Encontro Estadual de Adolescentes do Selo UNICEF da Amazônia Legal. Foto: Johney Lindoso Tavares

Governadores da Amazônia Legal assinam pacto pela proteção de crianças e adolescentes

Governadores da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e Maranhão) assinaram na semana passada (12) em Belém (PA) um pacto proposto pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para garantir os direitos de crianças e adolescentes.

A Agenda propõe cinco compromissos relacionados aos temas de saúde, educação, proteção, participação de adolescentes e questão migratória e seus impactos na região.

O gerenciamento correto de resíduo biomédico e de serviços hospitalares requer identificação, coleta, separação, armazenamento, transporte, tratamento e descarte apropriados. Foto: pixabay/leo2014

Países não devem abusar de medidas emergenciais que possam violar direitos humanos

Especialistas em direitos humanos da ONU pediram na segunda-feira (16) aos Estados que evitem o excesso de medidas de segurança em sua resposta à pandemia de coronavírus, e lembraram que os poderes de emergência não devem ser usados ​​para conter dissidência política.

“Declarações de emergência baseadas no surto de COVID-19 não devem ser usadas como base para atingir grupos, minorias ou indivíduos específicos. Não deve servir de cobertura para ações repressivas sob o pretexto de proteger a saúde, nem deve ser usado para silenciar o trabalho dos defensores dos direitos humanos.”

#ParaCadaCriança, todos os direitos | UNICEF

VÍDEO: Vozes de crianças e adolescentes devem ser ouvidas e seus direitos protegidos

Crianças, adolescentes e jovens de todo o mundo têm exigido seus direitos.

Embora cada contexto seja único, os jovens estão pedindo ação em relação à crise climática, pelo fim da corrupção e da desigualdade, por uma melhor educação e oportunidades de emprego – e por um mundo mais justo para todas e todos, em qualquer lugar.

Em apelo aos governos de todo o mundo, a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta Fore, lembrou que vozes de crianças e adolescentes devem ser ouvidas e seus direitos protegidos, inclusive onde houver agitação civil ou conflito armado.

Criança caminha na neve em um assentamento informal recentemente estabelecido que continua a receber famílias deslocadas do sul de Idlib e das províncias rurais de Alepo, no noroeste da Síria. Foto: UNICEF/Baker Kasem

Síria: 5 milhões de crianças nasceram durante a guerra; 1 milhão nasceram como refugiadas em países vizinhos

Cerca de 4,8 milhões de crianças nasceram na Síria desde o início do conflito, nove anos atrás. Outras 1 milhão nasceram como refugiadas nos países vizinhos. Elas continuam a enfrentar as consequências devastadoras de uma guerra brutal, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no domingo (15).

“A guerra na Síria tem mais um marco vergonhoso hoje”, disse a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta Fore, que esteve na Síria na semana passada. “Quando o conflito entra no seu décimo ano, milhões de crianças estão entrando na segunda década de vida, cercadas por guerra, violência, morte e deslocamento. A necessidade de paz nunca foi tão urgente”.

Jovens da ilha caribenha de Dominica. Foto: UNDPLAC

Racismo e xenofobia também são ‘assassinos contagiosos’, diz Bachelet

O surto de coronavírus pode ter forçado milhões ao redor do mundo a se “distanciar socialmente”, mantendo um metro de distância para impedir a propagação, mas isso não impedirá as pessoas de se unirem contra o racismo, declarou em Genebra nesta sexta-feira (13) a alta-comissária da ONU para os direitos humanos.

Michelle Bachelet dirigia-se ao Conselho de Direitos Humanos, cujos membros reuniram-se para para debater o progresso desde o lançamento da Década Internacional de Afrodescendentes, em 2014.

“Como a COVID-19, o racismo e a xenofobia são assassinos contagiosos”, disse ela. “No contexto atual, neste Conselho, precisamos nos unir e trabalhar pelo bem comum, mantendo distâncias físicas entre nós. Mas nossa convicção e nossa determinação em promover os direitos humanos são tão fortes quanto sempre foram.”

