Arquivo da tag: Consumo e produção responsáveis

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 12 diz: “Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 12 diz: “Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis”. As metas incluem reduzir pela metade o desperdício de alimentos per capita mundial; alcançar o manejo ambientalmente saudável dos produtos químicos e todos os resíduos; e reduzir substancialmente a geração de resíduos por meio da prevenção, redução, reciclagem e reuso; entre outros.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods12 e notícias sobre o tema abaixo.

Criança no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

Senso de urgência da Agenda 2030 é ainda maior com pandemia, diz ONU no Brasil

O senso de urgência para a execução da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi renovado diante dos efeitos da pandemia de COVID-19 no Brasil e no mundo, na avaliação do coordenador-residente da ONU no país, Niky Fabiancic.

“Temas que já estavam expressos na Agenda 2030 em 2015, como o acesso à água e a saneamento básico e a universalização dos serviços de saúde, se mostram imprescindíveis para a superação desta crise sem precedentes”, disse.

PNUMA e UNESCO se unem ao Instituto Alana na campanha global da semana sem plástico

Pela primeira vez no Brasil acontece a Semana Sem Plástico, entre os dias de 27 a 31 de julho, com o intuito de fomentar reflexões sobre o uso indiscriminado do plástico e dos hábitos de consumo.

Fazem parte da iniciativa o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente no Brasil (PNUMA), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, o Instituto Alana, por meio do programa Criança e Consumo, Break Free From Plastic, Videocamp, Instituto Polis, GAIA e Aliança Resíduo Zero Brasil.

A Semana Sem Plástico faz parte da campanha global #PlasticFreeJuly e terá programação digital e gratuita. Participe!

Energia eólica, limpa e renovável. Foto: Alexander Droeger/CC.

Transição para economia verde criaria 15 milhões de empregos na América Latina e Caribe até 2030

Relatório de Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostrou que a transição para uma economia de zero emissões líquidas provocaria o desaparecimento de cerca de 7,5 milhões de empregos no setor elétrico baseado em combustíveis fósseis, na extração de combustíveis fósseis e na produção de alimentos de origem animal.

No entanto, essas perdas seriam mais do que compensadas: 22,5 milhões de empregos seriam criados nos setores de agricultura e produção de alimentos baseados em plantas, eletricidade renovável, silvicultura, construção e manufatura.

Como alimentar 10 bilhões de pessoas até 2050

Evidências sugerem que a falta de alimentos não seja um problema global, e sim a ineficiência do sistema alimentar. Há falhas em todo o processo de produção e consumo, a começar pelo uso da terra. Por exemplo, como uma resposta à crescente demanda por carnes e laticínios, cerca de 60% das terras agrícolas do mundo são usadas para a atividade pecuária.

Além disso, cerca de um terço dos alimentos produzidos são perdidos entre a fazenda e a mesa, enquanto são armazenados, transportados, processados, embalados, vendidos e preparados. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

FAO lança programa que prevê 7 áreas prioritárias de resposta e recuperação à COVID-19

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou seu novo programa de resposta e recuperação à COVID-19, destinado à prevenção de uma eventual emergência alimentar global durante e após a pandemia, e de uma intervenção de desenvolvimento a médio e longo prazo em relação à segurança alimentar e nutrição.

A agência da ONU solicita um investimento inicial de 1,2 bilhão de dólares para atender às necessidades do novo programa, que prevê sete áreas prioritárias. Saiba mais na reportagem.

Brasileiro se despede da OMC dizendo que muito ainda precisa ser alcançado

O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, despediu-se do cargo na quinta-feira (23) afirmando que a agência está numa “encruzilhada”.

Roberto Azevêdo, que passou sete anos no comando da OMC, afirmou que o trabalho realizado por ele tentou aproximar a agência da realidade do século 21 com medidas que têm impacto não só no comércio mundial, mas na vida das pessoas.

O embaixador brasileiro agradeceu os colaboradores da OMC e os familiares pelo apoio recebido no cargo. Ele renunciou faltando um ano para completar o segundo e último mandato.

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi estabelecida pelos países-membros da ONU no fim de 2015. Foto: ONU

ONU recebe até 3/8 inscrições para evento virtual sobre impulso aos objetivos globais

Ao longo de três dias, de 22 a 24 de setembro, durante a Semana de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU, a Zona de Ação ODS totalmente virtual será o principal espaço colaborativo para envolver líderes emergentes e mundiais de todos os setores em discursos e debates para impulsionar a mudança exponencial necessária para as pessoas e o planeta.

