Sessão especial do Conselho de Direitos Humanos sobre a deterioração da situação nos territórios palestinos ocupados em 18 de maio em Genebra. Foto: ONU/Elma Okic

Uso da força contra manifestantes palestinos em Gaza foi ‘totalmente desproporcional’, diz ONU

Uma sessão especial do Conselho de Direitos Humanos da ONU foi encerrada nesta sexta-feira (18) com uma resolução dos Estados-membros para investigar semanas de violência na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza, que deixou quase 100 palestinos mortos e milhares de feridos.

O rascunho da resolução pediu que o Conselho “investigue todas as alegadas violações e abusos da lei humanitária internacional e da lei de direitos humanos internacional” nos territórios palestinos ocupados e, particularmente, na Faixa de Gaza, desde 30 de março. A data marcou o início das manifestações na fronteira com Israel, denominadas “Grande Marcha do Retorno”.

Campanha pelos direitos sexuais e reprodutivos ‘Ela decide’ será exibida em cinema de Brasília

Em parceria com a equipe do documentário “Chega de Fiu Fiu”, um vídeo da campanha “Ela Decide” para empoderamento de jovens e mulheres sobre direitos sexuais e reprodutivos será exibido em um cinema em Brasília (DF) no dia 27.

A campanha é a primeira ação da Aliança pela Saúde e Pelos Direitos Sexuais e Reprodutivos no Brasil, iniciativa das empresas Bayer, MSD e Semina e do Instituto Ethos, com o apoio do UNFPA no Brasil e da Embaixada dos Países Baixos.

Jovens grafiteiros do DF criam um painel com o tema Juventude Negra e a Paz, em comemoração ao Dia Internacional da Juventude, nos muros do Complexo Sergio Vieira de Mello, na Casa da ONU. Foto: EBC/José Cruz

Brasil sobe duas posições e passa a ter 7ª maior taxa de homicídios das Américas, diz OMS

O Brasil subiu duas posições entre 2015 e 2016 e passou a ter a sétima maior taxa de homicídio da região das Américas, com um indicador de 31,3 mortes para cada 100 mil habitantes, de acordo com relatório publicado nesta sexta-feira (18) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo a publicação “World Statistics 2018”, que apresenta as mais recentes estatísticas mundiais de saúde, o país das Américas com maiores índices de homicídios é Honduras, com uma taxa de 55,5 mortes para cada 100 mil habitantes. Em seguida está a Venezuela (49,2), que passou a ficar na segunda posição do ranking, antes ocupada por El Salvador (46), atualmente em terceiro lugar.

Representantes de empresas contribuíram para o debate sobre anticorrupção. Foto: Pacto Global/Ricardo Jayme

Pacto Global debate papel de empresas, governos, ONGs e universidades no combate à corrupção

O combate à corrupção é uma responsabilidade da sociedade como um todo e, por isso, governos, empresas, universidades e ONGs devem se unir para buscar soluções ao problema. Essa foi a tônica do painel “Combate à Corrupção nas Empresas”, que reuniu representantes desses setores durante o Fórum Pacto Global – 15 anos da Rede Brasil, realizado na quarta-feira (16) no Museu de Arte de São Paulo (MASP).

Refugiada LGBTI que foi forçada a fugir da violência e da discriminação em Honduras pinta as unhas de uma amiga em um abrigo em Tenosique, no México. Foto: ACNUR/Markel Redondo

Mulher trans de El Salvador encontra refúgio e uma nova vida na Guatemala

Carolina é uma adolescente transgênero de El Salvador. Na capital do país, San Salvador, onde vivia, a jovem foi abandonada pela família e ameaçada por gangues de rua. Hoje, ela vive como solicitante de refúgio na Guatemala e luta pelos direitos humanos das pessoas LGBTI.

Neste 17 de maio, Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) reafirma seu empenho em proteger os direitos de gays, lésbicas, bissexuais, pessoas trans e intersexo em situação de deslocamento forçado.

