Publicação do UNAIDS pede zero discriminação contra mulheres e meninas - Foto: reprodução

Em Dia Mundial de Zero Discriminação, UNAIDS defende igualdade de mulheres e meninas

O UNAIDS desafiou a discriminação enfrentada por mulheres e meninas no Dia Mundial de Zero Discriminação 2020, lembrado em 1º de março. O objetivo é conscientizar e mobilizar ações para a promoção da igualdade e do empoderamento de mulheres e meninas em todo o mundo. A AIDS continua sendo a maior causa de morte de mulheres entre 15 e 49 anos.

A diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, lembrou que o esforço para vencer a AIDS é inseparável da luta pelos direitos das mulheres e da luta contra todas as formas de discriminação.

ONU: “Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão”

ONU: ‘Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão’

Em uma mensagem em vídeo, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, marca nesta semana o Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão, lembrado anualmente a cada 25 de março.

Ele pediu que todos se manifestem contra todas as formas de racismo e manifestações de comportamento racista: “Precisamos, urgentemente, desmantelar as estruturas racistas e reformar as instituições racistas. Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão.”

Combate ao racismo passa pela luta por propriedade, diz ativista brasileiro

Há 20 anos, o ativista brasileiro Damião Braga, 53, luta pelo direito dos afrodescendentes à propriedade de terras e imóveis na cidade do Rio de Janeiro.

Na ocasião do Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão e do Comércio Transatlântico de Pessoas Escravizadas, cujo foco deste ano é o combate ao racismo e à discriminação, Braga concedeu entrevista às Nações Unidas.

“Para nós, a titulação dos territórios quilombolas é uma forma de reparação, frente a tudo aquilo que foi a escravidão”, disse Braga. “O território não foi titulado justamente em função desse racismo estrutural”.

Funcionário do ACNUR inspeciona e embala itens de ajuda, incluindo sabão, toalhas de papel descartáveis e termômetros, para distribuir aos assentamentos de refugiados no Irã como parte da resposta à COVID-19. Foto: ACNUR/Farha Bhoyroo

COVID-19: Agência da ONU para Refugiados envia 4 toneladas de ajuda humanitária ao Irã

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) transportou na segunda-feira (23) cerca de 4,4 toneladas de itens essenciais de ajuda médica, incluindo suprimentos para apoiar a resposta à COVID-19 no Irã. Foram entregues máscaras, luvas e medicamentos essenciais para ajudar a resolver a crítica escassez no sistema de saúde do país.

Globalmente, o ACNUR está buscando urgentemente 33 milhões de dólares para aumentar as atividades de preparação, prevenção e resposta para atender às necessidades imediatas de saúde pública de refugiados e comunidades anfitriãs, motivadas pela disseminação da COVID-19 em todo o mundo.

Coronavírus: UNESCO e UNICEF trabalham para acelerar soluções de aprendizagem a distância

Como resposta imediata aos fechamentos em massa de escolas, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) estabeleceu um grupo de trabalho COVID-19 para proporcionar assessoria e assistência técnica aos governos que trabalham para oferecer educação aos estudantes fora da escola.

Já o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) anunciou estar trabalhando com governos e outros parceiros para desenvolver modalidades de ensino a distância mais flexíveis que incluam conteúdo online, rádio e televisão, materiais de leitura e trabalhos de casa guiados.

Medidas como lavar as mãos e evitar aglomerações reduzem as chances de infecção pelo novo coronavírus. Foto: pixabay/Mylene2401

UNICEF e Granado doam galões de sabonete líquido a moradores de favelas do Rio

Mais de 1,4 mil litros de sabonete líquido foram doados pela empresa brasileira de cosméticos Granado nesta terça-feira (24) a cinco projetos ligados a iniciativas do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em prol de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade no Rio de Janeiro (RJ).

A ação tem como objetivo ajudar as populações de favelas da capital fluminense e da Baixada Fluminense a se proteger do novo coronavírus. Os galões foram entregues a organizações com atuação nessas comunidades, sendo distribuídos para as famílias apoiadas por cada projeto.

Médica analisa exame para eventual diagnóstico de tuberculose. Foto: AGECOM/Carol Garcia

Em meio à pandemia de coronavírus, OMS divulga novas recomendações para prevenir tuberculose

As novas orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ajudarão a acelerar os esforços dos países para impedir que pessoas infectadas com tuberculose (TB) desenvolvam a doença, graças à administração de tratamento preventivo.