Serão recebidas até 3 de agosto propostas para diálogos, workshops interativos, palestras, performances criativas, exposições virtuais e experiências imersivas e a serem consideradas para a lista de oradores. Saiba como se inscrever.

ARTIGO: Por que precisamos de sistemas alimentares sustentáveis no mundo pós-pandemia

Os sistemas alimentares estão na encruzilhada entre saúde humana, animal, econômica e ambiental. Ignorá-los pode expor a economia mundial a choques financeiros e de saúde cada vez maiores à medida que as mudanças climáticas e a população global aumentam. A análise é feita por Nicoletta Batini, do Fundo Monetário Internacional; James Lomax, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente; e Divya Mehra, do Programa Mundial de Alimentos.

Eles afirmam que a reconstrução das economias após a crise da COVID-19 oferece uma oportunidade única de transformar os sistemas alimentares globais e torná-los resistentes a crises futuras, garantindo uma nutrição sustentável e saudável para todos e todas. Leia o artigo na íntegra.

O brasileiro Eduardo Avila, de 25 anos, desenvolve o projeto “Revolusolar” em parceria com duas favelas do Rio de Janeiro (RJ) para criar um novo modelo energético acessível, sustentável e baseado nas comunidades. Foto: Reprodução

Brasileiro é finalista de prêmio global da ONU com projeto de energia solar em favelas do Rio

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) anunciou nesta segunda-feira (20) os cinco finalistas do prêmio Jovens Campeões da Terra na América Latina e Caribe.

O brasileiro Eduardo Avila, de 25 anos, está no páreo com o Revolusolar. O projeto, desenvolvido em parceria com duas favelas do Rio de Janeiro (RJ), cria um novo modelo energético acessível, sustentável e baseado nas comunidades.

Escassez, obra de Ivan Ciro Palomino

UNIC Rio lança exposição virtual sobre objetivos globais

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), em colaboração com a UIA2021RIO EXPO, feira do Congresso Mundial de Arquitetos, inaugura no dia 20 de julho, às 16h, através do perfil do instagram @uia2021rioexpo, a versão virtual da exposição “Consciência”.

A mostra, com obras do artista plástico peruano Ivan Ciro Palomino, promove uma reflexão sobre os desafios globais da atualidade e fará parte de uma plataforma virtual desenvolvida pelo Congresso Mundial de Arquitetos, que seria realizado este ano, mas foi adiado em função da pandemia da COVID-19.

A exposição “Consciência” será uma das primeiras mostras do ambiente virtual Exposição 360⁰,  um espaço que receberá obras de artistas renomados em um ambiente gráfico onde os participantes poderão interagir como se estivessem em um jogo eletrônico. 

Profissionais de saúde em Madagascar testam cidadãos para a COVID-19. Foto: Banco Mundial/Henitsoa Rafalia

Enquanto COVID-19 tira vidas no mundo todo, ONU sugere caminho para evitar novas pandemias

Um novo estudo científico do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e do Instituto Internacional de Pesquisa Pecuária (ILRI) concluiu que, se os países não tomarem medidas drásticas para conter a disseminação de zoonoses, pandemias como a da COVID-19 serão mais comuns.

À medida que a população mundial se aproxima de 8 bilhões de pessoas, o desenvolvimento desenfreado coloca cada vez mais os seres humanos em contato com animais selvagens, o que facilita a disseminação dessas doenças entre as espécies.

“Conforme exploramos áreas mais marginais, criamos mais oportunidades de transmissão”, explicou o professor de doenças infecciosas em animais da Universidade de Liverpool e co-autor pelo ILRI, Eric Fèvre. “A nossa pegada está aumentando no mundo e, com ela, o risco de grandes epidemias e, eventualmente, de outra pandemia como a da COVID-19, é cada vez maior.”

Profissional de saúde coleta amostras para teste de COVID-19 no Hospital Estadual Mimar Sinan, em Istambul, Turquia. Foto: PNUD Turquia/Levent Kulu

Relatório da ONU sobre progresso dos ODS aponta que COVID-19 está comprometendo avanços sociais

De acordo com o Relatório 2020 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o mundo está progredindo – mesmo que de forma irregular e insuficiente – em áreas como melhora da saúde materna e infantil, expansão do acesso à eletricidade e aumento da representação das mulheres nos governos.

