Arquivo da tag: Fim da AIDS

O ODS 3 diz:

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 3 diz: “Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos”. E a meta 3.3 especifica: “Até 2030, acabar com as epidemias de AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais negligenciadas, e combater a hepatite, doenças transmitidas pela água, e outras doenças transmissíveis”.

  

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods3 e notícias sobre o tema abaixo. Acesse também o site do UNAIDS Brasil (www.unaids.org.br).

Foto: UNAIDS

UNAIDS apoia decisão de realizar virtualmente a 23ª Conferência Internacional de AIDS

O UNAIDS apoiou a decisão de a Sociedade Internacional de AIDS realizar, de forma virtual, a 23ª Conferência Internacional de AIDS (AIDS 2020) em julho, colocando a saúde e a segurança das pessoas em primeiro lugar.

O UNAIDS aproveita a ocasião e pede a todas as pessoas que se lembrem que a COVID-19 é uma doença grave. Todas as pessoas que vivem com HIV devem tomar todas as medidas preventivas recomendadas para minimizar a exposição e prevenir a infecção pelo vírus que causa a COVID-19.

Foto: UNAIDS

Redes de solidariedade garantem acesso a medicamentos antirretrovirais durante pandemia

Receber ligações a qualquer hora do dia não é incomum para Liu Jie, oficial de mobilização comunitária no escritório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) na China.

Devido ao surto de COVID-19, todo o escritório tem se dedicado a ajudar as pessoas que vivem com HIV na continuidade do acesso ao tratamento, especialmente na província de Hubei, onde a pandemia foi relatada pela primeira vez. Recentemente, Liu ficou surpresa quando recebeu uma ligação da Polônia.

Médica analisa exame para eventual diagnóstico de tuberculose. Foto: AGECOM/Carol Garcia

Em meio à pandemia de coronavírus, OMS divulga novas recomendações para prevenir tuberculose

As novas orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ajudarão a acelerar os esforços dos países para impedir que pessoas infectadas com tuberculose (TB) desenvolvam a doença, graças à administração de tratamento preventivo.

“A COVID-19 está demonstrando como pessoas com doenças pulmonares e sistemas imunológicos debilitados podem ser vulneráveis”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

“O mundo está comprometido em acabar com a tuberculose até 2030; melhorar a prevenção é a chave para fazer isso acontecer. Milhões de pessoas precisam receber tratamento preventivo contra a tuberculose para deter o aparecimento da doença, prevenir o sofrimento e salvar vidas”.

Winnie Byanyima, diretora executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids. Foto: UNAIDS

ARTIGO: Para acabar com a AIDS, precisamos de uma nova era de liderança — séria, corajosa e justa

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima, afirma que como mulher africana, as lembranças da AIDS estão gravadas em sua mente.

“De membros da família que se foram muito cedo nos deixando em luto e despedaçados; dos desvios de curso nos planos de desenvolvimento dos países; e de temer que a ameaça fosse impossível de derrotar.”

“Mas tenho outras lembranças que me trazem força, principalmente de como as pessoas começaram a reagir, muitas vezes se colocando em grande risco. A coragem delas mudou tudo, e fomos capazes de mobilizar a ciência, recursos internacionais, inovação e parcerias para começar a progredir contra a epidemia.” Leia o artigo completo.

Profilaxia pré-exposição é mais uma ferramenta contra a transmissão do HIV. Foto: UNAIDS

UNAIDS elogia decisão do governo britânico de disponibilizar PrEP nacionalmente

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou o anúncio feito pelo governo britânico no domingo (15) de disponibilizar o medicamento preventivo contra o HIV para pessoas mais vulneráveis em todo o país, como parte dos esforços de acabar com a transmissão até 2030.

“É definitivamente a coisa certa a se fazer”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do UNAIDS. “A PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) foi avaliada em diferentes faixas etárias entre homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, mulheres trans, homens e mulheres heterossexuais e pessoas que usam drogas. Em cada um desses contextos, os dados são claros: a PrEP impede o HIV e deve ser disponibilizada a todos que precisam.”

UNAIDS e UNV assinam acordo para ampliar cooperação

UNAIDS e Programa de Voluntários das Nações Unidas assinam acordo para ampliar cooperação

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Programa de Voluntários das Nações Unidas (UNV) assinaram um memorando de entendimento a fim de estreitarem a colaboração entre as duas organizações.

