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O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 10 diz: “Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 10 diz: “Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods10 e notícias sobre o tema abaixo.

Representante do UNFPA no Brasil, Astrid Bant, em recente visita a Manaus para conhecer trabalho de assistência humanitária a pessoas refugiadas e migrantes. Foto: UNFPA

Fundo de População da ONU mobiliza R$467 mil para enfrentamento da COVID-19 no Brasil

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil está mobilizando 90,3 mil dólares, ou aproximadamente 467,2 mil reais, de recursos próprios em ações de curto e médio prazo para enfrentamento à pandemia de COVID-19.

O foco é nas populações mais vulneráveis, no apoio aos serviços de saúde sexual e reprodutiva e prevenção da violência contra a mulher. Os recursos também serão direcionados a fomentar análises do impacto da doença em termos populacionais.

Mais de 1,5 bilhão de estudantes em 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à COVID-19. Foto: UNESCO

ARTIGO: A experiência internacional com os impactos da COVID-19 na educação

Em meio à pandemia de COVID-19, a principal atenção está nos desafios impostos aos sistemas de saúde, mas os sistemas de educação também são diretamente afetados. Em pouco mais de três semanas, cerca de 1,5 bilhão de estudantes em pelo menos 174 países ficaram fora da escola em todo o mundo.

No Brasil, todas as escolas estão temporariamente fechadas e provavelmente continuarão assim por algum tempo. Como podemos aprender com as experiências de como os outros países estão lidando com isso?

Leia artigo publicado na Folha de S.Paulo pelo coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, que já trabalhou para a instituição na Ásia e na África.

ARTIGO: Protegendo parteiras para manter mulheres e bebês seguros em meio à pandemia da COVID-19

Em artigo, a diretora executiva do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Dra. Natália Kanem, afirma que parteiras e enfermeiras obstétricas desempenham um papel fundamental na resposta a emergências de saúde públicas como a COVID-19.

“Elas são essenciais para que os sistemas de saúde estejam fortes e resilientes para sobreviver ao coronavírus. É imperativo não comprometer serviços de saúde sexual e reprodutiva ao desviar parteiras para servir como pessoal de emergência”. Leia o artigo na íntegra.

Marta Vieira da Silva, embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Conheça as histórias de duas meninas que participam do projeto ‘Uma Vitória Leva à Outra’

Em fevereiro, antes que medidas de contenção do coronavírus fossem implementadas, meninas do projeto “Uma Vitória Leva à Outra”, da ONU Mulheres e do Comitê Olímpico Internacional, conheceram a estrela do futebol internacional e embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres, Marta Vieira da Silva. O programa oferece sessões semanais de prática esportiva e de habilidades de vida para adolescentes brasileiras.

Agora confinadas em suas casas devido à crise do novo coronavírus, as meninas reconhecem mais do que nunca a importância das mensagens de esperança ouvidas no encontro com a jogadora. Conheça a história de duas jovens que participam do projeto “Uma Vitória Leva à Outra”.

ARTIGO: Vírus expõe desigualdades gritantes entre ricos e pobres

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima, demonstra preocupação com o impacto da COVID-19 na África e nas pessoas vivendo com HIV/Aids. Ela afirma que a falta de investimento nos sistemas de saúde, as dívidas crescentes e a enorme sonegação de impostos corporativos, deixaram o continente mal preparado para enfrentar esta emergência.

“Os custos para acessar os serviços de saúde negam às pessoas comuns o direito à saúde. Este é o momento de acabar com estes custos. Os países ricos estão injetando bilhões de dólares em suas próprias economias e sistemas de seguridade social para manter pessoas e empresas em atividade, mas haverá um enorme apoio financeiro internacional coordenado para os países em desenvolvimento combaterem a COVID-19? Ou estamos nisso juntos ou ninguém está seguro. Nada além de uma resposta global derrotará esse vírus agressivo”. Leia o artigo completo.

Pandemia do novo coronavírus afeta, em particular, as trabalhadoras informais e domésticas, porque as quarentenas reduzem consideravelmente a demanda por esses serviços. Foto: ONU Mulheres.

