Vista aérea de Boa Vista, Roraima. Foto: EBC

Venezuelanas e brasileiras farão grafite em Boa Vista (RR) pelo fim da violência contra mulheres

No marco dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Secretaria de Estado do Trabalho e Bem-Estar Social de Roraima (SETRABES) promovem na terça e quarta-feira (5 e 6), a partir das 9h, a grafitagem de um muro em Boa Vista (RR), com a participação mulheres venezuelanas e brasileiras.

Amina J. Mohammed, vice-secretária-geral da ONU, junto a Tokyo Sexwale, um dos membros da Fundação Nelson Mandela, no local onde Mandela e seus companheiros estiveram encarcerados durante quase duas décadas. Foto: cortesia de Obed Zilwa/Fundação Nelson Mandela

‘Longa caminhada para liberdade’ das mulheres e meninas não acabou, diz vice da ONU na África do Sul

Para Amina Mohammed, debate sobre o tema deve começar em lares e comunidades. “Assim como o mundo se uniu para apoiar o fim da subjugação com base na raça neste grande país, hoje precisamos nos unir para criar um novo movimento que lute pela verdadeira igualdade, em todos os lugares”, disse. Em Joanesburgo, vice-secretária-geral das Nações Unidas também chamou a atenção internacional para necessidade de apoio ao Zimbábue.

Uma das bombas de água manual em torno do leste de Ghouta serve como uma das poucas fontes de água na área sitiada. A água não é testada nem purificada por falta de recursos, devido à insegurança. Foto: UNOCHA

Síria: negociações apoiadas pela ONU seguem até meados de dezembro

Não será “apenas uma rodada normal de negociações”. Esta é a análise de Staffan de Mistura, o enviado especial das Nações Unidas para a Síria, que insistiu que não deve haver condições prévias para a atual rodada de discussões destinadas a resolver o conflito sírio. A guerra já dura mais de seis anos e resultou em um imenso sofrimento humano. “Estamos falando sobre as regras do jogo e, portanto, reafirmamos: sem pré-condições.”

O representante regional do UNODC, Rafael Franzini, assina memorando de entendimento com SUBEL. Foto: UNIC Rio/Julia De Cunto

ONU e Rio firmam parceria para prevenir violência entre jovens por meio do esporte

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) assinou nesta sexta-feira (1) durante evento na capital fluminense um memorando de entendimento com a Subsecretaria de Esportes e Lazer da cidade do Rio de Janeiro para formalizar a cooperação no âmbito do programa “Vamos Nessa”, iniciativa global do escritório da ONU que utiliza a prática esportiva como meio para prevenir a violência e a criminalidade entre jovens.

Joung-ah Ghedini-Williams entrevista refugiados rohingya em centro de transição do ACNUR em Bangladesh. Foto: ACNUR/Roger Arnold

ARTIGO: Carta de um campo de refugiados em Bangladesh

A coordenadora para resposta de emergência da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Joung-ah Ghedini-Williams, está em Bangladesh, país que recebeu nos últimos meses cerca de 620 mil refugiados rohingyas, vítimas de perseguições em Mianmar. Ela escreveu um depoimento após passar um dia no campo de Kutupalong, em Cox’s Bazar.

“Imagine o horror de tentar sobreviver, tentar alimentar seus filhos e manter algum senso de conforto enquanto você está perdendo seus entes queridos, ou observando sua casa sendo incendiada e reduzida a cinzas. Esta é a realidade de algumas pessoas que conheci aqui em Bangladesh”. Leia o depoimento completo.

Jean-Pierre Lacroix, subsecretário-geral da ONU para operações de paz, em visita ao Brasil. Foto: UNIC Rio/Luise Martins

Chefe de operações de paz diz que ONU precisará de contribuições do Brasil

Em visita oficial ao Brasil, o subsecretário-geral da ONU para as operações de paz, Jean-Pierre Lacroix, afirmou estar convencido de que as Nações Unidas precisarão de contribuições do Brasil em missões do organismo internacional. Dirigente participou no Rio de Janeiro de seminário da ONU e do governo sobre os 13 anos da participação brasileira na MINUSTAH, a Missão de Estabilização no Haiti.

