LGBTI

Livres & Iguais

Confira as principais informações sobre os esforços globais das Nações Unidas para promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexo (LGBTI). Conheça também a campanha “Livres & Iguais”.

UNAIDS lança chamada pública para segunda fase de concurso sobre prevenção do HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), em parceria com a Embaixada dos Países Baixos, divulgou na terça-feira (10) chamada para a segunda fase do concurso #DesafioUNAIDS, que será realizada em Salvador (BA).

A disputa convoca jovens residentes na região metropolitana da cidade a propor um projeto que tire o #DesafioUNAIDS do mundo virtual e o traga para o mundo real, a partir da apresentação de proposta que visem levar o diálogo sobre prevenção do HIV e zero discriminação para comunidades, bairros, escolas, universidades e outros espaços da região metropolitana de Salvador.  As inscrições podem ser feitas até 23 de abril.

A vereadora Marielle Franco, assassinada no Rio de Janeiro há cerca de 20 dias, foi homenageada por seu trabalho exponencial com as populações negras e periféricas. Foto: UNFPA/Thaís Rodrigues

Fundo da ONU discute questões populacionais e presta homenagem a Marielle em Brasília

Com o intuito de discutir os desafios da pauta populacional, o evento “I Diálogos Brasileiros em População e Desenvolvimento – Marielle Franco, presente” iniciou suas atividades na quarta-feira (4) em Brasília (DF). O debate foi aberto pela ex-presidente da Comissão Nacional de População e Desenvolvimento e conselheira do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Elza Berquó, que falou sobre a atual conjuntura sociopolítica do país e a importância de abordar a situação dos refugiados em âmbito mundial.

O evento também prestou homenagem à vereadora Marielle Franco, assassinada mês passado no Rio de Janeiro. “Marielle foi um marco pela sua participação, renovação e nos lembra as bandeiras da ONU perante o combate ao racismo, ao machismo e a todas as opressões”, disse o representante do UNFPA Brasil, Jaime Nadal.

Foto: UNAIDS/Bernardo Enoch

UNAIDS conclui curso de audiovisual para pessoas trans em São Paulo

Como parte das celebrações pelo Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) concluiu no fim de março (28), em São Paulo, o curso “Luz, Câmera, #ZeroDiscriminação”, uma formação em audiovisual voltada exclusivamente para pessoas trans.

O objetivo do projeto foi contribuir para a redução do estigma e da discriminação em relação às pessoas trans e abrir espaços para que elas possam se apropriar das mídias sociais e de outras plataformas de audiovisual, fomentando o acesso a esse mercado de trabalho, tanto na frente quanto atrás das câmeras.

Pessoas trans retomam estudos em centro comunitário de Buenos Aires

Kimi Avalos é uma jovem trans que mora em Buenos Aires, na Argentina. Por causa do estigma e da discriminação, ela não pôde continuar seus estudos e concluir o ensino médio.

Ela é uma das 30 alunas trans que iniciaram programa educacional implementado na Casa Trans, um centro comunitário para treinamento e capacitação de pessoas trans fundado na capital argentina. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Foto: UNAIDS

Ativistas defendem direitos das pessoas trans em Belize, Tailândia e Índia

Para o Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) conversou com defensores dos direitos das pessoas trans sobre os desafios que enfrentam e a importância de melhorar a visibilidade dessa população.

Na opinião de Erika Castellanos, mulher trans de Belize que se mudou recentemente para a Holanda, muitas pessoas não entendem o que são pessoas trans, o que se traduz em medo que causa estigma e discriminação. Leia a entrevista completa.

Foto: UNAIDS

ONU renova compromisso com redução da discriminação contra pessoas vivendo com HIV

Pesquisas têm mostrado que o estigma e a discriminação estão entre os principais obstáculos para prevenção, tratamento e cuidado em relação ao HIV. A discriminação pode gerar violência e afasta as pessoas de serviços, inclusive os de saúde. Estudos indicam também que o medo de ser discriminado desencoraja pessoas que vivem com o HIV a revelar sua sorologia, além de prejudicar o acesso e a adesão ao tratamento.

É nesse contexto que o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) renovam seu compromisso pela redução do estigma e da discriminação contra pessoas que vivem com HIV e aquelas mais vulneráveis à epidemia.