“A COVID-19 está demonstrando como pessoas com doenças pulmonares e sistemas imunológicos debilitados podem ser vulneráveis”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

“O mundo está comprometido em acabar com a tuberculose até 2030; melhorar a prevenção é a chave para fazer isso acontecer. Milhões de pessoas precisam receber tratamento preventivo contra a tuberculose para deter o aparecimento da doença, prevenir o sofrimento e salvar vidas”.

Na Bielorússia, turfas como estas estão sendo revitalizadas e ajudam a reduzir os efeitos de carbono, já que podem absorver e capturar o dióxido de carbono (CO2) da atmosfera e reduzir sua concentraçnao no ar. Foto: PNUD/Bielorússia

Dia Mundial da Água: recursos hídricos são essenciais para a solução da mudança climática

No Dia Mundial da Água – 22 de março -, as Nações Unidas lançaram um relatório que aponta que tanto os impactos quanto as causas das mudanças climáticas vão exigir mudanças maiores na maneira como usamos e reaproveitamos os recursos limitados de água do planeta terra.

O novo relatório pede, entre outras coisas, esforços concretos para enfrentar o crescente stress hídrico e aumentar a eficiência no uso de água na agricultura e na indústria.

O documento pede ações em três áreas: primeiro, capacitando as pessoas a se adaptar aos impactos da mudança climática; segundo, aumentar a resiliência dos meios de subsistência; e terceiro, reduzindo o que provoca a mudança climática.

Foto: UNICEF/Frank Dejongh

COVID-19: Crianças enfrentam risco maior de abuso e negligência em meio a medidas de contenção

Centenas de milhões de crianças em todo o mundo provavelmente enfrentarão ameaças crescentes a sua segurança e a seu bem-estar – incluindo maus-tratos, violência de gênero, exploração, exclusão social e separação de cuidadores – por causa de ações tomadas para conter a propagação da pandemia de COVID-19.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) está pedindo aos governos que garantam a segurança e o bem-estar das crianças em meio à intensificação das consequências socioeconômicas da doença.

Winnie Byanyima, diretora executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids. Foto: UNAIDS

ARTIGO: Para acabar com a AIDS, precisamos de uma nova era de liderança — séria, corajosa e justa

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima, afirma que como mulher africana, as lembranças da AIDS estão gravadas em sua mente.

“De membros da família que se foram muito cedo nos deixando em luto e despedaçados; dos desvios de curso nos planos de desenvolvimento dos países; e de temer que a ameaça fosse impossível de derrotar.”

“Mas tenho outras lembranças que me trazem força, principalmente de como as pessoas começaram a reagir, muitas vezes se colocando em grande risco. A coragem delas mudou tudo, e fomos capazes de mobilizar a ciência, recursos internacionais, inovação e parcerias para começar a progredir contra a epidemia.” Leia o artigo completo.

Juan Pablo Bohoslavsky. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Relator da ONU pede que países adotem renda básica universal diante da pandemia

A melhor resposta a uma potencial catástrofe econômica e social provocada pela crise da COVID-19 é colocar as finanças a serviço dos direitos humanos e apoiar os menos favorecidos por meio de abordagens financeiras ousadas, disse nesta sexta-feira (20) um especialista em direitos humanos da ONU.

“Estímulos fiscais e pacotes de proteção social direcionados aos menos capazes de lidar com a crise são essenciais para mitigar as consequências devastadoras da pandemia”, disse Juan Pablo Bohoslavsky, especialista independente da ONU sobre os efeitos da dívida externa nos direitos humanos.

“Peço aos governos que considerem a introdução de uma renda básica universal de emergência.”

Economista sênior da OIT alerta para vulnerabilidade de trabalhadores informais e freelancers em meio à pandemia da COVID-19. Foto: pixabay/rottonara

ARTIGO: trabalhadores precários são levados ao limite pelo novo coronavírus

Em artigo, a economista sênior da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Janine Berg, alerta para a situação de vulnerabilidade dos trabalhadores informais, freelancers e terceirizados diante da pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19.

“Dependendo do país, o trabalhador pode não estar coberto pelo seguro-desemprego ou outras proteções essenciais, como licença médica remunerada”, alertou. Leia o artigo completo.

