Porto de Hodeida no Iêmen, uma das principais portas de entrada de mercadorias e assistência humanitária para o país. Foto: OCHA/Giles Clarke

Conselho de Segurança cria missão da ONU para monitorar cessar-fogo no Iêmen

Em votação unânime, o Conselho de Segurança aprovou nesta quarta-feira (16) a criação de uma missão da ONU no Iêmen, responsável por apoiar um acordo de cessar-fogo na cidade portuária de Hodeida. A decisão do organismo também amplia para 75 o número de observadores internacionais que acompanham a trégua. Atualmente, em torno de 20 profissionais no terreno inspecionam a suspensão das hostilidades.

Meninas sírias abrigam-se em tenda de campo de refugiados no norte do país. Foto: UNICEF/Aaref Watad

Sírios enfrentam frio extremo e falta de assistência médica perto da fronteira com Jordânia

As condições em um acampamento sírio improvisado próximo à fronteira com a Jordânia estão “cada vez mais desesperadoras” e “se tornaram uma questão de vida ou morte”, alertaram na terça-feira (15) autoridades das Nações Unidas, após ao menos oito crianças morrerem no local por conta do frio extremo e falta de assistência médica.

Falando a jornalistas em Genebra, o porta-voz do Programa Mundial de Alimentos (PMA), Hervé Verhoosel, ecoou um alerta do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) de que crianças com poucos meses de vida estão morrendo devido às duras condições de inverno no assentamento de Rukban, que recebeu assistência pela última vez em novembro.

Equipes de emergência respondem a ataque contra Ministério das Relações Exteriores da Líbia em Trípoli. Foto: UNSMIL

Chefe humanitária da ONU na Líbia manifesta preocupação com mortes de civis

O agravamento dos confrontos na cidade rica em petróleo de Derna, na Líbia, está se tornando uma fonte crescente de preocupação, afirmou na sexta-feira (11) a coordenadora humanitária das Nações Unidas para o país, após a intensificação das hostilidades terem resultado na mortes de civis.

Combatentes do grupo terrorista Estado Islâmico tomaram Derna em 2014, após uma sequência de batalhas pelo controle da cidade, envolvendo o Exército nacional da Líbia, milícias locais e o Conselho da Shura dos Mujahidins, uma coalizão de militantes islâmicos que defende a aplicação da sharia (lei islâmica).

Vista aérea de Porto Príncipe, capital do Haiti. Foto: MINUJUSTH/Leonora Baumann

Nove anos após terremoto, Haiti melhora preparação para desastres naturais

Em 12 de janeiro de 2010, um terremoto no Haiti destruía metade da capital Porto Príncipe, deixando cerca de 220 mil mortos e 1 milhão de desabrigados. Funcionários da missão da ONU no país caribenho, a antiga MINUSTAH, também tiveram suas vidas atingidas pelo desastre — 102 profissionais da Organização morreram. Uma dos sobreviventes foi Sophie Boutaud de la Combe, que estava grávida de sete meses quando a terra tremeu.

Khazneh Said, conhecida como Um Qasem, vista no acampamento de Khan Dunoun, na zona rural de Damasco, na Síria. Foto: UNRWA/Taghrid Mohmmad

Refugiada palestina de 84 anos lembra vida no exílio

Nascida em 1934 na Palestina, Um Qasem abandonou seu vilarejo há mais de 70 anos, quando sua vida de refugiada teve início. Começava então uma série de deslocamentos que teriam por destino final o acampamento de Khan Dunoun, na zona rural de Damasco, na Síria, onde a idosa reside até hoje.

Um Qasem é mãe de oito filhos e avó de mais de 30 netos, todos nascidos em situação de deslocamento. Ao longo das décadas na diáspora, a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) sempre esteve lá para apoiar a refugiada e sua família.

Sírios deslocados aguardam para receber auxílio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) no campo de Al Hol, em Hassakeh, na Síria. Foto: ACNUR/Hisham Arafat

ONU alerta para aumento das mortes e deslocamentos de civis na Síria

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) expressou profunda preocupação nesta sexta-feira (11) com relatos de aumento de mortes de civis, incluindo mulheres e crianças, e deslocamento em larga escala em meio a renovados confrontos no enclave de Hajin, na província de Deir-ez-Zor, no leste da Síria.

