O objetivo da convocatória foi identificar iniciativas que oferecem soluções e respostas baseadas na comunidade para doenças infecciosas na América Central e no Caribe. Foto EBC

Projetos de saúde em Guatemala e Honduras são reconhecidos por enfoque inovador e comunitário

Uma iniciativa de telemedicina do departamento de Gracias a Dios, em Honduras, juntamente com dois programas para controlar a doença de Chagas em Comapa, na Guatemala, foram reconhecidos por sua abordagem inovadora e comunitária para melhorar a saúde da população.

Os três programas foram selecionados a partir de uma lista com 12 trabalhos recebidos em uma chamada realizada por Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Centro Internacional de Entrenamiento e Investigaciones Médicas (CIDEIM), Universidade ICESI (Colômbia) e Organização Mundial de Saúde (OMS).

Para estabelecer prioridades e planos, ministros da Saúde e altas autoridades dos países e territórios membros da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) se reunirão em Washington. Foto: EBC

Ministros reúnem-se em Washington para discutir prioridades de saúde das Américas

Com o objetivo de estabelecer prioridades e planos para abordar os principais desafios em saúde enfrentados pela região das Américas, ministros da Saúde e altas autoridades dos países e territórios membros da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) se reunirão, de 23 a 27 de setembro, em Washington, nos Estados Unidos.

Durante o 56º Conselho Diretor, as autoridades em saúde da região vão analisar uma série de planos para reduzir o déficit de profissionais de saúde, diminuir os casos e mortes por câncer do colo do útero e melhorar a saúde de mulheres, crianças e adolescentes. Também debaterão ações para aprimorar o controle de vetores que transmitem doenças como malária, zika e Chagas.

Mais de 3 milhões de pessoas morreram por uso nocivo de álcool em 2016, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Foto: EBC

Uso nocivo de álcool mata 3 milhões de pessoas por ano no mundo; homens são maioria

Mais de 3 milhões de pessoas morreram por uso nocivo de álcool em 2016, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (21). Isso representa uma em cada 20 mortes ocorridas globalmente naquele ano. Mais de três quartos delas ocorreram entre homens. No geral, o uso nocivo do álcool causa mais de 5% da carga global de doenças.

De todas as mortes atribuíveis ao álcool, 28% são resultado de lesões, como as causadas por acidentes de trânsito, autolesão e violência interpessoal; 21% se devem a distúrbios digestivos; 19% a doenças cardiovasculares e o restante por doenças infecciosas, câncer, transtornos mentais e outras condições de saúde.

Pombas brancas voam ao redor da mesquita de Hazrat-i-Ali, na cidade de Mazar-i-Sharif, no Afeganistão, em comemoração do Dia Internacional da Paz organizada pela Missão de Assistência da ONU no Afeganistão (UNAMA), em 2007. Foto: ONU/Helena Mulkerns

ONU diz que direitos humanos são caminho para ‘paz duradoura’ no mundo

Em mensagem para o Dia Internacional da Paz, lembrado neste 21 de setembro, o secretário-geral da ONU, António Guterres, lembrou o 70º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrado neste ano, e disse que os valores do documento podem assegurar a paz duradoura no mundo.

Também por ocasião da data, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, alertou para a proliferação do populismo e do extremismo, que constituem um obstáculo aos ideais de paz e direitos universais.

Crianças do Botafogo entram em campo com os símbolos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Imagem de outubro de 2017. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Centro convida cidadãos brasileiros para dia de mobilização sobre objetivos da ONU

No próximo 25 de setembro, o mundo comemora três anos da adoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A data é celebrada pelas Nações Unidas como o Dia Global de Ação para os ODS, uma oportunidade para pessoas e instituições realizarem atividades de conscientização sobre essas metas. O Centro RIO+ convida organizações e cidadãos do Brasil a participar das mobilizações.

