"Não conseguimos pagar o aluguel e fomos expulsos”, conta Orlando Martinez sobre os impactos econômicos enfrentados por ele e outros indígenas venezuelanos da etnia Warao em Belém (PA) durante a pandemia. ACNUR/Camila França

Coronavírus ameaça indígenas venezuelanos que buscam segurança no Brasil

Enquanto quase metade dos quase 5 mil refugiados indígenas venezuelanos que vivem no Brasil está em abrigos de Belém (PA), Manaus (AM), Boa Vista (RR) e Pacaraima (RR), muitos outros permanecem em situações de insalubridade, vivendo em moradias superlotadas – ou mesmo nas ruas – sem saneamento básico, o que dificulta a prevenção contra a infecção. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Análise revela o efeito devastador e desproporcional da pandemia sobre os jovens. Foto: Unsplash/Aalok Atreya

Projeto para inclusão de juventudes periféricas do Rio se adapta à pandemia

Uma iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o projeto Chama na Solução começou em 2019 e reúne jovens de favelas e periferias do Rio de Janeiro (RJ) para criar ações que reduzam a distância entre jovens mais vulneráveis e oportunidades de renda e trabalho.

Desenvolvidas nos últimos meses, as propostas estavam prontas, mas a pandemia criou a necessidade de uma readaptação nos cinco grupos do projeto. Cada um manteve a essência da proposta – aproximar jovens vulneráveis do mundo de trabalho – buscando novas formas de atuar.

Especialistas discutem povos indígenas no contexto da COVID-19

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Associação Brasileira de Estudos Populacionais realizarão amanhã (20), às 15h, a quarta edição da série de webinários “População e Desenvolvimento em Debate”, com o tema “Povos Indígenas e a pandemia da COVID-19”.

O debate acontecerá no canal do UNFPA Brasil no youtube e contará com a participação de Tsitsina Xavante, pesquisadora e defensora dos direitos dos povos indígenas, juventude e mulheres; Ailton Krenak, líder indígena, ambientalista e escritor; Marta Antunes do IBGE, Andrey Cardoso da Fiocruz, e com a facilitação da Marta Azevedo da Unicamp.

Orla Moacyr Scliar, em Porto Alegre (RS). Foto: Luciano Lanes/PMPA

Publicação sobre implantação de parques urbanos com perspectiva de gênero é lançada online

A publicação “Parques para Todas e Todos – Sugestões para a implantação de parques urbanos com perspectiva de gênero” será lançada nesta quinta-feira (21) em evento online.

O material é resultado da parceria entre o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e o Instituto Semeia, com apoio de ONU Mulheres e Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

UNESCO anuncia adiamento da Conferência Anual da Rede de Cidades Criativas

Em função do surto do novo coronavírus, a 14ª Conferência Anual da Rede de Cidades Criativas da UNESCO, prevista para ocorrer entre os dias 13 e 17 de julho em Santos (SP), foi adiada para o segundo semestre deste ano, em data a ser definida.

O evento deste ano terá como tema “Criatividade, Caminho para a Igualdade” e discutirá formas como as cidades podem usar seu capital criativo e inovador para abordar os desafios e avançar no sentido de fornecer espaços mais equilibrados e igualitários.

Projeto oferece cursos de capacitação para incluir no mercado de trabalho seguro pessoas em situação de vulnerabilidade. Foto: Jason Lowe/Cozinha&Voz.

OIT reforça missão de promover justiça social e trabalho decente para todas as pessoas

No Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, 17 de maio, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) reforça sua missão de promover a justiça social e o trabalho decente para todas, todes e todos.

Uma importante iniciativa para a promoção da empregabilidade de pessoas em situação de exclusão socioeconômica, incluindo as pessoas transexuais, é o projeto Cozinha&Voz, que capacita profissionais como assistente de cozinha.

Lançado em 2018, o Cozinha&Voz faz parte de uma ampla ação de promoção do trabalho decente para pessoas em situação de vulnerabilidade, desenvolvida por OIT e Ministério Público do Trabalho (MPT), com apoio da cozinheira Paola Carosella e da Casa Poema.

