Fim da AIDS

O ODS 3 diz:

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 3 diz: “Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos”. E a meta 3.3 especifica: “Até 2030, acabar com as epidemias de AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais negligenciadas, e combater a hepatite, doenças transmitidas pela água, e outras doenças transmissíveis”.

  

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods3 e notícias sobre o tema abaixo. Acesse também o site do UNAIDS Brasil (www.unaids.org.br).

Estudantes em Cotonou, no Benim. Foto: UNFPA/Ollivier Girard

Em dia mundial, ONU defende espaços seguros para promover direitos dos jovens

Em mensagem para o Dia Internacional da Juventude, comemorado pela ONU em 12 de agosto, o secretário-geral António Guterres defendeu a criação de espaços seguros para os jovens, onde crianças e adolescentes tenham seus direitos protegidos e suas vozes, ouvidas.

Atualmente, existem no mundo 1,8 bilhão de pessoas de dez a 24 anos de idade — o maior contingente nessa faixa etária já registrado em toda a história.

O estigma e a discriminação em unidades de saúde são um grande obstáculo para acabar com a AIDS. Foto: UNAIDS

Tailândia e Vietnã promovem ações para pôr fim à discriminação contra pessoas vivendo com HIV

O estigma e a discriminação em unidades de saúde são um grande obstáculo para acabar com a AIDS no mundo todo. Reduzem significativamente a qualidade de vida das pessoas e dificultam seu acesso a serviços de saúde e de HIV.

O tema foi abordado em sessão da 22ª Conferência Internacional de AIDS, ocorrida em Amsterdã no fim de julho, e que apresentou projetos de Tailândia e Vietnã. A sessão também teve participação de representantes do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Na Namíbia, Monika, de 30 anos, soube que tinha HIV há apenas dois anos. Com os remédios adequados, ela evitou que sua filha fosse infectada durante a gravidez, mas a menina contraiu o vírus durante o período de amamentação. Foto: OMS

Programa da ONU elogia esforços da Namíbia para eliminar AIDS

Novas pesquisas na Namíbia mostram que 77% de todos os adultos vivendo com HIV estão com a carga viral suprimida. Isso significa que o vírus foi reduzido a quantidades indetectáveis por testes laboratoriais padrão, o que permite a recuperação do sistema imunológico e impede o desenvolvimento da AIDS. Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou em julho (26) os avanços do país africano.

Michel Sidibé, chefe do UNAIDS, durante a abertura da 22ª Conferência Global de AIDS. Foto: UNAIDS

Programa da ONU alerta para buraco de 20% no orçamento global de HIV

Com mais de 15 mil participantes, a 22ª Conferência Internacional de AIDS teve início com um apelo da ONU por mais recursos para a resposta de saúde pública à epidemia. Em Amsterdã para a abertura do evento, o chefe do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, alertou para uma “persistente lacuna de 20% (no orçamento) entre o que é necessário e o que está disponível”. Encontro ocorreu na cidade holandesa dos dias 23 a 27 de julho.

Manik e Babu, ambos de 18 anos, fazem parte do projeto "O Campeão em Mim". Foto: UNAIDS

Projeto na Índia usa a corrida como forma de empoderar jovens vivendo com HIV

Iniciativa denominada “O Campeão em Mim” usa o esporte para vencer o estigma e a discriminação contra adolescentes vivendo com HIV. Em andamento na cidade de Bangalore, na Índia, o programa adota a corrida como ferramenta de fortalecimento e empoderamento.

Hoje, quase 200 crianças e adolescentes vivendo com HIV fazem parte da ação, que continua a crescer. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, em Paris durante o lançamento do novo relatório global do programa da ONU. Foto: UNAIDS

UNAIDS alerta que progresso está lento para alcançar metas de HIV até 2020

Um novo relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) emite um alerta duro aos países. No documento lançado hoje, em Paris, durante um evento coorganizado pela Coalition PLUS, o organismo aponta que a resposta global ao HIV está em um ponto delicado.

“Regiões inteiras estão ficando para trás, os enormes avanços que alcançamos para as crianças não estão sendo mantidos, as mulheres ainda são as mais afetadas, os recursos ainda não correspondem aos compromissos políticos e as populações-chave continuam sendo ignoradas”, afirmou o chefe do UNAIDS, Michel Sidibé.

