Mulher e seu filho em barco de resgate que os salvou durante travessia do Mar Mediterrâneo fazendo percurso Líbia-Itália. Foto: ACNUR/Francesco Malavolta

ONU reforça apelo por mais vagas para refugiados em países seguros

Na semana passada, cerca de 160 pessoas foram consideradas mortas ou desaparecidas após três fatalidades envolvendo travessias no Mar Mediterrâneo. Em resposta ao cenário de óbitos crescentes, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) cobrou da comunidade internacional que promova mais reassentamentos de pessoas deslocadas por guerras. Países devem garantir alternativas seguras de proteção, incluindo programas de reunificação familiar, para evitar novas tragédias.

Mulheres e crianças buscam segurança e abrigo na cidade Paoua, na República Centro-Africana. Foto: OCHA/Yaye Nabo Sène

Missão da ONU dá ultimato para grupos armados deixarem região da República Centro-Africana

ONU quer que combatentes liberem até amanhã (19) um perímetro de 50 quilômetros próxima à cidade de Paoua, onde 100 mil vivem com medo dos confrontos entre a entidade Justiça e Revolução e o Movimento Nacional para a Liberação do país.

Município é palco de uma ‘verdadeira catástrofe’, segundo a ONU, pois população está ficando sem água e comida. Entre os moradores, estão crianças e centenas de mulheres grávidas.

UNRWA presta assistência para 5 milhões de refugiados palestinos vivendo na Jordânia, Líbano, Síria, Gaza e Cisjordânia. Foto: UNRWA

Após cortes dos EUA, ONU pede apoio global para refugiados da Palestina

Após o anúncio dos Estados Unidos de cortar 65 milhões de dólares das suas contribuições para a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), o comissário-geral da instituição, Pierre Krähenbühl, fez um chamado global por apoio nesta quarta-feira (17).

Supressão orçamentária foi descrita como “a crise financeira mais dramática” na história da agência. Decisão norte-americana ameaça a continuidade de serviços de saúde e educação e das doações de alimentos do organismo, que atende 5 milhões de palestinos.

Secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Mark Garten

Respeito pela diversidade étnica e religiosa será pilar das minhas ações, diz chefe da ONU

Em reunião com os Estados-membros da Assembleia Geral da ONU, o chefe da Organização, António Guterres, apresentou na terça-feira (16) 12 áreas que merecerão atenção do organismo ao longo de 2018. Entre as prioridades, estão a resolução de crises no Oriente Médio e na Europa, o combate às mudanças climáticas e a promoção da migração segura. Um 13º ponto elencado pelo dirigente como transversal a todas as temáticas é o empoderamento das mulheres.

Em coletiva de imprensa após o pronunciamento, Guterres afirmou que “o respeito pelos migrantes e o respeito pela diversidade, étnica e religiosa, é um pilar fundamental das Nações Unidas e será um pilar fundamental” de suas ações.

Crianças coletam água limpa e segura no campo de Kyein Ni Pyin, que abriga quase 6 mil rohingya deslocados pela violência no estado de Rakhine, em Mianmar. Foto: UNICEF/Thame

Mianmar: crianças rohingya estão em condições ‘assustadoras’, alerta UNICEF

Porta-voz do UNICEF, Marixie Mercado, passou quase um mês no país; ela falou sobre 60 mil crianças rohingya “esquecidas”. Milhares não recebem tratamento para desnutrição; abrigos estão perto de depósito de lixo; pessoas não conseguem viajar para obter ajuda médica.

Iniciativa do Programa Mundial de Alimentos da ONU garante a 90 mil refugiados um cartão de débito pré-pago que pode ser utilizado para comprar uma variedade de alimentos, fornecidos às mulheres para que elas possam decidir por suas famílias o que comprar.

Com até 20 pessoas compartilhando uma sala, doenças como o sarampo e as infecções respiratórias são uma ameaça significativa no Iêmen, especialmente para crianças que estão sofrendo de desnutrição e lidam com instalações inadequadas de água e saneamento. Foto: OCHA / Eman

No Iêmen, quase todas as crianças precisam de ajuda humanitária; conflito completará três anos

“Uma geração inteira de crianças no Iêmen está crescendo sem saber nada além da violência”, disse a chefe das operações do UNICEF no país devastado pela guerra, sublinhando a gravidade da crise.

Hospitais, instalações médicas e sistemas de água e saneamento foram tornados inoperantes em grandes partes do país. A assistência humanitária é o que salva a vida de três quartos da população do Iêmen.

