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O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 1 diz: “Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares”.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 1 diz: “Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods1 e notícias sobre o tema abaixo.

Documentário produzido com apoio da auditoria e consultoria Deloitte e da Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas mostra experiências de cidades do mundo todo no uso da tecnologia e da inovação para a promoção do desenvolvimento sustentável. Foto: Reprodução

Documentário mostra uso de tecnologia e inovação para superar desafios das cidades

Documentário produzido com apoio da auditoria e consultoria Deloitte e da Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas mostra experiências de cidades do mundo todo no uso da tecnologia e da inovação para a promoção do desenvolvimento sustentável.

O filme aponta que a tendência do século 21 é enxergar os centros urbanos não apenas como meros espaços eficientes de circulação de pessoas e mercadorias, mas também como ambientes de enriquecimento cultural — onde as atividades humanas são integradas aos pilares do desenvolvimento sustentável e da qualidade de vida.

O Brasil passou por importantes mudanças estruturais desde a metade dos anos 1920, tornando-se predominantemente urbano. No entanto, desigualdades sociais permaneceram. Foto: EBC

ARTIGO: Repensando o desenvolvimento na América Latina e Caribe

Em artigo, o secretário-geral assistente da ONU e diretor para a América Latina e o Caribe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Luis Felipe López-Calva, afirma que a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável só poderá ser cumprida com sucesso na América Latina e no Caribe se forem levadas em conta as características particulares da região.

“Devemos ir fundo nos desafios e contextos específicos e oportunidades que nossa região enfrenta, nos engajando com as pesquisas e pensamentos de desenvolvimento de ponta. Também é fundamental que façamos isso de uma forma concreta e baseada em fatos, não somente em jargões e frases de impacto”, declarou. Leia o artigo completo.

Mulheres produtoras e compradoras de café e representantes das instituições que organizaram o evento. Foto: ONU Mulheres/ Gabriel Santos

Projeto de agências da ONU impulsiona empoderamento econômico de mulheres brasileiras

O programa “Ganha-Ganha: Igualdade de gênero significa bons negócios” esteve presente nos eventos da Semana Internacional do Café, ocorrida no início de novembro em Belo Horizonte (MG). Na ocasião, foram realizadas mais de 150 reuniões, que devem movimentar quase 6 milhões de dólares em negócios durante o ano.

A iniciativa é de ONU Mulheres, Organização Internacional do Trabalho (OIT) e União Europeia (UE), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Aliança Internacional das Mulheres do Café (IWCA).

A pobreza na América Latina manteve-se estável em 2017, mas a extrema pobreza aumentou, atingindo seu nível mais alto desde 2008, segundo a CEPAL. Foto: Wikimedia Commons / chensiyuan (CC)

Extrema pobreza aumenta na América Latina e atinge nível mais alto desde 2008, diz CEPAL

A taxa geral da pobreza medida pela renda manteve-se estável na América Latina em 2017, após aumentos registrados em 2015 e 2016. Entretanto, a proporção de pessoas em situação de extrema pobreza continuou crescendo, seguindo a tendência observada desde 2015, informou nesta terça-feira (15) a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).

“Ainda que a região tenha atingido importantes avanços entre a década passada e meados da presente, desde 2015 foram registrados retrocessos, particularmente em matéria de extrema pobreza”, alertou a secretária-executiva da CEPAL, Alicia Bárcena. Segundo ela, diante desse desafio, os países precisam impulsionar políticas públicas complementares de proteção social e inclusão no mercado de trabalho, assim como políticas redistributivas.

Centro de pesquisas vinculado à ONU lança nova identidade visual

O Centro Internacional de Políticas para Crescimento Inclusivo (IPC-IG) apresentou nesta segunda-feira (14) sua nova identidade visual para comemorar 15 anos de atividades do fórum global destinado a impulsionar o diálogo Sul-Sul sobre políticas inovadoras de desenvolvimento.

