Campanha digital do UNIC Rio faz Contagem Regressiva pela Paz

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) lança, nesta sexta-feira (01), a Contagem Regressiva Pela Paz, uma campanha digital que pretende mobilizar os internautas brasileiros sobre a questão dos refugiados e migrantes.

Diariamente, entre os dias 1º e 21 de setembro, os internautas acompanharão no Facebook da ONU Brasil a saga de uma família fictícia de refugiados sob a visão de uma menina de 11 anos, Anna. A iniciativa tem por objetivo marcar o Dia Internacional da Paz, observado em 21 de setembro.

Crianças refugiadas de 12 países participaram de ato pela paz na Síria, no Cristo Redentor, Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

No Chile, representante da ONU pede colaboração regional nos processos migratórios

A representante especial do secretário-geral da ONU para Migração Internacional, Louise Arbour, pediu colaboração regional e afirmou que a migração tem um imenso impacto positivo nos âmbitos social, econômico e cultural nos países de origem e destino e é uma experiência de empoderamento para milhares de migrantes e suas famílias.

Ela participou nesta quarta-feira (30) da abertura da 1ª Consulta Regional no processo para adoção do ‘Pacto Global para a Migração Segura, Ordenada e Regular’, que ocorre até amanhã (31) em Santiago, no Chile.

Em Darfur, no Sudão, mulheres se manifestam pelo fim da violência. Foto: ONU/Albert González Farran

Dia Laranja trata da violência contra mulheres e meninas em crises humanitárias

Agências das Nações Unidas, ativistas e governos do mundo todo lembram a cada dia 25 o Dia Laranja, que alerta para a urgente necessidade de prevenir e eliminar a violência contra mulheres e meninas.

No Dia Laranja de agosto, a campanha centrou-se nas crises humanitárias. Nessas situações, mulheres e meninas são mais propensas a perder seus meios de subsistência e a enfrentar situações de violência baseada em gênero, como a violência sexual, o casamento precoce e o tráfico de pessoas com fins de exploração sexual.

O alto-comissário da ONU para os refugiados, Filippo Grandi, inaugura novo escritório do ACNUR em Petén, na Guatemala, que ajudará a fortalecer a proteção para famílias refugiadas. Foto: ACNUR/ Santiago Escobar-Jaramillo

Chefe de agência da ONU para refugiados visita norte da América Central e México

O alto-comissário das Nações Unidas para os refugiados, Filippo Grandi, iniciou esta semana (23) uma visita ao norte da América Central e o México para obter um panorama geral das tendências de deslocamento na região.

Grandi realizará missões em Guatemala, Honduras e El Salvador para se reunir com comunidades afetadas pela violência e insegurança. No México, se reunirá com refugiados e solicitantes de refúgio. Em todos os países haverá encontros com autoridades e parceiros da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Mulher atende bebê recém-nascido na unidade de terapia intensiva neonatal no Hospital Qarantina, em Beirute, no Líbano. Foto: ACNUR

ONG financia tratamento pediátrico para crianças de famílias pobres e refugiadas no Líbano

A pequena Aya repousa, pacificamente, em uma incubadora no hospital público Qarantina, na capital libanesa, Beirute. Refugiada de pais sírios, Aya não teve primeiros dias fáceis, mas a família é grata por ter recebido o atendimento do qual a menina precisava.

O tratamento especializado foi possível graças a uma ala pediátrica recém-construída no hospital e financiada pela ONG libanesa Birth and Beyond. O objetivo é proporcionar tratamento neonatal de qualidade a famílias pobres no Líbano, incluindo de refugiados sírios. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Crianças iraquianas que fugiram de Tal Afar abrigam-se em escolas, mesquitas e construções inacabadas na área de Sinjar, província de Ninawa. Foto: Crescente Vermelho Iraquiano/OCHA

ONU alerta para deslocamento em massa de civis com avanço de forças iraquianas em Tal Afar

A chefe humanitária das Nações Unidas no Iraque alertou no domingo (20) sobre as consequências do deslocamento de milhares de civis que devem fugir da cidade de Tal Afar e de comunidades próximas durante a operação militar iraquiana para retomar essas áreas do poder do grupo terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL/Da’esh).

Mais de 30 mil pessoas já fugiram do distrito, disse a chefe humanitária, segundo a qual não se sabe quantos civis ainda estão em áreas de conflito. A expectativa, no entanto, é de que milhares fujam nos próximos dias e semanas.

Katya*, de 4 anos, e sua mãe, regularmente atravessam o posto de verificação na vila de Marinka. Foto: ACNUR/Tania Bulakh

Famílias no leste da Ucrânia se arriscam para cruzar zonas de conflito e receber auxílio do governo

Rodeados de campos minados, os pontos de verificação no leste da Ucrânia são o único caminho para atravessar de um lado para o outro das zonas de conflito. Desde abril de 2014, a porção oriental do país virou palco de confrontos separatistas entre grupos armados e o governo nacional. Para muitos habitantes das regiões afetadas, os deslocamentos por rotas cercadas de explosivos transformaram-se numa perigosa rotina.

