Arquivo da tag: Novo coronavírus COVID-19


 
Confira abaixo as últimas notícias sobre o novo coronavírus COVID-19, bem como os dados mais atualizados na página da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS): paho.org/bra/covid19.
 
Acesse a página internacional da OMS em who.int/coronavirus, e das Nações Unidas em un.org/coronavirus. Acesse os dados globais mais atualizados clicando aqui e os dados do Ministério da Saúde do Brasil clicando aqui.
 
Acesse também: COVID-19 e a dimensão de direitos humanos
 

Acesse aqui todos os vídeos sobre a COVID-19.

Evite isolar-se. O contato social tem efeitos protetores sobre a saúde mental. Foto: EBC

Como lidar com o estresse causado pela pandemia do coronavírus?

Em artigo, a psicóloga da ONU Brasil Alessandra Faustino falou sobre os desafios de se gerir o estresse em um momento de distanciamento social e trabalho remoto por conta da pandemia provocada pelo novo coronavírus.

“Este é um momento desafiante, pois o distanciamento social requer uma mudança ampla no nosso modo de vida”, disse.

“Todos compartilhamos esta experiência, porém, há várias medidas que podem ser adotadas para reduzir seu estresse e manter a calma.” Leia o artigo completo.

Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) entregou dez monitores multiparâmetro para o Hospital Regional São José - Homero de Miranda Gomes (HRSJ), na Grande Florianópolis (SC). Foto: HRSJ

UNOPS e MPT entregam equipamentos de saúde a hospital em Santa Catarina

O Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) entregou nesta sexta-feira (3) dez monitores multiparâmetro para o Hospital Regional São José – Homero de Miranda Gomes (HRSJ), na Grande Florianópolis (SC).

“Este tipo de monitor serve para verificar os sinais vitais dos pacientes como temperatura, funcionamento do coração, ritmo da respiração, nível de oxigênio no sangue, que é quanto do oxigênio do pulmão que chega ao sangue”, explica o coordenador da área de equipamentos médicos da força-tarefa do UNOPS para COVID-19 na América Latina e no Caribe.

Segundo ele, como a infecção por COVID-19 afeta os pulmões, é importante monitorar os sinais deste órgão.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, realiza coletiva de imprensa virtual sobre o impacto de seu apelo por um cessar-fogo global durante a pandemia de COVID-19. Foto: ONU/Loey Felipe

Chefe da ONU pede mais esforços diplomáticos para atingir cessar-fogo em meio à pandemia

Há dez dias, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu um cessar-fogo global imediato para que pessoas em regiões devastadas por guerras recebam ajuda para combater a pandemia do novo coronavírus.

Segundo Guterres, o apelo foi endossado até agora por 70 Estados-membros, parceiros regionais, atores não estatais e outros.

Mas ele reconheceu as “enormes dificuldades” na implementação de uma trégua para deter conflitos que se deterioram há anos, nos quais “a desconfiança é profunda”.

A crise do COVID-19 terá efeitos econômicos diretos nos sistemas de saúde da América Latina e do Caribe e nas taxas de mortalidade. Foto: pixabay/OrnaW

CEPAL: integração regional é crucial para enfrentar pandemia de COVID-19

De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), para tratar a emergência sanitária é imperativo aplicar imediatamente e de maneira eficiente as medidas de contenção sugeridas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), fortalecer os sistemas de saúde e garantir o acesso universal a exames e medicamentos.

Para tratar a emergência social são necessárias medidas de proteção de renda para os grupos mais vulneráveis, medidas de proteção do emprego, como os benefícios de desemprego e renda básica de emergência, e medidas de apoio às pequenas e médias empresas (PMEs) e aos trabalhadores autônomos.

Banco Mundial aprova projetos de emergência para enfrentar os impactos do coronavírus

O Banco Mundial aprovou a realização de projetos de emergência para ajudar 25 países em todo o mundo em desenvolvimento. Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Argentina, Equador, Haiti e Paraguai serão os primeiros países a receber recursos para minimizar a perda de vidas, fortalecer os sistemas de saúde e reduzir o impacto econômico da pandemia.

