A ONU e o Esporte

Informativo da ONU Brasil sobre Esporte para o Desenvolvimento e a Paz.

Confira aqui as ações da ONU relacionadas ao esporte para o desenvolvimento humano e pela paz. Acesse clicando aqui ou na imagem ao lado o informativo da ONU Brasil sobre Esporte para o Desenvolvimento e a Paz.

 

Acesse também a página com as ações da ONU Brasil nos Jogos Olímpicos 2016: nacoesunidas.org/tema/rio2016

 

Todas as notícias e informações sobre o tema:

Atletas refugiados dividem o palco com o presidente do COI, Thomas Bach, em Buenos Aires. Foto: ACNUR/Lorey Campese

Equipe Olímpica de Refugiados irá competir nos Jogos de Tóquio em 2020

A Equipe Olímpica de Refugiados competirá nos Jogos de Tóquio de 2020, após a estreia inédita nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

A confirmação da participação no maior evento internacional esportivo veio durante a 133ª Sessão do Comitê Olímpico Internacional (COI), ocorrida na capital da Argentina, Buenos Aires, na terça-feira (9).

Yusra Mardini, atleta olímpica refugiada e embaixadora da Boa Vontade da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), disse que a decisão dará aos refugiados uma nova chance de sonhar.

Crianças e adolescentes refugiados, solicitantes de refúgio e da comunidade local treinam juntos nas instalações esportivas de Oluta, no México. Foto: ACNUR/The RET

ONU promove atividades esportivas em comunidades que recebem refugiados no México

Mais de 450 solicitantes de refúgio que deixaram suas casas devido à violência em El Salvador, Guatemala e Nicarágua aguardam há meses em comunidades no estado mexicano de Veracruz uma resposta do governo do país para seus pedidos de refúgio.

Como estratégia para reduzir a ansiedade provocada pelo longo tempo de espera, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), junto a governos locais e organizações da sociedade civil como “The Ret”, promovem atividades esportivas direcionadas sobretudo a meninas, meninos e adolescentes.

Refugiado participa da Copa dos Refugiados de 2015, evento promovido para dar visibilidade à causa do refúgio e promover a integração desta população por meio do esporte. Foto: ACNUR / Emiliano Capozoli

Etapa São Paulo da Copa dos Refugiados terá campeão neste fim de semana

A etapa São Paulo da Copa dos Refugiados, já em sua quinta edição, terá as semifinais neste sábado (1) e a grande final no domingo (2), com jogos a serem realizados na zona leste e no bairro da Aclimação.

O evento contou com a participação de 16 seleções (Angola, Camarões, Coreia do Sul, Gana, Guiné Bissau, Iraque, Líbano, Mali, Marrocos, Nigéria, Níger, República Democrática do Congo, Senegal, Síria, Togo e Venezuela), envolvendo mais de 300 jogadores. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

O COB já possui uma ouvidoria, canal aberto para receber qualquer tipo de denúncia e, com a nova política, aprimorará todos os processos internos e externos relacionados a casos de abuso e assédio no ambiente esportivo Foto: COB

Comitê Olímpico do Brasil e ONU Mulheres elaboram política contra assédio e abuso sexual

Representantes do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e da ONU Mulheres se reuniram durante dois dias na semana passada, na sede do COB, no Rio de Janeiro (RJ), para discutir conjuntamente as diretrizes para a elaboração da Política de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e Abuso Sexual, que será implementada ainda este ano pelo comitê.

As diretrizes da nova política abrangerão todas as atividades desenvolvidas pela entidade esportiva e seus funcionários e funcionárias, e valerão para eventos e missões organizadas pelo COB.

Com o tema “Não me julgue antes de me conhecer”, a Copa dos Refugiados é um evento que vai muito além do futebol. Realizada pela ONG África do Coração, parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a iniciativa envolveu cerca de 320 refugiados e migrantes na disputa, representando seus respectivos países de origem – Angola, Camarões, Coreia do Sul, Gana, Guiné Bissau, Iraque, Líbano, Mali, Marrocos, Nigéria, Níger, República Democrática do Congo, Senegal, Síria, Togo e Venezuela.

Copa dos Refugiados, um evento muito além do futebol; vídeo

Com o tema “Não me julgue antes de me conhecer”, a Copa dos Refugiados é um evento que vai muito além do futebol.

Realizada pela ONG África do Coração, parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a iniciativa envolveu cerca de 320 refugiados e migrantes na disputa, representando seus respectivos países de origem – Angola, Camarões, Coreia do Sul, Gana, Guiné Bissau, Iraque, Líbano, Mali, Marrocos, Nigéria, Níger, República Democrática do Congo, Senegal, Síria, Togo e Venezuela.

