LGBT

Livres & Iguais

Confira as principais informações sobre os esforços globais das Nações Unidas para promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). Conheça também a campanha “Livres & Iguais”.

Grozny, capital da Chechênia. Foto: Wikimedia/Alexxx1979

Especialistas da ONU denunciam sequestros, tortura e assassinatos de LGBTs na Chechênia

“É crucial que os relatos de sequestros, detenções ilegais, tortura, espancamentos e homicídios de homens considerados homossexuais ou bissexuais sejam investigados minuciosamente”, disseram cinco especialistas independentes da ONU.

Apelo se baseia em relatos surgidos na Chechênia, na Rússia, desde março sobre sequestros de homens considerados gays ou bissexuais, levados a cabo por milícias e forças de segurança locais, e seguidos de detenção arbitrária, violência, tortura e outros maus-tratos.

Os especialistas também alertaram para relatos de casos de assassinatos baseados na “orientação sexual percebida”. Alguns deles também teriam sido praticados pelos próprios membros da família nos chamados “homicídios de honra”.

Imagem: Divulgação/ACON

Organização australiana lança campanha para discutir como combinar métodos de prevenção do HIV

A maior organização social da Austrália voltada para lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersex decidiu discutir abertamente quais métodos de proteção são usados pelas pessoas na hora do sexo seguro.

Com a campanha #YouChoose (#VocêEscolhe, em tradução livre), a ACON apresenta os personagens Tom, Dick e Harry para falar sobre camisinha e profilaxia pré-exposição (PrEP), além de abordar os cuidados que indivíduos soropositivos com carga viral indetectável devem ter. Vídeo promocional foi traduzido pelo UNAIDS no Brasil.

As pessoas trans continuam a enfrentar estigma, discriminação e rejeição social na América Latina e no Caribe. Foto: UNAIDS

ONU alerta para necessidade de garantir direitos de pessoas trans na América Latina e no Caribe

As pessoas trans continuam a enfrentar estigma, discriminação e rejeição social na América Latina e no Caribe, alertou o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS).

Sem documentos oficiais que reconheçam sua identidade de gênero, elas muitas vezes têm o acesso negado a direitos básicos, incluindo o direito a saúde, educação, justiça e bem-estar social. As pessoas trans são também mais suscetíveis à violência, incluindo a violência física e sexual.

Países latino-americanos reúnem-se em Brasília para discutir acesso à saúde por populações mais vulneráveis. Foto: EBC

Países latino-americanos reúnem-se em Brasília para discutir desigualdade no acesso à saúde

Gestores e profissionais de saúde de Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, México, Paraguai, Peru e Panamá reúnem-se em evento em Brasília nesta semana para discutir práticas e políticas inovadoras destinadas a grupos de maior vulnerabilidade social — população negra, populações do campo, da floresta e das águas, LGBTI, pessoas em situação de rua, ciganos e migrantes.

O I Encontro Latino-Americano de Políticas de Promoção da Equidade em Saúde: Populações Vulneráveis e Gestão Participativa é fruto de parceria entre Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e Ministério da Saúde. O encontro é transmitido pela Internet.

Tem gente que sofre discriminação todos os dias. E se fosse com você?

Pessoas de diferentes grupos sociais enfrentam em seu dia a dia situações de discriminação. São maltratadas ou estigmatizadas por serem mulheres, negras, soropositivas, gays, nordestinas, viverem com uma deficiência, entre outras características.

Para combater o problema, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lançou este mês a campanha #EseFosseComVocê?, em parceria com a Rede Globo. E o Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio) ouviu relatos de como é viver sob a violência do preconceito.

UNAIDS recebeu premiação do Grupo Dignidade pelo segundo ano consecutivo. Foto: UNAIDS

Programa da ONU é premiado no Brasil por esforços globais contra AIDS e discriminação

Pelo segundo ano consecutivo, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) recebeu o Prêmio Aliad@s da Cidadania LGBTI, concedido pelo Grupo Dignidade a pessoas e organizações que contribuem para avançar a luta por direitos das comunidades de lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e intersex.

Agência da ONU foi reconhecida por seu protagonismo global em defesa dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV.

Mesmo após um quarto de século de avanços sociais, o progresso entre grupos desfavorecidos de América Latina e do Caribe permanece lento, alertou PNUD. Foto: EBC

Pobreza e exclusão persistem na América Latina e no Caribe, aponta relatório

Mesmo após um quarto de século de avanços sociais, o progresso entre grupos desfavorecidos de países da região da América Latina e do Caribe permanece lento, alertou na quarta-feira (21) o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), por meio do Relatório de Desenvolvimento Humano 2016.