A instituição anunciou que se prepara para liberar US$ 160 bilhões ao longo dos próximos 15 meses com o objetivo de proteger os pobres e vulneráveis, apoiar as empresas e reforçar a recuperação econômica.

Jovens participam de vídeos sobre novo coronavírus - Foto: Pexels

KondZilla e UNICEF respondem dúvidas de saúde dos jovens de favelas em meio à pandemia

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Portal KondZilla, está promovendo uma série de vídeos para apresentar problemas dos adolescentes e jovens de favelas durante a quarentena, trazendo especialistas para responder as dúvidas em relação ao novo coronavírus, causador da Covid-19.

A série tem vídeos com a chefe de Saúde do UNICEF no Brasil, Cristina Albuquerque, respondendo as dúvidas voltadas a saúde da família, junto com o psicólogo convidado Lucas Veiga, respondendo as questões sobre saúde mental dos jovens e adolescentes durante o período de distanciamento social.

UNAIDS elogia decisão de Portugal de conceder residência temporária a migrantes

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou a decisão tomada pelo governo português de conceder direitos de residência temporária a todos os migrantes e solicitantes de refúgio que solicitaram residência no país antes de 18 de março de 2020, quando foi anunciado o estado de emergência da COVID-19.

Esses direitos darão aos migrantes e solicitantes de refúgio acesso a benefícios sociais e de saúde, incluindo acesso ao serviço nacional de saúde, contas bancárias e contratos de trabalho e aluguel, até pelo menos 1 de julho de 2020.

UNICEF lança programa de voluntariado jovem online para enfrentar as fake news sobre a COVID-19

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) abre o processo seletivo para o seu programa de voluntariado online. Adolescentes e jovens entre 16 e 21 anos serão selecionados para participar da iniciativa, que terá início em abril e se prolongará durante o resto do ano. Interessados devem responder ao formulário de inscrição até o dia 9 de abril.

O grupo será capacitado com informação e metodologias para atuar digitalmente – neste momento de isolamento social – e também presencialmente em suas comunidades, quando terminarem as restrições de contato. O programa pretende formar 500 adolescentes e jovens até dezembro e criar uma comunidade de pessoas engajadas com os direitos das crianças e adolescentes em todo o país.

Lave as mãos com frequência usando água e sabão ou um desinfetante à base de álcool a 70%. Foto: UNICEF

OPAS busca US$95 milhões para ajudar países latino-americanos e caribenhos na pandemia

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) está chamando doadores para arrecadar 95 milhões de dólares, dinheiro que será utilizado para executar medidas de saúde pública prioritárias para ajudar os países da América Latina e Caribe a enfrentar a pandemia de COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Os recursos serão direcionados à Estratégia de Resposta da OPAS, alinhada à da Organização Mundial de Saúde (OMS), que tem o objetivo de salvar vidas e desacelerar a transmissão do novo coronavírus para mitigar que seu impacto nos serviços e na saúde da população, principalmente nos países que mais precisam de ajuda.

União é imprescindível para vencer os desafios da pandemia do novo coronavírus - Foto: Gerd Altmann/Pixabay

ARTIGO: Todos na luta contra uma pandemia sem precedentes

Apenas trabalhando em conjunto o mundo poderá enfrentar as consequências devastadoras da COVID-19, afirma o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em artigo de opinião publicado em jornais de todo o mundo. 

Ele defende testagem e identificação de contatos, quarentenas, tratamentos e medidas de segurança para equipes médicas, combinadas com a restrição de movimento e de contatos até que apareçam terapias e vacinas.

O relatório analisa o contexto em que a COVID-19 atinge a América Latina e o Caribe, uma região que enfrenta a pandemia de uma posição mais fraca do que a do restante do mundo. Foto: pixabay/leo2014

CEPAL apresentará relatório sobre efeitos econômicos e sociais da COVID-19 para América Latina e Caribe

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) apresentará nesta sexta-feira (3) o relatório “A América Latina e o Caribe diante da pandemia da COVID-19: efeitos econômicos e sociais”, onde aborda a conjuntura, os cenários e as projeções até 2030, diante da atual crise pandêmica global.

