O ativista indiano Kailash Satyarthi durante o lançamento da iniciativa "100 Milhões por 100 Milhões" no Brasil. Foto: OIT

No dia do combate ao trabalho infantil, OIT se une a campanha de Nobel da Paz

A iniciativa “100 Milhões por 100 Milhões” foi lançada na segunda-feira (12) em Brasília com a presença do ativista indiano que é ícone na luta contra o trabalho infantil, Kailash Satyarthi, e do diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil.

O objetivo da iniciativa é mobilizar 100 milhões de pessoas, especialmente os jovens, para lutar pelos direitos de 100 milhões de crianças que vivem na extrema pobreza, sem acesso à saúde, educação e alimentação, em situação de trabalho infantil e completa insegurança.

Foto: UNODC

Agência da ONU promove treinamento no Rio para prevenção da violência por meio do esporte

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) realiza nesta terça e quarta-feira (13 e 14) uma atividade de formação para treinadores esportivos e professores de educação física no Estádio de Remo da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.

O treinamento faz parte do projeto “Vamos Nessa”, que reforça a resiliência de jovens em situação de risco por meio do estímulo ao desenvolvimento de esportes e de habilidades para a vida.

Maha, uma jovem apátrida que participou da Consulta Regional sobre Juventude, Paz e Segurança, promove ativamente o direito de cada pessoa a ter uma nacionalidade. Foto: Miguel Trancozo

Consulta no Panamá reúne jovens latino-americanos para discutir paz e segurança

Os principais desafios enfrentados pelos jovens na América Latina e no Caribe se concentram em questões de segurança, equidade e governança — elementos fundamentais para avançar em direção à paz sustentável. Nesse contexto, 63 jovens de diferentes países da região participaram da primeira Consulta Regional sobre Juventude, Paz e Segurança, realizada entre os dias 28 de maio e 1º de junho na Cidade do Panamá. O relato foi feito pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Os filmes “Exodus: de onde eu vim não existe mais” e “Bem-vindo ao Canadá” foram exibidos na primeira noite da mostra internacional de filmes “Olhares sobre o Refúgio” no Rio de Janeiro. Foto: ACNUR/Diogo Félix.

Mostra de cinema ‘Olhares sobre o Refúgio’ é lançada no Rio de Janeiro com casa cheia

Depois de passar com sucesso por Curitiba (PR), a mostra de cinema internacional “Olhares sobre o Refúgio” chegou ao Rio de Janeiro. Cerca de 60 pessoas encheram o pátio do Instituto Oi Futuro, no Flamengo, para assistir aos filmes da noite de abertura: “Bem-vindo ao Canadá” e “Exodus: de onde eu vim não existe mais”.

Evento promovido pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e parceiros abre ampla e variada programação cultural em celebração ao Dia Mundial do Refugiado na capital fluminense.

Wissam com o filho e a esposa. Foto: ACNUR/Zsolt Balla

Após transferência da Áustria para Croácia, iraquianos conseguem status de refugiado e reconstroem suas vidas

Após chegarem à Áustria, conseguirem ocupações e aprenderem alemão, os iraquianos Wissam e Ali foram transferidos para a Croácia devido a uma decisão da União Europeia. A mudança foi inicialmente vista como negativa, mas, após serem oficialmente reconhecidos como refugiados no novo país, a dupla conseguiu o direito de trazer suas famílias do Iraque para a Europa, através do processo conhecido como reunião familiar.

Fatmeh com quatro de seus oito filhos. Foto: ACNUR/Benoit Almeras

Rombo de mais de US$ 1 bilhão no orçamento do ACNUR ameaça assistência para sírios na Jordânia e no Líbano

A síria Fatmeh encontrou refúgio na Jordânia há cinco anos. Separada do marido e forçada a criar seus oito filhos sozinha, sua vida tem sido uma constante batalha para manter um teto sob suas cabeças, colocar comida na mesa e prestar cuidados especiais para uma das crianças que tem câncer na bexiga.

Eles são uma das 30 mil famílias de refugiados sírios que vivem na Jordânia e que recebem assistência financeira mensal da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Atualmente, um déficit de mais de 1 bilhão de dólares no orçamento da agência põe em risco a continuidade desse programa, que ainda beneficia outras 30 mil famílias de sírios vivendo no Líbano.

