ONU Mulheres lança #UseLaranja, nova campanha pelo fim da violência de gênero

“Todo dia 25, eu uso a cor laranja pelo fim da violência contra as mulheres. É quando eu me uno a milhões de mulheres e homens de todo o mundo. Dia Laranja pelo Fim da Violência contra as mulheres é um momento para você fazer ações de prevenção à violência contra as mulheres em casa, na comunidade, na empresa, na escola.”

A declaração é da atriz Juliana Paes, defensora para a Prevenção e a Eliminação da Violência contra as Mulheres da ONU Mulheres. Ela participa de campanha da agência da ONU com vídeos e peças digitais que explicam situações de violência baseada em gênero, incentivam a consciência pública e estimulam ações de prevenção e eliminação.

Gastos militares são 80 vezes maiores que os humanitários; ONU lança plano de desarmamento

O secretário-geral da ONU, António Guterres, anunciou um novo plano para o desarmamento global. A estratégia tem como objetivo auxiliar no processo de eliminação de arsenais de armas nucleares e de outros tipos de armamentos letais. Segundo Guterres, o mundo está a apenas “um erro mecânico, eletrônico e humano” da destruição.

“A ONU foi criada com o objetivo de eliminar a guerra como um instrumento de política internacional”, afirmou o chefe da ONU, ao revelar a nova agenda, intitulada ‘Assegurando nosso futuro comum’. No entanto, acrescentou, “após mais de sete décadas, nosso mundo está mais perigoso do que nunca”.

Em 2017, mais de US$ 1,7 trilhão foram investidos em armas e no subsídio a exércitos, os maiores índices desde a queda do Muro de Berlim, 80 vezes mais que o financiamento humanitário básico em todo o planeta.

Interior de um estúdio de rádio afegão, onde mulheres reivindicam democracia e direitos humanos. Foto: UNAMA/Fardin Waezi)

No Afeganistão, mulheres jornalistas desafiam a violência – e o machismo

Os perigos do trabalho como jornalista no Afeganistão foram relembrados em um novo ataque na capital Cabul no final de abril. Nove fotógrafos e repórteres afegãos foram mortos. Os profissionais, que estavam na região para reportar um ataque suicida, foram alvejados por um segundo homem-bomba ao chegar ao local.

Fora da capital afegã, os perigos de realizar reportagens, particularmente para mulheres jornalistas, nunca foram tão claros. Confira nessa matéria especial.

Guterres cumprimenta oficial da MINUSMA em cerimônia para marcar o Dia Internacional dos Trabalhadores das Forças de Paz, 29 de maio. Foto: MINUSMA

No dia das forças de paz, secretário-geral da ONU homenageia militares no Mali

Em visita ao Mali para o Dia Internacional dos Trabalhadores das Forças de Paz, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse “ter orgulho de ser colega” dos soldados que servem sob a bandeira da Organização, no país e em outras partes do mundo. Dirigente reconheceu que as circunstâncias na nação africana são “extremamente perigosas” e prometeu melhorias em treinamentos, equipamentos e capacidades operacionais.

Haiti foi o vencedor da primeira edição da Copa dos Refugiados, em 2014. Foto: ACNUR

Copa dos Refugiados começa no sábado em Porto Alegre com a participação de 120 jogadores

O maior projeto de integração esportiva que envolve refugiados e migrantes terá início em Porto Alegre (RS) neste fim de semana. A chamada Copa dos Refugiados de Futebol envolve a participação de 120 jogadores amadores que representarão seus respectivos países de origem: Angola, Colômbia, Guiné Bissau, Haiti, Líbano, Peru, Senegal e Venezuela.

São apoiadores do projeto Agência da ONU para Refugiados (ACNUR); Prefeitura de Porto Alegre, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Esporte; e parceiros.

Torre Eiffel, em Paris. Foto: Flickr (CC)/Blair-39

Leis anti-terrorismo da França podem marginalizar cidadãos muçulmanos, alerta relatora da ONU

Após visita à França, a relatora especial da ONU Fionnuala Ni Aolain criticou neste mês (26) as leis anti-terrorismo do país, onde novas legislações ameaçam fragilizar os direitos à privacidade e associação, bem como as liberdades de movimento e de crença. Especialista expressou preocupação com o fato de que medidas podem afetar desproporcionalmente os franceses muçulmanos, contribuindo para sua estigmatização e marginalização.

