Refugiada de Mianmar trabalha com costura em campo de Cox's Bazar, Bangladesh. Foto: ACNUR

Mulheres refugiadas de Mianmar tecem novas vidas em Bangladesh

Em uma sala lotada no campo de refugiados de Nayapara, em Bangladesh, há uma concentração intensa em meio ao zumbido de máquinas de costura.

Quarenta mulheres jovens trabalham duro, produzindo itens que fazem parte dos kits de higiene feminina distribuídos pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) duas vezes por ano para refugiadas em idade reprodutiva, incluindo roupas íntimas e absorventes reutilizáveis.

Mais de 688 mil refugiados foram forçados a fugir para Bangladesh desde que a violência eclodiu na região de Maungdaw, no norte do estado de Rakhine, em Mianmar, há seis meses. Há registros de que tropas e multidões atacaram e mataram moradores e atearam fogo em suas aldeias.

Projeto do UNODC visa a prevenir a violência por meio das práticas esportivas. Foto: UNODC

ONU certifica 600 jovens em programa de prevenção à violência pelo esporte

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) celebrará na próxima segunda-feira (2) a formação de jovens no Programa “Vamos Nessa”, focado em prevenir a violência e a criminalidade por meio dos esportes. Entre março e dezembro de 2017, a iniciativa capacitou cerca de 600 jovens entre 11 e 17 anos, além de mais de 80 profissionais de Educação Física, no Distrito Federal e no Rio de Janeiro.

O jordaniano Ayman Gharaibeh, de 53 anos, é representante do ACNUR no Iêmen. Foto: ACNUR

‘Estamos lidando com pessoas resilientes, então, por que deveríamos desistir?’

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) tem quase 11 mil funcionários no mundo, a maioria trabalhando em campo. Conheça a história do jordaniano Ayman Gharaibeh, de 53 anos, que lidera a agência das Nações Unidas no Iêmen. Com 25 anos de experiência, ele já atuou em Iraque, Síria, Iêmen, Afeganistão, Sri Lanka, Bósnia e na sede das Nações Unidas, em Genebra.

“Costumamos dizer que o que o humanitarismo e os humanitários estão fazendo é salvar vidas. Mas eu não acho que isso dê crédito às pessoas que estamos servindo. Os refugiados sobreviveram porque sabem como sobreviver — as pessoas são salvas por sua própria resiliência, é assim que o Iêmen sobrevive hoje”, declarou. Leia a entrevista completa.

Migrantes e refugiados cruzam Mediterrâneo para chegar à Europa. Foto: Marinha Italiana/M. Sestini

Nova iniciativa de agências da ONU combate tráfico de migrantes

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) lançaram na terça-feira (27), em Viena, uma plataforma conjunta para combater o tráfico de migrantes.

A iniciativa encoraja os principais atores a unir forças para, entre outras medidas, reforçar as capacidades dos Estados-membros de desmantelar redes criminosas de tráfico de migrantes, ampliando a assistência às vítimas e apoiando o desenvolvimento das estratégias de prevenção e planos de ação.

Soldado sírio veste uma máscara para protegê-lo de ataques com armas químicas e biológicas. Foto: Wikicommons/My76Strat (CC)

ONU: uso de armas químicas, sob qualquer circunstância, é ‘injustificável’ e ‘abominável’

Alarmado com relatos persistentes de uso de armas químicas na Síria, o secretário-geral das Nações Unidas pediu ao Conselho de Segurança em março (22) que demonstre unidade para levar à justiça aqueles que fazem uso de tais artifícios.

“Igualmente injustificável é a falta de resposta a tal uso, se e quando ocorrer. A impunidade não pode prevalecer com respeito a crimes tão graves”, acrescentou.

Os dez anos da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas são o mote do documentário “Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça”. Foto: UNIC Rio/Natalia da Luz

ONU Brasil lança documentário ‘Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça’

Os dez anos da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas são o mote do documentário “Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça”, lançado pela ONU Brasil nesta quinta-feira (29), em Brasília (DF). O vídeo recupera alguns momentos do diálogo entre as mulheres indígenas e as Nações Unidas em torno de sua articulação pelos direitos humanos e em defesa de seus povos e territórios, no Brasil e no exterior.

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. Foto: ONU / Rick Bajornas

Chefe da ONU pede que líderes de Mianmar adotem ‘postura unificada’ contra o ódio

Um porta-voz das Nações Unidas disse segunda-feira (26) que o secretário-geral, António Guterres, está “chocado” com relatos de declarações atribuídas ao general U Min Aung Hlaing, de Mianmar. Reportagens da mídia sugerem que, em uma reunião militar, Hlaing disse que os rohingya não têm nada em comum com os outros grupos étnicos do país.