COVID-19: OMS apoia países com envio de equipamentos de proteção e diagnóstico

Pela primeira vez desde o início do surto de COVID-19, em dezembro, a China não registrou nenhum caso doméstico da doença, informou o chefe da Organização Mundial da Saúde da ONU (OMS) na quinta-feira (19), classificando o fato como “uma conquista incrível”.

Tedros Adhanom Ghebreyesus falou durante seu briefing regular em Genebra, onde destacou os últimos desenvolvimentos no apoio da agência da ONU aos países que enfrentam o que descreveu como “um inimigo invisível contra a humanidade”.

A OMS enviou equipamentos de proteção individual (EPI) para quase 70 países, enquanto 120 nações receberam 1,5 milhão de kits de diagnóstico.

Alicia Bárcena, secretária-executiva da CEPAL. Foto: CEPAL

CEPAL prevê contração de 1,8% para economia latino-americana em 2020 devido ao coronavírus

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) revisou para baixo suas projeções para a economia latino-americana e caribenha este ano diante da pandemia do novo coronavírus.

A estimativa é de uma contração de 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB) regional, o que poderá ampliar o desemprego na região em dez pontos percentuais.

Isso fará com que o número de pessoas em situação de pobreza na região suba dos atuais 185 milhões para 220 milhões, de um total de 620 milhões de habitantes; enquanto o número de pessoas na extrema pobreza pode subir de 67,4 milhões para 90 milhões.

Missão Europeia visita o território do Alto Rio Pardo. Foto: Guilherme Larsen/PNUD Brasil

Beneficiamento das espécies do Cerrado transforma vida de centenas de famílias em MG

O beneficiamento das espécies do Cerrado tem transformado a vida de centenas de famílias no norte de Minas Gerais. Acompanhar e conferir este e outros resultados do projeto Bem Diverso foi o objetivo de missão realizada este mês, que percorreu municípios que abrigam as atividades da iniciativa.

O Bem Diverso é fruto da parceria entre Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com recursos do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF). A execução é feita em parceria com organizações do governo e da sociedade civil.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, durante coletiva de imprensa virtual sobre a pandemia de COVID-19. Foto: Reprodução

Chefe da ONU pede solidariedade, esperança e resposta global coordenada para combater pandemia

À medida que o medo e a incerteza do público crescem em torno da pandemia da COVID-19, “mais do que nunca, precisamos de solidariedade, esperança e vontade política para enfrentar essa crise juntos”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quinta-feira (19), em sua primeira coletiva de imprensa virtual.

O chefe da ONU disse que enfrentar a emergência de saúde é a sua preocupação número um, e defendeu a ampliação dos gastos com saúde para cobrir, entre outras coisas e “sem estigma”, testes, apoio aos profissionais de saúde e garantia de suprimentos adequados.

Sobre o âmbito econômico, salientou: “fundamentalmente, precisamos nos concentrar nas pessoas – nos trabalhadores mais vulneráveis, com baixos salários, pequenas e médias empresas”. “Isso significa apoio salarial, seguro, proteção social, prevenção de falências e perda de empregos”. Leia a reportagem completa.

Profilaxia pré-exposição é mais uma ferramenta contra a transmissão do HIV. Foto: UNAIDS

UNAIDS elogia decisão do governo britânico de disponibilizar PrEP nacionalmente

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou o anúncio feito pelo governo britânico no domingo (15) de disponibilizar o medicamento preventivo contra o HIV para pessoas mais vulneráveis em todo o país, como parte dos esforços de acabar com a transmissão até 2030.

“É definitivamente a coisa certa a se fazer”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do UNAIDS. “A PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) foi avaliada em diferentes faixas etárias entre homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, mulheres trans, homens e mulheres heterossexuais e pessoas que usam drogas. Em cada um desses contextos, os dados são claros: a PrEP impede o HIV e deve ser disponibilizada a todos que precisam.”

UNAIDS e UNV assinam acordo para ampliar cooperação

UNAIDS e Programa de Voluntários das Nações Unidas assinam acordo para ampliar cooperação

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Programa de Voluntários das Nações Unidas (UNV) assinaram um memorando de entendimento a fim de estreitarem a colaboração entre as duas organizações.

UNAIDS e UNV trabalharão juntos para promover o voluntariado e para engajar os voluntários a apoiarem as pessoas que vivem e são afetadas pelo HIV.

Nos últimos 10 anos, 97 voluntários das Nações Unidas serviram ao UNAIDS em 36 países.