Campanha de vacinação contra Sarampo em Salvador, outubro de 2019. Foto: Foto: Jefferson Peixoto/Secom (Fotos Públicas)

UNICEF alerta sobre impactos de eventual suspensão dos serviços de saúde para crianças e gestantes

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou sobre os impactos de uma eventual interrupção dos serviços de atenção primária de saúde direcionados a gestantes e crianças menores de 5 anos devido à pandemia de COVID-19.

A agência da ONU recomenda aos governos que crianças e grávidas sejam priorizadas nos serviços de saúde, e que todos os serviços de cuidado pré-natal e neonatal, inclusive os programas de vacinação, sejam mantidos e adaptados às novas necessidades causadas pela pandemia, sempre respeitando os protocolos de segurança de proteção frente ao novo coronavírus.

Foto: UNICEF | UN0120828

Campanha digital alerta para riscos enfrentados por crianças e adolescentes durante a pandemia

No Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, 18 de maio, o projeto Crescer sem Violência – parceria entre a Fundação Roberto Marinho, por meio do Canal Futura, a Childhood Brasil e o UNICEF Brasil, com apoio de Google, Facebook e Instagram – promove uma mobilização de prevenção e conscientização sobre os riscos que crianças e adolescentes correm no ambiente doméstico e na internet.

Embora o isolamento social seja importante para conter a disseminação da COVID-19, a campanha #EmCasaSemViolência destaca que os riscos se agravam com a atual situação, que tem levado ao confinamento de crianças e adolescentes, ao fechamento das escolas e a uma maior atividade online. A cada 15 minutos, uma criança ou adolescente sofre violência sexual no Brasil e 77% dos agressores são do grupo familiar ou conhecido da vítima, segundo dados da Safernet.

A plataforma foi criada pela ONG Ajude o Pequeno para apoiar pequenos negócios durante o período de pandemia. Foto: Ajude o Pequeno

UNIDO firma parceria com ONG Ajude o Pequeno para apoiar micro e pequenas empresas durante pandemia

A Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) deu início em maio a uma parceria junto à organização não governamental Ajude o Pequeno, uma iniciativa sem fins lucrativos que oferece a micro e pequenos empreendedores uma plataforma online gratuita para a venda de produtos e serviços. Mais de 2 mil empresas brasileiras já estão cadastradas.

A plataforma foi criada pela ONG para apoiar pequenos negócios durante o período de pandemia de COVID-19. Empreendedores cadastrados têm acesso a um ecossistema colaborativo que liga produtores, comerciantes e consumidores, dando sustentação a pequenos negócios neste período de incertezas econômicas.

PNUD apoia construção e reforma de centros de atendimento socioeducativo no Brasil

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) trabalha em cooperação com a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA/MMFDH), oferecendo subsídios para o fortalecimento da proteção integral dos direitos da criança e do adolescente no Brasil, desde 2004.

Um dos eixos desta cooperação é a supervisão de reformas e construções de Unidades de Atendimento à Proteção Integral de Crianças e Adolescentes. Para esta ação, o PNUD e a Secretaria Nacional Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente firmaram parceria com o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), que presta assessoria técnica e transfere conhecimentos para que as obras públicas sejam conduzidas de maneira adequada.

Sede da UNESCO em Paris. Foto: UNESCO

Empresa brasileira vence prêmio da UNESCO por usar inteligência artificial na educação

O software brasileiro para habilidades de escrita Letrus e a ferramenta de detecção de dislexia espanhola Dytective são os dois vencedores do Prêmio Rei Hamad Bin Isa-Al Khalifa da UNESCO de 2019 pelo Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na educação.

O tema da edição do ano passado foi o uso da Inteligência Artificial (IA) para inovar na educação, ensino e aprendizagem. Por meio desse tema, a UNESCO visa promover aplicações efetivas e éticas da IA ​​na educação que estejam universalmente disponíveis.

ONU quer saber como jovens da América Latina e Caribe sobre estão enfrentando a pandemia

As Nações Unidas convidam adolescentes e jovens entre 15 e 29 anos dos países da América Latina e do Caribe a participar de uma pesquisa para saber como estão enfrentando a pandemia de COVID-19, bem como suas preocupações atuais e futuras. A pesquisa estará aberta até 2 de junho.

