Fim da AIDS

O ODS 3 diz:

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 3 diz: “Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos”. E a meta 3.3 especifica: “Até 2030, acabar com as epidemias de AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais negligenciadas, e combater a hepatite, doenças transmitidas pela água, e outras doenças transmissíveis”.

  

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods3 e notícias sobre o tema abaixo. Acesse também o site do UNAIDS Brasil (www.unaids.org.br).

Jogadores russos e internacionais jogaram a primeira partida da Copa do Mundo UNAIDS pelo Fim da AIDS e da Discriminação. Foto: UNAIDS

Na Rússia, ONU realiza torneio de futebol pelo fim da AIDS e da discriminação

Teve início nesta semana (17), em Moscou, um torneio de futebol que promete jogar para escanteio o preconceito sofrido por pessoas vivendo com HIV. Realizada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a Copa do Mundo pelo Fim da AIDS e da Discriminação reuniu em sua primeira partida lendas do futebol russo e internacional, como Alexey Smertin e o camaronês Samuel Eto’o. Competição tem o apoio da FIFA.

Foto: upslon/Flickr

UNAIDS detalha medidas para promover igualdade de gênero dentro da organização

Na África Subsaariana, três em cada quatro novas infecções por HIV entre jovens de 15 a 19 anos ocorrem entre meninas, enquanto, globalmente, o vírus é a principal causa de morte entre mulheres de 30 a 49 anos, segundo dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

“Sabemos que a igualdade de gênero e o empoderamento feminino são pontos essenciais para acabar com a epidemia de AIDS até 2030, como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O UNAIDS está comprometido com a integração da igualdade de gênero e dos direitos humanos em suas políticas programáticas e de gestão”, disse o programa da ONU em nota.

Foto: UNAIDS/Bernardo Enoch

UNAIDS conclui curso de audiovisual para pessoas trans em São Paulo

Como parte das celebrações pelo Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) concluiu no fim de março (28), em São Paulo, o curso “Luz, Câmera, #ZeroDiscriminação”, uma formação em audiovisual voltada exclusivamente para pessoas trans.

O objetivo do projeto foi contribuir para a redução do estigma e da discriminação em relação às pessoas trans e abrir espaços para que elas possam se apropriar das mídias sociais e de outras plataformas de audiovisual, fomentando o acesso a esse mercado de trabalho, tanto na frente quanto atrás das câmeras.

Pessoas trans retomam estudos em centro comunitário de Buenos Aires

Kimi Avalos é uma jovem trans que mora em Buenos Aires, na Argentina. Por causa do estigma e da discriminação, ela não pôde continuar seus estudos e concluir o ensino médio.

Ela é uma das 30 alunas trans que iniciaram programa educacional implementado na Casa Trans, um centro comunitário para treinamento e capacitação de pessoas trans fundado na capital argentina. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Foto: UNAIDS

ONU renova compromisso com redução da discriminação contra pessoas vivendo com HIV

Pesquisas têm mostrado que o estigma e a discriminação estão entre os principais obstáculos para prevenção, tratamento e cuidado em relação ao HIV. A discriminação pode gerar violência e afasta as pessoas de serviços, inclusive os de saúde. Estudos indicam também que o medo de ser discriminado desencoraja pessoas que vivem com o HIV a revelar sua sorologia, além de prejudicar o acesso e a adesão ao tratamento.

É nesse contexto que o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) renovam seu compromisso pela redução do estigma e da discriminação contra pessoas que vivem com HIV e aquelas mais vulneráveis à epidemia.

Aulas do projeto do UNAIDS aconteceram no Centro de Cidadania LGBT Luiz Carlos Ruas, em São Paulo. Foto: UNAIDS

Cerimônia nesta quarta-feira (28) em SP encerra curso de audiovisual para pessoas trans

Uma cerimônia em São Paulo marcará nesta quarta-feira (28) o encerramento do curso “Luz, Câmera, #ZeroDiscriminação”, uma formação em audiovisual voltada exclusivamente para pessoas trans promovida pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

O objetivo da formação é contribuir para a redução do estigma e da discriminação e abrir espaço nas mídias sociais e outras plataformas de audiovisual, fomentando o acesso a esse mercado de trabalho, tanto à frente como atrás das câmeras.

