Fim da AIDS

O ODS 3 diz:

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 3 diz: “Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos”. E a meta 3.3 especifica: “Até 2030, acabar com as epidemias de AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais negligenciadas, e combater a hepatite, doenças transmitidas pela água, e outras doenças transmissíveis”.

  

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods3 e notícias sobre o tema abaixo. Acesse também o site do UNAIDS Brasil (www.unaids.org.br).

Profilaxia pré-exposição é mais uma ferramenta contra a transmissão do HIV. Foto: UNAIDS

Brasil começa a distribuir remédios para prevenir HIV entre populações-chave

O Ministério da Saúde começou no início de dezembro (1º) a distribuir as profilaxias pré-exposição (PrEP) e pós-exposição (PEP) para prevenir o HIV entre populações-chave em 35 localidades do país.

Em dezembro passado, um novo relatório sobre prevenção do HIV elaborado por Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) recomendou ampliar o acesso a todas as opções de prevenção disponíveis, entre elas, a PrEP, para diminuir os novos casos de HIV, que têm se mantido em 120 mil por ano desde 2010 na América Latina e no Caribe.

Quadro explicativo, mostrado durante a 41ª Reunião da Junta de Coordenação do UNAIDS, aborda como a discriminação nos serviços de saúde afasta homens e mulheres das redes de atendimento. Foto: UNAIDS

Dirigentes de programa da ONU sobre HIV/AIDS debatem discriminação nos serviços de saúde

Em encontro em Genebra, especialistas em HIV e AIDS discutiram nesse mês estratégias para combater a discriminação nos serviços de saúde. Problema é considerado um dos principais obstáculos para acabar com a epidemia como ameaça de saúde pública até 2030. O preconceito no atendimento tem impactos em toda a cadeia de cuidados médicos, que engloba prevenção, testagem, tratamento e a supressão da carga viral de forma duradoura.

Laço vermelho, símbolo da luta contra a Aids. Foto: CC/Sham Hardy

Programa da ONU convida jovens a participar de curso sobre orçamento público em saúde e AIDS

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) torna público o processo de seleção para o projeto-piloto “Curso de Orçamento Público em Saúde, Advocacy e Negociação para Jovens Lideranças”. Formação será oferecida em Brasília de janeiro a abril de 2018. As inscrições deverão ser realizadas de 22 de dezembro de 2017 a 10 de janeiro de 2018. Serão selecionados 20 jovens pertencentes às populações-chave/prioritárias e que residam no Distrito Federal.

Em Belo Horizonte, jovens realizam uma partida de 'queimado' temática, para discutir questões de gênero e orgulho LGBTI. Imagem de 2016. Foto: Mídia Ninja (CC)

UNAIDS: 1 em cada 4 jovens gays no Brasil nunca ouviu falar de remédios para prevenir HIV

Divulgada nesta semana (21), uma enquete realizada no Brasil pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o aplicativo de relacionamentos gays Hornet mostra que os jovens homossexuais têm menos conhecimento sobre a Profilaxia Pré-exposição, a PrEP, do que os adultos. Em pequisa que entrevistou 3218 usuários do software, um em cada quatro homens de 18 a 25 anos (24%) disse nunca ter ouvido falar desta forma de prevenção do HIV. Entre os participantes da enquete com idade entre 31 e 40 anos, a proporção cai para um em cada dez.

Foto: UNAIDS

Levar saúde para todos implica combater discriminação, defende chefe de programa da ONU sobre HIV/AIDS

‘Não cumpriremos o direito à saúde para todos se não enfrentarmos e eliminarmos o estigma e a discriminação’, alertou o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, em encontro neste mês, em Genebra. Dirigente participou da 41ª reunião da Junta de Coordenação da agência da ONU. Entidade determinou que 25% do orçamento do organismo internacional será investido em iniciativas de prevenção do HIV.

Moçambique reforça seu compromisso com o fim da AIDS. Foto: UNAIDS

ONU elogia progressos no acesso à terapia antirretroviral em Moçambique

O presidente de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, promoveu em Maputo uma reunião extraordinária do Conselho Nacional de AIDS, no Dia Mundial contra a doença (1º de dezembro).

Na ocasião, o diretor-executivo adjunto do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Luiz Loures, elogiou a liderança do país pelos progressos realizados nos últimos dez anos, com quase 1 milhão de pessoas tendo acesso à terapia antirretroviral.