A publicação será apresentada em uma coletiva de imprensa virtual, por Alicia Bárcena, secretária-executiva da CEPAL, de Santiago, Chile, às 13h de Brasília.

COVID-19: Sanções econômicas devem ser retiradas para evitar crises de fome, diz especialista da ONU

Uma especialista em direitos humanos da ONU pediu o fim imediato de sanções internacionais para evitar crises de fome nos países atingidos pela pandemia de COVID-19.

“A imposição contínua de sanções econômicas prejudiciais a Síria, Venezuela, Irã, Cuba e, em menor grau, ao Zimbábue, para citar os casos mais importantes, prejudica severamente o direito fundamental dos cidadãos comuns a alimentos suficientes e adequados”, disse Hilal Elver, relatora especial da ONU para o direito à alimentação.

Conferência do clima da ONU, a COP26, que ocorreria este ano em Glasgow, no Reino Unido, foi adiada para outubro de 2021. Foto: Unsplash/Adam MarikarConferência do clima da ONU, a COP26, que ocorreria este ano em Glasgow, no Reino Unido, foi adiada para outubro de 2021. Foto: Unsplash/Adam Marikar

Conferência do clima da ONU é adiada para 2021 devido à pandemia de coronavírus

Sem fim à vista para a pandemia provocada pelo novo coronavírus, as negociações da ONU sobre mudanças climáticas que ocorreriam na Escócia no final do ano foram adiadas para outubro de 2021.

A decisão foi anunciada na noite de quarta-feira (1) pelo grupo consultivo para as negociações da COP26, supervisionadas pelo órgão da ONU sobre mudanças climáticas, a UNFCCC, após conversas envolvendo Reino Unido e outros países.

OIT pede políticas rápidas e coordenadas para reduzir impactos da COVID-19 sobre os trabalhadores

As perspectivas para a economia e para a quantidade e a qualidade do emprego estão se deteriorando rapidamente frente ao avanço da pandemia do novo coronavírus, disse a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Embora as previsões atualizadas variem consideravelmente, e em sua maioria subestimem a situação, todas apontam para um impacto negativo e significativo na economia mundial, pelo menos no primeiro semestre de 2020.

A organização pede respostas políticas rápidas e coordenadas em nível nacional e global, com forte liderança multilateral, para limitar os efeitos diretos de saúde da COVID-19 sobre as(os) trabalhadoras(es) e suas famílias.

A relatora especial da ONU sobre direito à moradia adequada, Leilani Farha, disse que a pandemia mostrou que a crise mundial da habitação pode ser resolvida. Foto: EBC

ONU-HABITAT lembra importância dos governos locais e regionais no enfrentamento à COVID-19

Mais de 20 representantes de governos, parceiros locais e regionais reuniram-se virtualmente no fim de março (26) com representantes da sociedade civil e das Nações Unidas para trocar experiências sobre a resposta à pandemia da COVID-19.

A reunião virtual teve como objetivo lançar seminários online convocados conjuntamente pelas redes de cidades CGLU e Metropolis e o ONU-HABITAT para facilitar o intercâmbio de ideias entre governos locais e regionais.

COVID-19: Prevenção e inclusão devem estar no centro da resposta para refugiados, diz ACNUR

Ann Burton, chefe da Seção de Saúde Pública do ACNUR, destaca os perigos que o novo coronavírus representa para refugiados e pessoas deslocadas, e descreve como o ACNUR está trabalhando para diminuir sua propagação, reduzir seu impacto e salvar vidas.

A maioria dos 25,9 milhões de refugiados do mundo vive em países em desenvolvimento, onde as unidades de terapia intensiva costumam ter menos leitos e menos ventiladores. A especialista afirma que a prevenção e a inclusão devem estar no centro da resposta para as pessoas deslocadas.

Segundo o ACNUDH, a COVID-19 é um teste para indivíduos, sociedades, governos e comunidades. Foto: ACNUDH

COVID-19 e a dimensão de direitos humanos

O escritório sul-americano do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) lançou um site especial sobre o surto de COVID-19 e seus impactos nos direitos fundamentais de todas as pessoas.

Segundo o ACNUDH, a COVID-19 é um teste para indivíduos, sociedades, governos e comunidades. É o momento da solidariedade e da cooperação para combater o vírus e mitigar os efeitos – com frequência involuntários – das medidas adotadas para deter sua propagação.

