Forças de Paz das Nações Unidas

Aqui você encontra todas as informações sobre as operações de paz das Nações Unidas. Outros detalhes em nacoesunidas.org/acao/paz-e-seguranca e www.un.org/peacekeeping

Eleitor em local de votação em Erbil, na região do Curdistão, no Iraque, participando das primeiras eleições nacionais desde que os militares iraquianos declararam a vitória sobre o Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL), no final de 2017. Foto: ONU/UNAMI

Iraque: chefe da ONU elogia realização da primeira eleição legislativa após derrota do Estado Islâmico

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, parabenizou o povo iraquiano pela realização das primeiras eleições parlamentares nacionais, no último sábado (12), desde que o país declarou vitória sobre o Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL/Dae’sh) no final do ano passado. ONU forneceu assistência técnica à Comissão Eleitoral Independente do Iraque.

Forças de paz da missão da ONU na República Centro-Africana (MINUSCA) em patrulha na capital do país, Bangui. Foto: ONU/MINUSCA

Fim da violência na República Centro-Africana ainda está distante, diz ONU

Na República Centro-Africana, o fim da violência e a garantia de estabilidade ainda são objetivos difíceis de serem alcançados, apesar dos esforços de diversos atores, disse um oficial sênior da ONU ao Conselho de Segurança.

O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) descreveu a República Centro-Africana como “um país frágil” devastado por anos de conflito e que enfrenta desafios estruturais e econômicos.

Única mulher a pilotar caças na Missão de Paz da ONU no Mali, Sandra Hernandez – que integra o contingente de El Salvador – sente que seu trabalho “pode ajudar a trazer segurança e um pouco mais de estabilidade e tranquilidade ao povo do Mali”. Voando pelo vasto deserto no norte do Mali, pilotos de helicópteros de El Salvador têm participado das operações da missão das Nações Unidas nos últimos três anos. Hernandez sonhava em ser pilota desde criança. Confira nesse vídeo

VÍDEO: A única mulher a pilotar caças da ONU no Mali

Única mulher a pilotar caças na Missão de Paz da ONU no Mali, Sandra Hernandez – que integra o contingente de El Salvador – sente que seu trabalho “pode ajudar a trazer segurança e um pouco mais de estabilidade e tranquilidade ao povo do Mali”.

Voando pelo vasto deserto no norte do Mali, pilotos de helicópteros de El Salvador têm participado das operações da missão das Nações Unidas nos últimos três anos. Hernandez sonhava em ser pilota desde criança. Confira nesse vídeo.

Capacetes-azuis da MINUSCA patrulham a capital da República Centro-Africana, Bangui. Foto: MINUSCA

Secretário-geral da ONU condena violência na capital da República Centro-Africana

Manifestando preocupação com a retórica inflamada em meio à disseminada violência em Bangui, capital da República Centro-Africana (RCA), o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu que todos os atores permaneçam calmos e trabalhem juntos para construir a paz no país.

Em meio à violência, uma igreja foi atacada e um pastor assassinado. Dois membros da Missão de Paz das Nações Unidas na República Centro-Africana (MINUSCA) também ficaram feridos quando foram apedrejados por uma multidão.

Segundo publicação no Twitter do comandante do Exército brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, dois observadores militares brasileiros ficaram feridos na ocasião. Um dos boinas-azuis foi submetido na quarta-feira (2) a uma cirurgia em Kampala, Uganda, e passa bem. O segundo também passa bem e segue na missão, de acordo com o general.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, transformou o combate ao abuso e à exploração sexual na Organização uma prioridade. Foto: ONU/Evan Schneider

ONU recebeu 54 acusações de abuso sexual contra funcionários no 1º trimestre

Mais de 50 acusações de abuso e exploração sexual envolvendo pessoal servindo às Nações Unidas e seus parceiros em campo foram recebidas nos primeiros três meses deste ano, disse a Organização na terça-feira (1), em sua sede em Nova Iorque.

As acusações não foram totalmente verificadas e muitas estão na fase preliminar de análise. Elas envolvem 66 vítimas, incluindo 13 meninas menores de 18 anos, e 16 vítimas de idade desconhecida.