Yenni com sua filha Branyelis, de sete dias, e seu filho Moises, de três anos, em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Victor Moriyama

Luxemburgo apoia projeto para empoderamento de mulheres venezuelanas em Roraima

Em crises humanitárias, as populações notadamente mais afetadas são de mulheres e crianças. O grau de vulnerabilidade dessas pessoas venezuelanas em Roraima é alto, pois elas acabam expostas a riscos maiores de violência.

Diante deste cenário, o Ministério da Cooperação de Luxemburgo firmou o seu apoio ao programa conjunto “Liderança, empoderamento, acesso e proteção para mulheres migrantes, solicitantes de refúgio e refugiadas no Brasil”, que é implementado por ONU Mulheres, Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) no estado.

Winnie Byanyima, diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Foto: UNAIDS

ARTIGO: respostas bem-sucedidas a epidemias globais colocam as pessoas no centro

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima, afirma que a pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19, está colocando luz sobre as respostas internacionais e nacionais às emergências de saúde — expondo lacunas em nossos sistemas, mostrando nossos pontos fortes e valendo-se da valiosa experiência de resposta a outras ameaças à saúde, como o HIV.

“À medida que o COVID-19 continua a se espalhar pelo mundo, será importante que pesquisas em andamento em ambientes com alta prevalência de HIV na população em geral possam esclarecer mais as interações biológicas e imunológicas entre o HIV e o novo coronavírus.” Leia o artigo completo.

Um jovem refugiado lava as mãos em Mafraq, na Jordânia, onde um sistema de aquecimento movido a energia solar, instalado com o apoio da IKEA Foundation e da Practical Action, ajuda a fornecer água quente. Foto: ACNUR/Hannah Maule-ffinch

ARTIGO: Pandemia de coronavírus é um teste de nossos sistemas, valores e humanidade

Em artigo publicado na imprensa internacional, a alta-comissária da ONU para direitos humanos, Michelle Bachelet, e o alto-comissário da ONU para refugiados, Filippo Grandi, afirmam que a doença provocada pelo novo coronavírus, a Covid-19, é um teste não apenas de nossos sistemas e mecanismos de assistência médica para responder a doenças infecciosas, mas também de nossa capacidade de trabalharmos juntos como uma comunidade de nações diante de um desafio comum.

“É um teste da cobertura dos benefícios de décadas de progresso social e econômico em relação aqueles que vivem à margem de nossas sociedades, mais distantes das alavancas do poder.” Leia o artigo completo.

Mãe segura seus dois filhos em Alepo, na Síria, cidade destruída pela guerra. Foto: UNICEF

Síria: Guterres pede fim da ‘carnificina’ e das violações do direito internacional

Agências da ONU enfatizaram seu compromisso de continuar apoiando civis afetados pela guerra na Síria, que neste mês entra em seu décimo ano. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, declarou nesta quinta-feira (12) que “não podemos permitir que o décimo ano resulte na mesma carnificina, na mesma violação de direitos humanos e do direito internacional humanitário”.

“O conflito na Síria está entrando no seu décimo ano. Uma década de confrontos não trouxe nada além de ruína e miséria. E os civis estão pagando o preço mais alto. Não há solução militar. Agora é a hora de dar à diplomacia a chance de trabalhar.”

O que é o novo coronavírus? De onde veio? Como posso me proteger?

VÍDEO: Tire suas dúvidas sobre o novo coronavírus

O que é o novo coronavírus? De onde veio? Como posso me proteger? A Organização Mundial da Saúde (OMS) reuniu as respostas para as principais dúvidas dos cidadãos do mundo sobre a doença do coronavírus, COVID-19.

Escritório regional da OMS para as Américas, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) destaca que a região foi a primeira do mundo a ter todos os países capacitados a realizar o diagnóstico de laboratório para descartar ou confirmar novos casos de COVID-19.

Abertura da 64ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Países concordam em implementar Declaração de Pequim sobre igualdade de gênero

Em declaração política adotada na segunda-feira (9) em comemoração ao 25º aniversário da 4ª Conferência Mundial sobre as Mulheres, os Estados-membros das Nações Unidas se comprometeram a intensificar os esforços para implementar totalmente a Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, considerada o marco normativo mais visionário relacionado aos direitos das mulheres.

