Criança que sofre de desnutrição no colo de sua mãe em um programa de assistência apoiado pelo UNICEF em Baidoa, na Somália. Foto: UNICEF / Mackenzie Knowles-Coursin

Fundo de emergência da ONU alcança meta anual de US$ 450 milhões; necessidades aumentam

O fundo global de resposta a emergências das Nações Unidas alcançou seu objetivo de financiamento de 450 milhões de dólares. A ONU informou, no entanto, que ainda mais recursos são necessários, uma vez que o número de pessoas que precisam de assistência bateu novos recordes.

A iniciativa da ONU foi uma das primeiras a fornecer recursos quando mais de 20 milhões de pessoas este ano estavam perto de uma epidemia de fome no nordeste da Nigéria, Sudão do Sul, Somália e Iêmen, ajudando a evitar o pior.

Uma criança pequena come um sanduíche ao lado de um abrigo improvisado, perto da cidade de Gevgelija, na ex-República Iugoslava da Macedônia, na fronteira com a Grécia (registro setembro de 2015). Foto: UNICEF/Georgiev

Crianças representam 51% de refugiados; especialistas da ONU pedem mais proteção

Os governos devem intensificar seu trabalho para proteger as crianças migrantes contra o tráfico e outras formas de exploração, disseram duas especialistas independentes da ONU em um estudo conjunto. Elas alertaram que muitas crianças atualmente sofrem exploração sexual e trabalhista em meio a ações “ineficazes” de países em todo o mundo.

Ao final de 2015, 28 milhões de crianças haviam sido deslocadas pela violência e por conflitos – das quais 17 milhões haviam sido deslocadas internamente, 1 milhão eram requerentes de asilo e 10 milhões refugiadas.

O secretário-geral António Guterres (centro) observa o esforço local de socorro em Salybia, na Dominica, e se reúne com as autoridades locais e membros da comunidade. Ao seu lado está Roosevelt Skerrit (de pé, à direita), primeiro-ministro da Dominica. Foto: ONU/Rick Bajornas

Mundo deve pôr fim a ‘desenvolvimento suicida’, diz chefe da ONU após visita ao Caribe

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, visitou dois países do Caribe – Antígua e Barbuda e Dominica – para ver de perto os danos causados pelo mais recente furacão que passou pelo Caribe. “O vínculo entre as mudanças climáticas e a devastação que estamos testemunhando é clara, e existe uma responsabilidade coletiva por parte da comunidade internacional de dar um basta a esse desenvolvimento suicida”, disse.

Crianças refugiadas sírias em acampamento no Líbano. Foto: ACNUR/Sam Tarling

Mais de 8 mil crianças foram mortas ou mutiladas em conflitos armados em 2016, diz ONU

Mais de 8 mil crianças foram mortas ou mutiladas em situações de conflito armado no ano passado, de acordo com novo relatório do secretário-geral da ONU, António Guterres, divulgado nesta quinta-feira (5), em Nova Iorque.

Crianças de países como Afeganistão, República Democrática do Congo, Iraque, Somália, Sudão do Sul, Síria e Iêmen sofreram um nível alarmante de violações durante conflitos no ano passado, com ao menos 4 mil violações cometidas por forças governamentais e mais de 11,5 mil por grupos armados não estatais nos 20 países analisados pelo relatório.

Crianças participam de aula em escola patrocinada pelo UNICEF em Dikwa, estado de Borno, na Nigéria. Foto: UNICEF/Naftalin (arquivo)

Crise humanitária ameaça futuro de gestantes e crianças na Nigéria, alerta ONU

A insurgência do grupo terrorista Boko Haram na Nigéria provocou uma crise humanitária sem precedentes na região. Grupos em situação de vulnerabilidade são os mais afetados, com quase 3 milhões de crianças fora da escola e um crescente número de mortes de bebês ainda em gestação por conta da epidemia de cólera.