Aulas do projeto do UNAIDS aconteceram no Centro de Cidadania LGBT Luiz Carlos Ruas, em São Paulo. Foto: UNAIDS

Cerimônia nesta quarta-feira (28) em SP encerra curso de audiovisual para pessoas trans

Uma cerimônia em São Paulo marcará nesta quarta-feira (28) o encerramento do curso “Luz, Câmera, #ZeroDiscriminação”, uma formação em audiovisual voltada exclusivamente para pessoas trans promovida pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

O objetivo da formação é contribuir para a redução do estigma e da discriminação e abrir espaço nas mídias sociais e outras plataformas de audiovisual, fomentando o acesso a esse mercado de trabalho, tanto à frente como atrás das câmeras.

O assessor para Mobilização Social e Trabalho em Rede do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, foi um dos palestrantes do encontro. Foto: UNAIDS

Seminário sobre Zero Discriminação reúne profissionais da saúde e estudantes em Cachoeirinha (RS)

O evento contou com a participação de aproximadamente 400 pessoas, entre eles profissionais e estudantes da área da saúde. O assessor para Mobilização Social e Trabalho em Rede do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, foi um dos palestrantes do encontro.

Ele mostrou os principais pontos da Agenda Zero Discriminação proposta pelo UNAIDS aos países e, principalmente, aos municípios signatários da Declaração de Paris —compromisso assumido por centenas de cidades em todo do mundo pela Aceleração da Resposta ao HIV e o cumprimento das metas 90-90-90.

Aulas do projeto do UNAIDS aconteceram no Centro de Cidadania LGBT Luiz Carlos Ruas, em São Paulo. Foto: UNAIDS

Em São Paulo, UNAIDS começa formação em audiovisual para pessoas trans

Vinte pessoas trans começaram nesta semana (28), em São Paulo, uma formação em audiovisual promovida pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Com a capacitação, a agência da ONU quer estimular o ativismo em redes sociais pelo fim do estigma e da discriminação de cunho transfóbico. Outro objetivo é promover o acesso dos participantes ao mercado de trabalho de cinema, TV e produção de vídeo.

UNAIDS confronta pessoas com situações hipotéticas para suscitar reflexões sobre discriminação. Imagem: UNAIDS

Em dia mundial, UNAIDS reforça direito de todas as pessoas de viverem livres de discriminação

Às vésperas do Dia Mundial de Zero Discriminação, celebrado em 1º de março, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) chama cidadãos de todos os países a se posicionar por uma sociedade mais justa e igualitária. Para lembrar a data, a agência da ONU realiza uma campanha de conscientização em que mostra como o preconceito pode estar presente em situações cotidianas.

Através de artes com casos hipotéticos, o organismo internacional desafia as pessoas a se colocar em um determinado contexto e a pensar em como reagiriam se isso acontecesse com elas.

Profilaxia pré-exposição é mais uma ferramenta contra a transmissão do HIV. Foto: UNAIDS

Brasil está na vanguarda do tratamento e prevenção do HIV na América Latina, diz revista científica

O Brasil está na vanguarda do tratamento e prevenção do HIV na América Latina, foi o primeiro a disponibilizar gratuitamente a terapia antirretroviral altamente ativa e participou de estudo que relatou a eficácia da profilaxia pré-exposição (PrEP) para prevenir a infecção em homens que fazem sexo com homens (HSH) e em mulheres trans.

A conclusão é de editorial publicado na semana passada (18) pela revista científica The Lancet HIV, que pediu aos demais países latino-americanos seguir os passos brasileiros no tema. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

#DesafioUNAIDS apresenta finalistas para votação do público

Tendo reunido mais de 30 criadores de conteúdo e influenciadores digitais e cerca de 1,1 milhão de visualizações dos vídeos produzidos para Youtube em dezembro, o #DesafioUNAIDS chega à sua etapa final para a escolha do favorito entre três vencedores.

Lançado em dezembro de 2017, o #DesafioUNAIDS buscou provocar o engajamento de youtubers e influenciadores digitais de públicos bem diversos para promover um debate informativo, descontraído e inusitado sobre HIV, AIDS, estigma e discriminação, com foco no alcance dos jovens.

Bandeira do orgulho trans hasteada em São Francisco, nos Estados Unidos. Foto: Flickr (CC)/torbakhopper

ONU Brasil abre chamada pública para 2ª edição de projeto Trans Formação

As Nações Unidas no Brasil, por meio da Campanha Livres & Iguais, apresentou nesta sexta-feira (9) a chamada pública para a segunda edição da iniciativa Trans Formação, que visa fomentar as redes de pessoas trans no Distrito Federal (DF) e no entorno, promovendo sua articulação com instituições e espaços de poder locais.