No Dia Internacional contra a LGBTIfobia, o músico brasileiro Johnny Hooker foi nomeado Campeão da Igualdade da Campanha Livres & Iguais no Brasil. Foto: PNUD/Ismália Afonso

ONU e missões diplomáticas no Brasil lembram Dia Internacional contra a LGBTIfobia

O Sistema ONU no Brasil, a delegação da União Europeia no país e missões diplomáticas em Brasília (DF) lembram nesta quinta-feira (17) o Dia Internacional contra a LGBTIfobia – Discriminação contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, pessoas Trans e Intersexo (IDAHOT).

A bandeira arco-íris, símbolo da luta pelos direitos das populações LGBTI, foi hasteada em algumas das representações participantes da campanha. Houve ainda um ato contra a LGBTIfobia na Casa da ONU, com a nomeação do músico brasileiro Johnny Hooker como Campeão da Igualdade da Campanha Livres & Iguais no Brasil.

Venezuelanos vivendo em tendas em Roraima. Foto: ONU Meio Ambiente/Daniel Stothart

Fundo de População da ONU promove atividades para integrar comunidades LGBTI em Roraima

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) realiza nesta quinta-feira (17), em Boa Vista (RR), ações de interação com a comunidade LGBTI do Brasil e da Venezuela. A atividade foi articulada com lideranças e organizações que atuam na promoção e defesa dos direitos humanos deste segmento populacional.

O objetivo é lembrar o Dia Internacional de Combate à LGBTIfobia, além de iniciar um levantamento das principais demandas de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexos no contexto da crise humanitária e de emergência.

Todos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, lembrou o PNUD. Foto: PNUD

Agências da ONU defendem direitos de lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexo

Neste Dia Internacional contra Homofobia, Bifobia e Transfobia, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) se posicionaram ao lado de todos os membros de comunidades lésbicas, gays, bissexuais, transgênero e intersexo (LGBTI) de todo o mundo.

“Toda pessoa, sem nenhuma distinção em qualquer esfera, tem o direito de viver livre de violência, perseguição, discriminação e estigma de qualquer tipo. Direitos humanos são universais. Práticas culturais, religiosas e morais e atitudes sociais não devem ser invocadas para justificar violações de direitos humanos de nenhum grupo, incluindo contra pessoas LGBTI”, disse em comunicado Natalia Kanem, diretora-executiva do UNFPA.

Hospital de Ash Shifa, Gaza, em 11 de maio de 2018. Foto: OCHA

Serviços médicos de Gaza estão sobrecarregados e sem medicamentos, diz ONU

Equipes médicas em Gaza estão ficando sem materiais para atender os feridos, após o dia mais mortífero de protestos neste ano contra a ocupação realizados na fronteira com Israel, disseram agências da ONU na terça-feira (15).

Depois que 58 palestinos foram assassinados e outros 1,3 mil ficaram feridos por forças israelenses na segunda-feira, o porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tarik Jasarevic, disse que medicamentos que salvam vidas eram “urgentemente necessários”.

Palestinos feridos em protestos de 14 de maio de 2018 recebem atendimento médico em Gaza. Foto: OCHA

Conselho de Segurança pede calma após assassinato de palestinos pelas forças de Israel em Gaza

O Conselho de Segurança da ONU, em reunião de emergência na terça-feira (15), pediu calma na Faixa de Gaza após o assassinato de dezenas de palestinos na segunda-feira (14) durante protestos perto da fronteira com Israel.

“Para a população de Gaza, ontem foi um dia de tragédia”, disse o coordenador especial da ONU para o processo de paz no Oriente Médio, Nickolay Mladenov, aos membros do Conselho.

De acordo com a imprensa internacional, ao menos 60 pessoas, incluindo seis crianças, foram assassinadas e mais de 1,3 mil ficaram feridas na segunda-feira no enclave palestino ocupado por Israel, cujas tropas utilizaram munição letal, balas de borracha e gás lacrimogêneo contra manifestantes.