Duas mulheres caminham em uma estação de metrô na Cidade do México durante a crise do novo coronavírus. Foto: ONU México/Alexis Aubin

OMS manifesta preocupação com escalada de COVID-19 à medida que número de casos se aproxima de 1 milhão

As mortes por COVID-19 mais do que duplicaram na semana passada e em breve chegarão a 50 mil em todo o mundo, enquanto o número global de casos está caminhando para 1 milhão, disse o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) a jornalistas na quarta-feira (1).

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que houve “um crescimento quase exponencial” no número de casos nas últimas cinco semanas, afetando praticamente todos os países, territórios e regiões do mundo.

Funcionário do ACNUR constrói enfermaria ao lado do hospital Erasmo Meoz, em Cúcuta, na Colômbia, como parte da intensificação da resposta à COVID-19. O local tem capacidade de atender 72 pacientes. Foto: ACNUR

COVID-19 e o fluxo venezuelano: necessidades de refugiados e migrantes aumentam e medidas de ajuda são essenciais

Com a pandemia de coronavírus testando os sistemas de saúde em todo o mundo, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) estão chamando a atenção para os desafios que os refugiados e migrantes da Venezuela enfrentam.

“Pedimos à comunidade internacional que aumentem seu apoio a programas humanitários, de proteção e integração, dos quais a vida e o bem-estar de milhões de pessoas dependem, incluindo das comunidades que os acolhem”, afirmou Eduardo Stein, representante especial conjunto ACNUR-OIM para refugiados e migrantes da Venezuela.

Angelina Jolie participou da conferência anual em memória a Sérgio Vieira de Mello. Foto: ACNUR/Mark Henley

ARTIGO: Fechar escolas desestabilizou vida de crianças; como podemos ajudá-las a continuar aprendendo

A pandemia da COVID-19 fechou escolas em 165 países, deixando 87% de todos os alunos do mundo sem aulas. A reposta para isto é o ensino  online mas nem todas as crianças têm acesso a tecnologia necessária para o aprendizado remoto.

A Coalizão Global pela Educação estimula a adoção de soluções práticas, que podem incluir alternativas como rádio e TV. É o que explicam Angelina Jolie, enviada especial da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), e Audrey Azoulay, diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em artigo publicado na revista ‘Time’ nesta semana.

Mariam Walate Intanere, de 25 anos, fugiu do Mali para o Níger com seu tio e quatro filhos. Ela e sua família receberão uma das 1 mil casas em Ouallam que estão sendo construída para refugiados e seus anfitriões. Foto: ACNUR/Sylvain Cherkaoui

Direitos e saúde de refugiados e migrantes devem ser protegidos em meio à pandemia

Diante da crise de COVID-19, todos somos vulneráveis. O vírus mostrou que não discrimina – mas muitos refugiados, deslocados à força, apátridas e migrantes estão em maior risco.

O alerta foi feito em comunicado conjunto publicado na terça-feira (31) por Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Organização Internacional para as Migrações (OIM), Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Organização Mundial da Saúde (OMS).

Site acompanhará a história de pessoas refugiadas empreendedoras que estão empenhadas em superar mais um desafio, a pandemia de COVID-19. Foto: ACNUR/Benjamin Loyseau

ACNUR lança página de apoio a empreendedores refugiados em meio à crise de COVID-19

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) lançou nesta quarta-feira (1) a página “Refugiados Empreendedores”, na qual, a cada semana, cinco diferentes casos de pessoas refugiadas empreendedoras no Brasil serão listados.

A proposta é gerar visibilidade aos negócios de pessoas refugiadas que seguem empreendendo no país e contribuindo para o desenvolvimento de suas comunidades e da economia local, mesmo diante das dificuldades geradas pela pandemia da COVID-19.

Mototaxistas descansam em Monróvia, na Libéria. Foto: PNUD/Morgana Wingard

COVID-19: Crise iminente em países em desenvolvimento ameaça devastar a economia e aumentar a desigualdade

A crescente crise da COVID-19 ameaça atingir países em desenvolvimento de forma desproporcional, não apenas como uma crise de saúde no curto prazo, mas também como devastadora crise social e econômica ao longo dos próximos meses e anos.