Fundado em 2004 com o nome de Centro Internacional para a Pobreza (IPC), o centro é resultado de uma parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o governo brasileiro, representado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

O projeto "Além do Algodão" pretende apoiar agricultores familiares de algodão e instituições públicas em Benim, Moçambique, Quênia e Tanzânia. Foto: PMA

Projeto ‘Além do Algodão’ impulsiona geração de renda em países africanos

Equipe do Centro de Excelência contra a Fome — uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — realizou duas missões em Moçambique e Benim em dezembro para discutir com oficiais de governo e outros atores demandas e potenciais da cadeia de produção do algodão.

O projeto “Além do Algodão” pretende apoiar agricultores familiares de algodão e instituições públicas em Benim, Moçambique, Quênia e Tanzânia. A iniciativa vai conectar os subprodutos do algodão, como óleo e torta, e culturas consorciadas como milho, sorgo e feijão, a mercados estáveis, inclusive os programas de alimentação escolar. A iniciativa pretende contribuir para a geração de renda para agricultores familiares e para o aumento da segurança alimentar e nutricional em áreas rurais.

O chefe do setor de água doce, terra e clima da ONU Meio Ambiente, Tim Christopherson, visitou vários locais na região chinesa para entender melhor a restauração ecológica em larga escala. Foto: Xiaoqiong Li

ONU Meio Ambiente destaca avanços da China na restauração ecológica de larga escala

Na década de 1980, a região montanhosa de Qianyanzhou, na província de Jiangxi, sul da China, enfrentou uma severa erosão do solo devido ao desmatamento e a práticas agrícolas insustentáveis. O solo vermelho fértil estava desaparecendo, o que fez com que os rendimentos das colheitas caíssem.

Mas uma mudança notável ocorreu nos últimos 30 anos graças a um plano de uso da terra apoiado pelo governo chinês que reflorestou montanhas superiores, plantou pomares cítricos em declives moderados e arrozais nos fundos dos vales. Em poucos anos, esse mosaico de uso sustentável da terra passou a gerar rendas mais altas.

As florestas são uma importante e necessária frente de ação na luta global contra as mudanças climáticas catastróficas, graças à sua incomparável capacidade de absorver e armazenar carbono. As florestas capturam dióxido de carbono a uma taxa equivalente a cerca de um terço da quantidade liberada anualmente pela queima de combustíveis fósseis. Parar o desmatamento e restaurar as florestas danificadas, portanto, poderia fornecer até 30% da solução climática. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Foto: Jhon Henriano/Shutterstock.com

Banco Mundial alerta para piora da economia global em 2019

As perspectivas para a economia global em 2019 pioraram, disse o Banco Mundial nesta quarta-feira (9) em novo relatório. Enquanto as tensões comerciais permanecem elevadas, o comércio internacional e o investimento desaceleram.

A previsão do Banco Mundial é de crescimento de 2,9% da economia global em 2019, frente a 3% no ano passado.

Para o Brasil, o organismo internacional projeta crescimento econômico de 2,2% em 2019 e de 1,2% em 2018. Já para a China, o PIB deve subir 6,2%, frente a estimados 6,5% no ano passado.

Presidente do Grupo Banco Mundial, Jim Yong Kim. Foto: Banco Mundial

Presidente do Banco Mundial deixará cargo em 1º de fevereiro

O presidente do Grupo Banco Mundial, Jim Yong Kim, anunciou nesta segunda-feira (7) que irá deixar o cargo após mais de seis anos, nos quais os acionistas da instituição forneceram apoio a diversas iniciativas para garantir que o organismo internacional mantivesse a liderança no impulso ao desenvolvimento global.

“Foi uma grande honra servir como presidente desta instituição memorável, repleta de indivíduos apaixonados e dedicados à missão de acabar com a extrema pobreza”, disse Kim. A CEO do Banco Mundial, Kristalina Georgieva, será presidente interina a partir de 1º de fevereiro.

Em meio à falta de saneamento, moradores equilibram-se em 'ruas' de madeira para chegar a suas casas em Altamira, no Pará. Foto: Valter Campanato/ABr

Mulheres negras são mais afetadas pela falta de saneamento básico no Brasil, diz estudo

A empresa brasileira de saneamento básico BRK Ambiental lançou nesta sexta-feira (4) a plataforma digital “Mulheres e Saneamento”, com dados e análises baseadas em pesquisa sobre o tema. A iniciativa contou com apoio da Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas e parceria do Instituto Trata Brasil.

