Luta contra a AIDS

O ODS 3 diz:

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 3 diz: “Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos”. E a meta 3.3 especifica: “Até 2030, acabar com as epidemias de AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais negligenciadas, e combater a hepatite, doenças transmitidas pela água, e outras doenças transmissíveis”.

 

Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods3 e notícias sobre o tema abaixo. Acesse também o site do UNAIDS Brasil (www.unaids.org.br).

Jovem vivendo com HIV recebe tratamento antirretroviral na Costa do Marfim. Foto: UNICEF / Olivier Asselin

Cresce resistência do HIV a tratamentos disponíveis e amplamente difundidos, alerta OMS

Em relatório divulgado nesta semana (20), a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para a crescente resistência do HIV a medicamentos usados para mitigar as consequências da infeção. Em seis dos 11 países avaliados na África, Ásia e América Latina pela agência da ONU, mais de 10% das pessoas que iniciaram a terapia antirretroviral apresentaram uma cepa do vírus resistente a alguns dos remédios mais amplamente utilizados no tratamento.

Prefeitos de cidades brasileiras assinam Declaração de Paris para o combate local à epidemia de AIDS. Foto: UNAIDS

Mais oito cidades brasileiras assinam a Declaração de Paris para combate à epidemia de AIDS

Mais oito prefeitos de cidades brasileiras assinaram na segunda-feira (10) a Declaração de Paris, comprometendo-se em acelerar os esforços locais para alcançar o fim da epidemia de AIDS até 2030. A assinatura ocorreu durante encontro da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) em Campinas, no interior paulista.

“A meta é global, mas sabemos que quem implementa na ponta são os municípios, que estão mais perto dos indivíduos e sua participação é crucial para não deixarmos ninguém para trás”, disse a diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard.

O objetivo do encontro foi analisar as capacidades das redes de jovens vivendo com HIV, identificar barreiras e oportunidades de participação e facilitar o diálogo. Foto: UNAIDS

Redes de jovens vivendo com HIV reúnem-se em Cidade do Cabo para trocar experiências

Enquanto os jovens que vivem com o HIV estão desempenhando um papel ativo na resposta à AIDS, fornecendo informações, cuidados e apoio aos seus pares, suas redes precisam de mais suporte e recursos, segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Para avançar nos esforços de engajá-los na tomada de decisões sobre questões que afetam suas vidas, 40 jovens vindos de 19 países e que representam redes de meninos e meninas vivendo com HIV se encontraram na Cidade do Cabo, África do Sul, nos dias 19 e 20 de junho. A conferência foi realizada com o apoio do UNAIDS, da Coalizão de Tratamento de Adolescentes e parceiros.

Deputada Erika Kokay (PT-DF) e Georgiana Braga-Orillard, diretora do UNAIDS. Foto: Jorge Salhani/UNFPA Brasil

Grupo de trabalho critica projeto de lei que criminaliza transmissão do HIV

Para o representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Jaime Nadal, além de reforçar a estigmatização das pessoas que vivem com o HIV, o projeto de lei pode desencorajar as pessoas a realizar testagem e tratamento, uma vez que estariam sob a ameaça de se tornarem criminosas.

Para a diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, a criminalização da transmissão vulnerabiliza ainda mais as populações com estado sorológico positivo, já que “considera as mais de 800 mil pessoas vivendo com HIV no Brasil como criminosos em potencial”.

O encontro promoveu um debate sobre o acesso ao diagnóstico, prevenção, tratamento e cuidado em HIV/Aids. Foto: Imprensa MG/Adair Gomes

UNAIDS apoia cooperação entre jovens da África e da América Latina que vivem com HIV

Com apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a iniciativa 10 Questions Project (Projeto 10 Perguntas, em tradução livre para o português) vai conectar jovens soropositivos da América Latina, Caribe e África para fortalecer a cooperação global entre pessoas vivendo com HIV. Participantes avaliarão atuação de redes que lutam para levar mais serviços de saúde aos afetados pela epidemia.