Neste ano, a Copa dos Refugiados foi realizada nas capitais Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. Confira nesse vídeo como foi a etapa no Rio de Janeiro, realizada no início de agosto.

Haiti foi o vencedor da primeira edição da Copa dos Refugiados, em 2014. Foto: ACNUR

Etapa São Paulo da Copa dos Refugiados será lançada na sexta-feira (24)

A Etapa São Paulo da Copa dos Refugiados será sediada pela quinta vez na capital paulista, com chaveamento das seleções a ser definido nesta sexta-feira (24), a partir das 9h. O evento contará com a participação de autoridades realizadoras e apoiadoras, assim como representantes das 16 seleções que disputarão o torneio.

Com o tema “Não me julgue antes de me conhecer”, o campeonato realizado pela ONG África do Coração, parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), envolverá cerca de 320 refugiados e migrantes na disputa, representando seus países de origem.

Seleção de Angola posa para a foto com o troféu de campeã da etapa Rio de Janeiro da Copa dos Refugiados 2018. Foto: ACNUR/MiguelPachioni

Angola vence etapa Rio de Janeiro da Copa dos Refugiados

A equipe de Angola venceu no último final de semana (4) a etapa carioca da Copa dos Refugiados 2018. Inédito no Rio de Janeiro, o torneio foi realizado pela ONG África do Coração com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Campeonato teve a participação de 150 jogadores refugiados e migrantes, que representaram, além do Estado angolano, Guiné-Bissau, Haiti, República Democrática do Congo, Senegal, Síria, Venezuela e Colômbia.

Manik e Babu, ambos de 18 anos, fazem parte do projeto "O Campeão em Mim". Foto: UNAIDS

Projeto na Índia usa a corrida como forma de empoderar jovens vivendo com HIV

Iniciativa denominada “O Campeão em Mim” usa o esporte para vencer o estigma e a discriminação contra adolescentes vivendo com HIV. Em andamento na cidade de Bangalore, na Índia, o programa adota a corrida como ferramenta de fortalecimento e empoderamento.

Hoje, quase 200 crianças e adolescentes vivendo com HIV fazem parte da ação, que continua a crescer. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Aula do Projeto Grael. Foto: Pojeto Grael

ONU e velejador olímpico Lars Grael debatem esporte e inclusão em seminário no Rio

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) e o Projeto Grael encerraram nesta sexta-feira (27) o seminário Barcos, evento de dez dias que debateu no Rio de Janeiro o uso do esporte para a inclusão social e educação. Encontro celebrou os 20 anos da iniciativa que leva o nome do velejador brasileiro e atleta olímpico Lars Grael, um dos participantes dos dias de atividade. A conferência teve palestras e aulas teórico-práticas de vela, canoagem e remo.

Marta, jogadora de futebol. Foto: PNUD

ONU Mulheres anuncia jogadora Marta como embaixadora global da Boa Vontade

A ONU Mulheres anunciou nesta quinta-feira (12) a nomeação da renomada jogadora de futebol brasileira Marta Vieira da Silva como Embaixadora da Boa Vontade para mulheres e meninas no esporte.

Marta dedicará seus esforços a apoiar o trabalho pela igualdade de gênero e empoderamento em todo o mundo, inspirando mulheres e meninas a desafiar estereótipos, superar barreiras e seguir seus sonhos e ambições, inclusive no esporte.

No Chile, cerca de 30 crianças refugiadas e solicitantes de refúgio viveram a experiência de serem jogadores de futebol da equipe da Universidade Católica. Atividade fez parte das celebrações do Dia Mundial do Refugiado, lembrado em 20 de junho. Foto: ACNUR/Eugenia Paz

No Chile, crianças refugiadas viram jogadores de futebol profissionais por um dia

“Gosto de jogar futebol desde pequeno! Quando eu crescer, quero ser muito bom nesse esporte, eu gostaria de jogar no exterior!”, conta Einer Felipe, um menino colombiano de 12 anos, enquanto brinca com uma bola de futebol. No Dia Mundial do Refugiado, lembrado em 20 de junho, o garoto e outras crianças da Colômbia, Venezuela, Síria e Iraque tiveram a oportunidade de se tornarem futebolistas profissionais da Universidad Católica do Chile.