O ACNUR e parceiros estão em solo todos os dias para identificar necessidades e fornecer assistência de proteção, especialmente para crianças desacompanhadas ou separadas de seus pais e que precisam de assistência médica. Equipes da agência distribuem tendas, itens de alívio e assistência de inverno para recém-chegados a assentamentos improvisados.

No acampamento de Dalhamiya, no Líbano, 60 das 110 tendas foram afetadas pelas chuvas e queda de neve. Algumas estão severamente alagadas. Foto: ACNUR/Diego Ibarra Sanchez

ONU: neve e tempestades deixam refugiados sírios em situação ‘miserável’ no Líbano

No Líbano, tempestades e queda de neve levaram a uma deterioração das condições de vida e de moradia para dezenas de milhares de sírios. O coordenador humanitário da ONU no país, Philippe Lazzarini, afirmou nesta quinta-feira (10) que alguns acampamentos foram completamente alagados, deixando os refugiados em situação “miserável”. Estima-se que o território libanês acolha entre 1,2 milhão a 1,3 milhão de sírios, dos quais 70% vivem abaixo da linha da pobreza.

Interior do Museu da Imigração do Estado de São Paulo. Foto: Museu da Imigração de SP

SP: programa de residência artística seleciona refugiados, solicitantes de refúgio e migrantes

O Museu da Imigração de São Paulo recebe inscrições de migrantes internacionais (imigrantes, refugiados e solicitantes de refúgio) para seu programa de residência artística. Para a edição de 2019 da iniciativa, que terá o tema “acolhida”, serão selecionados até dois artistas.

Os escolhidos vão participar de uma imersão nas atividades e rotinas da instituição, a fim de desenvolver projeto(s) de artes visuais (incluindo linguagens como pintura, escultura, desenho, gravura, cerâmica, produção digital e instalação).

Eleitores olham nomes em listas de votação durante eleições presidenciais e legislativas na República Democrática do Congo, em 30 de dezembro de 2018. Foto: MONUSCO/Alain Likota

Chefe da ONU pede calma na República Democrática do Congo após anúncio de resultados eleitorais

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu que todas as partes “se abstenham de usar a violência” na República Democrática do Congo (RDC), após o anúncio dos resultados provisórios das eleições presidenciais no país.

A votação — inicialmente programada para ocorrer dois anos atrás — pode ser a primeira transferência democrática de poder desde a independência da RDC quase 60 anos atrás.

De acordo com a imprensa local, os resultados preliminares anunciados pela comissão eleitoral independente, conhecida por seu acrônimo em francês, CENI, apontam a vitória do candidato opositor Felix Tshisekedi nas eleições de 30 de dezembro, o que não coincide com os números não oficiais recolhidos pelos observadores independentes.

Um homem com um bebê de um ano de idade desembarca do navio de resgate Sea Watch, em Malta. Foto: ACNUR/Federico Scoppa

ONU celebra desembarque de refugiados salvos no Mediterrâneo, mas critica demora de países europeus

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) celebrou nesta quarta-feira (9) a notícia de que 49 refugiados e migrantes resgatados, a bordo dos navios Sea Watch 3 e Albrecht Penck, desembarcaram com segurança em Malta.

Mas o organismo também expressou preocupação com a demora em encontrar uma solução para o impasse no Mediterrâneo — o Sea Watch 3 ficou mais de 18 dias no oceano, sem poder atracar, mesmo transportando mulheres e crianças. Situação foi considerada “inaceitável”.

Mulheres iemenitas caminham diariamente por horas para conseguir água. Foto: Banco Mundial/Curt Carnemark

Desvio de assistência alimentar no Iêmen precisa acabar imediatamente, diz PMA

O Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas exigiu na sexta-feira (4) que o desvio de alimentos por parte de facções conflitantes no Iêmen chegue imediatamente a um fim e elogiou um comunicado de líderes rebeldes houthis, no qual afirmaram que a situação está sob investigação.