Mesmo assim, esses avanços foram contrabalanceados pelo aumento da insegurança alimentar, da deterioração do meio ambiente natural e das persistentes e generalizadas desigualdades. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Volume de resíduos eletrônicos aumenta mais de 21% em 5 anos no mundo

Em 2019, apenas 17,4% dos resíduos eletrônicos foram coletados e reciclados no mundo. Isso significa que ouro, prata, cobre, platina e outros materiais recuperáveis de alto valor, avaliados em 57 bilhões de dólares foram principalmente descartados ou queimados, em vez de coletados para tratamento e reutilização.

Desde 2014, o número de países que adotaram uma política, legislação ou regulamentação nacional de resíduos eletrônicos aumentou de 61 para 78. Embora seja uma tendência positiva, isso está longe da meta estabelecida pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) de aumentar para 50% o percentual de países com uma legislação sobre resíduos eletrônicos.

Eventos climáticos extremos atingem o mar Adriático em Ražanac, na Croácia. Foto: OMM/Aleksandar Gospić

Relatório da ONU defende abordagem que une saúde humana, animal e ambiental para evitar futuras pandemias

Enquanto a pandemia da COVID-19 ameaça vidas e perturba economias em todo o mundo, um novo relatório alerta para a possibilidade de surgimento de novos surtos de doenças zoonóticas caso os países não tomem medidas para impedir sua disseminação. O estudo faz dez recomendações para evitar futuras pandemias.

“A ciência é clara ao dizer que, se continuarmos explorando a vida selvagem e destruindo os ecossistemas, podemos esperar um fluxo constante de doenças transmitidas de animais para seres humanos nos próximos anos”, afirmou a diretora-executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Inger Andersen.

CEPAL: crise provocada pela pandemia é chance de dar grande impulso à sustentabilidade

A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus é uma oportunidade para avançar em direção a um grande impulso para a sustentabilidade, que permita um novo modelo de desenvolvimento baseado na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

A afirmação foi feita na segunda-feira (29) pela secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, durante seminário virtual organizado conjuntamente com o Senado brasileiro.

Relatório da ONU aponta lacuna entre expectativa e ação no combate à poluição plástica na Ásia

Uma pesquisa regional com consumidores e empresas do setor de alimentos e bebidas do Sudeste Asiático, realizada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e a Food Industry Asia (FIA), aponta lacuna significativa entre expectativa e ação no combate à poluição plástica na região. Por exemplo, enquanto 91% dos consumidores afirmam estar preocupados com a poluição plástica, menos da metade está evitando comprar produtos de materiais não reciclados.

A pesquisa entrevistou empresas e consumidores de cinco dos dez países que mais poluem os mares com plásticos no mundo: Indonésia, Malásia, Filipinas, Tailândia e Vietnã. Com a pandemia da COVID-19 e o aumento no volume de resíduos descartados, a poluição plástica tem se tornado um desafio cada vez maior.

Comércio exterior teve forte declínio com a COVID-19. Foto Tom Fisk/Pexels

CEPAL e Senado realizam webinar sobre propostas globais para recuperação sustentável

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe das Nações Unidas (CEPAL) e o senador Jaques Wagner, presidente da Subcomissão do Grande Impulso para a Sustentabilidade do Senado Federal, realizam na segunda-feira (29) o webinar “Propostas Globais para uma Recuperação Sustentável”.

O objetivo é apresentar propostas para uma recuperação econômica sustentável da crise provocada pela pandemia de COVID-19, que está atingindo fortemente o Brasil e muitos países do mundo.

Foto: EBC

ONU: informais perderam 60% dos rendimentos no 1º mês da pandemia

As Nações Unidas lançaram nessa sexta-feira (19) um documento de políticas públicas que aponta uma perda de 60% dos rendimentos por parte dos trabalhadores e trabalhadoras informais – aqueles que, em geral, não possuem direitos trabalhistas ou proteção social. O dado se refere apenas ao primeiro mês da crise econômica decorrente da pandemia de COVID-19.

O relatório também aponta que centenas de milhões de empregos foram perdidos, destacando medidas a serem adotadas para mitigar os efeitos da crise.

“A pandemia virou ao avesso o mundo do trabalho. Todos os trabalhadores, todos os negócios e todos os cantos do mundo foram afetados”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em uma mensagem em vídeo para o lançamento do documento.

Confira aqui o vídeo e o documento.