Segurança pública foi tema de conferência organizada pelo Banco Mundial em São Paulo. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Banco Mundial reúne acadêmicos e autoridades em SP para discutir segurança pública

O Banco Mundial realizou na semana passada (24) a conferência “Prevenção da violência e segurança pública: desafios, boas práticas e caminhos para uma gestão mais eficiente”, em um esforço de unir conhecimento de acadêmicos, representantes de organizações da sociedade civil e autoridades.

O evento teve a participação do diretor do Banco Mundial no Brasil, Martin Raiser, e do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.

Carla Daniel na sede da UNIFIL, no sul do Líbano. Foto: Acervo Pessoal

Capitão é 1ª militar brasileira a trabalhar no Departamento de Operações de Paz da ONU

Primeira e única mulher brasileira a concluir uma missão de paz da ONU a bordo de um navio, a capitão de fragata Carla Daniel, de 51 anos, acostumou-se a vanguardismos. Desde dezembro do ano passado, ela também é a primeira militar brasileira a trabalhar no Departamento de Operações de Paz das Nações Unidas (DPKO), em Nova Iorque.

Carla atua no Escritório de Assuntos Militares (OMA, na sigla em inglês), que faz parte do Serviço de Operações Militares em Andamento (CMOS), como oficial de assuntos de missões de paz. Ela faz o elo entre a missão, no caso a Força Interina de Segurança das Nações Unidas para Abyei (UNISFA), a ONU e o país que contribui com militares para essa operação, a Etiópia. Leia a entrevista concedida ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Integrantes da força da paz a bordo dos comboios da Missão da ONU no Mali. MINUSMA/Marco Dormino

Em dia mundial, ONU lembra 70 anos da criação de missões de paz

Em mensagem para o Dia Internacional dos Trabalhadores das Forças de Paz, observado nesta terça-feira (29), o secretário-geral António Guterres lembrou os 70 anos da primeira missão de paz criada pelas Nações Unidas, no Oriente Médio. Data, afirmou o chefe da Organização, é também uma oportunidade para honrar os mais de 3,7 mil capacetes-azuis mortos em serviço. Atualmente, a ONU mantém 14 missões de paz.

Crise humanitária no Iêmen é considerada a "pior do mundo" pela ONU. Foto: OCHA/Giles Clarke

Iêmen: 18 milhões de pessoas poderão morrer de fome até o final do ano

Em pronunciamento na sexta-feira (25), o chefe humanitário das Nações Unidas, Mark Lowcock, afirmou que 10 milhões de iemenitas poderão correr risco de morrer de fome, caso a situação no país não melhore até o final de 2018. Contingente se somaria aos 8,4 milhões de indivíduos que já enfrentam escassez de alimentos considerada severa pela ONU. No Iêmen, 22 milhões de pessoas dependem de assistência ou proteção humanitária para sobreviver.

O UNODC promoveu Simulações das Nações Unidas, conhecidas como MUNs, em Viena, na Áustria. Foto: UNODC

Evento em Viena simula cúpulas da ONU para professores e estudantes

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) reuniu na semana passada (de 22 a 24 de maio) em Viena, na Áustria, funcionários, professores e especialistas para realizar Simulações das Nações Unidas, conhecidas como MUNs.

MUNs são exercícios pedagógicos por meio dos quais jovens de diversas idades discutem e buscam soluções para problemas mundiais ao assumirem o papel de autoridades políticas, como diplomatas e juízes internacionais.

Cerca de 420 mil pessoas estão sob cerco na Síria – sem alimentos e remédios, famílias com fome e crianças malnutridas e definhando. Elas precisam de ajuda agora, precisam de paz agora. O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) precisa de financiamento e acesso para ajudar.