Desde 2009, mais de 2.295 professores foram mortos e 19 mil deslocados no nordeste do país. Quase 1,4 mil escolas foram destruídas, e a maioria não tem condições de operar devido a extensos danos ou por conta da situação de insegurança na região.

Mulher na cidade de Cox's Bazar, em Bangladesh, recebe alimentos da ONU e de parceiros humanitários após fugir da violência em Mianmar. Foto: PMA/Saikat Mojumder

Violações em Mianmar podem constituir crimes contra a humanidade, dizem relatores da ONU

O Comitê das Nações Unidas para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres (CEDAW) e o Comitê para os Direitos da Criança (CRC) pediram que as autoridades de Mianmar interrompam imediatamente a violência no estado de Rakhine, norte do país, e investiguem de forma rápida e efetiva os casos de violência contra mulheres e crianças na região.

“Tais violações podem representar crimes contra a humanidade e estamos profundamente preocupados com a falha do Estado em colocar um fim a essas chocantes violações dos direitos humanos, cometidas sob o comando de militares e outras forças de segurança, e das quais mulheres e crianças continuam a sofrer as consequências”, disseram os especialistas das Nações Unidas.

Menino de sete anos observa destruição promovida pelo furacão Irma na República Dominicana. Foto: UNICEF

Chefe da ONU alerta para recentes eventos climáticos: ‘cientistas previram’

António Guterres anunciou que visitará a região e lembrou que não se deve vincular “qualquer evento climático com as mudanças climáticas”, acrescentando: “Mas os cientistas sabem que esse clima extremo é precisamente o que seus modelos preveem, e eles preveem que será o novo normal de um mundo que está se aquecendo”.

O secretário-geral agradeceu o apoio humanitário aos países do Caribe, mas classificou a resposta da comunidade internacional como “fraca”.

A ONU forneceu 18 toneladas de alimentos; 3 milhões de comprimidos de purificação de água; 3 mil tanques de água; 2,5 mil tendas; 2 mil mosquiteiros e kits escolares; 500 cartões de débito para assistência em dinheiro. As Nações Unidas dependem, no entanto, da ampliação do financiamento para manter ajuda.

Meninos recolhem água imprópria para o consumo em Al-Tabqa. Em maio de 2017, a cidade estava sem eletricidade e os sistemas de bombeamento de água operavam em sua capacidade mínima. Foto: UNICEF/Souleiman

Partes no conflito sírio precisam negociar ‘sem pré-condições’, diz enviado da ONU

As Nações Unidas devem realizar a próxima etapa de negociações entre as partes envolvidas no conflito sírio em Genebra, na Suíça, no fim de outubro ou início de novembro, disse o mediador da ONU ao Conselho de Segurança na quarta-feira (27).

“É hora de focar no retorno a Genebra e às negociações sob os auspícios das Nações Unidas”, disse o enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, pedindo que o governo e a oposição abordem a situação com realismo e responsabilidade e se preparem para participar das conversas “sem pré-condições”.

Assembleia Geral da ONU. Foto: Mark Garten/ONU (arquivo)

Na ONU, líderes africanos pedem comprometimento no combate ao terrorismo e desastres climáticos

Grande parte dos deslocamentos forçados na África têm duas razões principais: ataques de grupos extremistas e problemas causados pelo clima. Destacando os perigos colocados pelo terrorismo na região subsaariana e pela falta de comprometimento com os acordos climáticos, líderes africanos subiram palanque da Assembleia Geral das Nações Unidas pedindo maiores recursos e atenção da comunidade internacional para o continente.

Major Fernanda Santos tem experiência de 26 anos na Polícia Militar do estado de São Paulo. Foto: UNMISS

Brasileira ajuda missão da ONU a combater criminalidade no Sudão do Sul

A major brasileira Fernanda Santos é uma das cerca de 260 oficiais mulheres que atuam na força policial da Missão da ONU no Sudão do Sul (UNMISS). Uma parte dessas militares realiza operações de busca de armas ilegais no entorno dos campos de proteção de civis.

