativas para melhorar sua pegada ecológica, mas as preocupações ambientais, sociais e econômicas permanecem, especialmente no que se refere aos direitos humanos e à extração de metais preciosos em geral.

Ouro, prata, cobalto, estanho, tântalo, tungstênio e cobre são componentes essenciais de telefones celulares e outros aparelhos elétricos que usamos diariamente. E, sendo a mineração um dos setores de uso mais intensivo de óleos combustíveis derivados de petróleo, a extração contribui significativamente para a mudança climática.

Em Florianópolis (SC), a Revolução dos Baldinhos estimula o aproveitamento de sobras de comida para a produção de adubo. Foto: Ministério do Meio Ambiente

Iniciativa brasileira de compostagem comunitária é premiada na Alemanha

O projeto Revolução dos Baldinhos, que promove a compostagem e o desenvolvimento da agricultura urbana em Florianópolis (SC), foi premiado na Alemanha pela organização World Future Council (WFC) como prática agroecológica de excelência.

A iniciativa foi reconhecida neste mês (18) durante a Semana Internacional Verde, em Berlim, por atender a critérios de sustentabilidade da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Arte: ONU Meio Ambiente

ONU recebe inscrições para prêmio internacional Jovens Campeões da Terra

As Nações Unidas anunciaram na segunda-feira (28) que estão recebendo inscrições para o Jovens Campeões da Terra de 2019 — o principal prêmio ambiental da ONU para jovens empreendedores entre 18 e 30 anos com ideias inovadoras para o futuro do planeta.

Cada um dos sete vencedores receberá 15 mil dólares em capital semente para investir em seus projetos, 9 mil dólares para investir em comunicação e marketing, além de convites e financiamento para participar de reuniões da ONU para compartilhar suas ideias com o mundo. Saiba como se inscrever.

Lançado em 2017, o Jovens Campeões da Terra é inspirado no Campeões da Terra, que permanece como a principal premiação da ONU na área ambiental. Ao engajar jovens visionários, a ONU Meio Ambiente busca impulsionar uma nova geração de líderes enquanto eles tentam construir um mundo melhor.

Lixo eletrônico - Imagem: Pixabay (CCO)

Mundo produzirá 120 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano até 2050, diz relatório

O nível de produção de lixo eletrônico global deverá alcançar 120 milhões de toneladas ao ano em 2050 se as tendências atuais permanecerem, de acordo com relatório da Plataforma para Aceleração da Economia Circular (PACE) e da Coalizão das Nações Unidas sobre Lixo Eletrônico, divulgado em Davos, Suíça, na quinta-feira (24).

No relatório, membros da PACE e da Coalizão da ONU sobre Lixo Eletrônico, incluindo a ONU Meio Ambiente, pedem uma inspeção do sistema atual de eletrônicos, enfatizando a necessidade de uma economia circular na qual recursos não sejam extraídos, usados e descartados, mas avaliados e reutilizados de maneira que minimize impactos ambientais e crie empregos decentes e sustentáveis.

Aterro sanitário em Danbury, Connecticut. Foto: ONU/Evan Schneider

Economia circular pode ajudar países a combater mudanças climáticas, diz relatório

Um relatório da Circle Economy, grupo apoiado pela ONU Meio Ambiente, aponta que apenas 9% da economia global é circular, o que significa que o planeta reutiliza menos de 10% das 92,8 bilhões de toneladas de minerais, combustíveis fósseis, metais e biomassa usados todos os anos em processos produtivos.

Divulgado na terça-feira (22) no Fórum Econômico Mundial, em Davos, o documento destaca o potencial do reaproveitamento e da reciclagem para combater as mudanças climáticas e cumprir o Acordo de Paris.

A presidente da Assembleia Geral da ONU, María Fernanda Espinosa. Foto: ONU

Presidente da Assembleia Geral cita fortalecer multilateralismo e revitalizar ONU como prioridades

Revitalizar as Nações Unidas para “fortalecer uma ordem mundial multilateral com base em regras” lidera uma lista de prioridades que a presidente da Assembleia Geral expôs a Estados-membros da ONU nesta terça-feira (22).

