Jogadores russos e internacionais jogaram a primeira partida da Copa do Mundo UNAIDS pelo Fim da AIDS e da Discriminação. Foto: UNAIDS

Na Rússia, ONU realiza torneio de futebol pelo fim da AIDS e da discriminação

Teve início nesta semana (17), em Moscou, um torneio de futebol que promete jogar para escanteio o preconceito sofrido por pessoas vivendo com HIV. Realizada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a Copa do Mundo pelo Fim da AIDS e da Discriminação reuniu em sua primeira partida lendas do futebol russo e internacional, como Alexey Smertin e o camaronês Samuel Eto’o. Competição tem o apoio da FIFA.

Faiza (centro), de 31 anos, da aldeia de Manono na província de Tanganyika, faz parte de um grupo de mulheres congolesas que criou um espaço para deslocados internos na escola primária EP Moni, em Kalemie. Foto: ACNUR/Colin Delfosse

Agências da ONU, Estados-membros e parceiros lançam plano para apoiar deslocados internos

À medida que as crises se multiplicam em todo o mundo e milhões de pessoas são deslocadas dentro das fronteiras de seus países por conflitos armados, violência generalizada ou violações de direitos humanos, um grupo de Estados, agências da ONU e parceiros renovou seu compromisso para trabalhar de forma colaborativa.

Nesse sentido, foi lançado na terça-feira (17) em Genebra, na Suíça, um Plano de Ação para Avanço da Prevenção, Proteção e Soluções para Deslocados Internos (2018-2020). A iniciativa propõe ações concretas para facilitar e fortalecer a participação dos deslocados internos nas decisões que lhes dizem respeito e ampliar as leis e políticas nacionais sobre o tema.

Atividade realizada em Brasília (DF) teve o objetivo de refletir e incentivar a cidadania alimentar com base no afeto, nas tradições e no direito. Foto: PEXELS

Oficina em Brasília lembra importância da alimentação baseada em afeto, tradições e direito

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e o Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília (OPSAN) organizaram na quarta-feira (18), como parte do 25º Congresso Brasileiro de Nutrição (CONBRAN), a oficina “Por uma comida que seja nossa!”.

A atividade, que aconteceu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF), teve o objetivo de gerar reflexões e promover a cidadania alimentar com base no afeto, nas tradições e no direito.

Manifestação em frente a sede da CIDH, em Washington, abril de 2016, no contexto do assassinato da líder Berta Cáceres, em março de 2016. Foto: CIDH/OEA

Autoridades reunidas na CEPAL pedem adesão de países a acordo ambiental latino-americano

Durante a segunda reunião do Fórum dos Países sobre o Desenvolvimento Sustentável, realizado na sede da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) em Santiago, no Chile, autoridades e especialistas ressaltaram a importância do acordo ambiental vinculante fechado na Costa Rica no início de março, o primeiro do tipo no nível mundial.

“Este é um acordo histórico, porque consagra pela primeira vez a proteção dos direitos humanos dos defensores ambientais, o que permite assegurar que casos como o cruel assassinato de Berta Cáceres (defensora ambiental hondurenha) não fiquem impunes”, declarou Alicia Bárcena, secretária-executiva da CEPAL, organismo que atua como secretaria técnica do processo.

Edson Kayapó na aldeia Jaqueira. Foto: Ibui Pataxó

‘Índio, nome dado pelos europeus, não representa nossa diversidade’, diz historiador Edson Kayapó

A militância e o trabalho de escritores, educadores e artistas indígenas têm sido fundamentais para combater o preconceito e o desconhecimento da sociedade brasileira sobre esses povos, cuja história foi contada principalmente sob o ponto de vista de não indígenas.

No momento em que ocorre na sede da ONU, em Nova Iorque, a 17ª Sessão do Fórum Permanente sobre Assuntos Indígenas, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) entrevistou quatro intelectuais de diferentes etnias indígenas brasileiras sobre formas de garantir direitos e valorizar a cultura e os conhecimentos dessas populações.