A Declaração Política é o principal resultado da 64ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres, a maior reunião anual sobre igualdade de gênero e empoderamento das mulheres, realizada na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

A relatora especial da ONU sobre direito à moradia adequada, Leilani Farha, disse que a pandemia mostrou que a crise mundial da habitação pode ser resolvida. Foto: EBC

Crise mundial de moradia provoca violações massivas de direitos humanos, diz relatora da ONU

A especialista da ONU para o direito à habitação, Leilani Farha, alertou os Estados-membros na semana passada (5) que suas falhas em lidar com a crise mundial de moradia resultou em violações massivas dos direitos humanos.

“Por seis anos, eu soei o alarme de que estamos trilhando um caminho insustentável, com níveis crescentes de sem-teto em todo o mundo, especialmente em países ricos, despejos forçados realizados com impunidade e o custo de moradias escalando a taxas preocupantes, tornando a habitação inacessível mesmo para a classe média”, disse a relatora especial da ONU sobre moradias adequadas.

Michelle Bachelet, alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Coronavírus: direitos humanos precisam estar no centro da resposta, diz Bachelet

Os bloqueios, quarentenas e outras medidas para conter e combater a disseminação do novo coronavírus COVID-19 devem sempre ser realizados em estrita conformidade com os padrões de direitos humanos e de maneira necessária e proporcional ao risco avaliado, disse a alta-comissária da ONU para os direitos humanos, Michelle Bachelet.

“Como médica, entendo a necessidade de uma série de medidas para combater o COVID-19 e, como ex-chefe de governo, entendo como é difícil chegar a um equilíbrio quando as decisões difíceis precisam ser tomadas”, disse Bachelet.

“No entanto, nossos esforços para combater esse vírus não funcionarão, a menos que o abordemos holisticamente, o que significa tomar muito cuidado para proteger as pessoas mais vulneráveis ​​e negligenciadas da sociedade, tanto médica quanto economicamente.”

Crianças indígenas waraos brincam no Súper Panas apoiado pelo UNICEF no abrigo Janakoida, em Pacaraima, Roraima, perto da fronteira com a Venezuela. Crédito: UNICEF/Hiller.

Espaço de proteção a crianças e adolescentes venezuelanos é inaugurado em Manaus

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a organização não governamental Aldeias Infantis SOS inauguram nesta quarta-feira (11) o espaço “Súper Panas” no abrigo Alfredo Nascimento, em Manaus (AM).

O Súper Panas — que significa “super amigos” em espanhol — é uma estratégia de educação e proteção do UNICEF que visa desenvolver atividades de educação, prevenção, proteção e de resposta a vulnerabilidades, violências, abuso e exploração de crianças e adolescentes.

Vídeos protagonizados pela Turma da Mônica discutem as relações entre homens e mulheres desde a infância. Foto: Reprodução

Vídeos da Turma da Mônica ajudam a prevenir violência contra mulheres e meninas

Mesmo para os temas mais delicados, há formas variadas (e criativas) de chamar a atenção e promover o debate. Cientes disso, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) elegeram como um dos focos de sua parceria a prevenção da violência contra mulheres e meninas.

Entre as atividades promovidas, estão ações como um curso a distância voltado para as forças de segurança sobre o enfrentamento a todas as formas de violência contra as mulheres; assim como vídeos protagonizados pela Turma da Mônica, que discutem as relações entre homens e mulheres desde a infância. Assista aos vídeos.

Totem da atriz Juliana Alves no SESC Ceilândia. Foto: UNFPA

Campanha sobre saúde sexual e reprodutiva Ela Decide chega a cidades do DF

Chamando atenção do público para a importância do empoderamento de jovens mulheres para que tomem decisões informadas sobre a vida sexual e reprodutiva, a campanha Ela Decide chega ao SESC Ceilândia e Taguatinga e ao Instituto Federal de Brasília (IFB), no Recanto das Emas. A ação é liderada pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e pela Aliança pela Saúde e pelos Direitos Sexuais e Reprodutivos no Brasil.

A iniciativa tem por objetivo discutir o poder de as mulheres ou jovens escolherem quantos filhos ter, se querem ou não ter filhos e o melhor método de prevenção. Além disso, leva à luz questões sobre igualdade de gênero, assédio sexual, como aceitar o próprio corpo e cuidados com a saúde.