Convencida de que “revitalizar a ONU e avançar o multilateralismo andam lado a lado”, a presidente da Assembleia Geral, María Fernanda Espinosa, disse que está se comunicando com líderes mundiais em Nova Iorque e no exterior “para promover este objetivo”.

O chefe do setor de água doce, terra e clima da ONU Meio Ambiente, Tim Christopherson, visitou vários locais na região chinesa para entender melhor a restauração ecológica em larga escala. Foto: Xiaoqiong Li

ONU Meio Ambiente destaca avanços da China na restauração ecológica de larga escala

Na década de 1980, a região montanhosa de Qianyanzhou, na província de Jiangxi, sul da China, enfrentou uma severa erosão do solo devido ao desmatamento e a práticas agrícolas insustentáveis. O solo vermelho fértil estava desaparecendo, o que fez com que os rendimentos das colheitas caíssem.

Mas uma mudança notável ocorreu nos últimos 30 anos graças a um plano de uso da terra apoiado pelo governo chinês que reflorestou montanhas superiores, plantou pomares cítricos em declives moderados e arrozais nos fundos dos vales. Em poucos anos, esse mosaico de uso sustentável da terra passou a gerar rendas mais altas.

As florestas são uma importante e necessária frente de ação na luta global contra as mudanças climáticas catastróficas, graças à sua incomparável capacidade de absorver e armazenar carbono. As florestas capturam dióxido de carbono a uma taxa equivalente a cerca de um terço da quantidade liberada anualmente pela queima de combustíveis fósseis. Parar o desmatamento e restaurar as florestas danificadas, portanto, poderia fornecer até 30% da solução climática. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Imagens dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e bandeiras dos Estados-membros da ONU são projetadas na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque. Foto: ONU/Cia Pak

Rede Brasil do Pacto Global busca parcerias para difundir metas da ONU no setor privado

A Rede Brasil do Pacto Global planeja expandir o número de parcerias para difundir no setor privado os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS). As Federações das Indústrias dos Estados de São Paulo e Paraná — a FIESP e a FIEP — e a Associação Nacional das Universidades Particulares (ANUP) já aderiram à iniciativa de atuar em conjunto em 2019, a fim de engajar seus membros com a agenda da ONU.

Publicação de organismos do Distrito Federal aborda métodos de ensino de práticas sustentáveis. Imagem: ADASA/SEEDF

Distrito Federal lança publicação sobre práticas sustentáveis nas escolas

Elaborada com apoio de projeto da UNESCO, a publicação apresenta práticas ambientalmente responsáveis para as instituições e professores, além de métodos para a sua aplicação no ensino.

A proposta do material é estabelecer, a partir de um diagnóstico do desempenho do colégio, metas sobre redução de gastos com água e energia, entre outros temas. Esses objetivos deverão ser cumpridos com a participação da escola, do aluno e da comunidade local.

Urso polar. Foto: Flickr (CC)/Angell Williams

Iniciativa na ONU convoca líderes políticos e cidadãos a combater mudanças climáticas

A Conferência da ONU sobre Mudança do Clima desse ano, a COP24, já acabou, mas a luta contra o aquecimento global continua.

Governos, sociedade civil, setor privado, líderes religiosos e cidadãos de todo o planeta estão convocados pelo Talanoa Call for Action (Chamado de Talanoa à Ação) a fazer a sua parte para reduzir emissões de gases do efeito estufa.

O apelo pede que chefes de Estado e Governo mantenham a ação contra as mudanças do clima no topo de sua agenda política.

