A ONU e o Esporte

Informativo da ONU Brasil sobre Esporte para o Desenvolvimento e a Paz.

Confira aqui as ações da ONU relacionadas ao esporte para o desenvolvimento humano e pela paz. Acesse clicando aqui ou na imagem ao lado o informativo da ONU Brasil sobre Esporte para o Desenvolvimento e a Paz.

 

Acesse também a página com as ações da ONU Brasil nos Jogos Olímpicos 2016: nacoesunidas.org/tema/rio2016

 

Todas as notícias e informações sobre o tema:

Esporte e atividades físicas serão tema do Relatório de Desenvolvimento Humano de 2016 do Brasil. Foto Bruno Fernandes

Rede da sociedade civil que usa esporte para desenvolvimento humano completa 10 anos em 2017

O esporte pode ser uma ferramenta para a paz, a inclusão e a busca por direitos. Essa é a premissa da Rede Esporte pela Mudança Social (REMS), iniciativa que reúne 81 instituições e que completa dez anos em 2017. Ao longo do ano, aniversário será comemorado com eventos sobre o papel das atividades esportivas na promoção do desenvolvimento humano.

A REMS foi criada em agosto de 2007 com o apoio da Nike e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Imagem: Luta pela Paz

ONG do Complexo da Maré usa artes marciais e educação para empoderar jovens

No Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, a Luta pela Paz combina artes marciais e educação para empoderar a juventude local. Instituição tem o apoio da UNESCO e faz parte de uma rede de ONGs criada com o suporte do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

A ONU lembra nesta quinta-feira (6) o Dia Internacional do Esporte para o Desenvolvimento e pela Paz. Nesta data, as Nações Unidas chamam atenção para o poder transformador que atividades esportivas podem ter na vida dos jovens.

Projeto de agência da ONU usa esporte para promover uma cultura de paz e desenvolver habilidades pessoais entre jovens vivendo em situações de vulnerabilidade. Foto: UNODC/Kevin Town

ONU apresenta projeto sobre esporte para a prevenção da criminalidade em evento da CBF

O projeto ‘Vamos Nessa’, do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), usa o esporte para desenvolver habilidades pessoais entre jovens que vivem em situação de vulnerabilidade. Programa está em fase de testes em centros esportivos do Distrito Federal e do Rio de Janeiro e foi tema de apresentação da agência da ONU em workshop da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), na última sexta-feira (31), em Brasília.

A equipe Coletivo, de Caxias do Sul, se sagrou a grande campeã desta edição. Formada por imigrantes senegaleses, o time disputou a final com a Colômbia que só foi definida após uma emocionante sequência de pênaltis. Foto: ACNUR/Luiz Eugênio Gressler

Mais de 100 atletas participam da primeira Copa dos Refugiados em Porto Alegre (RS)

Cerca de 110 atletas refugiados e migrantes, de diferentes nacionalidades, deram um exemplo de solidariedade, espírito esportivo e integração cultural no domingo (27) na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.

A primeira edição da Copa dos Refugiados em Porto Alegre foi uma realização da Associação Antônio Vieira (ASAV) em parceria com a agência de inovação social Ponto, que contou com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e de entidades e organizações da sociedade civil.

Refugiado participa da Copa dos Refugiados de 2015, evento promovido para dar visibilidade à causa do refúgio e promover a integração desta população por meio do esporte. Foto: ACNUR / Emiliano Capozoli

Copa dos Refugiados reunirá 110 atletas em Porto Alegre no próximo domingo

Para promover a inclusão social e cultural de pessoas que buscaram refúgio no Brasil, acontece no próximo domingo (26) em Porto Alegre (RS) a Copa dos Refugiados. O evento futebolístico terá oito times, totalizando 110 atletas migrantes e refugiados de países como Senegal, Angola, Haiti, Venezuela, Colômbia e Peru.

A Copa é uma realização da Ponto, agência de inovação social, em parceria com entidades e empresas apoiadoras como a Associação Antônio Vieira (ASAV), Associação Buriti de Arte, Cultura e Esporte (ABACE), Arena do Grêmio, Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Grêmio Foot-ball Porto Alegrense e Prefeitura Municipal de Porto Alegre, entre outras entidades e organizações da sociedade civil.