“Ele pede a todos os líderes em Mianmar que tomem uma posição unificada contra o incitamento ao ódio e promovam a harmonia comunitária”, disse o porta-voz da ONU.

De acordo com a UNCTAD, metade dos países em desenvolvimento não tem leis de proteção à privacidade online. Foto: Flickr/SimonQ (CC)

ONU: metade dos países em desenvolvimento não tem leis de proteção à privacidade online

A principal agência da ONU para a economia da globalização disse na quarta-feira (28) que as preocupações com a privacidade levantadas após a revelação de que uma empresa de marketing político teve acesso a milhões de dados de usuários do Facebook sem seu consentimento “ilustra que a maior parte dos países não está bem preparada para a economia digital”.

Isso é ainda mais preocupante tendo em vista que cerca de 90% dos novos usuários de Internet nos últimos cinco anos vivem em países em desenvolvimento — metade dos quais não têm legislação para proteger sua privacidade, de acordo com a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).

História de escrava inspirou centro de acolhimento para vítimas, que recebeu apoio de projeto do Banco Mundial. Foto: Banco Mundial

No Piauí, mulheres libertam-se da violência de gênero e recuperam a autoestima

Em 1770, a escrava Esperança Garcia fez história ao redigir uma petição ao presidente da Província de São José do Piauí, Gonçalo Lourenço Botelho de Castro. Em uma carta, denunciou os maus-tratos físicos dos quais ela e seu filho eram vítimas na Fazenda de Algodões.

Em homenagem à sua coragem, a Secretaria da Mulher da Prefeitura de Piauí deu seu nome ao primeiro Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência. Com o apoio do projeto “Lagoas do Norte: Melhorando a Governança Municipal e a Qualidade de Vida em Teresina”, realizado em parceria com o Banco Mundial, o centro tornou-se referência ao oferecer em um mesmo local atendimento multidisciplinar para vítimas de violência doméstica.

Secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, reúne-se com príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman Al Saud. Foto: ONU/Eskinder Debebe

ONU recebe US$1 bi de Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos para resposta à crise no Iêmen

O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou profunda gratidão pelos 930 milhões de dólares fornecidos na terça-feira (27) por Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos para o Fundo Humanitário do Iêmen.

Na segunda-feira (26), três anos depois de uma coalizão liderada pela Arábia Saudita intervir na guerra no país, Guterres disse que a escalada militar não é solução para o conflito, e pediu contenção para as partes envolvidas.

Foto: ONU/Rick Bajornas

ONU acompanha ações sobre diplomatas russos nos EUA

Um porta-voz das Nações Unidas confirmou na segunda-feira (26) que o órgão mundial estava ciente do anúncio pelo governo dos Estados Unidos de sua decisão de tomar medidas contra alguns diplomatas russos nos EUA.

“Essa ação pode exigir que esses diplomatas deixem o país”, disse Farhan Haq, porta-voz da ONU, a jornalistas durante coletiva de imprensa, citando o Acordo de Sede da ONU com os EUA, que rege as relações entre a organização e o país anfitrião.

Anália Tuxá, Lucely Morais e Maria do Socorro participam de reunião do projeto DGM, em Brasília. Foto: Banco Mundial/Juliana Braga

Lideranças femininas e saberes tradicionais dão força à preservação do Cerrado

Três mulheres líderes de povos indígenas e comunidades tradicionais estão unindo forças para manter viva a história de seus povos. Com o apoio do projeto Mecanismo de Doação Dedicado a Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais (DGM), a cacique Anália Tuxá, a quebradeira de coco-babaçu Maria do Socorro Lima e a quilombola Lucely Pio têm mobilizado suas comunidades para, juntas, realizarem o sonho de terem suas terras protegidas e tradições preservadas.

O projeto é liderado pelo Programa de Investimento Florestal (FIP), do Fundo de Investimento do Clima (CIF) administrado pelo Banco Mundial e executado pelo Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas.

Foto: Rede Esporte pela Mudança Social (REMS)

Rede de ONGs promove atividades esportivas gratuitas em espaços públicos pelo Brasil

Com a proposta de democratizar a atividade física e o lazer e em comemoração ao Dia Internacional do Esporte para o Desenvolvimento e pela Paz (6 de abril), a REMS – Rede Esporte pela Mudança Social, parceria entre Nike e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), promoverá a segunda edição do evento “Esporte na Rua”.

Os eventos, gratuitos e abertos ao público, ocorrerão em pontos espalhados pelo país. Haverá intervenções em 8 de abril (domingo) em São Paulo, Ribeirão Preto, Brasília e Fortaleza e em 7 de abril (sábado) em Curitiba e Rio de Janeiro, e toda a população será convocada a praticar esportes.