Encontro do GT UNAIDS com gestores municipais e estaduais do Rio Grande do Sul. Foto: UNFPA Brasil/Jefferson Bernardes

ONU debate resposta ao HIV com gestores públicos no Rio Grande do Sul

O Grupo Temático das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (GT UNAIDS) reuniu cerca de 60 pessoas para sua segunda reunião de 2018, realizada esta semana (11) em Porto Alegre, no Palácio Piratini, sede do governo do Rio Grande do Sul. Com o tema Acelerando a Resposta ao HIV, o encontro buscou mobilizar gestores públicos e especialistas que atuam nos âmbitos estadual e municipal, com foco nas 15 cidades gaúchas signatárias da Declaração de Paris.

Projeto Tô Dentro usa linguagem lúdica e jovem para conversar com alunos da rede pública sobre sexualidade e HIV. Foto: UNFPA/Jefferson Bernardes

Delegação da ONU visita projeto no Rio Grande do Sul sobre prevenção de HIV entre jovens

Uma delegação do Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (GT UNAIDS) visitou nesta semana (10), em Viamão (RS), o projeto Tô Dentro, que debate com os jovens questões sobre HIV e sexualidade. A iniciativa tem uma estrutura de contêineres divididos em cinco estações. Em um passeio de cerca de 30 minutos, estudantes das redes municipal e estadual aprendem sobre prevenção, testagem, tratamento, preconceito, discriminação e percepção de risco.

O estudante de medicina foi o vencedor da segunda fase do #DesafioUNAIDS, realizado pelo escritório do UNAIDS no Brasil em parceria com a Embaixada dos Países Baixos, em Salvador. Foto: UNAIDS

UNAIDS e Embaixada dos Países Baixos levam jovem baiano para Conferência de AIDS, em Amsterdã

Aos 26 anos, o estudante de medicina Vinícius Nascimento começa a escrever um novo capítulo da sua trajetória: no dia 19 de julho, ele embarca para Amsterdã, na Holanda, para participar da Conferência Internacional de AIDS 2018. Ele foi o vencedor da segunda fase do #DesafioUNAIDS, realizado pelo escritório do UNAIDS no Brasil em parceria com a Embaixada dos Países Baixos, em Salvador.

Da esquerda para direita, o secretário municipal de Saúde, Wilson Pollara, a diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, e o prefeito de São Paulo, Bruno Covas. Foto: Programa Municipal DST/AIDS

São Paulo renova compromisso com metas da ONU sobre HIV e AIDS

Ratificada neste mês (5) por São Paulo, a Declaração de Paris traça uma estratégia para que cidades consigam acabar com a AIDS, como problema de saúde pública, até 2030. Um dos itens desse plano é o cumprimento das metas 90-90-90 do UNAIDS. Os objetivos determinam que, até 2020, 90% das pessoas vivendo com HIV estarão cientes de seu estado sorológico positivo, 90% dos indivíduos com o vírus estarão sob tratamento e 90% das pessoas em terapia estarão com a carga viral indetectável.

Programa da ONU reitera compromisso com fim da epidemia de AIDS até 2030

Durante reunião em Genebra, membros da coordenação do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) manifestaram apoio à entidade e ressaltaram seu papel fundamental para alcançar o fim da epidemia de AIDS até 2030.

“Trinta e sete milhões de pessoas que vivem com HIV hoje e 1,8 milhão de pessoas que serão infectadas com HIV ao longo deste ano contam conosco. A AIDS ainda não acabou — mas pode acabar — e no UNAIDS está totalmente comprometidos em acabar com a epidemia”, disse o diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé.

Representante da Austrália na 42º reunião da Junta de Coordenação do UNAIDS, em junho de 2018. Foto: UNAIDS

Austrália aumenta financiamento de programa da ONU sobre AIDS

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) celebrou a decisão da Austrália de ampliar em US$ 977 mil as doações feitas à agência. Anunciado em junho (26), o financiamento adicional permitirá ao organismo ampliar suas ações de prevenção do HIV no Camboja, Indonésia, Laos e Papua Nova Guiné. A verba se soma à contribuição anual de US$ 3,3 milhões que o governo australiano reservou para a agência da ONU pelos próximos cinco anos.

O diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, deu informações atualizadas sobre o progresso alcançado até agora na resposta à AIDS e delineou os desafios e oportunidades que estão pela frente. Foto: UNAIDS

Agência da ONU pede compromisso para acabar com epidemia de AIDS até 2030

A 42ª reunião da Junta de Coordenação do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), conhecida em inglês como Programme Coordinating Board (PCB), acontece em Genebra, na Suíça, até esta quinta-feira (28).

