Crianças indígenas waraos brincam no Súper Panas apoiado pelo UNICEF no abrigo Janakoida, em Pacaraima, Roraima, perto da fronteira com a Venezuela. Crédito: UNICEF/Hiller.

Abrigos de Belém contarão com espaço UNICEF de integração de crianças refugiadas e migrantes

O Fundo das Nações para a Infância (UNICEF), com apoio da Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), realizou em Belém uma oficina de formação para funcionários públicos com o intuito de preparar os abrigos da cidade para a inauguração de espaços Súper Panas.

O espaço Super Panas, do UNICEF – que significa “super amigos” em espanhol – oferece atividades recreativas, educativas e de apoio psicossocial, fundamentais para o desenvolvimento e a recuperação emocional dos crianças refugiadas e migrantes.

Foto: ACNUR

Síria: chefe da ONU para refugiados pede segurança para civis sitiados

Com o agravamento da situação na província de Idlib, na Síria, onde cerca de 1 milhão de pessoas estão em grave perigo, o alto-comissário da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Filippo Grandi, disse nesta semana apoiar os pedidos pelo fim das hostilidades e apela para ações urgentes que permitam as pessoas presas no conflito se deslocarem para locais seguros.

Estima-se que mais de 900 mil pessoas tenham fugido de suas casas ou abrigos em Idlib nos últimos meses. A maioria está agora nas províncias ao norte de Idlib e Aleppo, agravando a situação humanitária já desastrosa em meio a condições adversas no inverno rigoroso.

Em 12 de fevereiro de 2020, famílias se abrigam em um assentamento informal recentemente estabelecido que continua a receber famílias recém-deslocadas do sul de Idlib e das províncias rurais de Alepo, no noroeste da Síria. Foto: UNICEF/Baker Kasem

Enviado especial da ONU pede a Conselho de Segurança solução para conflito sírio

Com o progresso interrompido nas frentes política e de paz na Síria, o enviado especial da ONU para o país, Geir Pedersen, instou nesta quarta-feira (19) os embaixadores do Conselho de Segurança a encontrar uma solução para acabar com quase nove anos de conflito.

Seu apelo foi feito diante de um cenário da rápida deterioração humanitária no noroeste da Síria, onde uma ofensiva militar em andamento deslocou quase 900 mil pessoas desde dezembro.

Foi exibido filme para que as crianças e adultos pudessem se distrair durante a espera no cadastramento. Foto: ACNUR

Mutirão de documentação no Pará beneficia mais de 100 indígenas venezuelanos

Em um esforço coordenado entre Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Polícia Federal e Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Pará, 106 indígenas venezuelanos da etnia Warao foram cadastrados nos últimos dois meses junto ao sistema SISCONARE como solicitantes de refúgio, sendo que 70 já tiveram seus protocolos emitidos.

O constante deslocamento dessa população pela região Norte e a complexidade logística de Belém, associados aos desafios linguísticos dos Warao, tornaram desafiador para a rede local de proteção atender suas necessidades de documentação.

Foto: UNAIDS

UNAIDS alerta para crise no tratamento infantil do HIV na África Ocidental e Central

Em 2018, a cobertura da terapia antirretroviral entre crianças vivendo com HIV na África Ocidental e Central foi de apenas 28%, muito abaixo da média global, de 54%. A ausência de serviços de saúde acessíveis em muitos países da África Ocidental e Central resulta na falta de diagnósticos de crianças vivendo com HIV.

O alerta foi feito pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Criança caminha na neve em um assentamento informal recentemente estabelecido que continua a receber famílias deslocadas do sul de Idlib e das províncias rurais de Alepo, no noroeste da Síria. Foto: UNICEF/Baker Kasem

Chefe de direitos humanos da ONU alerta sobre mortes de civis no noroeste da Síria

Enfrentando temperaturas congelantes e bombardeios, mais de 900 mil civis no noroeste da Síria foram forçados a se deslocar para áreas cada vez menores em busca de segurança, disse nesta terça-feira (18) a principal autoridade de direitos humanos da ONU.