ONU Mulheres checa ações governamentais para inclusão da perspectiva de gênero na resposta à COVID-19

Em geral, situações em que o movimento de pessoas é restringido por qualquer motivo faz com que a violência contra as mulheres aumente. O que os governos estão fazendo para garantir que as mulheres tenham acesso a recursos, linhas diretas e abrigos?

Em artigo, diretora-executiva adjunta da ONU Mulheres, Åsa Regnér, elenca dez perguntas para que governos identifiquem lacunas de gênero e definam ações para assegurar os direitos das mulheres na resposta à pandemia de COVID-19.

Economista sênior da OIT alerta para vulnerabilidade de trabalhadores informais e freelancers em meio à pandemia da COVID-19. Foto: pixabay/rottonara

OIT: COVID-19 causa perdas devastadoras de empregos e horas de trabalho no mundo

Globalmente, prevê-se que a crise da COVID-19 faça desaparecer 6,7% das horas de trabalho no segundo trimestre de 2020, o que equivale a 195 milhões de trabalhadores em tempo integral no mundo.

“Os trabalhadores e as empresas enfrentam uma catástrofe, tanto nas economias desenvolvidas quanto nas em desenvolvimento”, disse o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder. “Temos que agir rápido, decisivamente e juntos. Medidas corretas e urgentes podem fazer a diferença entre a sobrevivência e o colapso.”

Ame Digital arrecada doações para o UNICEF

A Ame Digital acaba de fechar parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para expandir a arrecadação de recursos, que serão revertidos em doações e projetos voltados a comunidades em vulnerabilidade – as mais impactadas pela COVID-19. A Ame dará 50% de recompensa para quem doar pelo aplicativo.

Os valores serão destinados ao fornecimento de suprimentos médicos, de saneamento e higiene para lugares e populações em situação crítica, e para o apoio a projetos que mitiguem o impacto desta crise na vida de crianças e adolescentes.

Foto: ACNUR/Martim-Gray-Pereira

Equidade e igualdade racial devem orientar ação dos Estados na resposta à COVID-19

Especialistas em direitos humanos das Nações Unidas disseram em comunicado divulgado nesta segunda-feira (6) que a discriminação estrutural pode exacerbar a desigualdade no acesso a cuidados de saúde e tratamento para a COVID-19, levando a disparidades raciais nos resultados de saúde e aumento da mortalidade e morbidade entre afrodescendentes.

Um número desproporcional de pessoas de ascendência africana trabalha em indústrias de serviços, vive em comunidades densamente povoadas, enfrenta insegurança alimentar e falta d’água e muitas vezes não tem acesso a moradias seguras.

O suprimento limitado de luvas, máscaras, respiradores, óculos de proteção e aventais pode levar a uma onda de infecções evitáveis entre os profissionais de saúde, disse a diretora da OPAS. Foto: pixabay/OrnaW

CEPAL: integração regional é crucial para enfrentar pandemia de COVID-19

De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), para tratar a emergência sanitária é imperativo aplicar imediatamente e de maneira eficiente as medidas de contenção sugeridas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), fortalecer os sistemas de saúde e garantir o acesso universal a exames e medicamentos.

Para tratar a emergência social são necessárias medidas de proteção de renda para os grupos mais vulneráveis, medidas de proteção do emprego, como os benefícios de desemprego e renda básica de emergência, e medidas de apoio às pequenas e médias empresas (PMEs) e aos trabalhadores autônomos.

Jovens participam de vídeos sobre novo coronavírus - Foto: Pexels

KondZilla e UNICEF respondem dúvidas de saúde dos jovens de favelas em meio à pandemia

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Portal KondZilla, está promovendo uma série de vídeos para apresentar problemas dos adolescentes e jovens de favelas durante a quarentena, trazendo especialistas para responder as dúvidas em relação ao novo coronavírus, causador da Covid-19.

A série tem vídeos com a chefe de Saúde do UNICEF no Brasil, Cristina Albuquerque, respondendo as dúvidas voltadas a saúde da família, junto com o psicólogo convidado Lucas Veiga, respondendo as questões sobre saúde mental dos jovens e adolescentes durante o período de distanciamento social.