UNAIDS e UNV trabalharão juntos para promover o voluntariado e para engajar os voluntários a apoiarem as pessoas que vivem e são afetadas pelo HIV.

Nos últimos 10 anos, 97 voluntários das Nações Unidas serviram ao UNAIDS em 36 países.

UNAIDS tem alta pontuação em ranking global de paridade de gênero em organizações de saúde

O terceiro relatório anual de Saúde Global 50/50 classificou novamente o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) como uma organização com “pontuação muito alta”.

Foram analisados os progressos feitos nos últimos 12 meses por organizações ativas no setor da saúde na implementação de políticas que promovam a igualdade de gênero, a não discriminação e a inclusão no local de trabalho.

Winnie Byanyima, diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Foto: UNAIDS

ARTIGO: respostas bem-sucedidas a epidemias globais colocam as pessoas no centro

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima, afirma que a pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19, está colocando luz sobre as respostas internacionais e nacionais às emergências de saúde — expondo lacunas em nossos sistemas, mostrando nossos pontos fortes e valendo-se da valiosa experiência de resposta a outras ameaças à saúde, como o HIV.

“À medida que o COVID-19 continua a se espalhar pelo mundo, será importante que pesquisas em andamento em ambientes com alta prevalência de HIV na população em geral possam esclarecer mais as interações biológicas e imunológicas entre o HIV e o novo coronavírus.” Leia o artigo completo.

Há 25 anos, governos deram passo histórico de adotar a Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, o roteiro de política global mais abrangente pelos direitos humanos de mulheres e meninas. Foto: UNAIDS

AIDS ainda é a principal causa de morte de mulheres em idade reprodutiva no mundo

Na ocasião do Dia Internacional da Mulher, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lançou o relatório “Nós temos o poder”, mostrando que as grandes desigualdades de gênero continuam a tornar as mulheres e meninas mais vulneráveis ​​ao HIV.

“A epidemia do HIV reflete as desigualdades e injustiças enfrentadas por mulheres e meninas e como as lacunas de direitos e serviços estão exacerbando a epidemia”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do UNAIDS. “Isso é inaceitável, é evitável e deve acabar.”

As comunidades fazem a diferença e desempenham um papel fundamental na resposta à epidemia de AIDS nos níveis local, nacional e internacional, segundo o UNAIDS. Foto: UNAIDS

Cada US$1 investido na resposta à AIDS gera retorno de US$6,44

Embora os países tenham concordado em investir pelo menos 26 bilhões de dólares por ano até o final de 2020, em 2018 o total de investimentos foi de apenas 19 bilhões de dólares — um déficit de 7 bilhões de dólares e uma queda de 1 bilhão de dólares em relação a 2017. Trata-se de uma preocupante tendência de queda no financiamento geral para o HIV.

Cálculos citados pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mostram que cada dólar investido na resposta à AIDS gera até 6,44 dólares em retornos econômicos em países de baixa e média renda.

Foto: UNAIDS

UNAIDS alerta para crise no tratamento infantil do HIV na África Ocidental e Central

Em 2018, a cobertura da terapia antirretroviral entre crianças vivendo com HIV na África Ocidental e Central foi de apenas 28%, muito abaixo da média global, de 54%. A ausência de serviços de saúde acessíveis em muitos países da África Ocidental e Central resulta na falta de diagnósticos de crianças vivendo com HIV.

O alerta foi feito pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

AIEA e UNAIDS se comprometeram a ampliar e expandir os serviços para meninas e mulheres adolescentes afetadas por câncer do colo do útero e HIV. Foto: UNAIDS

UNAIDS e AIEA unem forças para ampliar ação contra câncer do colo do útero e HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) uniram forças para aumentar a ação contra o câncer do colo do útero e o HIV.

Em 2018, cerca de 311 mil mulheres morreram de câncer do colo do útero no mundo, 85% delas em países de baixa e média renda, onde os programas de vacinação para HPV, triagem e tratamento são limitados.

Na África, 28 países não possuem uma única unidade de radioterapia. Parte do trabalho da AIEA é ajudar os países no uso de medicamentos nucleares e de radiação para tratar o câncer cervical e outros tipos de câncer.