Conselho de Segurança aprova resolução para proteger populações em conflito da fome

Agências da ONU celebraram a adoção pelo Conselho de Segurança de uma resolução que proíbe governos e grupos em conflito de atacarem locais necessários à produção e distribuição de alimentos. Aprovada unanimemente na quinta-feira (24), medida é histórica, pois é a primeira da entidade a reconhecer os vínculos entre guerra e fome. Atualmente, pessoas em zonas de conflito representam 60% dos 815 milhões de indivíduos vivendo com fome crônica.

Hoje, a historiadora Heliana Hemetério, que também é especialista em gênero e raça, compõe a vice-presidência da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). Foto: Alexander Hugo

Dia Laranja: historiadora Heliana Hemérito é símbolo do combate a violência, racismo e LGBTIfobia

Aos 65 anos, Heliana Hemetério tem muitas histórias para contar. Mulher negra e lésbica, iniciou sua vida na militância social em 1986, quando se engajou politicamente com o movimento negro. Percebeu posteriormente que uma pauta importante não estava sendo abordada naquele espaço — o gênero. Naquele momento, transitou para o movimento de mulheres negras e, em seguida, para o movimento feminista. No início da década de 1990, começou a frequentar espaços de discussões relacionadas à população LGBTI.

Heliana Hemérito deu entrevista à Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) como parte da ação digital “Destaque-Laranja”, uma iniciativa que diversas agências do Sistema ONU no Brasil farão, ao longo do ano, em reconhecimento a pessoas, cidades, escolas, universidades, empresas e outras instituições com atuação relevante para a prevenção e eliminação da violência contra as mulheres e meninas no país.

Capoeira, 1835. Desenho de Johann Moritz Rugendas

ESPECIAL: Entre o Brasil e a África houve uma troca forte e poderosa, diz Alberto da Costa e Silva

Durante mais de 350 anos de tráfico transatlântico, o Brasil recebeu cerca de 5 milhões de africanos escravizados.

Entre os séculos 16 e 19, este brutal comércio fez prisioneiros de diferentes partes da África. Cerca de 12 milhões de pessoas foram retiradas de seus lares e, nesta travessia, mais de 2 milhões de africanos perderam suas vidas.

O Brasil foi o maior receptor desse fluxo forçado, o que deu ao país o título de segunda maior população negra do mundo, atrás apenas da Nigéria, na África.

Neste especial sobre o Dia da África, criado em 25 de maio de 1963 e marcado anualmente pela comunidade internacional, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) entrevista Alberto da Costa e Silva – ex-embaixador em países africanos e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) – sobre a importância do continente africano para a formação do Brasil e sobre o cruel tráfico transatlântico.

Confira o vídeo especial.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, fala ao Conselho de Segurança. Foto: ONU/Loey Felipe

Chefe da ONU se diz ‘profundamente preocupado’ com cancelamento de cúpula entre EUA e Coreia do Norte

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou nesta quinta-feira (24) estar “profundamente preocupado” com o cancelamento da reunião entre os líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte.

O chefe da ONU pediu que as duas partes “continuem seu diálogo para encontrar um caminho para a desnuclearização pacífica e verificável da Península Coreana”.

No Sudão do Sul, mais de 5 mil pessoas foram mortas ou feridas por minas terrestres ou munições não detonadas desde 2004. Em memória do Dia Internacional de Sensibilização sobre Minas e Assistência à Desminagem, o Serviço de Ação Anti-Minas das Nações Unidas (UNMAS) organizou uma corrida para incentivar a conscientização sobre os perigos causados pelas minas. Desde 2004, a ONU já tornou mais de 1 bilhão de metros quadrados seguros para a população sul-sudanesa.

No Sudão do Sul, ONU trabalha para livrar população das minas terrestres; vídeo

No Sudão do Sul, mais de 5 mil pessoas foram mortas ou feridas por minas terrestres ou munições não detonadas desde 2004. Em memória do Dia Internacional de Sensibilização sobre Minas e Assistência à Desminagem, o Serviço de Ação Anti-Minas das Nações Unidas (UNMAS) organizou uma corrida para incentivar a conscientização sobre os perigos causados pelas minas. Desde 2004, a ONU já tornou mais de 1 bilhão de metros quadrados seguros para a população sul-sudanesa.

