Forças de Paz das Nações Unidas

Aqui você encontra todas as informações sobre as operações de paz das Nações Unidas. Outros detalhes em nacoesunidas.org/acao/paz-e-seguranca e www.un.org/peacekeeping

Foto: UNIFIL/Pasqual Gorriz

VÍDEO: Conheça a Força-Tarefa Marítima da Missão da ONU no Líbano

Em 2006, o Conselho de Segurança das Nações Unidas adotou a resolução 1701 para promover a paz e a estabilidade no sul do Líbano.

As Forças Armadas Libanesas têm a responsabilidade primária de garantir a segurança na área, enquanto a Força-Tarefa Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) – comandada pela Marinha do Brasil desde 2011 – opera em apoio às forças libanesas. Conheça os detalhes nesse vídeo da ONU.

Rua movimentada de Cabul, a capital do Afeganistão. Foto: UNAMA/Fardin

No Afeganistão, ataques suicidas continuam causando ‘danos extremos’ a civis

Um relatório da ONU divulgado nesta semana (17) aponta que os números de civis mortos ou feridos no conflito do Afeganistão continuam aterrorizantes por conta do aumento de ataques suicidas realizados por forças opositoras ao governo. Cerca de 40% das fatalidades ocorridas nos primeiros 6 meses de 2017 foram causadas pelos grupos opositores.

Dados da ONU mostram que, desde 2009, mais de 26,5 mil civis foram mortos e pouco menos de 49 mil foram feridos no conflito.

Uma chilena da força de paz da ONU no Haiti, a MINUSTAH, realiza trabalhos de engenharia em Cité Soleil, na capital Porto Príncipe, com a segurança fornecida por militares brasileiros. Contingentes militares de Brasil, Japão, Chile, Equador, Paraguai, Coreia do Sul e Nepal participaram desta operação, em setembro de 2011. Foto: Victoria Hazou/ONU/MINUSTAH

ONU procura mulheres para cargos de liderança em operações de paz e missões políticas pelo mundo

A ONU relançou o Banco de Talentos de Mulheres Experientes (Senior Women Talent Pipeline, em inglês), que se insere nos esforços iniciados pelo ex-secretário-geral Ban Ki-moon de aumentar a participação de mulheres em cargos de liderança. O atual secretário-geral, António Guterres, assumiu o compromisso de alcançar a igualdade de gênero nas operações de paz das Nações Unidas até 2026.

Pessoas desalojadas carregam seus pertences pelo campo do aeroporto de M’Poko, em Bangui, capital da República Centro-Africana. Foto: OCHA/Phil Moore

ONU alerta para ‘sinais claros’ do aumento da violência na República Centro-Africana

Nações Unidas pedem ajuda para milhares de deslocados e refugiados centro-africanos em meio à maior onda de violência no país nos últimos três anos de conflito civil. Mapeamento indica mais de 600 violações em massa de direitos entre 2003 e 2015, incluindo massacres, estupros coletivos e ataques contra forças de paz. Chefe humanitária da ONU no país pede apoio da comunidade internacional.

Brasil deve aproveitar lições da MINUSTAH em futuras operações de paz, dizem especialistas

O Brasil deve aproveitar a experiência adquirida durante os 13 anos de Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH), assim como lições de outras operações mais recentes no mundo, para pensar o futuro de sua contribuição para as operações de paz.

A análise foi feita por representantes de ONU, academia e Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), do Ministério da Defesa, presentes em workshop ocorrido na segunda-feira (29) na Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), no Rio de Janeiro.

Foto: Logan Abassi/ONU/MINUSTAH

Brasil é um dos 124 países que oferece militares para as missões de paz da ONU

O Brasil é um dos 124 Estados-membros que fornecem tropas para as missões de paz das Nações Unidas. Atualmente, o país contribui com 1.279 militares – dos quais 23 são especialistas que não atuam em batalhões – e 5 policiais.

Conheça nesse vídeo especial do Centro de Informação da ONU para o Brasil (UNIC Rio) a história de uma brasileira que decidiu entrar para as Forças Armadas para ajudar o povo do Haiti na missão da ONU instalada no país.

Foto: ONU/MINUSTAH

Quem são os observadores militares da ONU?