Na abertura do evento, o diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, deu informações atualizadas sobre o progresso alcançado até agora na resposta à AIDS e delineou os desafios e oportunidades que estão pela frente. Ele ressaltou que o progresso é assimétrico e frágil e exigiu enfoque renovado e compromisso compartilhado para acabar com a epidemia de AIDS até 2030.

Testatem de HIV. Foto: Marcelo Camargo/ABr

Audiência pública em Manaus discute desafios para prevenção e tratamento do HIV

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) promoveu nesta quinta-feira (21) em Manaus (AM) a audiência pública “Os desafios no tratamento e prevenção do HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) no Amazonas”.

O Amazonas aparece em terceiro lugar no ranking dos estados brasileiros com uma das maiores taxas de detecção de HIV do Brasil (30,0). Manaus ocupa a 4ª posição na lista das capitais brasileiras com os maiores números de taxa de detecção de HIV do país (50) na população em geral.

Representantes do Ministério da Saúde, Secretaria Estadual de Saúde de Santa Catarina, UNAIDS e dos 12 municípios que aderiram à Declaração de Paris em cerimônia de assinatura do compromisso das Nações Unidas. Foto: UNAIDS

Santa Catarina e 12 cidades do estado aderem a compromisso da ONU pelo fim da AIDS até 2030

O governo de Santa Catarina e 12 cidades do estado assinaram na quarta-feira (13), em Florianópolis, a Declaração de Paris. Lançado na capital francesa em 2014 pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), o documento convoca municípios a acelerar a resposta à epidemia, para pôr fim à AIDS como ameaça de saúde pública até 2030.

Santa Catarina é um dos estados mais afetados pela epidemia de AIDS no Brasil. De acordo com dados do Ministério da Saúde de 2016, a taxa de detecção de AIDS na unidade federativa é de 29,2 casos para cada 100 mil habitantes. No país, o índice médio é de 18,5 para cada 100 mil habitantes.

Foto: ONU

Prevenção é essencial para quebrar ciclo de transmissão do HIV, diz chefe da ONU

O debate deste ano das Nações Unidas sobre as melhores formas de combater o HIV e a AIDS lembrou que, enquanto o progresso está sendo atingido, este permanece “desigual e frágil”, com muitos obstáculos pela frente.

“O mundo está fazendo um bom progresso para acabar com a epidemia de AIDS até 2030”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, à Assembleia Geral da ONU na terça-feira (12), citando a necessidade de testes de HIV, tratamento e terapia anti-retroviral mais acessíveis.

“Mas o progresso é desigual e frágil”, acrescentou. “Em todos os continentes, as populações-chave com maior risco de infecção continuam a ficar mais e mais para trás”.

Lucy Wanjiku é uma jovem mãe que vive com HIV e lidera a organização Vozes de Mulheres Jovens Positivas do Quênia. Foto: UNAIDS

UNAIDS destaca importância de empoderar meninas para evitar novas infecções por HIV

Lucy Wanjiku é uma jovem mãe que vive com HIV e lidera a organização Vozes de Mulheres Jovens Positivas do Quênia. Ela tinha apenas 19 anos quando descobriu que estava vivendo com HIV. “Ser mãe adolescente e viver com HIV foram experiência muito diferentes”, disse Lucy. “Fui discriminada pela comunidade, minha família e até mesmo por serviços de saúde. Não há estrutura de suporte disponível”.

A história de Wanjiku é comum na África Subsaariana. Cerca de 6,9 mil meninas adolescentes e mulheres jovens entre os 15 e os 24 anos são infectadas com HIV a cada semana; das quais, 5,5 mil vivem na África Subsariana. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Foto: UNAIDS

Organizações de Paradas LGBT reúnem-se em SP para estabelecer estratégias comuns de atuação

A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT) realizou no fim de maio (de 25 a 27) o Encontro Brasileiro de Organizações de Paradas LGBT com o objetivo de unir forças, reforçar laços e ampliar a conscientização da importância das Paradas LGBT. O encontro reuniu cerca de 40 pessoas em São Paulo, com a presença de presidentes de organizações de paradas das capitais e das principais cidades do interior do Brasil.

A diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, também participou do encontro.