A empresa de energia FURNAS sediou, na última segunda-feira (17), um seminário para debater a geração de energia de olho no cumprimento do Acordo de Paris e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O evento, organizado pela empresa e pelo Programa das Nações Unidas sobre Desenvolvimento (PNUD), discutiu os principais avanços e desafios do setor energético, com foco no cumprimento da Agenda 2030. Durante o evento foi lançado o “Glossário de Termos do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 7: Energia limpa e acessível”, produzido pelo Grupo Assessor da ONU Brasil para a Agenda 2030.

No Rio, seminário debate energia sustentável e cumprimento do Acordo de Paris

A empresa de energia FURNAS sediou, na última segunda-feira (17), um seminário para debater a geração de energia de olho no cumprimento do Acordo de Paris e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O evento, organizado pela empresa e pelo Programa das Nações Unidas sobre Desenvolvimento (PNUD), discutiu os principais avanços e desafios do setor energético, com foco no cumprimento da Agenda 2030.

Durante o evento foi lançado o “Glossário de Termos do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 7: Energia limpa e acessível”, produzido pelo Grupo Assessor da ONU Brasil para a Agenda 2030.

Crianças no vilarejo de Shade Bara, na província de Herat, no Afeganistão. Foto: PNUD/S. Omer Sadaat

Jovens são metade da população global afetada pela pobreza, alerta relatório da ONU

Metade de todas as pessoas que vivem na pobreza no mundo tem menos de 18 anos, de acordo com estimativas de um novo relatório lançado nesta quinta-feira (20) por Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e parceiros.

Os novos números do Índice de Pobreza Multidimensional 2018 (MPI, na sigla em inglês) mostram que em 104 países de baixa e média renda, 662 milhões de crianças são consideradas pobres de acordo com múltiplos indicadores. Em 35 desses países, as crianças respondem por ao menos 50% do total.

Às vésperas da Assembleia Geral, chefe da ONU busca compromisso renovado com regras e valores globais

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu nesta quinta-feira (20) um “compromisso renovado com uma ordem global baseada em regras” e com as Nações Unidas, destacando os principais temas a serem discutidos durante as reuniões de alto nível da Assembleia Geral, a partir de segunda-feira (24), em Nova Iorque.

Em coletiva de imprensa para jornalistas da sede da ONU, Guterres disse que, com 84 chefes de Estado e 44 chefes de governo participando dos debates gerais na semana que vem, a ONU mostra que ainda é “o fórum indispensável para a cooperação internacional”.

Assembleia Geral da ONU - Foto: Kim Haughton/UN Photo

Seis coisas que você precisa saber sobre a Assembleia Geral da ONU

Todos os anos, em setembro, líderes globais se reúnem na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, durante duas semanas, para discutir assuntos importantes do nosso tempo e estabelecer uma agenda global para o ano seguinte. A 73ª sessão da Assembleia Geral da ONU começou nesta semana e o segmento de alto nível anual – formalmente conhecido como “debate geral” – começa em 25 de setembro, quando líderes de todos os países discursam para o mundo.

Você sabe por que o Brasil é o primeiro país a falar? Quantas vezes a Assembleia Geral foi presidida por uma mulher? Qual o tema do debate geral deste ano? Saiba um pouco mais sobre o encontro que movimenta a política internacional.

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi estabelecida pelos países-membros da ONU no fim de 2015. Foto: ONU

Rede Brasil do Pacto Global apresenta em NY projetos de sustentabilidade do setor privado

A Rede Brasil do Pacto Global apresentará 19 projetos do setor privado brasileiro relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), na próxima quarta-feira (26).

O SDGsinBrazil – The Role of the Private Sector ocorre em Nova Iorque, em programação paralela à Assembleia Geral da ONU. O evento será uma oportunidade para que signatários da Rede Brasil mostrem suas ideias inovadoras de sustentabilidade empresarial a investidores internacionais e nacionais e a representantes de agências das Nações Unidas.