UNICEF lança programa de voluntariado jovem online para enfrentar as fake news sobre a COVID-19

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) abre o processo seletivo para o seu programa de voluntariado online. Adolescentes e jovens entre 16 e 21 anos serão selecionados para participar da iniciativa, que terá início em abril e se prolongará durante o resto do ano. Interessados devem responder ao formulário de inscrição até o dia 9 de abril.

O grupo será capacitado com informação e metodologias para atuar digitalmente – neste momento de isolamento social – e também presencialmente em suas comunidades, quando terminarem as restrições de contato. O programa pretende formar 500 adolescentes e jovens até dezembro e criar uma comunidade de pessoas engajadas com os direitos das crianças e adolescentes em todo o país.

União é imprescindível para vencer os desafios da pandemia do novo coronavírus - Foto: Gerd Altmann/Pixabay

ARTIGO: Todos na luta contra uma pandemia sem precedentes

Apenas trabalhando em conjunto o mundo poderá enfrentar as consequências devastadoras da COVID-19, afirma o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em artigo de opinião publicado em jornais de todo o mundo. 

Ele defende testagem e identificação de contatos, quarentenas, tratamentos e medidas de segurança para equipes médicas, combinadas com a restrição de movimento e de contatos até que apareçam terapias e vacinas.

ONU-HABITAT lista 5 ações que promovem cidades mais inclusivas e seguras para mulheres

Diante da urgência de alcançar a igualdade de gênero, o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT) listou iniciativas implementadas pela organização e parceiros com o objetivo de transformar a realidade das mulheres nas cidades brasileiras.

Os projetos são realizados em Rio de Janeiro, Alagoas, Pernambuco, Piauí e Minas Gerais, envolvendo temas de inclusão social, moradia adequada e uso misto do solo, resiliência urbana, espaços públicos e mobilidade urbana.

OIT pede políticas rápidas e coordenadas para reduzir impactos da COVID-19 sobre os trabalhadores

As perspectivas para a economia e para a quantidade e a qualidade do emprego estão se deteriorando rapidamente frente ao avanço da pandemia do novo coronavírus, disse a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Embora as previsões atualizadas variem consideravelmente, e em sua maioria subestimem a situação, todas apontam para um impacto negativo e significativo na economia mundial, pelo menos no primeiro semestre de 2020.

A organização pede respostas políticas rápidas e coordenadas em nível nacional e global, com forte liderança multilateral, para limitar os efeitos diretos de saúde da COVID-19 sobre as(os) trabalhadoras(es) e suas famílias.

A relatora especial da ONU sobre direito à moradia adequada, Leilani Farha, disse que a pandemia mostrou que a crise mundial da habitação pode ser resolvida. Foto: EBC

ONU-HABITAT lembra importância dos governos locais e regionais no enfrentamento à COVID-19

Mais de 20 representantes de governos, parceiros locais e regionais reuniram-se virtualmente no fim de março (26) com representantes da sociedade civil e das Nações Unidas para trocar experiências sobre a resposta à pandemia da COVID-19.

A reunião virtual teve como objetivo lançar seminários online convocados conjuntamente pelas redes de cidades CGLU e Metropolis e o ONU-HABITAT para facilitar o intercâmbio de ideias entre governos locais e regionais.

COVID-19: Prevenção e inclusão devem estar no centro da resposta para refugiados, diz ACNUR

Ann Burton, chefe da Seção de Saúde Pública do ACNUR, destaca os perigos que o novo coronavírus representa para refugiados e pessoas deslocadas, e descreve como o ACNUR está trabalhando para diminuir sua propagação, reduzir seu impacto e salvar vidas.

A maioria dos 25,9 milhões de refugiados do mundo vive em países em desenvolvimento, onde as unidades de terapia intensiva costumam ter menos leitos e menos ventiladores. A especialista afirma que a prevenção e a inclusão devem estar no centro da resposta para as pessoas deslocadas.