De acordo com o relatório, a região da América Latina e do Caribe dispõe de alto IDH entre as regiões em desenvolvimento, ficando atrás apenas da Europa e da Ásia Central. No entanto, quando ajustado pela desigualdade, o IDH da região cai quase 25% devido à distribuição desigual dos ganhos de desenvolvimento humano, em particular a renda.

Jairo Bouer esclarece dúvidas relacionadas ao HIV e à AIDS durante o debate. Foto: Globo Play/Reprodução

Campanha #EseFosseComVocê? do UNAIDS é lançada na Rede Globo

“A pessoa é muito mais que o HIV. Então toda vez que há preconceito, se dificulta o acesso ao tratamento e à testagem”, disse o psiquiatra Jairo Bouer durante o debate sobre discriminação e o vírus, ocorrido no Encontro com Fátima Bernardes desta segunda-feira (6). Além de dedicar parte do programa ao tema, a apresentadora anunciou o lançamento da campanha #EseFosseComVocê? do UNAIDS, em parceria com a Rede Globo.

Foto: Leo Pinheiro / Fotos Públicas

Relator da ONU para direitos LGBT abre consulta para desenvolver estratégia de trabalho

O relator independente das Nações Unidas para o combate à violência e discriminação baseada em orientação sexual e identidade de gênero realizará consulta pública na semana que vem em Genebra para engajar Estados, mecanismos de direitos humanos, agências da ONU, ativistas da sociedade civil e outros para discutir seu trabalho, estabelecer prioridades e desenvolver estratégias efetivas para os próximos anos.

O evento será transmitido pelo YouTube, e o especialista receberá informações e questões por e-mail.

Víctor Manuel Cortez Rodríguez, de 29 anos, identifica-se como trans-masculino e homem feminista. Foto: PNUD

Agência da ONU apoia vítimas de violência sexual no conflito colombiano

Após acordo de paz firmado em novembro, os colombianos podem finalmente começar a curar suas feridas com o apoio da ONU e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A agência está diretamente envolvida no processo de paz no país, fornecendo suporte às vítimas para que possam reconstruir suas vidas com dignidade. No entanto, algumas delas ainda precisarão de muitos anos para se recuperar — esse é o caso das vítimas de violência sexual.

Uma menina síria ainda assustada, após ter realizado a arriscada travessia pelo Mediterrâneo rumo a Lesbos, na Grécia. Foto: ACNUR/Giles Duley

ONU lembra importância de defender direitos humanos frente a discursos de ódio

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, lembrou a importância da defesa dos direitos humanos em um momento de múltiplos conflitos, crescentes necessidades humanitárias e aumento do discurso de ódio. As declarações foram feitas para o Dia dos Direitos Humanos, 10 de dezembro, data em que a Assembleia Geral adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948.

Neste sábado (10), às 12h (horário de Brasília), haverá uma sessão de perguntas e respostas ao vivo pela rede social Facebook com o alto comissário da ONU para os direitos humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein.

No Dia Mundial de Luta contra a Aids, ONU pediu “espírito intransigente” para colocar fim à epidemia até 2030. Foto: ONU

Em dia mundial, ONU pede compromisso renovado com combate à AIDS

No Dia Mundial de Luta contra a AIDS, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu renovado compromisso global para o combate à doença, assim como um “espírito intransigente” para colocar fim à epidemia até 2030.

“Desde a emergência da AIDS, há 35 anos, a comunidade internacional pode olhar para trás com algum orgulho, mas ainda é preciso mirar adiante com determinação e comprometimento para alcançar nosso objetivo de acabar com a epidemia até 2030”, disse Ban em comunicado para a data.

Relator independente da ONU para a proteção contra violência e discriminação baseada em orientação sexual e identidade de gênero, Vitit Muntarbhorn. Foto: ONU/Rick Ajornas

Pessoas LGBTI enfrentam ‘turbilhão de violência e discriminação’, diz especialista da ONU

Pessoas de comunidades LGBTI de todo o mundo estão vivenciando uma proliferação de discursos de ódio, incluindo ataques “desenfreados” nas redes sociais, assim como violência e discriminação, afirmou o especialista da ONU em discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, pessoas transgênero e intersex, Vitit Muntarbhorn, em seu primeiro discurso no cargo recém-criado pelo Conselho de Direitos Humanos.

As pessoas intersex nascem com características sexuais que não se encaixam nas definições típicas do sexo masculino e feminino. Foto: Reprodução

Especialistas da ONU pedem fim de violência contra crianças e adultos intersex

No Dia da Visibilidade Intersexual, um grupo de especialistas das Nações Unidas fez um chamado urgente para colocar fim às violações aos direitos humanos de crianças e adultos intersex — pessoas que nascem com características sexuais físicas ou biológicas que não correspondem às definições típicas dos corpos masculinos ou femininos.