Existem 100 milhões de pessoas sem acesso a sistemas adequados de saneamento na América Latina e 70 milhões não têm água encanada, segundo dados da ONU. No Brasil, menos da metade da população tem acesso a redes de esgoto. Foto: EBC

Especialistas debatem governança e financiamento para gestão de água e saneamento no Brasil

O seminário “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) e Água e Saneamento no Brasil: Governança e políticas públicas” reúne nesta quinta-feira (20), em Brasília (DF), especialistas, gestores públicos e representantes do setor privado, de organizações do terceiro setor e da sociedade civil para debater aspectos de governança, financiamento e medidas do setor produtivo para a implementação e o monitoramento do ODS 6, sobre água e saneamento.

O seminário é o segundo evento de uma série de três promovidos em 2018 no escopo do “Projeto ODS 6 – Água e Saneamento: estudos e proposições de medidas para a implementação e o monitoramento”, realizado conjuntamente pela Agência Nacional de Águas (ANA), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pelo Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG).

Vista de Moscou, com a Catedral de São Basílio, à esquerda, e a Torre Spasskaya, à direita. Foto: Flickr (CC)/thisisbossi

Rússia promete levar tratamento para 75% da população com HIV em 2019

Em 2017, apenas 45% dos russos com o vírus estavam tomando os medicamentos. Meta para o próximo ano é parte da estratégia do país para cumprir os objetivos da ONU sobre o tema.

O Leste da Europa e a Ásia Central são a única região no mundo em que as novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à AIDS ainda estão aumentando. No final de 2017, o número regional de novas infecções chegou a 130 mil.

O diretor-geral da OMC alertou, durante visita ao Brasil, sobre as crescentes tensões comerciais no mundo. Foto: OMC

Em visita ao Brasil, chefe da OMC alerta para impactos das tensões comerciais na economia dos países

O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, esteve no Brasil esta semana, onde discursou em diferentes eventos sobre a importância da Organização e a necessidade de fortalecer o sistema multilateral, especialmente em meio a crescentes tensões entre importantes parceiros comerciais.

“As tensões comerciais estão crescendo. A escalada contínua pode representar um risco econômico de importante impacto, ameaçando empregos e o crescimento em todos os países. Precisamos responder urgentemente a esses desafios e garantir que a OMC possa ajudar seus membros a lidar com suas preocupações e diminuir as tensões”, declarou.

Mulher busca água na Índia. Foto: UNICEF/Parelkar

Banco Mundial: pobreza extrema está diminuindo no mundo, mas a ritmo lento

O Banco Mundial anunciou na quarta-feira (19) que a extrema pobreza está diminuindo no mundo, mas a um ritmo cada vez mais lento.

De 1990 a 2015, o percentual de extrema pobreza passou de 36% para 10% da população mundial, com queda média de um ponto percentual ao ano. No período, mais de 1 bilhão de pessoas deixaram de viver abaixo da linha de pobreza extrema, com menos de 1,90 dólar ao dia.

No entanto, nos dois últimos anos desse intervalo, ou seja, de 2013 a 2015, a queda foi menos intensa. A análise do Banco Mundial indica que, se essa tendência se mantiver, será mais difícil erradicar a extrema pobreza até 2030.

Campanha Mares Limpos visa combater poluição dos oceanos causada pelo consumo e produção de plástico. Foto: ONU Meio Ambiente/Shawn Heinrichs

ONU Meio Ambiente mobiliza escoteiros em campanha Mares Limpos

Entre os dias 29 de setembro e 8 de dezembro, membros juvenis dos Escoteiros do Brasil de todo o país poderão participar do desafio para conquistar a Insígnia Mares Limpos.

Em parceria com a ONU Meio Ambiente e o Movimento Menos 1 Lixo, os Escoteiros do Brasil se engajam pelo segundo ano consecutivo em um projeto de cuidado com os oceanos, incentivando lobinhos, sêniores, escoteiros e pioneiros a reduzirem o consumo de plástico por meio do “Desafio Menos 1 Lixo/Mares Limpos”.

Trânsito em São Paulo. Foto: Fotos Públicas / Oswaldo Corneti

ONU e associação de empresas estimulam uso do transporte público no Dia Mundial Sem Carro

Deixar o carro em casa e experimentar o transporte público pode ser um desafio para quem utiliza o automóvel no dia a dia, mas esse é o convite da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) para o próximo sábado (22), Dia Mundial Sem Carro.