Desde 1º de janeiro, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) confirmou 299 mortes de civis em Idlib, enquanto o governo sírio continua sua grande ofensiva militar para retomar a última área controlada por grupos armados não estatais da oposição.

O desafio de ajudar crianças refugiadas na Líbia a superar traumas

Tentativas de suicídio, comportamento agressivo, distúrbios do sono e fazer xixi na cama. Esses são apenas alguns dos sintomas apresentados por muitos jovens solicitantes de refúgio e refugiados na Líbia que passaram por momentos de grande violência e sofrimento em sua terra natal, bem como durante suas jornadas difíceis e perigosas em busca de segurança.

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) apoia atividades para ajudar refugiados e solicitantes de refúgio a lidar com sua angústia mental. Na capital líbia, Trípoli, um programa foi projetado especificamente para crianças no Centro de Reuniões e Partidas (CRP).

Sempre que consegue uma pausa durante o dia, a jovem de 16 anos lê e escreve contos. Foto: ACNUR/Hannah Maule-ffinch

Refugiada somali retoma estudos em escola criada pela ONU no Quênia

A jovem somali Mumina passa todo seu tempo livre viajando o mundo por meio da literatura. Sempre que consegue uma pausa durante o dia, a menina de 16 anos lê e escreve contos, os quais são compartilhados com amigos no campo de refugiados de Kakuma, no Quênia.

Ela acabou de concluir seu último ano em uma das instituições de ensino mais prestigiadas do Quênia e única destinada a crianças em idade escolar localizada em um campo de refugiados. A escola foi criada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

A palha de cabuya ou ojidu, conhecido como buriti no Brasil, é a principal matéria-prima das peças. Foto: ACNUR/ Felipe Irnaldo

Em Manaus, artesãs venezuelanas Warao participam de oficina de inovação para gerar renda

A criatividade e o saber ancestral da etnia Warao podem se tornar uma fonte de renda e esperança para refugiadas e migrantes desta população indígena acolhida em Manaus (AM).

Uma parceria da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) com o Museu Casa do Objeto Brasileiro promoveu  em novembro uma oficina de inovação para artesãs indígenas moradoras do Abrigo Alfredo Nascimento, localizado na zona norte da cidade.

As receitas são preparadas com itens das marmitas entregues diariamente pela Operação Acolhida. Os abrigados também se unem para complementar o estoque da cozinha. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

Cozinha em abrigo de Roraima adapta cardápio para venezuelanos com restrições alimentares

São sete da manhã, e o cheirinho de mingau fresquinho começa a tomar conta do abrigo para refugiados e migrantes Nova Canaã, em Boa Vista (RR). As cozinheiras, que são voluntárias e moram do local, preparam as primeiras refeições para bebês entre 0 e 2 anos, jovens e adultos que seguem uma dieta restrita devido a questões médicas. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Professora ajuda aluna de uma turma de crianças colombianas e venezuelanas refugiadas no Paraguai. Foto: ACNUR/Vincent Tremeau

O que aprendemos com o primeiro Fórum Global sobre Refugiados?

O primeiro Fórum Global sobre Refugiados reuniu 3 mil participantes do mundo todo em Genebra. O objetivo foi renovar as respostas aos milhões que estão longe de casa devido a guerras e perseguições, e apoiar as comunidades que os acolhem.

Durante o Fórum, grandes compromissos foram firmados com o objetivo de melhorar a vida de 25,9 milhões de refugiados e de seus anfitriões, que estão principalmente nos países em desenvolvimento. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Alunas da Escola Primária de Vahdat tentam conter suas risadas para uma foto em grupo antes que seus professores cheguem à sala. Foto: ACNUR/Mohammad Hossein Dehghanian

Política inclusiva ajuda crianças refugiadas afegãs a continuar estudos no Irã

Graças ao governo do Irã e à Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a afegã Parisa, de 16 anos, passou a ter uma educação adequada com a abertura da Escola Primária Vahdat. Seus colegas de escola incluem outras 140 crianças afegãs e 160 iranianos da comunidade local, todos estudando lado a lado.

