Foto: ACNUR/Rima Cherri/Houssam Hariri

No Líbano, cozinha comunitária fornece centenas de refeições para refugiados sírios no Ramadã

No Vale do Beca, no Líbano, uma cozinha comunitária fornece centenas de refeições para refugiados durante o Ramadã, um período sagrado no calendário islâmico. O projeto reúne refugiados sírios e voluntários do Líbano e do exterior para ajudar a preparar, embalar e entregas as refeições.

Nessa região vivem atualmente mais de 370 mil sírios que fugiram da guerra. O Líbano é o país que proporcionalmente mais recebe refugiados em todo o mundo. Confira nesse vídeo da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Uma chilena da força de paz da ONU no Haiti, a MINUSTAH, realiza trabalhos de engenharia em Cité Soleil, na capital Porto Príncipe, com a segurança fornecida por militares brasileiros. Contingentes militares de Brasil, Japão, Chile, Equador, Paraguai, Coreia do Sul e Nepal participaram desta operação, em setembro de 2011. Foto: Victoria Hazou/ONU/MINUSTAH

ONU procura mulheres para cargos de liderança em operações de paz e missões políticas pelo mundo

A ONU relançou o Banco de Talentos de Mulheres Experientes (Senior Women Talent Pipeline, em inglês), que se insere nos esforços iniciados pelo ex-secretário-geral Ban Ki-moon de aumentar a participação de mulheres em cargos de liderança. O atual secretário-geral, António Guterres, assumiu o compromisso de alcançar a igualdade de gênero nas operações de paz das Nações Unidas até 2026.

Eiman Haru, refugiada sudanesa, hoje ajuda mulheres na mesma situação pelo IMDH. Foto: ACNUR

Com experiência humanitária, sudanesa ajuda outras refugiadas a recomeçar a vida no DF

Atuando no projeto “Mulheres Unidas”, o trabalho de Eiman Haru é exemplo da luta pelo fim da violência contra as mulheres refugiadas – e pauta do Dia Laranja pelo Fim da Violência contra as Mulheres, marcado todo dia 25. Iniciativa do Instituto de Migrações e Direitos Humanos (IMDH) tem o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Como grande parte das mulheres forçadas a se deslocar, a trajetória de Eiman é marcada pela superação das dificuldades inerentes ao refúgio e à integração local. Confira nesse vídeo e nessa reportagem especial.

Há mais de dez anos, Efi Latsoudi ajuda nos funerais de muçulmanos na ilha de Lesbos, no norte da Grécia, permitindo que refugiados enterrem seus familiares de acordo com sua religião. Ela lidera uma organização que mantém, junto com outros grupos da sociedade civil, a vila de PIKPA, um abrigo para os refugiados mais vulneráveis em Lesbos. Por seu trabalho humanitário, Efi Latsoudi ganhou o Prêmio Nansen da Agência da ONU para Refugiados, ACNUR. Foto: ACNUR/Gordon Welters

Vencedora de prêmio humanitário da ONU honra refugiados perdidos para o mar

Há mais de dez anos, Efi Latsoudi ajuda nos funerais de muçulmanos na ilha de Lesbos, no norte da Grécia, permitindo que refugiados enterrem seus familiares de acordo com sua religião. Ela lidera uma organização que mantém, junto com outros grupos da sociedade civil, a vila de PIKPA, um abrigo para os refugiados mais vulneráveis em Lesbos.

Por seu trabalho humanitário, Efi Latsoudi ganhou o Prêmio Nansen da Agência da ONU para Refugiados, ACNUR.

Isabel Marquez (ACNUR) mediou a conversa com os especialistas Charles Gomes (Cátedra Sérgio Vieira de Mello na Fundação Casa de Rui Barbosa), Bernardo Laferté (CONARE - Comitê Nacional para Refugiados) e Serge Makanzu Kilala (orientador de público do Museu do Amanhã). Foto: Diogo Felix/ACNUR/Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro

Mudanças climáticas devem intensificar deslocamentos forçados, dizem especialistas

As mudanças globais do clima são uma ameaça à segurança humana e comprometem a cultura e identidade de populações inteiras. O alerta foi feito por especialistas que discutiram nesta semana os deslocamentos causados por questões climáticas durante o seminário ‘Vozes do Refúgio’, no Museu do Amanhã, no Rio, para marcar o Dia Mundial do Refugiado (20).