UNAIDS trabalha com parceiros na China para assegurar que serviços de HIV continuem funcionando

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) enviou na quinta-feira (6) suas condolências às famílias que perderam entes queridos após o recente surto de coronavírus (2019-nCoV) na China. A organização também se solidarizou com o país e ofereceu total apoio a medidas que estão em curso para acabar com o surto.

O UNAIDS está trabalhando em colaboração estreita com parceiros e autoridades na China para assegurar que as pessoas afetadas pelo HIV continuem tendo acesso a serviços essenciais. Nas áreas afetadas pelo surto do 2019-nCoV, a locomoção pode ser restrita e o acesso a serviços limitados, enquanto hospitais focam em acompanhar os números crescentes de pacientes com o 2019-nCoV.

O encontro reuniu mais de 80 pessoas entre profissionais de saúde, pessoas trans, representantes da sociedade civil, academia, gestores e gestoras públicas e de organizações internacionais. Foto: UNFPA Brasil/Giselle Cintra

Encontro em Brasília discute saúde, trabalho e inclusão social de pessoas trans

A vulnerabilidade social, o preconceito e discriminação ainda são barreiras encontradas por pessoas trans no emprego, o que afeta negativamente sua admissão, permanência e ascensão no mercado formal de trabalho.

O preconceito e a discriminação ocorrem, muitas vezes, a partir de atos velados, como a exigência de que as pessoas trans usem o nome de registro ou uniformes de trabalho que não condizem com sua identidade de gênero, por exemplo.

Esses temas foram abordados em reunião técnica realizada em Brasília (DF) com pessoas trans, representantes de agências da ONU, organizações da sociedade civil, setor público e academia.

Ato realizado diante do Congresso Nacional, em Brasília, para lembrar a memória de vítimas da transfobia no Brasil. Foto: Flickr (CC)/Mídia Ninja

População trans ainda é mais vulnerável ao estigma e à discriminação no Brasil

A população de transexuais e travestis é a que mais sofre os impactos do estigma e da discriminação no Brasil. Segundo o Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS no país, realizado em sete capitais brasileiras, 90,3% da população de transexuais e travestis entrevistada já passou por pelo menos uma situação de estigma ou discriminação por conta da sua identidade de gênero.

A Aliança Empresarial para Acabar com a AIDS até 2030 é uma coalizão público-privada copatrocinada pelo UNAIDS e GBCHealth. Foto: UNAIDS

Aliança Empresarial para Acabar com a AIDS até 2030 é lançada em Davos

A Aliança Empresarial para Acabar com a AIDS até 2030, uma coalizão público-privada patrocinada por Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a organização sem fins lucrativos GBCHealth, foi anunciada na quinta-feira (23) em Davos, na Suíça, paralelamente ao Encontro Anual do Fórum Econômico Mundial.

A iniciativa visa proporcionar às empresas as ferramentas necessárias e o suporte de parceiros do setor público para acabar com a AIDS até 2030.

Há 20 anos, o MNCP tem trabalhado para garantir o fortalecimento das mulheres vivendo com HIV/AIDS e para promover o acesso à informação e a direitos. Foto: UNAIDS

Cidadãs Posithivas lança site para levar mais informação sobre HIV/AIDS a mulheres brasileiras

O Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP) lançou nesta sexta-feira (24) seu novo site: http://www.mncp.org.br. A página disponibiliza informações sobre a infecção pelo HIV, a vulnerabilidade das mulheres e as ações e encontros nacionais do MNCP.

Há 20 anos, o MNCP tem trabalhado para garantir o fortalecimento das mulheres vivendo com HIV/AIDS e para promover o acesso à informação e a direitos.

O projeto de criação do site foi uma parceria com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/AIDS (UNAIDS).

HIV e doenças infecciosas estão entre principais desafios de saúde para a década

Dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) apontam que, até o fim de 2018, 37,9 milhões de pessoas estavam vivendo com HIV, mas o número de mortes relacionadas à AIDS caiu à medida que o acesso ao tratamento foi expandido em diversos países e mais progressos feitos na melhoria da prestação de serviços de HIV e tuberculose.

Entretanto, apesar dos esforços globais, segundo a OMS, casos de HIV, tuberculose, hepatites, malária, entre outros, ainda serão responsáveis pela morte de 4 milhões de pessoas em 2020.

UNAIDS: acesso à saúde não pode ser privilégio dos mais ricos do mundo

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) está participando de vários eventos na Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial de 2020 em Davos, na Suíça, para destacar a necessidade de os governos cumprirem seus compromissos de realizar a cobertura universal de saúde e garantir que ninguém seja deixado para trás.

