Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Gestores são capacitados a prevenir e responder à violência de gênero em RR e AM

O escritório regional do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) para América Latina e Caribe realizou em novembro oficina de formação de combate à violência de gênero para gestores que trabalham na assistência humanitária em Manaus (AM), Boa Vista e Pacaraima (RR).

“Temos observado que, com a resposta ao atual fluxo migratório proveniente da Venezuela, o número de pessoas enfrentando incidentes de violência baseada em gênero tem aumentado consideravelmente”, disse Victoria Laroche, especialista em violência baseada em gênero em emergência do escritório regional do UNFPA.

“Por isso a importância de fortalecer as capacidades de resposta em cada país que recebe pessoas deste fluxo migratório, para que a prevenção e a resposta seja a mais adequada possível”, completou.

Serão interiorizados aqueles que já conseguiram emprego ou possuem família ou amigos em outras municípios brasileiros, mas não têm meios para viajar. Foto: OIM

OIM inicia interiorização de migrantes em Manaus nesta terça-feira (17)

A partir desta terça-feira (17), a Organização Internacional para as Migrações (OIM) inicia o processo de interiorização de venezuelanos que vivem atualmente em Manaus (AM). No total, 58 pessoas estão incluídas nos primeiros embarques, que acontecerão entre os dias 17 e 20 de dezembro para várias cidades do Brasil.

A partir deste primeiro grupo, a meta da OIM é apoiar pelo menos 100 refugiados e migrantes por mês a buscar novas oportunidades em todas as regiões do país. São venezuelanos que estão nos abrigos, em situação de rua ou mesmo vivendo em moradias alugadas em bairros da cidade.

A estratégia de interiorização é realizada pelo governo federal com apoio de agências da ONU e sociedade civil e segue regras nacionais. No Amazonas, os principais parceiros são o governo do estado e a Prefeitura de Manaus. As duas esferas governamentais atuam para acolher e facilitar o trabalho de todos que fazem parte da Operação Acolhida.

Mulheres venezuelanas escrevem suas histórias de vida durante atividade em Boa Vista (RR). Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo

Luxemburgo apoia programa da ONU para empoderamento de mulheres venezuelanas no Brasil

Luxemburgo firmou o seu apoio ao programa conjunto “Liderança, empoderamento, acesso e proteção para mulheres migrantes, solicitantes de refúgio e refugiadas no Brasil”, liderado por ONU Mulheres, em parceria com Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), em Roraima.

O acordo foi assinado este mês (12) pela secretária-geral assistente das Nações Unidas e diretora-executiva adjunta da ONU Mulheres, Åsa Regnér, e pelo embaixador Christian Braun. A assistência humanitária tem duração estimada de dois anos, com contribuição de 600 mil euros do governo de Luxemburgo ao programa conjunto implementado pelas três agências da ONU no Brasil.

Refugiado sírio de Deir ez-Zor carrega cobertores após distribuição do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR). Foto: ACNUR/Diego Ibarra Sánchez

Encontro global sobre refugiados começa em Genebra após década de deslocamento

Um encontro global de três dias, destinado a transformar a maneira como o mundo responde às situações de refugiados, começa nesta segunda-feira (16) em Genebra, na Suíça.

O objetivo do Fórum é gerar novas abordagens e compromissos de longo prazo de vários atores para ajudar os refugiados e as comunidades em que vivem.

Em todo o mundo, mais de 70 milhões de pessoas foram deslocadas por guerras, conflitos e perseguições. Mais de 25 milhões deles são refugiados, tendo sido forçados a cruzar fronteiras internacionais e impossibilitados de voltar para suas casas.

Nurul Salam, de 35 anos, senta-se com Janatara, sua filha de 8 anos, na loja de chá que administra em Kutupalong, no assentamento de refugiados de Bangladesh. Foto: ACNUR / Caroline Gluck

ACNUR promove em Genebra primeiro Fórum Global sobre Refugiados

O primeiro Fórum Global sobre Refugiados, um encontro mundial com a presença de líderes e ministros de várias partes do mundo, acontecerá entre os dias 16 e 18 de dezembro de 2019 em Genebra, Suíça.

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e o Governo da Suíça sediarão conjuntamente essa reunião global no Palácio das Nações, sede do Escritório das Nações Unidas em Genebra.

Os três dias do Fórum Global sobre Refugiados apresentarão compromissos e contribuições significativas, além de promover o intercâmbio de boas práticas que envolvem os Estados, as pessoas refugiadas, o setor privado, entidades das Nações Unidas, organizações da sociedade civil, ONGs, academia e líderes religiosos, entre outros, para desempenhar ações de forma coordenada e articulada.