De acordo com relatos da imprensa internacional, facções e milícias de ambos os lados do conflito bloquearam assistência alimentar para grupos suspeitos de deslealdade, desviando-a para unidades de combate ou vendendo-a no mercado ilegal.

Estudantes das escolas de Ar Rimal e A-Zeitoun em entrevista à ONU. Foto: UNRWA/Khalil Adwan

Cortes no financiamento fragilizam assistência da ONU a estudantes palestinos

Para os alunos das escolas que são financias pela Agência da ONU de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), a incerteza quanto ao futuro se tornou uma preocupação constante, afirmou neste mês (4) o diretor de Operações do organismo internacional em Gaza, Matthias Schmale.

A instituição enfrentou uma crise financeira sem precedentes em 2018, remediada com contribuições de doadores. Mas para 2019, não há garantias de que a precariedade orçamentária vá melhorar.

Migrantes que atravessavam o Mar Mediterrâneo são resgatados por navio belga. Foto: Frontex/Francesco Malavolta

Agência da ONU pede que países ajudem 49 refugiados presos no Mar Mediterrâneo

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) pediu no último dia de 2018 para Estados-membros da ONU fornecerem locais seguros para desembarque de 49 refugiados e migrantes, incluindo crianças pequenas, a bordo de embarcações de resgate no mar Mediterrâneo.

Um navio de uma organização não governamental chamado The Sea Watch 3 tem 32 pessoas a bordo desde 22 de dezembro, enquanto outras 17 foram resgatadas pelo Sea Eye em 29 de dezembro.

A perigosa jornada pelo Mediterrâneo é feita por milhares de pessoas que tentam chegar à Europa em busca de uma vida melhor.

Menino de nove meses pesando 3 kg é tratado por desnutrição em hospital de Sanaa. Foto: OCHA/ Charlotte Cans

Nações Unidas denunciam desvio de ajuda humanitária no Iêmen

Após descobrir evidências de que entregas de alimentos estão sendo desviadas em Sanaa, capital do Iêmen controlada pelos rebeldes houthis, e em outras partes do país, o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas exigiu o fim imediato desta prática.

“Esta conduta equivale a roubar comida da boca das pessoas mais famintas”, disse o diretor-executivo do PMA, David Beasley, na segunda-feira (31).

A inspeção descobriu fraude em ao menos uma organização parceira local afiliada ao Ministério da Educação em Sanaa e que administrava e distribuía a assistência alimentar do PMA.

Bertine Bahige deu aulas de matemática por dez anos, antes de se tornar diretor de uma escola de ensino fundamental em Gillette, no Wyoming. Foto: ACNUR/Cynthia Hunter

De criança refugiada em Moçambique a diretor de escola nos Estados Unidos

Bertine Bahige viu sua vida mudar da noite para o dia quando sua cidade, no leste da República Democrática do Congo, foi invadida por rebeldes que o recrutaram para fazer parte de um grupo armado. Ele tinha apenas 13 anos.

Após conseguir fugir do seu país, o menino chegou a Moçambique, onde viveu por cinco anos num campo de refugiados. O jovem foi encaminhado para um programa de reassentamento, que o transferiu para os Estados Unidos, onde Bertine teve a oportunidade de cursar faculdade e se tornar professor.

Crianças se abrigam em casa em meio ao fogo cruzado em cidade síria afetada pelo conflito. Foto: UNICEF/Romenzi

Mais de 4 milhões de crianças sírias só conhecem a guerra, diz UNICEF

Metade das crianças da Síria, em torno de 4 milhões, cresceu conhecendo apenas uma vida de violência, conforme o país entra em seu oitavo ano de conflito, informou em dezembro (13) o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

“Toda criança de oito anos na Síria está crescendo em meio a perigo, destruição e morte”, explicou a diretora-executiva da agência, Henrietta Fore, após uma visita de cinco dias ao país.

Crianças venezuelanas cantam músicas tradicionais de seu país. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

Crianças venezuelanas participam de coral em abrigos de Boa Vista

Na semana que antecedeu o Natal, os Canarinhos da Amazônia, coral formado por 50 crianças e adolescentes venezuelanos, se apresentaram em seis dos dez abrigos de Boa Vista que acolhem refugiados e migrantes em situação de vulnerabilidade.

