Marcha das Margaridas de Brasília em 2015. Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Em Moçambique, mulheres reúnem-se pela igualdade de gênero no campo

Trabalhadoras rurais de Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e Portugal reúnem-se em Maputo, capital moçambicana, para discutir uma agenda internacional de luta pelo empoderamento das mulheres do campo.

“Elas fazem parte de um dos grupos em situação de maior vulnerabilidade que, ao mesmo tempo, são agentes centrais para a erradicação da pobreza e promoção da segurança alimentar e nutricional”, disse Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil.

A jovem síria Nujeen Mustafa nasceu com paralisia cerebral, e ficou famosa por cruzar em sua cadeira de rodas o tortuoso caminho até a Europa. ACNUR/Gordon Welters

Menina síria que fez travessia em cadeira de rodas faz planos na Alemanha

Quando foi forçada a fugir do conflito na Síria há dois anos, Nujeen Mustafa, de 18 anos, não superou apenas os obstáculos do caminho. A jovem nasceu com paralisia cerebral, e ficou famosa por cruzar em sua cadeira de rodas o tortuoso caminho até a Europa. Agora refugiada na Alemanha, Nujeen tem a meta de construir um futuro ainda mais brilhante. O relato foi feito à Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Margarita ajuda a tomar conta da filha dos vizinhos. Foto: ACNUR/Daniele Volpe

Gangues de rua fazem mulher de 72 anos buscar refúgio no México

Margarita Ramirez, de 72 anos, foi ameaçada de morte por gangues de rua em El Salvador por não informar o paradeiro de seu filho, que se recusou a pagar uma “taxa de conveniência” imposta pelos criminosos aos moradores do bairro. Ela fugiu para o México em 2016 e, desde então, recebe apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), ela tem condições de pagar pelo aluguel e comprar comida.

Um número crescente de homens, mulheres e crianças está sendo forçado a se deslocar devido à violência das gangues, conhecidas como “maras”, que atuam em El Salvador, Guatemala e Honduras. Os crimes variam entre tráfico de drogas, extorsão, roubo, até estupro e assassinato.

Secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU / Evan Schneider

‘União no Conselho de Segurança é vital para prevenir atrocidades em massa’, diz António Guterres

Em reunião no Conselho de Segurança, o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou na terça-feira (18) a importância da união no órgão de 15 membros para abordar efetivamente as violações dos direitos humanos e prevenir atrocidades em massa.

O chefe da ONU também enfatizou que a garantia de uma ação melhorada e menos politizada sobre os direitos humanos também é imprescindível para o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad Al Hussein. Foto: ONU / Pierre Albouy

ONU pede fim da campanha de terror promovida por milícias no Burundi

Chefe de direitos humanos da ONU, Zeid Ra’ad Al Hussein, pediu às autoridades do Burundi que ajam o quanto antes para pôr fim à violência incitada por jovens da milícia Imbonerakure no país. De acordo a ONU, integrantes dessa milícia estão organizando comícios em todo o país para encorajar violações de direitos humanos contra opositores do grupo, incluindo cantos sobre estupros e assassinatos em massa.

Durante décadas, a República Centro-Africana sofreu com a instabilidade e os conflitos. No entanto, na pequena cidade ocidental de Bouar, ex-combatentes estão entregando suas armas para trabalhar em projetos comunitários. Com o apoio da missão de paz da ONU no país, a MINUSCA, estes ex-combatentes estão agora centrados na paz e na estabilidade para promover o progresso em seu país. Confira nessa matéria em vídeo da ONU

VÍDEO: Restaurando a paz na República Centro-Africana

Durante décadas, a República Centro-Africana sofreu com a instabilidade e os conflitos. No entanto, na pequena cidade ocidental de Bouar, ex-combatentes estão entregando suas armas para trabalhar em projetos comunitários. Com o apoio da missão de paz da ONU no país, a MINUSCA, estes ex-combatentes estão agora centrados na paz e na estabilidade para promover o progresso em seu país. Confira nessa matéria em vídeo da ONU.

Vítimas de tráfico humano. Foto: ONU/Martine Perret

ONU e UE lançam na quarta-feira (19) iniciativa para combater tráfico de pessoas e contrabando de migrantes

Na próxima quarta-feira (19), será lançada no Brasil a Ação Global para Prevenir e Combater o Tráfico de Pessoas e o Contrabando de Migrantes (GLO.ACT). Cerimônia acontece às 10h30, na Casa da ONU, em Brasília. Iniciativa é da União Europeia (UE) e do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC), em parceria com a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Treze países da África, Ásia, Leste europeu e América Latina, incluindo o Brasil, participam do projeto.

Alepo, no norte da Síria. Foto:

Rússia bloqueia resolução do Conselho de Segurança sobre ataque químico na Síria

O Conselho de Segurança da ONU, em votação na quarta-feira (12), em Nova Iorque, bloqueou projeto de resolução que condenava e pedia investigações sobre o ataque químico ocorrido na cidade de Idlib, na Síria, em 4 de abril.

Foram 10 votos a favor do documento, dois contra e três abstenções. As abstenções foram de China, Cazaquistão e Etiópia. Rússia e Bolívia se opuseram ao documento. Como representante permanente do Conselho de Segurança, o voto russo tem poder de veto, invalidando a adoção da resolução.