A representante do Fundo de População da ONU, Astrid Bant, assinou acordo de parceria com o presidente do Clube Bahia, Guilherme Bellintani. Foto: UNFPA/Midiã Noelle

UNFPA e Esporte Clube Bahia formalizam parceria #ZeroViolência contra Mulher

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Esporte Clube Bahia lançaram oficialmente na tarde do último sábado (7), na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), a campanha #ZeroViolência contra Mulher.

Os jogadores vestiram a camisa da ação e entraram em campo com uniforme personalizado #ZeroViolência contra Mulheres. Meninas acompanharam os atletas na entrada em campo e um vídeo da campanha foi exibido no telão. A parceria conta com oficinas sobre violência de gênero, organizadas pelo UNFPA, para os meninos da divisão de base e os sócios do clube.

Mulheres parlamentares da Câmara Baixa do Afeganistão (Wolesi Jirga ou “Casa do Povo”) chegam à cerimônia de inauguração em Cabul (2001). Foto: ONU/Eric Kanalstein

Comissão de mulheres da ONU reúne-se em Nova Iorque para promover igualdade de gênero

Apesar das restrições impostas pelo novo coronavírus, ativistas pela igualdade de gênero se reuniram na sede da ONU nesta segunda-feira (9) para a última sessão da Comissão sobre o Status da Mulher (CSW, na sigla em inglês), com o objetivo de reforçar a mensagem de que os direitos das mulheres são direitos humanos.

Os Estados-membros adotaram uma Declaração Política na qual se comprometeram a intensificar as ações para implementar plenamente o marco da Declaração de Pequim e da Plataforma de Ação sobre Igualdade de Gênero, acordado há 25 anos.

Em Foz do Iguaçu, na noite do dia 23 de novembro de 2019, foi exibido o filme "Fala sério, mãe". Foto: Trópico/Vino Carvalho

Em março e abril, Caravana Tá no Rumo movimenta oeste paranaense

Todos os anos no Brasil, cerca de 500 mil bebês nascem de mães com idade entre 10 e 19 anos. No geral, são gestações que não foram planejadas para aquele momento, acontecendo em decorrência da falta de informações, dificuldade de acesso a métodos contraceptivos ou até mesmo de situações de abuso e violência.

Para tentar mudar essa realidade, a ITAIPU Binacional e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) lançaram a Campanha Tá no Rumo. Além de conteúdos para redes sociais, a campanha conta com a caravana que vem percorrendo a região Oeste do Paraná, levando informação de qualidade por meio de exposição interativa e cinedebate.

Apesar do avanço nas últimas décadas, a participação das mulheres no mercado de trabalho permanece inferior à dos homens nos países latino-americanos e caribenhos. Foto: Agência Brasil

Argentina, Finlândia, Espanha e Uruguai ratificam convenção sobre violência e assédio no trabalho

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) anunciou na semana passada (3) ter recebido com satisfação o compromisso assumido por Argentina, Finlândia, Espanha e Uruguai de ratificar a Convenção sobre Violência e Assédio, de 2010 (No. 190).

Tais normas internacionais reconhecem o direito de todas e todos a um mundo de trabalho livre de violência e assédio, incluindo violência e assédio com base em gênero.

“A Convenção oferece a possibilidade de forjar um futuro do trabalho baseado em dignidade e no respeito, e livre de violência e de assédio. Instamos todos os governos a ratificarem (a convenção)”, disse Manuela Tomei, diretora do Departamento de Condições de Trabalho e Igualdade da OIT.

Mulheres comerciantes da Tanzânia contribuíram para aumentar a taxa de crescimento do país, mas ainda enfrentam desigualdades. Foto: UNCTAD

Relatório mostra que 90% das pessoas têm alguma forma de preconceito contra mulheres

Apesar de décadas de progresso da redução das desigualdades de gênero, cerca de nove em cada dez homens e mulheres em todo o mundo têm algum tipo de preconceito contra as mulheres, de acordo com novas descobertas publicadas na quinta-feira (5) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Segundo a pesquisa, quase metade dos entrevistados afirma acreditar que os homens são líderes políticos superiores, enquanto mais de 40% afirmam que eles são melhores executivos de negócios e devem ter acesso a mais empregos quando a economia está em declínio. Além disso, 28% disseram ser justificável um homem bater em sua esposa.