Uma menina rohingya de sete anos carrega um jarro d'água para o abrigo improvisado de sua família, no assentamento de Bormapara , em Ukhia, na cidade de Cox's Bazar, em Bangladesh. Foto: UNICEF/Sujan

Ciclones na Ásia podem levar a ‘catástrofe’ entre refugiados rohingya, alerta UNICEF

Com a chegada das estações de ciclones e monções ao Sul Asiático, mais de 500 mil crianças rohingya — que já vivem precariamente como refugiadas em Bangladesh — correm novos riscos de saúde e deslocamento forçado. O alerta é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que chamou atenção para possíveis surtos de cólera, malária, hepatite E, bem como para a destruição de casas e infraestrutura.

Família deixa bairro da Ghouta Oriental por causa de conflitos na região. Foto: UNICEF/Amer Al Shami

Ataques a civis na Síria podem ser crimes de guerra, alerta chefe de direitos humanos da ONU

O alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, condenou neste mês o aumento dos ataques a civis na Síria. Desde 31 de dezembro de 2017 até 10 de janeiro, pelo menos 85 civis morreram na Ghouta Oriental, zona que é palco de uma investida por ar e por terra conduzida pelo governo de Bashar al-Assad e seus aliados. Manobras podem ter sido crimes de guerra, segundo dirigente.

Civis afetados por conflitos armados no Afeganistão recebem assistência humanitária em Kunduz. Foto: UNAMA

ONU pede US$ 430 mi para prestar assistência humanitária no Afeganistão

Soma será utilizada para para levar ajuda a 2,8 milhões de pessoas vulneráveis — entre elas, indivíduos afetados por conflitos e desastres naturais e grupos de expatriados que viviam no Irã e no Paquistão, mas estão retornando ao país.

Em 2017, foi registrado o número mais alto de confrontos dos últimos dez anos. A quantidade de pessoas mortas e feridas também atingiu níveis próximos aos recordes. Embates afetaram diretamente 2 milhões de pessoas, das quais 500 mil eram deslocadas internas.

Ru'a, de apenas 18 meses, anda na motocicleta de seu avô enquanto ele atravessa Mesraba, no Leste de Ghouta, na Síria. Foto: UNICEF/2018/Amer Almohibany

Um início de ano ‘sangrento’ na Síria: mais de 30 crianças mortas em duas semanas, alerta UNICEF

Somente nos primeiros 14 dias do ano, mais de 30 crianças foram mortas em uma escalada de violência no Leste de Ghouta, na Síria, onde cerca de 200 mil crianças estão sitiadas pelos conflitos desde 2013.

“É vergonhoso que quase sete anos após o conflito, uma guerra contra as crianças continue enquanto o mundo observa. Milhões de crianças em toda a Síria e em países vizinhos sofreram as devastadoras consequências dos níveis de violência em várias partes do país”, disse o chefe do UNICEF na Síria, Fran Equiza.

Cerca de 130 mil congoleses e burundeses dependem de assistência humanitária em Ruanda. Foto: ACNUR/S. Masengesho

ONU pede mais financiamento para evitar corte de 25% na comida para refugiados em Ruanda

Agências de assistência humanitária da ONU fizeram um apelo na quinta-feira (11) por mais financiamento para programas que levam comida e renda a refugiados vivendo em Ruanda. Falta de verba levou a uma redução de 25% na quantidade de alimentos e de recursos financeiros disponibilizados para 100 mil estrangeiros no país. Cerca de 11 milhões de dólares são necessários para retomar prestação adequada de serviços.

Henrietta Fore iniciou seu mandato como diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no primeiro dia de 2018. De nacionalidade norte-americana, ela traz para essa função mais de quatro décadas de experiência em liderança no setor privado e público.

Nova diretora-executiva do UNICEF assume mandato; vídeo

Henrietta Fore iniciou seu mandato como diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no primeiro dia de 2018. De nacionalidade norte-americana, ela traz para essa função mais de quatro décadas de experiência em liderança no setor privado e público.

Henrietta foi a primeira mulher a liderar a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e a ocupar o cargo de diretora da Assistência Externa do Departamento de Estado dos EUA, funções que desempenhou no período de 2006 a 2009.

Antes, trabalhou como subsecretária de Estado para Gerenciamento e oficial-chefe de operações do Departamento de Estado norte-americano. De 2001 a 2005, a gestora dirigiu o braço do Tesouro estadunidense responsável pela fabricação e distribuição de moedas aos bancos e reservas federais.

Secretário-geral durante visita a campo de refugiados do Sudão do Sul no norte de Uganda em junho de 2017. Foto: ONU/Mark Garten

Gerir as migrações é um dos testes mais urgentes para a cooperação internacional, diz Guterres

“A migração é uma crescente realidade global”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em seu relatório divulgado nesta quinta-feira (11). “A hora para debater a necessidade de cooperação neste campo passou”, e “geri-la é um dos testes mais urgentes e profundos da cooperação internacional de nossos tempos”.