Cerca de 480 mil crianças afegãs que vivem no Irã estão se beneficiando dessas políticas de educação inclusiva, das quais 130 mil são afegãs sem documentos, como Parisa. Somente em 2019, 60 mil novos estudantes afegãos encontraram um lugar em salas de aula no Irã.

UNICEF pede implementação de protocolo para proteger crianças migrantes no México

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) informou no último sábado (1) que cerca de 700 crianças estão entre as 2.000 pessoas presas, segundo estimativas, na cidade de Matamoros, na fronteira com o México. Em meio à insegurança e outras dificuldades, os migrantes buscam asilo nos Estados Unidos.

A agência está expandindo os serviços para crianças e famílias e algumas vêm esperando há semanas ou até meses. Ao mesmo tempo, o UNICEF está pedindo a rápida implementação do Protocolo para a Proteção das Crianças Migrantes. Desenvolvido pelo governo, o documento estabelece as intervenções necessárias que as instituições devem realizar para garantir os direitos das crianças migrantes que entram no território mexicano.

Roda de conversa sobre saúde sexual e reprodutiva com pessoas LGBTI no Espaço Amigável em Roraima. Foto: UNFPA Brasil/Fabiane Guimarães

UNFPA orienta refugiados e migrantes sobre como acessar serviços públicos em Roraima

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) atende e auxilia a população refugiada e migrante de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, em salas de escuta e atendimento conhecidas como Espaço Amigável, localizadas nos Postos de Interiorização e Triagem (PITRIG) da Operação Acolhida, em Boa Vista e Pacaraima (RR).

O trabalho é direcionado especialmente para mulheres, gestantes, lactantes, pessoas sobreviventes a violência baseada em gênero e pessoas vivendo com HIV. O espaço oferece atividades e atendimentos para jovens, pessoas LGBTI, pessoas idosas, indígenas e pessoas com deficiência.

O atendimento consiste na aplicação de protocolos capazes de identificar vulnerabilidades e necessidades de proteção social. Em 2019, 29,3 mil pessoas foram atendidas individualmente pela equipe do UNFPA em Roraima.

Evento contou com a participação de Ricardo Levisky, presidente da Levisky Legado; Filippo Grandi, Alto Comissário da ONU para Refugiados; Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Conselho de Administração do Bradesco; Glaucimar Peticov, diretora executiva do Bradesco; e Adriano Abdo, membro do Comitê Mobilizador do ACNUR Brasil – Foto: divulgação

Doadores do ACNUR participam de debate em Davos

O Fórum Econômico Mundial reuniu em Davos doadores da Agência da ONU para Refugiados para discutir os principais desafios e oportunidades em torno da inclusão econômica de pessoas deslocadas à força e das comunidades que as acolhem.

O painel foi moderado por Ian Bremmer, presidente do Grupo Eurasia, e contou com a participação de Jesper Brodin, CEO da IKEA; Sigrid Kaag, ministro do Comércio Exterior e Cooperação para o Desenvolvimento da Holanda; Mohamad Al Jounde, refugiado sírio vencedor do Prêmio Internacional Direito da Criança 2017; e Filippo Grandi, Alto Comissário da ONU para Refugiados.

Do WhatsApp até descontos no supermercado, as venezuelanas Jessica e Jennifer usam seus smartphones para acessar direitos, serviços e se comunicar com as famílias, que vivem em outros países. Foto: ACNUR/Victoria Hugueney

Maioria dos venezuelanos no Brasil usa celular e acessa Internet

Cerca de 65% dos venezuelanos que estão no Brasil têm acesso a um telefone celular e 80% acessam a Internet por diferentes dispositivos. Esse é um dos dados revelados pela pesquisa Análise Regional de Necessidades de Informação e Comunicação, feita pela Plataforma R4V em 15 países da América Latina e Caribe, incluindo o Brasil.

