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O ODS 3 diz:

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 3 diz: “Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos”. E a meta 3.3 especifica: “Até 2030, acabar com as epidemias de AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais negligenciadas, e combater a hepatite, doenças transmitidas pela água, e outras doenças transmissíveis”.

  

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods3 e notícias sobre o tema abaixo. Acesse também o site do UNAIDS Brasil (www.unaids.org.br).

Palm Springs, na Califórnia. Foto: UNAIDS

Voluntários trabalham pelo fim da AIDS no deserto da Califórnia

Palm Springs, nos Estados Unidos, é conhecida por atrair celebridades e também pelos campos de golfe e hotéis luxuosos. Mas essa região no sul do deserto da Califórnia é também o berço de uma experiência comunitária e inovadora que garante serviços de saúde e HIV para cerca de 4 mil pessoas. O Desert AIDS Project oferece atendimento gratuito ou a preços acessíveis para qualquer um que precise. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

A diretora-executiva adjunta para gestão e governança do UNAIDS, Gunilla Carlsson, representou o programa da ONU no evento de premiação. Foto: UNAIDS

UNAIDS recebe prêmio de ciência e medicina concedido por organização norte-americana

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) recebeu na semana passada (9) em Palm Springs, nos Estados Unidos, o prêmio de ciência e medicina concedido pela organização Desert AIDS Project.

A homenagem foi feita durante o 25º Prêmio Anual Humanitário Steve Chase. A diretora-executiva adjunta para gestão e governança do UNAIDS, Gunilla Carlsson, representou o programa da ONU na ocasião.

O Desert AIDS Project oferece serviços de prevenção, tratamento e cuidados para pessoas vivendo com HIV e afetadas pelo vírus em toda a área de Palm Springs.

Médica de saúde pública, a carreira de Shannon Hader abrange os espectros de pesquisa, programas e políticas. Foto: UNAIDS

Médica norte-americana é nova diretora-executiva adjunta do UNAIDS

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, nomeou nesta terça-feira (12) a médica norte-americana Shannon Hader como nova diretora-executiva adjunta do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

“Shannon é uma líder excepcional em AIDS e tuberculose, com vasta experiência na melhoria dos sistemas de saúde”, disse o diretor-executivo da UNAIDS, Michel Sidibé. “De Washington ao Zimbábue, ela entende a epidemia e a resposta necessária nos níveis comunitário, nacional e global — sua visão e conhecimento serão fundamentais para o UNAIDS e para acabar com a epidemia de AIDS até 2030”.

O governo do Reino Unido tem desempenhado um papel de liderança na resposta global ao HIV desde o início da epidemia. Foto: UNAIDS

Reino Unido compromete-se em acabar com a transmissão do HIV em até 10 anos

O Reino Unido (Grã-Bretanha e Irlanda do Norte) anunciou que acabará com a transmissão do HIV em seu território nos próximos dez anos — um anúncio elogiado na quinta-feira (7) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

O Reino Unido intensificou recentemente seus esforços para a resposta ao HIV, o que resultou em um declínio de 28% no número de novos casos nos últimos dois anos.

Foto: UNAIDS

UNAIDS elogia compromisso dos EUA de acabar com transmissão do HIV no país até 2030

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou na quarta-feira (6) compromisso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de acabar com a transmissão do HIV no país até 2030. Trump fez o anúncio durante seu discurso sobre o Estado da União ao Congresso em 5 de fevereiro.

“O firme compromisso dos EUA com a resposta ao HIV e seu apoio ao chamado do UNAIDS para acabar com a AIDS até 2030 salvaram milhões de vidas”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS.

“Eu cumprimento o compromisso do presidente de acabar com a AIDS nos EUA, o que exigirá uma resposta baseada nos direitos humanos para alcançar todas as pessoas vivendo com HIV e em risco de infecção pelo vírus, incluindo as pessoas mais marginalizadas.”

Profissionais verificaram estatísticas sobre tratamento do HIV em Lesoto. Foto: UNAIDS

Programa da ONU elogia esforços de Lesoto para verificar estatísticas sobre HIV

Em 2018, foram revisados em Lesoto mais de 180 mil registros clínicos de pessoas diagnosticadas com HIV. O objetivo da análise era verificar quem estava de fato recebendo e aderindo ao tratamento em uma das 120 clínicas e hospitais do país africano.

