Infância & Adolescência

Confira neste espaço todas as informações sobre o tema.

Crianças coletam água limpa e segura no campo de Kyein Ni Pyin, que abriga quase 6 mil rohingya deslocados pela violência no estado de Rakhine, em Mianmar. Foto: UNICEF/Thame

Mianmar: crianças rohingya estão em condições ‘assustadoras’, alerta UNICEF

Porta-voz do UNICEF, Marixie Mercado, passou quase um mês no país; ela falou sobre 60 mil crianças rohingya “esquecidas”. Milhares não recebem tratamento para desnutrição; abrigos estão perto de depósito de lixo; pessoas não conseguem viajar para obter ajuda médica.

Iniciativa do Programa Mundial de Alimentos da ONU garante a 90 mil refugiados um cartão de débito pré-pago que pode ser utilizado para comprar uma variedade de alimentos, fornecidos às mulheres para que elas possam decidir por suas famílias o que comprar.

Com até 20 pessoas compartilhando uma sala, doenças como o sarampo e as infecções respiratórias são uma ameaça significativa no Iêmen, especialmente para crianças que estão sofrendo de desnutrição e lidam com instalações inadequadas de água e saneamento. Foto: OCHA / Eman

No Iêmen, quase todas as crianças precisam de ajuda humanitária; conflito completará três anos

“Uma geração inteira de crianças no Iêmen está crescendo sem saber nada além da violência”, disse a chefe das operações do UNICEF no país devastado pela guerra, sublinhando a gravidade da crise.

Hospitais, instalações médicas e sistemas de água e saneamento foram tornados inoperantes em grandes partes do país. A assistência humanitária é o que salva a vida de três quartos da população do Iêmen.

Uma menina rohingya de sete anos carrega um jarro d'água para o abrigo improvisado de sua família, no assentamento de Bormapara , em Ukhia, na cidade de Cox's Bazar, em Bangladesh. Foto: UNICEF/Sujan

Ciclones na Ásia podem levar a ‘catástrofe’ entre refugiados rohingya, alerta UNICEF

Com a chegada das estações de ciclones e monções ao Sul Asiático, mais de 500 mil crianças rohingya — que já vivem precariamente como refugiadas em Bangladesh — correm novos riscos de saúde e deslocamento forçado. O alerta é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que chamou atenção para possíveis surtos de cólera, malária, hepatite E, bem como para a destruição de casas e infraestrutura.

Jovens europeus percorreram mais de 7 mil quilômetros para descobrir os sonhos de crianças e adolescentes refugiados. Foto: ACNUR

Jovens europeus dão vida aos sonhos de crianças refugiadas

Durante 16 dias, a fotógrafa do site Humans of Amsterdam, Debra Barraud, e seu colega Benjamin Heertje, acompanhados da designer holandesa Annegien Schilling e do cineasta Kris Pouw, percorreram mais de 7 mil quilômetros para descobrir e documentar os sonhos de meninos e meninas que foram obrigados a fugir da violência na Síria, no Afeganistão, na Somália e em outras nações.

O resultado foi o projeto The Dream Diaries, que traz imagens de crianças e adolescentes refugiados realizando seus desejos.

Ru'a, de apenas 18 meses, anda na motocicleta de seu avô enquanto ele atravessa Mesraba, no Leste de Ghouta, na Síria. Foto: UNICEF/2018/Amer Almohibany

Um início de ano ‘sangrento’ na Síria: mais de 30 crianças mortas em duas semanas, alerta UNICEF

Somente nos primeiros 14 dias do ano, mais de 30 crianças foram mortas em uma escalada de violência no Leste de Ghouta, na Síria, onde cerca de 200 mil crianças estão sitiadas pelos conflitos desde 2013.

“É vergonhoso que quase sete anos após o conflito, uma guerra contra as crianças continue enquanto o mundo observa. Milhões de crianças em toda a Síria e em países vizinhos sofreram as devastadoras consequências dos níveis de violência em várias partes do país”, disse o chefe do UNICEF na Síria, Fran Equiza.