Agência da ONU para as migrações (OIM) promove junto com seus parceiros a inclusão socioeconômica dos venezuelanos interiorizados no Brasil. Foto: OIM.

OIM realiza oficina no Rio para inclusão de migrantes no mercado de trabalho

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) realiza na terça-feira (17) mais uma capacitação voltada à implementação de políticas para migrantes em situação de vulnerabilidade no mercado de trabalho. Nesta última edição de 2019, a atividade acontece no Rio de Janeiro (RJ), e é aberta ao público.

O objetivo do evento é sensibilizar o setor privado para a inserção laboral de pessoas refugiadas e migrantes. Na capital carioca, também serão dados esclarecimentos sobre a estratégia de interiorização dos venezuelanos e venezuelanas, que os leva voluntariamente de Roraima a outros estados do Brasil visando uma melhor integração socioeconômica.

Mulheres empreendedoras posam em frente aos produtos feitos a partir de figuras femininas histórias e atuais. Foto: ACNUR/Alan Azevedo

Campanha pelo fim da violência de gênero dá voz a refugiadas e migrantes venezuelanas

“Vivi muitos anos sofrendo violência, sem ao menos perceber”. “Não entendia que os gritos e palavras rudes eram também um tipo de violência”. “O que mais me doía era quando ele usava meus filhos contra mim”. “Nós mulheres somos penalizadas por tentar manter a família unida, por tentar fazer o certo”.

As autoras destas frases são refugiadas e migrantes venezuelanas que participaram, no último dia 10, em um dos eventos promovidos pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e parceiros para marcar o fim dos “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres” em Boa Vista, capital de Roraima.

Samuda, refugiada rohingya e mãe solo de 35 anos, recebe assistência financeira do ACNUR em Bangladesh, em abril de 2018. Foto: ACNUR/Caroline Gluck

Assistência em dinheiro ajuda refugiados a suprir necessidades básicas

Com seu cartão, a viúva síria Manar Al Sayer vai até um caixa eletrônico em Beirute, no Líbano, digita um código PIN e saca algumas libras libanesas. Com dinheiro na mão, ela é capaz de priorizar os gastos mensais de sua família. Ela tem três filhos: Aseel, de 6 anos, Abdullah, de 9, e Osaima, de 12.

A jovem de 29 anos está entre os milhões de refugiados em vários países do mundo que conseguiram administrar melhor suas vidas desde que o ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, começou a expandir seu programa de assistência financeira em 2016.

Promotores são grupo de voluntários que disseminam informações para a comunidade refugiada na cidade. Foto: ACNUR/Felipe Irnaldo

Refugiadas e migrantes venezuelanas acessam rede de proteção para mulheres no Amazonas

Refugiadas e migrantes venezuelanas em Manaus podem acessar uma rede de serviços de proteção para casos de violência contra a mulher. Uma oficina realizada na semana passada por Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Instituto Mana e Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc-AM) apresentou a promotores comunitários venezuelanos e de outras nacionalidades o sistema local de assistência e combate à violência de gênero, disponível gratuitamente na cidade.

O evento faz parte da campanha 16 Dias de Ativismo Contra a Violência de Gênero, promovido pela Nações Unidas com o objetivo de conscientizar sobre a erradicação da violência sexual e de gênero e alertar sobre suas graves consequências.

Garota venezuelana em centro apoiado pelo UNICEF na periferia de Caracas. Foto: Eduardo Párraga/UNICEF

UNICEF precisa de US$64,5 milhões para apoiar crianças venezuelanas em sete países

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) precisa de 64,5 milhões de dólares par apoiar seu trabalho em prol de crianças venezuelanas em sete países: Brasil, Colômbia, Equador, Peru, Guiana, Trinidad e Tobago e Panamá. É o que aponta o relatório global Ação Humanitária para Crianças, lançado em 4 de dezembro.

Para apoiar o governo brasileiro na resposta à crise migratória, desde maio de 2018 o UNICEF no Brasil abriu um escritório em Boa Vista e já expandiu suas ações para os migrantes venezuelanos também no Amazonas e Pará.

A atuação do Fundo acontece em cinco áreas prioritárias: atenção primária à saúde; nutrição; água, saneamento e higiene; educação formal e não formal; e proteção da criança.