O estudo mostrou que os déficits mais elevados de acesso a esgoto estão entre as mulheres autodeclaradas pardas, indígenas e pretas no Brasil. Nesses grupos, as taxas de incidência de escoamento sanitário inadequado foram de 24,3%, 33,0% e 40,9%, respectivamente. Também são as mulheres autodeclaradas negras (pardas e pretas) que têm mais dificuldade de acesso à água.

Devido ao papel desempenhado pela mulher nas atividades domésticas e nos cuidados com pessoas, a falta de água afeta de maneira mais intensa a vida das mulheres do que a dos homens. Relatório das Nações Unidas de 2016 ressaltou o fato de que as mulheres desempenham trabalhos não remunerados (doméstico e de cuidados) três vezes mais do que os homens.

Assim, como cuidadoras, as mulheres são mais afetadas quando membros da família adoecem como resultado da inadequação do acesso à água, ao esgotamento sanitário e à higiene. Também devido a esse papel, as mulheres estão em maior contato físico com a água contaminada e com dejetos humanos quando a infraestrutura de saneamento é inadequada.

Criada em 1919, após a Primeira Guerra Mundial, a OIT irá completar 100 anos trabalhando por justiça social. Foto: OIT

OIT completa 100 anos de lutas por justiça social

Criada em 1919, após a Primeira Guerra Mundial, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) completa 100 anos atuando por justiça social no mundo.

Em mensagem de vídeo celebrando o centenário, o diretor-geral da OIT, Guy Ryder, destacou que a visão da Organização é mais que necessária para garantir um futuro com empregos decentes para todos, em um momento de mudanças.

Quando a Agenda 2030 e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) foram formalmente adotados pela comunidade internacional, em 2015, o trabalho decente foi um componente crucial, especialmente para o Objetivo 8, que busca “promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos e todas”.

Segundo a OMS, pessoas com deficiência visual têm mais chances de vivenciar taxas mais altas de pobreza e desvantagens, que podem levar a uma vida afetada por desigualdades. Foto: ONU/Rick Bajornas

Primeiro Dia Mundial do Braille destaca importância da linguagem escrita para os direitos humanos

Para aumentar conscientização sobre a importância do Braille para aproximadamente 1,3 bilhão de pessoas que vivem com alguma forma de deficiência visual, as Nações Unidas lembraram nesta sexta-feira (4) o primeiro Dia Mundial do Braille.

Reconhecido a partir de agora em 4 de janeiro, o Dia foi proclamado pela Assembleia Geral em novembro de 2018 como meio de alcançar plenamente direitos de pessoas com deficiências visuais e elevar a língua escrita como um meio essencial para a promoção de liberdades fundamentais.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, durante coletiva de imprensa. Foto: ONU/Mark Garten

Em mensagem de Ano Novo, chefe da ONU alerta para perigos das mudanças climáticas e dos conflitos armados

Em mensagem para o Ano Novo, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para os desafios que assolam o mundo, como as mudanças climáticas, as divisões geopolíticas e os conflitos armados de difícil resolução.

“Um número recorde de pessoas está em movimento na busca de segurança e proteção. As desigualdades estão aumentando. E as pessoas questionam-se perante um mundo no qual um punhado de gente detém a mesma riqueza que metade da humanidade”, disse.

Camponesa no Senegal. Foto: FAO

Bachelet elogia novo documento para proteção de trabalhadores rurais

Conforme os direitos mais básicos de povos rurais continuam sendo violados em muitas partes do mundo, a alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, elogiou a adoção na segunda-feira (17) pela Assembleia Geral de uma nova declaração para ajudar a protegê-los.

“Mundialmente, camponeses alimentam o mundo, mas a própria garantia de seus direitos humanos é desafiada, incluindo o direito a alimentos”, disse Bachelet, destacando a importância do novo documento.