Segundo dados de organizações da sociedade civil, uma pessoa é assassinada no Brasil a cada 27 horas por conta de sua orientação sexual ou identidade de gênero, e o país ocupa o primeiro lugar no ranking mundial de nações que mais matam travestis, transexuais e pessoas trans. Enquanto a expectativa de vida do brasileiro médio é de 75 anos, a de uma pessoa trans não passa de 35.

Foto: Leo Pinheiro / Fotos Públicas

UNAIDS apoia pesquisa sobre saúde de homens que fazem sexo com homens

A Rede Ibero-Americana de estudos HSH (homens que fazem sexo com homens) prepara a primeira pesquisa comunitária online sobre saúde sexual dessa população na América Latina. O estudo busca levantar informações sobre o universo dos homens gays, bissexuais e outros homens (incluindo homens trans) que fazem sexo com homens. Para participar, é preciso ter 18 anos ou mais.

Seu conteúdo inclui questões sobre discriminação, satisfação sexual, acesso a serviços de saúde, comportamento sexual, entre outros temas. A pesquisa é apoiada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Marcela Romero, ativista argentina que luta pelos direitos da população trans. Foto: Comissão Interamericana de Direitos Humanos/Daniel Cima

Discriminação afasta pessoas trans dos serviços de saúde, diz ativista argentina

Em entrevista ao Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a ativista argentina Marcela Romero defende o fim da discriminação institucional contra pessoas trans. Segundo a militante, o preconceito nos serviços de saúde ainda é um problema na América Latina e no Caribe, afastando grupos mais marginalizados das redes de atendimento. Para Marcela, países também precisam adotar urgentemente leis que facilitem o reconhecimento legal da identidade de gênero.

Foto: UNAIDS

Publicação de Harvard traz artigos sobre direitos humanos e HIV

Uma seção especial sobre HIV foi publicada em dezembro pelo periódico Health and Human Rights Journal, do Centro de Saúde e Direitos Humanos da universidade norte-americana de Harvard, informou o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

A publicação traz 11 artigos sobre temas como estigma e discriminação relacionados com o HIV, desigualdade de gênero e efeitos do abuso e da criminalização de populações-chave.

Zeid Ra'ad Al Hussein em Davos durante o Fórum Econômico Mundial. Foto: Fórum Econômico Mundial/Jakob Polacsek

Em Davos, ONU cobra engajamento do setor privado para combater LGBTIfobia

Com grandes empresas se unindo aos esforços da ONU pelo respeito dos trabalhadores LGBTI, o chefe de direitos humanos das Nações Unidas, Zeid Ra’ad Al Hussein defendeu na sexta-feira (26) o papel de liderança que o setor privado tem na promoção de oportunidades iguais para gays, lésbicas, bissexuais, pessoas trans e intersexo. Em Davos para o Fórum Econômico Mundial, dirigente divulgou diretrizes da ONU para combater discriminação no mercado.

Tatiane de Campobello, agente de saúde e ex-moradora da Casa Florescer.

Ocupar espaços na sociedade traz empoderamento para população trans, defende agente de saúde

Neste 29 de janeiro, o Brasil lembra o Dia da Visibilidade Trans. Para marcar a data, a campanha da ONU Livres & Iguais apresenta a história de Tatiane de Campobello, profissional de saúde trans que teve de lidar com a rejeição familiar e o vício em drogas.

Na Casa Florescer, um centro de acolhimento para mulheres trans em São Paulo, ela reencontrou seus sonhos. Hoje, defende que as pessoas transexuais ocupem novos espaços na sociedade.

Ao longo de três semanas em novembro e dezembro de 2017, um grupo de 23 pessoas composto por travestis, mulheres e homens transexuais participou de uma formação profissional de assistente de cozinha em São Paulo. Foto: Reprodução

Projeto de empregabilidade forma primeiro grupo de pessoas trans em São Paulo

Ao longo de três semanas em novembro e dezembro de 2017, um grupo de 23 pessoas composto por travestis, mulheres e homens transexuais participou em São Paulo de uma formação profissional de assistente de cozinha, que teve como objetivo promover a inserção de pessoas em situação de exclusão no mercado de trabalho formal.