Enfiar o pé no plástico pode ter consequências tóxicas e duradouras para o planeta. Foto: ONU Meio Ambiente

ONU alerta para ‘ressaca’ de plástico descartável no Natal e Ano Novo

Nós todos já passamos por isso. Largados no sofá, lamentando aqueles chocolates a mais, estufados e sentindo um leve enjoo. Mas nós demos duro, trabalhamos tanto ao longo de todo o ano. A gente merece relaxar nas festas de fim de ano, não é? Em janeiro, a gente volta para a academia, volta para a dieta, volta para uma vida regrada. Não vai fazer mal.

Mas se a sua ressaca do Natal e Ano Novo tiver envolvido muito consumo de plástico, lamentamos informar que vai demorar bem mais do que uma corridinha no dia 1º de janeiro para se livrar do problema.

Eleanor Roosevelt, delegada norte-americana da Comissão dos Direitos Humanos, dá coletiva de imprensa nas Nações Unidas em abril de 1952. Foto: ONU

Artigo 23: Direito ao trabalho

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi adotada em 10 de dezembro de 1948. Para marcar o aniversário de 70 anos, nas próximas semanas, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) publicará textos informativos sobre cada um de seus artigos.

A série tentará mostrar aonde chegamos, até onde devemos ir e o que fazer para honrar aqueles que ajudaram a dar vida a tais aspirações.

Leia mais sobre o Artigo 23:

1. Todo ser humano tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.

2. Todo ser humano, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho.

3. Todo ser humano que trabalhe tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.

4. Todo ser humano tem direito a organizar sindicatos e neles ingressar para proteção de seus interesses.

Ondas cada vez mais fortes estão erodindo petróglifos e moai, as estátuas colossais icônicas da Ilha de Páscoa. Foto: pixabay/voltamax (CC)

Ilha de Páscoa une ciência ao conhecimento tradicional para enfrentar desafios ambientais

Como outras comunidades insulares no Oceano Pacífico, a Ilha de Páscoa enfrenta o impacto adverso da mudança climática, da maré de plástico e de outros desafios ambientais, e está buscando soluções inovadoras para enfrentá-los.

“Estamos muito conscientes da mudança climática. Uma das consequências mais graves é a erosão de nossos sítios arqueológicos. Corremos o risco de perder nossa herança cultural”, diz Camilo Rapu, que também lidera a comunidade Mau Henua, que reúne moradores de ascendência rapanui. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Imagem feita por satélite de Iquitos, no Peru, em meio à Floresta Amazônica. Foto: NASA/Good Free Photos

ONU e Nasa lançam plataforma para usar satélites no monitoramento de terras e meio ambiente

Em parceria com a Agência Espacial Norte-Americana (NASA), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) anunciou nesta semana (12) o lançamento de um portal online que promete tornar mais fácil e acessível o monitoramento do uso da terra por meio de satélites. Plataforma gratuita permitirá aos usuários “inspecionar” desde as florestas tropicais até as geleiras.

Segundo la FAO, cerca de 33% de todo o solo do mundo estão degradados, e seu estado está se deteriorando de forma alarmante. Foto: FAO

FAO: aumento da contaminação do solo ameaça segurança alimentar

É necessário adotar medidas urgentes para abordar a contaminação do solo e conter as múltiplas ameaças que isto representa para a inocuidade e para a segurança alimentar global, destacou na semana passada a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em celebração do Dia Mundial do Solo, lembrado em 5 de dezembro.

Milhares de produtos químicos – produzidos comercialmente em grande escala –, resíduos plásticos e eletrônicos ou águas residuais não tratadas podem se converter em fontes de contaminação do solo, abrindo espaço para que os produtos contaminantes entrem na cadeia alimentar, com graves consequências à saúde e ao bem-estar da população.

Torre Eiffel se ilumina de verde para comemorar a entrada em vigor do Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas. Foto registrada em novembro de 2016. Foto: Prefeitura de Paris/ Jean-Baptiste Gurliat

ONU defende cooperação da América Latina com França e Europa para promover desenvolvimento sustentável

Em conferência em Paris, o secretário-executivo adjunto da Comissão Econômica da ONU para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Mario Cimoli, defendeu a cooperação da região com a França e a Europa como forma de promover desenvolvimento sustentável com igualdade. Dirigente alertou na quinta-feira (6) que o atual paradigma de crescimento das economias está fundamentado na maior falha de mercado da humanidade — as mudanças climáticas.