Foto: ONU

AIDS não acabou e desafios continuam significativos, diz agência da ONU

Os avanços na resposta ao HIV não têm precedentes. Na África do Sul, em 2000, somente 90 pessoas tinham acesso à terapia antirretroviral. Hoje, o país tem 4,2 milhões de pessoas em tratamento.

“Ultrapassamos as metas globais e hoje, no mundo, aproximadamente 20,9 milhões de pessoas têm acesso a esses medicamentos capazes de salvar vidas”, disse o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, em mensagem para o Dia dos Direitos Humanos, lembrado em 10 de dezembro.

Contudo, ele lembrou que não podemos ser complacentes — a AIDS não acabou em nenhuma parte do globo e os desafios à frente continuam significativos.

Gunilla Carlsson é nova diretora-executiva adjunta para gestão e governança do UNAIDS. Foto: UNAIDS

Ex-ministra da Suécia é nova diretora-executiva adjunta para gestão e governança do UNAIDS

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, nomeou a ex-ministra da Suécia Gunilla Carlsson como nova diretora-executiva adjunta para gestão e governança do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Carlsson foi deputada do Parlamento da Suécia de 2002 a 2013 e ministra de Cooperação Internacional e Desenvolvimento da Suécia de 2006 a 2013. Ela também atuou como membro-eleito do Parlamento Europeu de 1995 a 2002.

Kit #DesafioUNAIDS enviado a influenciadores digitais e youtubers para promover o debate sobre HIV, AIDS, sexualidade e discriminação. Foto: UNAIDS

Youtubers brasileiros se mobilizam para debate virtual sobre HIV, sexualidade e discriminação

O que você sabe sobre HIV e AIDS, sexualidade, estigma e discriminação? Será que seu repertório está atualizado para os dias de hoje ou ficou parado nos anos 1980 e 1990?

Esse é o pano de fundo do #DesafioUNAIDS, um jogo descontraído e informativo proposto pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) a dezenas de influenciadores online para o mês de dezembro — quando o Brasil e o mundo se mobilizam pela conscientização em relação à AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida).

Eliminação da transmissão vertical do HIV e da sífilis coloca Caribe no rumo certo para erradicar a AIDS como ameaça de saúde de pública até 2030. Foto: OPAS

Seis países e territórios caribenhos eliminam transmissão do HIV e sífilis de mãe para filho

Seis países e territórios caribenhos — Anguilla; Antígua e Barbuda; Bermudas; Ilhas Cayman; Montserrat; e São Cristóvão e Névis — foram certificados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como livres da transmissão do HIV e da sífilis de mãe para filho, a chamada transmissão vertical. Reconhecimento da eliminação foi anunciado na última sexta-feira (1º), Dia Mundial contra a AIDS.

Pacientes recebem terapia antirretroviral no Quênia. Foto: Observatório Africano de Saúde / OMS

Agências da ONU alertam para acesso desigual a serviços de HIV

Em pronunciamento no Dia Mundial contra a AIDS, observado em 1º de dezembro, o chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Achim Steiner, alertou que, das 36,7 milhões de pessoas vivendo com HIV, 15,8 milhões ainda não têm acesso ao tratamento antirretroviral. Também por ocasião da data, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, lembrou que, a cada quatro minutos, três mulheres jovens são infectadas com HIV.

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. Foto: ONU/Manuel Elias

Muito mais precisa ser feito para pôr fim à epidemia de AIDS até 2030, diz secretário-geral da ONU

Em comunicado para o Dia Mundial contra a AIDS, lembrado nesta sexta-feira (1º), o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que há esperança de que o mundo possa cumprir sua promessa de acabar com a epidemia da doença até 2030. No entanto, alertou que muito mais precisa ser feito para que esse objetivo seja alcançado, uma vez que a AIDS está crescendo em algumas regiões do mundo.

Sem o direito à educação, não podemos garantir o direito à saúde, disse a UNESCO no Dia Mundial contra AIDS. Foto: UNAIDS

No Dia Mundial contra AIDS, UNESCO defende educação sexual abrangente e de qualidade

Na ocasião do Dia Mundial contra a AIDS, lembrado nesta sexta-feira (1), a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, citou estudos segundo os quais adolescentes que receberam educação sexual abrangente e de qualidade, associada ao acompanhamento de profissional qualificado, têm 40% menos de risco de gravidez precoce ou indesejada e 30% mais chance de concluírem educação secundária.

“Isso se traduz em melhores condições de saúde no longo prazo, incluindo uma redução significativa no risco de infecção pelo HIV”, declarou.

