Arquivo da tag: Erradicação da pobreza

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 1 diz: “Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 1 diz: “Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods1 e notícias sobre o tema abaixo.

A crise do COVID-19 terá efeitos econômicos diretos nos sistemas de saúde da América Latina e do Caribe e nas taxas de mortalidade. Foto: pixabay/OrnaW

CEPAL: integração regional é crucial para enfrentar pandemia de COVID-19

De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), para tratar a emergência sanitária é imperativo aplicar imediatamente e de maneira eficiente as medidas de contenção sugeridas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), fortalecer os sistemas de saúde e garantir o acesso universal a exames e medicamentos.

Para tratar a emergência social são necessárias medidas de proteção de renda para os grupos mais vulneráveis, medidas de proteção do emprego, como os benefícios de desemprego e renda básica de emergência, e medidas de apoio às pequenas e médias empresas (PMEs) e aos trabalhadores autônomos.

Banco Mundial aprova projetos de emergência para enfrentar os impactos do coronavírus

O Banco Mundial aprovou a realização de projetos de emergência para ajudar 25 países em todo o mundo em desenvolvimento. Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Argentina, Equador, Haiti e Paraguai serão os primeiros países a receber recursos para minimizar a perda de vidas, fortalecer os sistemas de saúde e reduzir o impacto econômico da pandemia.

A instituição anunciou que se prepara para liberar US$ 160 bilhões ao longo dos próximos 15 meses com o objetivo de proteger os pobres e vulneráveis, apoiar as empresas e reforçar a recuperação econômica.

ONU-HABITAT lista 5 ações que promovem cidades mais inclusivas e seguras para mulheres

Diante da urgência de alcançar a igualdade de gênero, o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT) listou iniciativas implementadas pela organização e parceiros com o objetivo de transformar a realidade das mulheres nas cidades brasileiras.

Os projetos são realizados em Rio de Janeiro, Alagoas, Pernambuco, Piauí e Minas Gerais, envolvendo temas de inclusão social, moradia adequada e uso misto do solo, resiliência urbana, espaços públicos e mobilidade urbana.

OIT pede políticas rápidas e coordenadas para reduzir impactos da COVID-19 sobre os trabalhadores

As perspectivas para a economia e para a quantidade e a qualidade do emprego estão se deteriorando rapidamente frente ao avanço da pandemia do novo coronavírus, disse a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Embora as previsões atualizadas variem consideravelmente, e em sua maioria subestimem a situação, todas apontam para um impacto negativo e significativo na economia mundial, pelo menos no primeiro semestre de 2020.

A organização pede respostas políticas rápidas e coordenadas em nível nacional e global, com forte liderança multilateral, para limitar os efeitos diretos de saúde da COVID-19 sobre as(os) trabalhadoras(es) e suas famílias.

A relatora especial da ONU sobre direito à moradia adequada, Leilani Farha, disse que a pandemia mostrou que a crise mundial da habitação pode ser resolvida. Foto: EBC

ONU-HABITAT lembra importância dos governos locais e regionais no enfrentamento à COVID-19

Mais de 20 representantes de governos, parceiros locais e regionais reuniram-se virtualmente no fim de março (26) com representantes da sociedade civil e das Nações Unidas para trocar experiências sobre a resposta à pandemia da COVID-19.

A reunião virtual teve como objetivo lançar seminários online convocados conjuntamente pelas redes de cidades CGLU e Metropolis e o ONU-HABITAT para facilitar o intercâmbio de ideias entre governos locais e regionais.

Endividamento privado pode ser causa de violação de direitos humanos, aponta relator da ONU. Foto: Pixabay

Dívidas são causa e consequência frequentes de violações dos direitos humanos, diz especialista da ONU

O endividamento privado de indivíduos e famílias não deve ser usado para substituir os deveres dos Estados com os direitos humanos e para compensar as falhas colossais dos governos em garantir direitos econômicos, sociais e culturais para todos. A afirmação é do especialista independente da ONU em dívida externa e direitos humanos, Juan Pablo Bohoslavsky.

Como moradia, saúde, educação e até justiça não são consideradas direitos, mas bens que podem ser comprados, muitas pessoas não têm escolha a não ser recorrer a dívidas para ter acesso a esses direitos, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos, disse o especialista.