Em entrevista para o repórter das Nações Unidas Daniel Dickinson em Juba, capital do país africano, Fernanda fala sobre os desafios das operações de paz.

ACNUR distribui suprimentos às famílias rohingya que se refugiam na aldeia de Hindu Par, em Bangladesh. Foto: ACNUR / Roger Arnold

Refugiados muçulmanos de Mianmar já somam meio milhão, alertam agências da ONU

A minoria muçulmana rohingya protagoniza hoje a crise de refugiados que mais cresce em todo mundo. Segundo estimativas, já são pelo menos meio milhão de civis fugindo de suas casas no estado de Rakhine, norte de Mianmar, na busca por proteção em Bangladesh.

O grupo é vítima de perseguições e de graves violações de direitos humanos, que as Nações Unidas descrevem como uma “limpeza étnica”.

Para o secretário-geral da ONU, António Guterres, esta crise humanitária não só fornece um “terreno fértil” para a radicalização, mas também coloca pessoas já em situação de vulnerabilidade – incluindo crianças pequenas – em grave risco. Ele pediu “ação rápida” para evitar mais instabilidade e encontrar uma solução duradoura.

Vítimas de violência sexual em abrigo de Goma, República Democrática do Congo. Foto: ONU/Marie Frechon (arquivo)

Mais de 90 países apoiam pacto para acabar com a violência sexual em operações da ONU

Setenta e dois países, incluindo o Brasil, já assinaram o Pacto Voluntário do secretário-geral da ONU sobre Prevenção e Enfrentamento do Abuso e Exploração Sexuais. Documento prevê a implementação plena da política de tolerância zero que as Nações Unidas adotaram para combater casos de violações em suas missões de paz. Outros 19 Estados-membros já anunciaram formalmente a sua intenção de assinar o texto.

O número de nações apoiando o Pacto foi divulgado nesta sexta-feira (29) pelo escritório de António Guterres.

Nova missão da ONU no Haiti sucederá MINUSTAH e terá pouco mais de mil policiais em seu efetivo. Foto: ONU/Marco Dormino

Participação brasileira em missão de paz da ONU no Haiti chega ao fim

Todos os 816 militares do Exército, da Marinha e da Força Aérea Brasileira (FAB) que estavam na Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH) retornaram ao Brasil. O terceiro e último voo chegou na madrugada de terça-feira (26) a São Paulo (SP), trazendo também 72 militares da Companhia de Engenharia Paraguaia. Com o regresso do contingente, chega ao fim a participação do Brasil na MINUSTAH.

Ondas recentes de violência levaram cerca de 17 mil pessoas a buscar abrigo no Centro de Proteção de Civis da ONU em Wau, no Sudão do Sul. Foto: ONU/Nektarios Markogiannis

ONU pede mais apoio internacional a processo de paz no Sudão do Sul

O representante especial das Nações Unidas para o Sudão do Sul, David Shearer, criticou na terça-feira (26) o desinteresse dos grupos em conflito no país pelo acordo de paz de 2015. Tratado pelo fim das hostilidades prevê um período de transição, que será concluído em poucos meses — e sem avanços significativos. Na nação africana, confrontos armados são responsáveis por deixar 7,6 milhões de pessoas precisando de assistência humanitária.

Primeiro-ministro de Dominica, Roosevelt Skerrit. Foto: ONU/Cia Pak

Líderes do Caribe criticam ceticismo sobre as mudanças climáticas e pedem recursos para prevenir desastres

Em pronunciamento na Assembleia Geral da ONU, o primeiro-ministro de Dominica, Roosevelt Skerrit, criticou no sábado (23) aqueles que insistem em negar as mudanças climáticas. Como prova de que se trata de um fenômeno verdadeiro e em curso, o chefe de Estado lembrou a devastação deixada pelos furacões Irma e Maria em seu país. Território atingido pela tempestade foi descrito como “zona de guerra”. Posicionamento do dirigente foi semelhante ao de outros líderes do Caribe.