Em dia contra a homofobia, UNAIDS pede parcerias pelo fim da discriminação

Na ocasião do Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia (IDAHOT), lembrado na quinta-feira (17), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pediu o fortalecimento de parcerias para apoiar lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e intersexuais (LGBTI) e suas famílias vivendo com HIV ou enfrentando discriminação.

“O estigma, a discriminação e a violência social e física contra as minorias sexuais e de gênero impedem que essas pessoas tenham acesso aos serviços de saúde”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS. “Todas as pessoas têm direito à saúde, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero. Para isso, precisamos de zero discriminação para todos, em todos os lugares.”

Eleitor em local de votação em Erbil, na região do Curdistão, no Iraque, participando das primeiras eleições nacionais desde que os militares iraquianos declararam a vitória sobre o Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL), no final de 2017. Foto: ONU/UNAMI

Iraque: chefe da ONU elogia realização da primeira eleição legislativa após derrota do Estado Islâmico

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, parabenizou o povo iraquiano pela realização das primeiras eleições parlamentares nacionais, no último sábado (12), desde que o país declarou vitória sobre o Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL/Dae’sh) no final do ano passado. ONU forneceu assistência técnica à Comissão Eleitoral Independente do Iraque.

Casos de boas práticas de empresas como Fundação Renova, MRV, Unimed BH, Localiza e Siemens foram apresentados durante o workshop. Foto: FIEMG

Rede Brasil do Pacto Global promove workshop em MG sobre avaliação de riscos de corrupção

O combate à corrupção em todas suas formas está entre as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Para engajar o setor privado em torno do tema, a Rede Brasil do Pacto Global, em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), promoveu no início de abril (4), em Belo Horizonte, um workshop sobre avaliação de riscos de corrupção.

O treinamento é realizado com base no “Guia de avaliação de risco de corrupção”, produzido pelo Pacto Global da ONU e traduzido para o português pela Rede Brasil.

Forças de paz da missão da ONU na República Centro-Africana (MINUSCA) em patrulha na capital do país, Bangui. Foto: ONU/MINUSCA

Fim da violência na República Centro-Africana ainda está distante, diz ONU

Na República Centro-Africana, o fim da violência e a garantia de estabilidade ainda são objetivos difíceis de serem alcançados, apesar dos esforços de diversos atores, disse um oficial sênior da ONU ao Conselho de Segurança.

O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) descreveu a República Centro-Africana como “um país frágil” devastado por anos de conflito e que enfrenta desafios estruturais e econômicos.

Vítimas de tráfico humano. Foto: ONU/Martine Perret

No Brasil, especialistas veem fragilização de serviços para mulheres vítimas de tráfico de pessoas

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) participou no início do mês de encontro para debater a assistência dada pelo Brasil a vítimas de tráfico internacional. Evento em Brasília reuniu representantes do Judiciário e do Executivo para discutir marcos sul-americanos que podem melhorar políticas públicas do país. Especialistas alertaram para momento de fragilização das instituições que prestam serviços para quem sofreu esse tipo de violação.

Foto: UNODC

Agência da ONU incentiva ONGs brasileiras a adotar esporte para prevenir crime entre jovens

Como parte de seus esforços globais para promover o esporte na prevenção do crime juvenil, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) oferece apoio, por meio de doações, a iniciativas locais de organizações não governamentais. Uma das ações selecionadas foi lançada recentemente no bairro da Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.

A ONG brasileira Instituto Companheiros das Américas (ICA) está implementando o Programa Vencer, que liga esportes à empregabilidade através do treinamento de habilidades empreendedoras para jovens em situação de risco. A iniciativa visa ajudar jovens a desenvolver habilidades necessárias para ingressar no mercado de trabalho ou reingressar no sistema de educação formal, fortalecendo sua resiliência ao crime e à violência, ao mesmo tempo em que apoia a comunidade como um todo.