Mototaxistas descansam em Monróvia, na Libéria. Foto: PNUD/Morgana Wingard

COVID-19: Crise iminente em países em desenvolvimento ameaça devastar a economia e aumentar a desigualdade

A crescente crise da COVID-19 ameaça atingir países em desenvolvimento de forma desproporcional, não apenas como uma crise de saúde no curto prazo, mas também como devastadora crise social e econômica ao longo dos próximos meses e anos.

Nesse cenário, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está trabalhando no apoio aos sistemas de saúde de países como Bósnia e Herzegovina, China, Djibuti, El Salvador, Eritreia, Irã, Quirguistão, Madagascar, Nigéria, Paraguai, Panamá, Sérvia, Ucrânia e Vietnã.

Uma avaliação inicial sobre impacto da COVID-19 no mundo trabalho global indica que os efeitos serão de grande alcance, levando milhões de pessoas ao desemprego, ao subemprego e à pobreza no trabalho. Foto: pixabay/geralt

Economia global deve encolher quase 1% este ano devido à pandemia do coronavírus

A economia global deve encolher quase 1% este ano devido à pandemia da COVID-19, e a produção mundial poderá recuar ainda mais se as restrições impostas às atividades econômicas se estenderem para o terceiro trimestre e se as respostas fiscais falharem em apoiar renda e gastos do consumidor.

A conclusão é de um novo relatório divulgado nesta quarta-feira (1) pelo Departamento das Nações Unidas para Assuntos Econômicos e Sociais (DESA, na sigla em inglês).

Segundo o documento, um pacote de estímulo fiscal bem elaborado, priorizando os gastos em saúde para conter a propagação do vírus e fornecendo suporte de renda às famílias mais afetadas pela pandemia, ajudaria a minimizar a probabilidade de uma recessão econômica profunda.

61,2% das pessoas empregadas do mundo estão em empregos informais. Foto: Omotayo Tajudeen/Pexels

COVID-19 destaca as desigualdades com crueldade e ameaça aprofundá-las, diz OIT

A pandemia da COVID-19 está exacerbando as desigualdades já existentes, desde o risco de ser infectado pelo vírus, até a chance de manter-se vivo ou lidar com as dramáticas consequências econômicas. As respostas políticas devem garantir que o apoio chegue às trabalhadoras, aos trabalhadores e às empresas que mais precisam.

Em todo o mundo, 61,2% das pessoas empregadas estão em trabalhos informais e, portanto, mais propensas a enfrentar maior exposição a riscos de saúde e de segurança. As micro e pequenas empresas informais, que constituem 80% das empresas em todo o mundo, geralmente estão fora do alcance das políticas públicas. Leia a análise completa do economista da OIT, Patrick Belser.

ONU lança plano para ‘derrotar o vírus e construir um mundo melhor’

Para combater as devastadoras dimensões socioeconômicas da crise da COVID-19, o chefe da ONU se concentrou nos mais vulneráveis, elaborando políticas que, entre outras coisas, apoiam o fornecimento de seguro de saúde e desemprego e proteções sociais, além de fortalecer as empresas para evitar falências e perdas de empregos.

O alívio de dívidas soberanas também deve ser uma prioridade, disse António Guterres, observando que a ONU está “totalmente mobilizada” e está estabelecendo um novo Fundo Fiduciário para a Resposta e Recuperação frente à COVID-19, formado por múltiplos parceiros, para responder à emergência e promover a recuperação após o choque socioeconômico.

“Quando superarmos esta crise, o que acontecerá, teremos uma escolha”, disse. “Podemos voltar ao mundo como era antes ou lidar de maneira decisiva com os problemas que nos tornam desnecessariamente vulneráveis ​​a crises.”

Os recursos serão direcionados à Estratégia de Resposta da OPAS, alinhada à da Organização Mundial de Saúde (OMS), que tem o objetivo de salvar vidas e desacelerar a transmissão do novo coronavírus. Foto: pixabay/pasja1000

Comunidade online reúne informações sobre proteção social em tempos de novo coronavírus

Como os programas de proteção social podem ajudar a atenuar a perda de renda, especialmente entre as pessoas que já ocupavam empregos precários? Como a proteção social pode ajudar quem tem mais chances de ficar seriamente doente devido à COVID-19, como os idosos?