Durante o encontro, os participantes pediram comprometimento com os acordos climáticos e a criação de políticas de proteção para populações em maior situação de vulnerabilidade. O evento e a exposição são uma parceria do Museu com o ACNUR (Agência da ONU para Refugiados) e a Agence France-Presse (AFP).

Foto: ACNUR

Crianças em fuga – uma crise silenciosa (vídeo)

Milhares de famílias estão deixando tudo para trás para fugir da violência praticada por gangues e pelo crime organizado nos países do chamado Triângulo Norte da América Central – El Salvador, Guatemala e Honduras. No centro dessa crise estão muitas crianças e adolescentes que testemunharam terríveis atos de violência e foram expostas a riscos extremos.

Em muitos casos, elas são forçadas a fugir sozinhas, perdem sua infância e não têm para quem pedir ajuda.

Depois de três dias na estrada, refugiados sul-sudaneses chegam ao recém-construído campo de Gure Shembola, na Etiópia. Foto: ACNUR/Diana Diaz

Secretário-geral da ONU pede apoio e solidariedade para número recorde de pessoas deslocadas

Segundo últimos dados da ONU, 84% dos refugiados são acolhidos por países de renda baixa ou média. No total, 65,6 milhões de pessoas deslocadas à força: 300 mil a mais do que em 2015. Crianças compõe a metade dos refugiados do mundo.

“Refletimos sobre a coragem daqueles que fugiram e a compaixão daqueles que os recebem”, disse o chefe da ONU, António Guterres, no Dia Mundial do Refugiado (20).

Órfãos sírios em ônibus escolar, em Homs. Foto: ACNUR/Andrew McConnell

Guerra, violência e perseguição elevam deslocamentos forçados a um nível sem precedentes

Em todo o mundo, o deslocamento forçado causado por guerras, violência e perseguições alcançou em 2016 os níveis mais altos já registrados, segundo relatório divulgado hoje (19) — véspera do Dia Mundial do Refugiado — pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Ao final do ano passado, cerca de 65,6 milhões de pessoas eram consideradas vítimas de deslocamento forçado. Desse contingente, 22,5 milhões eram refugiados — um recorde histórico.

Mulheres carregando símbolos religiosos em imagem que faz parte da mostra 'Vidas Deslocadas', em exibição a partir do dia 21 de junho no Museu do Amanhã. Foto: AFP/Philippe Lopez

Seminário e exposição fotográfica marcam Dia Mundial do Refugiado no Museu do Amanhã

Como parte das celebrações do Dia Mundial do Refugiado, lembrado em 20 de junho, o Museu do Amanhã realiza nesta semana, em parceria com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a Agence France-Presse (AFP), um seminário na terça-feira um seminário sobre deslocamento forçado causado pelas mudanças climáticas. No dia seguinte (21), tem início uma mostra fotográfica sobre o mesmo tema.

Desde 2008, uma média de 25 milhões de pessoas foram forçadas a se deslocar, a cada ano, por causa de intempéries como inundações, tempestades, incêndios florestais e temperaturas extremas.

Pessoas desalojadas carregam seus pertences pelo campo do aeroporto de M’Poko, em Bangui, capital da República Centro-Africana. Foto: OCHA/Phil Moore

ONU alerta para ‘sinais claros’ do aumento da violência na República Centro-Africana

Nações Unidas pedem ajuda para milhares de deslocados e refugiados centro-africanos em meio à maior onda de violência no país nos últimos três anos de conflito civil. Mapeamento indica mais de 600 violações em massa de direitos entre 2003 e 2015, incluindo massacres, estupros coletivos e ataques contra forças de paz. Chefe humanitária da ONU no país pede apoio da comunidade internacional.