Foto: UNESCO

Guia de educação em sexualidade da ONU enfatiza igualdade de gênero e direitos humanos

Perto de completar dez anos, o guia “Orientações Técnicas de Educação em Sexualidade”, voltado para legisladores que trabalham na elaboração de currículos escolares no mundo todo, teve esta semana sua edição atualizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Com base em uma análise das melhores práticas no mundo, o guia mostra que a educação em sexualidade ajuda os jovens a se tornar mais responsáveis em sua atitude e comportamento no que se refere à saúde sexual e reprodutiva. Também é essencial no combate à evasão escolar de meninas provocada por gravidez ou casamento precoce.

Foto: Agência Brasil

ONU Meio Ambiente participa da 1ª Conferência Virtual de Protagonismo Juvenil

Quase metade da população mundial tem menos de 25 anos e, atualmente, existem mais jovens do que em qualquer outro período da história. Só no Brasil, são 51 milhões. Com o objetivo de estimular o engajamento dessa população em temas como política, sustentabilidade, ciência e educação, ocorre até domingo (14) a 1ª Conferência Virtual de Protagonismo Juvenil. O evento online teve a participação da ONU Meio Ambiente.

Escola da Vila Nova Esperança em Tomé-Açu (PA), onde atua o Sistema de Organização Modular de Ensino (Some). Foto: Blog do Riba/http://ribaprasempre.blogspot.com.br

Professora adota currículo da ONU sobre igualdade de gênero em áreas rurais do Pará

A professora paraense Danielle Figueiredo, de 33 anos, dá aulas para alunos do ensino médio em áreas rurais do Pará por meio de um sistema denominado modular. Nele, as aulas são concentradas em apenas uma disciplina durante 50 dias, em locais de melhor acesso para estudantes que vivem longe dos centros urbanos.

Isso significa que Danielle, professora de sociologia pós-graduada na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), passa 50 dias em diferentes municípios da região nordeste do estado, já tendo lecionado em comunidades rurais de Capitão Poço, Garrafão do Norte, Nova Esperança do Piriá, entre outras.

Desde 2015, a professora da rede estadual de ensino passou a aplicar em sala de aula, por iniciativa própria, “O Valente não é Violento”, currículo interdisciplinar disponível na Internet que tem como objetivo abordar questões de sexualidade e de gênero para combater e prevenir a violência contra mulheres e meninas.

Henrietta Fore iniciou seu mandato como diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no primeiro dia de 2018. De nacionalidade norte-americana, ela traz para essa função mais de quatro décadas de experiência em liderança no setor privado e público.

Nova diretora-executiva do UNICEF assume mandato; vídeo

Henrietta Fore iniciou seu mandato como diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no primeiro dia de 2018. De nacionalidade norte-americana, ela traz para essa função mais de quatro décadas de experiência em liderança no setor privado e público.

Henrietta foi a primeira mulher a liderar a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e a ocupar o cargo de diretora da Assistência Externa do Departamento de Estado dos EUA, funções que desempenhou no período de 2006 a 2009.

Antes, trabalhou como subsecretária de Estado para Gerenciamento e oficial-chefe de operações do Departamento de Estado norte-americano. De 2001 a 2005, a gestora dirigiu o braço do Tesouro estadunidense responsável pela fabricação e distribuição de moedas aos bancos e reservas federais.

O UNICEF alertou que as crianças refugiadas da etnia rohingya, que fugiram de Mianmar para Bangladesh, estão sofrendo de grave desnutrição, anemia e outras doenças. A agência da ONU e parceiros trataram quase 7 mil crianças gravemente desnutridas, administraram quase 900 mil doses da vacina contra o cólera e imunizaram cerca de 450 mil crianças contra o sarampo e a rubéola.