Interessadas e interessados nessas questões estão convidados a acessar a Comunidade Online na plataforma socialprotection.org e compartilhar suas reflexões e materiais relevantes sobre esses temas. Saiba como participar.

Tabuleiro do jogo Viva os ODS. Foto: ONU

Enfrente a quarentena da COVID-19 com o jogo dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Em tempos de quarentena da COVID-19, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) tem uma dica para distrair as crianças dentro de casa: o jogo “Viva os Objetivos”, que explica tudo sobre a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O material está disponível gratuitamente para download em português e é destinado para crianças de 8 a 10 anos, podendo entreter a família toda.

De forma lúdica e didática, o jogo de tabuleiro apresenta perguntas para os principais desafios enfrentados para transformar a Terra num planeta mais sustentável.

Moradores da favela da Babilônia, no Rio de Janeiro. Foto: ONU/Evan Schneider

ARTIGO: Novos números mostram por que é crucial proteger os mais pobres na crise da COVID-19

Em artigo publicado na Folha de S.Paulo, o coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, afirma que, no país, à medida que os decisores políticos se debruçam sobre formas de mitigar os custos econômicos e sociais da atual crise da COVID-19, é muito importante tomar em conta a situação já debilitada dos 40% mais pobres do Brasil.

“Sem ter se recuperado completamente da crise de 2014/16, muitas famílias já esgotaram seus recursos e passam por dificuldades. Mas também existem lições importantes que foram aprendidas e podem ser usadas daqui para frente.” Leia o artigo completo.

Leguminosas garantem alimentação saudável para crianças em idade escolar - Foto: StockSnap/Pixabay

Programa Mundial de Alimentos recomenda inclusão de leguminosas na dieta infantil

O feijão é talvez a mais famosa leguminosa no cardápio brasileiro. Mas esse grupo de alimentos tem outros integrantes que também contribuem para uma dieta saudável, especialmente para crianças em idade escolar. Grão-de-bico, lentilha, ervilha e fava são exemplos de outras leguminosas que podem ser transformadas em pratos deliciosos, além de nutritivos. A recomendação é do Programa Mundial de Alimentos (WFP).

Através dos programas de alimentação escolar, o Programa orienta a inclusão de leguminosas nos cardápios, em combinação com grãos, legumes, proteínas, folhas e minerais.

Conheça os benefícios desse grupo de alimentos.

Parceria entre UNICEF e MPT visa superar todas as formas de violência contra crianças e adolescentes na região. Foto: Mélanie Layet/UNICEF

UNICEF: 7 municípios de SP aderem a iniciativa de proteção de crianças e adolescentes contra violência

Os municípios de Cananeia, Ilha Comprida, Iguape, Itanhaém, Peruíbe, Mongaguá e Praia Grande, do litoral da Baixada Santista e do Vale do Ribeira (SP), acabam de aderir ao projeto “Protegendo as crianças e os adolescentes do Litoral Sul de São Paulo”, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT).

O projeto desenvolverá diferentes ações integradas a fim de prevenir e enfrentar todas as formas de violência contra crianças e adolescentes na região.

Crianças fazem uma refeição na escola, que participa de um programa de alimentação escolar na América Latina e no Caribe. Foto: Ubirajara Machado/FAO

COVID-19: FAO pede medidas em favor da população que depende da alimentação escolar

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura pediu que os governos implementem medidas em favor da população escolar cujas famílias têm mais dificuldades em acessar alimentos, para fornecer o apoio nutricional que os programas de alimentação escolar garantiam.

As recomendações para minimizar o impacto gerado pelo fechamento de programas de alimentação escolar na segurança alimentar e nutricional devem ser decididas por cada país, tomando todas as precauções para evitar a transmissão do COVID-19.

Entre as medidas adotadas pelos governos de muitos países da América Latina e do Caribe diante da rápida expansão do coronavírus está o fechamento de escolas e, portanto, a suspensão de alimentação escolar.

A merenda escolar é uma das ações do PMA em mais de 60 países. Foto: Simon Pierre Diouf/PMA

COVID-19 deixa 9 milhões de crianças sem refeições escolares, diz Programa Mundial de Alimentos

O Programa Mundial de Alimentos (WFP) diz que cerca de 9 milhões de crianças estão sem acesso a merenda escolar após o fechamento das escolas para conter o novo coronavírus.