Refugiados e migrantes venezuelanos cruzam a ponte Simon Bolívar, um dos sete pontos de entrada legal ao longo da fronteira entre Venezuela e Colômbia. Foto: ACNUR/Siegfried Modola

Duas casas de acolhimento para crianças venezuelanas serão inauguradas em Roraima

Duas novas casas de acolhimento serão inauguradas em Roraima na segunda quinzena de dezembro para receber crianças e adolescentes venezuelanos que chegam ao Brasil desacompanhados de pais e responsáveis, informou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em nota publicada nesta segunda-feira (9).

A iniciativa é fruto de uma parceria entre UNICEF, governo de Roraima e Ministério da Cidadania, no contexto da Operação Acolhida. Também teve apoio para mobiliário da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Grupos de voluntários podem ser agentes de mudanças por meio do engajamento da comunidade e atuação das pessoas. Foto: Allyson Pallisser/UNV Brasil

ARTIGO: Voluntários oferecem tempo, habilidades e entusiasmo às comunidades do mundo

Em artigo, o administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Achim Steiner, fala sobre a importância do trabalho dos voluntários para o combate às mudanças climáticas, para a prestação de cuidados e saúde e para a criação de oportunidades para as pessoas mais marginalizadas no mundo todo.

“Os notáveis resultados já alcançados pelas voluntárias e voluntários todos os dias mostram como é possível desempenhar um papel ativo na formação de um futuro mais brilhante, sustentável e inclusivo.” Leia o artigo completo.

Os venezuelanos Ricardo e Maria e seu filho de um mês moram em um abrigo em Manaus (AM). Foto: ACNUR/Santiago Escobar-Jaramillo

ACNUR elogia decisão do Brasil de reconhecer milhares de venezuelanos como refugiados

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) celebrou a decisão do Brasil de reconhecer a condição de refugiado de milhares de venezuelanos solicitantes desta situação. Cerca de 21 mil venezuelanos vivendo no país se beneficiaram da decisão tomada na quinta-feira (5) pelo Comitê Nacional de Refugiados (CONARE).

A partir de agora, venezuelanos e venezuelanas solicitantes da condição de refugiado que atenderem os critérios necessários terão seu procedimento acelerado, sem a necessidade de entrevista.

A situação de insegurança em Mianmar para a minoria muçulmana rohingya está gerando uma das maiores crises humanitárias do mundo. Foto: ACNUR

Nações Unidas pedem US$29 bilhões para ajuda humanitária em 2020

Uma em cada 45 pessoas do planeta precisará de proteção humanitária em 2020. Para isso, são necessários 29 bilhões de dólares. O apelo está no Panorama Global Humanitário, lançado simultaneamente nesta quarta-feira (4) em Genebra, Berlim, Bruxelas, Londres e Washington.

As Nações Unidas, em colaboração com centenas de organizações humanitárias não governamentais, apresentou o resumo de seus planos para assistir 109 milhões de pessoas mais vulneráveis vivendo em crises humanitárias em todo o mundo.

São pessoas que precisam de comida, abrigo, atendimento médico, educação emergencial, proteção ou outra assistência básica em 53 países, do Afeganistão à Zâmbia.

Depois de comerem juntas, participantes do Femme Debout cantam e dançam em Bangui, República Centro-Africana. Foto: ACNUR | Adrienne Surprenant.

Com apoio do ACNUR, mulheres na República Centro-Africana criam grupo para superar efeitos da guerra

Na República Centro-Africana, um conflito entre grupos armados muçulmanos e cristãos se espalhou pelo país em 2013. Afetadas pelos traumas e perdas causados por anos de conflito no país, mulheres criaram um grupo para cuidar umas das outras e discutir seus problemas e conquistas.

Chamado “Femme Debout” (“Mulheres de Pé”, na tradução livre), o grupo se reúne semanalmente sob a liderança de Florence Atanguere, uma mãe e viúva de 51 anos centro-africana. Ela e as demais mulheres foram vítimas de terríveis atos de violência, incluindo assassinatos brutais de membros da família e violência sexual.

Apoiada pela Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), por meio da agência parceira PARET, a associação tem 175 integrantes, cristãs e muçulmanas, que convivem em paz. Na associação, elas aprendem habilidades diferentes e dispõem de um fundo financeiro que as auxilia em momentos de emergência.

Trabalhador de saúde cuida de criança em isolamento em centro de tratamento do ebola em Beni, Kivu do Norte, República Democrática do Congo. Foto: UNICEF/Guy Hubbard

Ataques matam agentes da saúde que combatiam ebola na República Democrática do Congo

Grupos armados reivindicaram os ataques que mataram quatro profissionais de saúde que combatiam o ebola e feriram outros cinco no leste da República Democrática do Congo.