Endividamento privado pode ser causa de violação de direitos humanos, aponta relator da ONU. Foto: Pixabay

Dívidas são causa e consequência frequentes de violações dos direitos humanos, diz especialista da ONU

O endividamento privado de indivíduos e famílias não deve ser usado para substituir os deveres dos Estados com os direitos humanos e para compensar as falhas colossais dos governos em garantir direitos econômicos, sociais e culturais para todos. A afirmação é do especialista independente da ONU em dívida externa e direitos humanos, Juan Pablo Bohoslavsky.

Como moradia, saúde, educação e até justiça não são consideradas direitos, mas bens que podem ser comprados, muitas pessoas não têm escolha a não ser recorrer a dívidas para ter acesso a esses direitos, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos, disse o especialista.

Angelina Jolie participou da conferência anual em memória a Sérgio Vieira de Mello. Foto: ACNUR/Mark Henley

ARTIGO: Fechar escolas desestabilizou vida de crianças; como podemos ajudá-las a continuar aprendendo

A pandemia da COVID-19 fechou escolas em 165 países, deixando 87% de todos os alunos do mundo sem aulas. A reposta para isto é o ensino  online mas nem todas as crianças têm acesso a tecnologia necessária para o aprendizado remoto.

A Coalizão Global pela Educação estimula a adoção de soluções práticas, que podem incluir alternativas como rádio e TV. É o que explicam Angelina Jolie, enviada especial da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), e Audrey Azoulay, diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em artigo publicado na revista ‘Time’ nesta semana.

Mototaxistas descansam em Monróvia, na Libéria. Foto: PNUD/Morgana Wingard

COVID-19: Crise iminente em países em desenvolvimento ameaça devastar a economia e aumentar a desigualdade

A crescente crise da COVID-19 ameaça atingir países em desenvolvimento de forma desproporcional, não apenas como uma crise de saúde no curto prazo, mas também como devastadora crise social e econômica ao longo dos próximos meses e anos.

Nesse cenário, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está trabalhando no apoio aos sistemas de saúde de países como Bósnia e Herzegovina, China, Djibuti, El Salvador, Eritreia, Irã, Quirguistão, Madagascar, Nigéria, Paraguai, Panamá, Sérvia, Ucrânia e Vietnã.

Uma avaliação inicial sobre impacto da COVID-19 no mundo trabalho global indica que os efeitos serão de grande alcance, levando milhões de pessoas ao desemprego, ao subemprego e à pobreza no trabalho. Foto: pixabay/geralt

Economia global deve encolher quase 1% este ano devido à pandemia do coronavírus

A economia global deve encolher quase 1% este ano devido à pandemia da COVID-19, e a produção mundial poderá recuar ainda mais se as restrições impostas às atividades econômicas se estenderem para o terceiro trimestre e se as respostas fiscais falharem em apoiar renda e gastos do consumidor.

A conclusão é de um novo relatório divulgado nesta quarta-feira (1) pelo Departamento das Nações Unidas para Assuntos Econômicos e Sociais (DESA, na sigla em inglês).

Segundo o documento, um pacote de estímulo fiscal bem elaborado, priorizando os gastos em saúde para conter a propagação do vírus e fornecendo suporte de renda às famílias mais afetadas pela pandemia, ajudaria a minimizar a probabilidade de uma recessão econômica profunda.

61,2% das pessoas empregadas do mundo estão em empregos informais. Foto: Omotayo Tajudeen/Pexels

COVID-19 destaca as desigualdades com crueldade e ameaça aprofundá-las, diz OIT

A pandemia da COVID-19 está exacerbando as desigualdades já existentes, desde o risco de ser infectado pelo vírus, até a chance de manter-se vivo ou lidar com as dramáticas consequências econômicas. As respostas políticas devem garantir que o apoio chegue às trabalhadoras, aos trabalhadores e às empresas que mais precisam.

Em todo o mundo, 61,2% das pessoas empregadas estão em trabalhos informais e, portanto, mais propensas a enfrentar maior exposição a riscos de saúde e de segurança. As micro e pequenas empresas informais, que constituem 80% das empresas em todo o mundo, geralmente estão fora do alcance das políticas públicas. Leia a análise completa do economista da OIT, Patrick Belser.