Ministra da Cooperação para o Desenvolvimento, Ulla Tøernæs, da Dinamarca. Foto: ONU/ Cia Pak

Na Assembleia Geral, UE reforça compromissos com a prevenção de conflitos e proteção de refugiados

Na Assembleia Geral das Nações Unidas, presidentes e ministros europeus discursaram em favor de formas estruturadas e justas de prevenção de conflitos. As preocupações em comum foram os ataques terroristas e a ameaça do uso de armas nucleares.

Diante da maior crise migratória desde a segunda guerra mundial, os líderes pediram tratamento humano para centenas de milhares de refugiados que chegam ao continente, bem como a gestão ordenada dos fluxos de migrantes.

Migrantes e refugiados se deslocam por rota nos Bálcãs. Foto: ACNUR/Mark Henley

Dirigentes da ONU defendem novos acordos globais sobre refúgio e migração

Em meio ao encontro de chefes de Estado na sede da ONU, dirigentes das Nações Unidas defenderam novos acordos globais sobre fluxos migratórios. Tratados devem oferecer garantias para proteger as pessoas que se deslocam pelo mundo. Em pronunciamento para marcar um ano da adoção da Declaração de Nova Iorque para os Refugiados e Migrantes, na quarta-feira (20), oficiais do organismo internacional explicam o desdobramento político desse documento.

Campanha digital conta a estória de uma família de refugiados

A estória de uma família fictícia fugindo de uma zona de conflito até conseguir refúgio em outro país mobilizou a atenção dos seguidores do perfil ONU Brasil no Facebook nos últimos 21 dias.

Para promover uma contagem regressiva pela paz, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) elaborou uma campanha digital narrada por Anna, personagem de 11 anos.

Desde o dia 1º até 21 de setembro – Dia Internacional da Paz –, a campanha #21DiasPelaPaz contou a saga de uma família de refugiados. Confira aqui.

Primeira-ministra Sheikh Hasina, de Bangladesh, durante pronunciamento no debate anual de chefes de Estado na Assembleia Geral da ONU. Foto: ONU/Cia Pak

Bangladesh pede criação de zonas sob supervisão da ONU para proteger rohingyas em Mianmar

Em pronunciamento na Assembleia Geral da ONU, a primeira-ministra de Bangladesh, Sheikh Hasina, criticou na quinta-feira (21) as violações de direitos humanos enfrentados pelo povo Rohingya em Mianmar. Denunciando o que chamou de limpeza étnica na província mianmarense de Rakhine, a dirigente pediu ao chefe da ONU que crie, dentro de Mianmar, zonas supervisionadas pelas Nações Unidas, a fim de garantir a segurança dos rohingyas.

Cerca de 275 refugiados e migrantes aguardam para o desembarque no porto de Pozzalo, na Itália, após serem resgatados alguns dias antes. Foto: ACNUR/F.Malavolta

Contribuição dos migrantes é ‘esmagadoramente positiva’, diz secretário-geral da ONU

Durante um encontro na sede da ONU em Nova Iorque nesta quarta-feira (20), representantes das Nações Unidas destacaram a necessidade de continuar trabalhando em conjunto para promover formas mais justas de compartilhar a responsabilidade dos refugiados, bem como alcançar uma migração segura e ordenada.