Os resultados guiarão a resposta das Nações Unidas na América Latina e no Caribe para interromper a propagação da doença e mitigar as repercussões da pandemia. É essencial que a ONU reconheça os múltiplos e diversos impactos que a pandemia da COVID-19 já tem e terá na população jovem e em seus direitos humanos.

Rádio comunitária engaja refugiados e migrantes indígenas em Manaus

A pandemia do novo coronavírus é a principal pauta dos programas de rádios comunitárias, que ajudam a reforçar as medidas de prevenção divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e reportam o número de pessoas infectadas e óbitos. Também há espaço para músicas e assuntos diversos, como futebol e a vida de celebridades.

Esta é uma das estratégias da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) para fortalecer a proteção das populações indígenas venezuelanas no Norte do país. Em parceria com o Instituto Mana e Secretaria Municipal da Mulher Assistência Social e Cidadania de Manaus (SEMASC), as rádios comunitárias nos dois abrigos compartilham informações confiáveis e atualizadas sobre a COVID-19. A ação conta com participação da organização Médico Sem Fronteiras (MSF).

Diversas empresas têm desenvolvido ações específicas para atrair pessoas trans para suas vagas, buscando, ao mesmo tempo,  sensibilizar seus funcionários para a importância desse acolhimento. Foto: Reprodução

ONU defende proteção e promoção de empregos para pessoas LGBTI+ em meio à pandemia

A marginalização e as vulnerabilidades impostas à comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexo (LGBTI+) colocam estas pessoas entre as mais expostas à pandemia de COVID-19.

Como parte das celebrações do Dia Internacional contra a LGBTIfobia (17), a ONU Brasil reforça seu compromisso com a proteção dos direitos humanos das pessoas LGBTI+ e com a promoção do acesso dessas populações ao mercado de trabalho, através de empregos dignos e do respeito à diversidade.

Foto: UNAIDS

UNAIDS convida DJs da cena eletrônica LGBTI para campanha #AjudeDeCasa

Em um sábado à noite como outro qualquer, jovens lésbicas, gays, bissexuais, travestis, trans e intersexo de todo o mundo estariam certamente se arrumando para ir a uma festa LGBTI+.

Para muitos deles, estes encontros representam verdadeiros espaços de convivência, onde se sentem seguros para viver sua sexualidade e expressar sua identidade de gênero. Mas, com a pandemia da COVID-19, tudo isso mudou.

Neste novo contexto, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) convidou empresários e DJs da cena eletrônica LGBTI+ do Brasil para deixar, nas redes sociais, uma mensagem sobre questões como a importância de ficar em casa e de aderir a uma onda de solidariedade para ajudar a comunidade LGBTI+ e de pessoas vivendo com HIV em situação de vulnerabilidade.

Projeto apoia agricultores familiares durante pandemia da COVID-19 em Sergipe

Em Sergipe, agricultores familiares de 15 municípios com Índice de Desenvolvimento Humano muito baixo ​contam com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para superar as dificuldades econômicas geradas pela pandemia da COVID-19.

Durante as medidas de isolamento social, o projeto “Dom Távora” – financiado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) – está se adaptando para seguir fornecendo apoio consultivo e de capacitação a pequenos agricultores familiares que não podem interromper suas atividades, uma vez que são essenciais para garantir a segurança alimentar na região.

Ação social de CBF e UNESCO apoia crianças em situação de vulnerabilidade

Implementado há pouco mais de um ano, o projeto Gol do Brasil, ação social da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) voltada para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos em situação de vulnerabilidade, acaba de ganhar um reforço: a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Na última segunda-feira (12), as duas instituições celebraram o acordo de cooperação, em uma reunião realizada por meio de videoconferência.

Projeto Balaio abre cadastro online para quem precisa de alimentos e kits de higiene e limpeza

O “Projeto Balaio: saúde, inclusão e comunidade” recebe desde quarta-feira (13) inscrições de pessoas vivendo com HIV/AIDS e pessoas LGBTI+ que necessitem de apoio com cesta básica de alimentos e kits de higiene e limpeza em meio à pandemia de COVID-19.