Em seu discurso, Michel Sidibé destacou a necessidade de uma liderança contínua na saúde pelos EUA. Foto: UNAIDS/Divulgação

Liderança dos EUA é crucial para o fim da AIDS, diz agência da ONU

O diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, falou sobre a necessidade de uma liderança contínua na saúde global por parte dos Estados Unidos para acabar com a epidemia de AIDS. Durante discurso na Conferência do Capitólio da Fundação da Pesquisa da AIDS (amfAR), realizada em Washington, Sidibé disse: “o que me espanta é o movimento para uma conspiração da complacência”. “As pessoas pensam que a AIDS está encerrada, que podemos seguir em frente. Agora não é hora de perder o nosso impulso”, declarou.

Instabilidade política e pobreza extrema limitam desenvolvimento econômico e social na Guiné-Bissau. Na foto, uma família viaja para a aldeia de Tebe-Zinho, onde as crianças receberão vacinas e outros serviços de saúde, com apoio do UNICEF. Foto: UNICEF / LeMoyne

Guiné-Bissau: relatório da ONU pede reforma abrangente do sistema de saúde

Relatório da ONU divulgado no início de junho revela que a implementação do direito à saúde na Guiné-Bissau está enfrentando enormes desafios. Existem apenas três pediatras no país da África Ocidental, todos eles expatriados, para uma população de cerca de 720 mil crianças menores de 15 anos. Além disso, são apenas quatro obstetras, cerca de 34 parteiras qualificadas e um anestesista em todo o país, que tem 1,8 milhão de pessoas.

Georgiana Braga-Orillard (mais à esquerda) com representantes dos níveis federal, estadual e municipal, da jornalista Glória Maria e da cantora Wanessa Camargo e do ministro conselheiro da Embaixada do Reino Unido no Brasil, Wasim Mir. Foto: UNAIDS Brasil/Rafael Neddermeyer

ONU e governo defendem que debate sobre AIDS saia das esferas de especialistas e chegue até a sociedade

Em evento que reuniu em São Paulo, na terça-feira (30), youtubers e ativistas para discussões sobre juventude, direitos e HIV, representantes do governo e especialistas defenderam que o debate sobre a epidemia de AIDS precisa mobilizar a sociedade civil. Encontro foi o primeiro da série de conversas #EseFosseComVocê, uma iniciativa do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Diálogos foram moderados pela jornalista Glória Maria que, no mesmo dia, foi nomeada embaixadora da Boa Vontade da agência da ONU.

Glória Maria e youtubers se reúnem ao final do bloco para uma selfie. Foto: UNAIDS Brasil/Flow Cinema

Glória Maria é nomeada embaixadora do UNAIDS Brasil em evento sobre juventude, direitos e HIV

A jornalista Glória Maria é a mais nova embaixadora da Boa Vontade do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil. A nomeação da repórter aconteceu na última terça-feira (30) durante primeira série de conversas #EseFosseComVocê?, uma iniciativa da agência da ONU para promover debates sobre HIV, juventude e direitos. Organizado em parceria com a missão diplomática do Reino Unido, evento reuniu youtubers e ativistas no Centro Brasileiro Britânico de São Paulo.

Glória Maria será nomeada embaixadora da Boa Vontade do UNAIDS Brasil. Foto: TV Globo/Renato Velasco

UNAIDS promove debate sobre discriminação com Glória Maria e youtubers; acompanhe ao vivo no Facebook

Nesta terça-feira (30), a página da ONU Brasil no Facebook fará a transmissão ao vivo da série de conversas inspiradoras #EseFosseComVocê?, uma iniciativa do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Debates começam às 20h. O evento contará com a participação de youtubers, influenciadores e ativistas e será moderado pela jornalista Glória Maria — que durante as discussões será nomeada embaixadora do UNAIDS Brasil. Evento terá ainda um pocket show da cantora Wanessa Camargo, também embaixadora da agência da ONU.

