Bolsistas de 2017 do Programa para Jornalistas Memorial Reham Al-Farra com o secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU

ONU oferece bolsa para jovens jornalistas cobrirem eventos em Nova Iorque; prazo é 7 de maio

O Departamento de Informação Pública das Nações Unidas (DPI) abriu vagas para o Programa de Bolsas para Jornalistas Memorial Reham Al-Farra (RAF), que leva repórteres para cobrir o debate anual da Assembleia Geral em Nova Iorque. Esse ano, o Programa acontecerá de 16 de setembro a 6 de outubro. A ONU pagará as passagens de ida e volta para Nova Iorque e fornecerá diárias para cobrir despesas com alimentação e acomodação.

Venezuelanos que vivem na Praça Simón Bolívar, em Boa Vista, fazem fila para receber alimentos fornecidos por membros da comunidade local. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

Universidade de Roraima e agências da ONU inauguram centro de serviços para refugiados e migrantes

A Universidade Federal de Roraima (UFRR) e agências da ONU no Brasil inauguram nesta sexta-feira (20/04), em Boa Vista, um centro de referência voltado para o atendimento de pessoas refugiadas e migrantes. O objetivo do centro é prestar serviços de orientação, proteção e integração aos cidadãos venezuelanos e de outras nacionalidades que chegam ao estado de Roraima, além de atividades para a comunidade local. Cedido pela UFRR, o espaço funcionará no campus da universidade e não será destinado ao abrigamento de pessoas.

Enquanto a temporada de monções se aproxima, trabalhadores têm pressa para pavimentar a principal estrada que corta o maior campo de refugiados do mundo hoje: Kutupalong, em Bangladesh, que abriga mais de 570 mil refugiados. As obras, financiadas pela Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) em estreita cooperação com o governo de Bangladesh, são vitais para que as agências humanitárias possam alcançar as pessoas que precisam de ajuda imediata. Foto: ACNUR

No maior campo de refugiados do mundo, ONU se antecipa à temporada de monções

Enquanto a temporada de monções se aproxima, trabalhadores têm pressa para pavimentar a principal estrada que corta o maior campo de refugiados do mundo hoje: Kutupalong, em Bangladesh, que abriga mais de 570 mil refugiados.

As obras, financiadas pela Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) em estreita cooperação com o governo de Bangladesh, são vitais para que as agências humanitárias possam alcançar as pessoas que precisam de ajuda imediata. Confira no vídeo.

Muzoon Almellehan, embaixadora da Boa Vontade do UNICEF. Foto: ACNUR/Susan Hopper

Não posso ser feliz sem ver todas as crianças do mundo com acesso à educação de qualidade, diz ativista síria

Muzoon Almellehan deixou a Síria há cinco anos. Na Jordânia, a jovem se tornou uma defensora dos direitos dos refugiados à educação. Seu ativismo lhe rendeu o título de embaixadora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Neste mês, a refugiada esteve em Genebra para um encontro de governos e organizações internacionais, onde pediu que o ensino seja uma das prioridades do novo Pacto Global sobre Refugiados.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, durante encontro no Conselho de Segurança sobre a Síria. Foto: ONU/Manuel Elias

‘Não há solução militar para o conflito na Síria’, diz António Guterres

Secretário-geral da ONU comentou recentes relatos de ataques aéreos promovidos por Estados Unidos, França e Reino Unido: “Existe uma obrigação, particularmente quando se trata de questões de paz e segurança, de agir de forma consistente com a Carta das Nações Unidas e com o direito internacional em geral”.

“A Carta da ONU é muito clara sobre essas questões. O Conselho de Segurança é o principal responsável pela manutenção da paz e segurança internacionais”, disse Guterres, que voltou a pedir estabelecimento de mecanismo independente para investigar uso de armas químicas no conflito em curso, que entra em seu oitavo ano.

No início de abril, uma missão das Nações Unidas – liderada pelo Programa Mundial de Alimentos – visitou a cidade de Raqqa, na Síria, mesmo em meio à restrição de movimentos e à falta de sinais de internet e telefone. O PMA está se preparando para fornecer alimentação a cerca de 30 mil pessoas entre as mais vulneráveis na cidade atingida brutalmente pela guerra que já dura mais de 7 anos. Confira no vídeo

Síria: Programa Mundial de Alimentos se prepara para ajudar 30 mil pessoas em Raqqa

No início de abril, uma missão das Nações Unidas – liderada pelo Programa Mundial de Alimentos – visitou a cidade de Raqqa, na Síria, mesmo em meio à restrição de movimentos e à falta de sinais de internet e telefone. O PMA está se preparando para fornecer alimentação a cerca de 30 mil pessoas entre as mais vulneráveis na cidade atingida brutalmente pela guerra que já dura mais de 7 anos. Confira no vídeo.