Os oceanos estão sendo degradados pelas atividades humanas que afetam a vida selvagem e as comunidades costeiras, além de impactar negativamente a saúde humana e a do planeta. Foto: ONU/Martine Perret

Especialistas e apaixonados pelos mares se reúnem em lives para celebrar Dia Mundial dos Oceanos

Os oceanos estão sendo degradados pelas atividades humanas que afetam a vida selvagem e as comunidades costeiras, além de impactar negativamente a saúde humana e a do planeta.

Para a ocasião do Dia Mundial dos Oceanos, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) realiza lives nesta segunda (8) e na quarta (10) sobre o que fazer para tornar a proteção dos oceanos uma prioridade nas políticas públicas, nas práticas do setor privado e nos hábitos dos indivíduos.

Em mensagem especial em vídeo para o Dia Mundial dos Oceanos (8 de junho), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lembrou que, enquanto o mundo trabalha para acabar com a pandemia e sair melhor do que estávamos, temos uma “oportunidade única e a responsabilidade de corrigir a nossa relação com o meio ambiente, incluindo os mares e os oceanos do mundo”.

ONU: oceanos são pulmões do planeta e maior meio de absorção de carbono

A pandemia da COVID-19 é um forte aviso de como estamos todos interligados – uns com os outros e com a natureza.

Em mensagem especial em vídeo para o Dia Mundial dos Oceanos (8 de junho), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lembrou que, enquanto o mundo trabalha para acabar com a pandemia e sair melhor do que estávamos, temos uma “oportunidade única e a responsabilidade de corrigir a nossa relação com o meio ambiente, incluindo os mares e os oceanos do mundo”.

“Contamos com os oceanos para alimentação, meios de subsistência, transporte e comércio. E, enquanto pulmões do nosso planeta e o seu maior meio de absorção de carbono, os oceanos desempenham um papel vital na regulação do clima global”, explicou Guterres.

Confira aqui o vídeo.

Irving cultiva sua muda em frente a unidade habitacional no abrigo Rondon 2, em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Lucas Novaes

‘Cuidando do meio ambiente cuidamos de nós mesmos’, diz voluntário venezuelano em Roraima

Desde fevereiro, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), em colaboração com a Operação Acolhida e seus parceiros da sociedade civil, promove um projeto-piloto de introdução de áreas verdes em um abrigo para refugiados e migrantes em Boa Vista (RR).

A iniciativa promove ações educativas e de conscientização ambiental por meio do cultivo de hortas, jardins medicinais e árvores no abrigo, que é moradia para 615 venezuelanos.

As alterações climáticas têm implicações graves para a agricultura e a segurança alimentar. Foto: FAO/L. Dematteis

ARTIGO: Dia do Meio Ambiente é oportunidade de reiniciarmos relação com natureza

Em artigo publicado no jornal Correio Brasiliense, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) no Brasil afirmam ser fundamental garantir que os planos de recuperação após a pandemia estejam alinhados à sustentabilidade, com o objetivo de mudar muitos dos atuais padrões insustentáveis de consumo e produção. Leia o artigo completo.

No Brasil, Dia Mundial do Meio Ambiente terá bate-papo com Lenine e curador do Museu do Amanhã

Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente, data que simboliza a oportunidade de repensarmos a nossa relação com a natureza. Com este objetivo, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) se uniu ao Museu do Amanhã para promover encontros virtuais repletos de ideias, trocas e inspirações.

Às 17h, o cantor e ativista ambiental Lenine tocará os clássicos de sua carreira no canal do Youtube do Museu do Amanhã e do PNUMA. Ele irá intercalar músicas e conversas com o curador do Museu do Amanhã, Luiz Alberto Oliveira, abordando questões como a importância da arte e da ciência em tempos de pandemia, e a possível relação, para ele, da criação musical com a criação de orquídeas.

Os alimentos que comemos, o ar que respiramos, a água que bebemos e o clima que torna nosso planeta habitável vêm da natureza. Foto: Casey Horner/Unsplash

Chegou a #HoraDaNatureza e a biodiversidade está em foco neste Dia Mundial do Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, é a principal data das Nações Unidas para promover ações ambientais e sensibilizar a comunidade global sobre a necessidade de proteger o planeta. Criada em 1974, a data cresceu e se tornou uma plataforma global para a divulgação de ações públicas pelo meio ambiente em mais de 100 países.