Protestos na Faixa de Gaza no dia 14 de maio de 2018. Foto: OCHA

ONU condena violência das forças de segurança israelenses contra palestinos em Gaza

O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) condenou nesta terça-feira (15) o que chamou de “terrível e mortal” violência na Faixa de Gaza na segunda-feira (14), quando ao menos 58 palestinos foram mortos e 1,3 mil foram feridos com munição letal pelas forças de segurança israelenses na área próxima à cerca que separa a Faixa de Gaza de Israel.

“Ressaltamos, novamente, que a força letal só pode ser usada como último recurso, não como primeiro, e somente quando há uma ameaça imediata à vida ou de ferimentos graves. Uma tentativa de se aproximar, atravessar ou danificar a cerca não representa ameaça à vida ou de ferimentos graves e não é motivo suficiente para o uso de munição real. Este é também o caso no que diz respeito ao lançamento de pedras e de coquetéis molotov à distância contra forças de segurança bem protegidas localizadas atrás de posições defensivas”, disse o porta-voz do ACNUDH.

Foto: PNUD/Tiago Zenero

Banco Mundial: Brasil precisa avançar na inclusão social e econômica das mulheres

O Brasil ainda precisa avançar na elaboração de leis que garantam a plena participação econômica das mulheres, segundo relatório do Banco Mundial cuja versão em português foi divulgada nesta segunda-feira (14) no Rio de Janeiro.

O documento alertou para o fato de a legislação brasileira ainda não estabelecer licença parental, medida que poderia incentivar a divisão de tarefas de cuidados com a família. O sistema de licença parental, hoje adotado em 58 economias mas não no Brasil, permite que o tempo de licença conjunta seja repartido entre o pai e a mãe.

Além disso, as leis brasileiras ainda não estabelecem a igualdade de remuneração para o trabalho dos homens e mulheres que exercem a mesma função, salientou o organismo internacional.

Venezuelanos em atividade de registro administrativo promovido pelo governo da Colômbia e agências da ONU. Foto: ACNUR/Johanna Reina

Parceria entre Colômbia e ONU já incluiu quase 204 mil migrantes venezuelanos em cadastro nacional

Com pouco mais de um mês, programa de cadastramento mapeou tendências entre a população vinda da Venezuela. Dos migrantes já registrados, 23% são crianças e apenas 49% dos meninos e meninas em idade escolar estão estudando. A quase totalidade (98%) dos venezuelanos registrados não é afiliada ao sistema de saúde.

Cerca de nove em cada dez expressaram sua intenção de permanecer na Colômbia. Iniciativa tem apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Única mulher a pilotar caças na Missão de Paz da ONU no Mali, Sandra Hernandez – que integra o contingente de El Salvador – sente que seu trabalho “pode ajudar a trazer segurança e um pouco mais de estabilidade e tranquilidade ao povo do Mali”. Voando pelo vasto deserto no norte do Mali, pilotos de helicópteros de El Salvador têm participado das operações da missão das Nações Unidas nos últimos três anos. Hernandez sonhava em ser pilota desde criança. Confira nesse vídeo

VÍDEO: A única mulher a pilotar caças da ONU no Mali

Única mulher a pilotar caças na Missão de Paz da ONU no Mali, Sandra Hernandez – que integra o contingente de El Salvador – sente que seu trabalho “pode ajudar a trazer segurança e um pouco mais de estabilidade e tranquilidade ao povo do Mali”.

Voando pelo vasto deserto no norte do Mali, pilotos de helicópteros de El Salvador têm participado das operações da missão das Nações Unidas nos últimos três anos. Hernandez sonhava em ser pilota desde criança. Confira nesse vídeo.

Jovens acompanham o lançamento da iniciativa. Foto: UNIC Rio/Brenno Felix

Comitê para prevenção de homicídios no Rio quer valorizar histórias de vida por trás dos números

Desde o ano passado, diversas instituições, entre órgãos de governo, do sistema de Justiça e organizações da sociedade civil do Rio de Janeiro, têm se reunido com o objetivo de traçar estratégias para enfrentar a violência letal contra adolescentes no estado. Atualmente, 22 organizações participam da iniciativa.

