Pombas brancas voam ao redor da mesquita de Hazrat-i-Ali, na cidade de Mazar-i-Sharif, no Afeganistão, em comemoração do Dia Internacional da Paz organizada pela Missão de Assistência da ONU no Afeganistão (UNAMA), em 2007. Foto: ONU/Helena Mulkerns

ONU diz que direitos humanos são caminho para ‘paz duradoura’ no mundo

Em mensagem para o Dia Internacional da Paz, lembrado neste 21 de setembro, o secretário-geral da ONU, António Guterres, lembrou o 70º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrado neste ano, e disse que os valores do documento podem assegurar a paz duradoura no mundo.

Também por ocasião da data, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, alertou para a proliferação do populismo e do extremismo, que constituem um obstáculo aos ideais de paz e direitos universais.

Às vésperas da Assembleia Geral, chefe da ONU busca compromisso renovado com regras e valores globais

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu nesta quinta-feira (20) um “compromisso renovado com uma ordem global baseada em regras” e com as Nações Unidas, destacando os principais temas a serem discutidos durante as reuniões de alto nível da Assembleia Geral, a partir de segunda-feira (24), em Nova Iorque.

Em coletiva de imprensa para jornalistas da sede da ONU, Guterres disse que, com 84 chefes de Estado e 44 chefes de governo participando dos debates gerais na semana que vem, a ONU mostra que ainda é “o fórum indispensável para a cooperação internacional”.

Assembleia Geral da ONU - Foto: Kim Haughton/UN Photo

Seis coisas que você precisa saber sobre a Assembleia Geral da ONU

Todos os anos, em setembro, líderes globais se reúnem na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, durante duas semanas, para discutir assuntos importantes do nosso tempo e estabelecer uma agenda global para o ano seguinte. A 73ª sessão da Assembleia Geral da ONU começou nesta semana e o segmento de alto nível anual – formalmente conhecido como “debate geral” – começa em 25 de setembro, quando líderes de todos os países discursam para o mundo.

Você sabe por que o Brasil é o primeiro país a falar? Quantas vezes a Assembleia Geral foi presidida por uma mulher? Qual o tema do debate geral deste ano? Saiba um pouco mais sobre o encontro que movimenta a política internacional.

Mulher indígena brasileira. Foto: Banco Mundial/Yosef Hadar

Nações Unidas alertam para violência contra povos indígenas mundialmente

O progresso que destrói culturas tradicionais, línguas, terras e patrimônio humano “não é desenvolvimento, mas destruição intencional”, disse a vice-alta-comissária da ONU para os direitos humanos nesta quarta-feira (19), em defesa dos povos indígenas em todos os lugares.

Os comentários de Kate Gilmore se seguiram aos da relatora especial da ONU para os povos indígenas, Victoria Tauli Corpuz, que manifestou preocupação com “o aumento dramático” dos ataques contra povos indígenas, e esforços no sentido de criminalizá-los.

Priscilla, de 48 anos, e seu filho Joshua, de 7 meses, vivem em um acampamento improvisado em Oicha, território de Beni. Foto: ACNUR/Natalia Micevic

Violência crescente leva milhares de congoleses a deixar suas casas

Os assassinatos brutais no território de Beni, na província de Kivu do Norte, na República Democrática do Congo, obrigaram milhares de pessoas a abandonar suas casas nas últimas semanas. A região ficou conhecida como “triângulo da morte”.

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) chama a atenção para a deterioração da situação humanitária no território de Beni — que tem uma população de 1,3 milhão de habitantes.

Sede da ONU em NY. Foto: ONU/Rick Bajornas.

Acordo latino-americano sobre proteção de defensores ambientais recebe assinaturas a partir de 27/9

O acordo regional sobre acesso à informação, à participação pública e à Justiça em assuntos ambientais na América Latina e no Caribe (Acordo de Escazú) será aberto à assinatura de todos os países da região na quinta-feira (27) na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, no marco do debate geral do 73º período de sessões da Assembleia Geral da ONU.

O chamado “Acordo de Escazú” — por ter sido adotado em 4 de março passado no município de Escazú, na Costa Rica — é o primeiro acordo ambiental da região e o único de seu tipo no mundo, já que contém disposições específicas sobre proteção de defensores de direitos humanos em assuntos ambientais. Trata-se do primeiro instrumento legal que emergiu até agora da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

A farmacêutica Salsabil Matouk morava em Douma, a dez quilômetros da capital da Síria, Damasco. Foto: ACNUR/Érico Hiller

‘Eu nunca imaginei que iria viver no Brasil’

A farmacêutica Salsabil Matouk morava em Douma, na Síria, a dez quilômetros da capital Damasco. Quando a guerra eclodiu no país, em 2011, a cidade virou alvo de bombardeios e operações militares.