Refugiados e migrantes em Calais. Foto: ACNUR/C. Vander Eecken

França: especialistas da ONU pedem medidas efetivas para levar água e saneamento a migrantes

Especialistas em direitos humanos da ONU pediram ao governo da França que providencie mais serviços de água e de saneamento, além de abrigos de emergência para migrantes e requerentes de asilo em Calais, Grande-Synthe, Tatinghem, Dieppe e outras áreas ao longo da costa do norte do país.

Estima-se que centenas de imigrantes e requerentes de asilo na região estejam vivendo sem abrigos de emergência adequados e sem acesso a água potável, banheiros ou instalações de higiene.

Solicitante de refúgio entra nas antigas instalações do centro de triagem de refugiados da Austrália, mantido na ilha de Manus, na Papua Nova Guiné. Foto: ACNUR/Vlad Sokhin

ONU denuncia danos psicológicos causados por política de refúgio da Austrália

Em 25 anos de carreira, nunca vi uma situação tão ruim quanto em Nauru e na Ilha Manus, da Papua Nova Guiné. É assim que o oficial sênior da ONU, Indrika Ratwatte, descreve as condições de vida de solicitantes de refúgio que buscavam asilo na Austrália, mas foram detidos em países insulares, para triagem fora do território australiano. Precariedade causou problemas psicológicos e doenças mentais.

Amer Almohibany Ru’a, de 18 meses, é transportado na moto de seu avô em Mesraba, Ghouta Oriental, na Síria. Foto: UNICEF

ONU manifesta preocupação com informações sobre ataques químicos contra civis na Síria

Após um período de relativa calmaria em Ghouta Oriental, na Síria, o secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou no domingo (8) profunda preocupação com a retomada da violência em Douma, particularmente com as alegações de que armas químicas teriam sido usadas contra civis.

Em comunicado emitido por seu porta-voz, o secretário-geral da ONU pediu que todas as partes interrompam os confrontos e obedeçam totalmente a resolução 2401 do Conselho de Segurança, adotada em fevereiro e que pediu um cessar-fogo por toda a Síria.

A ONU marca todo 4 de abril o Dia Internacional de Sensibilização sobre Minas e Assistência à Desminagem. Neste vídeo, mostramos o trabalho de um especialista em explosivos para neutralizar uma bomba aérea enterrada a uma grande profundidade. Em 2016, 19 locais suspeitos de conter tais bombas foram tornados seguros por equipes do Serviço de Ação Anti-Minas das Nações Unidas (UNMAS) – apoiado pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e outros parceiros – em Gaza, na Palestina.

VÍDEO: De frente com uma bomba aérea de 900 kg

A ONU marca todo 4 de abril o Dia Internacional de Sensibilização sobre Minas e Assistência à Desminagem. Neste vídeo, mostramos o trabalho de um especialista em explosivos para neutralizar uma bomba aérea enterrada a uma grande profundidade.

Em 2016, 19 locais suspeitos de conter tais bombas foram tornados seguros por equipes do Serviço de Ação Anti-Minas das Nações Unidas (UNMAS) – apoiado pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e outros parceiros – em Gaza, na Palestina.

Esse programa de ação anti-minas e de ajuda humanitária, por meio de uma implementação efetiva e consistente, ajuda a restaurar a estabilidade em áreas contaminadas por explosivos. Esses esforços permitiram que as famílias que moram em Gaza recuperassem a sensação de segurança. Confira neste vídeo.

O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) relatam que, em três estados afetados por conflitos na Nigéria, a situação das famílias vulneráveis vem melhorando devido à assistência humanitária. Apesar disso, com a chegada da estação chuvosa em junho, elas poderão ficar sem o reabastecimento de alimentos.

Na Nigéria, programa da ONU apoia 1,2 milhão de pessoas afetadas pelo Boko Haram

O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) relata que, em três estados afetados por conflitos na Nigéria, a situação das famílias vulneráveis vem melhorando devido à assistência humanitária. Apesar disso, com a chegada da estação chuvosa em junho, elas poderão ficar sem o reabastecimento de alimentos.

Apesar dos desafios de segurança, o PMA distribui alimentos como arroz, óleo de cozinha, sorgo, sal e alimentos nutricionais especializados para mais de 1,2 milhão de pessoas em todas as áreas afetadas pela Boko Haram na Nigéria. Cerca de 70% dos alimentos distribuídos são adquiridos localmente, ajudando os agricultores nigerianos.

Há também apoio financeiro em lugares onde os mercados estão funcionando, permitindo que as pessoas comprem uma variedade maior de alimentos frescos e ajudem a economia local.