Após o início do programa “Vamos Nessa” em Brasília, o UNODC realizou uma série de discussões com autoridades governamentais, membros da sociedade civil e organizações esportivas no Rio de Janeiro. Foto: UNODC

Agência da ONU discute implantar no Rio projeto de prevenção à criminalidade pelo esporte

Após o início do programa “Vamos Nessa” em Brasília, que pretende dar habilidades para a vida a jovens de comunidades vulneráveis, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) realizou uma série de reuniões com autoridades governamentais, membros da sociedade civil e de organizações esportivas no Rio de Janeiro para debater formas de implantar o projeto na cidade.

Organização de megaeventos esportivos por abrir brechas para corrupção. Foto: PEXELS

Sediar eventos esportivos pode abrir brechas para corrupção em larga escala, diz UNODC

Em participação no II Fórum Internacional para a Integridade do Esporte, realizado na semanada passada (15), em Lausanne, o diretor-executivo do Escritório da ONU sobre Drogas e Crime (UNODC), Yury Fedotov, alertou que práticas ilícitas, como partidas arranjadas e apostas ilegais, ameaçam a credibilidade das competições e estão associadas a lavagem de dinheiro e outras formas de crime organizado.

Durante evento em Davos, a refugiada síria Yusra Mardini falou sobre sua experiência pessoal fugindo da guerra em seu país. Foto: ACNUR/Gisella Lomax

Necessidade dos refugiados vai além do suporte básico, diz nadadora síria em Davos

Yusra Mardini, a refugiada síria que inspirou o mundo no ano passado durante os Jogos Olímpicos do Rio, fez um apelo aos líderes mundiais reunidos em Davos, na Suíça. Ela alertou que refugiados vulneráveis, assim como ela, têm necessidades que vão além do suporte básico.

“Com comida no estômago, nós podemos sobreviver. Mas somente se nos for dada comida para a alma iremos prosperar”, disse a nadadora de 18 anos, durante um evento paralelo ao Fórum Econômico Mundial.

Membros da equipe olímpica de atletas refugiados com o alto-comissário da ONU para Refugiados, Filippo Grandi, e membros do ACNUR na Vila Olímpica da Rio 2016. Foto: ACNUR/Benjamin Loyseau

Equipe Olímpica de Atletas Refugiados faz planos

Há quatro meses, dez refugiados fizeram história nos Jogos Olímpicos Rio 2016 – uma experiência que mudou a vida de todos os envolvidos.

Para Yiech Pur Biel, as Olimpíadas fizeram mais do que permitir que ele mostrasse suas habilidades esportivas em um palco mundial: a experiência o reconectou com sua família depois de quase 12 anos. Ele se separou da família quando fugiu do Sudão do sul em 2005. Pelas redes sociais, sua mãe descobriu que ele estava no Rio e, com a ajuda do ACNUR, conseguiu restabelecer o contato.

Confira nesse especial estão os dez atletas hoje.

Aula de educação física em escola municipal da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Foto: Agência Brasil / Tânia Rêgo

Obrigatoriedade é importante para garantir prática de atividades físicas nas escolas, diz PNUD

Em pesquisa que entrevistou 572 escolas, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) mostra que apenas 51% dos colégios públicos do Brasil possuem professores de Educação Física e menos da metade dos centros de ensino do país (44,9%), incluindo-se aí as instituições privadas, conta com programa específicos para promover atividades físicas no ambiente escolar.

Segundo a agência da ONU, diante desses baixos índices, marcos legais estabelecendo a obrigatoriedade da disciplina são importantes para garantir a promoção das atividades físicas nas escolas.

ONU promove ação no DF para prevenir crime entre jovens por meio do esporte

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e o governo do Distrito Federal assinaram um acordo conjunto que visa a utilizar o esporte como ferramenta para prevenir o crime e o uso de drogas entre jovens.

A iniciativa, que faz parte do Programa Global de Implementação da Declaração de Doha, oferece treinamento em habilidades para a vida com o objetivo de melhorar a inclusão dos jovens em risco e reduzir o comportamento antissocial.