Nesse cenário, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está trabalhando no apoio aos sistemas de saúde de países como Bósnia e Herzegovina, China, Djibuti, El Salvador, Eritreia, Irã, Quirguistão, Madagascar, Nigéria, Paraguai, Panamá, Sérvia, Ucrânia e Vietnã.

Países devem atenuar os efeitos da COVID-19 no comércio e nos mercados de alimentos, alerta FAO

A incerteza sobre a disponibilidade de alimentos pode desencadear uma onda de restrições à exportação, gerando escassez no mercado mundial. Essas reações podem alterar o equilíbrio entre a oferta e a demanda por alimentos, levando a picos de preços e maior volatilidade.

É preciso fazer tudo que é possível para assegurar que o comércio flua tão livremente quanto seja permitido, principalmente para evitar a escassez de alimentos.

Da mesma forma, também é essencial proteger os produtores de alimentos e trabalhadores do setor alimentício na elaboração e comercialização no varejo, visando minimizar a propagação da doença nesse setor e manter as cadeias de suprimento de alimentos.

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, durante coletiva de imprensa realizada na terça-feira (31). Foto: OPAS

Tempo para desacelerar propagação da COVID-19 nas Américas está diminuindo; países devem agir agora

Mesmo com muitos países das Américas relatando a transmissão comunitária da COVID-19, ainda há tempo para desacelerar a propagação do vírus, reduzir seu impacto nos sistemas de saúde e salvar vidas, afirmou a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, durante coletiva de imprensa realizada na terça-feira (31).

Etienne disse ser essencial que os países decidam quais medidas de distanciamento devem ser adotadas, como e por quanto tempo. Essa é a única forma de evitar que os hospitais fiquem sobrecarregados com um número muito grande de pessoas doentes em um curto espaço de tempo.

Com base na experiência de países de outras regiões, Etienne apontou que “parece razoável planejar essas medidas para que durem por pelo menos dois ou três meses”.

Uma avaliação inicial sobre impacto da COVID-19 no mundo trabalho global indica que os efeitos serão de grande alcance, levando milhões de pessoas ao desemprego, ao subemprego e à pobreza no trabalho. Foto: pixabay/geralt

Economia global deve encolher quase 1% este ano devido à pandemia do coronavírus

A economia global deve encolher quase 1% este ano devido à pandemia da COVID-19, e a produção mundial poderá recuar ainda mais se as restrições impostas às atividades econômicas se estenderem para o terceiro trimestre e se as respostas fiscais falharem em apoiar renda e gastos do consumidor.

A conclusão é de um novo relatório divulgado nesta quarta-feira (1) pelo Departamento das Nações Unidas para Assuntos Econômicos e Sociais (DESA, na sigla em inglês).

Segundo o documento, um pacote de estímulo fiscal bem elaborado, priorizando os gastos em saúde para conter a propagação do vírus e fornecendo suporte de renda às famílias mais afetadas pela pandemia, ajudaria a minimizar a probabilidade de uma recessão econômica profunda.

61,2% das pessoas empregadas do mundo estão em empregos informais. Foto: Omotayo Tajudeen/Pexels

COVID-19 destaca as desigualdades com crueldade e ameaça aprofundá-las, diz OIT

A pandemia da COVID-19 está exacerbando as desigualdades já existentes, desde o risco de ser infectado pelo vírus, até a chance de manter-se vivo ou lidar com as dramáticas consequências econômicas. As respostas políticas devem garantir que o apoio chegue às trabalhadoras, aos trabalhadores e às empresas que mais precisam.

Em todo o mundo, 61,2% das pessoas empregadas estão em trabalhos informais e, portanto, mais propensas a enfrentar maior exposição a riscos de saúde e de segurança. As micro e pequenas empresas informais, que constituem 80% das empresas em todo o mundo, geralmente estão fora do alcance das políticas públicas. Leia a análise completa do economista da OIT, Patrick Belser.