A campanha publicitária é assinada pela NTU, em parceria com duas agências das Nações Unidas – a ONU Meio Ambiente e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) -, e reforça o vínculo do transporte coletivo com pedestres e ciclistas.

Fachada do Museu Nacional do Rio de Janeiro após incêndio Foto: Agência Brasil/Tomaz Silva

UNESCO diz que há chance de recuperar parte do acervo do Museu Nacional

Após duas visitas técnicas ao Museu Nacional do Rio de Janeiro, especialistas da UNESCO afirmaram na terça-feira (18) que existem chances de recuperar partes do acervo da instituição, destruída no início do mês por um incêndio. Mas como equipes técnicas ainda não puderam entrar no prédio, por questões de segurança e investigações da polícia, não é possível saber quais itens da coleção poderão ser encontrados e restaurados.

Mulher indígena brasileira. Foto: Banco Mundial/Yosef Hadar

Nações Unidas alertam para violência contra povos indígenas mundialmente

O progresso que destrói culturas tradicionais, línguas, terras e patrimônio humano “não é desenvolvimento, mas destruição intencional”, disse a vice-alta-comissária da ONU para os direitos humanos nesta quarta-feira (19), em defesa dos povos indígenas em todos os lugares.

Os comentários de Kate Gilmore se seguiram aos da relatora especial da ONU para os povos indígenas, Victoria Tauli Corpuz, que manifestou preocupação com “o aumento dramático” dos ataques contra povos indígenas, e esforços no sentido de criminalizá-los.

Foto: UNFPA Brasil/Fernando Ribeiro

Fundo de População da ONU participa de conferência na Indonésia sobre Cooperação Sul-Sul

A conquista da Agenda 2030 exige uma análise cuidadosa da dinâmica populacional e das tendências de planejamento, implementação e monitoramento das metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Com essa perspectiva, acontece até quinta-feira (20), em Bali, na Indonésia, a Conferência Interinstitucional sobre Cooperação Sul-Sul e Triangular.

O evento é focado em questões de população e planejamento familiar. A reunião é preparatória para Conferência das Nações Unidas de Alto Nível da Cooperação Sul-Sul, em Buenos Aires, Argentina (BAPA + 40), que acontece em março de 2019.

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi estabelecida pelos países-membros da ONU no fim de 2015. Foto: ONU

ONU Brasil lança publicação para articular programas de governo à Agenda 2030

Tanto os postulantes ao Poder Executivo quanto os futuros legisladores podem desenvolver suas ideias à luz dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para que o mundo cumpra a Agenda 2030.

Pensando nisso, a ONU Brasil lançou neste mês a publicação “Articulando os Programas de Governo com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”. O relato é da Rede Brasil do Pacto Global.

Projeto do Equador visa combater a resistência de bactérias a antibióticos na cadeia de produção do frango. Foto: FAO/CC

Nas Américas, 77 milhões de pessoas adoecem anualmente por causa de alimentos contaminados

Em visita ao Equador para avaliar o uso de antibióticos na produção agrícola, especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertaram em agosto para os riscos da resistência crescente de bactérias aos remédios.

Com agentes infecciosos mais fortes, as doenças transmitidas por comida contaminada podem ter impacto ainda maior sobre a população. Nas Américas, essas enfermidades acometem mais de 77 milhões de pessoas por ano.

Foto:Pixabay/kaboompics (cc)

CEPAL pede mais igualdade de gênero no acesso a serviços bancários

Para avançar rumo a sistemas financeiros inclusivos que contribuam para eliminar as desigualdades de gênero, é necessário contar com dados desagregados por sexo e assim romper com o silêncio estatístico que afeta as mulheres, disse na semana passada (10) a secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena.

Segundo a chefe da CEPAL, as mulheres enfrentam barreiras para acessar o sistema financeiro e não gozam dos mesmos benefícios e direitos que os homens.