Anuarite e Boniface foram obrigados a se casar prematuramente. Na República Democrática do Congo, a pobreza é tamanha que o casamento é visto pelas famílias como uma solução a curto prazo para aliviar a situação financeira. Segundo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a situação é ainda pior na região de Tanganyika, onde milhares de mulheres e crianças foram obrigadas a abandonar suas casa. Confira no vídeo.

Na República Democrática do Congo, conflito e pobreza aumentam chance do casamento infantil

Anuarite e Boniface foram obrigados a se casar prematuramente. Na República Democrática do Congo, a pobreza é tamanha que o casamento é visto pelas famílias como uma solução a curto prazo para aliviar a situação financeira.

Segundo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a situação é ainda pior na região de Tanganyika, onde milhares de mulheres e crianças foram obrigadas a abandonar suas casa. Confira no vídeo.

Em 24 de janeiro, funcionários da Missão da ONU e da União Africana em Darfur (UNAMID) visitaram Anka e Umm Rai, no norte de Darfur, e interagiram com a população deslocada que falou sobre as suas preocupações quanto à falta de comida, abrigo, recursos hídricos e instalações médicas. Foto: UNAMID/Hamid Abdulsalam

Relatores da ONU pedem fim de uso excessivo da força contra manifestantes no Sudão

Especialistas das Nações Unidas expressaram preocupação nesta sexta-feira (28) com a crescente violência e relatos de mortes de manifestantes no Sudão durante protestos recentes em larga escala contra aumento de preços de alimentos e escassez de combustíveis.

Ele disse estar profundamente preocupado com relatos de forças da segurança do governo usando munição real durante protestos, que se espalharam pelo país desde 19 de dezembro. “O governo deve responder às queixas legítimas do povo sudanês”, disse o relator especial Clément Voule.

Homem olha para ponte destruída na cidade de Palu, Indonésia. Foto: OCHA/Anthony Burke

Tsunami na Indonésia deixa centenas de mortos e mais de 50 desaparecidos; ONU apoia resposta

A população da Indonésia recebeu um alerta para manter distância de praias ao longo do Estreito de Sunda, entre as ilhas de Sumatra e Java, após o devastador tsunami do fim de semana na região, que de acordo com relatos do governo e de agências humanitárias pode ter deixado centenas de mortos. Este número ainda pode crescer.

Em atualização no último dia 24, o Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) relatou que havia pouco mais de mil pessoas feridas, mais de 50 desaparecidas e quase 12 mil deslocadas pelo tsunami.

As empreendedoras receberam cestas com produtos doados pelos parceiros do Consulado da Mulher e foram premiadas com dinheiro para compra de utensílios para o aprimoramento dos seus negócios. Foto: ACNUR/Emerson Castro Araújo Ferreira

Assessoria ajuda venezuelanas a desenvolver seus próprios negócios em Manaus

Quatro mulheres refugiadas e solicitantes de refúgio da Venezuela tiveram a oportunidade de apresentar, no início de dezembro (6), em Manaus (AM), projetos de empreendedorismo gastronômico que marcam o recomeço de suas vidas no Brasil.

O evento simbolizou o encerramento da primeira etapa da assessoria de empreendedorismo, conduzida pelo Consulado da Mulher, ação social da empresa Consul, em parceria com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

A pobreza tem consequências para toda a vida da criança, incluindo saúde e nutrição precárias e baixo desempenho escolar. Foto: IPC-IG

Nova edição de revista especializada aborda políticas de proteção social às crianças

Políticas de proteção social sensíveis às necessidades das crianças são o foco da nova edição da revista “Policy in Focus” do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), vinculado às Nações Unidas.

As editoras especialistas convidadas Anna Carolina Machado e Charlotte Bilo (IPC-IG) reuniram 15 artigos de acadêmicos, pesquisadores e gestores de políticas públicas, que compartilham diferentes perspectivas sobre os principais desafios enfrentados na promoção de programas de proteção social para crianças na América Latina, na Ásia, no Oriente Médio e na África subsaariana.

Em 2017, o número total de casos notificados no Brasil foi de pouco menos de 120 mil. Foto: UNFPA Brasil/Erick Dau

Aumentam casos de sífilis no Brasil, diz Ministério da Saúde

No Brasil, a população mais afetada pela sífilis são as mulheres, principalmente as negras e jovens, na faixa etária de 20 a 29 anos.