Em 2014, Salsabil se viu forçada a deixar a Síria e veio com o marido Salim e sua filha Jury para o Brasil. Em São Paulo, ela busca reconstruir sua vida vendendo comida árabe, usando as receitas que aprendeu com a mãe. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

A equatoriana María Fernanda Espinosa, presidente da 73ª sessão da Assembleia Geral da ONU, fala ao plenário no primeiro dia de reunião em Nova Iorque. Foto: ONU/Loey Felipe

Nova presidente da Assembleia Geral pede ONU mais próxima das pessoas

A nova sessão da Assembleia Geral da ONU foi aberta nesta terça-feira (18) com sua presidente prometendo usar seu mandato de um ano para levar a organização global para mais perto das pessoas, fortalecendo o apoio e o sentido de pertencimento às Nações Unidas.

Em seu primeiro discurso como presidente da Assembleia Geral, ocorrido durante sua 73ª sessão, a equatoriana María Fernanda Espinosa disse que a necessidade de uma liderança global mais forte a serviço do multilateralismo, para garantir sociedades mais pacíficas, igualitárias e sustentáveis, permeará seu trabalho.

Espinosa, que foi eleita presidente da Assembleia Geral em junho, sucede Miroslav Lajčák, presidente da 72ª sessão. Ela é a quarta mulher a ocupar o cargo na história da organização internacional, e a primeira mulher latino-americana.

A violência contra as mulheres – particularmente a violência por parte de parceiros e a violência sexual – é um grande problema de saúde pública e de violação dos direitos humanos das mulheres. Foto: George Campos/USP Imagens

Fundo de População da ONU participa de debate em SP sobre empresas e igualdade de gênero

O representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Jaime Nadal, participa na semana que vem (25) de evento em São Paulo para discutir como as empresas podem impulsionar a igualdade de gênero no país, atuando de forma coordenada para o desenvolvimento social e econômico.

O painel “Alinhando esforços do setor privado na defesa dos direitos da mulher: estratégias inovadoras para fortalecer a agenda de saúde e de direitos sexuais e reprodutivos no Brasil” será realizado na terça-feira, das 11h às 12h, durante a Conferência Ethos, na capital paulista.

Devastação em bairro de Idlib, na Síria, em setembro de 2018. Foto: PMA

Síria: ONU elogia acordo que estabelece zona desmilitarizada em Idlib

O acordo entre Turquia e Rússia para criar uma zona desmilitarizada em Idlib com o objetivo de proteger civis que vivem na cidade do noroeste da Síria foi elogiado nesta terça-feira (18) pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, e pelo chefe humanitário da Organização. Eles pediram que as partes em conflito garantam a efetividade do pacto.

O acordo, fechado pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, e pelo presidente russo, Vladimir Putin, na segunda-feira (17), tem como objetivo evitar uma operação militar de retomada da região que poderia se transformar em um “banho de sangue”, segundo disse o chefe da ONU na semana passada.

Duas crianças pequenas brincam com uma caixa na cidade de Nubul, no norte da Síria. Foto: ACNUR/Hameed Marouf

ONU pede US$ 270 mi para prestar assistência a refugiados sírios

Desde 2011, a guerra na Síria já expulsou 5,6 milhões de cidadãos do território para países vizinhos. Desse contingente, 2,6 milhões são crianças.

Cerca de 44 milhões de dólares são essenciais para que a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) não interrompa em novembro o auxílio financeiro à população refugiada. No Líbano e na Jordânia, 68% e 85% dos sírios, respectivamente, vivem abaixo da linha da pobreza.

A subsecretária-geral das Nações Unidas para as Comunicações Globais, Alison Smale (primeira da esquerda para a direita), participa do Seminário Internacional de Mídia das Nações Unidas sobre Paz no Oriente Médio, em Moscou, Rússia, em 5 de setembro de 2018. Foto: ONU/Shymaa El-Ansary

Palavras são mais fortes que armas, diz chefe da ONU em seminário sobre paz no Oriente Médio

O debate sobre como resolver o conflito entre Israel e Palestina e promover a paz no Oriente Médio é um lembrete de que palavras têm mais poder que armas, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, para o Seminário Internacional de Mídia sobre a Paz no Oriente Médio deste ano, que ocorreu em Moscou, no início de setembro (5 e 6). O evento foi organizado pelo Departamento de Informação Pública das Nações Unidas e parceiros.