Para ela, as políticas macroeconômicas deveriam ser sensíveis às desigualdades de gênero, já que as mulheres acabam  amortecendo os choques econômicos nos períodos de crise, instabilidade ou recessão, principalmente através da sobrecarga de trabalho não remunerado.

Família busca água no condado de Garissa, no Quênia. Foto: UNICEF/Serem

ONU usa dados de satélites para enfrentar secas e enchentes na África e Ásia

Em março de 2018, o Quênia foi palco da pior enchente do país desde 1997. A inundação deixou mais de 300 mil pessoas desabrigadas. Mas um mês antes, a preocupação da nação africana era com a pior seca desde 2010.

Para ajudar esse e outros países a lidar com estiagens e enchentes, a ONU Meio Ambiente implementa uma plataforma de monitoramento em tempo real de bacias hidrográficas. Iniciativa usa dados de satélites para orientar estratégias de prevenção.

Sede da ONU em NY. Foto: ONU/Rick Bajornas.

Acordo latino-americano sobre proteção de defensores ambientais recebe assinaturas a partir de 27/9

O acordo regional sobre acesso à informação, à participação pública e à Justiça em assuntos ambientais na América Latina e no Caribe (Acordo de Escazú) será aberto à assinatura de todos os países da região na quinta-feira (27) na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, no marco do debate geral do 73º período de sessões da Assembleia Geral da ONU.

O chamado “Acordo de Escazú” — por ter sido adotado em 4 de março passado no município de Escazú, na Costa Rica — é o primeiro acordo ambiental da região e o único de seu tipo no mundo, já que contém disposições específicas sobre proteção de defensores de direitos humanos em assuntos ambientais. Trata-se do primeiro instrumento legal que emergiu até agora da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

Reunião ocorreu no fim de agosto, no Rio de Janeiro. Foto: PANAFTOSA

Rede interamericana de análises de alimentos visita instituto de controle de qualidade no Rio

Dois membros da Rede Interamericana de Laboratórios de Análises de Alimentos (RIILA) visitaram no fim de agosto (28) o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), localizado em Manguinhos, zona norte do Rio de Janeiro.

Entre os temas discutidos, estão a apresentação do novo portal da RILAA, a participação do INCQS na 9ª Assembleia Ordinária da Rede — que ocorrerá entre 5 e 9 de novembro em Santo Domingo, República Dominicana — e alianças futuras, sobretudo nas áreas de teste de proficiência e ensino.

Edifícios nos arredores de Wall Street. Foto: Michael Aston/Flickr (CC)

ARTIGO: Dez anos depois da quebra do Lehman Brothers — lições e desafios

Em artigo, a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirma que as consequências da crise financeira de 2008 e seu pesado custo sobre as pessoas comuns estão entre os fatores-chave para explicar a atual reação contra a globalização — particularmente nas economias avançadas — e a erosão da confiança no governo e em outras instituições. Leia o artigo completo.

A equatoriana María Fernanda Espinosa, presidente da 73ª sessão da Assembleia Geral da ONU, fala ao plenário no primeiro dia de reunião em Nova Iorque. Foto: ONU/Loey Felipe

Nova presidente da Assembleia Geral pede ONU mais próxima das pessoas

A nova sessão da Assembleia Geral da ONU foi aberta nesta terça-feira (18) com sua presidente prometendo usar seu mandato de um ano para levar a organização global para mais perto das pessoas, fortalecendo o apoio e o sentido de pertencimento às Nações Unidas.

Em seu primeiro discurso como presidente da Assembleia Geral, ocorrido durante sua 73ª sessão, a equatoriana María Fernanda Espinosa disse que a necessidade de uma liderança global mais forte a serviço do multilateralismo, para garantir sociedades mais pacíficas, igualitárias e sustentáveis, permeará seu trabalho.

Espinosa, que foi eleita presidente da Assembleia Geral em junho, sucede Miroslav Lajčák, presidente da 72ª sessão. Ela é a quarta mulher a ocupar o cargo na história da organização internacional, e a primeira mulher latino-americana.