Neste ano, a Colômbia sediará o Dia Mundial do Meio Ambiente com eventos online e ao vivo transmitidos de Bogotá. Além disso, serão realizados outros eventos e celebrações online pelo mundo. Leia o chamado do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Foto: PNUMA

‘A natureza está nos mandando uma mensagem clara’, diz ONU no Dia do Meio Ambiente

Marcando o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que a Natureza está nos mandando uma “mensagem clara”.

“Estamos afetando o meio ambiente, para nosso próprio prejuízo. A degradação dos habitats e a perda de biodiversidade estão acelerando. As perturbações climáticas estão piorando. Incêndios, inundações e grandes tempestades são mais frequentes e destruidoras. Os oceanos estão ficando mais quentes e ácidos, destruindo os ecossistemas dos corais. E, agora, um novo coronavírus está enfurecido, minando a saúde e meios de subsistência”, afirmou Guterres.

No Dia do Meio Ambiente, ONU-Habitat e Sesc RJ discutem desenvolvimento sustentável pós-pandemia

Para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) e o Sesc RJ promovem evento online na sexta-feira (5) para discutir como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) podem atuar como norteadores do enfrentamento das crises urbanas pós-pandemia de COVID-19.

O evento será transmitido pelo canal do Sesc RJ no Youtube, às 16h. O debate abordará questões ligadas ao direito à cidade e o que podemos esperar para o “novo normal” pós-COVID-19.

Dia Mundial do Meio Ambiente terá bate-papo com Sebastião Salgado e Rosiska Darcy e live com Lenine

Neste ano, o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, simboliza a oportunidade de repensarmos a nossa relação com a natureza. Com este objetivo, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) se une ao Museu do Amanhã para promover dois eventos virtuais repletos de ideias, trocas e inspirações nos dias 4 e 5 de junho.

O bate-papo “Hora da Natureza: reflexões sobre o amanhã” reunirá Rosiska Darcy, Sebastião Salgado e Fábio Scarano para uma conversa de alto nível sobre meio ambiente, ser humano e os futuros possíveis que desejamos construir. A live será transmitida pelo You Tube das duas organizações na quinta-feira (4), às 16 horas.

Quatro ODSs são chave para recuperação sustentável no pós-COVID

A pandemia do coronavírus mostrou que os avanços na luta contra a pobreza e a fome e a busca pela saúde e pelo bem-estar podem ser prejudicados, caso a comunidade global não enfrente as ameaças ambientais que comprometem os sistemas – e que permitem que a humanidade e o planeta sobrevivam e prosperem.

Só é possível ter recuperação e desenvolvimento sustentável duradouros quando as respostas, os planos e as políticas ambientais recebem a devida importância. À medida que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) se une à comunidade internacional, mobilizando respostas imediatas às áreas da saúde, economia e segurança, quatro Objetivos de Desenvolvimento Sustentável serão vitais para a recuperação sustentável – Ação Contra a Mudança Global do Clima, Vida Terrestre, Vida na Água e Consumo e Produção Responsáveis.

Dia Mundial do Meio Ambiente: PNUMA promove reflexões virtuais para estimular ações reais

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, vamos nos unir virtualmente e marcar a semana do 5 de junho com uma série de atividades para estimular reflexões sobre o momento atual, destacar a interdependência entre a saúde humana e a saúde do planeta e buscar entendimentos sobre como construir um mundo melhor no pós-pandemia – #PelaNatureza.

O Programa das Nações Unidos para o Meio Ambiente (PNUMA) preparou diversas atividades que serão transmitidas pelas redes sociais. O objetivo, segundo a representante do PNUMA no Brasil, Denise Hamú, é utilizar esse momento complexo e difícil que a pandemia nos impôs para repensarmos nossas ações em relação ao meio ambiente.

Usina de energia eólica. Foto: Flickr (CC)/Alex Abian

CEPAL apresenta casos de investimentos transformadores para uma economia sustentável

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) das Nações Unidas vem desenvolvendo o Big Push para a Sustentabilidade, uma abordagem renovada para apoiar os países da região na construção de estilos de desenvolvimento mais sustentáveis, baseada na coordenação de políticas para promover investimentos transformadores.

Por meio de chamada aberta, a iniciativa recebeu 131 estudos de casos de investimentos para o desenvolvimento sustentável no país. Houve uma grande diversidade de setores, pluralidade de atores, heterogeneidade de regiões e variedade de iniciativas entre os estudos enviados.