O curso foi promovido por Ministério Público do Trabalho (MPT), Organização Internacional do Trabalho (OIT) e parceiros.

Moçambique reforça seu compromisso com o fim da AIDS. Foto: UNAIDS

ONU elogia progressos no acesso à terapia antirretroviral em Moçambique

O presidente de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, promoveu em Maputo uma reunião extraordinária do Conselho Nacional de AIDS, no Dia Mundial contra a doença (1º de dezembro).

Na ocasião, o diretor-executivo adjunto do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Luiz Loures, elogiou a liderança do país pelos progressos realizados nos últimos dez anos, com quase 1 milhão de pessoas tendo acesso à terapia antirretroviral.

Direitos de refugiados LGBTI foram tema de debate da 3ª Conferência Internacional [SSEX BBOX]. Foto: ACNUR/Miguel Pachioni

Em SP, agência da ONU debate desafios no acolhimento de refugiados LGBTI

Atualmente, mais de 70 países ainda criminalizam relações consensuais entre pessoas do mesmo gênero. Segundo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a violência voltada especificamente contra gays, lésbicas, bissexuais, pessoas trans e intersexo é motivo legítimo para o reconhecimento da condição de refugiado. Para organismo internacional, Brasil tem se destacado na promoção de políticas de acolhimento adequadas desse público.

Amiel Vieira alertou para as consequências da mutilação genital em pessoas intersexo. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

ONU e ativistas debatem em SP direitos humanos das pessoas intersexo

Na 3ª Conferência Internacional [SSEX BBOX], realizada entre 15 e 26 de novembro em São Paulo, a campanha das Nações Unidas Livres & Iguais debateu, ao lado de ativistas, os desafios enfrentados pelas pessoas intersexo, que não se encaixam nas típicas noções binárias de masculino e feminino. Esses indivíduos são frequentemente submetidos a procedimentos cirúrgicos e tratamento médicos desnecessários, que violam seus direitos humanos.

Semana da Diversidade da UFRJ reuniu ativistas, comunidade acadêmica e representantes de organismos internacionais. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

ONU defende direitos da população negra e LGBTI em evento universitário sobre diversidade

Com participação das Nações Unidas, a Semana de Diversidade da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) reuniu alunos, ativistas e especialistas na última sexta-feira (10) para o debate “Questões de gênero e sexualidade na sociedade contemporânea”.

Atividade discutiu desafios enfrentados pelas mulheres e pelas pessoas LGBTI, sobretudo num contexto de acirramento da intolerância. Representante do Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) divulgou iniciativas para combater a discriminação.

Parada do Orgulho LGBT em São Paulo, 2015. Foto: Leo Pinheiro / Fotos Públicas

ONU diz que liberdade religiosa não pode justificar violações de direitos das pessoas LGBTI

Em encontro de líderes religiosos na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, o secretário-geral assistente da ONU para direitos humanos, Andrew Gilmour, alertou que religiões têm sido usadas como pretexto para oprimir gays, lésbicas, bissexuais, pessoas trans e intersexo. Para o especialista, o direito à liberdade de crença não pode ser uma justificativa para tirar os direitos de outras pessoas.

Evento reuniu mais de cem jovens no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Jovens devem participar da criação e monitoramento de políticas públicas, defende UNICEF

Em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) apresentou na sexta-feira (27), na capital fluminense, o #PartiuMudar, projeto para estimular a participação de adolescentes do Ensino Médio nas eleições. Em encontro de especialistas e ativistas, a agência da ONU reuniu mais de cem jovens para debates sobre direitos e democracia. Integrantes dos movimentos negro, LGBTI e indígena alertaram para obstáculos à cidadania plena.

A tuberculose é a causa mais comum de hospitalização e morte entre pessoas HIV positivas. Foto: EBC

OMS indica necessidade de maior compromisso político para acabar com a tuberculose

Os esforços globais para combater a tuberculose pouparam cerca de 53 milhões de vidas desde 2000 e reduziram a taxa de mortalidade pela doença em 37%, de acordo com o Global TB Report 2017, divulgado nesta segunda-feira (30) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apesar dessas conquistas, o último cenário é sombrio. A tuberculose continuou a ser a principal assassina infecciosa em 2016. Também é a principal causa de mortes relacionadas à resistência antimicrobiana e entre pessoas com HIV. O progresso na maioria dos países está paralisado e não é rápido o suficiente para atingir as metas globais ou preencher as lacunas persistentes nos cuidados e prevenção da doença.