ONU lança plano para ‘derrotar o vírus e construir um mundo melhor’

Para combater as devastadoras dimensões socioeconômicas da crise da COVID-19, o chefe da ONU se concentrou nos mais vulneráveis, elaborando políticas que, entre outras coisas, apoiam o fornecimento de seguro de saúde e desemprego e proteções sociais, além de fortalecer as empresas para evitar falências e perdas de empregos.

O alívio de dívidas soberanas também deve ser uma prioridade, disse António Guterres, observando que a ONU está “totalmente mobilizada” e está estabelecendo um novo Fundo Fiduciário para a Resposta e Recuperação frente à COVID-19, formado por múltiplos parceiros, para responder à emergência e promover a recuperação após o choque socioeconômico.

“Quando superarmos esta crise, o que acontecerá, teremos uma escolha”, disse. “Podemos voltar ao mundo como era antes ou lidar de maneira decisiva com os problemas que nos tornam desnecessariamente vulneráveis ​​a crises.”

Senerita Pouvi, 9 anos, é vacinada contra o sarampo na vila de Leauvaa, em Samoa, como parte de uma campanha nacional de vacinação apoiada pelo UNICEF. Foto: Stephen/UNICEF

ARTIGO: UNICEF se compromete a garantir suprimento de vacinas nos países que mais precisam

A diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, afirma que a organização está comprometida a apoiar as necessidades básicas de saúde e imunização nos países mais afetados, mas mostra preocupação com o avanço da pandemia da COVID-19 – que poderá interromper serviços vitais, incluindo a imunização.

“Estamos trabalhando duro para garantir que os suprimentos adequados de vacinas estejam disponíveis nos países que precisam deles. Também estamos oferecendo maior apoio aos governos para continuar o fornecimento de vacinas durante essa pandemia”.

Phumzile Mlambo-Ngcuka, vice-secretária geral da ONU e diretora executiva da ONU Mulheres. Foto: Rick Bajornas (ONU)

ARTIGO: COVID-19 oferece oportunidades de corrigir as desigualdades na vida das mulheres

Em artigo, a subsecretária-geral da ONU e diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, afirma que a COVID-19 oferece uma oportunidade de ação radical e positiva para corrigir as desigualdades de longa data em várias áreas da vida das mulheres.

“Há espaço não apenas para resistência, mas recuperação e crescimento. Peço aos governos e a todos os outros prestadores e prestadoras de serviços, incluindo o setor privado, que aproveitem a oportunidade para planejar sua resposta à COVID-19 como nunca fizeram antes – e que levem em consideração a perspectiva de gênero, construindo proativamente conhecimentos de gênero em equipes de resposta”.

Nicaraguenses fogem para Costa Rica em busca de proteção internacional. Foto: ACNUR/Daniel Dreifuss

Após dois anos de crise, mais de 100 mil pessoas fugiram da Nicarágua

Ao longo dos últimos dois anos, mais de 100 mil pessoas na Nicarágua procuraram asilo em outros países, buscando fugir de perseguições e violações de direitos humanos. A informação é do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

“Sérias crises políticas e sociais no país têm incentivado estudantes, defensores de direitos humanos, jornalistas e fazendeiros nicaraguenses a fugir do país, numa média de 4 mil pessoas a cada mês”, disse durante coletiva a jornalistas o porta-voz do ACNUR Shabia Mantoo, no Palácio das Nações em Genebra. Sem resolução à vista, a agência espera que esse número cresça ainda mais.

Os recursos serão direcionados à Estratégia de Resposta da OPAS, alinhada à da Organização Mundial de Saúde (OMS), que tem o objetivo de salvar vidas e desacelerar a transmissão do novo coronavírus. Foto: pixabay/pasja1000

Comunidade online reúne informações sobre proteção social em tempos de novo coronavírus

Como os programas de proteção social podem ajudar a atenuar a perda de renda, especialmente entre as pessoas que já ocupavam empregos precários? Como a proteção social pode ajudar quem tem mais chances de ficar seriamente doente devido à COVID-19, como os idosos?