Inundações e deslizamento de terra em Serra Leoa deixaram centenas de mortos. Foto: UNICEF

Agências da ONU apoiam mais de 3 mil afetados por deslizamentos de terra em Serra Leoa

Agências da ONU intensificaram seus esforços para ajudar as famílias deslocadas por inundações e deslizamentos de terra devastadores que atingiram a capital de Serra Leoa, Freetown, na semana passada (14).

“A escala do dano não tem precedentes”, disse Hamid El-Bashir Ibrahim, representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Ele observou que pelo menos 109 crianças estão entre as vítimas do desastre.

Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e seus parceiros entregam ajuda em bairros isolados no leste de Alepo, na Síria. Foto: ACNUR

Proteger trabalhadores humanitários é primordial, diz oficial da ONU

Enquanto conflitos ao redor do mundo continuam sendo uma ameaça para a vida de muitas pessoas, o chefe humanitário das Nações Unidas destacou a importância de assegurar que corajosos homens e mulheres que arriscam suas vidas para ajudar aqueles que precisam não sejam tratados como alvo.

“A proteção dos trabalhadores humanitários é primordial”, disse Stephen O’Brien, subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários e coordenador da assistência de emergência, no marco das comemorações do Dia Mundial Humanitário (19 de agosto).

Profissional de saúde do UNFPA ajuda na realização de partos na Síria. Foto: UNFPA Síria

Resposta a crises humanitárias não pode negligenciar saúde sexual e reprodutiva, diz fundo da ONU

Em mensagem para o Dia Mundial Humanitário, lembrado no final de semana (19) pela ONU, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) alertou para os riscos de saúde e de violência de gênero enfrentados por mulheres e meninas em situações de conflito. Agência defendeu que respostas a emergências devem incluir o fornecimento de serviços de saúde sexual e reprodutiva para comunidades vivendo em zonas de guerra. Organismo da ONU está presente em 56 países em crise.

Sérgio Vieira de Mello. Foto: ONU/Ky Chung

Sobrinho de Sérgio Vieira de Mello lembra história do ex-comissário da ONU no Dia Mundial Humanitário

“O trabalhador humanitário, herói da paz, anônimo, arriscando sua vida por pessoas que nunca viu e muitas vezes nem sua língua falam, é motivo de orgulho”, declarou André Simões, sobrinho do ex-alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos, o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, falecido em 19 de agosto de 2003.

A data foi escolhida pela ONU como o Dia Mundial Humanitário, lembrado anualmente. Em depoimento especial para as Nações Unidas, André lembra a relação e admiração pelo tio.

Famílias que fugiram de ataques de milícias na província de Kasai, na República Democrática do Congo, chegam no novo assentamento instalado em Lóvua, no norte da Angola. Foto: ACNUR/Rui Padilha

Agência da ONU realoca refugiados congoleses de zonas fronteiriças em Angola

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e seus parceiros começaram a realocar mais de 33 mil refugiados congoleses que estavam nos centros de acolhida superlotados no norte de Angola para um novo assentamento instalado em Lóvua, a cerca de 100 quilômetros da fronteira com a República Democrática do Congo.

A realocação de refugiados congoleses para Lóvua, em Angola, garante a segurança de milhares de pessoas que deixaram a situação de violência e tensões étnicas na República Democrática do Congo.

Em Uganda, mais de 85% dos refugiados que chegam são mulheres e crianças. Foto: ACNUR/ Jiro Ose

Refugiados do Sudão do Sul em Uganda ultrapassam 1 milhão; ONU reforça pedido de ajuda

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) reiterou nesta quinta-feira (17) seu pedido de apoio aos refugiados do conflito no Sudão do Sul, em particular aos mais de 1 milhão que estão em Uganda. No último ano, Uganda registrou uma chegada média de 1,8 mil sul-sudaneses por dia.

A ausência de recursos em Uganda está afetando significativamente a capacidade de oferecer assistência vital e serviços básicos essenciais. Este ano, são necessários 674 milhões de dólares para a resposta aos refugiados sul-sudaneses no país. Entretanto, até agora, somente 21% desse total foi recebido.

Imagem: ONU/OCHA

Chefe da ONU pede compromisso com proteção de civis em zonas de guerra

Em mensagem para o Dia Mundial Humanitário, lembrado no próximo sábado, 19 de agosto, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu a lideranças políticas que façam tudo a seu alcance para proteger pessoas inocentes em zonas de conflito.

Chefe do organismo internacional chamou cidadãos de todo o mundo a participar da campanha da ONU lançada especialmente para a data. A iniciativa “Não É Alvo” — do original em inglês, #NotATarget — busca alertar o público sobre os riscos enfrentados por civis em situações de guerra. É possível assinar uma petição em prol da segurança e da vida de pessoas inocentes.

Pessoas deslocadas por inundações acampam em estrada no sul do Nepal. Foto: UNICEF Nepal/2017/NShrestha

ONU aciona equipe humanitária no Nepal após inundações e deslizamentos

Uma equipe humanitária da ONU foi acionada no Nepal para apoiar os esforços de resposta após severas inundações atingirem o país, disse o escritório do coordenador-residente do país nesta terça-feira (15).