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) apoia os Canarinhos da Amazônia desde 2017, quando estabeleceu seu escritório em Boa Vista para responder mais adequadamente ao fluxo de venezuelanos na região.

Desde julho de 2018, o ACNUR e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) têm aportado recursos adicionais no projeto em parceria com a União Europeia, por meio do seu Instrumento de Contribuição para a Estabilidade e a Paz (IcSP, da sigla em inglês).

Secretário-geral da ONU, António Guterres, durante coletiva de imprensa. Foto: ONU/Mark Garten

Em mensagem de Ano Novo, chefe da ONU alerta para perigos das mudanças climáticas e dos conflitos armados

Em mensagem para o Ano Novo, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para os desafios que assolam o mundo, como as mudanças climáticas, as divisões geopolíticas e os conflitos armados de difícil resolução.

“Um número recorde de pessoas está em movimento na busca de segurança e proteção. As desigualdades estão aumentando. E as pessoas questionam-se perante um mundo no qual um punhado de gente detém a mesma riqueza que metade da humanidade”, disse.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou que as crianças na República Centro-Africana estão enfrentando uma emergência negligenciada. Segundo a agência da ONU, duas em cada três crianças no país precisam de ajuda humanitária. Em um relatório divulgado no final de novembro (30), o UNICEF informou que 1,5 milhão de crianças precisam de assistência humanitária, um aumento de 300 mil desde 2016. Mais de 43 mil crianças menores de cinco anos devem enfrentar um risco extremamente elevado de morte por desnutrição aguda severa em 2019. Além disso, o relatório constatou que uma em cada quatro crianças é deslocada ou refugiada. Milhares também estão presas em atividades de grupos armados e milhares estão sujeitas à violência sexual.

UNICEF: 1,5 milhão de crianças na República Centro-Africana precisam de ajuda humanitária

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou que as crianças na República Centro-Africana estão enfrentando uma emergência negligenciada. Segundo a agência da ONU, duas em cada três crianças no país precisam de ajuda humanitária.

Em um relatório divulgado no final de novembro (30), o UNICEF informou que 1,5 milhão de crianças precisam de assistência humanitária, um aumento de 300 mil desde 2016. Mais de 43 mil crianças menores de cinco anos devem enfrentar um risco extremamente elevado de morte por desnutrição aguda severa em 2019.

Além disso, o relatório constatou que uma em cada quatro crianças é deslocada ou refugiada. Milhares também estão presas em atividades de grupos armados e milhares estão sujeitas à violência sexual. Confira nesse vídeo.

Pela primeira vez no mundo, uma vacina foi lançada por drones em Vanuatu. A entrega da vacina cobriu quase 40 quilômetros de terreno acidentado montanhoso da Baía de Dillon, no lado oeste da ilha, até o patamar leste na remota Baía de Cook. Foto: UNICEF

Pela primeira vez, drone leva vacinas a ilha remota do Pacífico Sul

Em uma pequena ilha no remoto Pacífico Sul, um bebê de 1 mês se tornou a primeira criança do mundo a receber uma vacina entregue por um drone, anunciou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) na semana passada (18).

A aeronave de última geração que transportou a vacina viajou quase 40 quilômetros sobre terreno montanhoso, saindo de Dillon’s Bay, no oeste de Vanuatu, para Cook’s Bay – uma comunidade acessível somente a pé ou com barcos pequenos – onde 13 crianças e cinco mulheres grávidas foram vacinadas por uma enfermeira.

Crianças de famílias deslocadas coletam água em uma torneira em Maiduguri, no estado de Borno, nordeste da Nigéria. A crise humanitária na região forçou centenas de milhares a deixar suas casas e depender de assistência humanitária. Foto: UNICEF/Gilbertson VII Photo

Nigéria registra mais de 2 mil pessoas deslocadas internamente em 24 horas

Após fugirem de ataques terroristas, assim como confrontos entre forças do governo e milícias, mais de 2 mil nigerianos recém-deslocados chegaram ao já sobrecarregado acampamento conhecido como Teacher’s Village, em Maiduguri, capital do estado nigeriano de Borno.

O Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) relatou na quinta-feira (27) que o aumento de ataques cometidos por grupos armados não estatais no nordeste da Nigéria está provocando novos deslocamentos, especialmente em Borno.

Navio no porto de Hodeida, única maneira de comida e combustível entrarem no país. Foto: PMA/Fares Khoailed

Equipe de monitoramento do cessar-fogo prepara início de operações no Iêmen

Uma equipe liderada pelas Nações Unidas com objetivo de supervisionar o cessar-fogo que entrou em vigor na terça-feira (18) em diversos portos no Iêmen iniciou suas operações de planejamento, incluindo acordo para um código de conduta, afirmou na quarta-feira (19) o porta-voz da ONU.

Em briefing na terça-feira, Dujarric afirmou que o secretário-geral da ONU, António Guterres, estava pressionando autoridades para garantir que observadores da ONU fossem enviados o mais rápido possível para monitorar o cessar-fogo.

Enviado especial para a Síria, Staffan de Mistura. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Enviado especial da ONU pede união do Conselho de Segurança pelos sírios

Responder aos problemas que cercam a Síria e levar anos de confrontos brutais a um fim exige mais “esforços genuínos” por parte de países influentes para conversar entre si e trabalhar construtivamente, disse o enviado especial das Nações Unidas para a Síria.

Em seu último briefing ao Conselho de Segurança antes de deixar o cargo, no dia 20 de dezembro, Staffan de Mistura lembrou o órgão de 15 membros da obrigação de facilitar um mapa para a paz liderado e detido por sírios.

Na segunda fase do processo de interiorização, 233 venezuelanos vivendo em Boa Vista foram levados a São Paulo e Manaus. Foto: ACNUR

Ministério do Desenvolvimento Social e ACNUR renovam acordo de cooperação

O ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, assina nesta sexta-feira (28) a renovação do acordo de cooperação do MDS com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) para garantir acesso aos direitos sócio-assistenciais de refugiados e migrantes venezuelanos no Brasil em situação de vulnerabilidade e risco. O vice-representante da ACNUR no Brasil, Federico Martínez, estará presente.

O convênio, vigente desde agosto de 2018, permite o gerenciamento das medidas de identificação, recepção e acolhimento, incluindo orientação dos cidadãos que atravessam a fronteira, cadastro de pessoas e atendimento social nos postos e abrigos temporários em vários estados do país.

Homem olha para ponte destruída na cidade de Palu, Indonésia. Foto: OCHA/Anthony Burke

Tsunami na Indonésia deixa centenas de mortos e mais de 50 desaparecidos; ONU apoia resposta

A população da Indonésia recebeu um alerta para manter distância de praias ao longo do Estreito de Sunda, entre as ilhas de Sumatra e Java, após o devastador tsunami do fim de semana na região, que de acordo com relatos do governo e de agências humanitárias pode ter deixado centenas de mortos. Este número ainda pode crescer.

Em atualização no último dia 24, o Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) relatou que havia pouco mais de mil pessoas feridas, mais de 50 desaparecidas e quase 12 mil deslocadas pelo tsunami.

José chegou ao Equador perto do Natal de 2017. Ele vive com o vírus HIV e precisou fugir da Venezuela, onde estava recebendo medicamento antirretroviral vencido. Quase 900 mil venezuelanos chegaram ao Equador em 2018. Assim como José, cerca de 20% deles têm necessidades especiais: são grávidas, crianças e pessoas com doenças crônicas, por exemplo. Graças à lei equatoriana, essas pessoas podem receber tratamento. Confira a história de José neste vídeo da Agência da ONU para Refugiados, ACNUR.

VÍDEO: No Equador, um novo começo para José

José chegou ao Equador perto do Natal de 2017. Ele vive com o vírus HIV e precisou fugir da Venezuela, onde estava recebendo medicamento antirretroviral vencido.

Quase 900 mil venezuelanos chegaram ao Equador em 2018. Assim como José, cerca de 20% deles têm necessidades especiais: são grávidas, crianças e pessoas com doenças crônicas, por exemplo. Graças à lei equatoriana, essas pessoas podem receber tratamento.

Confira a história de José neste vídeo da Agência da ONU para Refugiados, ACNUR.