O ataque aconteceu no campo de Biakato Mines e em um escritório de coordenação de resposta ao ebola. A informação foi confirmada pelo chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) na quinta-feira (28).

A agência da ONU, que pediu o fim dos ataques, afirmou que os ataques podem reverter progressos significativos contra a epidemia que assola o país desde agosto de 2018. Nas últimas semanas, o número de infecções caiu.

Moisés brinca de ser jornalista, entrevistando refugiados em frente a seus abrigos no abrigo Rondon 3, em Boa Vista (RR). Foto: ACNUR/Vincent Tremeau

Menino de 10 anos entrevista refugiados e migrantes venezuelanos em abrigo de Roraima

O venezuelano Moisés, de 10 anos, habituou-se a percorrer as tendas do abrigo temporário para refugiados e migrantes em Boa Vista (RR) – onde vive com sua família há um ano -, em busca de boas histórias.

Com uma câmera de papelão e um microfone de plástico, ele entrevista pessoas venezuelanas interessadas em contar suas trajetórias, mesmo que o resultado da conversa não seja gravado para a posteridade.

“Pergunto às pessoas como foi sua jornada da Venezuela até o Brasil”, explica o aspirante a repórter. “As responsabilidades de um jornalista são contar as notícias, falar com as pessoas e informar bem.” Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

A primeira iniciativa conjunta será o processo de certificação de políticas migratórias locais desenvolvidas por estados e municípios. Foto: ACNUR

Santarém (PA) promove oficinas de saúde para lembrar dois anos do acolhimento de venezuelanos

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Prefeitura de Santarém (PA) realizam até sexta-feira (29) o evento Santarém Acolhedora, lembrando o aniversário de dois anos da Casa de Acolhimento para Adultos e Famílias (CAAF), que abriga famílias venezuelanas.

A programação prevê oficina para aceleração da resposta no cuidado à atenção à saúde integral da população venezuelana abrigada em Santarém.

A iniciativa é parte das ações desenvolvidas pelas agências das Nações Unidas visando acelerar a resposta humanitária e garantir direitos de todos os venezuelanos que buscam refúgio no Brasil.

Refugiados e migrantes venezuelanos perto da fronteira entre Colômbia e Venezuela. Foto: ACNUR/Siegfried Modola

Consulta na América do Sul encaminha propostas ao Fórum Global para Refugiados

Realizada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e parceiros, a primeira consulta regional de ONGs e sociedade civil sobre o deslocamento na América do Sul aconteceu no Rio de Janeiro (RJ) na semana passada (21 e 22).

A América Latina recebe mais de 12 milhões de pessoas deslocadas, incluindo cerca de 4,6 milhões de refugiados e migrantes venezuelanos que deixaram seu país em busca de proteção ou melhores condições de vida.

Nesse sentido, sociedade civil e setores público e privado desempenham papel fundamental para garantir que refugiados tenham acesso à ajuda humanitária, sistemas de proteção e soluções efetivas.

Representante do ACNUR, Jose Egas, e Prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, assinam Termo de Parceria. Foto: Alessandra Serrão – NID/Comus

ACNUR e Belém assinam acordo para fortalecer assistência a refugiados venezuelanos

Com o aumento do fluxo de pessoas refugiadas e migrantes venezuelanas no município de Belém (PA), especialmente de etnia Warao, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a prefeitura da capital paraense assinaram na última segunda-feira (18) um Termo de Parceria para fortalecer a resposta humanitária a esta população.

Assinado pelo representante do ACNUR no Brasil, Jose Egas, e pelo prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, a parceria busca fortalecer o apoio técnico na área de abrigamento, o desenvolvimento de políticas públicas e de proteção para refugiados, gestão de dados, articulação institucional, sensibilização e produção de materiais informativos, entre outras ações.

Plano para refugiados e migrantes venezuelanos e países anfitriões busca 1,35 bilhão de dólares

A Agência das ONU para Refugiados (ACNUR) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) lançam hoje um plano regional para captar 1,35 bilhão de dólares para responder às crescentes necessidades humanitárias de refugiados e migrantes venezuelanos na América Latina e no Caribe e nas comunidades que os hospedam.

O Plano Regional de Resposta a Refugiados e Migrantes (RMRP) de 2020, lançado na capital colombiana, Bogotá, é uma ferramenta de coordenação e captação de recursos estabelecida e implementada por 137 organizações. Eles estão trabalhando em toda a região, com o objetivo de atingir quase quatro milhões de pessoas – incluindo refugiados e migrantes venezuelanos e comunidades anfitriãs – em 17 países.