Mulheres indígenas brasileiras têm sido decisivas para avanço dos espaços de discussão política sobre direitos humanos desses povos. Foto ONU Mulheres/Bruno Spada

Mulheres indígenas de Brasil e Canadá discutem direitos e participação política em Brasília

Os direitos humanos das mulheres indígenas é tema de atividades que reunirão ativistas, representantes das Nações Unidas e parceiros a partir desta terça-feira (27) em Brasília (DF). Um dos pontos altos da programação é a troca de experiências entre 24 indígenas brasileiras e duas canadenses, vinculadas à organização não governamental NWAC – Native Women’s Association of Canada, na quarta e quinta-feira (28 e 29).

O encontro é resultado de parceria entre ONU Brasil e governo do Canadá com o objetivo para ampliar a articulação política e a colaboração entre mulheres indígenas dos dois países.

Svetlana Shuko mal pode sair da cama e luta para receber sua aposentadoria. Foto: ACNUR/Anastasia Vlasova

Idosos na Ucrânia lutam para receber aposentadoria em meio a conflito armado

Svetlana Shuko trabalhou por décadas na usina de carvão de sua cidade, poupando os rendimentos para ter uma pensão que a amparasse após a aposentadoria. Agora, com o conflito armado que divide a Ucrânia, oito meses se passaram desde a última vez em que a idosa de 78 anos recebeu algum dinheiro. Ela vive com câncer e não pode sair de casa.

“Quando meu marido estava vivo, eu não tinha medo. Agora eu me preocupo, pois se eu precisar me proteger no chão, nunca mais vou me levantar”, afirma a aposentada.

Muhammad Hussain aguarda reassentamento no Centro de Trânsito de Emergência em Timisoara, Romênia. Foto: ACNUR/Ioana Epure

Forçados a deixar a Síria, refugiados afegãos se mudam para a Romênia

Mais de 30 anos atrás, Muhammad Hussain, com apenas 23 anos, assumiu a responsabilidade de tirar sua esposa, mãe, dois irmãos e quatro irmãs do Afeganistão a fim de levá-los para um lugar seguro depois que a guerra eclodiu no país.

Foi o início de uma odisseia que os levou para a Turquia, para o Irã e, em 1989, para a Síria, país onde ele acreditava ter encontrado a paz. Ele começou a reconstruir sua vida graças ao trabalho árduo, primeiro na construção civil e, em seguida, em seus próprios negócios, que desmoronaram quando a guerra começou no país que ele chamava de casa.

Confira nessa matéria da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Laila Begum, de 25 anos, segura seu filho Josna Bibi de 10 meses. Foto: ACNUR/Roger Arnold

ONU precisa de US$951 milhões para ajudar refugiados rohingya em Bangladesh

Quando foram forçados a fugir da violência em Mianmar há seis meses, Mohammad Islam e sua família não tinham nada para comer e tiveram que dormir ao ar livre durante o período de ventos fortes.

Agora, morando em uma cabana coberta por um toldo da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o refugiado rohingya de 45 anos fala sobre o auxílio que recebeu e a luta pela sobrevivência ao lado de sua mulher e de seus cinco filhos.

As agências da ONU, incluindo o ACNUR e seus parceiros, lançaram um apelo conjunto na sexta-feira (23) para arrecadar 951 milhões de dólares a fim de atender as necessidades de cerca de 900 mil refugiados rohingya e de mais de 330 mil bengalis vulneráveis ​​nas comunidades de acolhimento.

No Dia Laranja, ONU Brasil defende atenção especializada a mulheres indígenas

No Dia Laranja pelo fim da violência contra as mulheres, lembrado a cada dia 25, a ONU Brasil chama a atenção para a situação das mulheres indígenas, e pede que elas sejam atendidas por serviços especializados que levem em conta suas especificidades.

Entre as atividades para lembrar a data, destaca-se o lançamento do documentário “Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça”, produzido pelo Grupo Temático de Gênero, Raça e Etnia da ONU Brasil e pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), com apoio da embaixada do Canadá.

Negra, mãe e socióloga, Marielle Franco (PSOL) atuava desde 2000 dentro das instituições da Maré, complexo de favelas do Rio de Janeiro, trabalhando com cultura e educação. Suas propostas abordavam questões de gênero, raça e cidade. Foto: Mídia Ninja (CC)

Assassinato de Marielle visa intimidar todos os que lutam pelos direitos humanos no Brasil, dizem relatores da ONU

Relatores da ONU disseram nesta segunda-feira (26) que consideram profundamente alarmante o assassinato da vereadora Marielle Franco, mulher negra e proeminente defensora de direitos humanos que criticou o uso da força militar no Rio de Janeiro.

A vereadora era uma crítica feroz do decreto de 16 de fevereiro, que autoriza a intervenção federal em questões de segurança pública no estado do Rio de Janeiro.