Profilaxia pré-exposição é mais uma arma na luta contra a transmissão do HIV. Foto: UNAIDS

Agência da ONU elogia decisão de SUS oferecer pílula anti-HIV para pessoas em risco

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou a decisão do Ministério da Saúde de oferecer a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) através do Sistema Único de Saúde (SUS). A divulgação da informação foi feita pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, na quarta-feira (24), durante participação na Assembleia Mundial de Saúde em Genebra, na Suíça.

“A incorporação da PrEP ao leque de opções de prevenção é muito bem-vinda”, afirmou a diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga Orillard. “Esse esforço é essencial para acelerar a resposta brasileira rumo ao fim da epidemia.”

Tedros Adhanom Ghebreyesus, o novo diretor-geral da OMS. Foto: OMS

Países elegem 1º africano para chefiar Organização Mundial da Saúde

Durante a 70ª Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, os Estados-membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) elegeram nesta terça-feira (23) o etíope Tedros Adhanom Ghebreyesus para o cargo de diretor-geral do organismo internacional. Ghebreyesus será o primeiro africano a liderar a agência de saúde da ONU. Seu mandato terá início em 1º de julho de 2017. Na Etiópia, Ghebreyesus foi ministro das Relações Exteriores, de 2012 a 2016, e ministro da Saúde, de 2005 a 2012.

Vacina contra o HIV seria método mais econômico para combater a epidemia do que a terapia antirretroviral. Foto: UNAIDS

O mundo precisa de uma vacina contra o HIV, defende agência da ONU

No mês em que se celebra o Dia de Conscientização sobre a Vacina contra o HIV, lembrado em 18 de maio, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) defende a manutenção dos esforços de pesquisa que buscam uma imunização contra o vírus. Anualmente, 1,9 milhão de adultos e mais de 150 mil crianças são infectados pelo agente patogênico.

Mesmo que uma redução de 90% nas novas infecções pelo vírus seja alcançada até 2030 — tal como previsto pelas metas da agência da ONU —, 200 mil pessoas por ano continuarão contraindo o HIV.

Laço vermelho, símbolo da luta contra a Aids. Foto: CC/Sham Hardy

ONU se opõe a projeto de lei brasileiro que criminaliza transmissão do HIV

Projeto de Lei 198/15 torna crime hediondo a transmissão deliberada do vírus da AIDS. Proposta será encaminhada para audiência pública, segundo decisão tomada nesta semana pelo presidente da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara (CSSF), o deputado Hiran Gonçalves, em reunião com o Ministério da Saúde e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/AIDS no Brasil (UNAIDS).

Tanto para a pasta federal, quanto para a agência da ONU, nova legislação contribuiria para afastar as pessoas dos serviços de saúde e reforçaria estigma associado aos portadores de HIV.

Em Belo Horizonte, jovens realizam uma partida de 'queimado' temática, para discutir questões de gênero e orgulho LGBTI. Imagem de 2016. Foto: Mídia Ninja (CC)

Em dia internacional, ONU defende igualdade de direitos e mais acesso a serviços para pessoas LGBTI

Por ocasião do Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, lembrado nesta quarta-feira (17), dirigentes da ONU fizeram um apelo por mais respeito ao amor em toda a sua diversidade. Agências da ONU defenderam o fim da discriminação, ainda responsável por excluir pessoas LGBTI dos serviços de saúde, do mercado de trabalho e da proteção institucional para famílias e casais.

No Brasil, representantes das Nações Unidas alertaram para a violência motivada pela orientação sexual em evento na sede nacional do organismo, localizada em Brasília.

Tabatinga, no Amazonas, é uma das cidades mencionadas na reportagem e no webdocumentário. Foto: Cacalos Garrastazu/UNAIDS-Eder Content

Agência da ONU lembra importância de se promover saúde sexual e reprodutiva na região Norte

O representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Jaime Nadal, ressaltou durante evento em Manaus a importância de se investir na região Norte do Brasil, onde a promoção e atenção em saúde sexual e reprodutiva e a prevenção do HIV/AIDS e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) ainda são grandes desafios.

Nadal chamou atenção para os dados do Amazonas em relação à AIDS: desde 2006, os índices de pessoas infectadas pelo HIV no estado ultrapassam a média nacional. Os números cresceram substancialmente entre jovens de 15 e 24 anos, homens que fazem sexo com homens e gestantes.