Se governos abrirem caminhos legais para a migração, baseando-se em análises realistas do mercado de trabalho, há probabilidade de haver menos travessias de fronteiras, menos migrantes trabalhando fora da lei e menos abusos contra indocumentados, de acordo com o relatório.

Em visita à cidade portuária de Kismayo, na Somália, em dezembro, o alto-comissário das Nações Unidas para Refugiados, Filippo Grandi, prometeu continuar investindo em habitação, educação e meios de subsistência para os refugiados que retornam à região, aos deslocados internos e à população local. Em visita à terceira maior cidade do país do Chifre da África, o chefe da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) viu os enormes danos físicos decorrentes dos 28 anos de conflito, mas também sinais visíveis de restauração e atividade econômica nas ruas – incluindo novas pequenas empresas administradas por refugiados retornados.

Somália: apesar de instabilidade e seca, chefe do ACNUR vê esperança

Em visita à cidade portuária de Kismayo, na Somália, em dezembro, o alto-comissário das Nações Unidas para Refugiados, Filippo Grandi, prometeu continuar investindo em habitação, educação e meios de subsistência para os refugiados que retornam à região, aos deslocados internos e à população local.

Em visita à terceira maior cidade do país do Chifre da África, o chefe da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) viu os enormes danos físicos decorrentes dos 28 anos de conflito, mas também sinais visíveis de restauração e atividade econômica nas ruas – incluindo novas pequenas empresas administradas por refugiados retornados. Confira nesse vídeo.

O UNICEF alertou que as crianças refugiadas da etnia rohingya, que fugiram de Mianmar para Bangladesh, estão sofrendo de grave desnutrição, anemia e outras doenças. A agência da ONU e parceiros trataram quase 7 mil crianças gravemente desnutridas, administraram quase 900 mil doses da vacina contra o cólera e imunizaram cerca de 450 mil crianças contra o sarampo e a rubéola.

UNICEF apoia crianças rohingya sofrendo com desnutrição, anemia e outras doenças; vídeo

O UNICEF alertou que as crianças refugiadas da etnia rohingya, que fugiram de Mianmar para Bangladesh, estão sofrendo de grave desnutrição, anemia e outras doenças.

A agência da ONU e parceiros trataram quase 7 mil crianças gravemente desnutridas, administraram quase 900 mil doses da vacina contra o cólera e imunizaram cerca de 450 mil crianças contra o sarampo e a rubéola. Confira nesse vídeo.

Mães e crianças aguardam na fila para receber vacinação contra sarampo em campo de refugiados de Baidoa, na Somália. Foto ONU (arquivo)

Milhões de crianças na Somália são vacinadas contra sarampo em campanha da ONU

Mais de 1 milhão de crianças com idade entre 6 meses a 10 anos em Puntland e 4,2 milhões em toda a Somália participaram de uma campanha de vacinação de cinco dias contra o sarampo encerrada no domingo (7), informaram as Nações Unidas nesta segunda-feira (8).

A campanha foi conduzida por uma parceria entre Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Ministério da Saúde da Somália.

Família síria tenta se manter aquecida em um assentamento informal em Homs, na Síria. Foto: UNICEF/Sanadiki (arquivo)

Síria: guerra e inverno tornam situação de 13 milhões de pessoas desesperadora, alerta ONU

Com milhões de pessoas desesperadas em toda a Síria enfrentando seu sétimo inverno em meio à guerra, as Nações Unidas alertaram nessa semana que as operações militares intensificadas no norte do país estão forçando as famílias a fugir, no frio, para áreas sem recursos suficientes.

Chefe humanitário da ONU visitará a Síria a partir desta terça-feira (9) para ampliar acesso de organizações internacionais às milhões de pessoas em necessidade.

Roberto Mignone, representante do ACNUR para a Líbia, concede entrevistas na sede do organismo internacional, em Genebra, em dezembro de 2017. Foto: ACNUR/Susan Hopper

Proteger refugiados na Líbia é ‘trabalho mais desafiador que já tive’, diz representante da ONU

Há quase 25 anos trabalhando pelos direitos de pessoas deslocadas por conflitos, o italiano Roberto Mignone ocupa atualmente o posto de representante da Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) para a Líbia. Em entrevista à equipe de comunicação do organismo internacional, o dirigente explica os desafios que enfrenta no país do Magrebe e lembra por que decidiu se tornar um agente humanitário.