Carro autônomo e elétrico exibido no Pavilhão do Reino Unido na COP24. Foto: ONU/Yasmina Guerda

Transporte sustentável é destaque na conferência do clima da ONU

O setor de transporte responde por 25% das emissões globais de gases do efeito estufa, segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Por ano, essa atividade humana produz 8 gigatoneladas de substâncias que contribuem para o aquecimento global. O valor é 70 vezes mais alto do que há 30 anos. Para mudar esse cenário, especialistas discutem soluções sustentáveis de mobilidade na Conferência do Clima da ONU em Katowice, na Polônia, a COP24.

Maria do Carmo Vieira Araujo, 50, Ednalva Maria de Jesus, 31, e Dilma Jesus Panteleon, 40, descascam raízes de mandioca na Cooperativa na Aldeia Marcação Kiriri, perto de Ribeira do Pombal, no Estado da Bahia (12 de abril de 2016). O projeto permitiu mulheres a trabalhar, socializar, processar e vender os seus produtos de modo a sustentar a sua comunidade. O Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável da Região Semiárida da Bahia (Projeto Pró-semiárido), cofinanciado pelo FIDA, tem trabalhado com o povo Kiriri para permitir que eles utilizem seu conhecimento tradicional e tradições como fundamento para construir seu sustento. Foto: IFAD/Lianne Milton/Panos

Fundo da ONU elogia ações da Bahia para promover participação das mulheres na economia do semiárido

Representantes do governo da Bahia e do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), um organismo das Nações Unidas, reuniram-se em novembro (30) para avaliar a execução do Pró-Semiárido, projeto que fomenta o crescimento sustentável em 32 municípios. Iniciativa foi elogiada por especialistas da ONU por promover, de forma pioneira, a participação das mulheres e jovens nas economias locais.

Campanha Mares Limpos visa combater poluição dos oceanos causada pelo consumo e produção de plástico. Foto: ONU Meio Ambiente/Shawn Heinrichs

Evento em São Paulo discute soluções para lixo plástico nos oceanos

Promovido pela organização Proteção Animal Mundial e pela ONU Meio Ambiente, o evento “Oceano Plástico: como escapar desse emaranhado?” acontece na sexta-feira (7) na Unibes Cultural, em São Paulo (SP), para debater a situação atual e as soluções inovadoras para a questão da “pesca fantasma” e do lixo plástico nos oceanos.

A “pesca fantasma” ocorre quando equipamentos e redes de pesca são perdidos ou abandonados nos oceanos, prejudicando a vida marinha. Um dos grandes desafios ambientais dos dias de hoje, a poluição plástica nos oceanos também afeta diretamente boa parte da fauna marinha e traz consequências para a vida humana. 

Katowice, na Polônia, sediará a 24ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Foto: ONU

Empresas e governo brasileiro mobilizam setor privado na Conferência do Clima da ONU

A Rede Brasil do Pacto Global — uma aliança do setor privado que promove padrões responsáveis de produção — desembarca na próxima segunda-feira (3) em Katowice, Polônia, para a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, também conhecida como COP24. A iniciativa nacional promove debates com o empresariado no chamado Espaço Brasil, criado pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Ministério das Relações Exteriores.

Projeto do PNUD e do Ministério do Meio Ambiente apoiou comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas. Foto: Ministério do Meio Ambiente/Paulo de Araújo

PNUD avalia 10 anos de apoio a comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) promoveu neste mês, em Brasília, um seminário para avaliar os dez anos de um projeto que impulsionou a formulação e implementação de políticas públicas para comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas.

Iniciativa fortaleceu várias cadeias produtivas, como a castanha do Brasil, o babaçu, o açaí e o pequi, além de promover a conservação da biodiversidade e dos recursos naturais em todos os biomas brasileiros.