Com a interrupção das aulas, estes alunos deixaram de ter alimentos em seus estabelecimentos de ensino.

O WFP prevê que esse número vai aumentar nos próximos dias e semanas, podendo chegar a 860 milhões de crianças e jovens dispensados de escolas e universidades devido à pandemia. O número equivale à metade da população estudantil do mundo.

Juan Pablo Bohoslavsky. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Relator da ONU pede que países adotem renda básica universal diante da pandemia

A melhor resposta a uma potencial catástrofe econômica e social provocada pela crise da COVID-19 é colocar as finanças a serviço dos direitos humanos e apoiar os menos favorecidos por meio de abordagens financeiras ousadas, disse nesta sexta-feira (20) um especialista em direitos humanos da ONU.

“Estímulos fiscais e pacotes de proteção social direcionados aos menos capazes de lidar com a crise são essenciais para mitigar as consequências devastadoras da pandemia”, disse Juan Pablo Bohoslavsky, especialista independente da ONU sobre os efeitos da dívida externa nos direitos humanos.

“Peço aos governos que considerem a introdução de uma renda básica universal de emergência.”

Alicia Bárcena, secretária-executiva da CEPAL. Foto: CEPAL

CEPAL prevê contração de 1,8% para economia latino-americana em 2020 devido ao coronavírus

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) revisou para baixo suas projeções para a economia latino-americana e caribenha este ano diante da pandemia do novo coronavírus.

A estimativa é de uma contração de 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB) regional, o que poderá ampliar o desemprego na região em dez pontos percentuais.

Isso fará com que o número de pessoas em situação de pobreza na região suba dos atuais 185 milhões para 220 milhões, de um total de 620 milhões de habitantes; enquanto o número de pessoas na extrema pobreza pode subir de 67,4 milhões para 90 milhões.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, durante coletiva de imprensa virtual sobre a pandemia de COVID-19. Foto: Reprodução

Chefe da ONU pede solidariedade, esperança e resposta global coordenada para combater pandemia

À medida que o medo e a incerteza do público crescem em torno da pandemia da COVID-19, “mais do que nunca, precisamos de solidariedade, esperança e vontade política para enfrentar essa crise juntos”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quinta-feira (19), em sua primeira coletiva de imprensa virtual.

O chefe da ONU disse que enfrentar a emergência de saúde é a sua preocupação número um, e defendeu a ampliação dos gastos com saúde para cobrir, entre outras coisas e “sem estigma”, testes, apoio aos profissionais de saúde e garantia de suprimentos adequados.

Sobre o âmbito econômico, salientou: “fundamentalmente, precisamos nos concentrar nas pessoas – nos trabalhadores mais vulneráveis, com baixos salários, pequenas e médias empresas”. “Isso significa apoio salarial, seguro, proteção social, prevenção de falências e perda de empregos”. Leia a reportagem completa.

Lavar as mãos com sabão, quando feito corretamente, é fundamental na luta contra a doença provocada pelo novo coronavírus (COVID-19). Foto: UNICEF

Lavar as mãos com sabão não está entre as possibilidades de bilhões de pessoas no mundo

Lavar as mãos com sabão, quando feito corretamente, é fundamental na luta contra a doença provocada pelo novo coronavírus (COVID-19), mas bilhões de pessoas não têm acesso imediato a um lugar para lavar as mãos, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância na sexta-feira (13). No total, apenas três em cada cinco pessoas em todo o mundo têm instalações básicas para lavar as mãos, de acordo com os dados mais recentes.

À medida que a pandemia continua a se espalhar, o UNICEF está lembrando o público a importância de se lavar as mãos como uma medida-chave de prevenção contra a COVID-19 e instando esforços renovados para fornecer acesso a essas intervenções básicas de saúde pública em todo o mundo.

A relatora especial da ONU sobre direito à moradia adequada, Leilani Farha, disse que a pandemia mostrou que a crise mundial da habitação pode ser resolvida. Foto: EBC

Crise mundial de moradia provoca violações massivas de direitos humanos, diz relatora da ONU

A especialista da ONU para o direito à habitação, Leilani Farha, alertou os Estados-membros na semana passada (5) que suas falhas em lidar com a crise mundial de moradia resultou em violações massivas dos direitos humanos.