Brasil também tem sido destino de refugiados que deixam a Síria por conta do conflito que já dura mais de cinco anos. A nação em guerra foi apontada como uma das que registra níveis preocupantes de perseguição religiosa. Nesta foto, mãe e filha em Barja, no Líbano, preparam as malas para seu reassentamento na Alemanha. Foto: ACNUR/Andrew McConnell

No Paraná, agência da ONU promove congresso latino-americano sobre refúgio

Têm início amanhã (12), na Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, a III Conferência Latino-Americana e o IX Seminário Nacional da Cátedra Sergio Vieira de Mello. Promovido pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o evento reunirá pesquisadores brasileiros e profissionais humanitários das Nações Unidas para debater temas como os conflitos armados do século XXI e os fluxos de venezuelanos que chegam ao Brasil.

Famílias venezuelanas são recebidas em Manaus pela equipe do ACNUR. Foto: ACNUR/Luiz Fernando Godinho

Com apoio da ONU, Manaus reabre abrigo público para acolher venezuelanos vindos de Boa Vista

Para acolher 180 solicitantes de refúgio e migrantes venezuelanos que estavam vivendo em Boa Vista, Roraima, e aumentar sua participação no processo de interiorização desta população, a cidade de Manaus reabriu nesta semana (4) um abrigo público na zona leste da cidade.

Após desembarcarem de um avião da Força Aérea Brasileira, as famílias foram acolhidas no Abrigo do Coroado por equipes da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Direitos Humanos e do ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, que custeou as reformas de infraestrutura da instalação.

Foto: Marcello Casal Jr./ABr

ONU e ministério criam centro internacional de segurança pública no Brasil

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e o Ministério da Segurança Pública (MSP) firmaram na terça-feira (4), em Brasília (DF), uma parceria para criar o Centro Internacional para a Segurança Pública no Brasil (CISP). Instituição vai trabalhar na coleta e análise qualificada de dados sobre violações da lei, justiça, sistema prisional e substâncias ilícitas. Objetivo da iniciativa é embasar políticas com evidências científicas.

Indígenas estão sendo assassinados em nome do “desenvolvimento”, alertou em julho a relatora especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz. Atividades como o agronegócio e o extrativismo representam riscos não só às suas terras, mas também a sobrevivência das comunidades. “Há um aumento dos assassinatos, da impunidade e da criminalização das pessoas indígenas por reafirmarem seu direito e controlar seus territórios e recursos, bem como pela afirmação de seu direito de implementar seu próprio desenvolvimento sustentável”, disse Victoria.

Indígenas estão sendo assassinados em nome do ‘desenvolvimento’, alerta relatora da ONU; vídeo

Indígenas estão sendo assassinados em nome do “desenvolvimento”, alertou em julho a relatora especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz. Atividades como o agronegócio e o extrativismo representam riscos não só às suas terras, mas também a sobrevivência das comunidades.

“Há um aumento dos assassinatos, da impunidade e da criminalização das pessoas indígenas por reafirmarem seu direito e controlar seus territórios e recursos, bem como pela afirmação de seu direito de implementar seu próprio desenvolvimento sustentável”, disse Victoria.

Confira nesse vídeo.

Definição de terrorismo utilizada pelo Facebook foi considerada pouco precisa por especialista de direitos humanos da ONU. Foto: PEXELS

Relatora da ONU critica Facebook por falta de clareza no combate ao terrorismo

Em carta a Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, a relatora especial Fionnuala Aoláin alertou que a rede social usa definições “excessivamente amplas e imprecisas” sobre terrorismo. Para a analista, a metodologia da empresa é “particularmente preocupante tendo em vista vários governos que buscam estigmatizar formas diversas de oposição, sejam violentas ou pacíficas”, taxando-as de terroristas.

Migrantes resgatados do Mediterrâneo na costa da Sicília, na Itália. Foto: OIM/Francesco Malavolta (arquivo)

Mortes no Mediterrâneo atingem proporção inédita, aponta agência da ONU para refugiados

Divulgado no domingo (2), um relatório da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) revela que as travessias no Mar Mediterrâneo se tornaram mais mortais do que nunca. Apenas em 2018, mais de 1,6 mil pessoas morreram ou desapareceram nessas rotas oceânicas com destino à Europa. Óbitos aumentaram, mesmo com a diminuição do número de migrantes e refugiados que chegam ao continente europeu.

Menino em escola atacada em Idlib, na Síria, em 2016. Foto: UNICEF

Síria: chefe da ONU adverte que ofensiva em Idlib pode desencadear ‘catástrofe humanitária’

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, expressou na quarta-feira (29) uma profunda preocupação com o crescente risco de uma catástrofe humanitária no caso de uma operação militar em grande escala na província de Idlib, na Síria.