Contêineres interativos compõem a estrutura do projeto ‘Tô Dentro’, que trabalha com a prevenção do HIV entre jovens de Viamão (RS). Foto: UNAIDS Brasil

Exposição itinerante em Viamão conscientiza jovens sobre importância do cuidado com a saúde

Já imaginou entrar por uma porta e dar de cara com situações do cotidiano que envolvem sexualidade, só que com uma pitada a mais de interatividade, conectividade, acessibilidade e informação?

Foi essa a experiência vivida por mais de 4 mil jovens que já participaram do projeto ‘Tô Dentro’, da Secretaria de Saúde Municipal de Viamão (RS), uma das cidades signatárias da Declaração de Paris pela Aceleração da Resposta ao HIV.

Para a diretora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga-Orillard, falar a linguagem jovem é o grande mérito da ação. “Quando você se comunica na mesma linguagem, você consegue fazer o jovem entender que aquela mensagem de prevenção é para ele, que é diretamente com ele que queremos falar, e a informação é assimilada”, explicou durante visita ao projeto em Viamão.

Foto: Fundo Global contra AIDS, Tuberculose e Malária / John Rae

Nações Unidas farão reunião inédita de alto nível sobre resposta à epidemia de tuberculose

Apesar de ser evitável e curável, a tuberculose foi a nona principal causa de morte em todo o mundo em 2016. A OMS estima que, neste mesmo ano, 1,3 milhão de pessoas morreram devido à tuberculose e que outras 400 mil pessoas vivendo com HIV morreram devido à coinfecção tuberculose/HIV.

Reunião na sede da ONU em setembro será a primeira na qual líderes globais do alto escalão debaterão o tema. Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lembrou que pessoas que vivem com HIV são particularmente afetadas pela tuberculose.

O assessor para Mobilização Social e Trabalho em Rede do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, foi um dos palestrantes do encontro. Foto: UNAIDS

Seminário sobre Zero Discriminação reúne profissionais da saúde e estudantes em Cachoeirinha (RS)

O evento contou com a participação de aproximadamente 400 pessoas, entre eles profissionais e estudantes da área da saúde. O assessor para Mobilização Social e Trabalho em Rede do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, foi um dos palestrantes do encontro.

Ele mostrou os principais pontos da Agenda Zero Discriminação proposta pelo UNAIDS aos países e, principalmente, aos municípios signatários da Declaração de Paris —compromisso assumido por centenas de cidades em todo do mundo pela Aceleração da Resposta ao HIV e o cumprimento das metas 90-90-90.

Ator Mateus Solano apoia as Nações Unidas na divulgação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Imagem: UNIC Rio/UNAIDS

Artistas devem apoiar luta da ONU por um mundo melhor, defende Mateus Solano

Para Mateus Solano, artistas precisam apoiar as Nações Unidas na divulgação e na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS, um conjunto ambicioso de metas para acabar com a pobreza, combater a mudança global do clima e promover a igualdade entre homens e mulheres até 2030.

“A classe artística, como formadora de opinião e como classe que tem um contato direto com o coração das pessoas, tem uma responsabilidade muito importante nessa luta por um mundo melhor”, afirmou Mateus em entrevista à ONU no Brasil.

Aulas do projeto do UNAIDS aconteceram no Centro de Cidadania LGBT Luiz Carlos Ruas, em São Paulo. Foto: UNAIDS

Em São Paulo, UNAIDS começa formação em audiovisual para pessoas trans

Vinte pessoas trans começaram nesta semana (28), em São Paulo, uma formação em audiovisual promovida pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Com a capacitação, a agência da ONU quer estimular o ativismo em redes sociais pelo fim do estigma e da discriminação de cunho transfóbico. Outro objetivo é promover o acesso dos participantes ao mercado de trabalho de cinema, TV e produção de vídeo.

UNAIDS confronta pessoas com situações hipotéticas para suscitar reflexões sobre discriminação. Imagem: UNAIDS

Em dia mundial, UNAIDS reforça direito de todas as pessoas de viverem livres de discriminação

Às vésperas do Dia Mundial de Zero Discriminação, celebrado em 1º de março, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) chama cidadãos de todos os países a se posicionar por uma sociedade mais justa e igualitária. Para lembrar a data, a agência da ONU realiza uma campanha de conscientização em que mostra como o preconceito pode estar presente em situações cotidianas.