O programa Amazonaids mudou a comunicação com os indígenas para se adaptar às diferenças culturais. Foto: Cacalos Garrastazu/UNAIDS-Eder Content

Agência da ONU estreia série sobre programa de resposta à AIDS no Amazonas

O UNAIDS Brasil estreia na plataforma online Medium uma série de reportagens sobre o programa Amazonaids, o Plano Integrado da ONU de apoio à resposta à epidemia de AIDS no Amazonas.

A série resgata histórias e experiências acumuladas desde o início do programa, em 2008. As reportagens destacam o legado das ações conjuntas da ONU na região e as lições aprendidas ao curso de quase uma década de trabalho na resposta ao HIV na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

O UNFPA apoia firmemente a formação e o trabalho de parteiras e parteiros em mais de 100 países. Foto: EBC

Em dia mundial, ONU lembra importância das parteiras e parteiros profissionais

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) celebra na sexta-feira (5) o heroico trabalho realizado todos os dias por parteiras e parteiros, que frequentemente salvam vidas em circunstâncias muito difíceis no mundo todo.

“Graças às parteiras e aos parteiros, milhões de mulheres podem exercitar todos os anos seu direito aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, incluindo o planejamento voluntário da vida reprodutiva”, disse o diretor-executivo do UNFPA, Babatunde Osotimehin.

Debate do IV EMDS abordou inclusão de jovens na resposta ao HIV. Foto: PNUD Brasil/Guilherme Larsen

UNAIDS defende participação de jovens na formulação de políticas sobre HIV

Em debate realizado na semana passada, em Brasília, durante o IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (EMDS), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) alertou para a necessidade de incluir os jovens na formulação de políticas de combate ao HIV. Agência da ONU também divulgou os seus princípios de Zero Discriminação entre representantes das cidades brasileiras.

Campanha "Viva Melhor Sabendo Jovem” visa a ampliar o acesso de adolescentes e jovens de 15 a 24 anos à testagem do HIV. Foto: Marcelo Camargo/ABr

Diagnóstico tardio do HIV é maior obstáculo para combater vírus, dizem especialistas em reunião do UNAIDS

Em 2015, apenas 60% das pessoas com HIV sabiam que estavam vivendo com o vírus. O índice foi tema de uma reunião do Comitê Consultivo Científico e Técnico do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Em encontro em Genebra, nos dias 9 e 10 de abril, especialistas alertaram que o diagnóstico tardio de HIV representa a maior barreira para a supressão do agente patogênico em todo o mundo.

UNAIDS e universidade norte-americana mapeiam estratégias para combater estigma do HIV no atendimento médico

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a Universidade do Sul da Califórnia anunciaram recentemente uma parceria para mapear iniciativas capazes de combater o estigma que pessoas pessoas vivendo com HIV enfrentam em sistemas de saúde. A cooperação será responsável por uma plataforma online que vai dar visibilidade a estratégias para eliminar o preconceito em centros de atendimento.

ONU lamenta morte de pesquisador canadense que ajudou a descobrir remédio para tratar HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) expressou profunda tristeza pela morte do canadense Mark Wainberg, pesquisador e pioneiro nos esforços contra o HIV. Cientista de renome internacional, o especialista participou das investigações que levaram à identificação de um dos principais remédios antirretrovirais, a lamivudina. Mais recentemente, Wainberg buscava uma cura para o HIV.

Cuba se tornou recentemente o primeiro país do mundo a receber a validação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de eliminação da transmissão vertical – de mãe para filho – do HIV e da sífilis. O sucesso da ilha caribenha é mais um passo em direção é um passo na direção certa para reduzir a ameaça global do HIV e da AIDS, uma das metas do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 3. Confira nessa matéria especial em vídeo.

Cuba é o primeiro país do mundo a erradicar transmissão materna de HIV e sífilis; vídeo

Cuba se tornou recentemente o primeiro país do mundo a receber a validação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de eliminação da transmissão vertical – de mãe para filho – do HIV e da sífilis.