Realizada entre 5 de agosto e 15 de setembro de 2019, a pesquisa foi co-liderada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e pela Federação Internacional da Cruz Vermelha (IFRC) e contou com o apoio de 30 organizações da sociedade civil. O Brasil foi segundo país com o maior número de pesquisas respondidas, somando 243.

Brasil é país da América Latina com maior número de refugiados venezuelanos reconhecidos

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) cumprimentou nesta sexta-feira (31) o governo brasileiro pelo reconhecimento de cerca de 17 mil venezuelanos como refugiados. A decisão faz parte do procedimento facilitado de prima facie aprovado em dezembro de 2019 pelo Comitê Nacional para Refugiados (CONARE).

Desde que a primeira decisão do Comitê foi tomada, no início de dezembro, venezuelanas e venezuelanos solicitantes da condição de refugiado que atenderem aos critérios necessários terão seu procedimento acelerado, sem a necessidade de entrevista.

Menina no centro de recepção de registro de venezuelanos, em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Victor Moriyama

Estudo indica que economia de Roraima evoluiu após chegada de venezuelanos

Pesquisa sobre a atual situação socioeconômica de Roraima revela que o estado registrou indicadores positivos de atividade econômica e diversificação no período de intensificação dos fluxos de pessoas venezuelanas. Os números estão reunidos no estudo “A economia de Roraima e o fluxo venezuelano: evidências e subsídios para políticas públicas”.

“O estudo mostra o impacto que um refugiado tem na economia local. Essa pessoa tem a capacidade de ser um ator ativo no país. Esse ator vai contribuir como qualquer outra pessoa, procurando trabalho, consumindo, buscando serviços e pagando por eles”, declarou o representante do ACNUR no Brasil, Jose Egas.

Indígenas da etnia warao que vieram da Venezuela estão em situação de vulnerabilidade social nas ruas e praças públicas de Belém. Foto: Flickr/Amazônia Real/Catarina Barbosa (CC)

UNICEF e parceiros discutem melhorias na resposta humanitária a venezuelanos no Pará

Santarém (PA) recebe nesta quinta-feira (23) a visita da consultora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para a resposta humanitária venezuelana Kassya Fernandes, que se reunirá com o prefeito da cidade, Nélio Aguiar, e as gestoras de assistência e saúde.

A visita ao município do oeste paraense é mais uma etapa de encontros que vêm sendo realizados entre UNICEF, governo do estado e prefeituras de Belém e Santarém para avançar na resposta humanitária a pessoas venezuelanas no Pará.

Canarinhos na Praça da Antena de TV, em Brasília (DF). Foto: ACNUR/Alan Azevedo

Coral de crianças Canarinhos da Amazônia apresenta-se no Palácio do Planalto

O coral infantil Canarinhos da Amazônia, que reúne crianças brasileiras e venezuelanas e conta com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), foi convidado pelo governo federal para se apresentar no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), ao lado do mais alto escalão do Executivo brasileiro.

O evento marcou a troca de comando da Operação Acolhida, a resposta humanitária do governo brasileiro ao fluxo de refugiados e migrantes venezuelanos.

Criança corre em meio a escombros no centro de Benghazi, na Líbia. Foto: UNICEF/Giovanni Diffidenti

Situação de milhares de crianças na Líbia é insustentável, alerta UNICEF

O mundo não deve aceitar a situação “terrível e insustentável” enfrentada pelas crianças na Líbia, disse a chefe do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) nesta sexta-feira (17).

“As crianças na Líbia, incluindo crianças refugiadas e migrantes, continuam sofrendo gravemente em meio à violência e ao caos desencadeado pela guerra civil de longa data do país”, disse a diretora-executiva Henrietta Fore, em comunicado.

O UNICEF e seus parceiros no terreno estão apoiando crianças e famílias, fornecendo acesso a cuidados de saúde e nutrição, proteção, educação, água e saneamento.