Conselho de Segurança marca transição dos 15 anos das forças de paz da ONU no Haiti

Após 15 anos de manutenção da paz no país caribenho, o Conselho de Segurança da ONU mantém seu compromisso de fortalecer e estabilizar o país. Com foco no desenvolvimento sustentável, as Nações Unidas continuarão apoiando o Haiti e sua população, com uma transição ininterrupta de manutenção para a construção da paz.

O novo Escritório Integrado das Nações Unidas no Haiti (BINUH) trabalhará com o governo e parceiros em antigas questões herdadas do período de manutenção da paz, como a eliminação da cólera e a abordagem de casos de exploração e abuso sexual, incluindo casos de paternidade.

XI Seminário Internacional do Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras, em Manaus, contou com a participação do Fundo de População das Nações Unidas - Foto: divulgação

Fundo de População da ONU participa de seminário internacional de universidades

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) participou, na última semana, do XI Seminário Internacional do Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras, em Manaus, para explicar o papel da agência na assistência humanitária e no apoio a migrantes e refugiados. Com foco na internacionalização universitária, o Grupo Coimbra reúne 88 instituições.

Realizado em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), o evento contou com a presença de representantes universitários de 28 países, entre eles Colômbia, Costa Rica, Equador, Argentina, Cuba, Estados Unidos, Itália, Japão, Angola, Moçambique, Nicarágua e Suíça.

A venezuelana Almeris, de 20 anos, viajou com seu filho de apenas dois anos e o marido por cerca de 40 horas em um ônibus até Boa Vista. Foto: ACNUR | Alexandre Pereira.

Operação Acolhida em Manaus inaugura espaço com serviços de documentação e interiorização para refugiados e migrantes venezuelanos

Inaugurado na última terça-feira (5), em Manaus, novo Posto de Interiorização e Triagem (PITRIG) da Operação Acolhida visa fornecer, em um único espaço, assistência para milhares de venezuelanos que passam pela cidade devido ao alto fluxo migratório de seu país.

“Quando decidimos deixar a Venezuela, nossa esperança era encontrar apoio aqui para vivermos e termos trabalho. Desde então não tínhamos documentos para isso, como CPF e Carteira de Trabalho. Foi quando soubemos que este posto seria aberto e poderia nos ajudar”, Almeris (20), venezuelana em Manaus.

O posto foi idealizado pelo Comitê Federal de Assistência Emergencial do governo federal e conta com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR); Organização Internacional para Migrações (OIM); Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF); Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA); entidades da sociedade civil e atores municipais e estaduais. Espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h, na região Centro-Sul de Manaus.

A crescente crise alimentar, que afeta tanto as comunidades urbanas quanto as rurais, se vê agravada pelo aumento dos preços dos alimentos; pelas perdas em larga escala na pecuária; e ao aumento do desemprego. Foto: FAO | Telcinia dos Santos.

Agências de alimentação da ONU pedem mais apoio para vítimas da fome na África Austral

Segundo agências de alimentação das Nações Unidas, até 45 milhões de pessoas em 16 países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) sofrerão grave insegurança alimentar nos próximos seis meses.

A crescente crise alimentar, que afeta tanto as comunidades urbanas quanto as rurais, se vê agravada pelo aumento dos preços dos alimentos; pelas perdas em larga escala na pecuária; e ao aumento do desemprego.

“As chuvas tardias, largos período de seca, ciclones de grande magnitude e os problemas econômicos têm demonstrado ser uma combinação desastrosa para a segurança alimentar e os meios de subsistência em toda a África Austral”, afirmou Alain Onibon, coordenador sub-regional da FAO para a África Austral.

Distribuição de alimentos na Venezuela. Foto: NRC | Ingebjørg Kårstad.

Chefe de Ajuda Humanitária da ONU chega à Venezuela

O subsecretário-geral das Nações Unidas para os Assuntos Humanitários, Mark Lowcock, chega nesta segunda-feira (04) à Venezuela para avaliar a situação no país, que enfrenta crise política desde 2015. O objetivo é reforçar a colaboração entre vários parceiros humanitários.

De acordo com as Nações Unidas, mais de 4,5 milhões de pessoas já deixaram suas casas na Venezuela. Esta crise político-econômica gerou a segunda maior leva de refugiados do mundo, atrás apenas da Síria.

