Luta contra a AIDS

O ODS 3 diz:

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 3 diz: “Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos”. E a meta 3.3 especifica: “Até 2030, acabar com as epidemias de AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais negligenciadas, e combater a hepatite, doenças transmitidas pela água, e outras doenças transmissíveis”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods3 e notícias sobre o tema abaixo. Acesse também o site do UNAIDS Brasil (www.unaids.org.br).

Peter Sands, no Fórum de Davos em 2012. Foto: Fórum Econômico Mundial

Ex-banqueiro britânico é nomeado diretor de Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária

O ex-banqueiro britânico Peter Sands foi nomeado na terça-feira (14) novo diretor-executivo do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, cujo objetivo é arrecadar recursos para combater essas doenças globalmente.

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou a nomeação de Sands. “Ele tem a experiência, a liderança e a visão necessárias para o trabalho e espero ansiosamente trabalhar com ele para melhorar a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS.

Especialistas em finanças e HIV se reúnem no Haiti para o 3º fórum regional sobre sustentabilidade na resposta ao vírus. Foto: UNAIDS

Especialistas em finanças reúnem-se no Haiti para discutir sustentabilidade da resposta ao HIV

Especialistas em finanças e HIV da América Latina e do Caribe reúnem-se a partir desta segunda-feira (6) no Haiti para fórum sobre sustentabilidade da resposta ao vírus. O evento é organizado por governo haitiano, Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), pessoas vivendo com HIV e parceiros.

O encontro tem entre seus objetivos facilitar a discussão sobre estratégias e mecanismos para a transição rumo a respostas nacionais sustentáveis com o intuito de acabar com a AIDS como ameaça para a saúde pública na América Latina e no Caribe até 2030.

Novo aplicativo está disponível para celulares com sistema operacional Android e iOS. Foto: EBC

Novo aplicativo visa aumentar adesão ao tratamento para pessoas que vivem com HIV

Um novo aplicativo de celular para pessoas vivendo com HIV, o Life4me+, está disponível gratuitamente em 156 países, entre eles o Brasil, e em seis idiomas.

A plataforma permite ficar contato com médicos online, acompanhar um calendário de testes sanguíneos, acessar histórico de prescrições e obter alertas para a tomada de medicamentos e para consultas. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

O aplicativo tem mecanismos especiais para proteger o anonimato e a confidencialidade.

Brigitte Marcon, primeira-dama da França, ao lado de Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS. Foto: UNAIDS

Chefe de agência da ONU se reúne com primeira-dama francesa para discutir prevenção do HIV

Em visita a Paris, o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, reuniu-se com a primeira-dama da França, Brigitte Macron, para conversar sobre educação e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Na África Subsaariana, pesquisas em 35 países mostraram que apenas 36% dos jovens homens e 30% das jovens mulheres identificaram corretamente as formas de prevenir a transmissão sexual do HIV.

A tuberculose é a causa mais comum de hospitalização e morte entre pessoas HIV positivas. Foto: EBC

OMS indica necessidade de maior compromisso político para acabar com a tuberculose

Os esforços globais para combater a tuberculose pouparam cerca de 53 milhões de vidas desde 2000 e reduziram a taxa de mortalidade pela doença em 37%, de acordo com o Global TB Report 2017, divulgado nesta segunda-feira (30) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apesar dessas conquistas, o último cenário é sombrio. A tuberculose continuou a ser a principal assassina infecciosa em 2016. Também é a principal causa de mortes relacionadas à resistência antimicrobiana e entre pessoas com HIV. O progresso na maioria dos países está paralisado e não é rápido o suficiente para atingir as metas globais ou preencher as lacunas persistentes nos cuidados e prevenção da doença.

Foto: ONU

ONU apoia oficina no Espírito Santo para capacitar jovens na prevenção ao HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil apoiou oficina realizada na semana passada (19 e 21) em Anchieta, no Espírito Santo, com o objetivo de qualificar e capacitar jovens entre 18 e 26 anos para atuarem como multiplicadores em ações de prevenção ao HIV em seus estados.

A prevenção combinada engloba, além do uso do preservativo, o tratamento como prevenção, a Profilaxia Pós-exposição (PEP) e a Profilaxia Pré-exposição (PrEP).

Programa da ONU divulgará versão em português de boletim quinzenal sobre população LGBTI

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) disponibilizará, a partir deste mês, versões em português do seu boletim quinzenal Olhar para a Igualdade, que aborda desafios e conquistas da população LGBTI. Publicação reúne notícias, pesquisas e fatos que ganharam destaque na mídia. Compilação, produzida desde 2014 pela iniciativa Equal Eyes com a ONU, explora temas como direitos humanos e legais, saúde e cultura.

A série é fruto de uma parceria entre o UNAIDS e a Globo. Foto: Reprodução da vinheta de 'Eu Só Quero Amar'/Gshow

Produzida com a ONU, série da Globo sobre HIV entre jovens é indicada ao Emmy Kids

A novela Malhação, da Rede Globo, foi indicada ao Emmy Kids 2017 na categoria digital pela websérie ‘Eu Só Quero Amar’, produzida e exibida pelo Gshow, a plataforma de entretenimento online do canal. O projeto é fruto de uma parceria entre o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a área de Responsabilidade Social da TV Globo e o Gshow. Produção aborda relacionamento entre um jovem HIV-positivo e uma menina que não tem o vírus.