Confira nessa matéria em vídeo.

Suad, de 18 anos, implora no meio da estrada entre a capital do Iêmen, Sana'a, e Saada com seu sobrinho de apenas 4 anos, cuja mãe foi morta no conflito. Em todo o país, que está em guerra desde 2015, mais de 22 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária. Foto: Giles Clarke/OCHA

Iêmen: doadores prometem US$ 2 bi em apoio humanitário; ONU pede solução política

Um apelo que levantou cerca de 2 bilhões de dólares para ajudar milhões de pessoas no Iêmen foi um “notável sucesso de solidariedade internacional” para uma população “cansada da guerra” no Iêmen. No entanto, a ajuda por si só não fornecerá uma solução para o conflito, disse nesta terça-feira (3) António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas.

Em 2017, o pior surto de cólera do mundo até hoje afetou 1 milhão de iemenitas, e a difteria está agora em alta no que já era um dos países mais pobres e vulneráveis da região antes do início dos combates. Os últimos dados da ONU indicam que um recorde de 22,2 milhões de pessoas – cerca de 75% da população – agora precisam de ajuda humanitária.

Solicitantes de refúgio e migrantes da Eritreia e do Sudão são alvo de política de deportação discriminatória em Israel, denunciam especialistas de direitos humanos da ONU. Foto: IRIN/Tamar Dressler

Após acordo com a ONU, Israel desiste de expulsar refugiados vindos de países africanos

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Israel firmaram nesta segunda-feira (2) uma parceria para reassentar milhares de eritreus e sudaneses que vivem no país do Oriente Médio. Especialistas e gestores da ONU e da nação israelense trabalharão juntos para encontrar soluções para cerca de 39 mil pessoas, incluindo por meio do reassentamento voluntário para outros países. Com o acordo, o governo israelense não prosseguirá com sua política de realocação forçada de solicitantes de refúgio.

Refugiada de Mianmar trabalha com costura em campo de Cox's Bazar, Bangladesh. Foto: ACNUR

Mulheres refugiadas de Mianmar tecem novas vidas em Bangladesh

Em uma sala lotada no campo de refugiados de Nayapara, em Bangladesh, há uma concentração intensa em meio ao zumbido de máquinas de costura.

Quarenta mulheres jovens trabalham duro, produzindo itens que fazem parte dos kits de higiene feminina distribuídos pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) duas vezes por ano para refugiadas em idade reprodutiva, incluindo roupas íntimas e absorventes reutilizáveis.

Mais de 688 mil refugiados foram forçados a fugir para Bangladesh desde que a violência eclodiu na região de Maungdaw, no norte do estado de Rakhine, em Mianmar, há seis meses. Há registros de que tropas e multidões atacaram e mataram moradores e atearam fogo em suas aldeias.

O jordaniano Ayman Gharaibeh, de 53 anos, é representante do ACNUR no Iêmen. Foto: ACNUR

‘Estamos lidando com pessoas resilientes, então, por que deveríamos desistir?’

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) tem quase 11 mil funcionários no mundo, a maioria trabalhando em campo. Conheça a história do jordaniano Ayman Gharaibeh, de 53 anos, que lidera a agência das Nações Unidas no Iêmen. Com 25 anos de experiência, ele já atuou em Iraque, Síria, Iêmen, Afeganistão, Sri Lanka, Bósnia e na sede das Nações Unidas, em Genebra.

“Costumamos dizer que o que o humanitarismo e os humanitários estão fazendo é salvar vidas. Mas eu não acho que isso dê crédito às pessoas que estamos servindo. Os refugiados sobreviveram porque sabem como sobreviver — as pessoas são salvas por sua própria resiliência, é assim que o Iêmen sobrevive hoje”, declarou. Leia a entrevista completa.

Secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, reúne-se com príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman Al Saud. Foto: ONU/Eskinder Debebe

ONU recebe US$1 bi de Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos para resposta à crise no Iêmen

O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou profunda gratidão pelos 930 milhões de dólares fornecidos na terça-feira (27) por Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos para o Fundo Humanitário do Iêmen.

Na segunda-feira (26), três anos depois de uma coalizão liderada pela Arábia Saudita intervir na guerra no país, Guterres disse que a escalada militar não é solução para o conflito, e pediu contenção para as partes envolvidas.

Svetlana Shuko mal pode sair da cama e luta para receber sua aposentadoria. Foto: ACNUR/Anastasia Vlasova

Idosos na Ucrânia lutam para receber aposentadoria em meio a conflito armado

Svetlana Shuko trabalhou por décadas na usina de carvão de sua cidade, poupando os rendimentos para ter uma pensão que a amparasse após a aposentadoria. Agora, com o conflito armado que divide a Ucrânia, oito meses se passaram desde a última vez em que a idosa de 78 anos recebeu algum dinheiro. Ela vive com câncer e não pode sair de casa.

