LGBT

Livres & Iguais

Confira as principais informações sobre os esforços globais das Nações Unidas para promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). Conheça também a campanha “Livres & Iguais”.

Direitos de refugiados LGBTI foram tema de debate da 3ª Conferência Internacional [SSEX BBOX]. Foto: ACNUR/Miguel Pachioni

Em SP, agência da ONU debate desafios no acolhimento de refugiados LGBTI

Atualmente, mais de 70 países ainda criminalizam relações consensuais entre pessoas do mesmo gênero. Segundo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a violência voltada especificamente contra gays, lésbicas, bissexuais, pessoas trans e intersexo é motivo legítimo para o reconhecimento da condição de refugiado. Para organismo internacional, Brasil tem se destacado na promoção de políticas de acolhimento adequadas desse público.

Amiel Vieira alertou para as consequências da mutilação genital em pessoas intersexo. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

ONU e ativistas debatem em SP direitos humanos das pessoas intersexo

Na 3ª Conferência Internacional [SSEX BBOX], realizada entre 15 e 26 de novembro em São Paulo, a campanha das Nações Unidas Livres & Iguais debateu, ao lado de ativistas, os desafios enfrentados pelas pessoas intersexo, que não se encaixam nas típicas noções binárias de masculino e feminino. Esses indivíduos são frequentemente submetidos a procedimentos cirúrgicos e tratamento médicos desnecessários, que violam seus direitos humanos.

Semana da Diversidade da UFRJ reuniu ativistas, comunidade acadêmica e representantes de organismos internacionais. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

ONU defende direitos da população negra e LGBTI em evento universitário sobre diversidade

Com participação das Nações Unidas, a Semana de Diversidade da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) reuniu alunos, ativistas e especialistas na última sexta-feira (10) para o debate “Questões de gênero e sexualidade na sociedade contemporânea”.

Atividade discutiu desafios enfrentados pelas mulheres e pelas pessoas LGBTI, sobretudo num contexto de acirramento da intolerância. Representante do Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) divulgou iniciativas para combater a discriminação.

Parada do Orgulho LGBT em São Paulo, 2015. Foto: Leo Pinheiro / Fotos Públicas

ONU diz que liberdade religiosa não pode justificar violações de direitos das pessoas LGBTI

Em encontro de líderes religiosos na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, o secretário-geral assistente da ONU para direitos humanos, Andrew Gilmour, alertou que religiões têm sido usadas como pretexto para oprimir gays, lésbicas, bissexuais, pessoas trans e intersexo. Para o especialista, o direito à liberdade de crença não pode ser uma justificativa para tirar os direitos de outras pessoas.

Evento reuniu mais de cem jovens no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Jovens devem participar da criação e monitoramento de políticas públicas, defende UNICEF

Em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) apresentou na sexta-feira (27), na capital fluminense, o #PartiuMudar, projeto para estimular a participação de adolescentes do Ensino Médio nas eleições. Em encontro de especialistas e ativistas, a agência da ONU reuniu mais de cem jovens para debates sobre direitos e democracia. Integrantes dos movimentos negro, LGBTI e indígena alertaram para obstáculos à cidadania plena.

A tuberculose é a causa mais comum de hospitalização e morte entre pessoas HIV positivas. Foto: EBC

OMS indica necessidade de maior compromisso político para acabar com a tuberculose

Os esforços globais para combater a tuberculose pouparam cerca de 53 milhões de vidas desde 2000 e reduziram a taxa de mortalidade pela doença em 37%, de acordo com o Global TB Report 2017, divulgado nesta segunda-feira (30) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apesar dessas conquistas, o último cenário é sombrio. A tuberculose continuou a ser a principal assassina infecciosa em 2016. Também é a principal causa de mortes relacionadas à resistência antimicrobiana e entre pessoas com HIV. O progresso na maioria dos países está paralisado e não é rápido o suficiente para atingir as metas globais ou preencher as lacunas persistentes nos cuidados e prevenção da doença.

Programa da ONU divulgará versão em português de boletim quinzenal sobre população LGBTI

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) disponibilizará, a partir deste mês, versões em português do seu boletim quinzenal Olhar para a Igualdade, que aborda desafios e conquistas da população LGBTI. Publicação reúne notícias, pesquisas e fatos que ganharam destaque na mídia. Compilação, produzida desde 2014 pela iniciativa Equal Eyes com a ONU, explora temas como direitos humanos e legais, saúde e cultura.

O Grupo da Diversidade do ADOLESCENTRO reúne-se quinzenalmente às quartas-feiras, das 14h às 16h. Foto: UNFPA/Fernando Ribeiro

Parceiro de agência da ONU apoia saúde física e emocional de jovens trans

Parceiro do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), o Centro de Referência, Pesquisa, Capacitação e Atenção ao Adolescente em Família (ADOLESCENTRO) apoia a saúde física e emocional de adolescentes trans.

Com unidades no Distrito Federal, em São Paulo e Porto Alegre, o Grupo de Diversidade da instituição também oferece assistência aos demais adolescentes da população LGBT. Saiba mais sobre a organização.

Oleg conversa com uma amiga em Kiev. Foto: ACNUR/Anastasia Vlasova

Na Ucrânia, pessoas LGBTI fogem do conflito armado e do preconceito

Conflito armado no leste da Ucrânia forçou 2 milhões de pessoas a deixar suas casas. Entre elas, gays, lésbicas, bissexuais, indivíduos trans e intersex que já viviam em risco antes mesmo do início da guerra, em 2014. No país, a comunidade LGBTI sofre com a perseguição da própria polícia. O universitário Oleg foi denunciado às autoridades pela própria mãe, mesmo a homossexualidade tendo sido legalizada no país em 1991.