“Por seis anos, eu soei o alarme de que estamos trilhando um caminho insustentável, com níveis crescentes de sem-teto em todo o mundo, especialmente em países ricos, despejos forçados realizados com impunidade e o custo de moradias escalando a taxas preocupantes, tornando a habitação inacessível mesmo para a classe média”, disse a relatora especial da ONU sobre moradias adequadas.

O projeto Chama na Solução Rio de Janeiro reúne jovens de favelas e periferias da cidade do Rio de Janeiro para a criação de ações que reduzam a distância entre os jovens mais vulneráveis e as oportunidades de renda e trabalho. Foto: UNICEF

UNICEF apoia projetos criados por jovens em situação de vulnerabilidade no Rio

Após o processo de mobilização e inscrição em novembro do ano passado, 100 jovens de diferentes regiões da capital fluminense foram selecionados para a jornada de criação do projeto Chama na Solução Rio de Janeiro, na qual refletiram sobre os problemas que enfrentam e pensaram juntos em soluções.

O projeto é realizado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em parceira com o Centro de Promoção da Saúde (CEDAPS), e busca envolver jovens mais vulneráveis na criação de soluções para os problemas que os afetam, especialmente em relação à inserção no mundo do trabalho.

Michelle Bachelet, alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Coronavírus: direitos humanos precisam estar no centro da resposta, diz Bachelet

Os bloqueios, quarentenas e outras medidas para conter e combater a disseminação do novo coronavírus COVID-19 devem sempre ser realizados em estrita conformidade com os padrões de direitos humanos e de maneira necessária e proporcional ao risco avaliado, disse a alta-comissária da ONU para os direitos humanos, Michelle Bachelet.

“Como médica, entendo a necessidade de uma série de medidas para combater o COVID-19 e, como ex-chefe de governo, entendo como é difícil chegar a um equilíbrio quando as decisões difíceis precisam ser tomadas”, disse Bachelet.

“No entanto, nossos esforços para combater esse vírus não funcionarão, a menos que o abordemos holisticamente, o que significa tomar muito cuidado para proteger as pessoas mais vulneráveis ​​e negligenciadas da sociedade, tanto médica quanto economicamente.”

Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver, realizada no ano de 2015, em Brasília. Foto: PNUD/Tiago Zenero

ARTIGO: Mulheres, desenvolvimento sustentável e discriminação

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, a representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Katyna Argueta, destaca que a crescente concentração de riqueza e as desigualdades estão minando a luta contra a pobreza, deteriorando as economias e fragmentando as sociedades.

“Essas limitações e exclusões afetam mais intensamente as mulheres do que os homens. As desigualdades de gênero são um componente estruturante da pobreza e um freio ao desenvolvimento.” Leia o artigo completo.

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,2% no trimestre encerrado em janeiro, atingindo 11,9 milhões de pessoas, segundo a Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua). Foto: Agência Brasil

É preciso redobrar esforços para enfrentar desemprego na América Latina, diz novo diretor da OIT

É necessário redobrar os esforços para enfrentar uma situação de incerteza econômica que afeta o emprego nos países latino-americanos e caribenhos, em meio às demandas crescentes das pessoas que se sentem excluídas. 

A avaliação foi feita na terça-feira (3) pelo novo diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para a América Latina e o Caribe, o brasileiro Vinícius Carvalho Pinheiro, que assumiu o cargo em 1º de março.

“É um momento desafiador para a região, existe uma tendência de alta na taxa de desemprego e sinais de precariedade e maior informalidade, e a situação não melhorará se um cenário de fraco crescimento econômico se mantiver”, disse Pinheiro, que atua em Lima, sede do escritório regional da OIT.

ONU destaca que um em cada cinco trabalhadores ainda vive em pobreza moderada ou extrema. Foto: Banco Mundial/Stephan Gladieu

ONU: um em cada cinco trabalhadores vive na pobreza

No Dia Mundial da Justiça Social (20), as Nações Unidas chamaram a atenção para a situação de pobreza moderada ou extrema que ainda atinge pelo menos 20% das trabalhadoras e trabalhadores em todo o mundo.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) lembra que muitos trabalhadores recebem salários estagnados, a desigualdade de gênero prevalece e as pessoas não estão se beneficiando igualmente do crescimento econômico. Além disso, as disparidades geográficas impedem o acesso ao trabalho decente.