Banco Mundial e parceiros promovem evento em SP sobre políticas de segurança pública

O Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e o Mestrado Profissional em Gestão de Políticas Públicas da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas, promovem na quinta-feira (24) a conferência “Prevenção da violência e segurança pública: desafios, boas práticas e caminhos para uma gestão mais eficiente”.

A conferência terá três painéis para discutir os desafios da segurança pública, políticas de prevenção e o tema da governança e gestão dos gastos públicos na área.

O refugiado hondurenho Armando* conversa com funcionários em um abrigo para deslocados forçados no México. Foto: ACNUR/Yolanda Azucena Mendez Davila

Refugiado hondurenho arrisca sua vida em busca de segurança no México

Armando era motorista de táxi em Honduras e vivia ameaçado por gangues de rua que lhe cobravam um ‘imposto de guerra’ para rodar pela cidade. De 2010 a 2016, 667 motoristas de táxi foram assassinados no país. Depois de fugir para o México, ele foi mais uma vez vítima da violência — num trem, bandidos o atacaram e o jogaram debaixo das rodas do veículo em movimento. Armando sobreviveu, mas teve a perna direita amputada.

Mais de 200 crianças foram libertadas de grupos armados no Sudão do Sul em abril. Esse foi o segundo resgate em série, apoiado pelo UNICEF, que verá quase mil crianças livres nos próximos meses. Apesar deste progresso, ainda existem cerca de 19 mil crianças-soldado no Sudão do Sul. O UNICEF precisa de 45 milhões de dólares para apoiar a desmobilização e reintegração de todas elas nos próximos três anos.

UNICEF: Mais de 200 crianças-soldado são libertadas no Sudão do Sul em abril; vídeo

Mais de 200 crianças foram libertadas de grupos armados no Sudão do Sul em abril. Esse foi o segundo resgate em série, apoiado pelo UNICEF, que verá quase mil crianças livres nos próximos meses.

Apesar deste progresso, ainda existem cerca de 19 mil crianças-soldado no Sudão do Sul. O UNICEF precisa de 45 milhões de dólares para apoiar a desmobilização e reintegração de todas elas nos próximos três anos. Confira neste vídeo.

Mais de 1 milhão de pessoas fugiram para a Alemanha nos últimos dois anos, vindos de países como a Síria e o Afeganistão. Apesar da perda e do trauma, a maioria está determinada a construir um futuro melhor. Malakeh Jazmati é de Damasco, na Síria, mas foi obrigada a fugir para a Alemanha por causa da guerra. Apesar das dificuldades de adaptação, abriu uma pequena empresa e lançou um livro de culinária síria. Confira nesse vídeo especial.

Nova vida, nova ambição: refugiados e migrantes da Alemanha; vídeo

Mais de 1 milhão de pessoas fugiram para a Alemanha nos últimos dois anos, vindos de países como a Síria e o Afeganistão. Apesar da perda e do trauma, a maioria está determinada a construir um futuro melhor.

Malakeh Jazmati é de Damasco, na Síria, mas foi obrigada a fugir para a Alemanha por causa da guerra. Apesar das dificuldades de adaptação, abriu uma pequena empresa e lançou um livro de culinária síria. Confira nesse vídeo especial.

No Rio, o "Vamos Nessa" capacitou cinco professores de jiu-jitsu da Geração UPP, projeto que leva técnicas e doutrina das artes marciais a jovens de comunidades por meio de policiais militares. Foto: UNODC

ONU ajuda professores de artes marciais a prevenir violência entre jovens pelo esporte

O programa do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) “Vamos Nessa” oferece a profissionais de educação física e professores de artes marciais envolvidos com projetos sociais um treinamento focado na prevenção da criminalidade e da violência através do esporte.

O objetivo é construir habilidades para a vida por meio de jogos e dinâmicas esportivas a partir das quais os participantes debatem fatores que levam ao envolvimento em crimes, violências e drogas.

O Rio de Janeiro, juntamente com o Distrito Federal, foi o primeiro a receber a iniciativa no Brasil, que depois foi estendida a países como África do Sul, Quirguistão, Uganda, Palestina, Peru e República Dominicana.