Através de artes com casos hipotéticos, o organismo internacional desafia as pessoas a se colocar em um determinado contexto e a pensar em como reagiriam se isso acontecesse com elas.

Profilaxia pré-exposição é mais uma ferramenta contra a transmissão do HIV. Foto: UNAIDS

Brasil está na vanguarda do tratamento e prevenção do HIV na América Latina, diz revista científica

O Brasil está na vanguarda do tratamento e prevenção do HIV na América Latina, foi o primeiro a disponibilizar gratuitamente a terapia antirretroviral altamente ativa e participou de estudo que relatou a eficácia da profilaxia pré-exposição (PrEP) para prevenir a infecção em homens que fazem sexo com homens (HSH) e em mulheres trans.

A conclusão é de editorial publicado na semana passada (18) pela revista científica The Lancet HIV, que pediu aos demais países latino-americanos seguir os passos brasileiros no tema. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

#DesafioUNAIDS apresenta finalistas para votação do público

Tendo reunido mais de 30 criadores de conteúdo e influenciadores digitais e cerca de 1,1 milhão de visualizações dos vídeos produzidos para Youtube em dezembro, o #DesafioUNAIDS chega à sua etapa final para a escolha do favorito entre três vencedores.

Lançado em dezembro de 2017, o #DesafioUNAIDS buscou provocar o engajamento de youtubers e influenciadores digitais de públicos bem diversos para promover um debate informativo, descontraído e inusitado sobre HIV, AIDS, estigma e discriminação, com foco no alcance dos jovens.

A tuberculose é a causa mais comum de hospitalização e morte entre pessoas HIV positivas. Foto: EBC

OMS recomenda aumentar oferta de testes e tratamento para prevenir tuberculose

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou na quinta-feira (22) a ampliação do acesso aos testes e ao tratamento da infecção por tuberculose (TB), especialmente entre grupos que estão particularmente em risco, como crianças pequenas e pessoas vivendo com HIV. A mudança expandirá o acesso aos testes e cuidados para pessoas com infecção latente. Caso não recebam o tratamento adequado, pessoas com essa condição podem desenvolver tuberculose ativa no futuro.

Agências da ONU promovem ação de Carnaval sobre prevenção, direitos sexuais e reprodutivos

O que #ÉbomSaber para curtir um Carnaval de forma saudável e protegida? Desde quarta-feira (7), diversas dicas sobre prevenção, saúde e direitos sexuais e reprodutivos começam a ser veiculadas nas redes sociais com o objetivo de incentivar a disseminação de informações importantes para foliões e foliãs.

Ao longo de duas semanas, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), com apoio das redes sociais da ONU Brasil, irão divulgar vídeos e conteúdos interativos em forma de quiz e enquetes, como parte da iniciativa #ÉbomSaber.

Foto: Leo Pinheiro / Fotos Públicas

UNAIDS apoia pesquisa sobre saúde de homens que fazem sexo com homens

A Rede Ibero-Americana de estudos HSH (homens que fazem sexo com homens) prepara a primeira pesquisa comunitária online sobre saúde sexual dessa população na América Latina. O estudo busca levantar informações sobre o universo dos homens gays, bissexuais e outros homens (incluindo homens trans) que fazem sexo com homens. Para participar, é preciso ter 18 anos ou mais.

Seu conteúdo inclui questões sobre discriminação, satisfação sexual, acesso a serviços de saúde, comportamento sexual, entre outros temas. A pesquisa é apoiada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Marcela Romero, ativista argentina que luta pelos direitos da população trans. Foto: Comissão Interamericana de Direitos Humanos/Daniel Cima

Discriminação afasta pessoas trans dos serviços de saúde, diz ativista argentina

Em entrevista ao Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a ativista argentina Marcela Romero defende o fim da discriminação institucional contra pessoas trans. Segundo a militante, o preconceito nos serviços de saúde ainda é um problema na América Latina e no Caribe, afastando grupos mais marginalizados das redes de atendimento. Para Marcela, países também precisam adotar urgentemente leis que facilitem o reconhecimento legal da identidade de gênero.