Guy Ryder, Diretor-geral da OIT - Foto: OIT

ARTIGO: COVID-19 pôs em evidência a fragilidade de nossas economias

A pandemia de coronavírus não é apenas uma crise de saúde, é também uma crise social e econômica, afirma o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder. E para que a resposta seja eficaz, ela deve levar em consideração todos esses fatores, sendo realizada de maneira coordenada e abrangente. Em particular, deve responder às necessidades das pessoas mais vulneráveis.

Confira na íntegra do artigo de opinião abaixo.

Foto: UNAIDS

UNAIDS apoia decisão de realizar virtualmente a 23ª Conferência Internacional de AIDS

O UNAIDS apoiou a decisão de a Sociedade Internacional de AIDS realizar, de forma virtual, a 23ª Conferência Internacional de AIDS (AIDS 2020) em julho, colocando a saúde e a segurança das pessoas em primeiro lugar.

O UNAIDS aproveita a ocasião e pede a todas as pessoas que se lembrem que a COVID-19 é uma doença grave. Todas as pessoas que vivem com HIV devem tomar todas as medidas preventivas recomendadas para minimizar a exposição e prevenir a infecção pelo vírus que causa a COVID-19.

A COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), transmitido aos humanos pela primeira vez. O vírus circula de pessoa em pessoa, através da transmissão de gotículas infectadas de alguém contaminado ao falar, tossir ou espirrar. Medidas como o distanciamento social e lavar constantemente as mãos com água e sabão, ou higienizá-las com uma solução à base de álcool 60-70%, protege você de adquirir a COVID-19 e também de se tornar um transmissor.

Como me proteger do novo coronavírus? A OMS responde neste vídeo

A COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), transmitido aos humanos pela primeira vez.

O vírus circula de pessoa em pessoa, através da transmissão de gotículas infectadas de alguém contaminado ao falar, tossir ou espirrar.

Medidas como o distanciamento social e lavar constantemente as mãos com água e sabão, ou higienizá-las com uma solução à base de álcool 60-70%, protege você de adquirir a COVID-19 e também de se tornar um transmissor.

Permaneça saudável. Evite a transmissão do novo coronavírus em sua comunidade.

ONU lança plano para ‘derrotar o vírus e construir um mundo melhor’

Para combater as devastadoras dimensões socioeconômicas da crise da COVID-19, o chefe da ONU se concentrou nos mais vulneráveis, elaborando políticas que, entre outras coisas, apoiam o fornecimento de seguro de saúde e desemprego e proteções sociais, além de fortalecer as empresas para evitar falências e perdas de empregos.

O alívio de dívidas soberanas também deve ser uma prioridade, disse António Guterres, observando que a ONU está “totalmente mobilizada” e está estabelecendo um novo Fundo Fiduciário para a Resposta e Recuperação frente à COVID-19, formado por múltiplos parceiros, para responder à emergência e promover a recuperação após o choque socioeconômico.

“Quando superarmos esta crise, o que acontecerá, teremos uma escolha”, disse. “Podemos voltar ao mundo como era antes ou lidar de maneira decisiva com os problemas que nos tornam desnecessariamente vulneráveis ​​a crises.”

“Os jovens não são invencíveis contra a COVID-19. O coronavírus pode colocá-lo no hospital por semanas ou até matá-lo. Mesmo que você não fique doente, as escolhas que você faz sobre onde vai podem ser a diferença entre a vida e a morte, para outra pessoa.” O alerta foi feito pelo diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

VÍDEO: ‘Os jovens não são invencíveis contra o coronavírus’, diz OMS

“Os jovens não são invencíveis contra a COVID-19. O coronavírus pode colocá-lo no hospital por semanas ou até matá-lo. Mesmo que você não fique doente, as escolhas que você faz sobre onde vai podem ser a diferença entre a vida e a morte, para outra pessoa.”

O alerta foi feito pelo diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Segundo a OMS, a juventude deve levar a sério a situação de pandemia, evitando aglomerações, contatos com outros e, principalmente, evitando contaminar os mais velhos e vulneráveis.

Foto: UNAIDS

Redes de solidariedade garantem acesso a medicamentos antirretrovirais durante pandemia

Receber ligações a qualquer hora do dia não é incomum para Liu Jie, oficial de mobilização comunitária no escritório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) na China.