A 2ª edição do Circuito Urbano terá como tema geral “Cidades Inovadoras e Inclusivas” e como pergunta inspiradora “Como a inovação pode aprimorar serviços e políticas urbanas de maneira inclusiva e sustentável?”. Foto: ONU-Habitat/Lucille Kanzawa

Para prevenir violência no Brasil, estudo recomenda investir em jovens e reduzir acesso a armas

Na última década, as taxas de assassinatos de jovens no Brasil cresceram 17%. Quase metade do total de homicídios do país em 2018 (56 mil) corresponde à morte de homens negros, com idade entre 15 e 29 anos. Os dados foram compilados no estudo “Prevenção da violência juvenil no Brasil: uma análise do que funciona”, produzido pelo Instituto Igarapé com apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Os autores do diagnóstico, Robert Muggah e Ana Paula Pellegrino, alertam que, para reduzir a violência, é necessário ampliar as oportunidades para pessoas jovens por meio de investimentos em educação e empregabilidade equitativos e capazes de desafiar estereótipos de identidade e raça. O foco deve ser dado às regiões menos assistidas pelas políticas públicas. Além disso, é recomendada a redução do acesso às armas de fogo.

Vista aérea de Cristalina (GO). Foto: Prefeitura de Cristalina

OIT e MPT apresentam 1ª turma de projeto de aprendizagem inclusiva em Cristalina (GO)

A cidade de Cristalina (GO) conhecerá na quarta-feira (12) a primeira turma do Projeto-Piloto de Aprendizagem Profissional Inclusiva (API), composta por 20 jovens com idade entre 15 e 21 anos matriculados na rede municipal de ensino.

Promovido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), pelo Ministério da Economia e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), o evento será realizado na Câmara Municipal de Cristalina, das 9h às 12h, com a presença de autoridades locais e federais, e de representantes de empresas parceiras do projeto e da sociedade civil.

Município de Coronel José Dias, no Piauí. Foto: Flickr (CC)/Otávio Nogueira

FAO e Piauí discutem parceria em políticas de redução da pobreza e da desnutrição infantil

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil e o Governo do Piauí estão discutindo parcerias para execução de ações no estado com o apoio da agência da ONU.

“A FAO Brasil e o valioso estado do Piauí irão trabalhar juntos para fortalecer as políticas públicas estatais para diminuir a pobreza, lutar contra a desnutrição infantil nas zonas rurais e melhorar o IDH”, destacou o representante da FAO no país, Rafael Zavala.

Moradoras da Grota Poço Azul, no bairro do Jardim Petrópolis, em Maceió (AL). Foto: Governo do Estado de Alagoas

ONU-HABITAT premia projeto de urbanização de assentamento precário em Alagoas

O trabalho da arquiteta e urbanista brasileira Debora Moraes Ferreira para a comunidade de Grota Poço Azul, em Maceió (AL), foi premiado pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Alagoas (CAU-AL), com apoio do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Urbanos (ONU-HABITAT).

O projeto urbanístico, no bairro de Jardim Petrópolis, foi inspirado em soluções adotadas por cidades latino-americanas de relevo acidentado cuja população mais pobre se concentra em áreas pouco acessíveis e com ausência de infraestruturas.

Os povos indígenas são os melhores protetores das florestas tropicais. Foto: Mongabay | Daniel Aguilar.

OIT pede ação dos países para erradicar pobreza entre povos indígenas

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) afirmou nesta segunda-feira (3) ser imperativo erradicar a pobreza enfrentada pelos povos indígenas. Na comparação com seus pares não indígenas, essas populações têm quase três vezes mais chances de viver na extrema pobreza, segundo relatório publicado na ocasião dos 30 anos da Convenção sobre Povos Indígenas e Tribais.

O documento concluiu que o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) está ameaçado, a menos que uma correção de curso ocorra por meio de políticas públicas que não apenas eliminem as lacunas, mas também apoiem mulheres e homens indígenas como atores essenciais do desenvolvimento sustentável e do combate às mudanças climáticas.