Foto: UNAIDS

Publicação de Harvard traz artigos sobre direitos humanos e HIV

Uma seção especial sobre HIV foi publicada em dezembro pelo periódico Health and Human Rights Journal, do Centro de Saúde e Direitos Humanos da universidade norte-americana de Harvard, informou o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

A publicação traz 11 artigos sobre temas como estigma e discriminação relacionados com o HIV, desigualdade de gênero e efeitos do abuso e da criminalização de populações-chave.

Profilaxia pré-exposição é mais uma ferramenta contra a transmissão do HIV. Foto: UNAIDS

Brasil começa a distribuir remédios para prevenir HIV entre populações-chave

O Ministério da Saúde começou no início de dezembro (1º) a distribuir as profilaxias pré-exposição (PrEP) e pós-exposição (PEP) para prevenir o HIV entre populações-chave em 35 localidades do país.

Em dezembro passado, um novo relatório sobre prevenção do HIV elaborado por Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) recomendou ampliar o acesso a todas as opções de prevenção disponíveis, entre elas, a PrEP, para diminuir os novos casos de HIV, que têm se mantido em 120 mil por ano desde 2010 na América Latina e no Caribe.

Quadro explicativo, mostrado durante a 41ª Reunião da Junta de Coordenação do UNAIDS, aborda como a discriminação nos serviços de saúde afasta homens e mulheres das redes de atendimento. Foto: UNAIDS

Dirigentes de programa da ONU sobre HIV/AIDS debatem discriminação nos serviços de saúde

Em encontro em Genebra, especialistas em HIV e AIDS discutiram nesse mês estratégias para combater a discriminação nos serviços de saúde. Problema é considerado um dos principais obstáculos para acabar com a epidemia como ameaça de saúde pública até 2030. O preconceito no atendimento tem impactos em toda a cadeia de cuidados médicos, que engloba prevenção, testagem, tratamento e a supressão da carga viral de forma duradoura.

Laço vermelho, símbolo da luta contra a Aids. Foto: CC/Sham Hardy

Programa da ONU convida jovens a participar de curso sobre orçamento público em saúde e AIDS

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) torna público o processo de seleção para o projeto-piloto “Curso de Orçamento Público em Saúde, Advocacy e Negociação para Jovens Lideranças”. Formação será oferecida em Brasília de janeiro a abril de 2018. As inscrições deverão ser realizadas de 22 de dezembro de 2017 a 10 de janeiro de 2018. Serão selecionados 20 jovens pertencentes às populações-chave/prioritárias e que residam no Distrito Federal.

Em Belo Horizonte, jovens realizam uma partida de 'queimado' temática, para discutir questões de gênero e orgulho LGBTI. Imagem de 2016. Foto: Mídia Ninja (CC)

UNAIDS: 1 em cada 4 jovens gays no Brasil nunca ouviu falar de remédios para prevenir HIV

Divulgada nesta semana (21), uma enquete realizada no Brasil pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o aplicativo de relacionamentos gays Hornet mostra que os jovens homossexuais têm menos conhecimento sobre a Profilaxia Pré-exposição, a PrEP, do que os adultos. Em pequisa que entrevistou 3218 usuários do software, um em cada quatro homens de 18 a 25 anos (24%) disse nunca ter ouvido falar desta forma de prevenção do HIV. Entre os participantes da enquete com idade entre 31 e 40 anos, a proporção cai para um em cada dez.

Foto: UNAIDS

Levar saúde para todos implica combater discriminação, defende chefe de programa da ONU sobre HIV/AIDS

‘Não cumpriremos o direito à saúde para todos se não enfrentarmos e eliminarmos o estigma e a discriminação’, alertou o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, em encontro neste mês, em Genebra. Dirigente participou da 41ª reunião da Junta de Coordenação da agência da ONU. Entidade determinou que 25% do orçamento do organismo internacional será investido em iniciativas de prevenção do HIV.

Moçambique reforça seu compromisso com o fim da AIDS. Foto: UNAIDS

ONU elogia progressos no acesso à terapia antirretroviral em Moçambique

O presidente de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, promoveu em Maputo uma reunião extraordinária do Conselho Nacional de AIDS, no Dia Mundial contra a doença (1º de dezembro).