“O assassinato de Marielle é alarmante, já que ele tem o objetivo de intimidar todos aqueles que lutam por direitos humanos e pelo Estado de direito no Brasil”, disseram os relatores em comunicado conjunto.

Refugiado sírio é atendido pela ONG Compassiva, parceira do ACNUR em projeto de revalidação de diplomas de pessoas refugiadas. Foto: ACNUR/Gabo Morales

ACNUR elogia lei em SP que isenta refugiados de taxas para revalidar diplomas de nível superior

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sancionou neste mês (21) a lei 16.685, que isenta refugiados do pagamento das taxas exigidas para a revalidação de diplomas de Ensino Superior. Com a legislação, estrangeiros vivendo em condição de refúgio poderão autenticar gratuitamente, junto às universidades públicas paulistas, os seus certificados de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado. Decisão foi celebrada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Esta jovem mãe andou 20 dias de Diinsoor, na Somália, com seus sete filhos para o campo de refugiados de Hagadera, em Dadaab, no Quênia. Depois que o gado de seu marido morreu por causa da seca na Somália, ela foi para Dadaab devido à fome. Foto: OCHA/Meridith Kohut

Seca e conflitos aumentaram a fome de milhões em 2017, alerta novo relatório

Impulsionados principalmente por desastres climáticos e conflitos, os níveis de fome aumentaram em 2017, deixando cerca de 124 milhões de pessoas em 51 países enfrentando crises de fome. Esse número representa 11 milhões a mais do que no ano anterior, segundo um novo relatório apoiado pelas Nações Unidas.

Apresentado pela FAO, Programa Mundial de Alimentos (PMA) e União Europeia, o Relatório Global sobre Crises Alimentares revelou que as emergências alimentares são cada vez mais determinadas por causas complexas como conflitos, choques climáticos e preços elevados de alimentos básicos – fatores que, muitas vezes, agem ao mesmo tempo.

Crianças de Cidade do Cabo, na África do Sul na década de 1980, quando o casamento inter-racial era ilegal no país. Foto: ONU

Em data contra discriminação racial, ONU pede promoção da tolerância e respeito à diversidade

Pessoas em todo o mundo estão sendo encorajadas pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, a pensar em como podem promover melhor a tolerância, a inclusão e o respeito pela diversidade.

Apesar dos avanços, Guterres listou questões urgentes pendentes, como a desigualdade de gênero; o “aumento alarmante” da xenofobia, do racismo e da intolerância; e um ressurgimento dos partidos políticos de extrema-direita e dos pontos de vista neonazistas.

“De insultos e humilhações a crimes de ódio e massacres, das dificuldades de se obter acesso ao mercado de trabalho às práticas racistas institucionalizadas, a discriminação racial assume muitas formas, que às vezes são extremamente brutais, enquanto em outras são ocultas e dissimuladas”, acrescentou a chefe da UNESCO, Audrey Azoulay.

Relatório foi lançado durante evento no Fórum Mundial da Água. Foto: Jorge Cardoso/8º FMA

Relatório da UNESCO indica soluções baseadas na natureza para uma melhor gestão da água

A infraestrutura cinza, ou seja, aquela construída pelo homem, foi por muito tempo considerada a principal forma de gestão da água no mundo. No entanto, soluções baseadas na natureza muitas vezes podem ser mais eficientes em termos de custo-benefício, de acordo com o coordenador e diretor do Programa Mundial de Avaliação dos Recursos Hídricos (WWAP, na sigla em inglês) da UNESCO, Stefan Uhlenbrook.

Em entrevista ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) durante o Fórum Mundial da Água em Brasília (DF), o especialista afirmou que a chamada infraestrutura verde, ou soluções baseadas na natureza, como a agricultura de conservação, é subutilizada globalmente, respondendo por apenas 5% dos investimentos no setor de água.

Jovens de todo o mundo de até 25 anos podem inscrever vídeos de até cinco minutos no Festival Plural+. Organizado pela Aliança de Civilizações das Nações Unidas (UNAOC) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM), o Festival busca vídeos criativos sobre inclusão social, migrantes, respeito à identidade, à diversidade e aos direitos humanos, bem como prevenção da xenofobia. Prazo é dia 3 de junho.

Abertas inscrições do Festival de Vídeo da ONU Plural+ para jovens de até 25 anos

Jovens de todo o mundo de até 25 anos podem inscrever vídeos de até cinco minutos no Festival Plural+. Organizado pela Aliança de Civilizações das Nações Unidas (UNAOC) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM), o Festival busca vídeos criativos sobre inclusão social, migrantes, respeito à identidade, à diversidade e aos direitos humanos, bem como prevenção da xenofobia. Prazo é dia 3 de junho.