Os especialistas pediram aos Estados que proíbam práticas médicas nocivas a crianças intersex, incluindo cirurgias e tratamentos desnecessários sem seu consentimento informado ou sem que elas estejam em idade suficiente para tomar tal decisão.

Abraçômetro ultrapassa 2 km de abraços; campanha continua até o fim do ano

Campanha #EuAbraço, do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e do Ministério da Saúde, reuniu mais de 2 quilômetros de abraços na plataforma abraçometro.org.br durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Iniciativa pede que usuários tirem fotos abraçados e publiquem no site com o cálculo da soma de suas alturas. Objetivo da iniciativa, que segue até o fim deste ano, é falar sobre a importância da prevenção ao HIV e combater o preconceito e a discriminação.

Estima-se que 2 milhões de pessoas vivam com HIV na América Latina e no Caribe, e 100 mil pessoas sejam infectadas por HIV a cada ano. Foto: UNAIDS/P.Virot

Países das Américas criam plano para reduzir novos casos de HIV na região

Novo plano busca reduzir em 74%, até 2020, os novos casos de HIV na região das Américas, diminuir em 62% as mortes anuais relacionadas à Aids, baixar a proporção de crianças que nascem com HIV de 7% para 2% e garantir que não mais de cinco crianças a cada 10 mil nasçam com sífilis congênita. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), há ferramentas de prevenção e tratamento para superar a epidemia.

Objetivo da Nova Agenda Urbana é ajudar cidades e assentamentos humanos a erradicar a pobreza em todas as formas e dimensões. Foto: EBC

ARTIGO: O futuro das cidades

Em artigo publicado na imprensa brasileira, o representante regional para América do Sul do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Amerigo Incalcaterra, disse que um dos principais desafios da humanidade atualmente é construir centros urbanos onde haja convivência sem discriminação. Segundo ele, a 3ª cúpula da Organização das Nações Unidas sobre moradia e urbanismo, Habitat III — que ocorrerá em outubro em Quito — é a última oportunidade para definir a agenda urbana global.

Danielle Morais (direita) é militante, defensora dos direitos de jovens e mulheres. Maria Luiza da Silva de Souza (esquerda) é integrante da Juventude de Terreiro, da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde (Renafro). Foto: UNIC Rio/Matheus Otanari

Jovens descrevem difícil realidade no Brasil e demandam mais direitos em evento da ONU

Cerca de 200 jovens representantes de movimentos sociais de todo o Brasil reuniram-se na segunda-feira (15) na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em evento organizado pela ONU Brasil para contar de que forma enfrentam dificuldades cotidianas envolvendo racismo, machismo, gravidez precoce, LGBTI-fobia, pobreza; e demandaram de governos, das Nações Unidas e da sociedade brasileira mais respeito em relação a seus direitos.

Jovens participam de evento da ONU e FIOCRUZ para o Dia Internacional da Juventude. Foto: UNIC Rio/Matheus Otanari

Desenvolvimento do Brasil depende de investimentos na juventude, dizem representantes da ONU

O crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável do Brasil nas próximas décadas dependerão dos investimentos feitos hoje na juventude, especialmente na garantia de direitos como saúde e educação universais e de qualidade, assim como oportunidades de emprego e de participação política, disseram representantes da ONU no Rio de Janeiro, na ocasião do Dia Internacional da Juventude.

Campanha da ONU homenageia pais que perderam seus filhos e filhas por conta da LGBTI-fobia

A Livres & Iguais no Brasil, campanha das Nações Unidas pela igualdade de direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, pessoas trans e intersex (LGBTI), lança neste Dia dos Pais o vídeo “Avelino, o pai de um milhão”.

O material conta a história de Avelino Mendes Fortuna, cujo filho, Lucas Fortuna, foi assassinado em 2012, vítima da homofobia. Avelino diz que perdeu Lucas, mas que a militância pelos direitos das pessoas LGBTI o fez ganhar milhões de filhos e filhas em todo o Brasil.

Lançamento oficial da campanha #euAbraço ocorreu na Casa Brasil, na Praça Mauá, Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Matheus Otanari

Campanha #euAbraço promove espírito olímpico e combate ao HIV

Projeto apoiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) no Brasil utiliza a força simbólica desse tipo de manifestação de afeto para encorajar as pessoas a adotar, durante os Jogos Olímpicos, atitudes de empatia, união, amizade, respeito à diversidade, celebração, apoio e hospitalidade. A iniciativa também alerta para a prevenção do HIV. Campanha foi lançada oficialmente no último sábado (6) na Praça Mauá, centro do Rio.