Somente esse grupo representa 14,4% de todos os casos de sífilis adquirida e em gestantes notificados. Na comparação por sexo, as mulheres de 20 a 29 anos alcançam 26,2% do total de casos notificados, enquanto os homens nessa mesma faixa etária representam apenas 13,6%.

O relato é do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Mãe e filha em centro de saúde apoiado pelo UNFPA. Agência presta serviços de saúde reprodutiva, sexual, materna e neo-natal. Foto: UNFPA Namíbia/Emma Mbekele

Negar direitos sexuais e reprodutivos prejudica progresso socioeconômico dos países, diz relatório

Negar o direito de mulheres, casais ou indivíduos escolherem quando e quantos filhos desejam ter pode prejudicar o progresso socioeconômico dos países, uma vez que, com esses direitos negados, as pessoas não desenvolvem plenamente seus potenciais.

A conclusão é do relatório “O poder de escolha: direitos reprodutivos e a transição demográfica”, divulgado em outubro pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Rascunho de uma das primeiras versões da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Foto: ONU/Greg Kinch

Artigo 25: Direito a um padrão de vida adequado

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi adotada em 10 de dezembro de 1948. Para marcar o aniversário de 70 anos, nas próximas semanas, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) publicará textos informativos sobre cada um de seus artigos.

A série tentará mostrar aonde chegamos, até onde devemos ir e o que fazer para honrar aqueles que ajudaram a dar vida a tais aspirações.

Leia mais sobre o Artigo 25:

1. Todo ser humano tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e à sua família saúde e bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.

2. A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozarão da mesma proteção social.

Mulher foge da violência em El Salvador por meio de trilhos de trem em Chiapas, no México. Foto: ONU

FAO identifica razões de principais fluxos migratórios de América Latina e Caribe

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a migração está intimamente relacionada com os territórios rurais, onde as pessoas enfrentam mais pobreza e menos oportunidades, problemas de violência e de execução da Justiça, bem como os efeitos da mudança climática.

O fenômeno migratório é particularmente intenso e complexo no México e nos países do Triângulo Norte das Américas: El Salvador, Guatemala e Honduras. Dos quase 30 milhões de migrantes internacionais latino-americanos, quase 15 milhões são desses países, dos quais 11 milhões vêm do México.

Recital na Assembleia Geral da ONU comemora em 1998 o aniversário de 50 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. O cantor italiano Luciano Pavarotti fez a apresentação de abertura do evento. Foto: ONU/Evan Schneider

Artigo 24: Direito a repouso e lazer

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi adotada em 10 de dezembro de 1948. Para marcar o aniversário de 70 anos, nas próximas semanas, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) publicará textos informativos sobre cada um de seus artigos.

A série tentará mostrar aonde chegamos, até onde devemos ir e o que fazer para honrar aqueles que ajudaram a dar vida a tais aspirações.

Leia mais sobre o Artigo 24: Todo ser humano tem direito a repouso e lazer, inclusive à limitação razoável das horas de trabalho e férias periódicas remuneradas.

Eleanor Roosevelt, delegada norte-americana da Comissão dos Direitos Humanos, dá coletiva de imprensa nas Nações Unidas em abril de 1952. Foto: ONU

Artigo 23: Direito ao trabalho

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi adotada em 10 de dezembro de 1948. Para marcar o aniversário de 70 anos, nas próximas semanas, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) publicará textos informativos sobre cada um de seus artigos.

A série tentará mostrar aonde chegamos, até onde devemos ir e o que fazer para honrar aqueles que ajudaram a dar vida a tais aspirações.

Leia mais sobre o Artigo 23:

1. Todo ser humano tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.

2. Todo ser humano, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho.

3. Todo ser humano que trabalhe tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.

4. Todo ser humano tem direito a organizar sindicatos e neles ingressar para proteção de seus interesses.

No aniversário de 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 2008, o então embaixador Martin Ihoeghian Uhomoibhi (centro), representante permanente da Nigéria no escritório da ONU em Genebra (UNOG); e a então presidente do Conselho de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay; iniciam evento comemorativo em Genebra. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Artigo 22: Direito à proteção social

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi adotada em 10 de dezembro de 1948. Para marcar o aniversário de 70 anos, nas próximas semanas, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) publicará textos informativos sobre cada um de seus artigos.