O chefe da ONU visitou o memorial intitulado "A Breath" (um suspiro), que saiu de Porto Príncipe e agora fica na sede da ONU no centro de Manhattan. Foto: ONU

Vítimas de terremoto no Haiti são homenageadas na sede da ONU em Nova Iorque

Mais de 200 mil haitianos que morreram no devastador terremoto que atingiu a nação insular há dez anos foram homenageados nesta sexta-feira (17) em uma cerimônia solene na sede da ONU, em Nova Iorque. A homenagem incluiu os 102 funcionários das Nações Unidas vitimados pela tragédia.

Os haitianos estavam começando um novo ano com otimismo, lembrou o secretário-geral da ONU, António Guterres, durante a cerimônia, mas “em alguns segundos, suas esperanças se transformaram em pó”.

“Nunca esquecerei o choque e a tristeza em todo o mundo e nas Nações Unidas quando a escala da tragédia ficou clara”, acrescentou.

Após confrontos armados, criança caminha entre as ruínas carbonizadas de Alindao, na República Centro-Africana. Foto: OCHA/Karen Perrin

ONU protege centenas de pessoas deslocadas devido a combates na República Centro-Africana

Novos confrontos no sudeste da República Centro-Africana levaram cerca de 400 pessoas a procurar abrigo em uma base da ONU na região, disse um porta-voz das Nações Unidas na quarta-feira (15).

De acordo com a avaliação inicial do escritório de assuntos humanitários, cerca de 2 mil pessoas deslocadas internamente precisam urgentemente de comida, abrigo e itens não alimentares. As equipes humanitárias estão mobilizando recursos para atender a demanda.

Crianças em pátio de um abrigo transformado em escola em Ar-Raqqa, na Síria. Foto: UNICEF/Bakr Alkasem

Conflito na Síria apagou sonhos das crianças do país, diz novo relatório da ONU

Quase nove anos de conflito na Síria roubaram a infância de meninos e meninas e os sujeitaram a “violações incessantes ​​de seus direitos”, incluindo assassinato, mutilações, deslocamento, recrutamento forçado, tortura, estupro e escravidão sexual.

As conclusões estão no último relatório da Comissão de Inquérito da ONU sobre a Síria, divulgado nesta quinta-feira (16).

“Estou chocado com o flagrante desrespeito pelas leis da guerra e pela Convenção dos Direitos da Criança por todas as partes envolvidas no conflito”, afirmou o presidente da Comissão, o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro.

A primeira iniciativa conjunta será o processo de certificação de políticas migratórias locais desenvolvidas por estados e municípios. Foto: ACNUR

OIM e UFRGS assinam parceria para certificação de políticas migratórias locais

A primeira iniciativa conjunta entre Organização Internacional para as Migrações (OIM) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) será o processo de certificação de políticas migratórias locais desenvolvidas por estados e municípios.

A OIM já vem atuando para a construção de ferramentas que permitam aos governos apreciarem a abrangência de suas políticas migratórias, destravando o potencial da migração para o desenvolvimento em benefício dos migrantes e das comunidades de acolhida.

A Comunidade Batista de Pacaraima, com o apoio do ACNUR, da União Europeia e da Operação Acolhida, oferece três refeições diárias para as mais de 116 pessoas acolhidas pelo projeto. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

Projeto em Pacaraima (RR) acolhe refugiados e migrantes em situação de rua

O casal de brasileiros Gideão Ferreira de Vasconcelos e Sandra Santos de Vasconcelos abriram as portas da Comunidade Batista de Pacaraima (RR) para acolher famílias venezuelanas.

“Já oferecíamos alimentação para algumas famílias que viviam nas ruas, mas, após alguns conflitos entre a população local e a comunidade venezuelana, decidimos abrir as portas da igreja e abrigar o máximo de pessoas possível”, diz Sandra ao contar sobre como o projeto começou, ainda em 2018. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Omar faz o acompanhamento de pessoas que estão em situação de maior vulnerabilidade, como é o caso da jovem Johanny Castillos*, grávida de 8 meses. Foto: ACNUR/Victoria Hugueney

Promotores comunitários fortalecem rede de proteção a refugiados e migrantes em Manaus

Aos 70 anos, o venezuelano Omar percorre as ruas de Manaus (AM) há mais de dois prestando assistência a refugiados e migrantes que chegam à cidade. Seja no acompanhamento de pessoas para emissão de documentos ou indicando acesso a serviços públicos, ele está sempre a postos para ajudar seus conterrâneos.