“O trabalho que foi tão eficaz para garantir o fim das lacunas na saúde ou na educação deve agora evoluir para abordar algo muito mais desafiador: um preconceito profundamente arraigado — entre homens e mulheres — contra a igualdade genuína”, disse o administrador do PNUD, Achim Steiner.

A situação das mulheres: 1950 ou 2020?

VÍDEO: A situação das mulheres, 1950 ou 2020?

Uma reportagem sobre a situação global das mulheres que trabalham, e o ano é… 1950?

Quando se trata de mercado de trabalho, a ONU Mulheres aponta que a desigualdade é uma notícia velha para as mulheres de todo o mundo.

Em 2020, o tema das Nações Unidas para o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é “Eu sou a geração igualdade: conquistando os direitos da mulher”.

Envolva-se com a #GeraçãoIgualdade. Faça parte da força que irá conquistar a igualdade de gênero ainda neste século.

'Transformar as relações de poder é essencial', diz chefe da ONU no dia das mulheres

‘Transformar as relações de poder é essencial’, diz chefe da ONU no dia das mulheres

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lançou um chamado “forte e urgente” por ação em prol da igualdade de gênero. Para ele, a desigualdade representa uma “injustiça esmagadora” de nosso tempo.

Guterres defendeu a igualdade de gênero como uma questão de poder, afirmando ser preciso transformar e redistribuir o poder, de forma urgente, caso o mundo queira salvaguardar seu próprio futuro no planeta. “A misoginia está em todas as partes”, acrescentou, em mensagem em vídeo (assista aqui).

Celebração antecipada nesta sexta-feira (6), na Assembleia Geral, lembra criação da Plataforma de Ação de Pequim, há 25 anos. Em 2020, o tema é “Eu sou a Geração Igualdade: concretizar os direitos das mulheres”.

No campo de Moria, na ilha de Lesvos, no norte da Grécia, uma frase expressa o desejo de milhões de refugiados e migrantes pelo mundo: ‘Movimento de Liberdade’. Foto: Gustavo Barreto (2016)

ACNUR pede alívio das tensões na fronteira da Turquia com União Europeia

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) emitiu comunicado na quinta-feira (5) no qual pede alívio das tensões na fronteira da Turquia com a União Europeia, tendo em vista o aumento atual de deslocamentos de pessoas no país — incluindo refugiados e solicitantes de refúgio.

O ACNUR disse estar monitorando o desdobramento dos acontecimentos na Turquia e na Grécia e oferecendo apoio aos países. “Como em todas as situações como essa, é importante que as autoridades evitem quaisquer medidas que possam aumentar o sofrimento das pessoas vulneráveis.”

Exposição “Alguns eram vizinhos” fica em cartaz até 20 de fevereiro no Centro Cultural da Justiça Federal. A mostra é produzida em parceria com o Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos. Foto: UNIC Rio/Joana Berwanger

UNIC Rio prorroga exposição sobre holocausto no Centro Cultural da Justiça Federal

A mostra fotográfica “Alguns eram vizinhos”, produzida em parceria com o Museu Estadunidense em Memória do Holocausto e o Programa Educacional da ONU sobre o Holocausto, foi prorrogada no Centro Cultural da Justiça Federal do Rio de Janeiro até o dia 29 de março.

Aberta em 28 de janeiro, a exposição já recebeu mais de 8 mil visitantes e permanecerá em cartaz até o dia 29 de março, com horário de visitação das 12 às 19h, de terça a domingo, e entrada franca.

Crianças quilombolas. Foto: Flickr/ Dasha Gaian (CC)

Projeto de combate à violência contra crianças recebe propostas de organizações

Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), desenvolve projeto de fortalecimento do direito à vida e do fim da violência contra crianças e adolescentes.

Como parte da iniciativa, a Ilha de Marajó, no Pará, foi selecionada para atividades-piloto de fortalecimento da rede de proteção.

A Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente selecionará pessoa jurídica para desenvolver pesquisa e aplicar metodologias no âmbito do projeto. As instituições interessadas deverão apresentar suas propostas até 15 de março.

Em 3 de março de 2020 na Síria, o diretor executivo do PMA, David Beasley (sentado, no centro), e a diretora executiva do UNICEF, Henrietta H. Fore (em pé, segundo da direita), visitam crianças da terceira série na escola Tal-Amara no sul rural de Idlib. Foto: UNICEF

Em visita à Síria, representantes de UNICEF e WFP alertam para impacto do conflito sobre crianças

É urgente acabar com a violência na Síria e melhorar o acesso da ajuda humanitária em todo o país, disseram na terça-feira (3) a diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, e o diretor-executivo do Programa Mundial de Alimentos (WFP), David Beasley.

Ao encerrar uma visita de dois dias ao país, os dois chefes das agências também enfatizaram a necessidade de fornecer às famílias serviços básicos e melhorar suas condições econômicas.

A viagem ocorre em meio a uma escalada militar no noroeste da Síria e no momento em que o conflito está prestes a entrar em seu décimo ano. A guerra deixou um terço do povo sírio em situação de insegurança alimentar, uma em cada três crianças fora da escola e mais da metade de todas as instalações de saúde não funcionais.

O Brasil mantém sob custódia, em termos absolutos, o 3º maior contingente prisional do planeta, com cerca de 710 mil pessoas em situação de privação de liberdade. Foto: Agência Brasil/Wilson Dias

CNJ e PNUD buscam soluções para desafios do sistema prisional brasileiro

O Brasil mantém sob custódia, em termos absolutos, o terceiro maior contingente prisional do planeta, com cerca de 710 mil pessoas em situação de privação de liberdade, segundo dados do Ministério da Justiça. Isso implica desafios estruturais para o fortalecimento do sistema carcerário, tais como déficit de vagas e de recursos humanos para acolher todo esse contingente.

Diante desse quadro, o Conselho Federal de Justiça (CNJ) tem investido na busca de soluções para entraves do sistema prisional. Um exemplo é o programa Justiça Presente, parceria entre o CNJ e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com o apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, para superação de desafios históricos no sistema prisional e socioeducativo do país.

Jogadores entrarão em campo com meninas e estamparão na camisa logomarca da campanha. Foto: Felipe Oliveira/Clube Bahia

UNFPA e Esporte Clube Bahia lançam campanha #ZeroViolência contra Mulher

Na Semana da Mulher, o Esporte Clube Bahia e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) entrarão em campo. No jogo de sábado (7), pela Copa do Nordeste, as camisas tricolores lançarão a campanha #ZeroViolência contra Mulher, com a logomarca da organização.

O Fundo de População da ONU tem em seu mandato a meta de alcançar três zeros até 2030: zero violências ou práticas nocivas contra mulheres e meninas, zero mortes maternas evitáveis e zero necessidades insatisfeitas de contracepção (planejamento familiar). A união com o Bahia aproveita o Dia Internacional da Mulher, celebrado no domingo (8), para dar início a uma série de medidas conjuntas.

Narrado pela voz da ativista humanitária e poeta norte-americana Maya Angelou, o filme utiliza trechos do seu aclamado poema “Ainda assim me levanto” para ilustrar o cotidiano de várias mulheres produtoras de alimentos em todo o mundo.

VÍDEO: Empodere uma mulher. Alimente uma nação. É assim que nos levantamos

Narrado pela voz da ativista humanitária e poeta norte-americana Maya Angelou, o filme utiliza trechos do seu aclamado poema “Ainda assim me levanto” para ilustrar o cotidiano de várias mulheres produtoras de alimentos em todo o mundo.

Mulheres rurais estão encarando de frente os efeitos das mudanças climáticas, porém possuem acesso limitado aos recursos produtivos, serviços, educação e oportunidades de trabalho, ao mesmo tempo que exercem horas excessivas de trabalho e usufruem de pouco poder de decisão.

O vídeo faz parte faz parte da campanha global “Verdadeiras Inovadoras”, do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola das Nações Unidas (FIDA).