O sírio Khaled, terceiro da direita para a esquerda, foi recebido por uma família brasileira para assistir ao jogo de estreia da seleção na Copa do Mundo da Rússia. Foto: ACNUR/Miguel Pachioni

Refugiados são recebidos por brasileiros e torcem pela seleção durante jogos da Copa

O sírio Khaled, de 42 anos, torceu pelo Brasil na casa de Vanessa, uma paulistana de 31 anos que mora na zona sul de São Paulo e o acolheu em sua casa para assistir aos jogos da Copa do Mundo 2018.

Khaled se inscreveu na plataforma “Meu Amigo Refugiado”, um projeto desenvolvido pela ONG Migraflix, parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), que promove o encontro entre brasileiros e pessoas refugiadas em datas especiais, como o Natal e o Ano Novo. A iniciativa tem repetido a dose durante os jogos da seleção brasileira no Mundial.

Foto: EBC

ONU Mulheres critica violência de gênero na Copa 2018

A ONU Mulheres emitiu nesta sexta-feira (22) uma nota pública sobre a violência de gênero durante a Copa do Mundo 2018, considerando “inaceitável a intenção deliberada de alguns torcedores brasileiros de assediar sexualmente mulheres durante a Copa do Mundo”.

“Com palavras de baixo calão, eles reduziram as mulheres a objetos sexuais na demonstração de como a misoginia que, inclusive fundamenta a cultura do estupro, assume diferentes formas e não tem fronteiras, ocorrendo num evento que se propõe a promover a integração dos povos e os sentimentos de união pelo esporte”, afirmou a nota assinada pela representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman.

Militares da Índia e do Reino Unido servindo na missão de paz das Nações Unidas no Sudão do Sul usaram seus conhecimentos de engenharia para reformar o campo de futebol e as quadras de vôlei e de basquete no Estádio Malakal. Para os jovens da região, praticar esportes é uma oportunidade de diversão, mas também uma saída das frustrações vividas em um lugar com poucas oportunidades devido ao contínuo conflito.

No Sudão do Sul, missão da ONU incentiva prática de esportes entre os jovens; vídeo

Militares da Índia e do Reino Unido servindo na missão de paz das Nações Unidas no Sudão do Sul usaram seus conhecimentos de engenharia para reformar o campo de futebol e as quadras de vôlei e de basquete no Estádio Malakal. Para os jovens da região, praticar esportes é uma oportunidade de diversão, mas também uma saída das frustrações vividas em um lugar com poucas oportunidades devido ao contínuo conflito. Mais no vídeo.

O jogador da seleção uruguaia e do París Saint-Germain (PSG), Edinson Cavani, surpreendeu um grupo de crianças no posto de vacinação do Hospital Pereira Rossell, em Montevidéu. Foto: Reprodução

Jogador Edinson Cavani surpreende crianças em posto de vacinação em Montevidéu

O jogador da seleção uruguaia e do París Saint-Germain (PSG), Edinson Cavani, surpreendeu um grupo de crianças no posto de vacinação do Hospital Pereira Rossell, em Montevidéu, capital do Uruguai.

A visita ocorreu durante vacinação contra a gripe na Semana de Vacinação das Américas, campanha da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) à qual o atacante se somou este ano para criar consciência sobre o poder das vacinas.

Para o UNODC, proteger os esportes da corrupção representa um investimento que traz claros benefícios econômicos e sociais. Foto: UNIC Tóquio/Takashi Okano

ONU e BRICS promovem conferência em Viena sobre combate à corrupção nos esportes

O Brasil e os demais países que fazem parte do grupo dos BRICS (Rússia, Índia, China e África do Sul) realizam até esta quarta-feira (6) conferência em Viena, na Áustria, sobre corrupção nos esportes. O evento de dois dias, fruto de uma parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), reúne 250 participantes de 60 países.

Para o diretor-executivo do UNODC, Yury Fedotov, proteger os esportes da corrupção representa um investimento que traz claros benefícios econômicos e sociais.

Seleção do Senegal venceu etapa Porto Alegre da Copa dos Refugiados. Foto: ACNUR/Miguel Pachioni

Time do Senegal vence Copa dos Refugiados em Porto Alegre

A seleção do Senegal foi a grande campeã da etapa Porto Alegre da Copa dos Refugiados, torneio realizado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e instituições parceiras. Representantes do país africano derrotaram o Líbano na final, em partida disputada no último domingo (3), no estádio Beira-Rio. Jogo acirrado terminou sem gols e foi decidido nos pênaltis. Senegal sagrou-se campeão ao acertar três cobranças contra uma da equipe libanesa.