O sucesso da ilha caribenha é mais um passo em direção é um passo na direção certa para reduzir a ameaça global do HIV e da AIDS, uma das metas do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 3. Confira nessa matéria especial em vídeo.

No Dia Mundial de Luta contra a Aids, ONU pediu “espírito intransigente” para colocar fim à epidemia até 2030. Foto: ONU

Programa da ONU sobre HIV apoia campanha online para empoderamento de mulheres

O UNAIDS apoia a campanha e trabalha com parceiros, incluindo governos, sociedade civil, o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Combate à AIDS e o Fundo Global de Luta contra a AIDS, Tuberculose e Malária, para garantir que mulheres e meninas se empoderem e se tornem capazes de se proteger do HIV e que todas as mulheres e meninas que vivem com HIV tenham acesso imediato ao tratamento.

Imagem: Divulgação/ACON

Organização australiana lança campanha para discutir como combinar métodos de prevenção do HIV

A maior organização social da Austrália voltada para lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersex decidiu discutir abertamente quais métodos de proteção são usados pelas pessoas na hora do sexo seguro.

Com a campanha #YouChoose (#VocêEscolhe, em tradução livre), a ACON apresenta os personagens Tom, Dick e Harry para falar sobre camisinha e profilaxia pré-exposição (PrEP), além de abordar os cuidados que indivíduos soropositivos com carga viral indetectável devem ter. Vídeo promocional foi traduzido pelo UNAIDS no Brasil.

George W. Bush cumprimenta o diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, em encontro na Namíbia. Foto: UNAIDS

Chefe do UNAIDS e George W. Bush vão à Namíbia conhecer estratégias contra o câncer de colo de útero

Mulheres vivendo com HIV têm até cinco vezes mais chances de desenvolver câncer de colo de útero. Para angariar apoio para esse público, o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, e o ex-presidente norte-americano, George W. Bush, foram à Namíbia visitar o hospital central da capital Windhoek. Local disponibilizará serviços de diagnóstico e tratamento do tumor.

As pessoas trans continuam a enfrentar estigma, discriminação e rejeição social na América Latina e no Caribe. Foto: UNAIDS

ONU alerta para necessidade de garantir direitos de pessoas trans na América Latina e no Caribe

As pessoas trans continuam a enfrentar estigma, discriminação e rejeição social na América Latina e no Caribe, alertou o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS).

Sem documentos oficiais que reconheçam sua identidade de gênero, elas muitas vezes têm o acesso negado a direitos básicos, incluindo o direito a saúde, educação, justiça e bem-estar social. As pessoas trans são também mais suscetíveis à violência, incluindo a violência física e sexual.

A tuberculose é a causa mais comum de hospitalização e morte entre pessoas HIV positivas. Foto: EBC

Países precisam adotar medidas urgentes para reduzir mortes por tuberculose, diz UNAIDS

No Dia Mundial de Combate à Tuberculose, lembrado em 24 de março, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) encorajou os países a fazerem muito mais para reduzir o número de mortes por tuberculose (TB) entre pessoas vivendo com HIV.

A tuberculose é a causa mais comum de hospitalização e morte entre pessoas HIV positivas. Em 2015, 1,1 milhão de pessoas morreram de alguma doença relacionada à AIDS — cerca de 400 mil delas morreram de tuberculose, incluindo 40 mil crianças.

Georgia Braga-Orillard (mais à esquerda) participa da consulta nacional do Ministério da Saúde sobre relatório global de AIDS. Foto: UNAIDS/Jessyca Zaniboni

ONU elogia compromisso do Brasil em participar de pesquisa global sobre AIDS

Em participação numa consulta do Ministério da Saúde organizada para compilar dados sobre HIV e AIDS que serão divulgados internacionalmente, a diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Georgiana Braga-Orillard, elogiou a liderança do Brasil no combate à epidemia. Segundo ela, país deve aproveitar a participação em pesquisas globais para olhar com mais atenção para o contexto brasileiro.