Kenneth Cole, estilista, empresário, ativista e embaixador da Boa Vontade do UNAIDS. Foto: UNAIDS/Elma Okic

Justiça social para pessoas com HIV é inegociável, diz estilista Kenneth Cole

Durante participação no Fórum Social do Conselho de Direitos Humanos da ONU, na semana passada, o estilista norte-americano Kenneth Cole criticou o preconceito que ainda marginaliza pessoas vivendo com HIV. Segundo o empresário, a epidemia de HIV é não apenas um problema de saúde, mas também uma questão de justiça social. O designer é embaixador global da Boa Vontade do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Michel Sidibé, diretor executivo do UNAIDS. Foto: Mark Garten/ONU

Maior desafio é a complacência com a AIDS, diz diretor-executivo de agência da ONU

O maior desafio atual é a complacência com a AIDS, afirmou o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, em entrevista à rede de informações sobre saúde Global Health Now, no fim de setembro (26).

“Estamos percebendo com preocupação que somos vítimas de nossas histórias de sucesso. Os jovens não se protegem mais e o perigo é que as pessoas sintam que acabou. A questão é que o foco deve manter-se apesar do progresso, pois é a única maneira de acabar com a epidemia de AIDS até 2030”, declarou.

César Nuñez, diretor regional do UNAIDS para América Latina e Caribe. Foto: UNAIDS

Programa da ONU elogia decisão do Brasil de debater prevenção combinada do HIV

Em visita ao Brasil na última semana de setembro, o diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) para América Latina e Caribe, César Nuñez, elogiou a decisão do país em definir a prevenção combinada como tema do 11º Congresso AIDS e 4º Congresso de Hepatites Virais (HepAIDS 2017). Escolha pode estimular outras nações da região a debater o uso simultâneo de estratégias diferentes para evitar a infecção por HIV.

A brasileira Mariângela Batista Galvão Simão foi nomeada diretora-geral assistente para Acesso a Medicamentos, Vacinas e Produtos Farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS). Foto: UNAIDS

Brasileira é nomeada diretora da OMS para acesso a medicamentos e vacinas

A brasileira Mariângela Batista Galvão Simão foi nomeada diretora-geral assistente para acesso a medicamentos, vacinas e produtos farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS), informou a agência das Nações Unidas.

Anteriormente, ela atuava como diretora do Departamento de Direitos, Gênero, Prevenção e Mobilização Comunitária do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Tem mais de 30 anos de experiência no sistema brasileiro de saúde pública e teve papel ativo na ampliação e descentralização dos serviços de saúde no país, de acordo com a OMS.

Jovem vivendo com HIV recebe tratamento antirretroviral na Costa do Marfim. Foto: UNICEF / Olivier Asselin

Estigma e discriminação afastam pessoas vivendo com HIV dos sistemas de saúde, alerta ONU

Em 19 países com dados disponíveis, uma em cada quatro pessoas vivendo com HIV já sofreu discriminação ao procurar serviços de saúde. É o que revela um novo relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), divulgado nesta semana (3), em Genebra. Pesquisa aponta que, nessas mesmas nações, 20% dos indivíduos infectados com o vírus evitaram ir a uma clínica ou hospital por medo de sofrerem preconceito.

Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, durante congresso. Foto: UNAIDS Brasil/Daniel de Castro

Agência da ONU ressalta papel dos gestores municipais no combate ao HIV

Em debate sobre o papel das cidades no combate ao HIV, a diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, defendeu na quarta-feira (27) a necessidade de incluir as populações mais vulneráveis na resposta à epidemia. Durante o 11º Congresso de HIV/AIDS, em Curitiba, dirigente abordou compromissos firmados por municípios brasileiros para conter avanço da AIDS até 2020.

Parada LGBT de Taguatinga, no Distrito Federal, em setembro de 2017. Foto: Mídia Ninja

Retorno da ‘cura gay’ ameaça cumprimento de metas da ONU sobre HIV, diz especialista

O retorno da discussão sobre a ‘cura gay’ no Brasil é um obstáculo ao cumprimento das metas das Nações Unidas sobre HIV e AIDS. A avaliação é do diretor regional do Programa Conjunto da ONU sobre HIV/AIDS (UNAIDS) para a América Latina e o Caribe, César Núñez. Em pronunciamento na noite da terça-feira (26), em Curitiba, o especialista afirmou que o fim de toda forma de discriminação é essencial para combater a epidemia.