Wissam com o filho e a esposa. Foto: ACNUR/Zsolt Balla

Após transferência da Áustria para Croácia, iraquianos conseguem status de refugiado e reconstroem suas vidas

Após chegarem à Áustria, conseguirem ocupações e aprenderem alemão, os iraquianos Wissam e Ali foram transferidos para a Croácia devido a uma decisão da União Europeia. A mudança foi inicialmente vista como negativa, mas, após serem oficialmente reconhecidos como refugiados no novo país, a dupla conseguiu o direito de trazer suas famílias do Iraque para a Europa, através do processo conhecido como reunião familiar.

Fatmeh com quatro de seus oito filhos. Foto: ACNUR/Benoit Almeras

Rombo de mais de US$ 1 bilhão no orçamento do ACNUR ameaça assistência para sírios na Jordânia e no Líbano

A síria Fatmeh encontrou refúgio na Jordânia há cinco anos. Separada do marido e forçada a criar seus oito filhos sozinha, sua vida tem sido uma constante batalha para manter um teto sob suas cabeças, colocar comida na mesa e prestar cuidados especiais para uma das crianças que tem câncer na bexiga.

Eles são uma das 30 mil famílias de refugiados sírios que vivem na Jordânia e que recebem assistência financeira mensal da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Atualmente, um déficit de mais de 1 bilhão de dólares no orçamento da agência põe em risco a continuidade desse programa, que ainda beneficia outras 30 mil famílias de sírios vivendo no Líbano.

UNRWA promove eventos recreativos com o objetivo de diminuir o estresse de crianças na Faixa de Gaza. Foto: UNRWA

Secretário-geral rebate críticas feitas à agência da ONU para refugiados da Palestina

O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou preocupação com críticas recentes feitas à Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) e sobre a integridade de suas operações.

Segundo o porta-voz de Guterres, Farhan Haq, o secretário-geral expressou seu apoio à agência e sua admiração pelo papel que ela tem em fornecer serviços essenciais e proteção aos direitos de milhões de refugiados palestinos no Oriente Médio.

Mulheres e crianças congolesas chegam a um ponto fronteiriço em Chissanda, na província de Lunda Norte, em Angola, depois de fugirem dos ataques de milícias em Kasai, na República Democrática do Congo. Foto: ACNUR/ Pumla Rulashe

Mais de 3 mil refugiados da República Democrática do Congo chegaram a Angola no início de maio, alerta ACNUR

Mais de 20 mil refugiados da República Democrática do Congo já fugiram para Angola desde o início de abril. Violência na província congolesa de Kasai tem se espalhado por regiões da nação africana, provocando novas ondas de deslocamento forçado. A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) está no terreno levando assistência humanitária para os refugiados vivendo em centros de recepção angolanos.

A instalação solar se estende pelo deserto ao norte da Jordânia. Foto: Fundação IKEA/Vingaland AB

Campo de refugiados na Jordânia se torna o primeiro no mundo a funcionar com energia limpa

O campo de refugiados de Azraq, na Jordânia, é o primeiro no mundo a ser abastecido com fontes de energia renováveis. O feito é fruto de uma parceria entre a Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e a Fundação IKEA, que disponibilizou 8,75 milhões de euros para a construção de uma usina solar de dois megawatts. A central foi inaugurada em maio (17) pelo organismo da ONU e beneficiará 20 mil refugiados.

O alto-comissário assistente para Proteção do ACNUR, Volker Türk, participa da inauguração da Oficina Local de Atenção a Vítimas junto ao vice-presidente de El Salvador, Óscar Ortiz e autoridades do governo. Foto: ACNUR/ Óscar Ramirez

‘O que temos em países da América Central não é um problema de migração, é uma crise de refugiados’

No final de 2016 foram registrados mais de 180 mil refugiados e solicitantes de refúgio de El Salvador, Guatemala e Honduras, representando um aumento de 68% em comparação aos números registrados no ano anterior. Além disso, segundo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), cerca de 216 mil pessoas foram deportadas para esses países vindas do México e Estados Unidos, criando pressão nas capacidades de recepção e proteção de seus direitos.