Interessadas e interessados nessas questões estão convidados a acessar a Comunidade Online na plataforma socialprotection.org e compartilhar suas reflexões e materiais relevantes sobre esses temas. Saiba como participar.

Diretora executiva do UNFPA, dra. Natália Kanem. Foto: Lauren Anders Brown/UNFPA

ARTIGO: Precisamos garantir as necessidades de mulheres e meninas enquanto lutamos contra a COVID-19

Em artigo, a diretora-executiva do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Dra. Natalia Kanem, afirma que a cada dia que passa, a escalada da crise da COVID-19 e suas consequências vão ficando ainda mais aparentes e alarmantes.

“Nós não devemos esquecer que há pessoas que estão sobre grande risco em consequência da crise: As mulheres grávidas, que precisam de atendimento pré-natal, mas estão incertas se é ou não seguro ir à clínica. As mulheres em relacionamentos abusivos presas em casa por não conseguir vislumbrar um futuro e temendo por sua segurança. As dez milhares de pessoas em campos refugiados, que estão contando os dias até a chegada do coronavírus, e aquelas para as quais o distanciamento social simplesmente não é uma opção. As pessoas idosas, muitas das quais estão presas no isolamento, estão famintas por interação social e estão particularmente vulneráveis a ficarem seriamente doentes”.

Tabuleiro do jogo Viva os ODS. Foto: ONU

Enfrente a quarentena da COVID-19 com o jogo dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Em tempos de quarentena da COVID-19, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) tem uma dica para distrair as crianças dentro de casa: o jogo “Viva os Objetivos”, que explica tudo sobre a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O material está disponível gratuitamente para download em português e é destinado para crianças de 8 a 10 anos, podendo entreter a família toda.

De forma lúdica e didática, o jogo de tabuleiro apresenta perguntas para os principais desafios enfrentados para transformar a Terra num planeta mais sustentável.

Moradores da favela da Babilônia, no Rio de Janeiro. Foto: ONU/Evan Schneider

ARTIGO: Novos números mostram por que é crucial proteger os mais pobres na crise da COVID-19

Em artigo publicado na Folha de S.Paulo, o coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, afirma que, no país, à medida que os decisores políticos se debruçam sobre formas de mitigar os custos econômicos e sociais da atual crise da COVID-19, é muito importante tomar em conta a situação já debilitada dos 40% mais pobres do Brasil.

“Sem ter se recuperado completamente da crise de 2014/16, muitas famílias já esgotaram seus recursos e passam por dificuldades. Mas também existem lições importantes que foram aprendidas e podem ser usadas daqui para frente.” Leia o artigo completo.

Apelo para arrecadar recursos visa proteger crianças e adolescentes mais vulneráveis. Foto: Hiller/UNICEF

UNICEF lança campanha para arrecadar R$ 10 milhões para enfrentar o coronavírus no Brasil

O UNICEF lançou, nesta quarta-feira (25), um apelo preliminar de R$ 10 milhões como resposta imediata à crise do coronavírus no Brasil. A campanha de captação de recursos tem como objetivo mitigar os impactos do coronavírus na vida de crianças e adolescentes mais vulneráveis.

Esta campanha faz parte de um apelo coordenado globalmente pelas Nações Unidas para arrecadar US$ 2 bilhões para combater a COVID-19 em 51 países. Os recursos serão usados para proteger, em especial, os mais vulneráveis.

Mulheres estão na linha de frente do combate ao COVID-19 ao redor do mundo. Foto: UNFPA

Mulheres podem sofrer mais violência durante pandemias, alerta UNFPA

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) publicou o documento “Um olhar para gênero” para alertar sobre a necessidade de proteger meninas e mulheres durante a pandemia da COVID-19, através de um olhar segmentado.

Como os sistemas que protegem mulheres e meninas, incluindo estruturas comunitárias, podem enfraquecer ou quebrar, medidas específicas devem ser implementadas para proteger mulheres e meninas do risco de violência por parceiro íntimo com a dinâmica imposta pela COVID-19.