A série tentará mostrar aonde chegamos, até onde devemos ir e o que fazer para honrar aqueles que ajudaram a dar vida a tais aspirações.

Leia mais sobre o Artigo 22: Todo ser humano, como membro da sociedade, tem direito à segurança social e à realização, pelo esforço nacional, pela cooperação internacional e de acordo com a organização e recursos de cada Estado, dos direitos econômicos, sociais e culturais, indispensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento de sua personalidade.

Nova política do Burundi visa estabelecer um mercado estável para produtos alimentares locais produzidos por agricultores familiares. Foto: PMA

Burundi aprova política nacional de alimentação escolar

A Política Nacional de Alimentação Escolar do Burundi foi aprovada pelo Conselho de Ministros do país em sua sessão de novembro.

A nova política foi elaborada com apoio técnico do Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — durante 2017.

Entre os principais objetivos da política, estão aumentar o consumo de alimentos adequados e nutritivos para reduzir a insegurança alimentar entre crianças em idade escolar; e promover o desenvolvimento da agricultura e de comunidade locais.

Plantação de algodão no Brasil. Foto: Assegov/Lia Mara

ONU apresenta em Milão projeto de produção sustentável do algodão

O Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — apresentou no fim de outubro em Milão, na Itália, o projeto “Além do Algodão”.

A partir de boas práticas adotadas no Brasil, a iniciativa visa fomentar a produção sustentável e certificada do produto, ao mesmo tempo em que garante a segurança alimentar e nutricional de agricultores familiares e suas comunidades em quatro países africanos.

Em dia internacional, ONU defende atendimento universal de saúde

No Dia Internacional da Cobertura Universal de Saúde, lembrado na quarta-feira (12), representantes da ONU pediram que esse direito seja garantido a todas as pessoas até 2030, data para a conquista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Em 2012, a Assembleia Geral da ONU endossou de forma unânime uma resolução que pedia aos países para acelerar o progresso rumo à cobertura universal de saúde: a ideia de que todos, em todos os lugares, devem ter acesso a atendimento de qualidade, acessível, como uma prioridade para o desenvolvimento internacional.

Alívio de tensões comerciais entre EUA e China pode salvar milhões de empregos, diz relatório

Milhões de empregos na região da Ásia e do Pacífico foram colocados em risco devido a conflitos comerciais, apesar de um acordo recente entre Estados Unidos e China de não agravar tarifas retaliatórias, segundo novo relatório regional das Nações Unidas.

O documento destacou que as tensões comerciais já tiveram um grande impacto na região, resultando em perturbações às cadeias existentes de fornecimento e prejudicando investimentos.

Motivada pelo sonho de menina e com o apoio incondicional de pessoas próximas, Betânia hoje é um dos 7.305 estudantes matriculados em uma das 53 escolas da Rede Municipal de Ensino de Maceió que oferece a Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI). Foto: PNUD/Thiago Guimarães

Alagoana de 54 anos aprende a ler e escrever em Maceió

Motivada pelo sonho de um dia aprender a ler e escrever, a alagoana Maria Betânia da Silva, de 54 anos, hoje é um dos mais de 7 mil estudantes matriculados nas escolas da Rede Municipal de Ensino de Maceió que oferece a Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI).

Tendo em vista experiências como a de Maria Betânia, a Secretaria Municipal de Educação de Maceió e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) realizam na quinta-feira (13) na cidade o encontro “Reflexões sobre Trabalho e Educação de Jovens, Adultos e Idosos”.

Com o diagnóstico, órgãos públicos estaduais, organizações do setor privado e da sociedade civil poderão identificar prioridades locais e direcionar as políticas com foco no cumprimento das metas dos ODS. Foto: Paula Mariane

Relatório aponta desafios para desenvolvimento sustentável do Piauí

Identificar, por meio de uma base de dados e de indicadores, os principais desafios do Piauí para a implementação da Agenda 2030 é o que se propõe o “Diagnóstico do Piauí à Luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, apresentado em Teresina na sexta-feira (7).