“Os serviços de saúde financiados publicamente são o maior equalizador da sociedade”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do UNAIDS. “Quando os gastos com saúde são cortados ou inadequados, são os pobres e marginalizados da sociedade, especialmente mulheres e meninas, que perdem o direito à saúde primeiro e precisam arcar com o ônus de cuidar de suas famílias.”

Há pelo menos três anos, o UNAIDS tem atuado no apoio à Associação da Parada do Orgulho LGBT do Estado de São Paulo para a promoção de encontros e debates. Foto: UNAIDS

UNAIDS felicita Parada LGBT de SP por escolher tema HIV/AIDS para edição de 2021

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) cumprimentou a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, ONG responsável pela maior parada LGBT do mundo, pela decisão de adotar o tema HIV/AIDS para a sua 25ª edição, que acontecerá em 2021.

Tratar o HIV e a AIDS como tema central na maior parada LGBT do mundo é de extrema importância, segundo o UNAIDS. Estima-se que um em cada cinco homens gays e HSH (homens que fazem sexo com homens) viva com HIV no Brasil; e que a prevalência do HIV entre travestis e mulheres trans seja superior a 30%.

Teste rápido de HIV. Foto: UNICEF/Sewunet

Campanha do Ministério da Saúde incentiva testagem para HIV

A partir da estimativa de que 135 mil pessoas vivam com HIV no Brasil sem sabê-lo, o Ministério da Saúde lançou nova campanha publicitária para incentivar a testagem e, consequentemente, o diagnóstico precoce.

“A prevenção é feita com informação. É necessário que as organizações façam esse trabalho em conjunto”, afirmou a representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Katyna Argueta, que participou do evento de lançamento da campanha, em Brasília (DF).

Estudo inédito revela como o estigma e a discriminação impactam pessoas vivendo com HIV e AIDS no Brasil. Foto: Imprensa MG/Adair Gomes

Mais de 64% das pessoas que vivem com HIV no Brasil sofreram discriminação

A maioria das pessoas que vivem com HIV e das pessoas que vivem com AIDS no Brasil já passou por pelo menos alguma situação de discriminação ao longo de suas vidas. É o que indica um estudo feito com 1.784 respondentes, em sete capitais brasileiras, entre abril e agosto de 2019.

Comentários discriminatórios ou especulativos já afetaram 46,3% delas, enquanto 41% disseram ter sido alvo de comentários feitos por membros da própria família.

O levantamento também evidencia que muitas destas pessoas já passaram por outras situações de discriminação, incluindo assédio verbal (25,3%), perda de fonte de renda ou emprego (19,6%) e até mesmo agressões físicas (6,0%).

Voluntários do Projeto Viva Melhor Sabendo Jovem em Salvador. Foto: UNAIDS/UNFPA

UNICEF e parceiros promovem ações de testagem e prevenção ao HIV entre jovens de Vitória (ES)

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Associação Gold, em parceria com a Prefeitura de Vitória (ES), realizam na sexta-feira (6) a primeira ação nas ruas da cidade do projeto Viva Melhor Sabendo Jovem, que busca identificar adolescentes e jovens vivendo com HIV por meio da testagem rápida e gratuita.

A iniciativa também busca prevenir HIV/Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). A ação ocorrerá a partir das 19h, na rua da Lama, no Jardim da Penha.

As comunidades fazem a diferença e desempenham um papel fundamental na resposta à epidemia de AIDS nos níveis local, nacional e internacional, segundo o UNAIDS. Foto: UNAIDS

ARTIGO: organizações comunitárias garantem tratamento a pessoas vivendo com HIV

Em artigo, o diretor regional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) para a América Latina e o Caribe, César Núñez, afirma que no mundo todo organizações comunitárias têm ajudado a garantir serviços de prevenção, tratamento, cuidados e apoio a pessoas vivendo com HIV e seus pares. Tais organizações ajudaram a garantir que mais de 23 milhões de pessoas tivessem acesso a tratamento em 2018. Leia o artigo completo.

Campanha de UNAIDS e parceiros incentiva diálogo sobre HIV entre jovens e profissionais de saúde

Sob o lema “Fale comigo abertamente”, a campanha para o Dia Mundial contra a Aids deste ano busca mobilizar profissionais de saúde para que conversem abertamente com jovens sobre HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST) sem preconceitos, sem estigma e sem discriminação.