Devido ao surto de COVID-19, todo o escritório tem se dedicado a ajudar as pessoas que vivem com HIV na continuidade do acesso ao tratamento, especialmente na província de Hubei, onde a pandemia foi relatada pela primeira vez. Recentemente, Liu ficou surpresa quando recebeu uma ligação da Polônia.

Senerita Pouvi, 9 anos, é vacinada contra o sarampo na vila de Leauvaa, em Samoa, como parte de uma campanha nacional de vacinação apoiada pelo UNICEF. Foto: Stephen/UNICEF

ARTIGO: UNICEF se compromete a garantir suprimento de vacinas nos países que mais precisam

A diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, afirma que a organização está comprometida a apoiar as necessidades básicas de saúde e imunização nos países mais afetados, mas mostra preocupação com o avanço da pandemia da COVID-19 – que poderá interromper serviços vitais, incluindo a imunização.

“Estamos trabalhando duro para garantir que os suprimentos adequados de vacinas estejam disponíveis nos países que precisam deles. Também estamos oferecendo maior apoio aos governos para continuar o fornecimento de vacinas durante essa pandemia”.

Equipe do Departamento de Cuidado Crítico da Universidade Médica de Guangdong – Foto: Departamento de Cuidado Crítico, Universidade Médica de Guagdong

OMS pede mais equipamentos e suprimentos médicos para enfrentar coronavírus

O chefe da Organização Mundial de Saúde (OMS) está pedindo aumento de produção de equipamentos médicos e suprimentos, na medida em que centros médicos e trabalhadores em saúde de muitos países lutam com crescentes e urgentes demandas trazidas pela pandemia da COVID-19.

Tedros Adhanom Ghebreyesus informou a jornalistas em Genebra na segunda-feira (30) que conversou com ministros de comércio do fórum de economias líderes mundiais, o G-20, sobre maneiras de enfrentar a crônica falta de Equipamento de Proteção Individual (EPI) e outros suprimentos médicos essenciais.

Acabar com as mortes maternas evitáveis é uma das ações do UNFPA em resposta ao coronavírus. Foto: UNFPA

UNFPA: ações em resposta à pandemia da COVID-19

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) está trabalhando com governos e parceiros para priorizar as necessidades particulares de mulheres e meninas, alinhado com os objetivos de acabar com a necessidade não satisfeita de planejamento reprodutivo e contracepção, acabar com as mortes maternas evitáveis e acabar com a violência de gênero e práticas nocivas contra mulheres e meninas até 2030.

Segundo a diretora executiva do UNFPA, Dra. Natalia Kanem, o medo e a incerteza são respostas naturais ao coronavírus. “Mas nós precisamos ser guiados por fatos e informações sólidas”, afirmou a diretora.

Julienne Lusenge, diretora-executiva do Fundo para Mulheres Congolesas, uma donatária do Fundo Fiduciário da ONU, lidera workshop antes da pandemia na República Democrática do Congo. Foto: Jonathan Torgovnik

COVID-19: Fundo da ONU apoia mulheres em risco de violência na Índia e na RDC

Diante da atual pandemia de COVID-19, o Fundo Fiduciário da ONU para Acabar com a Violência contra as Mulheres (UNTF, na sigla em inglês) e as instituições donatárias reconhecem as dimensões de gênero dos impactos do novo coronavírus no mundo.

Isso inclui aumento do risco de violência doméstica e diminuição da capacidade das pessoas prestadoras de serviços de responder a casos de violência. Leia o relato da ONU Mulheres.

O objetivo é incentivar e apoiar a sociedade na criação de alternativas para minimizar o impacto do novo coronavírus nas áreas social, de saúde, economia e tecnologia. Foto: Spark

Escola de administração pública busca projetos inovadores para enfrentar COVID-19 no Brasil

Com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) lançou na segunda-feira (30) um edital para buscar soluções inovadoras para enfrentar a pandemia de COVID-19 no Brasil.

O objetivo é incentivar e apoiar a sociedade na criação de alternativas para minimizar o impacto do novo coronavírus nas áreas social, econômica, de saúde e tecnologia.