UNICEF apoia crianças rohingya sofrendo com desnutrição, anemia e outras doenças; vídeo

O UNICEF alertou que as crianças refugiadas da etnia rohingya, que fugiram de Mianmar para Bangladesh, estão sofrendo de grave desnutrição, anemia e outras doenças.

A agência da ONU e parceiros trataram quase 7 mil crianças gravemente desnutridas, administraram quase 900 mil doses da vacina contra o cólera e imunizaram cerca de 450 mil crianças contra o sarampo e a rubéola. Confira nesse vídeo.

Mães e crianças aguardam na fila para receber vacinação contra sarampo em campo de refugiados de Baidoa, na Somália. Foto ONU (arquivo)

Milhões de crianças na Somália são vacinadas contra sarampo em campanha da ONU

Mais de 1 milhão de crianças com idade entre 6 meses a 10 anos em Puntland e 4,2 milhões em toda a Somália participaram de uma campanha de vacinação de cinco dias contra o sarampo encerrada no domingo (7), informaram as Nações Unidas nesta segunda-feira (8).

A campanha foi conduzida por uma parceria entre Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Ministério da Saúde da Somália.

Crianças desnutridas, muitas delas sofrendo com a diarreia, são atendidas em hospital de Banadir, em Mogadíscio, Somália. Foto: ONU/Tobin Jones

Somália: ONU manifesta preocupação com destruição de abrigos para pessoas deslocadas

Um oficial das Nações Unidas na Somália expressou profunda preocupação com as informações da destruição de acampamentos para pessoas internamente deslocadas, assim como de infraestrutura humanitária, em Mogadíscio, na Somália.

“Alguns desses deslocados caminharam longas distâncias de diferentes partes do país, fugindo da seca e do conflito”, disse Peter de Clercq, vice-representante especial do secretário-geral da ONU para a Somália, lembrando que em 29 e 30 de dezembro mais de 23 acampamentos, que abrigavam mais de 4 mil pessoas, foram destruídos.

Iemenitas aguardam na fila para receber água potável de tanque fornecido pelo UNICEF em Sanaa, no Iêmen. Foto: UNICEF

Iêmen caminha para catástrofe humanitária, alertam agências da ONU

Enquanto o conflito no Iêmen ultrapassa a marca de 1 mil dias, as Nações Unidas alertaram que se os trabalhadores humanitários não tiverem maior acesso ao país e se a violência não diminuir, o custo em termos de vidas perdidas será incalculável. O alerta foi feito pelos chefes de Organização Mundial da Saúde (OMS), Programa Mundial de Alimentos (PMA) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Cerca de 75% da população iemenita está em necessidade de assistência humanitária, incluindo 11,3 milhões de crianças que não podem sobreviver sem ela. Ao menos 60% dos iemenitas estão agora em insegurança alimentar e 16 milhões de pessoas não têm acesso a água potável e saneamento básico. Menos da metade dos hospitais do Iêmen está funcionando plenamente e profissionais de saúde ficaram meses sem receber salários.

Foto: Banco Mundial/Simone D. MaCourtie

Extremistas usam Internet para atrair jovens, diz estudo da UNESCO

Extremistas violentos usam a Internet para atrair público, disseminar conteúdo e impulsionar o diálogo direto com jovens, segundo estudo de uma agência das Nações Unidas, segundo o qual mais pesquisas são necessárias para descobrir se as mídias sociais têm papel efetivo na radicalização.

“Mais do que propulsora ou causa de comportamento violento, a Internet e as mídias sociais especificamente podem ser facilitadoras de processos mais amplos de radicalização violenta”, disse a pesquisa divulgada na sexta-feira (29) conduzida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Apesar de a mortalidade materna ter caído 43% na América Latina e 30% no Caribe de 1990 a 2010, o progresso foi insuficiente para alcançar o objetivo de redução de 75% estabelecido pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Foto: OPAS/OMS

‘Nenhuma mulher deve morrer no processo de se tornar mãe’, diz diretora da OPAS

Um enfoque baseado em direitos humanos que utilize instrumentos legais internacionais pode ajudar no esforço de redução da mortalidade materna nas Américas, disseram especialistas durante simpósio realizado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) no início de dezembro (8) em Washington.

