Arquivo da tag: Cultura e comunicação

Todas as notícias sobre estes temas.

Então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, toca trompete após aula rápida com o músico Wynton Marsalis, junto ao cantor Luciano Pavarotti e Nane Annan, em 10 de dezembro de 1998. Foto: ONU/Evan Schneider

Artigo 19: Direito à liberdade de opinião e expressão

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi adotada em 10 de dezembro de 1948. Para marcar o aniversário de 70 anos, nas próximas semanas, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) publicará textos informativos sobre cada um de seus artigos.

A série tentará mostrar aonde chegamos, até onde devemos ir e o que fazer para honrar aqueles que ajudaram a dar vida a tais aspirações.

Leia mais sobre o Artigo 19: Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias pro quaisquer meios e independentemente de fronteiras.

Festival Global de Migração de 2017 no Níger; evento acontece simultaneamente em diversos países do mundo e, no Brasil, ocorre no Rio de Janeiro e em Roraima. Foto: OIM/Festival Global de Migração

Festival de cinema sobre migração exibe filmes no Rio

Depois do lançamento oficial do Festival Internacional de Cinema sobre Migração no fim de novembro (28), o Brasil deu início à temporada de mostras deste ano com a exibição de produções brasileiras e debates.

Em 11 de dezembro, uma projeção especial de curta-metragens selecionados ocorrerá na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, para dar início ao 4º Curso de Verão sobre Migração e Refúgio, com o tema “O refúgio de uma perspectiva mundial”.

UNAIDS realiza oficina sobre ‘Comunicação e Zero Discriminação em HIV e AIDS’ em Porto Alegre

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), em parceria com a Secretaria de Saúde do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, realiza em Porto Alegre, no dia 11 de dezembro, a oficina “Comunicação e Zero Discriminação em HIV e AIDS”.

O curso conta com 80 vagas, e podem se inscrever todos os profissionais de comunicação que atuem na imprensa e estudantes de jornalismo.

O então secretário-geral da ONU, Kofi Annan (esquerda), conversa por videoconferência com o então presidente francês, Jacques Chirac, na ocasião do aniversário de 50 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em dezembro de 1998. Foto: ONU/Evan Schneider

Artigo 18: Liberdade de religião e crença

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi adotada em 10 de dezembro de 1948. Para marcar o aniversário de 70 anos, nas próximas semanas, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) publicará textos informativos sobre cada um de seus artigos.

A série tentará mostrar aonde chegamos, até onde devemos ir e o que fazer para honrar aqueles que ajudaram a dar vida a tais aspirações.

Leia mais sobre o Artigo 18: Todo ser humano tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.

Com base em abordagem histórica, documentário trata do modo como o HIV é encarado na sociedade brasileira atual. Foto: Reprodução

Documentário ‘Carta para Além dos Muros’ reconstrói trajetória do HIV e da AIDS no Brasil

O documentário “Carta para Além dos Muros” reconstrói a trajetória do HIV e da AIDS, com foco no Brasil, por meio de entrevistas com médicos, ativistas, pessoas vivendo com HIV e outros atores, além de farto material de arquivo.

Do pavor inicial às campanhas de conscientização, passando pela discriminação imposta aos doentes, o documentário apoiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mostra como a sociedade encarou essa epidemia devastadora ao longo de duas décadas.

Salahdin Abdurrahman Khissan, de 17 anos, caminha em Darfur. O jovem estuda Psicologia na universidade. Foto: ONU/Albert González Farran

ONU pede participação das pessoas com deficiência na vida política, social e cultural

Em mensagem para o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, observado neste 3 de dezembro, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, defendeu a participação dessa população na vida política, social e cultural, “para construir um mundo que seja pluralista, aberto, participativo”.

