Brasileiros na ONU

Saiba mais sobre a campanha Brasileiros na ONU em https://nacoesunidas.org/brasileirosnaonu.

Governos, setor privado, sociedade civil e academia trabalham pela implementação da Agenda 2030 no Brasil. Foto: PNUD Brasil/Guilherme Larsen

Nações Unidas convidam para participação na campanha ‘Brasileiros na ONU’

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) convida os brasileiros do mundo todo que trabalham atualmente na ONU a participar da campanha Brasileiros na ONU. O Brasil é hoje um dos países sub-representados na organização.

A campanha, lançada em julho de 2018, tem por objetivo encorajar mais brasileiros a investir nas diferentes carreiras internacionais oferecidas pela ONU, aumentando assim o número de brasileiros que trabalham na organização.

Carla Daniel na sede da UNIFIL, no sul do Líbano. Foto: Acervo Pessoal

Capitão é 1ª militar brasileira a trabalhar no Departamento de Operações de Paz da ONU

Primeira e única mulher brasileira a concluir uma missão de paz da ONU a bordo de um navio, a capitão de fragata Carla Daniel, de 51 anos, acostumou-se a vanguardismos. Desde dezembro do ano passado, ela também é a primeira militar brasileira a trabalhar no Departamento de Operações de Paz das Nações Unidas (DPKO), em Nova Iorque.

Carla atua no Escritório de Assuntos Militares (OMA, na sigla em inglês), que faz parte do Serviço de Operações Militares em Andamento (CMOS), como oficial de assuntos de missões de paz. Ela faz o elo entre a missão, no caso a Força Interina de Segurança das Nações Unidas para Abyei (UNISFA), a ONU e o país que contribui com militares para essa operação, a Etiópia. Leia a entrevista concedida ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Debate na sede da ONU, em Nova Iorque, lembrou contribuições das mulheres do Sul Global para o debate sobre igualdade de gênero dentro da Organização. Foto: ONU/Manuel Elias

Evento em NY lembra importância das diplomatas do Sul Global na criação da ONU

As diplomatas do Sul Global, entre elas a brasileira Bertha Lutz, tiveram papel essencial nas Nações Unidas desde sua concepção, em 1945, inclusive nas negociações do primeiro acordo internacional a mencionar a igualdade de gênero como direito humano fundamental: a Carta da ONU.

De acordo com estudos acadêmicos recentes, as delegadas mulheres dos países em desenvolvimento tiveram papel significativo em garantir que a Carta fizesse menção à igualdade de gênero. Elas eram apenas quatro dos 850 delegados que assinaram o documento histórico que criou as Nações Unidas na Conferência de San Francisco 73 anos atrás.

Evento na sede da ONU em Nova Iorque na terça-feira (22) lembrou o legado dessas diplomatas, com a presença das pesquisadoras Elise Dietrichson e Fatima Sator, da Escola de Estudos Orientais e Africanos (SOAS, na sigla em inglês), da Universidade de Londres.