Apesar de a mortalidade materna ter caído 43% na América Latina e 30% no Caribe de 1990 a 2010, o progresso foi insuficiente para alcançar o objetivo de redução de 75% estabelecido pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas em 2015. “Isso é um reflexo da desigualdade dentro e entre os países, e também uma negação dos direitos humanos daquelas mulheres que morreram por conta de algo tão natural com dar a luz”, disse a diretora da OPAS, Carissa Etienne.

Criança passa em frente a casa atingida por artilharia, em Bonetsk Oblast, no leste da Ucrânia. Foto: UNICEF/Gilbertson VII

ONU alerta para deterioração dos direitos humanos no leste da Ucrânia

No leste da Ucrânia, o recrudescimento das hostilidades provocou novas mortes e danos à infraestrutura local, incluindo instalações de armazenamento de água contendo substâncias tóxicas. Outro problema é a presença de minas e armamentos não explodidos, que ameaçam as vidas de 220 mil crianças.

Números são do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) e do Fundo da ONU para a Infância (UNICEF).

Crianças em centro de proteção no Sudão do Sul. Foto: UNICEF/Hakim George

UNICEF: violência contra crianças em zonas de guerra ‘não pode ser novo normal’

Ao longo de 2017, meninos e meninas em zonas de conflito foram atacados em uma escala chocante, afirmou nesta quinta-feira (28) o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Em confrontos em todo o mundo, crianças se tornaram alvo nas linhas de frente, usadas como escudos humanos, mortas, mutiladas ou recrutadas para lutar. O estupro, o casamento forçado, o sequestro e a escravização tornaram-se táticas padrão em situações de guerra, do Iraque, Síria e Iêmen até Nigéria, Sudão do Sul e Mianmar.

Mulher e criança carregam pertences em estrada destruída pela tempestade tropical Tembin no município de Munai, norte da ilha de Mindanao, nas Filipinas. Foto: ACNUR/J. Pangalian

ONU oferece apoio às Filipinas após passagem de tempestade tropical

Expressando suas condolências diante das mortes e da devastação causada pela passagem da tempestade tropical Tembin pelas Filipinas, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse no sábado (23) que a Organização está pronta para fornecer apoio ao país.

Ao menos 200 pessoas morreram e mais de 100 estão desaparecidas. Até o momento, os registros indicam que cerca de 268 mil pessoas foram afetadas pela tempestade, das quais 160 mil foram deslocadas. O desastre também danificou casas e a infraestrutura do país.

Hanan Dacka (no centro), 12 anos de idade, estuda ao lado de suas novas amigas brasileiras em uma escola pública no centro de São Paulo. Foto: ACNUR/ Gabo Morales

ONG discute desafios para integrar refugiados ao sistema educacional do Brasil

Diferenças linguísticas são uns dos principias desafios enfrentados por crianças refugiadas que frequentam o sistema educacional do Brasil. É o que revela um levantamento preliminar divulgado neste mês pela organização não governamental I Know My Rights (IKMR), responsável pela iniciativa Cidadãs do Mundo. Criado ao final de 2016 com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), projeto mantém rede de compartilhamento de experiências pedagógicas, promovendo trocas entre gestores e docentes para aprimorar a integração dos estrangeiros em situação de deslocamento forçado.

O menino sírio Basel Alrashdan (de jaqueta azul), refugiado reassentado no Canadá, brinca com amigos da escola em Charlottetown, na Ilha do Príncipe Eduardo. Foto: UNICEF/Gilbertson VII

UNICEF alerta sobre futuro de 180 milhões de crianças; pede oportunidades para ‘minoria esquecida’

Novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), divulgado no fim de novembro (20), indicou que uma em cada 12 crianças vive num país com perspectivas mais limitadas do que suas gerações anteriores, apesar do progresso global.