Em Belo Horizonte, jovens realizam uma partida de 'queimado' temática, para discutir questões de gênero e orgulho LGBTI. Imagem de 2016. Foto: Mídia Ninja (CC)

Inteligência artificial para reconhecer pessoas traz riscos à população LGBTI, diz pesquisadora

Na Inglaterra, o casamento do Príncipe Harry e de Meghan Markle fez história — por vários motivos. Pela primeira vez no telejornalismo, uma emissora de notícias, a Sky News, usou inteligência artificial (IA) para identificar ao vivo os convidados do matrimônio real. Mas para Cynthia Weber, professora de Relações Internacionais e Estudos de Gênero na Universidade de Sussex, a utilização do software de reconhecimento facial, embora tenha funcionado como um truque elegante, causa preocupação.

A detecção e o tratamento precoce do câncer de colo do útero podem aumentar drasticamente a chance de sobrevivência de uma mulher. Foto: UNAIDS

Iniciativa da ONU e parceiros trata e previne câncer de colo do útero em países africanos

Estudos mostram que as mulheres vivendo com HIV têm entre quatro e cinco vezes mais chances de desenvolver câncer invasivo de colo do útero. No entanto, a doença pode ser evitada por meio da exames e do tratamento precoce de lesões pré-cancerosas.

Uma nova parceria de 30 milhões de dólares com o objetivo de ajudar a acabar com o câncer de colo do útero, liderada por Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para Alívio da AIDS (PEPFAR), Instituto George W. Bush e Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) vai acelerar os esforços capazes de salvar vidas em oito países africanos.

A Coalizão Global sobre Prevenção do HIV lançou seu primeiro relatório de progresso. Foto: UNAIDS

Coalizão global acelera esforços para prevenir novas infecções por HIV

A Coalizão Global sobre Prevenção do HIV lançou nesta quinta-feira (24) seu primeiro relatório de progresso, com um balanço dos avanços alcançados no fortalecimento do compromisso político em torno do tema seis meses depois do lançamento da iniciativa.

Bons exemplos de programas incluem a intensa distribuição de preservativos em alguns países da África Austral; alta cobertura de circuncisão masculina médica voluntária em países da África Oriental; programas para populações-chave, inclusive na Índia e na Ucrânia; e a profilaxia pré-exposição, amplamente introduzida no Brasil e no México, assim como aconteceu na África do Sul e no Quênia.

O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Assembleia Mundial da Saúde começou nesta semana em Genebra. Foto: OPAS

Delegações de 194 países se reúnem em Genebra para definir futuro da OMS

Teve início nesta segunda-feira (21), em Genebra, a 71ª Assembleia Mundial da Saúde. Evento reúne até o próximo sábado (26) delegações dos 194 países que fazem parte da Organização Mundial da Saúde (OMS). Representantes nacionais definirão o programa de trabalho da agência da ONU pelos próximos cinco anos. Com iniciativas de prevenção e tratamento, a OMS pode salvar 29 milhões de vidas até 2023.

UNAIDS vê avanços nas pesquisas da vacina contra o HIV, mas pede mais investimentos para tornar imunização uma realidade. Foto: UNAIDS

Em dia mundial, UNAIDS pede ampliação das pesquisas da vacina contra o HIV

No Dia da Conscientização da Vacina contra o HIV, lembrado neste 18 de maio, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pede mais investimentos para encontrar uma método de imunização eficaz na proteção contra o vírus e na prevenção de novas infecções. Em 2016, cerca de 1,8 milhão de pessoas foram infectadas pelo HIV. Comunidade internacional tem meta de diminuir para menos de 500 mil os novos casos até 2020.

Em dia contra a homofobia, UNAIDS pede parcerias pelo fim da discriminação

Na ocasião do Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia (IDAHOT), lembrado na quinta-feira (17), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pediu o fortalecimento de parcerias para apoiar lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e intersexuais (LGBTI) e suas famílias vivendo com HIV ou enfrentando discriminação.

“O estigma, a discriminação e a violência social e física contra as minorias sexuais e de gênero impedem que essas pessoas tenham acesso aos serviços de saúde”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS. “Todas as pessoas têm direito à saúde, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero. Para isso, precisamos de zero discriminação para todos, em todos os lugares.”

Daniel Nagel (à esquerda), presidente da YAA, conheceu ativistas e jovens brasileiros que atuam na resposta ao HIV e à AIDS. Foto: YAA

ONG alemã seleciona brasileiros para conferência internacional sobre AIDS em Amsterdã

“Somos a geração que pode acabar com a AIDS. Mas, para atingir esse objetivo, precisamos de uma nova geração de lideranças”. A declaração é do ativista Daniel Nagel. Aos 26 anos, ele é presidente da Youth Against AIDS (Jovens contra a AIDS), uma organização sem fins lucrativos que nasceu há 8 anos na Alemanha.