Também por ocasião da data, o administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Achim Steiner, ressaltou que garantir os direitos das pessoas com deficiência é fundamental para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Nildo Muniz, bailarino e policial, trabalha em prol de crianças no Rio de Janeiro, com apoio de um projeto das Nações Unidas. Ele promove a socialização de crianças e adolescentes no Centro Esportivo Miécimo da Silva, em Campo Grande, na zona oeste da cidade. Realizada pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, #UNODC, a campanha “Escolha o Esporte” — #ChooseSport, no original em inglês — apresenta histórias de treinadores, professores e jovens brasileiros que tiveram sua vida transformada pela prática de atividades esportivas.

Com apoio da ONU, bailarino e policial trabalha em prol de crianças no Rio de Janeiro; vídeo

Nildo Muniz, bailarino e policial, trabalha em prol de crianças no Rio de Janeiro, com apoio de um projeto das Nações Unidas. Ele promove a socialização de crianças e adolescentes no Centro Esportivo Miécimo da Silva, em Campo Grande, na zona oeste da cidade.

Realizada pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), a campanha “Escolha o Esporte” — #ChooseSport, no original em inglês — apresenta histórias de treinadores, professores e jovens brasileiros que tiveram sua vida transformada pela prática de atividades esportivas.

Participantes da conferência sobre o estado da democracia na América Latina, realizada na sede da CEPAL em Santiago, no Chile. Foto: CEPAL/Carlos Vera

Ex-presidentes de Chile, Costa Rica e Uruguai abordam desafios da democracia na América Latina

O crescente desencanto e a insatisfação dos cidadãos com a política, as novas tecnologias que mudam a forma de exercer o poder e a renovação e capacidade de adaptação de instituições como os partidos políticos são alguns dos principais temas que definirão o futuro da democracia na América Latina, destacaram na segunda-feira (26) os ex-presidentes Ricardo Lagos, do Chile, Laura Chinchilla, da Costa Rica, e Luis Alberto Lacalle, do Uruguai, durante conferência internacional na sede da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), em Santiago.

Os Recursos Educacionais Abertos (REA) são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer meio disponível no domínio público, que foram disponibilizados com licenças abertas. Foto: EBC

Especialistas debatem em Brasília uso de materiais abertos para ensino e pesquisa

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, em cooperação com o Ministério da Educação e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), reunirá esta semana, em Brasília (DF), representantes da educação e pesquisadores do Mercosul para discutir uma agenda conjunta de trabalho em torno dos Recursos Educacionais Abertos (REA) do bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Os REA são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer meio disponível no domínio público, que foram disponibilizados com licenças abertas, que permitem acesso, uso, redestinação, reutilização e redistribuição por terceiros.

A ONU Brasil, em parceria com a Frente Nacional de Prefeitos e a Prefeitura de Recife, realizou o primeiro seminário “Vidas Negras: diálogos sobre ações governamentais de enfrentamento à violência contra as juventudes”. Foto: UNFPA Brasil/Thais Rodrigues

Gestores públicos, ONU e sociedade civil discutem em Recife violência contra juventude negra

Uma pessoa negra entre 15 e 19 anos tem hoje três vezes mais chance de ser assassinada do que uma pessoa branca na mesma faixa etária no país. Pesquisas recentes mostram que este fenômeno também se distribui de forma desigual pelos municípios brasileiros. Em 2015, 111 municípios — ou seja, 2% do total — responderam por metade dos homicídios.

Os dados demonstram que o enfrentamento à violência no Brasil merece atenção de gestoras e gestores públicos. Pensando nisso, a ONU Brasil, em parceria com a Frente Nacional de Prefeitos e a Prefeitura de Recife, realizou esta semana na capital pernambucana o primeiro seminário “Vidas Negras: diálogos sobre ações governamentais de enfrentamento à violência contra as juventudes”.

Evento de lavagem do Cais do Valongo, em 2015. Foto: Milton Guran

Cais do Valongo, no Rio, recebe oficialmente título de Patrimônio Mundial da UNESCO

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) entrega na sexta-feira (24), às 10h, o título de Patrimônio Mundial da UNESCO do sítio arqueológico Cais do Valongo.