Lesoto tem uma das maiores taxas de prevalência do HIV no mundo — em 2017, 320 mil cidadãos adultos eram considerados soropositivos, o equivalente a 23,8% da população de 15 a 49 anos. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Vacinação contra o HPV em escola pública de São Paulo. Foto: OPAS

ONU: mulheres vivendo com HIV têm até 5 vezes mais chances de desenvolver câncer de colo do útero

Em 2018, estima-se que 570 mil novos casos de câncer de colo do útero em todo o mundo e 311 mil mortes decorrentes da enfermidade tenham sido registrados. Nesta segunda-feira (4), Dia Mundial contra o Câncer, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lembra que as mulheres que vivem com HIV são até cinco vezes mais propensas a desenvolver esse tipo de tumor. Agência pede articulação de serviços de HIV com os de prevenção da doença.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, e a a diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil, Georgiana Braga-Orillard. Foto: UNAIDS

São Paulo renova compromisso com estratégia para pôr fim à Aids até 2030

Como parte das celebrações dos 465 anos da cidade de São Paulo, o prefeito Bruno Covas publicou um artigo na Agência de Notícias da AIDS no qual relata seu compromisso com a resposta à epidemia de HIV no município e com a Declaração de Paris.

O documento foi ratificado por sua gestão em junho de 2018, durante encontro com a diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil, Georgiana Braga-Orillard.

Elaborada em novembro de 2015, a “Carta de Paris” traça uma estratégia para que cidades consigam acabar com a Aids, como problema de saúde pública, até 2030.

Como parte das celebrações do Dia da Visibilidade Trans, o UNAIDS lança o webdocumentário Luz, Câmera, Zero Discriminação. Foto: UNAIDS

UNAIDS lança documentário sobre curso de audiovisual para pessoas trans e travestis

Como parte das celebrações do Dia da Visibilidade Trans, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lançou nesta sexta-feira (25) o documentário para web “Luz, Câmera, Zero Discriminação”. A obra retrata quatro semanas do curso de audiovisual realizado com 16 pessoas trans e travestis em fevereiro e março do ano passado na capital paulista.

Ao longo do curso, os participantes aprenderam fotografia, sonorização e produção, além de roteiro, pré-produção, direção, fotografia, filmagem, edição e pós-produção. Ao final de cada parte teórica, colocaram em prática o conteúdo aprendido.

O objetivo foi contribuir para a redução do estigma e da discriminação em relação às pessoas trans e travestis e abrir espaços para que elas possam se apropriar das mídias sociais e de outras plataformas audiovisuais, fomentando também o acesso a esse mercado.

Na África do Sul, 1,5 mil mulheres jovens e adolescentes (entre 15 e 24 anos) são infectadas pelo HIV por semana. Foto: UNAIDS

Jovem sul-africana cria movimento para impulsionar saúde sexual e reprodutiva

Para incentivar o diálogo sobre saúde sexual, reprodutiva e prevenção à AIDS, assim como outras questões enfrentadas por mulheres jovens, a sul-africana Selokela Molamodi iniciou o movimento You for You (Você por Você, em tradução livre) quando estava em seu último ano de escola.

“É sobre aceitar e amar a si mesma. Embora possamos existir como uma comunidade e um coletivo, devemos primeiro nos amar como indivíduos”, diz ela. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Projeto realiza teste de fluido oral para HIV em homens gays e outros homens que fazem sexo com homens em Laos. Foto: USAID Laos

Estigma e discriminação dificultam acesso ao teste de HIV em hospitais do Laos

Apenas um terço dos homens gays e outros homens que fazem sexo com homens conhecem seu estado sorológico para o HIV na República Democrática Popular do Laos. O estigma e a discriminação são barreiras que dificultam o acesso dessas pessoas ao teste de HIV em hospitais públicos.

Para resolver essa questão, a USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) apoiou o governo do país na realização de testes de fluidos orais em três províncias. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Em Kenema, Serra Leoa, um menino joga futebol em uma ONG apoiada pelo UNICEF que presta serviços para crianças vivendo com HIV e AIDS. Foto: UICEF/Phelps

ONU pede mais esforços na África para prevenir infecções de HIV entre crianças e adolescentes

Em evento com ministros e autoridades de saúde, agências da ONU pediram neste mês (16), no Senegal, que países das regiões central e ocidental da África realizem mais ações para impedir novos casos de HIV entre crianças e adolescentes. Em 2017, em torno de 67 mil crianças (com até nove anos de idade) e 69 mil adolescentes (de dez a 19 anos) foram infectados pelo vírus nessas partes do continente africano.

Jovem sul-africana exibe miçanga com o símbolo do movimento pelo fim da AIDS. Foto: Peace Corps/PEPFAR

Programa da ONU pede financiamento completo de fundo para AIDS, tuberculose e malária

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pediu que doadores internacionais apoiem o financiamento pleno do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária — que lançou neste mês (11) um apelo orçamentário de 14 bilhões de dólares para cobrir atividades pelos próximos três anos. Iniciativas implementadas com a verba devem ajudar a salvar 16 milhões de vidas, reduzindo pela metade a taxa mundial de mortalidade das três doenças.