Ele é um dos dez promotores comunitários que fazem parte do projeto Outreach Volunteers em Manaus, uma iniciativa da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), em parceria com a Cáritas Manaus, que promove oficinas de capacitação para que mais líderes comunitários possam levar adiante informações sobre direitos e auxiliar pessoas em situação de deslocamento forçado.

Mustafa e seu filho do lado de fora de sua mercearia improvisada no campo de refugiados de Bardarash, no Iraque. Foto: ACNUR/Firas Al-Khateeb

Refugiado sírio é forçado a deixar tudo para trás pela quinta vez

A vida de refugiado não é novidade para o sírio Mustafa, de 36 anos. Ele nasceu em Ras al Ain, região próxima da fronteira norte da Síria com a Turquia. Desde o começo do conflito, em 2011, já somam cinco as vezes que ele e sua família foram obrigados a deixar o país rumo ao Iraque. Após o mais recente episódio de violência, ele diz não ter certeza se retornará.

“Nas vezes anteriores, eu sabia que voltaríamos em breve. Ficaríamos no Iraque por três ou quatro meses até que a situação melhorasse”, explicou. “Mas desta vez não acho que será tão fácil. Perdemos nossa casa, nossos móveis, nossas mercadorias, nossa terra, nosso carro. É uma situação muito difícil”, contou à Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

O presidente do COI, Thomas Bach, concede a Taça Olímpica ao Alto Comissário do ACNUR, Filippo Grandi. Foto: COI/ Christophe Moratal

ACNUR é homenageado com a Taça Olímpica por contribuição ao esporte

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) recebeu, na última sexta-feira (10), a Taça Olímpica do Comitê Olímpico Internacional (COI) por seu trabalho de apoio a refugiados e comunidades de acolhida por meio do esporte e pela promoção dos valores olímpicos em todo o mundo.

O esporte é um pilar crucial da missão do ACNUR de proteger e capacitar crianças e jovens deslocados, além de promover a inclusão social e as boas relações com as comunidades de acolhida.

Destruição em um bairro pobre de Porto Príncipe, Haiti, depois do terremoto de 2010. Foto: ONU/Logan Abassi

Há 10 anos: Guterres presta homenagem às vítimas do terremoto do Haiti

O secretário-geral da ONU, António Guterres, divulgou uma mensagem em tributo às vítimas do terremoto no Haiti, ocorrido há 10 anos, lamentando a tragédia que deixou milhares de vítimas.

Em 12 de janeiro de 2010, mais de 222 mil pessoas morreram, incluindo 102 funcionários das Nações Unidas. Entre eles, o vice-chefe da Missão da ONU no Haiti, o brasileiro Luiz Carlos da Costa.

Na mensagem, o secretário-geral renovou o compromisso das Nações Unidas em ajudar o Haiti e o seu povo na construção de um futuro melhor.

Voluntários Karmele Villarroel Labanda (ajoelhada) e Begoña Herrero entretêm a família em um passeio de um dia ao Museu Guggenheim em Bilbao. Foto: ACNUR/Markel Redondo

Comunidades na Espanha abrem suas portas para famílias de refugiados sírios

“As pessoas me perguntam: ‘o que você está fazendo consigo mesma ao ajudar essas pessoas?’ E eu digo: ‘o correto seria: o que elas estão fazendo por mim?’ Elas mudam você e te ajudam a pensar de uma maneira diferente”, disse a voluntária basca Begoña Herrero, que apoia famílias sírias.

Um programa-piloto de patrocínio comunitário visa prestar assistência a cinco famílias de refugiados instaladas no País Basco, uma comunidade autônoma no norte da Espanha. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).