Saúde, direitos sexuais e reprodutivos são questões significativas de saúde pública que requerem muita atenção durante pandemias.

Plano de Resposta Humanitária Global do COVID-19 será coordenado pelo Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) e depende de abordagem global - Foto: Gerd Altmann/Pixabay

ONU lança plano de resposta humanitária: abordagem global é a única maneira de lutar contra COVID-19

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lançou nesta quarta-feira (25) um plano de resposta humanitária global de 2 bilhões de dólares para lutar contra a COVID-19 nos países mais vulneráveis, numa proposta para proteger milhões de pessoas e reduzir a disseminação do vírus no mundo. O plano contempla 51 países de América do Sul, África, Oriente Médio e Ásia.

A COVID-19 já matou mais de 16 mil pessoas em todo o mundo e há aproximadamente 400 mil casos registrados.

O plano de resposta será implementado pelas agências da ONU, com Organizações Não Governamentais (ONGs) internacionais e consórcios de ONGs tendo um papel direto na resposta.

O plano prevê o envio de equipamentos para testes e suprimentos médicos, instalação de  estações para lavagem das mãos em acampamentos e assentamentos, campanhas de informação pública e pontes aéreas para levar trabalhadores e insumos na América Latina, África e Ásia.

Leguminosas garantem alimentação saudável para crianças em idade escolar - Foto: StockSnap/Pixabay

Programa Mundial de Alimentos recomenda inclusão de leguminosas na dieta infantil

O feijão é talvez a mais famosa leguminosa no cardápio brasileiro. Mas esse grupo de alimentos tem outros integrantes que também contribuem para uma dieta saudável, especialmente para crianças em idade escolar. Grão-de-bico, lentilha, ervilha e fava são exemplos de outras leguminosas que podem ser transformadas em pratos deliciosos, além de nutritivos. A recomendação é do Programa Mundial de Alimentos (WFP).

Através dos programas de alimentação escolar, o Programa orienta a inclusão de leguminosas nos cardápios, em combinação com grãos, legumes, proteínas, folhas e minerais.

Conheça os benefícios desse grupo de alimentos.

Parceria entre UNICEF e MPT visa superar todas as formas de violência contra crianças e adolescentes na região. Foto: Mélanie Layet/UNICEF

UNICEF: 7 municípios de SP aderem a iniciativa de proteção de crianças e adolescentes contra violência

Os municípios de Cananeia, Ilha Comprida, Iguape, Itanhaém, Peruíbe, Mongaguá e Praia Grande, do litoral da Baixada Santista e do Vale do Ribeira (SP), acabam de aderir ao projeto “Protegendo as crianças e os adolescentes do Litoral Sul de São Paulo”, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT).

O projeto desenvolverá diferentes ações integradas a fim de prevenir e enfrentar todas as formas de violência contra crianças e adolescentes na região.

Publicação do UNAIDS pede zero discriminação contra mulheres e meninas - Foto: reprodução

Em Dia Mundial de Zero Discriminação, UNAIDS defende igualdade de mulheres e meninas

O UNAIDS desafiou a discriminação enfrentada por mulheres e meninas no Dia Mundial de Zero Discriminação 2020, lembrado em 1º de março. O objetivo é conscientizar e mobilizar ações para a promoção da igualdade e do empoderamento de mulheres e meninas em todo o mundo. A AIDS continua sendo a maior causa de morte de mulheres entre 15 e 49 anos.

A diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, lembrou que o esforço para vencer a AIDS é inseparável da luta pelos direitos das mulheres e da luta contra todas as formas de discriminação.

ONU: “Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão”

ONU: ‘Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão’

Em uma mensagem em vídeo, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, marca nesta semana o Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão, lembrado anualmente a cada 25 de março.

Ele pediu que todos se manifestem contra todas as formas de racismo e manifestações de comportamento racista: “Precisamos, urgentemente, desmantelar as estruturas racistas e reformar as instituições racistas. Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão.”