Bolsistas de 2017 do Programa para Jornalistas Memorial Reham Al-Farra com o secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU

ONU oferece bolsa para jovens jornalistas cobrirem eventos em Nova Iorque; prazo é 7 de maio

O Departamento de Informação Pública das Nações Unidas (DPI) abriu vagas para o Programa de Bolsas para Jornalistas Memorial Reham Al-Farra (RAF), que leva repórteres para cobrir o debate anual da Assembleia Geral em Nova Iorque. Esse ano, o Programa acontecerá de 16 de setembro a 6 de outubro. A ONU pagará as passagens de ida e volta para Nova Iorque e fornecerá diárias para cobrir despesas com alimentação e acomodação.

Chile concluiu o processo de adesão à Convenção de 1954 relativa ao Estatuto dos Apátridas e à Convenção de 1961 sobre a Redução da Apatridia. Foto: ACNUR.

Agência da ONU elogia Chile por adesão às convenções internacionais sobre apatridia

O Chile tornou-se o mais novo país a aderir às convenções internacionais sobre a apatridia. Na semana passada, iniciou formalmente, no escritório da ONU em Nova Iorque, sua adesão à Convenção de 1954 relativa ao Estatuto dos Apátridas e à Convenção de 1961 sobre a Redução da Apatridia.

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) informou ter recebido “com alegria” o compromisso do país de proteger e promover o direito fundamental à nacionalidade. De acordo com a agência, sem uma nacionalidade, as pessoas podem ser impedidas de se matricular na escola, acessar serviços médicos, procurar empregos formais ou até mesmo se casar.

Razia Sultana, ativista de direitos humanos e advogada, fala durante debate aberto do Conselho de Segurança da ONU em nome de grupo de trabalho de ONGs sobre mulheres, paz e segurança. Foto: ONU/Mark Garten

Advogada de muçulmanos rohingya critica atuação do Conselho de Segurança da ONU

O Conselho de Segurança da ONU não conseguiu impedir a crise de refugiados rohingya em Mianmar, e o órgão de 15 membros precisa encaminhar os casos de violência sexual e outros crimes contra o grupo étnico para o principal tribunal criminal do mundo, disse na segunda-feira (16) a advogada dessa população muçulmana, durante debate na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

“De onde eu venho, mulheres e meninas têm sido estupradas por gangues, torturadas e mortas pelo exército de Mianmar, somente por serem rohingya”, disse Razia Sultana em nome de organizações não governamentais, durante debate aberto do Conselho de Segurança sobre a prevenção da violência sexual em conflito.

Venezuelanos que vivem na Praça Simón Bolívar, em Boa Vista, fazem fila para receber alimentos fornecidos por membros da comunidade local. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

Universidade de Roraima e agências da ONU inauguram centro de serviços para refugiados e migrantes

A Universidade Federal de Roraima (UFRR) e agências da ONU no Brasil inauguram nesta sexta-feira (20/04), em Boa Vista, um centro de referência voltado para o atendimento de pessoas refugiadas e migrantes. O objetivo do centro é prestar serviços de orientação, proteção e integração aos cidadãos venezuelanos e de outras nacionalidades que chegam ao estado de Roraima, além de atividades para a comunidade local. Cedido pela UFRR, o espaço funcionará no campus da universidade e não será destinado ao abrigamento de pessoas.

A cabeleireira Claudia Fernandes (direita) lembrou a importância de haver informações e produtos de beleza para a população negra, principalmente para crianças e jovens. Foto: UNIC Rio/Ana Rosa Alves

Uso do cabelo afro é ato político, dizem blogueiras e especialistas em beleza

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) conversou com blogueiras, empresárias e cabeleireiras sobre como a aceitação do cabelo afro pode influenciar na construção de autoestima e da identidade negra.

Em julho de 2017, uma pesquisa realizada pelo Google BrandLab mostrou que, pela primeira vez no Brasil, houve maior número de buscas no Google por cabelos cacheados em comparação a lisos. Os dados mostraram um crescimento de 232% na busca por cabelos cacheados entre 2016 e 2017 e um crescimento de 309% por cabelos afro.

