Servidores de 10 países recebem treinamento da FAO sobre gestão da posse de terra

Turma começou treinamento nesta semana e conta com 30 alunos, que são funcionários dos governos do Brasil, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai. Participantes receberão conteúdos que abordam como o reconhecimento dos direitos legítimos da posse de terra é capaz de reduzir litígios. A validação legal também é importante para garantir o uso sustentável dos recursos naturais.

Foto: Governo do Estado do Rio de Janeiro/Sergio Siciliano

Teve início nesta semana o curso gratuito da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) sobre governança da posse de terras. Turma conta com 30 alunos, que são funcionários dos governos do Brasil, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai. Objetivo é promover a gestão responsável dos recursos naturais.

Ao longo da capacitação, participantes receberão conteúdos que abordam como o reconhecimento dos direitos legítimos da posse de terra é capaz de reduzir litígios. A validação legal também é importante para garantir o uso sustentável dos solos e insumos do meio ambiente. A FAO também discutirá ferramentas de análise a nível nacional, que permitirão aos alunos avaliar como ocorre a administração das propriedades em seus países.

O curso é semipresencial. A etapa virtual da formação será concluída ao final deste mês. Em agosto, participantes virão a Salvador, na Bahia, para dialogar sobre políticas e estratégias de controle da posse de terra.

As aulas são ministradas pelo Núcleo de Capacitação em Políticas Públicas do Escritório Regional da FAO. A capacitação foi concebida como uma ferramenta para estimular o debate sobre problemas abordados pelas Diretrizes Voluntárias sobre a Governança Responsável da terra, pesca e florestas.

Para realizar o curso, a FAO e o governo do Brasil estão trabalhando em estreita colaboração, por meio da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário (SEAD), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC/MRE). Apoio do Estado-membro está sendo prestado no contexto do Programa de Cooperação Internacional Brasil-FAO.