O cirurgião sul-sudanês Evan Atar é o vencedor do Prêmio Nansen do ACNUR de 2018. Ele é a única alternativa de assistência de saúde para mais de 200 mil pessoas, incluindo 144 mil refugiados. Foto: ACNUR/ Will Swanson

OMS define 10 prioridades de saúde para 2019

A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem metas ambiciosas para 2019. Entre os objetivos da agência da ONU, está a ampliação do acesso e da cobertura de saúde para atender a 1 bilhão a mais de pessoas na comparação com números atuais.

A instituição também quer garantir que 1 bilhão de indivíduos estejam protegidos de emergências de saúde. Para tirar essas resoluções do papel, a OMS estipulou dez prioridades para o ano que se inicia.

Distribuição de contraceptivos e materiais de informação sobre HIV e Aids. Foto: UNFPA/UNFPA Brasil/Solange Souza

Em Roraima, Fundo de População da ONU apoia reinauguração de centro para acolher pessoas com HIV

Em Boa Vista (RR), a Associação de Bem com a Vida, por meio de parceria com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), reinaugura a Casa Viver para pessoas vivendo com HIV, brasileiras e venezuelanas.

A iniciativa é um espaço seguro que abriga pessoas que precisam realizar exames laboratoriais e receber acompanhamento médico, psicológico, nutricional, assistência social e medicamentos disponíveis na capital roraimense.

José chegou ao Equador perto do Natal de 2017. Ele vive com o vírus HIV e precisou fugir da Venezuela, onde estava recebendo medicamento antirretroviral vencido. Quase 900 mil venezuelanos chegaram ao Equador em 2018. Assim como José, cerca de 20% deles têm necessidades especiais: são grávidas, crianças e pessoas com doenças crônicas, por exemplo. Graças à lei equatoriana, essas pessoas podem receber tratamento. Confira a história de José neste vídeo da Agência da ONU para Refugiados, ACNUR.

VÍDEO: No Equador, um novo começo para José

José chegou ao Equador perto do Natal de 2017. Ele vive com o vírus HIV e precisou fugir da Venezuela, onde estava recebendo medicamento antirretroviral vencido.

Quase 900 mil venezuelanos chegaram ao Equador em 2018. Assim como José, cerca de 20% deles têm necessidades especiais: são grávidas, crianças e pessoas com doenças crônicas, por exemplo. Graças à lei equatoriana, essas pessoas podem receber tratamento.

Confira a história de José neste vídeo da Agência da ONU para Refugiados, ACNUR.

Thobani Ncapai vive em Khayelitsha, uma cidade na província do Cabo Ocidental, na África do Sul. Ele descobriu que era soropositivo em 1997. Na época, disse que não tinha informações sobre o HIV e estava com medo de não ver seu filho crescer. Ele disse que a maioria dos homens em sua comunidade não quer fazer o teste de HIV, classificando a questão como “um grande problema”. Em 2001, ele estava perdendo muito peso e se sentindo mal, se tornando a primeira pessoa em sua cidade natal a iniciar o tratamento do HIV. Hoje, tem esperança no futuro.

Na África do Sul, pai vivendo com HIV ganha fôlego para criar filho; vídeo

Thobani Ncapai vive em Khayelitsha, uma cidade na província do Cabo Ocidental, na África do Sul. Ele descobriu que era soropositivo em 1997. Na época, disse que não tinha informações sobre o HIV e estava com medo de não ver seu filho crescer. Ele disse que a maioria dos homens em sua comunidade não quer fazer o teste de HIV, classificando a questão como “um grande problema”. Confira nesse vídeo especial.

A aplicação dos questionários está prevista para abril de 2019, com o objetivo de alcançar mais de 2 mil pessoas. Foto: UNAIDS

Agências da ONU treinam voluntários para estudo sobre estigma e HIV no Brasil

Uma parceria entre o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) iniciou uma série de treinamentos para a realização de um estudo sobre estigma e discriminação contra pessoas vivendo com HIV no Brasil.

Realizada pela ONG Gestos – Soropositividade, Comunicação e Gênero, a capacitação ocorre em sete capitais brasileiras, onde cerca de 60 voluntários são treinados para a aplicação dos questionários entre pares, com a proposta de levantar informações relevantes sobre estigma e discriminação em relação a essa população, hoje estimada em quase 900 mil pessoas no Brasil.

UNAIDS realiza oficina sobre ‘Comunicação e Zero Discriminação em HIV e AIDS’ em Porto Alegre

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), em parceria com a Secretaria de Saúde do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, realiza em Porto Alegre, no dia 11 de dezembro, a oficina “Comunicação e Zero Discriminação em HIV e AIDS”.

O curso conta com 80 vagas, e podem se inscrever todos os profissionais de comunicação que atuem na imprensa e estudantes de jornalismo.