Resultado do “Projeto ODS Piauí”, parceria entre o governo do estado, Contour Global, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o diagnóstico servirá para medir o avanço de metas específicas da Agenda 2030.

Sertão do Piauí. Foto: Flickr/Otavio Nogueira

Seminário em Teresina visa fortalecer desenvolvimento sustentável no Piauí

Representantes do Conselho Estadual de Desenvolvimento Sustentável do Piauí, de governos, da sociedade civil e do setor privado se reuniram na quarta-feira (5) em Teresina para o “Seminário sobre o Desenvolvimento Territorial e Agenda 2030 no estado”. O evento teve como foco o fortalecimento da sustentabilidade local, com base nos objetivos globais.

A iniciativa faz parte do projeto “ODS Piauí”, uma parceria entre o governo do estado, a empresa de geração de energia Contour Global, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Contraste entre as desigualdades no município do Rio de Janeiro. Foto: Luiz Gonçalves Martins - ODS 10

Relatores da ONU pedem ação contra desigualdades que ameaçam paz e segurança

Especialistas em direitos humanos das Nações Unidas emitiram na terça-feira (4) um pedido urgente para os países aumentarem seus esforços no combate à desigualdade econômica e à discriminação. Em comunicado marcando o 32º aniversário da Declaração sobre o Direito ao Desenvolvimento, lembrado em 4 de dezembro, os especialistas destacaram a necessidade crítica de promover sociedades menos desiguais e de melhorar a igualdade de oportunidades dentro e entre nações.

Os relatores lembraram que, atualmente, vivemos em um mundo mais rico, mas também mais desigual. Direitos sociais e econômicos estão sendo negados para muitas pessoas no mundo todo, incluindo 800 milhões que ainda vivem na extrema pobreza. A desigualdade de renda está em crescimento, com os 10% mais ricos da população recebendo até 40% da renda total global.

Maria do Carmo Vieira Araujo, 50, Ednalva Maria de Jesus, 31, e Dilma Jesus Panteleon, 40, descascam raízes de mandioca na Cooperativa na Aldeia Marcação Kiriri, perto de Ribeira do Pombal, no Estado da Bahia (12 de abril de 2016). O projeto permitiu mulheres a trabalhar, socializar, processar e vender os seus produtos de modo a sustentar a sua comunidade. O Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável da Região Semiárida da Bahia (Projeto Pró-semiárido), cofinanciado pelo FIDA, tem trabalhado com o povo Kiriri para permitir que eles utilizem seu conhecimento tradicional e tradições como fundamento para construir seu sustento. Foto: IFAD/Lianne Milton/Panos

Fundo da ONU elogia ações da Bahia para promover participação das mulheres na economia do semiárido

Representantes do governo da Bahia e do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), um organismo das Nações Unidas, reuniram-se em novembro (30) para avaliar a execução do Pró-Semiárido, projeto que fomenta o crescimento sustentável em 32 municípios. Iniciativa foi elogiada por especialistas da ONU por promover, de forma pioneira, a participação das mulheres e jovens nas economias locais.

O estudo do IPEA faz parte de uma pesquisa regional intitulada "Millennials na América Latina e no Caribe: trabalhar ou estudar", que entrevistou mais de 15 mil jovens entre 15 e 24 anos, em nove países da região da América Latina e do Caribe. Foto: EBC

Estudo mostra que 23% dos jovens brasileiros não trabalham nem estudam

Cerca de 23% dos jovens brasileiros não trabalham nem estudam, um dos maiores percentuais entre os países da região da América Latina e do Caribe, segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) divulgada na segunda-feira (3) e que teve apoio operacional do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), vinculado às Nações Unidas.

A pesquisa refuta a ideia de que esses jovens sejam improdutivos, destacando que 31% deles, principalmente homens, estão à procura de trabalho, e mais da metade, 64%, dedicam-se a trabalhos de cuidado doméstico e familiar, o que ocorre principalmente entre as mulheres.