O relatório, lançado no Dia Mundial da Criança, revela que em 37 países, 180 milhões de crianças têm mais chances de viverem em extrema pobreza, estarem fora da escola ou serem assassinadas por causa da violência, do que crianças nesses mesmos países 20 anos atrás.

Irmãos sentam em sofá do lado de fora de sua casa severamente destruída pelo furacão Irma nas Ilhas Turcas e Caicos. Foto: UNICEF/Moreno Gonzalez

UNICEF: milhares de crianças precisam de ajuda no Caribe, três meses após furacões

Três meses após dois furacões de categoria 5 provocarem destruição no Caribe, milhares de crianças na região ainda precisam de apoio, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), na semana passada (13).

“Mesmo antes de os furacões atingirem a região, o UNICEF estava no terreno, trabalhando com governos e parceiros locais para preparar comunidades, fornecendo recursos humanitários para as áreas de maior risco”, disse Maria Cristina Perceval, diretora regional do UNICEF para a América Latina e o Caribe.

Segundo o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA), 15 mil pessoas ficaram presas por dias na fronteira entre Mianmar e Bangladesh, muitas delas sem nada para comer. A agência da ONU está fornecendo biscoitos proteicos e arroz e utilizando barcos para levar a comida até a região. Desde agosto de 2017, 580 mil pessoas já foram alimentadas pelo Programa na região, a maior parte delas rohingyas que fogem da violência em Mianmar.

Programa Mundial de Alimentos apoia meio milhão de rohingyas fugindo da violência

Segundo o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA), 15 mil pessoas ficaram presas por dias na fronteira entre Mianmar e Bangladesh, muitas delas sem nada para comer. A agência da ONU está fornecendo biscoitos proteicos e arroz e utilizando barcos para levar a comida até a região. Desde agosto de 2017, 580 mil pessoas já foram alimentadas pelo Programa na região, a maior parte delas rohingyas que fogem da violência em Mianmar.

Acordo, com vigência inicial de dois anos, tem como principal meta fortalecer as políticas públicas voltadas para a adolescência e juventude do Distrito Federal. Foto: PNUD Brasil/Fábio Donato

Fundo de População da ONU e governo do DF impulsionam políticas públicas para juventude

A Secretaria de Estado da Criança do governo do Distrito Federal (DF) assinou na quarta-feira (20) acordo com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) para fortalecer as políticas públicas voltadas para a adolescência e a juventude na capital federal, tendo como base os direitos humanos universais.

De forma geral, o projeto deve contribuir para ampliar as políticas de adolescência e juventude implementadas pela secretaria, por meio de uma nova metodologia para promoção de protagonismo juvenil e fortalecimento de trajetórias.

Khadija faz parte dos mais de 620 mil rohingyas que fugiram de Mianmar desde agosto para buscar abrigo em Bangladesh. Estuprada em sua terra natal, Khadija se viu forçada a trocar sua casa pelo país vizinho – situação similar à de diversas mulheres rohingya que também foram torturadas e abusadas. Para auxiliar mulheres e meninas como Khadija, o UNICEF criou espaços seguros para que meninas adolescentes interajam entre si e recebam o apoio emocional necessário para reconstruir suas vidas.

UNICEF apoia meninas rohingyas fugindo da violência em Mianmar

Khadija faz parte dos mais de 620 mil rohingyas que fugiram de Mianmar desde agosto para buscar abrigo em Bangladesh. Estuprada em sua terra natal, Khadija se viu forçada a trocar sua casa pelo país vizinho – situação similar à de diversas mulheres rohingya que também foram torturadas e abusadas. Para auxiliar mulheres e meninas como Khadija, o UNICEF criou espaços seguros para que meninas adolescentes interajam entre si e recebam o apoio emocional necessário para reconstruir suas vidas.