Crianças venezuelanas na praça Simon Bolívar, em Boa Vista (RR). Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

ONU e UE reafirmam compromisso de proteger refugiados e migrantes venezuelanos

A Conferência Internacional de Solidariedade sobre a crise de refugiados e migrantes venezuelanos, realizada em Bruxelas na segunda e terça-feira (28 e 29), enviou uma forte mensagem de apoio a essa população, bem como aos países e comunidades anfitriões de América Latina e Caribe.

Embora tenham reconhecido o direito soberano dos Estados de administrar suas fronteiras, os participantes enfatizaram a importância de preservar o acesso ao asilo, fortalecendo mecanismos que permitem a identificação de pessoas que precisam de proteção internacional.

Também defenderam a necessidade de os países manterem políticas flexíveis de entrada, continuando a regularização e o fornecimento de documentos aos refugiados e migrantes venezuelanos, facilitando o reagrupamento familiar. A conferência foi presidida por União Europeia, ACNUR e OIM.

Marta Duque (de camisa azul clara) com alguns dos refugiados e migrantes venezuelanos que recebe em sua casa. Foto: ACNUR | Hélène Caux.

Colombiana transforma sua casa em abrigo temporário para ajudar refugiados e migrantes venezuelanos

Há dois anos, Marta Duque, de 56 anos, decidiu transformar sua casa em um abrigo para refugiados e migrantes venezuelanos. No espaço improvisado, eles se recuperam para continuar até o destino final.

Todas as noites, ela e sua equipe de cerca de dez voluntários preparam panelas gigantes de sopa para “os caminhantes”, como são chamados localmente os migrantes da Venezuela que se deslocam centenas ou até milhares de quilômetros a pé por uma estrada sinuosa e montanhosa até a Colômbia.

Segundo dados do ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, mais de 4 milhões de venezuelanos já deixaram seu país desde 2015, fugindo de insegurança e violência; perseguição e ameaças; escassez crônica de alimentos e medicamentos; e um colapso dos serviços básicos.

Evento na Fiocruz em Brasília contou com apoio da OPAS/OMS e reuniu representantes do UNFPA e ACNUR. Foto: UNFPA Brasil | Thais Rodrigues.

ONU participa de debate sobre políticas de saúde em contexto de migração

Organizado pelo Núcleo de Estudos sobre Bioética e Diplomacia em Saúde, da Fiocruz Brasília, com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, o 10º Ciclo de Debates sobre Sustentabilidade de Políticas para Migrantes reuniu representantes do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

O evento aconteceu na última quinta-feira (24), na Fiocruz em Brasília, e discutiu o quadro das migrações, a resposta brasileira ao fluxo migratório de venezuelanos no norte do país e a importância da atenção à saúde nas fronteiras – em especial da população em situação de maior vulnerabilidade, como mulheres, crianças, idosos, indígenas e pessoas LGBTI+.

Abeer Khreisha, vencedora regional do Oriente Médio do Prêmio Nansen, do ACNUR, em sua casa na Jordânia. Foto: ACNUR | Diego Ibarra Sánchez.

ONU premia voluntária jordaniana pelo seu trabalho em auxílio a refugiados sírios

Abeer Khreisha é conhecida como “mãe dos sírios” por ajudar refugiados que chegam à Jordânia escapando do conflito na Síria.

A senhora de 50 anos trabalha há 20 como voluntária em um centro comunitário na cidade de Madaba, ajudando jordanianos e sírios em situação de vulnerabilidade. Ela mantém contato regular com as famílias que apoiou e realiza doze visitas domiciliares por dia para se certificar de que estão bem.

Por esse trabalho, ela foi a vencedora regional do Oriente Médio do Prêmio Nansen 2019, concedido anualmente pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) em reconhecimento àqueles que se esforçam para apoiar refugiados e pessoas deslocadas ao redor do mundo.

Campanha de vermifugação foi uma das iniciativas de conscientização sobre hábitos de higiene para a população indígena do abrigo Pintolândia. Foto: ACNUR | Allana Ferreira.

ACNUR difunde hábitos de saúde em contextos urbanos para indígenas venezuelanos

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) juntamente com a Fraternidade – Federação Humanitária Internacional (FFHI) têm formulado campanhas de conscientização para difundir hábitos de saúde em contextos urbanos para indígenas Waraos e Eñepá vivendo em Roraima.

Nas cidades de Boa Vista e Pacaraima vivem mais de mil indígenas venezuelanos em centros de abrigamento emergencial para refugiados e migrantes. As campanhas do ACNUR visam auxiliar o processo de adaptação desses povos à nova realidade que os cerca.