Centro de atendimento do Distrito Federal. Foto: Agência Brasília/Toninho Tavares

Assistência primária de saúde é caminho para manutenção do SUS, diz ONU

A atenção primária à saúde deve ser um dos principais caminhos para garantir a manutenção sustentável do SUS no Brasil. A avaliação é do representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no país, Joaquín Molina, que participou na terça-feira de seminário sobre o sistema público. Realizado pela agência da ONU, encontro discute até o final desta quarta-feira (18) experiências com atendimento inicial, triagem e prevenção.

Enquanto a temporada de monções se aproxima, trabalhadores têm pressa para pavimentar a principal estrada que corta o maior campo de refugiados do mundo hoje: Kutupalong, em Bangladesh, que abriga mais de 570 mil refugiados. As obras, financiadas pela Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) em estreita cooperação com o governo de Bangladesh, são vitais para que as agências humanitárias possam alcançar as pessoas que precisam de ajuda imediata. Foto: ACNUR

No maior campo de refugiados do mundo, ONU se antecipa à temporada de monções

Enquanto a temporada de monções se aproxima, trabalhadores têm pressa para pavimentar a principal estrada que corta o maior campo de refugiados do mundo hoje: Kutupalong, em Bangladesh, que abriga mais de 570 mil refugiados.

As obras, financiadas pela Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) em estreita cooperação com o governo de Bangladesh, são vitais para que as agências humanitárias possam alcançar as pessoas que precisam de ajuda imediata. Confira no vídeo.

Cantando canções em homenagem às mulheres, cerca de 150 representantes de todo o Sudão do Sul deram realizaram em março deste ano um diálogo nacional de três dias com funcionários da Missão das Nações Unidas no país, a UNMISS. Realizado na capital, Juba, visa ampliar as vozes das mulheres nos processos de paz. As mulheres sul-sudanesas – incluindo mulheres no governo, na sociedade civil, na política, nas forças armadas e entre as pessoas deslocadas internamente – estão expressando a necessidade urgente de paz e maior representação política para todos e todas.

No Sudão do Sul, mulheres participam de diálogo nacional para ampliar participação política

Cantando canções em homenagem às mulheres, cerca de 150 representantes de todo o Sudão do Sul deram realizaram em março deste ano um diálogo nacional de três dias com funcionários da Missão das Nações Unidas no país, a UNMISS.

Realizado na capital, Juba, visa ampliar as vozes das mulheres nos processos de paz.

As mulheres sul-sudanesas – incluindo mulheres no governo, na sociedade civil, na política, nas forças armadas e entre as pessoas deslocadas internamente – estão expressando a necessidade urgente de paz e maior representação política para todos e todas. Assista nesse vídeo.

No Camboja, cerca de um terço da população vive abaixo ou um pouco acima da linha da pobreza e dependem da agricultura como única atividade geradora de renda. Devido ao Sistema Participativo de Garantia (SPG), um programa implementado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), esta família cambojana foi capaz de escapar da pobreza cultivando produtos orgânicos de maneira sustentável.

FAO ajuda agricultores no Camboja a gerar renda e fugir da pobreza; vídeo

No Camboja, cerca de um terço da população vive abaixo ou um pouco acima da linha da pobreza e dependem da agricultura como única atividade geradora de renda. Devido ao Sistema Participativo de Garantia (SPG), um programa implementado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), esta família cambojana foi capaz de escapar da pobreza cultivando produtos orgânicos de maneira sustentável. Confira no vídeo.

Vítimas de tráfico humano. Foto: ONU/Martine Perret

ONU começa curso online sobre tráfico de pessoas para 720 fiscais e juízes sul-americanos

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) deu início neste mês (11) a um curso online sobre inquéritos judiciais de casos de tráfico de pessoas. Formação vai até dezembro e é voltada para funcionários dos governos do Brasil, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador e Peru. Iniciativa visa criar rede regional de investigadores, juízes e fiscais que trabalham no combate a esse tipo de crime.

Muzoon Almellehan, embaixadora da Boa Vontade do UNICEF. Foto: ACNUR/Susan Hopper

Não posso ser feliz sem ver todas as crianças do mundo com acesso à educação de qualidade, diz ativista síria

Muzoon Almellehan deixou a Síria há cinco anos. Na Jordânia, a jovem se tornou uma defensora dos direitos dos refugiados à educação. Seu ativismo lhe rendeu o título de embaixadora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Neste mês, a refugiada esteve em Genebra para um encontro de governos e organizações internacionais, onde pediu que o ensino seja uma das prioridades do novo Pacto Global sobre Refugiados.