A campanha é uma iniciativa de Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Rede Latino Americana de Jovens vivendo com HIV (J+LAC).

Várias outras empresas assumiram novos compromissos para apoiar o crescimento do acesso aos serviços de saúde em evento organizado pelo UNAIDS em Nova Iorque. Foto: UNAIDS

UNAIDS celebra redução do preço da insulina nos países de baixa e média renda

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou o anúncio feito na semana passada (25) pela farmacêutica indiana Biocon Biologics de oferecer insulina humana recombinante (rh-insulina) a um preço 50% mais barato nos países de baixa e média renda.

“O preço não deve ser motivo para escolha entre a vida e a morte”, disse Gunilla Carlsson, diretora-executiva interina do UNAIDS. “O ativismo em torno da AIDS abriu caminho para reduzir o preço de medicamentos que salvam milhões de vidas. Hoje, estamos felizes que a cobertura universal de saúde também esteja se beneficiando das lições aprendidas pela resposta à AIDS.”

O projeto segue o calendário de festas e festivais de rua tradicionais, especialmente aqueles que atraem grande concentração de jovens. Foto: UNICEF

Projeto liderado pelo UNICEF capacita jovens para conversar sobre HIV

As novas infecções por HIV no Brasil aumentaram mais de 20% entre 2010 e 2018. Por isso, é essencial que os jovens brasileiros comecem a falar sobre o HIV e aprendam a se proteger. Esse é o objetivo de um projeto liderado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Mais de 30 jovens foram treinados para trabalhar como voluntários no projeto Viva Melhor Sabendo Jovem (VMSJ) em Salvador (BA). O objetivo é aumentar a conscientização sobre a importância do teste e prevenção do HIV.

O projeto tem o apoio do escritório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.

Evento em Manaus discutiu tecnologias e métodos de prevenção do HIV/AIDS. Foto: UNFPA Brasil/Solange Souza

Novos casos de HIV crescem 21% no Brasil entre 2010 e 2018

Embora vários países da América Latina tenham mostrado declínios impressionantes na incidência do HIV, o número de novas infecções por HIV na região aumentou 7% entre 2010 e 2018, com 100 mil pessoas contraídas pelo HIV em 2018.

Aproximadamente metade dos países da região viu aumentos na incidência entre 2010 e 2018, com as maiores altas ocorrendo em Brasil (21%), Costa Rica (21%), Bolívia (22%) e Chile (34%). Os dados foram compilados pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Na 6ª Conferência de Reabastecimento, realizada em Lyon, na França, nos dias 9 e 10 de outubro, o Fundo Global captou US$ 14,02 bilhões, o valor mais alto de toda a parceria, que trabalha pelo fim das três doenças. Foto: UNAIDS

UNAIDS agradece doações ao Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) anunciou estar “fortemente motivado” pelo compromisso que os doadores demonstraram com o Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária (Fundo Global). Na 6ª Conferência de Reabastecimento, realizada em Lyon, na França, nos dias 9 e 10 de outubro, a ferramenta captou 14,02 bilhões de dólares, valor mais alto de toda a parceria que trabalha pelo fim das três doenças.

“Eu realmente cumprimento todos os países e parceiros que se comprometeram a investir no Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária”, disse Gunilla Carlsson, diretora-executiva interina do UNAIDS. “Esses investimentos são uma salvação essencial para milhões de pessoas em todo o mundo. No futuro, colocar as pessoas no centro será fundamental para fazer com que o dinheiro seja utilizado com mais eficiência.”

O diretor do documentário "Carta para Além dos Muros", André Canto. Foto: UNAIDS

Documentário ‘Carta para Além dos Muros’ aborda o estigma sobre HIV no Brasil

Um apanhado de três décadas de história do HIV e da AIDS no Brasil estará nos cinemas de todas as capitais do país entre os meses de setembro e outubro. O documentário “Carta para Além dos Muros”, dirigido por André Canto, teve sua estreia nacional em 26 de setembro.

O filme mostra a cronologia da epidemia de HIV no país por meio de relatos de especialistas e ativistas de diversas gerações, e é conduzido por uma narrativa inspirada nas crônicas do escritor Caio Fernando de Abreu que dão nome ao filme.