Estádio Rubin em Kazan, na Rússia. Foto: Wikimedia/Эдгар Брещанов

Relatores elogiam compromisso da FIFA de proteger ativistas e repórteres de direitos humanos

Em declaração divulgada nesta semana, a Federação Internacional de Futebol alinha suas práticas e definições a marcos de direitos humanos da ONU, além de determinar a criação de um mecanismo de prestação de queixas para repórteres e militantes que queiram denunciar abusos sofridos durante seu trabalho.

Relatores das Nações Unidas pediram que compromisso se traduza em ação já na próxima Copa do Mundo, na Rússia.

Criança com sintomas do sarampo. Foto: Blog da Saúde/NatUlrich

OMS recomenda vacinação contra sarampo e rubéola antes de viajar para Copa do Mundo

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) recomenda que todas as pessoas que viajarão para a Copa do Mundo 2018 estejam com todas as vacinas em dia, incluindo aquela que protege contra sarampo, rubéola e caxumba – conhecida no Brasil como tríplice viral. O torneio mundial de futebol acontecerá entre os dias 14 de junho e 15 de julho, na Rússia.

A intensificação das viagens internacionais e o movimento de pessoas durante eventos de massa, como a Copa do Mundo, aumentam o risco de transmissão de doenças. Também aumenta a probabilidade de os viajantes retornarem a seus países com doenças como sarampo, que é altamente contagioso e pode ter graves consequências para a saúde das populações não vacinadas e mais vulneráveis.

Haiti foi o vencedor da primeira edição da Copa dos Refugiados, em 2014. Foto: ACNUR

Copa dos Refugiados começa no sábado em Porto Alegre com a participação de 120 jogadores

O maior projeto de integração esportiva que envolve refugiados e migrantes terá início em Porto Alegre (RS) neste fim de semana. A chamada Copa dos Refugiados de Futebol envolve a participação de 120 jogadores amadores que representarão seus respectivos países de origem: Angola, Colômbia, Guiné Bissau, Haiti, Líbano, Peru, Senegal e Venezuela.

São apoiadores do projeto Agência da ONU para Refugiados (ACNUR); Prefeitura de Porto Alegre, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Esporte; e parceiros.

Refugiados sírios em visita ao Santos FC. Foto: Flickr (CC)/Santos FC

Refugiados e famílias brasileiras torcerão juntos pela seleção durante a Copa do Mundo

O Projeto Meu Amigo Refugiado, iniciativa da ONG Migraflix, promoverá no próximo mês um encontro emocionante, movido pela paixão por futebol. Pessoas em condição de refúgio e famílias brasileiras assistirão juntas aos jogos da seleção brasileira durante a Copa do Mundo. Até 5 de junho, brasileiros podem se inscrever no site da iniciativa para receber sírios, colombianos, congoleses, venezuelanos e indivíduos de outras nacionalidades durante as partidas.

Recife e UNICEF promovem 4ª Semana do Bebê na capital pernambucana. Foto: UNICEF

UNICEF e prefeitura de Recife promovem nesta semana mais de 600 atividades sobre primeira infância

Acontece nesta semana a 4ª Semana do Bebê do Recife, iniciativa promovida pelo governo municipal em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Projeto promoverá rodas de conversa, atividades recreativas, contação de histórias, resgate de cantigas de ninar, orientações de saúde, aulas de esporte e outros serviços. A primeira criança nascida nesta terça-feira (22) recebeu a chave da cidade e o cargo simbólico de bebê-prefeito.

No Rio, o "Vamos Nessa" capacitou cinco professores de jiu-jitsu da Geração UPP, projeto que leva técnicas e doutrina das artes marciais a jovens de comunidades por meio de policiais militares. Foto: UNODC

ONU ajuda professores de artes marciais a prevenir violência entre jovens pelo esporte

O programa do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) “Vamos Nessa” oferece a profissionais de educação física e professores de artes marciais envolvidos com projetos sociais um treinamento focado na prevenção da criminalidade e da violência através do esporte.

O objetivo é construir habilidades para a vida por meio de jogos e dinâmicas esportivas a partir das quais os participantes debatem fatores que levam ao envolvimento em crimes, violências e drogas.

O Rio de Janeiro, juntamente com o Distrito Federal, foi o primeiro a receber a iniciativa no Brasil, que depois foi estendida a países como África do Sul, Quirguistão, Uganda, Palestina, Peru e República Dominicana.

Foto: Ben Lecomte

ONU Meio Ambiente lista 10 modalidades esportivas que estão combatendo a poluição por plástico

De mergulhadores que coletam resíduos do fundo do mar a corredores que pegam lixo enquanto correm, atletas e entusiastas dos esportes estão unindo forças para enfrentar a onda de poluição por plásticos que está envenenando os oceanos do mundo.