“A migração não é um fenômeno novo; nem está criando a ameaça dramática de que muitos falam. A maioria dos migrantes se move de forma ordenada entre os países e dá uma contribuição esmagadoramente positiva para seus países anfitriões e seus países de origem”, destacou o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Profissionais da OPAS e de outras organizações de assistência nas Ilhas Virgens Britânicas. Foto: OPAS

OPAS auxilia países do Caribe a enfrentar devastação dos furacões Maria e Irma

Com a passagem dos furacões Maria e Irma pelo Caribe, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) decidiu enviar suprimentos médicos e humanitários para as ilhas afetadas, além de profissionais de atendimento. Apoio internacional visa suprir escassez de serviços e reparar instalações de saúde destruídas. Na segunda-feira (18), Dominica foi atingida pelo Maria, que chegou ao solo como um furacão de categoria cinco e com ventos de 250 km/h.

Em Oaxaca, no México, voluntários ajudam a remover destroços de ruas de San Mateo del Mar, afetada por terremoto no início deste mês. Foto: ONU

ONU está pronta para ajudar México, afirma secretário-geral após terremoto

O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou tristeza pela destruição e pelas mortes causadas pelo terremoto que atingiu o México na terça-feira (19). Em pronunciamento feito após os tremores, o dirigente máximo das Nações Unidas afirmou que o organismo internacional “está pronto para dar assistência” ao país e à população. Segundo noticiado pela imprensa, o abalo de intensidade 7,1 na escala Richter já deixou mais de 220 mortos.

Menino de 5 anos em frente de edifícios destruídos pelo furacão Irma na ilha de Anguilla. Foto: UNICEF

PNUD pede doações para impulsionar recuperação de países afetados pelo Irma

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) informou que tem apoiado os países afetados pelo furacão Irma, que causou mortes e destruição em grande parte do Caribe.

Segundo a agência da ONU, 1,2 milhão de pessoas na República Dominicana foram afetadas por danos em infraestruturas de saneamento básico, enquanto 17 mil precisam de abrigo. Em Anguilla, 90% da infraestrutura de serviços públicos e de estradas foi arruinada. A agência da ONU pede ajuda para continuar apoiando os países afetados. Saiba como fazer uma doação.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, fala sobre a reforma da organização durante encontro na sede em Nova Iorque ao lado do presidente dos EUA, Donald Trump (à direita), e a chefe de gabinete de Guterres, a brasileira Maria Luiza Ribeiro Viotti (à esquerda). Foto: ONU/Mark Garten

Mais de 128 países se comprometem com reformas para uma ‘ONU do século 21’

Comprometendo-se a tornar as Nações Unidas uma organização mais forte e mais responsiva às pessoas que apoia, o secretário-geral, António Guterres, participou na segunda (18) de uma reunião de alto nível sobre a reforma da organização global.

O encontro foi presidido pelos Estados Unidos e contou com a presença de Donald Trump; o presidente norte-americano afirmou que as Nações Unidas foram fundadas sob ‘objetivos nobres’, mas que ‘nos últimos anos não alcançou seu pleno potencial’.

Mustapha entre seus alunos. Foto: ACNUR/Rahima Gambo

ONU premia professor nigeriano que leva educação para vítimas do Boko Haram

Levar educação para todas as crianças, incluindo as que são forçadas a abandonar suas comunidades por conta da violência. Essa é a incansável missão perseguida há quase uma década por Zannah Mustapha, professor nigeriano que foi anunciado nesta segunda-feira (18) vencedor do Prêmio Nansen da Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR). Em 2007, o docente fundou uma escola na cidade de Maiduguri, capital do estado do Borno e epicentro dos confrontos provocados pelo grupo extremista Boko Haram.

Campanha digital do UNIC Rio faz Contagem Regressiva pela Paz

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) lança, nesta sexta-feira (01), a Contagem Regressiva Pela Paz, uma campanha digital que pretende mobilizar os internautas brasileiros sobre a questão dos refugiados e migrantes.

Diariamente, entre os dias 1º e 21 de setembro, os internautas acompanharão no Facebook da ONU Brasil a saga de uma família fictícia de refugiados sob a visão de uma menina de 11 anos, Anna. A iniciativa tem por objetivo marcar o Dia Internacional da Paz, observado em 21 de setembro.