Cantando canções em homenagem às mulheres, cerca de 150 representantes de todo o Sudão do Sul deram realizaram em março deste ano um diálogo nacional de três dias com funcionários da Missão das Nações Unidas no país, a UNMISS. Realizado na capital, Juba, visa ampliar as vozes das mulheres nos processos de paz. As mulheres sul-sudanesas – incluindo mulheres no governo, na sociedade civil, na política, nas forças armadas e entre as pessoas deslocadas internamente – estão expressando a necessidade urgente de paz e maior representação política para todos e todas.

No Sudão do Sul, mulheres participam de diálogo nacional para ampliar participação política

Cantando canções em homenagem às mulheres, cerca de 150 representantes de todo o Sudão do Sul deram realizaram em março deste ano um diálogo nacional de três dias com funcionários da Missão das Nações Unidas no país, a UNMISS.

Realizado na capital, Juba, visa ampliar as vozes das mulheres nos processos de paz.

As mulheres sul-sudanesas – incluindo mulheres no governo, na sociedade civil, na política, nas forças armadas e entre as pessoas deslocadas internamente – estão expressando a necessidade urgente de paz e maior representação política para todos e todas. Assista nesse vídeo.

No final de fevereiro, o secretário-geral das Nações Unidas condenou fortemente um ataque que matou quatro integrantes das forças de paz da ONU de Bangladesh, ferindo gravemente outros quatro na região de Mopti. Um dia antes, seis membros das forças armadas malianas morreram em outro ataque no centro do país.

ONU condena ataques às forças de paz no Mali

No final de fevereiro, o secretário-geral das Nações Unidas condenou fortemente um ataque que matou quatro integrantes das forças de paz da ONU de Bangladesh, ferindo gravemente outros quatro na região de Mopti. Um dia antes, seis membros das forças armadas malianas morreram em outro ataque no centro do país.

O Conselho de Segurança da organização pediu uma investigação imediata do ataque e disse que os autores têm de ser levados à justiça. Mais uma vez, o Conselho lembrou que atentados a forças de paz podem ser considerados crimes de guerra pela lei internacional. O crime também pode ser passível de sanções de acordo com as resoluções da ONU.

Crianças no Sudão do Sul. Foto: UNICEF/Hatcher-Moore

ONU identifica crimes contra a humanidade cometidos por militares no Sudão do Sul

A Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas no Sudão do Sul identificou mais de 40 militares de alta patente acusados de crimes de guerra e crimes contra a humanidade. As acusações fazem parte de um relatório lançado nesta semana. O documento deve ser usado para responsabilizar os autores em tribunais e para outros mecanismos previstos no Acordo de Paz assinado em 2015.

Em outro relatório lançado nessa semana, a ONU encontrou mais de 60 incidentes de violação do direito de expressão, atingindo 102 pessoas.

Em 2003, a UNMIL começou com 16,4 mil funcionários uniformizados. Desde então, 61 contingentes de vários países serviram no país. Foto: UNMIL

ONU promove cerimônia de encerramento da missão de paz na Libéria

Após 14 anos de atuação da Missão das Nações Unidas na Libéria (UNMIL), uma cerimônia oficial de despedida foi realizada na terça-feira (6) na capital, Monróvia, para homenagear o último contingente policial e militar a atuar no país.

“Hoje, a Libéria é uma história de sucesso e um exemplo clássico de uma nação pós-conflito que surgiu mais forte do que nunca. O país é, de fato, um símbolo de esperança para outras nações envolvidas em conflitos e guerras”, disse o comandante da força, major-general Salihu Zaway Uba, que lidera o componente militar da UNMIL — que inclui Nigéria, Paquistão e Ucrânia.

Oficiais da Missão da ONU na República Democrática do Congo fazem patrulha na selva. Foto: ONU/Sylvain Liecht

Missões da ONU devem usar força para combater violência, aponta relatório

Um relatório das Nações Unidas, coordenado pelo general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz, recomenda mudanças de mentalidade dos oficiais de missões de paz, que devem abandonar postura excessivamente defensiva e responder com uso da força, quando necessário. Publicação foi divulgada após ano de recordes de violência contra a ONU — 2017 viu 56 capacetes-azuis morrerem em serviço, o número mais alto já registrado para um ano.

