Serviço e Sacrifício: a contribuição do Brasil para a manutenção da paz

O Brasil tem uma longa história de contribuição com as operações de paz da ONU. Suas tropas estão presentes em dez missões das Nações Unidas globalmente, em localidades como Darfur (Sudão),  Chipre, Líbano e, até 2017, Haiti.

Este mês, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), lançou no Brasil a campanha global “Serviço e Sacrifício”, em homenagem aos pacificadores — e em especial aos brasileiros. Veja fotos da atuação do Brasil nas forças de paz da ONU.

Em 2010, capacetes-azuis brasileiros realizaram patrulhas noturnas em uma das favelas mais pobres e perigosas do Haiti, Cité Soleil, nos arredores de Porto Príncipe. Foto: ONU/Pasqual Gorriz.

Em 2010, capacetes-azuis brasileiros realizaram patrulhas noturnas em uma das favelas mais pobres e perigosas do Haiti, Cité Soleil, nos arredores de Porto Príncipe. Foto: ONU/Pasqual Gorriz.

O Brasil tem uma longa história de contribuição com as operações de paz da ONU. Suas tropas estão presentes em dez missões das Nações Unidas globalmente, em localidades como Darfur (Sudão),  Chipre, Líbano e, até 2017, Haiti.

Este mês, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), lançou no Brasil a campanha global “Serviço e Sacrifício”, em homenagem aos pacificadores — e em especial aos brasileiros.

Veja abaixo fotos da atuação do Brasil nas forças de paz da ONU:

Os primeiros capacetes-azuis brasileiros foram mobilizados em 1956 em uma das primeiras missões da ONU sob a Força de Emergência das Nações Unidas, com o objetivo de abordar a Crise de Suez, uma crise política que teve início quando Israel declarou guerra ao Egito.

Eles garantiram e supervisionaram o cessar de hostilidades, incluindo a retirada das forças de França, Israel e Reino Unido do território egípcio.

Soldados das forças de paz da ONU durante a Crise de Suez, em 1962. Foto: ONU /Yutaka Nagata

Soldados das forças de paz da ONU durante a Crise de Suez, em 1962. Foto: ONU /Yutaka Nagata

Em 1997, as tropas brasileiras foram mobilizadas a Angola para apoiar os esforços de paz e reconciliação após a guerra civil no sudoeste do país africano. Capacetes-azuis do batalhão brasileiro (na foto abaixo), também conhecidos como BRABAT, se uniram a um desfile de boas-vindas na capital Luanda, durante a visita do então secretário-geral da ONU, Kofi Annan.

Em 1997, as tropas brasileiras foram mobilizadas para Angola para apoiar os esforços de paz e reconciliação após a guerra civil no sudoeste do país africano. Capacetes-azuis do batalhão brasileiro (na foto), também conhecidos como BRABAT, se uniram a um desfile de boas-vindas na capital Luanda durante a visita do então secretário-geral da ONU, Kofi Annan. Foto: ONU

Capacetes-azuis do batalhão brasileiro, também conhecidos como BRABAT, em desfile de boas-vindas na capital Luanda durante visita do então secretário-geral da ONU, Kofi Annan. Foto: ONU

O Brasil forneceu a espinha dorsal da missão de paz da ONU no Haiti, a MINUSTAH. Suas tropas estavam presentes durante a missão entre 2004-2017. Na foto abaixo, um soldado inspeciona o problemático bairro de Cité Soleil, na capital Porto Príncipe, durante uma operação.

O Brasil forneceu a espinha dorsal da missão de paz da ONU no Haiti, a Minustah. Suas tropas estavam presentes durante a missão entre 2004-2017. Na foto, um pacificador inspeciona o bairro de Cité Soleil, na capital Porto Príncipe, durante uma operação. Foto: Minustah, 2004

Foto: Minustah, 2004

Um número crescente de mulheres estão sendo mobilizadas para missões da ONU. Na foto abaixo, membros do batalhão brasileiro ensinam um grupo de crianças haitianas a cuidar dos dentes.

Um número crescente de mulheres estão sendo mobilizadas para missões da ONU. No Haiti, membros do batalhão brasileiro ensinam um grupo de crianças locais a cuidar dos dentes. Foto: ONU/Marco Dormino, 2008

Foto: ONU/Marco Dormino, 2008

Os capacetes-azuis apoiaram a transição do Haiti para a democracia, a reconstrução do país e os esforços para estabilidade após o terremoto de janeiro de 2010. Estimados 220 mil haitianos morreram como resultado do terremoto.

Os capacetes-azuis apoiaram a transição do Haiti para a democracia, a reconstrução do país e os esforços para estabilidade após o terremoto de janeiro de 2010. Estimados 220 mil haitianos morreram como resultado do terremoto. Os capacetes-azuis distribuíram materiais para abrigo temporário a pessoas de Porto Príncipe que ficaram sem-teto após o desastre. Foto: Minustah/Logan Abassi, 2010

Capacetes-azuis brasileiros distribuem materiais para abrigo temporário a cidadãos de Porto Príncipe que ficaram sem-teto após o terremoto em 2010. Foto: Minustah/Logan Abassi, 2010

Os militares brasileiros também serviram na Força Interina das Nações Unidas no Líbano. Na foto abaixo, membros da força tática marítima descansam a bordo de seu navio atracado em Beirute enquanto assistem a uma partida do Brasil na Copa do Mundo de 2014.

Os militares brasileiros também serviram na Força Interina das Nações Unidas no Líbano. Na foto, membros da força tática marítima descansam a bordo de seu navio atracado em Beirute enquanto assistem a uma partida do Brasil na Copa do Mundo de 2014. Foto: ONU/Pasqual Gorriz

Foto: ONU/Pasqual Gorriz

Um total de 42 capacetes-azuis brasileiros morreram em serviço às missões de paz da ONU, incluindo 27 no Haiti. Na foto abaixo, uma homenagem feita em 2006 a um soldado que morreu enquanto servia no Haiti sob a bandeira da ONU.

Um total de 42 capacetes-azuis brasileiros morreram em serviço às missões de paz da ONU, incluindo 27 no Haiti. Na foto, uma homenagem feita em 2006 a um soldado que morreu enquanto servia no Haiti sob a bandeira da ONU. Foto: ONU/Sophia Paris, 2006

Foto: ONU/Sophia Paris, 2006