Setor têxtil é um dos que registra casos de trabalho análogo à escravidão no Brasil. Foto: EBC

Empresas brasileiras e OIT debatem medidas para combater trabalho forçado e infantil

Cerca de 40 representantes do setor privado reuniram-se em São Paulo, no Consulado Britânico, com o objetivo de debater o que empresas podem fazer para combater o trabalho forçado e infantil. Realizado pela Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas, a missão diplomática do Reino Unido e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), evento discutiu políticas de prevenção e estratégias de reparação para as vítimas de abusos.

Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro e defensora dos direitos humanos. Foto: Mídia Ninja

ARTIGO: Marielle Franco — democracia, legado e violência contra as mulheres na política

Em artigo publicado na imprensa, a representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman, e Flávia Biroli, da Universidade de Brasília (UnB), lembram que a vereadora do Rio, Marielle Franco, era a “voz de quem não é ouvida nos espaços de poder”. Mulher, negra, lésbica e com origem na favela, denunciava as práticas de extermínio contra os jovens da periferia. Para Nadine e Flávia, seu assassinato estremece a democracia e mostra a necessidade de legislação específica contra a violência direcionada às mulheres na política.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, durante encontro no Conselho de Segurança sobre a Síria. Foto: ONU/Manuel Elias

‘Não há solução militar para o conflito na Síria’, diz António Guterres

Secretário-geral da ONU comentou recentes relatos de ataques aéreos promovidos por Estados Unidos, França e Reino Unido: “Existe uma obrigação, particularmente quando se trata de questões de paz e segurança, de agir de forma consistente com a Carta das Nações Unidas e com o direito internacional em geral”.

“A Carta da ONU é muito clara sobre essas questões. O Conselho de Segurança é o principal responsável pela manutenção da paz e segurança internacionais”, disse Guterres, que voltou a pedir estabelecimento de mecanismo independente para investigar uso de armas químicas no conflito em curso, que entra em seu oitavo ano.

No início de abril, uma missão das Nações Unidas – liderada pelo Programa Mundial de Alimentos – visitou a cidade de Raqqa, na Síria, mesmo em meio à restrição de movimentos e à falta de sinais de internet e telefone. O PMA está se preparando para fornecer alimentação a cerca de 30 mil pessoas entre as mais vulneráveis na cidade atingida brutalmente pela guerra que já dura mais de 7 anos. Confira no vídeo

Síria: Programa Mundial de Alimentos se prepara para ajudar 30 mil pessoas em Raqqa

No início de abril, uma missão das Nações Unidas – liderada pelo Programa Mundial de Alimentos – visitou a cidade de Raqqa, na Síria, mesmo em meio à restrição de movimentos e à falta de sinais de internet e telefone. O PMA está se preparando para fornecer alimentação a cerca de 30 mil pessoas entre as mais vulneráveis na cidade atingida brutalmente pela guerra que já dura mais de 7 anos. Confira no vídeo.

Ouvir as necessidades das crianças e jovens é o primeiro passo para ajudá-los a crescerem saudáveis e seguros. Ao estabelecer regras de forma consistente, calma e amavelmente, é criado um ambiente seguro e saudável para a criança crescer. #EscutaPrimeiro – em inglês, #ListenFirst – é uma iniciativa do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Organização Mundial da Saúde (OMS) e parceiros que busca aumentar o apoio à prevenção do uso de drogas com base em evidências científicas, promovendo assim um investimento eficaz no bem-estar das crianças e jovens, suas famílias e comunidades.

VÍDEO: Ouvir as crianças e jovens significa mais saúde e segurança

Ouvir as necessidades das crianças e jovens é o primeiro passo para ajudá-los a crescerem saudáveis e seguros. Ao estabelecer regras de forma consistente, calma e amavelmente, é criado um ambiente seguro e saudável para a criança crescer.