Até segunda-feira (14), ao menos 66 pessoas haviam morrido, incluindo crianças, e 35 estavam desaparecidas e muitas deslocadas após inundações e deslizamentos de grande escala provocados pelas mais fortes chuvas a atingir o Nepal em 15 anos.

No hospital Al Sab’een Hospital em Sanaa, no Iêmen, médico atende menina doente de cólera. Foto: UNICEF/Fuad

Casos de suspeita de cólera ultrapassam 500 mil no Iêmen, diz OMS

Os casos de suspeita de cólera já ultrapassam 500 mil no Iêmen, disse nesta segunda-feira (14) a agência das Nações Unidas para a saúde, advertindo que a doença está se espalhando rapidamente devido à falta de água potável e de acesso à saúde.

“A epidemia de cólera no Iêmen, atualmente a maior do mundo, se espalhou rapidamente devido à deterioração das condições de higiene e saneamento e interrupções do abastecimento de água em todo o país”, afirmou a Organização Mundial da Saúde (OMS) em comunicado.

Daniel, migrante camaronês, é fotografado em Agadez, no Níger. Ele saiu de seu país com o irmão e seu tio, mas foi detido e torturado na Líbia. Foto: ACNUR/Louise Donovan

Refugiados e migrantes são vítimas de trabalho forçado e cárcere em rotas que levam à Líbia

Daniel conhece bem os perigos das estradas que levam para a Líbia. Desde que saiu do Camarões com destino à Europa, no início do ano, sua vida se transformou em uma jornada arriscada. Acompanhado do tio e do irmão gêmeo, esse camaronense de 26 anos conversou com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) sobre os caminhos que teve de percorrer e sobre os abusos por que passou para tentar atravessar o Mediterrâneo.

Jovens da Gâmbia em Pozzallo, na Sicília. Foto: UNICEF/Gilbertson

UNICEF: perigos na terra natal são principal causa de movimentos migratórios de crianças

Em relatório que avalia as variáveis por trás da migração infantil, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que 75% dos jovens migrantes e refugiados vivendo na Europa decidiram deixar seus países de origem desacompanhados. Para a maioria, porém, a viagem não tinha como destino inicial o continente. Documento aponta que deslocamento é motivado mais por perigos nas comunidades de origem do que por desejo de ir para o território europeu.

Depois que as milícias mataram seu marido em Mossul, cidade iraquiana destruída pela guerra, Dalal, mãe de seis crianças que vive do distrito de Zanjili, deixou tudo para trás. Durante a fuga, uma tragédia: uma de suas filhas, Milad, de 16 anos, perdeu sua perna em um ataque enquanto fugia dos conflitos. Com o fim dos combates em Mossul, a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) fizeram um apelo humanitário para atender as necessidades de crianças vulneráveis, mulheres e homens deslocados, incluindo os que estão voltando para a cidade.

Após retomada de Mossul, ONU detalha necessidades políticas e humanitárias do Iraque

Depois que as milícias mataram seu marido em Mossul, cidade iraquiana destruída pela guerra, Dalal, mãe de seis crianças que vive do distrito de Zanjili, deixou tudo para trás. Durante a fuga, uma tragédia: uma de suas filhas, Milad, de 16 anos, perdeu sua perna em um ataque enquanto fugia dos conflitos.

Com o fim dos combates em Mossul, a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) fizeram um apelo humanitário para atender as necessidades de crianças vulneráveis, mulheres e homens deslocados, incluindo os que estão voltando para a cidade.

Onda de violência na República Centro-Africana leva a deslocamento de milhares para a vizinha República Democrática do Congo. Foto: ACNUR/Simon Lubuku

Violência recente na República Centro-Africana já levou à fuga de 160 mil refugiados para a RD Congo

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) alertou neste mês que ondas recentes de violência têm levado milhares de pessoas a fugir da República Centro-Africana e buscar segurança na vizinha República Democrática do Congo. No início de julho, a organização Médicos Sem Fronteiras relatou às Nações Unidas que um bebê foi morto a tiros por militantes em um hospital na cidade centro-africana de Zemio. Posto de atendimento abrigava mais de 7 mil deslocados internos.

Funcionária da OIM conversa com uma migrante em um centro de recepção. Foto: OIM

ONU faz apelo para melhorar proteção de refugiados e migrantes em travessias perigosas

Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) pediu 412 milhões de dólares para ajudar a melhorar a proteção de refugiados e migrantes que cruzam o Deserto do Saara e o Mar Mediterrâneo, bem como para apoiar países europeus que prestam assistência a solicitantes de asilo.

Nos seis primeiros meses deste ano, mais de 2.171 refugiados e migrantes morreram ou estão desaparecidos no Mediterrâneo, enquanto comunicado do UNICEF criticou medidas na Itália que podem piorar ainda mais a situação de resgate.

Já a Organização Internacional para as Migrações (OIM) alertou que cerca de 80% das migrantes nigerianas que chegam à Europa pela costa da Itália são vítimas potenciais do tráfico sexual, destacando os níveis “chocantes” de abuso e violência enfrentados por meninas e mulheres da Nigéria.