Em Pintolândia, abrigo dedicado exclusivamente a indígenas em Boa Vista, os trabalhos de conscientização envolveram atividades artísticas, como a produção e a exposição de desenhos seguida de debate, e uma campanha de vermifugação apoiada por entidades parceiras.

“Conversei pela primeira vez com meu companheiro sobre sexualidade”, conta migrante venezuelana depois de participar de formação do UNFPA em Roraima. Foto: UNFPA Brasil | Yareidy Perdomo.

Em Roraima, UNFPA promove formação em saúde sexual e reprodutiva a mulheres venezuelanas

Keibelin Yanez, 27, migrou da Venezuela para o Brasil em 2017 e participa das formações em saúde sexual, reprodutiva e direitos promovidas pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) em Roraima.

Ela e o esposo decidiram sair da Venezuela quando Keibelin descobriu estar grávida do terceiro filho. Segundo ela, o que ganhavam em seu país de origem mal dava para cuidar das duas crianças que já tinham.

A participação nas formações oferecidas pela ONU ofereceu à Keibelin a possibilidade de cuidar melhor de sua saúde e da saúde de sua família. A reportagem é do UNFPA Brasil.

Mulher síria é confortada por funcionária do ACNUR após chegar ao campo de refugiados de Bardarash em Duhok, Iraque. Foto: ACNUR | Rasheed Hussein Rasheed.

“Isso não é vida”, senhora de 64 anos relata momentos de angústia ao escapar dos conflitos no nordeste da Síria

Cerca de 900 a 1.200 pessoas chegam ao campo de Bardarash, no Iraque, por dia, relatou a Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR). Segundo oficiais da agência, é provável que o campo atinja sua capacidade máxima nesta semana.

Para lidar com o fluxo contínuo, autoridades regionais curdas estão planejando abrir mais campos. O ACNUR está registrando todos os recém-chegados e, juntamente com seus parceiros, fornece serviços de saúde e proteção, incluindo apoio psicossocial e serviços específicos para crianças desacompanhadas e pessoas com necessidades específicas.

À medida que o número de sírios que fogem do nordeste do país rumo ao Iraque chega a 10 mil, recém-chegada conta sobre o que viu no caminho e sobre o medo do inverno que se aproxima. A reportagem é do ACNUR.

Fundo de População da ONU em Roraima impulsiona debate sobre saúde sexual, reprodutiva e direitos em abrigo de Roraima. Foto: UNFPA Brasil | Yareidy Perdomo.

Encontro do UNFPA em Roraima reúne adolescentes migrantes para debater câncer de mama

Em outubro, mês em que no mundo todo acontecem atividades de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil promoveu um encontro para falar do assunto entre adolescentes migrantes vivendo no norte do país.

A atividade aconteceu em Roraima, no abrigo São Vicente, um espaço criado pela Operação Acolhida que é a iniciativa do governo federal responsável por coordenar a resposta e atendimento às pessoas refugiadas e migrantes que chegam ao país oriundas da Venezuela.

Promovido em parceria com a Associação Voluntários para o Serviço Internacional Brasil (AVSI Brasil), o encontro visou sensibilizar as jovens sobre a importância de fazer o autoexame como uma medida preventiva em relação à doença.

Salsabil e sua família vieram da Síria para recomeçar em São Paulo. Hoje, trabalham com culinária árabe. Foto: ACNUR/Érico Hiller

ACNUR e Caritas lançam mapeamento de pessoas em situação de refúgio em São Paulo

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a Caritas Arquidiocesana de São Paulo (CASP) lançaram na quarta-feira (23) o relatório “Georreferenciamento de Pessoas em Situação de Refúgio Atendidas pela Caritas Arquidiocesana de São Paulo em 2018”. Os dados foram levantados a partir dos atendimentos a pessoas em situação de refúgio pelo Centro de Referência para Refugiados da Caritas SP no último ano.

Das 84 nacionalidades atendidas pela Caritas em 2018, cinco países representam quase 70% do total de pessoas, sendo eles Angola (20%), Venezuela (19,8%), República Democrática do Congo (13,6%), Síria (10,7%) e Nigéria (4,15%). Ainda, é possível destacar que a maior parte das pessoas em situação de refúgio vive na zona leste da capital paulista (55%), mesmo que Sé e República sejam as localidades com maior número absoluto de residentes – 521 e 466, respectivamente.