UNRWA promove eventos recreativos com o objetivo de diminuir o estresse de crianças na Faixa de Gaza. Foto: UNRWA

Secretário-geral rebate críticas feitas à agência da ONU para refugiados da Palestina

O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou preocupação com críticas recentes feitas à Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) e sobre a integridade de suas operações.

Segundo o porta-voz de Guterres, Farhan Haq, o secretário-geral expressou seu apoio à agência e sua admiração pelo papel que ela tem em fornecer serviços essenciais e proteção aos direitos de milhões de refugiados palestinos no Oriente Médio.

Famílias iraquianas fugindo do leste de Mossul através do complexo da Universidade de Mossul, recentemente libertada. Foto: ACNUR/Ivor Prickett

Mais de 200 civis foram assassinados em apenas três dias em Mossul, no Iraque

Relatórios confiáveis indicam que pelo menos 231 civis que tentaram fugir do oeste de Mossul, no Iraque, foram mortos desde 26 de maio, incluindo pelo menos 204 em três dias apenas na semana passada.

“Atirar em crianças enquanto tentam correr em segurança com suas famílias – não há palavras de condenação fortes o suficiente para atos tão desprezíveis”, disse o alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein.

Fundadora do Black Lives Matter diz que leis internacionais podem ajudar países a enfrentar o racismo

As leis internacionais de direitos humanos podem ajudar os países a enfrentar problemas de racismo estrutural, como a impunidade nos assassinatos de negros cometidos pela polícia. A opinião é da norte-americana Opal Tometi, uma das fundadoras do movimento global Black Lives Matter.

“A realidade é que o racismo contra os negros é um fenômeno global, e parece ser diverso em cada contexto”, disse, em entrevista ao Escritório de Direitos Humanos da ONU. “No Brasil, estamos presenciando mais negros desarmados serem mortos pela ação da lei. Em lugares como a França, existem milhares de negros africanos sem-teto em busca de asilo, forçados a criar seu próprio campo de refugiados sob as pontes de Paris”. Leia a entrevista.

Foto: Jordan Hay

Fugindo da violência, das gangues e do ‘imposto de guerra’, família deixa Honduras

“Massacres acontecem o tempo todo em Honduras. Quando o mara Salvatrucha [mara é como são conhecidas as gangues] chegou na área onde eu morava, as duas gangues rivais estavam atirando, no meio do dia, sem se importarem com civis e crianças inocentes que estavam por perto. Os maras queriam ‘limpar’ o bairro, e assim, uma média de seis ou sete pessoas eram assassinadas todo dia”, conta Eduardo, que hoje vive no México e cuja família é apoiada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

No Ceará, homicídios de adolescentes se concentram em alguns poucos territórios, nas áreas mais vulneráveis das cidades. Foto: EBC

UNICEF apresenta perfil de adolescentes assassinados no Ceará em 2015

No Ceará, homicídios de adolescentes se concentram em alguns poucos territórios, nas áreas mais vulneráveis das cidades. A maioria das vítimas de homicídios são meninos (97,95%) e negros ou pardos (65,75%). Eles são pobres – 67,1% viviam em lares com renda familiar entre um e dois salários mínimos e 68,7% eram beneficiados pelo programa Bolsa Família.

As informações constam em estudo divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Bosco, de 35 anos, atende criança no centro de saúde do assentamento de Nakivale, Uganda. Foto: ACNUR/Rocco Nuri

Refugiado do Burundi atua como enfermeiro em assentamento de Uganda

Refugiado do Burundi, Bosco tem 35 anos e trabalha como enfermeiro no centro de saúde do assentamento de Nakivale, localizado a aproximadamente 300 km a leste de Kampala, capital de Uganda.

Ele está agradecido e surpreso pela recepção calorosa que encontrou em Uganda. “Nunca pensei que poderia encontrar um trabalho tão gratificante e seguir meu sonho em um pais estrangeiro”, declarou à Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Detalhe da Grande Mesquita de Medan, na Indonésia. Foto: zolsimpression/Flickr/CC

ONU manifesta preocupação com intolerância religiosa e à comunidade LGBT na Indonésia

Escritório de direitos humanos da ONU demonstrou preocupação com recente perseguição, prisão arbitrária, detenção e maus-tratos de pessoas percebidas como homossexuais na Indonésia.

Em outro comunicado, grupo de especialistas independentes das Nações Unidas pediram revogação das leis que punem a blasfêmia e que estão promovendo o aumento do número de pessoas detidas no país por suas crenças.