Descoberto em 2011, o sítio foi inscrito na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO em 2017.

O título será entregue pela diretora e representante da UNESCO no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, para representantes de instituições federais, estaduais e municipais, assim como para membros da sociedade civil.

A angolana Ruth Mariana, em trecho de vídeo exibido durante a peça, escrita após pesquisa que incluiu uma viagem à fronteira com a Venezuela. Foto: Divulgação

Refugiada angolana estreia nos palcos em peça no Rio sobre vida dos refugiados

Em cartaz no Teatro Sesc Copacabana desde o dia 8 de novembro, a peça “Kondima – Sobre Travessias” é uma mistura de documentário e teatro, ficção e realidade. Trata do drama das pessoas refugiadas pelo olhar delas mesmas, intercalando histórias contadas por quatro atores e a exibição de vídeos de notícias e relatos de refugiados de várias partes do mundo, como Síria, Haiti, Venezuela e Uganda.

O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Refugiados e migrantes participam de evento em São Paulo para aprender técnicas de empreendedorismo. Foto: ACNUR.

Agência da ONU lança plataforma de serviços para refugiados no Brasil

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) lançou na terça-feira (13) no Brasil a plataforma Help.ACNUR.Org, cujo objetivo é prover informações confiáveis e atualizadas sobre os serviços disponíveis para pessoas refugiadas, solicitantes de refúgio e apátridas que vivem no país.

A plataforma terá informações sobre oportunidades de trabalho, questões sobre documentação e outros temas de interesse dessa população.

Na categoria Arte Visual do Ensino Médio, a vencedora foi Marina Monzillo de Almeida Costa, de 18 anos, do Centro Educacional Sigma, Brasília (DF).

ONU Brasil anuncia vencedores de concurso de redação e artes visuais

As Nações Unidas no Brasil divulgaram nesta semana os resultados do concurso de artes visuais e redações para celebrar os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, lembrado em 10 de dezembro.

O concurso, que teve como tema “Que mundo queremos nos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos?”, recebeu cerca de 400 inscrições de estudantes dos ensinos médio e fundamental de todo o país.

Foto: Abpeducom/divulgação

Evento internacional em São Paulo reúne especialistas para discutir mídia e educação

Mesas-redondas, painéis e outras atividades abordam mídia-educação e educomunicação em instituições de ensino, políticas públicas e sociedade civil. Participa do encontro Carolyn Wilson, premiada educadora da Western University (Canadá) e presidente da GAPMIL, a aliança internacional da UNESCO para parcerias em Alfabetização Midiática e Informacional.

O congresso que acontece até quarta-feira (14) em São Paulo tem apoio de GAPMIL/UNESCO. O evento marca também a oitava edição do Encontro Brasileiro de Educomunicação, realizado pelo Núcleo de Comunicação e Educação (NCE) da Universidade de São Paulo (USP).

Foto: IGF

Fórum de Governança da Internet ocorre na semana que vem na sede da UNESCO, em Paris

Representantes de governos, setor privado e comunidade tecnológica se reunirão na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em Paris, para o 13º Fórum de Governança da Internet (IGF, na sigla em inglês), a ser realizado de 12 a 14 de novembro. Convocado pelo secretário-geral da ONU, o fórum busca divulgar discussões abertas e inclusivas sobre questões globais de Internet.

Empoderamento das mulheres na ciência e tecnologia está na pauta das Nações Unidas. Foto: EBC

Em dia mundial, chefe da UNESCO lembra importância do acesso universal à ciência

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, afirmou que o Dia Mundial da Ciência para a Paz e o Desenvolvimento, lembrado em 10 de novembro, é o momento ideal para reafirmar o direito essencial do acesso universal à ciência, e de avaliar o quanto resta a ser feito para realizar esse objetivo.