A ONG, conhecida pela sigla YAA, está selecionando brasileiros que queiram participar da 22ª Conferência Internacional sobre AIDS. Evento acontece em julho, em Amsterdã. Prazo para inscrição em programa de bolsas é 20 de maio.

Lorenzo tem três anos e vive com HIV em Maláui, na África Ocidental. Foto: UNICEF / Schermbrucker

ONU: 23 países africanos concentram quase 90% das novas infecções por HIV entre crianças e adolescentes

Vinte e três países — todos da África Subsaariana — são o lar de 87% dos 2,1 milhões de crianças e adolescentes que vivem com HIV no mundo. Nas mesmas nações, ocorrem 87% das novas infecções pelo vírus entre meninos e meninas de até 14 anos. Para proteger os jovens, o Programa Conjunto da ONU sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lançou em 2016 uma estratégia para aprimorar a prevenção e o tratamento nesses mais de 20 territórios. Balanço da iniciativa mostra que nações estão longe de alcançar metas pelo fim da epidemia.

Imagem: Canal LubaTV

UNAIDS anuncia youtuber mais votado em campanha online sobre HIV no Brasil

O canal no YouTube LubaTV teve o vídeo mais votado por quem acompanhou o #DesafioUNAIDS, iniciativa do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Projeto mobilizou 36 criadores de conteúdo, que gravaram e divulgaram em suas redes vídeos respondendo a uma série de perguntas sobre HIV e AIDS. Ao longo de dois meses, o organismo da ONU recebeu mais de 10 mil votos na etapa que escolheu a produção audiovisual preferida do público.

A atriz Evelyn Ligocki se prepara para interpretar a travesti Beth no Projeto Transdiálogos. Foto: UNAIDS

Projeto em Porto Alegre usa encenação para conscientizar profissionais de saúde sobre discriminação

Imagine essa situação: uma travesti procura o serviço de saúde precisando de atendimento básico em função de uma dor de cabeça, uma tosse insistente ou mal-estar no estômago. Ao chegar ao hospital, encontra obstáculos logo na entrada, quando o segurança lhe pede informações adicionais não requeridas a outros pacientes. Ao fazer seu cadastro, mesmo com documento constando seu nome social, ela é tratada pelo nome civil, no gênero masculino, e é ridicularizada, quando não ignorada.

Motivadas por preconceito ou desinformação, situações como essa são frequentes nos serviços de saúde brasileiros. Pensando em reduzir estes casos, a prefeitura de Porto Alegre (RS) desenvolveu em parceria com a ONU o projeto Transdiálogos, que busca capacitar profissionais de serviços de saúde sobre temas como igualdade de gênero e orientação sexual, respeito à diversidade e ética profissional. A iniciativa é apoiada pelo UNAIDS.

A reunião do GT UNAIDS teve a presença de cerca de 30 representantes de governo, embaixadas, organismos da ONU, outras representações governamentais e organizações da sociedade civil. Foto: UNAIDS

Agências da ONU participam de debate sobre papel da mídia na resposta à epidemia de HIV

“A mídia como aliada na resposta à epidemia do HIV” foi o tema central do debate realizado na quarta-feira (25), em Brasília, durante a primeira reunião do Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/AIDS de 2018. Presidida pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a reunião teve a presença de cerca de 30 representantes de governo, embaixadas, organismos da ONU, outras representações governamentais e organizações da sociedade civil formadas por pessoas vivendo com HIV.

“Nossa estratégia sempre foi a de tratar a mídia como aliada, porque são realmente nossos parceiros diretos e indiretos na divulgação de informações importantes e no alcance de um número significativo de pessoas”, disse Daniel de Castro, assessor de comunicação do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Jogadores russos e internacionais jogaram a primeira partida da Copa do Mundo UNAIDS pelo Fim da AIDS e da Discriminação. Foto: UNAIDS

Na Rússia, ONU realiza torneio de futebol pelo fim da AIDS e da discriminação

Teve início nesta semana (17), em Moscou, um torneio de futebol que promete jogar para escanteio o preconceito sofrido por pessoas vivendo com HIV. Realizada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a Copa do Mundo pelo Fim da AIDS e da Discriminação reuniu em sua primeira partida lendas do futebol russo e internacional, como Alexey Smertin e o camaronês Samuel Eto’o. Competição tem o apoio da FIFA.