Produtor rural no semiárido. Foto: EBC

Projeto de desenvolvimento rural na Bahia lidera ranking de investimentos do FIDA

O Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável da Região Semiárida da Bahia, o Pró-Semiárido, foi considerado o melhor do mundo pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA).

O fundo das Nações Unidas financia ações de apoio a populações rurais globalmente, entre elas, a iniciativa baiana. O projeto ocupa a primeira posição no ranking de 231 ações financiadas pelo FIDA em 98 países.

Vista aérea do centro de Maricá (RJ). Foto: Prefeitura de Maricá/Fernando Silva

Projeto facilita acesso de famílias pobres a programas sociais em Maricá (RJ)

Cerca de 200 profissionais das secretarias de Assistência Social, Saúde e Educação de Maricá (RJ) participaram em janeiro de treinamentos relativos a protocolos que serão adotados durante a implementação do projeto “Chegou a sua vez” no município.

A iniciativa, apoiada pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), visa identificar e encaminhar famílias em situação de vulnerabilidade e extrema pobreza a programas sociais e serviços públicos na cidade.

Projeto de PNUD e EMBRAPA promove produção sustentável de açaí no Pará

O intercâmbio e a construção de conhecimento para a inovação e o desenvolvimento sustentável no Marajó (PA) estão entre as principais conquistas do Centro de Referência em Manejo de Açaizais (Manejaí).

As atividades do centro se desenvolvem desde 2016 por meio do Projeto Bem Diverso, executado em parceria entre Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).

Opening of Consciência, art exhibition to promote the SDGs - September 2019 -Photo: Naiara Azevedo

Mais de 140 mil pessoas visitam exposição do UNIC Rio sobre desafios globais

Mais de 140 mil pessoas visitaram a exposição Consciência, organizada em parceria pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Centro Cultural Correios e Instituto Claro na capital fluminense.

A mostra, inaugurada em setembro e encerrada este mês, apresentou ilustrações do artista peruano Ivan Ciro Palomino. As imagens despertam a curiosidade pelo uso provocativo de elementos do cotidiano (uma cadeira, uma mala, uma piscina, por exemplo) colocados em contextos de crises climática, migratória e humanitária.

O secretário-geral da ONU, António Guterres (à esquerda), informa a reunião da Assembleia Geral sobre suas prioridades para 2020 e para o trabalho da Organização. Foto: ONU/Mark Garten

Chefe da ONU lista quatro principais ameaças para futuro global

O novo ano começa com quatro ameaças iminentes ao progresso humano no mundo: tensões geopolíticas crescentes, crise climática, desconfiança global e impactos negativos da tecnologia, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quarta-feira (22).

Em 2015, os líderes mundiais adotaram uma agenda para criar um planeta mais justo para todos. Este ano, a ONU lançou a Década de Ação para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até o prazo de 2030.

Pobreza, discriminação por gênero, deficiência, origem étnica ou idioma de instrução, distância física das escolas e infraestrutura precária estão entre os obstáculos que continuam a impedir que as crianças mais pobres tenham acesso a uma educação de qualidade. Foto: UNICEF

UNICEF: 1 em cada 3 adolescentes de famílias pobres do mundo nunca frequentou a escola

Uma em cada três adolescentes das famílias mais pobres do mundo nunca frequentou a escola, de acordo com um novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançado na segunda-feira (22), enquanto ministros da Educação se reúnem no Fórum Mundial da Educação e líderes globais na Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial.

Pobreza, discriminação por gênero, deficiência, origem étnica ou idioma de instrução, distância física das escolas e infraestrutura precária estão entre os obstáculos que continuam a impedir que as crianças mais pobres tenham acesso a uma educação de qualidade.

UNAIDS: acesso à saúde não pode ser privilégio dos mais ricos do mundo

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) está participando de vários eventos na Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial de 2020 em Davos, na Suíça, para destacar a necessidade de os governos cumprirem seus compromissos de realizar a cobertura universal de saúde e garantir que ninguém seja deixado para trás.

“Os serviços de saúde financiados publicamente são o maior equalizador da sociedade”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do UNAIDS. “Quando os gastos com saúde são cortados ou inadequados, são os pobres e marginalizados da sociedade, especialmente mulheres e meninas, que perdem o direito à saúde primeiro e precisam arcar com o ônus de cuidar de suas famílias.”