Iniciativa do Instituto Avon, em parceria com a ONU Mulheres, dá voz a histórias reais por meio de depoimentos e músicas. Foto: Reprodução

Em parceria com a ONU, Instituto Avon lança série de vídeos sobre violência contra mulheres

Campanha do Instituto Avon, em parceria com a ONU Mulheres, lançou na quarta-feira (29) o primeiro de uma série de vídeos para a web com histórias reais de mulheres que enfrentaram situações de violência.

A produção faz parte da programação oficial da mobilização mundial 16 dias de ativismo. A atriz Luiza Brunet é protagonista do primeiro episódio sobre violência moral e exposição da vida íntima.

Botes feitos com bambus e galões de água levam rohingyas para Bangladesh. Foto: ACNUR/Andrew McConnell

ACNUR expressa preocupação com viagens em embarcações precárias de refugiados rohingya

Mais de 30 botes improvisados chegaram a Bangladesh na segunda semana de novembro, trazendo, em condições precárias, cerca de mil indivíduos. A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) expressou preocupação com o número cada vez maior de pessoas que se arriscam para fugir de Mianmar, país vizinho e ponto de partida de milhares de rohingyas, um grupo étnico e religioso ameaçado por perseguições.

Foto de capa do vídeo: crianças durante atividades recreativas realizadas por militares brasileiros da missão da ONU no Haiti, em Porto Príncipe. Foto: ONU/Marco Dormino (2010)

ESPECIAL: Brasil no Haiti – um país mais seguro e estável

A Missão da ONU no Haiti – conhecida pela sigla MINUSTAH – foi estabelecida em abril de 2004 para garantir um ambiente seguro e estável ao país caribenho. Inicialmente, a missão foi autorizada a mobilizar até 6,7 mil militares, com seu braço militar sempre sob o comando do Brasil.

No total, 37.500 militares brasileiros — sendo 213 mulheres — atuaram no Haiti. No âmbito da Marinha, ao longo dos 13 anos da missão, foi enviado um total de 6.135 militares, divididos por 26 contingentes. Confira os detalhes nesse vídeo especial realizado pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) e pela Marinha do Brasil.

Marcha das Vadias de 2015 no Rio de Janeiro, contra o machismo e a violência de gênero. Foto: Mídia Ninja

Agência da ONU para Refugiados apoia campanha pelo fim da violência sexual e de gênero

Em meio à campanha 16 Dias de Ativismo Contra Violência Sexual e de Gênero, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) está liderando e participando de atividades como oficinas, debates e treinamentos em três capitais brasileiras.

Os eventos buscam estimular a conscientização sobre a necessidade de erradicar a violência sexual e de gênero, assim como alertar sobre suas graves consequências. A campanha acontece no mundo inteiro até 10 de dezembro.

Lacroix falou a mais de 100 pessoas, entre militares e civis, no auditório do Ministério da Defesa em Brasília. Foto: Ministério da Defesa/Alexandre Manfrim

Em Brasília, subsecretário-geral da ONU aponta desafios e respostas ao futuro das missões de paz

O subsecretário-geral da ONU para missões de paz, Jean-Pierre Lacroix, afirmou que essas operações das Nações Unidas têm quatro principais desafios a serem superados nos próximos anos, e apontou possíveis respostas a cada um deles.

Para Lacroix, os principais desafios que a ONU e seus Estados-membros devem enfrentar no âmbito das missões de paz envolvem a ênfase na dimensão política, novo foco para os mandatos, uma revisão estratégica e as parcerias dessas missões.

Foto de 2008 mostra meninas afro-colombianas deslocadas no bairro de Famílias em Ação, na cidade colombiana de Tumaco. Foto: ACNUR/ Marie-Helene Verney

ONU alerta para aumento dos assassinatos de líderes comunitários na Colômbia

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) alertou para o aumento do número de assassinatos e de ameaças contra defensores dos direitos humanos e líderes comunitários na região da Costa do Pacífico da Colômbia. Na maior parte dos casos, as vítimas pertencem às comunidades indígenas e afro-colombianas.

A implementação do acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), anunciado em 2016, significou muitos desafios para as comunidades afetadas pela presença de grupos armados e de atividades ilícitas como tráfico de drogas e extração ilegal de minérios. O vazio de poder deixado pela desmobilização das FARC transformou muitas áreas em territórios em disputa entre grupos armados ilegais, novos e antigos, de acordo com a agência da ONU.