Ação é uma iniciativa da ONG Barong, em parceria com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

O projeto tem foco inicial em pessoas que moram na cidade de São Paulo e se encontram em situação de extrema vulnerabilidade. Seu objetivo é mitigar os impactos secundários da pandemia de COVID-19 sobre estas populações.

Agricultor da Aldeia Marcação Kiriri, comunidade alcançada pelo Projeto Pró-Semiárido, financiado pelo FIDA. Foto: Lianne Milton/Panos/FIDA.

FIDA investirá US$554 milhões na recuperação da agricultura familiar de América Latina e Caribe

O Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), agência das Nações Unidas para o desenvolvimento rural, destinará 554 milhões de dólares para apoiar a agricultura familiar na América Latina e no Caribe durante a crise de COVID-19 e contribuir para sua recuperação e modernização diante dos impactos da pandemia.

O objetivo fundamental das operações do FIDA, tanto em andamento quanto em fase de projeto, será permitir que agricultores e famílias rurais recuperem sua atividade econômica o mais rápido possível.

UNESCO participa de projetos em apoio a comunidades afetadas pela crise causada pela pandemia

Como parte de seus esforços emergenciais para ajudar a mitigar as consequências causadas pela COVID-19 no país, a UNESCO irá contribuir com ações e projetos que visam ao atendimento de comunidades e pessoas em situação de vulnerabilidade.

A UNESCO apoiará a Central Única das Favelas (CUFA) no projeto “Mães da Favela”, que tem como objetivo fornecer apoio a famílias lideradas por mulheres que tiveram sua renda afetada pelo surto da COVID-19. Já a iniciativa em parceria com a ONG Ação da Cidadania vai intensificar a distribuição de alimentos por todo o país, sobretudo para famílias atingidas pelos impactos da grave crise de saúde.

Vídeo foi produzido em parceria com a Rede Globo. Foto: Reprodução

Campanha discute necessidade de eliminar expressões racistas do vocabulário popular

Nesta semana, o Brasil lembra os 132 anos da abolição da escravatura, ocorrida em 13 de maio de 1888. A data é uma oportunidade de revisitar as cicatrizes deixadas pela escravidão, ainda sentidas na sociedade atual: racismo, discriminação e iniquidades.

A Rede Globo começa a veicular nesta quarta-feira (13) um vídeo produzido em parceria com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) que reflete sobre o racismo a partir de frases do cotidiano.

Publicação de OMS e ONU-Habitat coloca a saúde no centro das decisões de planejamento urbano. Foto: UNsplash

Concentração global de CO2 bate recorde mesmo durante crise da COVID-19

Embora seja verdade que o tráfego veicular e aéreo, bem como a atividade industrial, tenham sido drasticamente reduzidos na maior parte do mundo desde janeiro de 2020, esse não é o caso do consumo de eletricidade. De acordo com o Panorama Energético Mundial 2019, 64% das fontes globais de energia elétrica provêm de combustíveis fósseis (carvão: 38%, gás: 23%, petróleo: 3%). Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

UNICEF: garantir acesso de crianças vulneráveis à Internet é essencial na resposta à COVID-19

Ter acesso à Internet é fundamental para que crianças e adolescentes possam exercer plenamente seus direitos. Em tempos de coronavírus e isolamento social, a rede se torna ainda mais importante para garantir a continuidade da aprendizagem, manter contato com amigos e cuidar da saúde mental, se proteger contra a violência e ter acesso a informações confiáveis.

Por isso, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) propõe ao governo federal e às empresas de telefonia que invistam para prover o acesso livre à Internet para todas as famílias vulneráveis.

Segundo dados preliminares da pesquisa TIC Kids, 4,8 milhões de crianças e adolescentes de 9 a 17 anos de idade vivem em domicílios sem acesso à internet no Brasil.