A “Recomendação sobre Ciência e Pesquisas Científicas”, publicada em 2017 pela UNESCO, lembra os Estados e todos os atores envolvidos as condições que devem ser alcançadas para que a ciência possa ser um fator de paz e de desenvolvimento sustentável, o que inclui garantir uma formação de excelência aos pesquisadores, permitir a livre circulação do conhecimento e encorajar a cooperação internacional.

Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver, realizada no ano de 2015, em Brasília. Foto: PNUD/Tiago Zenero

Encontro em Goiânia lembra 30 anos do movimento de mulheres negras no Brasil

As três décadas do movimento de mulheres negras no Brasil serão tema do “Encontro Nacional de Mulheres Negras 30 Anos: contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver – Mulheres Negras Movem o Brasil”, que ocorrerá de 6 a 9 de dezembro, em Goiânia (GO). A atividade é destinada a ativistas do movimento e participantes de encontros estaduais e distrital.

Para mobilizar recursos ao encontro, as organizadoras estão recebendo doações até 2 de dezembro, por meio da plataforma Kickante. A iniciativa conta com o apoio do fundo de investimento social Elas e da ONU Mulheres Brasil.

Projetos podem se transformar em tecnologias sociais disponibilizadas a instituições de ensino de todo o Brasil. Foto: PEXELS

UNICEF e Samsung divulgam vencedores de maratona para criação de apps para escolas

Alunos de escola pública, professores, designers e programadores de todo o país se reuniram em São Paulo na semana passada (31) para o evento de encerramento da Maratona UNICEF Samsung.

Voltada à melhoria da qualidade da educação brasileira, a maratona teve como foco a criação de projetos de aplicativos para os anos finais do ensino fundamental.

A maratona é uma iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da fabricante de eletrônicos Samsung, desenvolvida em parceria com a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), por meio do programa Brasil Mais TI.

Manifestação em Londres em 2017. Foto: Flickr/Alisdare Hickson (CC)

Neonazismo e populismo nacionalista alimentam ódio e intolerância, diz relatora da ONU

As redes sociais e outras plataformas digitais estão sendo usadas para disseminar discursos de ódio e incitar violência, assim como para recrutar, criar e financiar grupos neonazistas e extremistas em geral, disse uma especialista da ONU sobre racismo, que também criticou o populismo nacionalista de alguns políticos eleitos globalmente.

“O populismo nacionalista marginaliza e discrimina indivíduos e comunidades com base em suas raças, etnias, descendências, origens nacionais, origens sociais e até mesmo suas deficiências ou situações migratórias, sejam essas atuais ou não”, declarou a especialista.

Jornalistas a trabalho no México. Foto: Flickr (CC)/Ester Vargas

Assassinatos de jornalistas são revoltantes e não podem ser ‘novo normal’, diz chefe da ONU

Os assassinatos de jornalistas no mundo todo são “revoltantes” e não deveriam se tornar o “novo normal”, afirmou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, na ocasião do Dia Internacional pelo Fim da Impunidade por Crimes contra Jornalistas, 2 de novembro.

Em pouco mais de uma década, 1.010 jornalistas foram mortos por realizar seu trabalho e, em nove a cada 10 casos, os autores dos crimes não foram levados à Justiça. Somente em 2018, ao menos 88 jornalistas foram assassinados, de acordo com a ONU.

Durante o encontro, jovens de comunidades pobres do Rio de Janeiro fizeram uma apresentação de música clássica. Foto: UNIC Rio/Paulo Portilho

Evento no UNIC Rio homenageia personalidades que atuam na defesa dos direitos humanos

O Instituto Interamericano de Fomento à Educação, Cultura e Ciência (IFEC) realizou na quarta-feira (31) evento na sede do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), localizado na capital fluminense, para prestar homenagem a personalidades com forte atuação em temas de direitos humanos no país.

Parceiro há 14 anos do UNIC Rio, o IFEC é uma entidade filantrópica fundada em 2002 com projetos e ações de responsabilidade social nas áreas de educação, cultura, meio ambiente, direitos humanos, assistência social, esportes, entre outras.