Programa da ONU divulgará versão em português de boletim quinzenal sobre população LGBTI

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) disponibilizará, a partir deste mês, versões em português do seu boletim quinzenal Olhar para a Igualdade, que aborda desafios e conquistas da população LGBTI. Publicação reúne notícias, pesquisas e fatos que ganharam destaque na mídia. Compilação, produzida desde 2014 pela iniciativa Equal Eyes com a ONU, explora temas como direitos humanos e legais, saúde e cultura.

O Grupo da Diversidade do ADOLESCENTRO reúne-se quinzenalmente às quartas-feiras, das 14h às 16h. Foto: UNFPA/Fernando Ribeiro

Parceiro de agência da ONU apoia saúde física e emocional de jovens trans

Parceiro do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), o Centro de Referência, Pesquisa, Capacitação e Atenção ao Adolescente em Família (ADOLESCENTRO) apoia a saúde física e emocional de adolescentes trans.

Com unidades no Distrito Federal, em São Paulo e Porto Alegre, o Grupo de Diversidade da instituição também oferece assistência aos demais adolescentes da população LGBT. Saiba mais sobre a organização.

Oleg conversa com uma amiga em Kiev. Foto: ACNUR/Anastasia Vlasova

Na Ucrânia, pessoas LGBTI fogem do conflito armado e do preconceito

Conflito armado no leste da Ucrânia forçou 2 milhões de pessoas a deixar suas casas. Entre elas, gays, lésbicas, bissexuais, indivíduos trans e intersex que já viviam em risco antes mesmo do início da guerra, em 2014. No país, a comunidade LGBTI sofre com a perseguição da própria polícia. O universitário Oleg foi denunciado às autoridades pela própria mãe, mesmo a homossexualidade tendo sido legalizada no país em 1991.

Michel Sidibé, diretor executivo do UNAIDS. Foto: Mark Garten/ONU

Maior desafio é a complacência com a AIDS, diz diretor-executivo de agência da ONU

O maior desafio atual é a complacência com a AIDS, afirmou o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, em entrevista à rede de informações sobre saúde Global Health Now, no fim de setembro (26).

“Estamos percebendo com preocupação que somos vítimas de nossas histórias de sucesso. Os jovens não se protegem mais e o perigo é que as pessoas sintam que acabou. A questão é que o foco deve manter-se apesar do progresso, pois é a única maneira de acabar com a epidemia de AIDS até 2030”, declarou.

Bandeira do orgulho trans hasteada em São Francisco, nos Estados Unidos. Foto: Flickr (CC)/torbakhopper

Agência da ONU apoia evento em São Paulo sobre saúde da população trans

A Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) promove no início de novembro (1 a 4) na capital paulista o I Encontro Brasileiro de Saúde Trans, que reunirá pessoas trans, profissionais de saúde, gestores públicos e especialistas nacionais e internacionais.

O evento é realizado em parceria com o Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil. “A população trans é, sem dúvida, uma das mais desprovidas de direitos, principalmente quando constatamos que até mesmo o próprio direito de existir lhe é negado na maioria das vezes”, disse Georgiana Braga-Orillard, diretora do UNAIDS no Brasil.

OPAS promoveu debate sobre desafios da população trans no Dia Laranja. Foto: OPAS

Em Dia Laranja, agência da ONU discute desafios enfrentados pela população trans

Para marcar mais um Dia Laranja pelo Fim da Violência contra as Mulheres, lembrado no dia 25 de cada mês, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) promoveu na segunda-feira, em Brasília, uma roda de conversa sobre a discriminação enfrentada por pessoas trans no ambiente de trabalho. Um exemplo comum, mas que com frequência suscita dúvidas e pode causar constrangimentos, é o de qual banheiro indicar para um indivíduo transexual.

ACNUDH quer mundo dos negócios mais inclusivo para profissionais LGBTI. Foto: PEXELS

ONU lança diretrizes para empresas respeitarem direitos das pessoas LGBTI

O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) lançou nesta terça-feira (26) um conjunto inédito de diretrizes para engajar o setor privado no combate à LGBTIfobia. Os chamados Padrões de Conduta apresentam recomendações contra a discriminação em diferentes contextos — locais de trabalho, mercados de fornecedores e nas próprias comunidades onde vivem funcionários, clientes e parceiros de negócios.