A ONU Meio Ambiente listou dez iniciativas de diferentes modalidades esportivas do mundo engajadas no combate à poluição por plásticos.

Yusra Mardini na sede do ACNUR depois de ser anunciada como embaixadora da Boa Vontade da agência da ONU. Foto: ACNUR/Susan Hopper

Atleta embaixadora da agência da ONU para refugiados lança livro sobre sua trajetória

A nadadora Yusra Mardini, que competiu na primeira Equipe Olímpica de Atletas Refugiados nos Jogos do Rio em 2016, foi forçada a fugir da Síria em 2015 e, na Turquia, embarcou em um pequeno bote cheio de refugiados com destino à Grécia.

Quando o motor do bote falhou e a embarcação começou a afundar, Yusra, então com 17 anos, sua irmã mais velha Sara e outras duas pessoas pularam na água para aliviar a carga e guiaram o barco em segurança até a ilha grega de Lesbos. Eles ficaram no mar por três horas e meia e salvaram a vida das pessoas a bordo.

A notável história de Yusra é contada em um livro intitulado “Butterfly” (Borboleta, em tradução livre), lançado em Berlim na segunda-feira (30). A edição em inglês será lançada em Londres no fim desta semana. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Rafaela Silva, judoca brasileira, campeã olímpica e mundial. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Judoca Rafaela Silva critica racismo em abordagem policial

“Desce! Desce!”. Foi com essas palavras e com arma em punho que um policial abordou a judoca Rafaela Silva.

Em fevereiro desse ano, a atleta foi parada por agentes de segurança quando estava num táxi indo do aeroporto Tom Jobim para Jacarepaguá, bairro onde mora, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Em entrevista à ONU, a campeã olímpica lembra o ocorrido e questiona: se fosse uma pessoa de cor diferente, o tratamento não seria o mesmo. Confira a entrevista na íntegra no vídeo abaixo.

Jogadores russos e internacionais jogaram a primeira partida da Copa do Mundo UNAIDS pelo Fim da AIDS e da Discriminação. Foto: UNAIDS

Na Rússia, ONU realiza torneio de futebol pelo fim da AIDS e da discriminação

Teve início nesta semana (17), em Moscou, um torneio de futebol que promete jogar para escanteio o preconceito sofrido por pessoas vivendo com HIV. Realizada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a Copa do Mundo pelo Fim da AIDS e da Discriminação reuniu em sua primeira partida lendas do futebol russo e internacional, como Alexey Smertin e o camaronês Samuel Eto’o. Competição tem o apoio da FIFA.

Gianluigi Buffon, goleiro da Juventus, em foto de 2016. Foto: Wikimeadia Commons/Doha Stadium Plus Qatar (CC)

UNESCO e Juventus lançam concurso de fotografia sobre futebol

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e o clube italiano Juventus lançaram nesta semana um concurso de fotografias com o objetivo de retratar formas com as quais o futebol promove a inclusão, supera estereótipos e reverte discriminações.

Para participar do concurso, é necessário enviar uma fotografia retratando esse potencial do esporte, com uma mensagem de paz e tolerância. Os vencedores receberão prêmios e participarão de uma campanha em vídeo. As inscrições vão até 6 de maio.

Lionel Messi recebe o título de embaixador para o turismo responsável das mãos do secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili. Foto: OMT

Lionel Messi é nomeado embaixador da ONU para turismo responsável

O argentino Lionel Messi é o mais novo embaixador das Nações Unidas para o turismo responsável. O jogador recebeu o título da Organização Mundial do Turismo (OMT) no último sábado (7), após partida do Barcelona contra o Leganés.

A OMT é a agência da ONU especializada na promoção do crescimento econômico inclusivo e sustentável por meio do turismo. O organismo internacional também defende que o turismo seja universalmente acessível.

Foto: Associação Jadir de Taekwondo

Projeto comunitário de taekwondo promove inclusão pelo esporte

No Rio de Janeiro, uma iniciativa de taekwondo já ajudou quase 6 mil crianças e adolescentes em 18 anos de atividade. O projeto dialoga com os objetivos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Por meio da arte marcial coreana, a Associação Jadir de Taekwondo busca melhorar a qualidade de vida dos seus alunos, proporcionando acesso gratuito ao esporte, incentivando a cultura e oferecendo oportunidades de educação.

Confira neste vídeo produzido pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).