Na quinta-feira (10), mais um passo decisivo foi dado pelo grupo — as entidades firmaram compromisso com a implementação do Comitê para Prevenção de Homicídios de Adolescentes, em cerimônia no Centro Cultural da Justiça Federal, no centro da capital fluminense.

A representante do UNICEF no Brasil, Florence Bauer, destacou que a prevenção e redução dos homicídios têm sido um dos principais desafios na efetivação dos direitos das crianças e dos adolescentes no país. “O Brasil teve um avanço em lidar com a mortalidade infantil. Mas agora as mortes acontecem em outra fase, na adolescência. São 29 meninos e meninas assassinados todos os dias no país. Eles são negros, em sua maior parte fora da escola há mais de seis meses e pobres. A prevenção tem de ser assumida como prioridade nacional”, declarou.

Foto: Flickr/Thomas

ONU faz recomendações a Portugal para prevenir maus-tratos e torturas nas prisões

Portugal precisa mudar o foco de seu sistema penitenciário da punição para a reabilitação, disse o Subcomitê da ONU para a Prevenção à Tortura (SPT) ao concluir nesta quinta-feira (10) sua primeira visita ao país.

“Um Mecanismo de Prevenção Nacional independente, visível e bem financiado é crucial para garantir que proteções e ferramentas funcionem para prevenir a tortura e os maus-tratos”, disse Nora Sveaass, que liderou a delegação. “Faremos recomendações sobre isso em nosso relatório confidencial enviado às autoridades”.

OIM ajuda grupo de etíopes a retornar para casa. Migrantes decidiram deixar o Iêmen após chegar ao país. Foto: OIM

Migrantes no Iêmen vivem situação ‘terrível e desumana’, diz agência da ONU

Após visita ao Iêmen, o diretor de Operações e Emergências da Organização Internacional para as Migrações (OIM), Mohammed Abdiker, alertou nesta semana (8) que estrangeiros que chegam ao país vivem uma “situação desumana e terrível”. Em 2017, quase 100 mil indivíduos chegaram ao território iemenita, palco da “pior crise humanitária do mundo”, lembrou o especialista da agência da ONU.

Marcha contra o racismo e a xenofobia em Madrid, Espanha, em maio de 2016. Foto: Adolfo Lujan/Flickr/CC

Neonazismo é um ‘câncer’ que voltou a se espalhar pelo mundo, alerta chefe da ONU

Em inauguração de exposição sobre a Segunda Guerra Mundial, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou em Nova Iorque, nesta semana (9), que atos para lembrar o conflito nunca foram tão significativos quanto atualmente. Segundo o chefe da ONU, mais uma vez, o mundo é palco da proliferação do antissemitismo e do neonazismo, descrito por Guterres como “um câncer”. Na terça-feira (8), a rendição incondicional da Alemanha completou 73 anos.

Escombros na cidade de Maarat al-Numaan, na província de Idlib. Foto: UNICEF/Giovanni Diffidenti

‘Maratona do sofrimento’ na Síria está longe de acabar, alerta negociador da ONU

Os conflitos na Síria “não acabaram”, assim como a “maratona de sofrimento” para milhões de pessoas no país devastado pela guerra, afirmou um oficial humanitário sênior da ONU.

“Não acabou. Este é meu receio, que as pessoas pensem que o conflito chegou ao fim”, afirmou Jan Egeland, em meio a informações de que “milhares de pessoas” da área rural de Damasco estavam se preparando para ser evacuadas com destino a Idlib, no noroeste do país.

Bandeiras da Coreia do Norte. Foto: (stephan)/Flickr/CC

Coreia do Norte: relator da ONU elogia libertação de três norte-americanos

Um especialista em direitos humanos das Nações Unidas saudou nesta quinta-feira (10) a libertação de três cidadãos norte-americanos pelo governo da Coreia do Norte, classificando a medida como “mais um importante passo construtivo para as perspectivas de paz” das duas Coreias.