Adolescente conduz experimento durante aula de química na Escola Secundária Kamulanga, em Lusaka, capital de Zâmbia. Foto: UNICEF

Mundo ainda é lugar violento e altamente discriminatório para meninas, diz relatório

Como nunca antes na história, mais meninas vão à escola e permanecem nela em todo o mundo. No entanto, ganhos notáveis na educação ainda não criaram um ambiente mais igualitário e menos violento para elas, alertou novo relatório divulgado nesta quarta-feira (4) por Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Plan International e ONU Mulheres.

A violência contra mulheres e meninas ainda é frequente no mundo. Em 2016, mulheres e meninas representavam 70% das vítimas de tráfico de pessoas, a maioria para exploração sexual. No mesmo ano, uma em cada 20 meninas de 15 a 19 anos — cerca de 13 milhões — foi vítima de estupro, uma das formas mais violentas de abuso sexual que mulheres e meninas podem sofrer.

A Administração Regional de Samambaia foi o primeiro local a ser visitado. Foto: UNFPA Brasil/Giselle Cintra

UNFPA: é preciso fortalecer serviços de proteção às mulheres frente à violência de gênero

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a Secretaria da Mulher do Distrito Federal e líderes comunitários da região administrativa de Samambaia (DF) visitaram, na terça-feira (3), equipamentos públicos de denúncia e apoio às vítimas de violência doméstica.

Representando o UNFPA no evento, a oficial de programa para Equidade de Gênero, Raça e Etnia, Rachel Quintiliano, afirmou que, para acabar com a violência contra mulheres e meninas, é necessário buscar o fortalecimento das instituições e serviços.

Maria-Noel Vaeza se reuniu com representantes da sociedade civil para apresentar a nova campanha Geração Igualdade e discutir o a situação das mulheres brasileiras. Foto: ONU Mulheres

Nações Unidas pedem mais investimentos do Brasil nos direitos das mulheres

A diretora da ONU Mulheres para América Latina e Caribe, Maria-Noel Vaeza, reuniu-se em fevereiro (20 e 21) em Brasília (DF) com autoridades do Executivo e do Judiciário brasileiros e lideranças da sociedade civil.

Nos encontros, salientou que países da região precisam avançar em políticas para a eliminação das desigualdades de gênero, raça e etnia, a fim de fazer avançar o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Manuel Elias

ARTIGO: A desigualdade de poder entre os gêneros

Em artigo, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirma que a desigualdade de gênero é a grande injustiça de nossa época e o maior desafio de direitos humanos que enfrentamos. Segundo ele, a igualdade de gênero oferece soluções para alguns dos problemas mais intratáveis de nossos tempos.

“Se quisermos alcançar uma globalização justa que funcione para todas e todos, precisamos basear nossas políticas em estatísticas que levem em conta as verdadeiras contribuições das mulheres.” Leia o artigo completo.

Exposição “Alguns eram vizinhos: escolha, comportamento humano e o Holocausto”, realizada pelo Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio), em Recife (PE). Foto: Luiza Correia Katz

Exposição sobre vítimas do Holocausto realizada pelo UNIC Rio é inaugurada no Recife

A Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (ALEPE) realizou no dia 11 de fevereiro uma sessão solene em homenagem às vítimas do Holocausto. O evento foi uma iniciativa de deputados estaduais em parceria com a Federação Israelita de Pernambuco e o Consulado Geral da República Federal da Alemanha no Recife (PE).

Na ocasião, foi inaugurada a exposição “Alguns eram vizinhos: escolha, comportamento humano e o Holocausto”, realizada pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), que também está em cartaz no Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), no Rio de Janeiro.

A mostra é produzida em parceria com o Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos e o Programa Educacional da ONU sobre o Holocausto.

Sede da UNESCO em Paris. Foto: UNESCO

UNESCO condena assassinatos de jornalistas no Brasil, na Somália e no México

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) condenou na semana passada (27) o assassinato do jornalista brasileiro Lourenço Léo Veras, morto em 12 de fevereiro na cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, onde trabalhava perto da fronteira com o Brasil.

Em nota, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, disse que os autores do crime precisam ser levados à Justiça e punidos. Ela acrescentou que a proteção dos jornalistas é fundamental para a defesa da liberdade de imprensa e da liberdade de expressão.