Jovens refugiados salvadorenhos andam pelas ruas de sua nova cidade, Tapachula, no sudoeste do México, próximo à fronteira com a Guatemala, em setembro de 2016. Foto: ACNUR/Daniele Volpe

ONU manifesta preocupação com aumento do deslocamento forçado no norte da América Central

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) tem visto um aumento significativo do número de pessoas que são forçadas a fugir da violência e da perseguição no norte da América Central. Com muitos indivíduos em movimento e em grave perigo, a agência das Nações Unidas pede à comunidade internacional que defenda suas necessidades de proteção, ao mesmo tempo em que ajuda os países do norte da América Central a lidar com a raiz do problema.

Secretário-geral da ONU, António Guterres (esquerda), e o presidente do Grupo Banco Mundial, Jim Yong Kim, em Washington. Foto: Banco Mundial/Grant Ellis

Em Washington, chefe da ONU assina acordo com Banco Mundial e se reúne com Trump

As Nações Unidas e o Banco Mundial assinaram na sexta-feira (18) um acordo para trabalharem juntos no apoio aos países na implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e para atingir resultados mensuráveis na transformação de suas economias e sociedades.

Paralelamente, o chefe da ONU se reuniu com o presidente norte-americano, Donald Trump, na Casa Branca, onde discutiram a situação do Oriente Médio e da Península Coreana.

O cantor e compositor recifense Johnny Hooker foi nomeado Campeão da Igualdade da campanha da ONU Livres & Iguais no Brasil. Foto: ONU Brasil

‘A gente vai resistir’, diz novo campeão da igualdade da ONU

Em entrevista à campanha da ONU Brasil Livres & Iguais, o cantor e compositor recifense Johnny Hooker fala da importância da arte para a transformação da sociedade e para o respeito aos direitos da população LGBTI no Brasil.

“No que concerne à natureza humana e aos sentimentos humanos, nós somos todos iguais. A arte tem esse poder de comunicar e fica muito mais fácil para as pessoas que são de fora da comunidade LGBTI se identificarem, verem que somos pessoas, que não existe uma parede dividindo a gente”, disse. Leia a entrevista completa.

O cantor e compositor recifense Johnny Hooker foi nomeado Campeão da Igualdade da campanha da ONU Livres & Iguais no Brasil. Foto: ONU Brasil

Campanha da ONU Brasil nomeia Johnny Hooker como campeão da igualdade

O cantor e compositor recifense Johnny Hooker foi nomeado campeão da igualdade da campanha da ONU Livres & Iguais no Brasil. O título é conferido às pessoas que apoiam oficialmente a iniciativa das Nações Unidas pela igualdade de direitos e tratamento justo da população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, pessoas trans e intersexo (LGBTI).

A nomeação ocorreu na sede das Nações Unidas no Brasil, em Brasília, em ato pelo Dia Internacional contra a Lesbofobia, a Homofobia, a Bifobia, a Transfobia e a Intersexofobia, marcado anualmente a cada 17 de maio. O evento contou com a presença de representações diplomáticas, representantes de governo, de organizações da sociedade civil e ativistas.

Sessão especial do Conselho de Direitos Humanos sobre a deterioração da situação nos territórios palestinos ocupados em 18 de maio em Genebra. Foto: ONU/Elma Okic

Uso da força contra manifestantes palestinos em Gaza foi ‘totalmente desproporcional’, diz ONU

Uma sessão especial do Conselho de Direitos Humanos da ONU foi encerrada nesta sexta-feira (18) com uma resolução dos Estados-membros para investigar semanas de violência na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza, que deixou quase 100 palestinos mortos e milhares de feridos.

O rascunho da resolução pediu que o Conselho “investigue todas as alegadas violações e abusos da lei humanitária internacional e da lei de direitos humanos internacional” nos territórios palestinos ocupados e, particularmente, na Faixa de Gaza, desde 30 de março. A data marcou o início das manifestações na fronteira com Israel, denominadas “Grande Marcha do Retorno”.