Tomás Ojea Quintana pediu, no entanto, que os problemas relacionados aos direitos humanos continuem sendo abordados, como a situação do sistema penitenciário e a dos demais detidos arbitrariamente.

Grupo de jovens chega à Grécia pouco após o amanhecer. Foto: ACNUR/Mathias Depardon

Jovens refugiados cobram participação em novo pacto sobre migrações forçadas

Para Mohammed Badran, um sírio de 24 anos que encontrou segurança na Holanda, ser um refugiado não é uma identidade, mas uma experiência que pode ser usada para unir comunidades. O jovem participou de um encontro recente na sede da Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), em Genebra. O organismo lidera os diálogos e negociações de um novo pacto global para o acolhimento de refugiados.

Esperanza é uma designer de moda da República Democrática do Congo. Foto: ACNUR/Samuel Otieno

Estudo da ONU revela impacto positivo dos negócios de refugiados nas economias locais

Esperanza Tabisha, uma designer de moda refugiada da República Democrática do Congo (RDC), está confeccionando suas últimas criações em sua pequena loja no campo de refugiados de Kakuma, no noroeste do Quênia.

Esperanza faz parte de um estudo inovador da Corporação Financeira Internacional (CFI) e da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), segundo o qual muitos refugiados não são apenas receptores passivos de ajuda, mas contribuem para as atividades econômicas das comunidades locais.

Situação dos direitos humanos de ativistas e jornalistas na Turquia preocupa relatores da ONU. Foto: Flickr (CC)/Strólic Furlàn

ONU pede que Turquia suspenda estado de emergência para garantir credibilidade de eleições

Para o alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, regime de exceção na Turquia impõe restrições às liberdades de expressão, reunião e associação — o que, segundo o dirigente, ameaça a legitimidade das eleições presidenciais e parlamentares do país, previstas para 24 de junho. Apenas na última semana de abril, pelo menos 29 jornalistas foram presos e acusados de crimes de terrorismo.

Documentário de 33 minutos, da cineasta e antropóloga cultural Dra. Sheila S. Walker, conta como centenas de milhares de africanos foram arrancados de sua terra natal durante anos ao longo da escravidão. As comunidades da diáspora africana que se desenvolveram em todo o mundo usaram os conhecimentos e habilidades trazidos da África para contribuir para a formação de novas sociedades.

DOCUMENTÁRIO: Rostos familiares, lugares inesperados – uma diáspora africana global

Documentário de 33 minutos, da cineasta e antropóloga cultural Dra. Sheila S. Walker, conta como centenas de milhares de africanos foram arrancados de sua terra natal durante anos ao longo da escravidão.

As comunidades da diáspora africana que se desenvolveram em todo o mundo usaram os conhecimentos e habilidades trazidos da África para contribuir para a formação de novas sociedades.

Este filme leva os espectadores a uma viagem das Américas para a Turquia, Índia e outros locais pelo mundo para descobrir a rica cultura e as contribuições de afrodescendentes.

A Comissão do Mecanismo Independente Internacional de Investigação sobre a Síria foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em dezembro de 2016 para investigar, de forma imparcial, crimes graves cometidos no conflito da Síria. Este grupo é responsável por coletar, consolidar, preservar e analisar evidências de violações no país que está há mais de sete anos em guerra, bem como preparar arquivos para facilitar e acelerar processos criminais em tribunais nacionais, regionais ou internacionais.

Comissão independente trabalha para punir crimes no conflito da Síria; vídeo

A Comissão do Mecanismo Independente Internacional de Investigação sobre a Síria foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em dezembro de 2016 para investigar, de forma imparcial, crimes graves cometidos no conflito da Síria.

Este grupo é responsável por coletar, consolidar, preservar e analisar evidências de violações no país que está há mais de sete anos em guerra, bem como preparar arquivos para facilitar e acelerar processos criminais em tribunais nacionais, regionais ou internacionais.