Com base em abordagem histórica, documentário trata do modo como o HIV é encarado na sociedade brasileira atual. Foto: Reprodução

Documentário ‘Carta para Além dos Muros’ reconstrói trajetória do HIV e da AIDS no Brasil

O documentário “Carta para Além dos Muros” reconstrói a trajetória do HIV e da AIDS, com foco no Brasil, por meio de entrevistas com médicos, ativistas, pessoas vivendo com HIV e outros atores, além de farto material de arquivo.

Do pavor inicial às campanhas de conscientização, passando pela discriminação imposta aos doentes, o documentário apoiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mostra como a sociedade encarou essa epidemia devastadora ao longo de duas décadas.

Festival em SP reuniu cerca de 20 mil pessoas em edição que marcou o Dia Mundial contra a AIDS. Fotos: Instagram

Programa da ONU apoia festival de música em SP para conscientizar sobre HIV

O festival de música Prudence Fest reuniu cerca de 20 mil pessoas, no último sábado, no sambódromo do Anhembi, em São Paulo, para marcar o Dia Mundial contra a AIDS (1° de dezembro). A iniciativa teve o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e apresentações de Claudia Leitte, Maiara & Maraísa e Ludmilla. Artistas divulgaram mensagens em suas redes sociais sobre a importância do uso da camisinha.

UNAIDS lança site ‘Deu Positivo, e Agora?’ com informações essenciais para jovens recém-diagnosticados com HIV

UNAIDS lança site ‘Deu Positivo, e Agora?’ com informações essenciais para jovens recém-diagnosticados com HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lança hoje a plataforma online Deu Positivo, e Agora? (deupositivoeagora.org): um site que reúne informações sobre HIV em linguagem atualizada, clara, acessível, com foco em jovens que acabaram de receber diagnóstico positivo para o HIV, o vírus da imunodeficiência humana.

A iniciativa conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Comunicação (UNESCO).

Jovem sul-africana exibe miçanga com o símbolo do movimento pelo fim da AIDS. Foto: Peace Corps/PEPFAR

Em dia mundial, chefe da ONU alerta para momento crítico na resposta ao HIV

Trinta anos após o primeiro Dia Mundial contra a AIDS, lembrado em 1º de dezembro, a resposta ao HIV ainda está em um ponto crítico, afirmou neste sábado o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.

Desde o início da epidemia no mundo, mais de 77 milhões de pessoas foram infectadas pelo HIV e mais de 35 milhões morreram de doenças relacionadas à AIDS. Hoje, 36,9 milhões de indivíduos vivem com HIV.

Victoria Beckham visitou a sede da organização em Genebra, na Suíça, para apoiar as pessoas a conhecerem seu estado sorológico para o HIV e buscar tratamento, caso seja necessário. Foto: UNAIDS

Embaixadora do UNAIDS, Victoria Beckham visita sede da organização em Genebra

Pouco mais de uma semana antes do Dia Mundial contra a AIDS, a embaixadora internacional da Boa Vontade do UNAIDS, Victoria Beckham, visitou a sede da organização em Genebra, na Suíça, para apoiar as pessoas a conhecer seu estado sorológico para o HIV e buscar tratamento, caso seja necessário.

“Estou muito feliz por estar em Genebra para apoiar o UNAIDS na preparação para o Dia Mundial contra a AIDS”, disse Beckham durante sua visita. “Precisamos ter certeza de que as pessoas se sintam apoiadas para fazer o teste de HIV acabando com o estigma e a discriminação que ainda estão associados com o vírus. Hoje, temos os medicamentos para manter as pessoas saudáveis ​​e impedir que o vírus seja transmitido. A AIDS ainda não acabou, mas pode acabar”.

Testagem de HIV em Moçambique. Foto: PEPFAR/Sarah Day Smith

Em dia mundial, ONU lembra importância dos exames para identificar HIV

Em 2017, 9,4 milhões de pessoas no mundo não sabiam que estavam infectadas com HIV. O número preocupa o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), que faz um apelo para que todos conheçam seu estado sorológico.

Em mensagem para o Dia Mundial contra a AIDS, lembrado no 1º de dezembro, o organismo ressalta que a informação sobre ter ou não o vírus pode salvar vidas, além de proteger famílias e parceiros de quem é soropositivo.

Com o aplicativo da OPAS, informações sobre a profilaxia pré-exposição (PrEP) estão a poucos toques de distância. Foto: PEXELS

ONU lança aplicativo para orientar usuários de medicamentos que previnem HIV

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a ONG Jhpiego, afiliada à Universidade Johns Hopkins, lançaram nesta semana a versão em espanhol de um aplicativo que facilita o uso de medicamentos para prevenir a infecção por HIV.

Conhecido pelo nome profilaxia pré-exposição (PrEP), esse método de prevenção consiste na ingestão de remédios antirretrovirais antes do contato com o HIV. Os fármacos dessa técnica impedem que o vírus se instale no organismo.