Na ocasião, o diretor-executivo adjunto do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Luiz Loures, elogiou a liderança do país pelos progressos realizados nos últimos dez anos, com quase 1 milhão de pessoas tendo acesso à terapia antirretroviral.

Foto: ONU

AIDS não acabou e desafios continuam significativos, diz agência da ONU

Os avanços na resposta ao HIV não têm precedentes. Na África do Sul, em 2000, somente 90 pessoas tinham acesso à terapia antirretroviral. Hoje, o país tem 4,2 milhões de pessoas em tratamento.

“Ultrapassamos as metas globais e hoje, no mundo, aproximadamente 20,9 milhões de pessoas têm acesso a esses medicamentos capazes de salvar vidas”, disse o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, em mensagem para o Dia dos Direitos Humanos, lembrado em 10 de dezembro.

Contudo, ele lembrou que não podemos ser complacentes — a AIDS não acabou em nenhuma parte do globo e os desafios à frente continuam significativos.

Gunilla Carlsson é nova diretora-executiva adjunta para gestão e governança do UNAIDS. Foto: UNAIDS

Ex-ministra da Suécia é nova diretora-executiva adjunta para gestão e governança do UNAIDS

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, nomeou a ex-ministra da Suécia Gunilla Carlsson como nova diretora-executiva adjunta para gestão e governança do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Carlsson foi deputada do Parlamento da Suécia de 2002 a 2013 e ministra de Cooperação Internacional e Desenvolvimento da Suécia de 2006 a 2013. Ela também atuou como membro-eleito do Parlamento Europeu de 1995 a 2002.

Kit #DesafioUNAIDS enviado a influenciadores digitais e youtubers para promover o debate sobre HIV, AIDS, sexualidade e discriminação. Foto: UNAIDS

Youtubers brasileiros se mobilizam para debate virtual sobre HIV, sexualidade e discriminação

O que você sabe sobre HIV e AIDS, sexualidade, estigma e discriminação? Será que seu repertório está atualizado para os dias de hoje ou ficou parado nos anos 1980 e 1990?

Esse é o pano de fundo do #DesafioUNAIDS, um jogo descontraído e informativo proposto pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) a dezenas de influenciadores online para o mês de dezembro — quando o Brasil e o mundo se mobilizam pela conscientização em relação à AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida).

Eliminação da transmissão vertical do HIV e da sífilis coloca Caribe no rumo certo para erradicar a AIDS como ameaça de saúde de pública até 2030. Foto: OPAS

Seis países e territórios caribenhos eliminam transmissão do HIV e sífilis de mãe para filho

Seis países e territórios caribenhos — Anguilla; Antígua e Barbuda; Bermudas; Ilhas Cayman; Montserrat; e São Cristóvão e Névis — foram certificados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como livres da transmissão do HIV e da sífilis de mãe para filho, a chamada transmissão vertical. Reconhecimento da eliminação foi anunciado na última sexta-feira (1º), Dia Mundial contra a AIDS.

Pacientes recebem terapia antirretroviral no Quênia. Foto: Observatório Africano de Saúde / OMS

Agências da ONU alertam para acesso desigual a serviços de HIV

Em pronunciamento no Dia Mundial contra a AIDS, observado em 1º de dezembro, o chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Achim Steiner, alertou que, das 36,7 milhões de pessoas vivendo com HIV, 15,8 milhões ainda não têm acesso ao tratamento antirretroviral. Também por ocasião da data, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, lembrou que, a cada quatro minutos, três mulheres jovens são infectadas com HIV.

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. Foto: ONU/Manuel Elias

Muito mais precisa ser feito para pôr fim à epidemia de AIDS até 2030, diz secretário-geral da ONU

Em comunicado para o Dia Mundial contra a AIDS, lembrado nesta sexta-feira (1º), o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que há esperança de que o mundo possa cumprir sua promessa de acabar com a epidemia da doença até 2030. No entanto, alertou que muito mais precisa ser feito para que esse objetivo seja alcançado, uma vez que a AIDS está crescendo em algumas regiões do mundo.