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS). Foto: ONU/Elma Okic

OMS: começam testes de vacina contra coronavírus; número de mortes supera 8 mil no mundo

Apenas 60 dias após a sequência genética da COVID-19 ser compartilhada pela China, o primeiro teste de vacina foi iniciado, disse o chefe de saúde da ONU na quarta-feira (18), chamando este fato de “uma conquista incrível” e instando o mundo a manter “o mesmo espírito de solidariedade” do combate ao ebola.

Atualizando jornalistas na coletiva de imprensa regular em Genebra, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que mais de 200 mil casos do novo coronavírus foram relatados no mundo e mais de 8 mil mortes foram registradas.

Diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), Carissa F. Etienne. Foto: UNIC Rio/Brenno Felix

OPAS pede que ministros da Saúde reorganizem serviços para atender pacientes com COVID-19

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, pediu na quarta-feira (18) que todos os países das Américas adotem medidas urgentes para reorganizar seus serviços de saúde e proteger profissionais para que possam atender com segurança pacientes infectados pelo novo coronavírus e salvar vidas.

“A mensagem é clara: agora é a hora de os países aumentarem sua capacidade de detectar casos, cuidar de pacientes e garantir que os hospitais tenham o espaço, suprimentos e funcionários necessários para prestar os atendimentos”, afirmou Etienne durante sua teleconferência semanal com os ministros da Saúde da Região das Américas.

Até o momento, não há tratamento específico para a COVID-19. A implementação de terapias de apoio oportunas, eficazes e seguras (oxigênio, hidratação e alívio da febre e da dor) é a pedra angular da terapia para os pacientes que desenvolvem manifestações graves da doença.

A informação é uma ferramenta fundamental para incentivar que as pessoas adotem as medidas preventivas disponíveis para proteger e salvar vidas. Foto: pixabay/geralt

OIT: quase 25 milhões de empregos podem ser perdidos no mundo devido à COVID-19

A crise econômica e trabalhista criada pela pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19, pode aumentar o número de desempregados no mundo em quase 25 milhões, segundo uma nova avaliação da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgada nesta quarta-feira (18).

Para evitar esse cenário, a OIT recomenda a ampliação da proteção social, o apoio à manutenção de empregos (ou seja, trabalho com jornada reduzida, licença remunerada e outros subsídios) e aos benefícios fiscais e financeiros, inclusive para micro, pequenas e médias empresas.

Além disso, a avaliação propõe medidas de política fiscal e monetária, além de empréstimos e do apoio financeiro a setores econômicos específicos.

Covid-19 deixa mais de 776 milhões de alunos fora da escola

Coronavírus deixa mais de 776 milhões de alunos fora da escola, diz UNESCO

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) revela que 100 Estados fecharam centros educacionais de forma parcial ou total e pelo menos 85 países fecharam escolas em todo o território para tentar conter a disseminação do novo coronavírus. A medida teve impacto em mais de 776,7 milhões de crianças e jovens.

A UNESCO apoia busca de soluções a favor do ensino e aprendizado à distância e inclusivo; evento virtual sobre o tema juntou governos de 73 países.

Pandemia do novo coronavírus afeta, em particular, as trabalhadoras informais e domésticas, porque as quarentenas reduzem consideravelmente a demanda por esses serviços. Foto: ONU Mulheres.

ONU Mulheres recomenda que igualdade de gênero seja incluída na resposta à pandemia

Trabalhadoras do setor de saúde, trabalhadoras domésticas, mulheres na economia informal, refugiadas, migrantes e em situação de violência são algumas das mulheres mais expostas à COVID-19 e precisam ser envolvidas em todas as fases da resposta e na tomada de decisão local e nacional.

De acordo com o escritório regional da ONU Mulheres, a redução da atividade econômica afeta, em primeira instância, trabalhadoras informais que perdem seus meios de sustento de vida quase imediatamente, sem nenhuma rede ou possibilidade de substituir a renda diária.

O camaronês Ambuchu John tem 58 anos e é portador de deficiência visual. Na foto, ele está em sua nova casa com seus dois filhos mais velhos, tendo sido deslocado pelos combates no distrito de Buea, Camarões. Foto: OCHA / Giles Clarke

Coronavírus: OMS pede mais ação de países europeus; trabalho humanitário no mundo precisa continuar

A agência humanitária da ONU lembrou na terça-feira (17) que milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária no mundo, e que esse trabalho precisa continuar diante da pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19.