Atividades físicas podem melhorar aprendizado e desenvolvimento dos jovens, dizem especialistas

Atividades físicas podem melhorar a qualidade de vida e o rendimento acadêmico de crianças e adolescentes, funcionando como uma ferramenta de desenvolvimento humano entre os jovens em idade escolar. Essa é uma das conclusões preliminares de um estudo realizado desde 2014 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil e discutido em Brasília no início de dezembro.

Com o acordo de paz para acabar com um dos conflitos mais longos da América Latina, jovens estão dando o exemplo para acabar com a hostilidade entre vizinhos. Foto: ACNUR

Jovens buscam reaproximar moradores de comunidade dividida na Colômbia

Após o acordo de paz que deve pôr fim ao conflito mais antigo da América Latina, jovens homens e mulheres em La Gloria, na província de Caquetá, adotaram medidas para reconciliar diferentes grupos de sua comunidade de deslocados internos, organizando atividades culturais para as gerações mais novas. Os adolescentes participavam de oficinas de arte para jovens promovidas pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) no país.

PNUD anuncia vencedores do Prêmio Mais Movimento

O Prêmio Mais Movimento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) anunciou nesta sexta-feira (2) no Rio de Janeiro os vencedores que promovem a prática regular da atividade física: Erê Lab, Geração Movimento e o Programa Promoção de Atividade Física em Unidades Básicas de Saúde. A reportagem foi “Engenheiro do Rio cria aplicativo que junta os amantes de vários esportes”, da RedeTV, pela jornalista Gabriela Zottis, também foi premiada pela iniciativa.

Na Arena Condá, torcedores da Chapecoense prestam homenagem às vítimas do acidente na Colômbia. Foto: Agência Brasil / Daniel Isaia

Chefe da UNESCO envia condolências ao Brasil por tragédia da Chapecoense

“Nos unimos a sua dor e à de seu povo, reconhecendo o impacto que essa tragédia tem para os brasileiros, assim como para a comunidade esportiva e a mídia em seu país”, disse a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, em carta enviada ao presidente Michel Temer sobre o acidente de avião que vitimou jogadores e membros da comissão técnica da Chapecoense, jornalistas e tripulação. A chefe da agência da ONU prestou condolências ao Brasil pelo falecimento das vítimas.

Em Dia Internacional que celebra o esporte como ferramenta para o desenvolvimento e a paz, o chefe da ONU, Ban Ki-moon, foi categórico: “jogando juntos, podemos criar o futuro que queremos”. Foto: UNICEF Brasil / Rocha

PNUD entrega Prêmio Mais Movimento para incentivar combate à ‘epidemia de inatividade física’

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) entregará o Prêmio Mais Movimento a seus vencedores no Museu de Arte do Rio (MAR), na sexta-feira (2). O representante do PNUD no Brasil, Niky Fabiancic, participa da cerimônia. Premiação reconhece projetos que promovam experiências positivas para crianças desde cedo e/ou integrem a atividade física no dia a dia das pessoas em todas as faixas etárias.

Refugiado participa da Copa dos Refugiados de 2015, evento promovido para dar visibilidade à causa do refúgio e promover a integração desta população por meio do esporte. Foto: ACNUR / Emiliano Capozoli

Federação de futebol do RJ adota medida para contratar refugiados como atletas brasileiros

Medida adotada pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FFERJ) será levada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aos demais estados até o ano que vem. A CBF também pretende apresentar a iniciativa à FIFA. Organismo estadual organizou seminário sobre integração de refugiados pelo esporte. Evento contou com participação da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Projeto da ONU Mulheres sobre empoderamento feminino pelo esporte realiza oficinas em João Pessoa

Durante os Jogos Escolares da Juventude, em João Pessoa, cerca de 150 crianças participaram de oficinas sobre empoderamento feminino e igualdade de gênero promovidas pelo “Uma Vitória Leva à Outra”, projeto da ONU Mulheres no Brasil e parceiros. Paraíba é o segundo estado a receber o programa, que atualmente é implementado no Rio de Janeiro como parte do legado das Olimpíadas e Paralimpíadas de 2016.