A obra investiga e expõe o estigma e a discriminação como produtos de uma sociedade que insiste em manter marginalizadas as pessoas que vivem com HIV, mesmo 30 anos depois do início da epidemia. O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) é parceiro institucional da produção.

Paciente com HIV recebe medicamentos antirretrovirais na Costa do Marfim. Foto: UNAIDS

Sem financiamento sustentável, resposta à AIDS pode falhar

Em 2016, a Assembleia Geral da ONU estabeleceu a ampliação constante do investimento para a resposta à AIDS em países de baixa e média renda para pelo menos 26 bilhões de dólares até 2020. No final de 2018, no entanto, apenas 19 bilhões de dólares estavam disponíveis, 1 bilhão de dólares a menos do que no ano anterior.

Em vez de ter um aumento constante, o financiamento global para o HIV está diminuindo. O compromisso político simplesmente não está sendo acompanhado pelo financiamento necessário para tornar realidade a visão de acabar com a AIDS. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

As comunidades fazem a diferença e desempenham um papel fundamental na resposta à epidemia de AIDS nos níveis local, nacional e internacional, segundo o UNAIDS. Foto: UNAIDS

Parceria investiga câncer do colo do útero em mais de 500 mil mulheres vivendo com HIV

Paralelamente à Assembleia Geral da ONU, o ex-presidente norte-americano George W. Bush e a embaixadora Deborah L. Birx apresentaram em setembro em Nova Iorque os resultados do primeiro ano da parceria Go Further, que visa acabar com a AIDS e o câncer de colo de útero.

A iniciativa alcançou mais de 500 mil mulheres vivendo com HIV em países africanos, realizando exames de detecção do câncer e tratando lesões cancerígenas pré-invasivas. Mulheres vivendo com HIV têm cinco vezes mais chances de desenvolver câncer cervical invasivo. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

A atriz de nacionalidade israelense e norte-americana Natalie Portman. Foto: UNAIDS

Celebridades buscam apoio a fundo de combate a Aids, tuberculose e malária

Faltando apenas três semanas para a 6ª Conferência de Reabastecimento do Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária (Fundo de Lyon), as celebridades Annie Lennox, Diane Kruger, Natalie Portman e Penélope Cruz lançaram uma petição online pedindo às pessoas que assinem uma carta aberta para crianças de 7 anos.

A carta promete acabar com a epidemia de AIDS, tuberculose e malária até 2030 — o ano em que as crianças se tornarão adultas — e é um pedido de ação para que o mundo intensifique a luta para acabar com as três doenças infecciosas mais fatais. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

“O conhecimento insuficiente sobre a PrEP e até a desinformação entre potenciais usuários e fornecedores impedem a promoção deste método de prevenção.” Rosalind Coleman, especialista em PrEP. Foto: UNAIDS.

Especialista em PrEP fala sobre este método eficaz na prevenção do HIV

Comprovadamente, a profilaxia pré-exposição (mais conhecida como “PrEP”) é altamente eficaz na prevenção da AIDS para pessoas que não vivem com o HIV.

A PrEP pode ser muito útil para populações-chave e é administrada por meio de uma pílula feita de uma combinação de medicamentos.

Atualmente, ela está sendo implementada ou experimentada em diversos países, incluindo o Brasil. Rosalind Coleman, especialista em PrEP, conversou com o UNAIDS sobre o método.

Impacto das mudanças climáticas é ainda maior entre grupos mais vulneráveis, como pessoas vivendo com HIV. Foto: ONU/Eskinder Debebe

Como a mudança climática afeta as pessoas vivendo com HIV

Em meio à Cúpula de Ação Climática das Nações Unidas, que ocorre em Nova Iorque, fica evidente que a mudança climática afeta todos os países e continentes. Mas, frequentemente, o impacto é maior em regiões já afetadas por outros desafios e que têm grande número de grupos vulneráveis, incluindo pessoas vivendo com HIV.

Quando o ciclone Idai atingiu em março a cidade de Beira, em Moçambique, chuvas e ventos fortes causaram inundações repentinas, centenas de mortes e danos generalizados a residências e infraestruturas.

Teria sido um golpe devastador em qualquer lugar, mas foi ainda maior na província de Sofala, onde cerca de um em cada seis adultos vive com HIV. Quando as águas subiram, muitas pessoas tiveram seus medicamentos levados pela enchente. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).