No mesmo dia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) na Europa afirmou que os países do continente precisam tomar “medidas ousadas” para interromper a disseminação do vírus, e um órgão de narcóticos apoiado pela ONU pediu a manutenção de estoques suficientes de medicamentos.

Foto: LYCS Architecture/Unsplash

Pacto Global sugere respostas das empresas à COVID-19

O surto da COVID-19, doença provocada pelo novo coronavírus, não é apenas uma crise global da saúde, mas afeta também o comércio e a economia globais. Seu impacto está crescendo e será sentido no curto e no longo prazo. Todos os setores da sociedade foram afetados pelo surto – incluindo a comunidade empresarial internacional.

Como a maior iniciativa corporativa de sustentabilidade do mundo, o Pacto Global das Nações Unidas está pedindo aos líderes empresariais de todos os lugares que se unam para apoiar comunidades e empresas afetadas pelo surto.

UNICEF listou oito dicas para ajudar a confortar e proteger as crianças diante da pandemia do novo coronavírus. Foto: UNICEF

Como falar com suas crianças sobre o novo coronavírus

É fácil sentir-se desnorteado(a) por tudo o que você está ouvindo sobre a doença do novo coronavírus 2019 (COVID-19) no momento. Também é compreensível que suas crianças também estejam ansiosas.

É possível que as crianças achem difícil entender o que estão vendo online ou na TV – ou ouvindo de outras pessoas –, então, elas podem estar particularmente vulneráveis a sentimentos de ansiedade, estresse e tristeza.

Mas ter uma conversa aberta e solidária com suas crianças pode ajudá-las a entender, lidar e até dar uma contribuição positiva para os outros. Leia dicas do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

UNAIDS tem alta pontuação em ranking global de paridade de gênero em organizações de saúde

O terceiro relatório anual de Saúde Global 50/50 classificou novamente o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) como uma organização com “pontuação muito alta”.

Foram analisados os progressos feitos nos últimos 12 meses por organizações ativas no setor da saúde na implementação de políticas que promovam a igualdade de gênero, a não discriminação e a inclusão no local de trabalho.

Encontro Estadual de Adolescentes do Selo UNICEF da Amazônia Legal. Foto: Johney Lindoso Tavares

Governadores da Amazônia Legal assinam pacto pela proteção de crianças e adolescentes

Governadores da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e Maranhão) assinaram na semana passada (12) em Belém (PA) um pacto proposto pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para garantir os direitos de crianças e adolescentes.

A Agenda propõe cinco compromissos relacionados aos temas de saúde, educação, proteção, participação de adolescentes e questão migratória e seus impactos na região.

O gerenciamento correto de resíduo biomédico e de serviços hospitalares requer identificação, coleta, separação, armazenamento, transporte, tratamento e descarte apropriados. Foto: pixabay/leo2014

Países não devem abusar de medidas emergenciais que possam violar direitos humanos

Especialistas em direitos humanos da ONU pediram na segunda-feira (16) aos Estados que evitem o excesso de medidas de segurança em sua resposta à pandemia de coronavírus, e lembraram que os poderes de emergência não devem ser usados ​​para conter dissidência política.

“Declarações de emergência baseadas no surto de COVID-19 não devem ser usadas como base para atingir grupos, minorias ou indivíduos específicos. Não deve servir de cobertura para ações repressivas sob o pretexto de proteger a saúde, nem deve ser usado para silenciar o trabalho dos defensores dos direitos humanos.”

Os recursos serão direcionados à Estratégia de Resposta da OPAS, alinhada à da Organização Mundial de Saúde (OMS), que tem o objetivo de salvar vidas e desacelerar a transmissão do novo coronavírus. Foto: pixabay/pasja1000

COVID-19: Saúde mental na era do novo coronavírus

Desde janeiro, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou o surto da nova doença do coronavírus, COVID-19, como uma “emergência de saúde pública de interesse internacional”, os níveis de estresse em todos os lugares continuaram aumentando.

“Seja empático com todos aqueles que são afetados, dentro e provenientes de qualquer país”, destaca a OMS, alertando contra o estigma em relação a quem tem ou teve o vírus.

Também é recomendável procurar atualizações de informações apenas de fontes confiáveis ​​e em horários definidos uma ou duas vezes por dia.