De acordo com um comunicado emitido por seu porta-voz, Guterres disse que “qualquer uso de armas químicas é totalmente inaceitável”, acrescentando que “apela urgentemente ao governo da Síria e a todas as partes para que exerçam moderação e priorizem a proteção de civis”.

Desde agosto de 2017, mais de 650 mil refugiados rohingya deixaram Mianmar rumo a Bangladesh em busca de segurança. Ali, vivem em condições precárias nos campos de refugiados superlotados e carecem de necessidades básicas. Foto: ACNUR/Roger Arnold

ARTIGO: Líderes comunitários fornecem a melhor esperança para um mundo conturbado

Em artigo publicado na revista The Economist, o alto-comissário da ONU para os direitos humanos em fim de mandato, Zeid Ra’ad Al Hussein, faz duras críticas à comunidade internacional e a políticos que, “desejosos de serem vistos como líderes viris”, prejudicam migrantes, refugiados e grupos mais vulneráveis da sociedade. Para Zeid, falta vontade sincera por parte dos Estados de trabalhar em conjunto, enquanto os sistemas internacionais para ação coletiva estão se decompondo.

Zeid, no entanto, elogia o trabalho de líderes comunitários e de movimentos sociais do mundo todo que, apesar das dificuldades e das constantes ameaças, estão dispostos a perder tudo — incluindo suas vidas — em defesa dos direitos humanos. Leia o artigo completo.

No campo de Moria, na ilha de Lesvos, no norte da Grécia, uma frase expressa o desejo de milhões de refugiados e migrantes pelo mundo: ‘Movimento de Liberdade’. Foto: Gustavo Barreto (2016)

ONU alerta para situação insustentável de centro de acolhimento de refugiados na Grécia

O governo da Grécia foi instado pelas Nações Unidas a fazer mais para ajudar milhares de solicitantes de refúgio e migrantes que foram “amontoados” em centros de acolhimento nas ilhas no país, em meio a relatos de que crianças tentaram tirar suas próprias vidas diante da situação insustentável.

O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), que divulgou o apelo nesta sexta-feira (31), descreveu os centros como “miseráveis, inadequados e em rápida deterioração”.

Refugiado participa da Copa dos Refugiados de 2015, evento promovido para dar visibilidade à causa do refúgio e promover a integração desta população por meio do esporte. Foto: ACNUR / Emiliano Capozoli

Etapa São Paulo da Copa dos Refugiados terá campeão neste fim de semana

A etapa São Paulo da Copa dos Refugiados, já em sua quinta edição, terá as semifinais neste sábado (1) e a grande final no domingo (2), com jogos a serem realizados na zona leste e no bairro da Aclimação.

O evento contou com a participação de 16 seleções (Angola, Camarões, Coreia do Sul, Gana, Guiné Bissau, Iraque, Líbano, Mali, Marrocos, Nigéria, Níger, República Democrática do Congo, Senegal, Síria, Togo e Venezuela), envolvendo mais de 300 jogadores. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Secretário-geral da ONU, António Guterres, fala ao Conselho de Segurança sobre manutenção da segurança e da paz internacional, com foco em mediação e resolução de disputas. Foto: ONU/Evan Schneider

Secretário-geral da ONU diz que complexidade dos conflitos amplia necessidade de mediação inovadora

Como a guerra e a mediação da paz se tornaram cada vez mais complexas, o pensamento inovador é necessário para salvar e melhorar a vida de milhões de pessoas, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, ao Conselho de Segurança na quarta-feira (29).

Segundo o chefe da ONU, um cenário de conflitos em transformação exige pensamento criativo e ousado na mediação internacional.

Para ele, isso significa usar as mídias sociais efetivamente como uma ferramenta para unir comunidades, falar uma só voz e apoiar os esforços de mediação de organizações regionais e sub-regionais. “Pensamento inovador na mediação não é mais uma opção, é uma necessidade”, declarou.

Vista aérea da capital de Honduras, Tegucigalpa. Foto: ACNUR

Nações Unidas apoiam diálogo entre partidos de Honduras para pôr fim à crise política

Com a participação dos principais partidos de Honduras e a colaboração do Sistema ONU, foi lançado na terça-feira (28) em Tegucigalpa um processo de diálogo com o objetivo de reverter a crise política que afeta o país centro-americano.

Depois das eleições gerais de 26 de novembro de 2017, nas quais o presidente Juan Orlando Hernández foi reeleito, a Aliança de Oposição contra a Ditadura, liderada por Salvador Nasralla, não aceitou os resultados e o país entrou em uma grave crise política.