Funeral de jornalista da agência Tolo, assassinado após ataque em 5 de setembro de 2018 nos arredores de um centro esportivo de Cabul, no Afeganistão. Foto: UNAMA/Fardin Waezi

Incentivo político à violência contra jornalistas é ‘tóxico’, dizem especialistas da ONU

Um grupo de especialistas em direitos humanos das Nações Unidas pediu que os líderes mundiais parem de incitar o ódio e a violência contra a mídia, e garantam que os responsáveis por tais ataques sejam responsabilizados, citando as centenas de jornalistas mortos ou presos por causa de seu trabalho.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) afirma que, entre 2006 e 2017, mais de 1 mil jornalistas foram assassinados por reportar notícias e levar informação ao público; uma média de uma morte a cada quatro dias.

Uma jornalista argentina cobre a Assembleia Geral das Nações Unidas, em 2017. Foto: ONU/Ariana Lindquist

UNESCO alerta para aumento dos casos de ataques contra jornalistas mulheres no mundo

Na ocasião do Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, afirmou que a data é uma oportunidade de se avaliar as formas de resposta aos problemas de segurança enfrentados por jornalistas no mundo todo quando realizam suas funções de investigação e informação.

Desde 2006, a UNESCO condenou o assassinato de 1.010 jornalistas e profissionais de mídia globalmente. Nove entre dez desses casos não foram levados à Justiça. De acordo com relatório da agência, aumentaram os casos de ataques e assédio contra jornalistas mulheres, especialmente em plataformas online.

UNESCO lança em SP relatório global sobre economia criativa e políticas culturais

Em parceria com o Ministério da Cultura (MinC) e o Itaú Cultural, a UNESCO realiza na próxima terça-feira (6), em São Paulo, o lançamento da versão em português do relatório mundial ‘Repensar as Políticas Culturais: Criatividade para o Desenvolvimento’.

Pesquisa mostra que a economia criativa gera receitas de 2,25 bilhões de dólares por ano, além de exportações globais de mais de 250 bilhões de dólares. O ramo também responde por 30 milhões de empregos em todo o mundo.

Michelle Bachelet, alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

ONU pede investigação internacional do assassinato de jornalista saudita

Em novo pronunciamento sobre o assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi, a chefe de Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, cobrou nesta terça-feira (30) uma investigação independente e internacional do homicídio, descrito como “um crime revoltantemente descarado”.

A alta-comissária enfatizou que a autópsia do corpo é uma etapa “crucial” do inquérito. Até o momento, o local onde estaria o cadáver não foi divulgado pela Arábia Saudita.

No Dia Laranja, ONU Brasil aborda violência contra mulheres na Internet

Defensora dos direitos das mulheres, a blogueira e professora universitária Lola Aronovich foi vítima de ameaças pela Internet. Sua vivência inspirou uma lei aprovada na Câmara dos Deputados em dezembro de 2017 que acrescenta atribuição da Polícia Federal à investigação de crimes online de difusão de conteúdo misógino — definidos como aqueles que propagam ódio ou aversão às mulheres.

Leia a entrevista completa, feita pela ONU Mulheres, no contexto do #DiaLaranja pelo fim da violência contra mulheres e meninas, promovido pela ONU Brasil.

Foto: EBC

Austrália: especialista alerta sobre nova lei de cibersegurança ‘extrema’

O governo australiano deve desistir de sua “fatalmente equivocada” proposta de legislação sobre cibersegurança, declarou o relator especial da ONU sobre o direito à privacidade.

A nova lei forçaria empresas de tecnologia a prestar auxílio em trabalhos de espionagem. Essas investigações ocorreriam de diferentes formas, como com a garantia de acesso a telefones e outros dispositivos.

Joseph Cannataci afirmou que a emenda se caracteriza como uma “medida de segurança nacional mal concebida com potencial de pôr a segurança em perigo”.