Muitas crianças rohingya vivem em locais improvisados em Bangladesh depois de terem sido forçadas a fugir da violência em Mianmar. Foto: ACNUR/Saiful Huq Omi

Crianças da minoria muçulmana rohingya fogem da violência em Mianmar

Crianças do grupo muçulmano rohingya têm chegado a Bangladesh desde outubro do ano passado fugindo da violência em Rakhine, norte de Mianmar. Estima-se que mais de 70 mil pessoas tenham sido forçadas a fugir do país nos últimos cinco meses. Dessas, acredita-se que mais da metade seja menor de 18 anos.

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) tem mobilizado grupos de apoio comunitários incluindo mulheres e jovens em campos de refugiados para atender essas crianças em situação de vulnerabilidade.

Nova missão da ONU no Haiti sucederá MINUSTAH e terá pouco mais de mil policiais em seu efetivo. Foto: ONU/Marco Dormino

Conselho de Segurança aprova fim da missão da ONU no Haiti

Em resolução adotada unanimemente nesta quinta-feira (12) pelos membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o organismo decisório determinou que a Missão de Estabilização da ONU no Haiti (MINUSTAH) deverá se retirar gradualmente do país pelos próximos seis meses, até 15 de outubro, data oficial do fim da operação.

Decisão também determina criação de nova missão, voltada para o fortalecimento do Estado de Direito e para o monitoramento dos direitos humanos.

Criança deslocada do oeste de Mossul recebe cobertor do Acnur, entre outros itens, após chegar ao acampamento de Hammam al-Alil. Foto: ACNUR

ACNUR abre novo acampamento para acomodar iraquianos fugindo de Mossul

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) abriu um novo campo para abrigar milhares de iraquianos que continuam a fugir da ofensiva militar no oeste de Mossul, no Iraque. As primeiras 500 famílias recém-deslocadas começaram a chegar no novo acampamento em Hammam al-Alil na quarta-feira (12). O local fica 25 quilômetros ao sul da cidade iraquiana. Desde fevereiro, 282 mil iraquianos deixaram a parte ocidental de Mossul.

Comunidades que que vivem na região de Riosúcio, Chocó, estão correndo risco de deslocamento forçado. Foto: ACNUR/J. Symmes Cobb

ONU realiza missão humanitária em comunidades afetadas por conflito na Colômbia

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) realizou entre 28 e 30 de março uma missão humanitária nas comunidades da bacia do Rio Truandó, na Colômbia, diante da situação crítica de confinamento, deslocamento e recrutamento forçado enfrentada por comunidades indígenas e afrodescendentes.

Na Colômbia, o conflito armado custou a vida de mais de 220 mil pessoas e obrigou mais de 7,3 milhões a abandonar seus lares. A violência atinge de forma desproporcional as comunidades indígenas, afrocolombianas, assim como mulheres, crianças e adolescentes.

Grozny, capital da Chechênia. Foto: Wikimedia/Alexxx1979

Especialistas da ONU denunciam sequestros, tortura e assassinatos de LGBTs na Chechênia

“É crucial que os relatos de sequestros, detenções ilegais, tortura, espancamentos e homicídios de homens considerados homossexuais ou bissexuais sejam investigados minuciosamente”, disseram cinco especialistas independentes da ONU.

Apelo se baseia em relatos surgidos na Chechênia, na Rússia, desde março sobre sequestros de homens considerados gays ou bissexuais, levados a cabo por milícias e forças de segurança locais, e seguidos de detenção arbitrária, violência, tortura e outros maus-tratos.

Os especialistas também alertaram para relatos de casos de assassinatos baseados na “orientação sexual percebida”. Alguns deles também teriam sido praticados pelos próprios membros da família nos chamados “homicídios de honra”.

Edificações danificadas no leste de Ghouta, na Síria. Foto: UNICEF/Amer Al Shami

ONU pede acesso irrestrito a 400 mil pessoas presas no leste de Ghouta, na Síria

“Há relatos constantes de intensos bombardeios aéreos que resultaram na morte de vários civis e deixaram centenas de pessoas feridas”, alertou o porta-voz das Nações Unidas. Segundo relatos, as forças do governo impediram, desde o fim de março, que caminhões comerciais entrassem na área, localizada na zona rural de Damasco. Essa medida elevou os preços das mercadorias e contribuiu para o fechamento de várias mercearias locais.

Ina de Mendonça no UNIC Rio. Foto: Acervo UNIC Rio

UNIC Rio 70 anos: Primeira funcionária da ONU no Brasil relatou chegada ao país

Primeira funcionária da ONU no Brasil, a brasileira de origem alemã Ina de Mendonça começou a trabalhar no Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio) em 1948, três anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial e da conferência que deu origem à Organização.

Em 2008, pouco antes de falecer, Ina entregou ao UNIC Rio um relato sobre a chegada das Nações Unidas à então capital federal. Formada em Jornalismo e Direito, Ina falava inglês, alemão e espanhol, e inicialmente atuou como secretária do primeiro funcionário da ONU no Brasil, Eduardo Bergallo, para posteriormente ser promovida a assistente de informações.

Migrantes mantidos reféns em Sabha, na Líbia. Foto: OIM

Migrantes no norte da África são vendidos em mercados de escravos na Líbia, denuncia ONU

Migrantes que viajam até a Líbia para chegar à Europa correm risco de serem sequestrados, abusados, mortos e vendidos em mercados de escravos no país localizado ao norte da África. Informação é da Organização Internacional para as Migrações (OIM), que recebeu e divulgou novas denúncias de sobreviventes. Agência da ONU descreveu o território líbio como ‘um arquipélago de tortura’. Refém liberto em Trípoli pesava 35 kg e tinha ferimentos pelo corpo.