Capacetes-azuis da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) durante patrulha em Rumaysh, sul do país, em dezembro de 2017. Foto: UNIFIL/Pasqual Gorriz

Carta da ONU permanece como âncora em meio às turbulências globais, diz secretário-geral

Em sua mensagem anual para o Dia da ONU nesta quinta-feira (24), o secretário-geral António Guterres lembrou o papel que a Organização deve desempenhar, concentrando-se nos problemas reais das pessoas reais, como uma “âncora moral compartilhada” em meio a “mares globais tempestuosos”.

“Estamos trabalhando para uma globalização justa e uma ação climática ousada”, disse o chefe da ONU. “Estamos pressionando pelos direitos humanos e pela igualdade de gênero — e dizendo ‘não’ ao ódio de qualquer tipo. E estamos nos esforçando para manter a paz — ao mesmo tempo em que levamos ajuda para salvar vidas a milhões de pessoas envolvidas em conflitos armados.”

Menina de 4 anos caminha por campo de Bardarash, em Duhok, no Iraque. Ela é um dos milhares de refugiados que fugiram dos confrontos no nordeste da Síria. Foto: ACNUR/Hossein Fatemi

Conflito no nordeste da Síria já deslocou 180 mil pessoas; necessidades se multiplicam

Depois de quase duas semanas de combates no nordeste da Síria, agências humanitárias da ONU estimam que cerca de 180 mil pessoas foram forçadas a deixar suas casas ou abrigos, incluindo 80 mil crianças, todas necessitando desesperadamente de assistência.

As chegadas de refugiados ao norte do Iraque continuam. A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) estima que mais de 7,1 mil chegaram desde segunda-feira passada (14). A maioria está abrigada no campo de Bardarash, cerca de 140 km a leste da fronteira Iraque-Síria.

A ONU e seus parceiros estão ampliando a assistência para salvar vidas, apesar dos contínuos obstáculos de segurança. Alimentos e cobertores estão sendo distribuídos a cerca de 580 mil civis nas províncias de Raqqa e Hasakeh, e estão sendo feitos esforços para fornecer serviços essenciais, em preparação para o início do inverno.

A cidade de São Paulo é um dos principais destinos de migrantes sul-americanos. Foto: Agência Brasil

Documento aponta São Paulo como exemplo de boas práticas na gestão das migrações

A liderança da capital paulista na gestão das migrações e suas boas práticas são destaques do “Perfil 2019 da cidade de São Paulo – Indicadores de Governança Migratória”, que será lançado na quarta-feira (23).

Além de apontar práticas positivas em seis áreas temáticas, o documento traça oportunidades de avanços em governança migratória. O lançamento é fruto de parceria entre Organização Internacional para as Migrações (OIM), Prefeitura de São Paulo e Unidade de Inteligência da revista britânica The Economist.

Refugiada síria abraça seu filho após chegar em segurança à ilha de Lesbos, na Grécia, em 2015. A mãe e o filho da foto viajaram a partir da Turquia pelo Mar Egeu, em um bote inflável. Foto: ACNUR/Achileas Zavallis

ONU pede que Europa amplie esforços para proteger crianças refugiadas e migrantes

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) pediu que os Estados europeus intensifiquem seus esforços para proteger crianças refugiadas e migrantes, que passam por viagens difíceis e perigosas e enfrentam riscos quando chegam à Europa, incluindo acomodações inseguras e falta de cuidados adequados.

A Grécia recebeu a maior parte dos refugiados e migrantes na região do Mediterrâneo este ano — mais do que Espanha, Itália, Malta e Chipre juntos. Até o momento, mais de 12.900 crianças chegaram à Grécia por via marítima, incluindo quase 2.100 crianças desacompanhadas ou separadas dos familiares.

As condições nos centros de recepção superlotados e insalubres nas ilhas gregas do mar Egeu são extremamente preocupantes, alertou o ACNUR.

Lucas Rocha, assistente de campo do UNFPA em Paracaima, Roraima. Foto: UNFPA Brasil | Yareidy Perdomo.

UNFPA completa dois anos de atuação na resposta humanitária em Roraima

Em setembro de 2019, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) completou dois anos atuando em Roraima, onde presta assistência a grupos com necessidades específicas de proteção.

Neste período, por meio de seu programa de Assistência Humanitária, a agência já atendeu mulheres, gestantes, lactantes, jovens, mães com crianças, população LGBTI, pessoas vivendo com HIV, indígenas, pessoas idosas, com deficiência, entre outros grupos que chegam diariamente ao Brasil, vindos da Venezuela.

O Fundo de População conta, hoje, com uma equipe de 26 pessoas que fazem parte do trabalho humanitário em Brasília, Roraima e, desde setembro de 2019, também em Manaus, capital do Amazonas.