Peruanos têm a temperatura medida em Lima. Foto: Município de Lima

OPAS manifesta preocupação com rápida expansão da pandemia nas Américas

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, pediu aos países que abordem as emergências de saúde, sociais e econômicas da COVID-19 juntas, expressando profunda preocupação com a rápida expansão da pandemia do novo coronavírus nas Américas.

“A pandemia nos forçou a lidar com três emergências ao mesmo tempo: a de saúde, a social e a econômica. Para ter sucesso, precisamos de uma abordagem conjunta”, disse Etienne.

“Os países devem apoiar suas economias enquanto constroem fortes redes de proteção social e adotam medidas de saúde pública baseadas em evidências, essenciais para salvar vidas”.

Foto: OIM

OIM e DPU mapeiam rede de assistência jurídica a migrantes no Brasil

A Organização Internacional para as Migrações (OIM), em parceria com a Defensoria Pública da União (DPU), apresentou na segunda-feira (11) um mapeamento sobre a rede de assistência jurídica aos migrantes vulneráveis no Brasil.

A ação ocorreu durante oficina online promovida por parceiros, que contou com 27 organizações. Elas comporão uma rede de trabalho conjunto para fortalecer a assistência jurídica aos migrantes.

Isolamento social provocado pela pandemia piora desigualdades de gênero. Foto: AGECOM/Ronaldo Silva

COVID-19: especialistas discutem ações efetivas para enfrentamento da violência contra a mulher

Para a representante auxiliar do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Junia Quiroga, a pandemia de COVID-19 acirra as desigualdades de gênero. “Sabemos que os surtos de doenças afetam mulheres e homens de maneiras diferentes, e as pandemias tornam mais agudas as condições que determinam desigualdades desfavoráveis a mulheres e meninas.”

“Com a suspensão de serviços ou maior dificuldade de acesso de estruturas institucionais e comunitárias que protegem mulheres e meninas, medidas de proteção específicas devem ser implementadas”, disse.

Especialistas discutem COVID-19 e a pressão sobre o Sistema Único de Saúde

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Associação Brasileira de Estudos Populacionais realizarão amanhã (13), às 15h, a terceira edição da série de webinários “População e Desenvolvimento em Debate”, com o tema “COVID-19 e a pressão sobre o Sistema Único de Saúde”.

O debate acontecerá no canal do UNFPA Brasil no youtube e contará com a participação de Gilvan Ramalho Guedes da Universidade Federal de Minas Gerais; Nisia Trindade de Lima, Presidente da Fiocruz; Fernando Pigatto, Presidente do Conselho Nacional de Saúde e com a facilitação da Representante do Fundo de População das Nações Unidas no Brasil, Astrid Bant.

UNESCO abre inscrições para prêmio sobre educação de mulheres e meninas

Estão abertas até 26 de maio as inscrições do Prêmio UNESCO para a Educação de Mulheres e Meninas. Premiação oferece 50 mil dólares para cada um dos dois vencedores.

O Prêmio da UNESCO, em sua quinta edição, homenageia contribuições inovadoras feitas por indivíduos, instituições e organizações para promover a educação de meninas e mulheres.

É o primeiro prêmio da UNESCO dessa natureza e é único na promoção de projetos bem-sucedidos que melhoram e promovem as perspectivas educacionais de meninas e mulheres e, por sua vez, a qualidade de suas vidas.

Foto: Henrique de Campos

Projeto fotográfico apoiado pelo ONU-HABITAT retrata favelas brasileiras

O Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) apoia o projeto fotográfico “Miséria que Habita”, que documentará em livro as formas de habitação precárias no Brasil.

As imagens foram capturadas pelo fotógrafo Henrique de Campos, que percorreu diversos estados brasileiros.

No mundo, cerca de 1 bilhão de pessoas vivem em assentamentos informais. No Brasil, esse número ultrapassava 11 milhões de pessoas, de acordo com o último censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010.

Francis (esquerda) e Siliany (direita), acompanhada da mãe, conversam com funcionária do IMDH durante entrega do cartão do programa CBI em Brasília. Foto: Luiz Fernando Godinho/ACNUR

“Sem esse dinheiro eu estaria na rua”, diz venezuelana apoiada pelo ACNUR

As manicures venezuelanas Silany e Francis chegaram ao Brasil há um mês, em plena pandemia do novo coronavírus e não conseguiram colocação profissional por conta das medidas de isolamento social.