#EscutaPrimeiro – em inglês, #ListenFirst – é uma iniciativa do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Organização Mundial da Saúde (OMS) e parceiros que busca aumentar o apoio à prevenção do uso de drogas com base em evidências científicas, promovendo assim um investimento eficaz no bem-estar das crianças e jovens, suas famílias e comunidades.

Acesse o vídeo da campanha e saiba mais aqui.

Representantes da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde em visita à Casa da ONU. Foto: UNFPA Brasil

Fundo de População da ONU reforça parceria com Ministério da Saúde na área farmacêutica

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) reforçou na terça-feira (10) em Brasília (DF) parceria firmada com o Ministério da Saúde para qualificar profissionais da área e fornecer medicamentos de qualidade à população.

Segundo o UNFPA, a parceria prevê a assistência farmacêutica, que inclui identificar boas práticas e evidências científicas para subsidiar a formulação de novas diretrizes na área, e a pré-qualificação dos insumos em saúde sexual e reprodutiva, o que permite aos fornecedores brasileiros entrarem no mercado internacional e no catálogo global da ONU.

Publicação da OMS e do UNICEF visa encorajar aleitamento materno em unidades de saúde. Foto: OMS/Anuradha Sarup

ONU lança orientações para estimular amamentação em unidades de saúde

Divulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), publicação sobre aleitamento materno em unidades de saúde dá orientações a profissionais para que incentivem a amamentação. Material também traz recomendações para os pais de recém-nascidos. A alimentação dos bebês com leite materno pelos dois primeiros anos pode salvar a vida de mais de 820 mil crianças.

Refugiados e migrantes em Calais. Foto: ACNUR/C. Vander Eecken

França: especialistas da ONU pedem medidas efetivas para levar água e saneamento a migrantes

Especialistas em direitos humanos da ONU pediram ao governo da França que providencie mais serviços de água e de saneamento, além de abrigos de emergência para migrantes e requerentes de asilo em Calais, Grande-Synthe, Tatinghem, Dieppe e outras áreas ao longo da costa do norte do país.

Estima-se que centenas de imigrantes e requerentes de asilo na região estejam vivendo sem abrigos de emergência adequados e sem acesso a água potável, banheiros ou instalações de higiene.

Damião Braga alertou que quilombolas ainda não têm direito à terra plenamente efetivado. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

No Rio, pesquisadores apontam que herança da violência colonial contra os negros continua até hoje

Em cine-debate da ONU que reuniu mais de 60 pessoas no Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio de Janeiro, pesquisadores e ativistas discutiram na terça-feira (10) o legado da diáspora africana no Brasil.

Do século 16 ao 19, o país recebeu cerca de 5 milhões de pessoas da África, trazidas como escravos. Entre os descendentes dessa migração forçada, estão os quilombolas, que até hoje lutam pelo direito à terra para preservar modos de vida tradicionais.

Evento foi organizado pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Meninas em escola em Wixarica, Nuevo Colonia, México. Foto: UNICEF/Richter

América Latina e Caribe: uma década perdida para acabar com o casamento infantil

A América Latina e o Caribe é a única região do mundo onde a prevalência do casamento infantil e da união precoce não diminuiu na última década, disse nessa semana o UNICEF. Sem progresso acelerado, quase 20 milhões de meninas na América Latina e Caribe se casarão na infância até 2030.

Brasil lidera o número de casamentos infantis da América Latina e tem o 4º maior índice global em números absolutos. Cerca de 3 milhões de jovens de 20 a 24 anos tiveram o matrimônio formalizado antes da maioridade no país. O número representa 36% do total de mulheres casadas dessa faixa etária.

Vista aérea da cidade de Kananga, na província de Kasai-Central, na República Democrática do Congo. Foto: MONUSCO/Myriam Asmani

ONU aponta uso ilegal, injustificado e desproporcional da força contra manifestantes na RD Congo

O direito à liberdade de reunião pacífica foi severamente restringido e muitas vezes violentamente reprimido na República Democrática do Congo em 2017 – e a tendência continua em 2018.

As informações estão em um relatório da ONU que documenta assassinatos e outras violações graves dos direitos humanos devido ao uso de força excessiva pelos serviços de segurança e forças de defesa em relação aos protestos em massa.