Neste Dia Mundial contra a AIDS, programa da ONU destaca a importância do direito à saúde e os desafios que as pessoas vivendo com HIV enfrentam no exercício deste direito. Foto: Imprensa MG/Adair Gomes

UNAIDS destaca direito à saúde de pessoas vivendo com HIV no mundo

No Dia Mundial contra a AIDS, lembrado nesta sexta-feira (1), o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, destacou a importância do direito à saúde e os desafios que as pessoas vivendo com HIV enfrentam no exercício desse direito.

Para a diretora-executiva do Fundo de População da ONU (UNFPA), Natalia Kanem, acabar com o estigma e a discriminação presentes no mundo todo e assegurar conhecimento através da educação são considerados fatores fundamentais para acabar com a AIDS até 2030.

Relatório mostra que os homens têm menos probabilidade de fazer o teste para o HIV. Foto: UNICEF Etiópia

UNAIDS: homens​ ​são​ ​menos​ ​propensos​ ​a​ ​buscar​ ​tratamento​ ​para​ ​HIV​

​No Dia Mundial contra a AIDS, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) divulgou um novo relatório que mostra que os homens têm menos probabilidade de fazer o teste para o HIV, são menos propensos a buscar tratamento antirretroviral e têm mais chances de morrer por complicações relacionadas à doença do que as mulheres.

“O conceito de masculinidade nociva e os estereótipos masculinos criam condições que fazem com que relações sexuais mais seguras, testagem para o HIV, acesso e adesão ao tratamento — ou mesmo conversas sobre sexualidade — sejam desafiadoras para os homens”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do programa da ONU. “Mas os homens precisam assumir essa responsabilidade. Essa bravata está custando vidas”.

OPAS e UNAIDS pedem intensificação dos esforços para prevenção ao HIV e oferta de todas as opções disponíveis para evitar novas infecções. Foto: UNICEF/Noorani

OPAS e UNAIDS pedem intensificação dos esforços de prevenção ao HIV

Um novo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mostra que ampliar o acesso a todas as opções de prevenção ao HIV disponíveis atualmente reduziria o número de novos casos do vírus na América Latina e no Caribe — que se mantêm em 120 mil por ano desde 2010.

O relatório defende a distribuição de preservativos e lubrificantes, a oferta de teste para sífilis ao mesmo tempo em que se oferece o teste para HIV, bem como o acesso universal ao tratamento, algo que melhora significativamente a saúde das pessoas com HIV e reduz o risco de infecção de seus parceiros.

Mulheres que vivem com HIV enfrentam estigma e discriminação dentro de suas próprias famílias, comunidades, locais de trabalho e serviços de saúde. Foto: EBC

Mais de 850 mil mulheres são infectadas por HIV todos os anos no mundo, diz UNAIDS

Dados compilados pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mostram que cerca de 870 mil mulheres são infectadas pelo HIV todos os anos no mundo, e só metade tem acesso ao tratamento capaz de salvar vidas. Isso coloca a AIDS como a maior causa de mortes entre mulheres em idade reprodutiva (de 15 a 49 anos) globalmente.

“Quando jovens mulheres são empoderadas no exercício de seus direitos, a prevalência do HIV cai, há menos registros de gravidez indesejada, menos casos de mortes maternas e menos evasão escolar, além de maior adesão do mercado de trabalho”, afirmou o relatório do UNAIDS “Direito à Saúde”, divulgado na segunda-feira (20).

Com apoio da ONU, China discute políticas de prevenção à transmissão do HIV no país

O Simpósio Internacional sobre Prevenção e Controle do HIV foi realizado em Pequim em novembro (13 e 14) para discutir a evolução da epidemia de HIV na China.

Patrocinado pela Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia chinês, o evento teve o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos.

Neste Dia Mundial contra a AIDS, programa da ONU destaca a importância do direito à saúde e os desafios que as pessoas vivendo com HIV enfrentam no exercício deste direito. Foto: Imprensa MG/Adair Gomes

Fundo de População da ONU alerta para crescimento da epidemia de HIV entre os jovens

Em participação no VIII Encontro Nacional de Adolescentes e Jovens vivendo com HIV/AIDS, em Brasília, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) alertou que a epidemia tem avançado entre os jovens brasileiros. De 2006 a 2015, a taxa de indivíduos com AIDS praticamente triplicou entre homens de 15 a 19 anos — de 2,4 para 6,9 casos por 100 mil habitantes. Entre jovens do sexo masculino de 20 a 24 anos, o índice dobrou — de 15,0 para 33,1 por 100 mil habitantes.