Em São Paulo e Rio de Janeiro, adolescentes e jovens das periferias discutem desafios, impactos e discriminações em relação aos seus direitos à cidade, especialmente em tempos de pandemia. Foto: pixabay/Alexandra Koch

Reconstruir melhor no pós-pandemia demanda respeito ao direito das futuras gerações

Atualmente, os jovens estão muito à frente nos esforços de proteger o planeta se comparados às gerações anteriores. Eles viram em primeira mão os impactos gerados por uma crise realmente global. Para os que já estavam preocupados com a crise climática, a pandemia pode ter fortalecido sua determinação em transformar o planeta para melhor. A expectativa é do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Projeto apoia agricultores familiares durante pandemia da COVID-19 em Sergipe

Em Sergipe, agricultores familiares de 15 municípios com Índice de Desenvolvimento Humano muito baixo ​contam com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para superar as dificuldades econômicas geradas pela pandemia da COVID-19.

Durante as medidas de isolamento social, o projeto “Dom Távora” – financiado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) – está se adaptando para seguir fornecendo apoio consultivo e de capacitação a pequenos agricultores familiares que não podem interromper suas atividades, uma vez que são essenciais para garantir a segurança alimentar na região.

Agricultor da Aldeia Marcação Kiriri, comunidade alcançada pelo Projeto Pró-Semiárido, financiado pelo FIDA. Foto: Lianne Milton/Panos/FIDA.

FIDA investirá US$554 milhões na recuperação da agricultura familiar de América Latina e Caribe

O Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), agência das Nações Unidas para o desenvolvimento rural, destinará 554 milhões de dólares para apoiar a agricultura familiar na América Latina e no Caribe durante a crise de COVID-19 e contribuir para sua recuperação e modernização diante dos impactos da pandemia.

O objetivo fundamental das operações do FIDA, tanto em andamento quanto em fase de projeto, será permitir que agricultores e famílias rurais recuperem sua atividade econômica o mais rápido possível.

Publicação de OMS e ONU-Habitat coloca a saúde no centro das decisões de planejamento urbano. Foto: UNsplash

Concentração global de CO2 bate recorde mesmo durante crise da COVID-19

Embora seja verdade que o tráfego veicular e aéreo, bem como a atividade industrial, tenham sido drasticamente reduzidos na maior parte do mundo desde janeiro de 2020, esse não é o caso do consumo de eletricidade. De acordo com o Panorama Energético Mundial 2019, 64% das fontes globais de energia elétrica provêm de combustíveis fósseis (carvão: 38%, gás: 23%, petróleo: 3%). Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Foto: Flickr (CC) / Dams999

ARTIGO: Pagamento por serviços ambientais

Em artigo publicado no jornal Correio Braziliense, a representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Katyna Argueta, elogia projeto assinado pelo governo brasileiro que prevê remunerar quem preservar a floresta Amazônica por meio de compensação por serviços ambientais.

“Os ‘serviços’ podem incluir a proteção de bacias hidrográficas, a conservação da biodiversidade, a promoção do estoque de dióxido de carbono por meio, por exemplo, do replantio de árvores, da manutenção da floresta em pé ou do uso de diferentes técnicas agrícolas.” Leia o artigo completo.

Na agricultura intensiva, animais são criados em ambientes pequenos e densos, e têm diversidade genética limitada, o que os torna mais suscetíveis a doenças. Foto: OPAS

Invasão de habitats naturais intensifica surgimento de zoonoses, diz especialista

Em entrevista ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o especialista ugandês Bernard Bett, que lidera pesquisas sobre doenças infecciosas negligenciadas e emergentes, afirma que as zoonoses estão mais frequentes no mundo. Isso ocorre devido à invasão de habitats naturais, à urbanização e ao desenvolvimento socioeconômico, que impõe práticas como a agricultura intensiva.

“Quando as pessoas degradam os habitats da vida selvagem ou estabelecem seus próprios assentamentos em algumas áreas, elas se tornam parte do ecossistema e do ciclo selvático – o ciclo de transmissão viral que ocorre entre os animais nas florestas.” Leia a entrevista completa.

O Dia da Terra é mais importante do que nunca

O Dia da Terra é um lembrete oportuno para tomar medidas urgentes para proteger o planeta do aquecimento global e garantir um futuro digno e saudável, diz o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Enfrentar a pandemia da COVID-19 e proteger a população das futuras ameaças globais requer o gerenciamento correto de resíduos médicos e químicos, a administração consistente e global da natureza e da biodiversidade, e o comprometimento com a reconstrução da sociedade, criando empregos verdes e facilitando a transição para uma economia neutra em carbono.