Imagem: Divulgação/UNAIDS

Programa da ONU marca presença no 11º Congresso de HIV/AIDS, em Curitiba

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e alguns de seus copatrocinadores — UNICEF, UNESCO, UNFPA, UNODC e OPAS — participam esta semana do 11º Congresso de HIV/AIDS e do 4º Congresso de Hepatites Virais (HepAIDS 2017), que acontecem na cidade de Curitiba (PR) entre os dias 26 e 29 de setembro. Cerca de 4 mil participantes são esperados no ExpoUnimed Curitiba, entre ativistas, cientistas, gestores e profissionais de saúde de todo o Brasil, além de especialistas internacionais.

Dirigentes de entidades que se uniram para ampliar acesso a medicamentos mais eficazes contra o HIV. À extrema direita, o diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. Foto: UNAIDS

ONU firma parceria para ampliar oferta de tratamento do HIV em mais de 90 países

Uma parceria entre países e agências internacionais, incluindo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), ampliará o acesso ao primeiro tratamento genérico do HIV contendo o composto Dolutegravir. Iniciativa levará terapia para países de média e baixa renda com um preço reduzido — 75 dólares por paciente ao ano. Medicamentos serão disponibilizados em regime de pílula única, a ser administrada uma vez ao dia.

Unindo ficção à realidade, UNAIDS e Rede Globo promovem debate em torno da AIDS. Foto: Reprodução

Unindo ficção à realidade, ONU e Rede Globo promovem debate sobre AIDS

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o setor de Responsabilidade Social da Rede Globo promovem desde segunda-feira (21) ações para incentivar o debate em torno de temas relacionados ao HIV e à AIDS. A iniciativa faz parte da parceria na plataforma de direitos humanos Tudo Começa pelo Respeito.

“Quando esse tipo de ação de sensibilização acontece, fica claro que ainda estamos carentes de um debate sobre HIV e AIDS em nossa sociedade”, afirmou Daniel de Castro, assessor de comunicação do UNAIDS no Brasil. “Falar de HIV e de AIDS também é uma forma de trabalhar a prevenção. No mínimo, conseguimos alertar as pessoas para o fato de que a AIDS ainda não acabou e de que todo mundo precisa estar atento e se prevenir do HIV”, completou.

O programa Amazonaids mudou a comunicação com os indígenas para se adaptar às diferenças culturais. Foto: Cacalos Garrastazu/UNAIDS-Eder Content

ONU pede que resposta ao HIV leve em conta particularidades das culturas indígenas

Em pronunciamento feito no início de agosto, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) alertou que os serviços de atendimento e cuidado relacionados à epidemia ainda não estão adaptados para integrar a visão de mundo, a linguagem, a cultura e as vulnerabilidades específicas dos povos indígenas. Organismo internacional fez um apelo por políticas de saúde pública com foco em direitos humanos e interculturalidade.

Laço vermelho, símbolo da luta contra a Aids. Foto: CC/Sham Hardy

Conhecimento sobre prevenção à AIDS permanece baixo, dizem jovens ao UNAIDS

Embora os números de novas infecções por HIV e mortes relacionadas à AIDS entre jovens tenham diminuído globalmente, em muitos lugares o conhecimento sobre a prevenção permanece preocupantemente baixo. Na ocasião do Dia Mundial da Juventude, lembrado no último sábado (12), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) conversou com quatro jovens de diferentes países, incluindo Brasil, sobre os desafios que enfrentam em relação ao tema. Leia a reportagem.

Para acabar com a transmissão de mãe para filho de quatro doenças até 2020, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) lançou o Marco para a Eliminação da Transmissão Materno-Infantil do HIV, Sífilis, Hepatite e doença de Chagas. Foto: Flickr/Etolane (cc)

OPAS lança nova iniciativa para eliminar a transmissão materno-infantil de quatro doenças

Todos os anos, estima-se que 2,1 mil crianças na América Latina e no Caribe nasçam com HIV ou o contraiam de suas mães; 22,4 mil estejam infectadas com sífilis; cerca de 9 mil nasçam com doença de Chagas; e 6 mil contraiam o vírus da hepatite B. Se não forem detectadas e tratadas a tempo, essas infecções podem causar abortos espontâneos, malformações congênitas, problemas neurológicos e cardíacos, cirrose, câncer de fígado e, em alguns casos, até a morte.

Para acabar com a transmissão de mãe para filho dessas quatro doenças até 2020, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) lançou o Marco para a Eliminação da Transmissão Materno-Infantil do HIV, Sífilis, Hepatite e doença de Chagas. Trata-se de um roteiro com estratégias e intervenções que visam às mulheres antes e durante a gravidez, bem como novas mães e seus bebês.

Laço vermelho, símbolo da luta contra a Aids. Foto: CC/Sham Hardy

Lancet: Relatório do UNAIDS é ‘ponto de referência vital’ para monitorar progressos na resposta ao HIV

Em artigo editorial publicado no dia 22 de julho, a renomada revista científica The Lancet classifica o relatório mais recente do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) como “um ponto de referência vital para identificar o progresso, os êxitos, as insuficiências e as lacunas no combate à epidemia mundial de HIV.” Além disso, o periódico destaca que “o uso das metas 90-90-90 fornece um quadro útil que pode ajudar os países a priorizar seus caminhos e ações para um mundo livre da AIDS”.