No Dia da Consciência Negra, o UNAIDS defendeu os princípios da zero discriminação. Imagem: UNAIDS

Racismo agrava riscos da população negra associados ao HIV, alerta programa da ONU

No Brasil, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) alertou na segunda-feira (20), Dia Nacional da Consciência Negra, que a epidemia de HIV ainda afeta desproporcionalmente a população afrodescendente. Segundo dados do do Boletim Epidemiológico de 2016 do Ministério da Saúde, entre os casos de infecção por HIV registrados de 2007 a 2015, 44% são entre brancos e 54,8% são entre pretos e pardos. A diferença é maior entre mulheres: 39,2% dos casos são entre brancas e 59,6% entre pretas e pardas.

O UNAIDS Brasil destaca que a adesão e o consequente sucesso do tratamento antirretroviral depende do acesso ininterrupto e em tempo adequado aos medicamentos. Foto: UNAIDS Brasil

Cerca de 21 milhões de pessoas vivendo com HIV estão em tratamento, diz relatório do UNAIDS

Relatório global do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) destaca o aumento significativo no acesso ao tratamento antirretroviral no mundo todo. Enquanto em 2000, apenas 685 mil pessoas vivendo com HIV tinham acesso ao tratamento, até junho de 2017, esse número era de 20,9 milhões de pessoas.

Apesar disso, o documento afirma que as pessoas marginalizadas e as mais afetadas pelo HIV ainda enfrentam grandes desafios no acesso saúde e serviços sociais.

Peter Sands, no Fórum de Davos em 2012. Foto: Fórum Econômico Mundial

Ex-banqueiro britânico é nomeado diretor de Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária

O ex-banqueiro britânico Peter Sands foi nomeado na terça-feira (14) novo diretor-executivo do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, cujo objetivo é arrecadar recursos para combater essas doenças globalmente.

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou a nomeação de Sands. “Ele tem a experiência, a liderança e a visão necessárias para o trabalho e espero ansiosamente trabalhar com ele para melhorar a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS.

Especialistas em finanças e HIV se reúnem no Haiti para o 3º fórum regional sobre sustentabilidade na resposta ao vírus. Foto: UNAIDS

Especialistas em finanças reúnem-se no Haiti para discutir sustentabilidade da resposta ao HIV

Especialistas em finanças e HIV da América Latina e do Caribe reúnem-se a partir desta segunda-feira (6) no Haiti para fórum sobre sustentabilidade da resposta ao vírus. O evento é organizado por governo haitiano, Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), pessoas vivendo com HIV e parceiros.

O encontro tem entre seus objetivos facilitar a discussão sobre estratégias e mecanismos para a transição rumo a respostas nacionais sustentáveis com o intuito de acabar com a AIDS como ameaça para a saúde pública na América Latina e no Caribe até 2030.

Novo aplicativo está disponível para celulares com sistema operacional Android e iOS. Foto: EBC

Novo aplicativo visa aumentar adesão ao tratamento para pessoas que vivem com HIV

Um novo aplicativo de celular para pessoas vivendo com HIV, o Life4me+, está disponível gratuitamente em 156 países, entre eles o Brasil, e em seis idiomas.

A plataforma permite ficar contato com médicos online, acompanhar um calendário de testes sanguíneos, acessar histórico de prescrições e obter alertas para a tomada de medicamentos e para consultas. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

O aplicativo tem mecanismos especiais para proteger o anonimato e a confidencialidade.

Brigitte Marcon, primeira-dama da França, ao lado de Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS. Foto: UNAIDS

Chefe de agência da ONU se reúne com primeira-dama francesa para discutir prevenção do HIV

Em visita a Paris, o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, reuniu-se com a primeira-dama da França, Brigitte Macron, para conversar sobre educação e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Na África Subsaariana, pesquisas em 35 países mostraram que apenas 36% dos jovens homens e 30% das jovens mulheres identificaram corretamente as formas de prevenir a transmissão sexual do HIV.

A tuberculose é a causa mais comum de hospitalização e morte entre pessoas HIV positivas. Foto: EBC

OMS indica necessidade de maior compromisso político para acabar com a tuberculose

Os esforços globais para combater a tuberculose pouparam cerca de 53 milhões de vidas desde 2000 e reduziram a taxa de mortalidade pela doença em 37%, de acordo com o Global TB Report 2017, divulgado nesta segunda-feira (30) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apesar dessas conquistas, o último cenário é sombrio. A tuberculose continuou a ser a principal assassina infecciosa em 2016. Também é a principal causa de mortes relacionadas à resistência antimicrobiana e entre pessoas com HIV. O progresso na maioria dos países está paralisado e não é rápido o suficiente para atingir as metas globais ou preencher as lacunas persistentes nos cuidados e prevenção da doença.