Vice-secretária-geral da ONU, Amina J. Mohammed, discursa no Fórum Mundial de Dados em 22 de outubro de 2018, em Dubai. Foto: IISD/ENB/Kiara Worth

Muitas mortes podem ser evitadas com dados melhores, diz vice-chefe da ONU

Discursando no Fórum Mundial de Dados, a vice-secretária-geral das Nações Unidas, Amina Mohammed, destacou o impacto salvador de vidas que dados podem ter, notando que dados e previsões melhores poderiam ter impedido muitas mortes em desastres naturais.

Amina destacou outras maneiras que dados podem melhorar vidas: “Isto significa que estudantes podem encontrar oportunidades de emprego e mulheres podem aprender sobre leis que as protegem de discriminação. Isto significa que cidadãos podem monitorar como seus governos estão indo e responsabilizar os tomadores de decisão. Isto pode fortalecer confiança em instituições públicas e revelar novas oportunidades”.

Joenia Wapichana e alguns integrantes de sua comunidade. Foto: Mayra Wapichana

Indígena brasileira vence prêmio de direitos humanos das Nações Unidas

A presidente da Assembleia Geral da ONU, Maria Fernanda Espinosa, anunciou na quinta-feira (25) os vencedores de 2018 dos Prêmio das Nações Unidas de Direitos Humanos. Entre eles, está a brasileira Joênia Batista de Carvalho, conhecida por Joênia Wapichana. Defensora dos direitos humanos das comunidades indígenas, ela foi a primeira mulher indígena a se tornar advogada no país e, este ano, foi eleita deputada federal.

Em entrevista ao ONU News de Boa Vista, em Roraima, Joênia disse acreditar que o prêmio dará mais visibilidade aos povos indígenas. “Quando eu levo a palavra como primeira mulher indígena formada no Brasil, é justamente para dar um incentivo, para que essa minha imagem possa ser reproduzida, multiplicada dentro dos povos indígenas”, declarou.

Os recursos audiovisuais são parte significativa do nosso patrimônio cultural, lembrou a UNESCO. Foto: UNESCO

UNESCO lembra importância dos recursos audiovisuais para patrimônio cultural global

Às vésperas do Dia Mundial do Patrimônio Audiovisual, lembrado em 27 de outubro, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, disse que os recursos audiovisuais são parte significativa do nosso patrimônio cultural.

“Imagens e sons, gravados em filme, videoteipe e fita sonora, trazem nosso passado à vida e estabelecem em nossa memória coletiva eventos, cenas e situações que, sem essas mídias, seriam esquecidas ou subsistiriam apenas como uma forma estática e sem vida”, disse. “O patrimônio audiovisual é uma fonte inestimável de conhecimento e um testemunho em movimento da nossa diversidade social, cultural e linguística”.

Quem chega no novo abrigo de Boa Vista para venezuelanos gerido pelo ACNUR Brasil e Exército Brasileiro recebe itens de higiene, alimentos e um novo teto, ainda que temporário. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

Agências da ONU lançam edital para campanha contra xenofobia em Roraima e Amazonas

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) lançaram na quarta-feira (24) edital para a contratação de empresa para desenvolver materiais promocionais e de comunicação para campanha de combate à xenofobia em Roraima e no Amazonas contra migrantes e solicitantes de refúgio vindos da Venezuela. As propostas devem ser enviadas até 31 de outubro.

Página de cordel comemorativo feito pelo ONU-HABITAT. Foto: Reprodução

ONU lança cordel comemorativo para Dia Mundial do Habitat e das Cidades

O Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT) lançou na sexta-feira (19) em Maceió (AL) um cordel comemorativo para o “Outubro Urbano”, mês em que a organização lembra o Dia Mundial do Habitat e o Dia Mundial das Cidades.

A publicação também foi lançada para lembrar o primeiro ano do escritório do ONU-HABITAT em Alagoas, onde a equipe local organizou uma série de eventos para comemorar a efeméride.