Graças a um programa de transferência de renda do ACNUR, elas poderão manter as despesas básicas com moradia, alimentação e medicamentos.

Conheça a história das refugiadas que atualmente moram em Brasília, no Distrito Federal, e saiba como ajudar.

Mais de 1,1 mil indígenas são beneficiados em ação de prevenção à COVID-19 em Pacaraima (RR)

Desde que a pandemia da COVID-19 chegou ao Brasil, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) tem reforçado suas atividades em campo e desenvolvido atividades de prevenção e informação para refugiados, migrantes e comunidade de acolhida. As ações incluem as comunidades indígenas transfronteiriças, que são visitadas pela OIM de modo a dialogar com a população local e da Venezuela sobre saúde e medidas de prevenção ao novo coronavírus.

Em ação realizada no último mês no município de Pacaraima, Roraima, mais de 1.100 indígenas da etnia Pemón-Taurepang moradores do Bananal, Sorokaima I e Sakao-Motá, foram beneficiados com kits de higiene e sessões informativas sobre prevenção à COVID-19. Os kits, que contêm mosquiteiro, sabão e toalha, também serão úteis para o combate a outras doenças transmitidas por mosquitos comuns na região, como a malária e a dengue.

Estudantes do AM criam jogo online com desafios de Biologia e Sociologia

Durante o isolamento social, participantes da Maratona UNICEF Samsung mantiveram suas atividades online e desenvolveram um app em que estudantes compreendem que as instituições sociais têm funções como os órgãos do corpo humano. O grupo de Manaus se uniu para formar a equipe OCAViva.

O jogo funciona assim: o estudante se torna a autoridade de uma cidade, representada pelos diferentes sistemas do corpo humano. Cada sistema constitui uma fase do jogo, e cada órgão traz desafios e um conjunto de problemas que devem ser resolvidos. Os desafios envolvem discussões sobre temas como políticas públicas, saúde, educação e segurança. De acordo com cada decisão tomada, a OCAViva do usuário pode ficar doente ou saudável.

Quase metade dos entrevistados (46%) considerava ter informações insuficientes sobre a relação entre a COVID-19 e o HIV. Foto: UNAIDS

Pesquisa do UNAIDS lista necessidades de pessoas vivendo com HIV em tempos de COVID-19 no Brasil

Pesquisa realizada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) Brasil reforça a importância de, no caso específico das pessoas vivendo com HIV ou AIDS, as consultas e exames serem considerados parte dos serviços essenciais de saúde.

A pesquisa perguntou às pessoas se elas tinham visitado o serviço de saúde local para reabastecer o estoque pessoal de medicamentos para HIV nos 30 dias anteriores à data da pesquisa (27 a 31 de março), e 64% reponderam que sim. Destas, 28% responderam ter tratamento suficiente para três meses. Outros 32,3% disseram ter tratamento para dois meses, e 39% para apenas um mês.

De acordo com a recomendação do UNAIDS e do Ministério da Saúde, os serviços devem, na medida do possível, disponibilizar tratamento para pelo menos três meses durante a pandemia. Isso evitará a exposição desnecessária dessas pessoas indo buscar medicamentos repetidas vezes em serviços de saúde que já estão sobrecarregados.

Francis (esquerda) e Siliany (direita), acompanhada da mãe, conversam com funcionária do IMDH durante entrega do cartão do programa CBI em Brasília. Foto: Luiz Fernando Godinho/ACNUR

“Without this money, I’d be in the streets”, says Venezuelan supported by UNHCR

Venezuelan manicurists Silany and Francis arrived in Brazil a month ago, in the middle of the new coronavirus pandemic and were unable to get a job because of the social isolation measures.

Thanks to a cash transfer programme of the United Nations Refugee Agency (UNHCR), they will be able to cover their basic living, food and medicine expenses.

Get to know the history of the refugees who currently live in Brasília, in the Federal District, and learn how to help.