ONU e federação de jornalistas conscientizam profissionais sobre violência e estereótipos de gênero

Ao longo dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e a ONU Mulheres promoverão ações de conscientização sobre a cobertura de episódios de violência de gênero. Objetivo da iniciativa, voltada para profissionais de mídia, é melhorar o trabalho de repórteres que divulgam informações sobre esse tipo de violação, contribuindo para eliminar estereótipos e representações preconceituosas.

Projeto do UNODC visa a prevenir a violência por meio das práticas esportivas. Foto: UNODC

ONU reúne profissionais esportivos internacionais no Rio para discutir prevenção à violência

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) realiza até 1º de dezembro no Rio de Janeiro uma missão de intercâmbio de experiências sobre prevenção ao crime e às drogas por meio dos esportes.

O evento terá a participação de profissionais de educação física, gestores esportivos e especialistas de países como África do Sul, Bangladesh, Bélgica, Colômbia, Índia, Quirguistão, Palestina, Peru, República Dominicana e Uganda.

Insegurança em campus da UnB já foi motivo de protestos dos alunos, em 2013. Foto: Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom

Governo do DF e agências da ONU combatem violência contra mulheres na capital brasileira

Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), ONU Mulheres e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) participaram no sábado (25), Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, da assinatura de um protocolo de intenções com o governo do Distrito Federal tendo como objetivo desenvolver uma série de ações de combate a esse problema na capital do país.

A família de Tatiana, na Ucrânia, foi destruída pelos abusos do marido. Ele já se foi, mas ela e as seis crianças ainda tentam reconstruir a vida. Foto: UNFPA/Maks Levin

Fundo de População da ONU reúne relatos de mulheres que viveram situações de violência

Neste sábado (25), começa em todo o mundo a campanha anual de 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Baseada em Gênero. No Brasil, o lançamento aconteceu um pouco mais cedo, na segunda-feira (20), Dia da Consciência Negra, para lembrar que as mulheres negras brasileiras são as principais vítimas deste tipo de agressão. Como parte da iniciativa global, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) reuniu relatos de mulheres de diferentes lugares do mundo sobre o tema.

Phumzile Mlambo-Ngcuka, diretora-executiva da ONU Mulheres, ao lado de António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas. Foto: Eskinder Debebe

ONU pede fim da impunidade para a violência de gênero

Em pronunciamento em Nova Iorque para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, lembrado no próximo 25 de novembro, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, defendeu a igualdade de gênero e o empoderamento feminino como soluções para as violações dos direitos das mulheres.

“Em todo o mundo, mais de uma a cada três mulheres enfrentará violência ao longo de suas vidas; 750 milhões de mulheres se casaram antes de completar 18 anos e mais de 250 milhões foram submetidas à mutilação genital feminina”, lembrou o dirigente máximo do organismo internacional.

MINUSTAH realiza sua última patrulha no bairro de Bel Air, Porto Príncipe. Foto: ONU/MINUSTAH/ Jesús Serrano Redondo

ONU convida Brasil a participar de missão de paz na República Centro-Africana

O secretário-geral da ONU, António Guterres, convidou oficialmente o Brasil na quarta-feira (22) a participar da missão de paz na República Centro-Africana (RCA) com 750 militares, afirmou o último comandante das forças militares das Nações Unidas no Haiti, o general brasileiro Ajax Porto Pinheiro.

Em evento realizado nesta quinta-feira (23) no Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), na capital fluminense, o general disse esperar que o Brasil aplique na República Centro-Africana as lições aprendidas em 13 anos de liderança militar da Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti (MINUSTAH).

Lei brasileira permite o casamento de meninas com qualquer idade em caso de gravidez. Foto: EBC

No Nordeste, 17% das mulheres já foram agredidas fisicamente, revela ONU

Às vésperas do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, lembrado em 25 de novembro, a ONU Mulheres divulgou nesta quinta-feira (23) uma pesquisa que revela que 27% de todas as brasileiras do Nordeste com idades entre 15 e 49 anos já foram vítimas de violência doméstica ao longo da vida.

Na região, 17% das mulheres já foram agredidas fisicamente pelo menos uma vez. Salvador, Natal e Fortaleza ostentam o título negativo de cidades mais violentas para as mulheres.