Militares servindo em missões de paz da ONU podem atuar em contingentes – que são batalhões de infantaria enviados para garantir condições de segurança e estabilidade no terreno -, mas também como oficiais de Estado-Maior e observadores.

Esses últimos são responsáveis por monitorar acordos de cessar-fogo. São oficiais que andam desarmados e têm, como principal arma e escudo, a bandeira e o capacete azul das Nações Unidas.

Saiba mais nesse vídeo especial do Centro de Informação da ONU para o Brasil (UNIC Rio).

Secretário-geral da ONU, António Guterres (direita) entrega guirlanda de flores em homenagem a membros das Forças de Paz mortos em serviço. Foto: ONU/Mark Garten

Em dia internacional, ONU presta homenagem a membros das Forças de Paz

Para marcar o Dia Internacional dos Trabalhadores das Forças de Paz, lembrado em 29 de maio, as Nações Unidas realizam nesta quarta-feira (24) uma cerimônia em sua sede em Nova Iorque para homenagear as mais de 3,5 mil pessoas que morreram em serviço desde 1948, reconhecendo sua dedicação e coragem.

“Todos os dias, soldados das Forças de Paz ajudam a trazer paz e estabilidade a sociedades afetadas pela guerra no mundo todo”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em mensagem para o dia. Assista ao vídeo.

Capacetes azuis e uniformes dos representantes das forças de paz da ONU. Foto: ONU/Marco Dormino

Soldado brasileiro morto no Haiti será homenageado na ONU em Dia Internacional das Forças de Paz

A sede das Nações Unidas em Nova Iorque lembrará o Dia Internacional dos Trabalhadores das Forças de Paz na quarta-feira (24).

O secretário-geral da ONU, António Guterres, entregará uma guirlanda de flores em homenagem aos soldados mortos, e presidirá uma cerimônia na qual a medalha Dag Hammarskjöld será entregue postumamente a 117 militares, policiais e pessoal civil que perderam suas vidas enquanto serviam as operações de paz em 2016.

Um soldado brasileiro está entre os que serão homenageados postumamente com a medalha Dag Hammarskjöld — o sargento Vicente Medeiros, que perdeu sua vida enquanto servia à Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH).

Secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU / Evan Schneider

‘União no Conselho de Segurança é vital para prevenir atrocidades em massa’, diz António Guterres

Em reunião no Conselho de Segurança, o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou na terça-feira (18) a importância da união no órgão de 15 membros para abordar efetivamente as violações dos direitos humanos e prevenir atrocidades em massa.

O chefe da ONU também enfatizou que a garantia de uma ação melhorada e menos politizada sobre os direitos humanos também é imprescindível para o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Durante décadas, a República Centro-Africana sofreu com a instabilidade e os conflitos. No entanto, na pequena cidade ocidental de Bouar, ex-combatentes estão entregando suas armas para trabalhar em projetos comunitários. Com o apoio da missão de paz da ONU no país, a MINUSCA, estes ex-combatentes estão agora centrados na paz e na estabilidade para promover o progresso em seu país. Confira nessa matéria em vídeo da ONU

VÍDEO: Restaurando a paz na República Centro-Africana

Durante décadas, a República Centro-Africana sofreu com a instabilidade e os conflitos. No entanto, na pequena cidade ocidental de Bouar, ex-combatentes estão entregando suas armas para trabalhar em projetos comunitários. Com o apoio da missão de paz da ONU no país, a MINUSCA, estes ex-combatentes estão agora centrados na paz e na estabilidade para promover o progresso em seu país. Confira nessa matéria em vídeo da ONU.

Nova missão da ONU no Haiti sucederá MINUSTAH e terá pouco mais de mil policiais em seu efetivo. Foto: ONU/Marco Dormino

Conselho de Segurança aprova fim da missão da ONU no Haiti

Em resolução adotada unanimemente nesta quinta-feira (12) pelos membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o organismo decisório determinou que a Missão de Estabilização da ONU no Haiti (MINUSTAH) deverá se retirar gradualmente do país pelos próximos seis meses, até 15 de outubro, data oficial do fim da operação.

Decisão também determina criação de nova missão, voltada para o fortalecimento do Estado de Direito e para o monitoramento dos direitos humanos.