Arriscando suas vidas para chegar à Europa, migrantes são resgatados no Mar Mediterrâneo pela Marinha italiana. Foto: ACNUR/A. D’Amato

Travessia do Mediterrâneo é a mais mortal para migrantes, diz relatório da ONU

Atravessar o Mar Mediterrâneo com destino à Europa é a jornada mais perigosa para migrantes, com ao menos 33.761 mortes ou desaparecimentos registrados entre 2000 e 2017, segundo relatório das Nações Unidas divulgado no fim de novembro (24).

O documento, lançado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), afirma que o maior número de mortes foi registrado em 2016 (5.096), quando a rota menor e relativamente menos perigosa da Turquia para a Grécia foi fechada, após um acordo entre União Europeia e o país euro-asiático.

Meninos passam em frente a edifícios destruídos em Maarat al-Numaan, na província de Idlib. Foto: UNICEF/Giovanni Diffidenti

Equipes humanitárias da ONU alertam para situação de civis no norte da Síria

Equipes humanitárias das Nações Unidas e seus parceiros na Síria expressaram na quarta-feira (3) profunda preocupação com a proteção e o bem-estar de dezenas de milhares de civis nas províncias de Hama e Idlib, norte do país, após confrontos deixarem mortos, feridos e deslocados na região.

De acordo com um porta-voz da ONU, na terça-feira (2), sete pessoas foram assassinadas e ao menos 18 ficaram feridas após um ataque aéreo atingir a cidade de Khan Elsobol, sul de Idlib. No mesmo dia, 25 pessoas ficaram feridas e diversas lojas foram danificadas quando bombardeios atingiram o principal mercado da cidade de Jisr-Ash-Shugur, no oeste da mesma província.

Refugiados sírios em assentamento informal no Líbano. Foto: ACNUR/I. Prickett

ONU e parceiros lançam campanha para arrecadar US$4,4 bi a refugiados sírios

Um apelo de mais de 4 bilhões de dólares foi lançado para apoiar o que um oficial das Nações Unidas chamou em dezembro (12) de “uma geração perdida” de refugiados sírios afetados pelo conflito em andamento no país.

Mais de 5 milhões de sírios precisam de ajuda, de acordo com Amin Awad, diretor para Oriente Médio e Norte da África da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). “A Síria permanece sem dúvida como a maior crise humanitária de todos os tempos”, disse.

Crianças desnutridas, muitas delas sofrendo com a diarreia, são atendidas em hospital de Banadir, em Mogadíscio, Somália. Foto: ONU/Tobin Jones

Somália: ONU manifesta preocupação com destruição de abrigos para pessoas deslocadas

Um oficial das Nações Unidas na Somália expressou profunda preocupação com as informações da destruição de acampamentos para pessoas internamente deslocadas, assim como de infraestrutura humanitária, em Mogadíscio, na Somália.

“Alguns desses deslocados caminharam longas distâncias de diferentes partes do país, fugindo da seca e do conflito”, disse Peter de Clercq, vice-representante especial do secretário-geral da ONU para a Somália, lembrando que em 29 e 30 de dezembro mais de 23 acampamentos, que abrigavam mais de 4 mil pessoas, foram destruídos.

Iemenitas aguardam na fila para receber água potável de tanque fornecido pelo UNICEF em Sanaa, no Iêmen. Foto: UNICEF

Iêmen caminha para catástrofe humanitária, alertam agências da ONU

Enquanto o conflito no Iêmen ultrapassa a marca de 1 mil dias, as Nações Unidas alertaram que se os trabalhadores humanitários não tiverem maior acesso ao país e se a violência não diminuir, o custo em termos de vidas perdidas será incalculável. O alerta foi feito pelos chefes de Organização Mundial da Saúde (OMS), Programa Mundial de Alimentos (PMA) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Cerca de 75% da população iemenita está em necessidade de assistência humanitária, incluindo 11,3 milhões de crianças que não podem sobreviver sem ela. Ao menos 60% dos iemenitas estão agora em insegurança alimentar e 16 milhões de pessoas não têm acesso a água potável e saneamento básico. Menos da metade dos hospitais do Iêmen está funcionando plenamente e profissionais de saúde ficaram meses sem receber salários.

Oficiais da MINUSTAH, a missão de paz da ONU no Haiti, entregam materiais para a realização das eleições no país. Foto de janeiro de 2017. Foto: ONU/Logan Abassi

Falta de equipamento e capacitação são desafios para missões de paz, afirma chefe de operações da ONU

Em balanço sobre a atuação das missões de paz da ONU em 2017, o subsecretário-geral das Nações Unidas, Jean-Pierre Lacroix, alertou para os desafios que soldados sob a bandeira das Nações Unidas enfrentaram. Entre os problemas está a falta de equipamentos e de capacitação técnica dos oficiais. No ano passado, mais de 60 capacetes-azuis perderam suas vidas em serviço.