Foto: ONU

ONU apoia oficina no Espírito Santo para capacitar jovens na prevenção ao HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil apoiou oficina realizada na semana passada (19 e 21) em Anchieta, no Espírito Santo, com o objetivo de qualificar e capacitar jovens entre 18 e 26 anos para atuarem como multiplicadores em ações de prevenção ao HIV em seus estados.

A prevenção combinada engloba, além do uso do preservativo, o tratamento como prevenção, a Profilaxia Pós-exposição (PEP) e a Profilaxia Pré-exposição (PrEP).

Programa da ONU divulgará versão em português de boletim quinzenal sobre população LGBTI

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) disponibilizará, a partir deste mês, versões em português do seu boletim quinzenal Olhar para a Igualdade, que aborda desafios e conquistas da população LGBTI. Publicação reúne notícias, pesquisas e fatos que ganharam destaque na mídia. Compilação, produzida desde 2014 pela iniciativa Equal Eyes com a ONU, explora temas como direitos humanos e legais, saúde e cultura.

A série é fruto de uma parceria entre o UNAIDS e a Globo. Foto: Reprodução da vinheta de 'Eu Só Quero Amar'/Gshow

Produzida com a ONU, série da Globo sobre HIV entre jovens é indicada ao Emmy Kids

A novela Malhação, da Rede Globo, foi indicada ao Emmy Kids 2017 na categoria digital pela websérie ‘Eu Só Quero Amar’, produzida e exibida pelo Gshow, a plataforma de entretenimento online do canal. O projeto é fruto de uma parceria entre o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a área de Responsabilidade Social da TV Globo e o Gshow. Produção aborda relacionamento entre um jovem HIV-positivo e uma menina que não tem o vírus.

Kenneth Cole, estilista, empresário, ativista e embaixador da Boa Vontade do UNAIDS. Foto: UNAIDS/Elma Okic

Justiça social para pessoas com HIV é inegociável, diz estilista Kenneth Cole

Durante participação no Fórum Social do Conselho de Direitos Humanos da ONU, na semana passada, o estilista norte-americano Kenneth Cole criticou o preconceito que ainda marginaliza pessoas vivendo com HIV. Segundo o empresário, a epidemia de HIV é não apenas um problema de saúde, mas também uma questão de justiça social. O designer é embaixador global da Boa Vontade do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Michel Sidibé, diretor executivo do UNAIDS. Foto: Mark Garten/ONU

Maior desafio é a complacência com a AIDS, diz diretor-executivo de agência da ONU

O maior desafio atual é a complacência com a AIDS, afirmou o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, em entrevista à rede de informações sobre saúde Global Health Now, no fim de setembro (26).

“Estamos percebendo com preocupação que somos vítimas de nossas histórias de sucesso. Os jovens não se protegem mais e o perigo é que as pessoas sintam que acabou. A questão é que o foco deve manter-se apesar do progresso, pois é a única maneira de acabar com a epidemia de AIDS até 2030”, declarou.

César Nuñez, diretor regional do UNAIDS para América Latina e Caribe. Foto: UNAIDS

Programa da ONU elogia decisão do Brasil de debater prevenção combinada do HIV

Em visita ao Brasil na última semana de setembro, o diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) para América Latina e Caribe, César Nuñez, elogiou a decisão do país em definir a prevenção combinada como tema do 11º Congresso AIDS e 4º Congresso de Hepatites Virais (HepAIDS 2017). Escolha pode estimular outras nações da região a debater o uso simultâneo de estratégias diferentes para evitar a infecção por HIV.

A brasileira Mariângela Batista Galvão Simão foi nomeada diretora-geral assistente para Acesso a Medicamentos, Vacinas e Produtos Farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS). Foto: UNAIDS

Brasileira é nomeada diretora da OMS para acesso a medicamentos e vacinas

A brasileira Mariângela Batista Galvão Simão foi nomeada diretora-geral assistente para acesso a medicamentos, vacinas e produtos farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS), informou a agência das Nações Unidas.

Anteriormente, ela atuava como diretora do Departamento de Direitos, Gênero, Prevenção e Mobilização Comunitária do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Tem mais de 30 anos de experiência no sistema brasileiro de saúde pública e teve papel ativo na ampliação e descentralização dos serviços de saúde no país, de acordo com a OMS.