Desde 1948, mais de 3,5 mil funcionários de missões de paz perderam suas vidas no trabalho. Desses óbitos, 943 foram causados por atos violentos. Desde 2013, houve um recrudescimento de ataques fatais contra militares, com 195 mortes — outro recorde, pois nunca antes num período de cinco anos havia sido contabilizado um número tão grande de falecimentos por violência.

Manifestantes em Kinshasa, na República Democrática do Congo. Imagem de 2016. Foto: IRIN/Habibou Bangré

ONU critica resposta do governo a protestos na República Democrática do Congo

Em meio a uma onda de protestos na República Democrática do Congo que deixaram pelo menos seis mortos no último final de semana (21), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu às forças de segurança do país que respeitem as liberdades de expressão e de reunião do povo congolês.

Escritório de Direitos Humanos da ONU (ACNUDH) expressou nesta terça-feira (23) “profunda preocupação” com o padrão recorrente de repressão — 121 indivíduos foram presos e outros 86 ficaram feridos, incluindo um funcionário da ONU.

Mulheres e crianças buscam segurança e abrigo na cidade Paoua, na República Centro-Africana. Foto: OCHA/Yaye Nabo Sène

Missão da ONU dá ultimato para grupos armados deixarem região da República Centro-Africana

ONU quer que combatentes liberem até amanhã (19) um perímetro de 50 quilômetros próxima à cidade de Paoua, onde 100 mil vivem com medo dos confrontos entre a entidade Justiça e Revolução e o Movimento Nacional para a Liberação do país.

Município é palco de uma ‘verdadeira catástrofe’, segundo a ONU, pois população está ficando sem água e comida. Entre os moradores, estão crianças e centenas de mulheres grávidas.

Bandeira da ONU é levantada na cerimônia de lançamento da MINUJUSTH. Foto MINUJUSTH/Logan Abassi

Nova missão da ONU no Haiti tem como objetivo fortalecer o Estado de direito no país

A chefe da nova Missão das Nações Unidas de Apoio à Justiça no Haiti (MINUJUSTH), Susan Page, disse que a operação terá como foco exclusivo fortalecer o Estado de direito no país.

“O novo mandato estabelecido pelo Conselho de Segurança da ONU é trabalhar com o governo haitiano para fortalecer suas instituições de Estado de direito. Também continua a apoiar a polícia nacional haitiana e a trabalhar para a Justiça e os direitos humanos — e isso inclui informação, monitoramento e análise”, disse ela em entrevista ao UN News.

Oficiais da MINUSTAH, a missão de paz da ONU no Haiti, entregam materiais para a realização das eleições no país. Foto de janeiro de 2017. Foto: ONU/Logan Abassi

Falta de equipamento e capacitação são desafios para missões de paz, afirma chefe de operações da ONU

Em balanço sobre a atuação das missões de paz da ONU em 2017, o subsecretário-geral das Nações Unidas, Jean-Pierre Lacroix, alertou para os desafios que soldados sob a bandeira das Nações Unidas enfrentaram. Entre os problemas está a falta de equipamentos e de capacitação técnica dos oficiais. No ano passado, mais de 60 capacetes-azuis perderam suas vidas em serviço.

O objetivo do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher é capacitar todas as mulheres e pôr fim à violência contra elas. No Sudão do Sul, dezenas de milhares de mulheres fugiram para os campos de proteção de civis da ONU, buscando abrigo para si e seus filhos, longe da violência doméstica e de gênero. Lá, elas recebem apoio prático para agir contra abusadores e possuem um espaço para opinar sobre questões como o casamento forçado e violência doméstica.

No Sudão do Sul, ONU apoia mulheres que fogem da violência de gênero

O objetivo do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher é capacitar todas as mulheres e pôr fim à violência contra elas. No Sudão do Sul, dezenas de milhares de mulheres fugiram para os campos de proteção de civis da ONU, buscando abrigo para si e seus filhos, longe da violência doméstica e de gênero. Lá, elas recebem apoio prático para agir contra abusadores e possuem um espaço para opinar sobre questões como o casamento forçado e violência doméstica.