“Quando meu marido estava vivo, eu não tinha medo. Agora eu me preocupo, pois se eu precisar me proteger no chão, nunca mais vou me levantar”, afirma a aposentada.

Muhammad Hussain aguarda reassentamento no Centro de Trânsito de Emergência em Timisoara, Romênia. Foto: ACNUR/Ioana Epure

Forçados a deixar a Síria, refugiados afegãos se mudam para a Romênia

Mais de 30 anos atrás, Muhammad Hussain, com apenas 23 anos, assumiu a responsabilidade de tirar sua esposa, mãe, dois irmãos e quatro irmãs do Afeganistão a fim de levá-los para um lugar seguro depois que a guerra eclodiu no país.

Foi o início de uma odisseia que os levou para a Turquia, para o Irã e, em 1989, para a Síria, país onde ele acreditava ter encontrado a paz. Ele começou a reconstruir sua vida graças ao trabalho árduo, primeiro na construção civil e, em seguida, em seus próprios negócios, que desmoronaram quando a guerra começou no país que ele chamava de casa.

Confira nessa matéria da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Laila Begum, de 25 anos, segura seu filho Josna Bibi de 10 meses. Foto: ACNUR/Roger Arnold

ONU precisa de US$951 milhões para ajudar refugiados rohingya em Bangladesh

Quando foram forçados a fugir da violência em Mianmar há seis meses, Mohammad Islam e sua família não tinham nada para comer e tiveram que dormir ao ar livre durante o período de ventos fortes.

Agora, morando em uma cabana coberta por um toldo da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o refugiado rohingya de 45 anos fala sobre o auxílio que recebeu e a luta pela sobrevivência ao lado de sua mulher e de seus cinco filhos.

As agências da ONU, incluindo o ACNUR e seus parceiros, lançaram um apelo conjunto na sexta-feira (23) para arrecadar 951 milhões de dólares a fim de atender as necessidades de cerca de 900 mil refugiados rohingya e de mais de 330 mil bengalis vulneráveis ​​nas comunidades de acolhimento.

ACNUR distribui café da manhã fornecido pelo Exército Brasileiro. Solicitantes de refúgio venezuelanos que vivem no abrigo receberão três refeições por dia. Foto: ACNUR/Luiz Fernando Godinho

Governo federal e agência da ONU disponibilizam novo abrigo para venezuelanos em Boa Vista

O governo federal e a Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) abriram nesta semana (21) um novo abrigo para a população venezuelana que buscou o Brasil como refúgio.

Após o término da adequação do local, prevista para a próxima semana, abrigo poderá receber cerca de 800 pessoas. Com isso, população que estava vivendo em ruas e praças passa a ter dignidade, com acesso adequado a solução sanitária, dormitórios, alimentação e saúde.

Esta jovem mãe andou 20 dias de Diinsoor, na Somália, com seus sete filhos para o campo de refugiados de Hagadera, em Dadaab, no Quênia. Depois que o gado de seu marido morreu por causa da seca na Somália, ela foi para Dadaab devido à fome. Foto: OCHA/Meridith Kohut

Seca e conflitos aumentaram a fome de milhões em 2017, alerta novo relatório

Impulsionados principalmente por desastres climáticos e conflitos, os níveis de fome aumentaram em 2017, deixando cerca de 124 milhões de pessoas em 51 países enfrentando crises de fome. Esse número representa 11 milhões a mais do que no ano anterior, segundo um novo relatório apoiado pelas Nações Unidas.

Apresentado pela FAO, Programa Mundial de Alimentos (PMA) e União Europeia, o Relatório Global sobre Crises Alimentares revelou que as emergências alimentares são cada vez mais determinadas por causas complexas como conflitos, choques climáticos e preços elevados de alimentos básicos – fatores que, muitas vezes, agem ao mesmo tempo.

Diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva. Foto: FAO/Alessia Pierdomenico

Antecipar problemas de água pode aliviar pressão migratória, diz estudo da FAO

Em uma mensagem de vídeo dirigida ao 8º Fórum Mundial da Água, realizado em Brasília, o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, alertou que dois terços da população mundial vivem em condições de escassez severa de água pelo menos uma parte do ano.

Ele apresentou um novo estudo da FAO e de parceiros que pede que se evite um “agravamento mútuo” dos vínculos entre a escassez de água e a migração. Evidências sugerem que os investimentos públicos em adaptação agrícola podem atenuar os fatores adversos da migração rural, argumento o documento.